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PRONAC 192353Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

UMA NOITE NO PAÍS DO FUTURO

RUMO EMPREENDIMENTOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 485,3 mil
Aprovado
R$ 485,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2019-09-19
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

O projeto visa a produção do espetáculo teatral "Uma Noite no País do Futuro" de autoria de Léo Lama e consultoria histórica com Nelson Motta. O espetáculo inédito sera realizado na cidade de Curitiba e terá as 20 apresentações gratuitas e 4 com tradução em libras.

Sinopse

A peça “Uma Noite no País do Futuro”, texto de Leo Lama, acontece na virada de 58 para 59. O Brasil de 1958 era um lugar esperançoso. A praia, o sol, o mar, o amor, o sorriso e a flor eram cantados pela nova bossa que surgia quase sem querer. O Rio de Janeiro era um paraíso. Uma série de transformações elaboradas parecia dar outra feição ao país. Uma nova capital estava sendo erguida no centro do Brasil, a Bossa Nova era aplaudida por críticos e fãs de todo mundo e o “Fusca” ganhava as ruas como nosso primeiro carro popular. Tivemos a conquista do primeiro campeonato mundial de futebol na Suécia. A tenista Maria Esther Bueno ganhou o seu primeiro Grand Slam em 1958, aos 19 anos. O time de basquete brasileiro era um dos melhores do mundo e foi campeão em 59. O pugilista Éder Jofre também. O audacioso projeto do presidente Juscelino Kubitscheck de desenvolver o Brasil “cinquenta anos, em cinco” parecia se tornar realidade. Surgiram os primeiros canais de televisão. A Brinquedos Estrela trouxe para o Brasil o bambolê, que já havia se tornado um verdadeiro frisson nos Estados Unidos e virou uma febre em nosso país. O futuro que esperava essa próspera nação, em franco progresso, parecia maravilhoso e promissor. A Ideia da peça “Uma Noite no País do Futuro” é resgatar, trazer este clima que perdemos. A ideia do autor é ir contra a corrente negativista. Então a sala de um apartamento de frente para o mar, o famigerado apartamento de Nara Leão, mas que na verdade é o lugar do centro do mundo, um lugar de sonho esperançoso dentro de cada um de nós. Não é o próprio apartamento dela, não são aquelas mulheres propriamente que estão sendo retratadas, mas sim aquele tempo, aquelas aspirações positivas e o espírito daquelas pessoas que viveram aquele tempo e começaram a romper hábitos e costumes em um país que sonhava com um futuro muito melhor. Pense-se como uma liberdade poética. Uma homenagem. Naqueles tempos, na cabeça de certos jovens, os dias ruins eram transformados em dias de luz, de festa de sol, através das canções, como se a vida fosse um barquinho a deslizar no macio azul do mar. A peça “Uma Noite no País do Futuro”, acontece em um apartamento de frente para o mar em uma Copacabana mítica. A atmosfera é de brumas. O clima é onírico. Nara, Norma, Astrud, Sylvinha, Wandae Maysa. Mulheres fortes que possuem os mesmos nomes de conhecidas cantoras nacionais. Não é uma peça biográfica. O apartamento é da família desta Nara, que convidou as outras para um encontro com um poeta e um compositor que combinaram de trazer canções para elas. Há um tom de lamúria e desistência, ao mesmo tempo em que estão excitadas com tudo que está acontecendo no país e em suas vidas. A atmosfera é contagiante. Enquanto vivem seus pequenos dramas esperam para qualquer momento a chegada dos compositores, que trarão letras e musicas de esperança. PÚBLICO ALVO: O público alvo do projeto são jovens (a partir de 16 anos), adultos e idosos, com e sem deficiência, entre: estudantes, formadores de opinião, professores, artistas, além de pessoas interessadas em teatro e em comédia de um modo geral (incluindo a população de baixa renda).

Objetivos

Objetivo Geral=montagem do espetáculo teatral inédito "Uma Noite no País do Futuro", de autoria do Léo Lama e consultoria histórica com Nelson Motta, com temporada gratuita em Curitiba. Objetivo específico- Realização de uma temporada com 20 apresentações na cidade de Curitiba, do espetáculo teatral inédito "Uma Noite no País do Futuro". Cada apresentação tera duração média de 90 minutos. Nosso espetáculo acontecerá sempre as quintas, sextas, sábados e domingos, perfazendo um total de 20 apresentações. Todas as apresentações serão gratuitas. Todas as apresentações de domingo terão intérprete de libras . As 20 apresentações gratuitas atingirão um publico aproximada de 3600 pessoas. Serão aproximadamente 30 profissionais envolvidos entre elenco, técnicos e equipe de produção. Após as apresentações os atores farão um bate papo com os jovens e demais presentes, sobre o tema da peça. A contrapartida social será a realização de 5 oficinas de "Animação Stop Motion" para alunos do ensino fundamental de escolas públicas de Curitiba. As oficinas serão realizadas na própria escola para alunos de 10 a 14 anos. A oficina acontecerá de segunda a sexta, num total de 5 dias, sendo 60 crianças por dia, totalizando 300 alunos e professores do ensino publico de Curitiba.

Justificativa

Tendo em vista o exposto na Lei 8.313/91, que se refere ao fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, apresentamos ao Ministério da Cidadania _ Secretaria Especial de Cultura, o projeto "Uma Noite no País do Futuro" que será realizado gratuitamente na cidade de Curitiba. O projeto será apresentado durante 5 semanas em um teatro na cidade de Curitiba de quinta a domingo. No tocante ao artigo 1° da Lei 8313/91, o presente projeto enquadra-se nos incisos I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; (através da gratuidade dos ingressos da peça teatral ao publico); II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (através da contratação de profissionais especializados durante todo o processo de elaboração, desenvolvimento e realização do projeto); III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (o autor do peça Léo Lama é filho do renomado autor teatral Plinio Marcos), VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; (a peça conta um pouco da história do Brasil) IX - Priorizar o produto cultural originário do País (fomentando a produção nacional ao realizar a montagem de um espetáculo baseado na obra de um escritor brasileiro). Os seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma serão alcançados:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

O jornalista, compositor, escritor, roteirista, produtor musical, teatrólogo e letrista brasileiro, Nelson Motta, ajudará a enriquecer o clima que se passa nesse espetáculo. Uma vez que ele viu a bossa nova nascer, participou dessas reuniões que aconteciam no apartamento de Nara Leão, onde esse clima começou a existir. Sua consulta histórica será essencial para compor o brilhantismo artístico que o espetáculo primará. Em uma primeira conversa em agosto de 2019 em Curitiba, ele se encantou com o projeto e se dispôs a ajudar historicamente, contando um pouco desse clima e dessas personagens, as quais conheceu artisticamente e pessoalmente. Porém Nelson Motta passou por duas cirurgias muito sérias na coluna, o que dificulta a sua locomoção de um estado para outro. Pensando nisso, ele nos propos que fossemos ao Rio de Janeiro para termos essa primeira consulta histórica e as próximas, para diminuir os custos, faremos via Skype.

Especificação técnica

A peça “Uma Noite no País do Futuro” tem duração aproximada de 90 minutos. A entrada será gratuita com distribuição dos ingressos uma hora antes do inicio do espetáculo. O publico alvo são pessoas de 16 a 80 anos. O espetáculo primará pela qualidade do som, cenário, figurinos, iluminação, atuação, oferendo ao público presente um excelente espetáculo. Todas as apresentações de domingo terão tradução em libras.

Acessibilidade

Acessibilidade física, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, as apresentações serão realizadas em um teatro preparado para atender pessoas com necessidades especiais, que contam com rampa para acesso a platéia, lugares reservados e banheiros adaptados em concordância com o que determina a Lei. Acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003. Acessibilidade de conteúdo: todas as apresentações de domingo contarão com recurso de tradução simultânea em libra.

Democratização do acesso

Em atendimento ao Art. 20 da IN 02/2019 item I os ingressos serão distribuidos da seguinte maneira- a) distribuição gratuita de 100% (cem por cento) com caráter social, educativo ou formação artística; assegurando a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos; dessa forma, o projeto espera contribuir para a formação de plateia e atingir seus objetivos calçados na democratização, diversidade e fruição cultural; b) 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; Em atendimento ao Art. 21 da IN 02/2019, item: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;), IV -( permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias); V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos. De acordo com o Artigo 22, da IN nº 02/2019, a contrapartida social do projeto será : *Realização de 5 oficinas de "Animação Stop Motion" para alunos do ensino fundamental de escolas públicas de Curitiba. As oficinas serão realizadas na própria escola para alunos de 10 a 14 anos. A oficina acontecerá de segunda a sexta, num total de 5 dias, sendo 60 crianças por dia, totalizando 300 alunos e professores do ensino publico de Curitiba.

Ficha técnica

RUMO EMPREENDIMENTOS CULTURAIS LTDA- O proponente realizará a Direção Geral do projeto, responsável pela supervisão geral, direção e entrega de toda a proposta do projeto,bem como manter o projeto dentro dos critérios e normas desta Lei de Incentivo, administrando ainda financeiramente, mantendo o cronograma e orçamentos de acordo com o que foi previamente aprovado por esta Secretaria, recebendo por tal rúbrica. A empresa desenvolve e executa projetos nas áreas de Artes Cênicas, Música, Artes Visuais e Audiovisual desde 2007. De 2007 a 2010 foi Co-realizador do Grupo Delírio Cia. de Teatro, sob direção de Edson Bueno com quem produziu: “Minha Vontade de Ser Bicho“; “Metaformose Leminski”(CTBA e SP – pela Funarte); “Kafka Escrever é Um Sono Mais Profundo do que a Morte” (circulação Caixa e Palco Giratório SESC); “A Vida Como Ela é – Nelson Rodrigues”, os dois últimos indicados, a Melhor Espetáculo do ano e mais seis categorias cada um, ao Troféu Gralha Azul - Prêmio Governador do Estado do Paraná de 2009, bem como “O Evangelho Segundo São Matheus” (circulação Palco Giratório SESC); e “Mostra de 25 Anos do grupo Delírio”. Produziu a desCompanhia de dança, sob direção de Cintia Napoli, com quem realizou ”Feche os Olhos para Olhar” (Funarte); “Cuidado! FRÁGIL”; “Lugares de Mim”; “Allsense” (Caixa Cultural SP). 2012 a 2015 - produziu a “Mostra de Dramaturgia SESI – Teatro Guaira e em 2012 e 2013 produziu o Núcleo de Dramaturgia SESI PR sob Coordenação de Roberto Alvin em Curitiba e em 8 cidades do Paraná, além de Mostras do Núcleo em São Paulo e no FILO (Londrina-PR).Com a “Inusitada Cia“, direção de Rafael Camargo, produzimos as peças: “Perca o Ponto, Mas Não Perca a História“(2015); “A Curiosa História de...“ (2014) “Raul Cruz - Traços“ (2014); “Cronópios da Cosmopista“ (2013); “Buraco da Fechadura”(2012); “Uma Entre Mil Histórias de Amor” e “End””(2011). Em 2015 realizou o espetáculo “Urubu Comum” de Michelle Ferreira (SP), através da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rounet). No mesmo ano, na área das artes visuais, fotografia, realizamos junto com o artista Cayo Vieira o livro e exposição fotojornalística “Mudanças“ no espaço cultural do SESI-PR/FIEP e São Jose dos Pinhais.2017 – Mostra Ações LOVLOV (Festival de Teatro de Curitiba). Em 2016 produziu- “Salomé“ Direção Nadja Naira - Cia. de Teatro do Urubu (Lei Rounet), Produção do Piloto de Série de TV “Turma do Novo Mundo“Direção Helói Pires – Camarada Filmes, Show Balangandãs - Ná Ozetti Canta Carmen Miranda (Curitiba/Londrina e SJP), Produção Local: Armazém Companhia de Teatro – “Inútil a Chuva” e “Plano Sobre Queda“ – Areas Coletivo de Arte (RJ) Circulação Sul FUNARTE. Em 2017, pruduziu o Projeto Container Cultural – peça “Entre Tangos e Fandangos“ Direção Mauro Zanatta (Circulação Estadual PROFICE), Produção Local: “Patas Arriba“ - (RS) Circulação Sul FUNARTE, o Show “Orquestra Filarmônica de Violas“ (SP) / “Processo de Conscerto do Desejo“ de Matheus Nachtergaele e “Riso Nervoso” – As Olivias (RJ) de Micheli Ferreira – ambos na Caixa Cultural Curitiba. a Produção do Filme Longa Metragem “Alice Junior“ Direção Gil Baroni – Beija Flor Filmes, o FIDÉ – Festival Internaciol du Documentaire Étudiant – Cinemateca de Curitiba, “TOM – 208 beijos e abraçossem fim”da Marcos Damaceno Cia de Teatro (Lei Rounet) e “Lov, Lov, Lov” Direção Isabel Teixeira (SP) com músicas originais de Ná Ozetti - Caixa Cultural São Paulo. Em 2018 produziu a Exposição Pelos Ares – Caixa Cultural Curitiba, Contos de Nanook – BQ encena SC – Setra Companhia, Vidros Quebrados The Youth – curta metragem, “Salomé“ Direção Nadja Naira - Cia. de Teatro do UrO Delírio do Verbo - com Jonas Bloch - Caixa Cultural Curitiba, Show Sesi Música - Edith convida Patrcia Bastos, Ná e Dante Ozzetti - SESI PR, Chopin ou o Delírio Pelo Ideal - com Nathalia Timberg - Teatro Guaira, Circulação SESI Música – Central Sistema de Som – Show Sete Bilhoes de Vozes e Nós Outros – Fala Companhia de Teatro – Direção Don Correa (Circulação Estadual PROFICE). Em 2019 produziu FEDRA – dança/teatro – Setra Companhia – direção Eduardo Ramos e Michelle Moura – Mostra Oficial do Festival de teatro de Curitiba, Nós Outros – Fala Companhia de Teatro – Direção Don Correa (Circulação regionais de curitiba), PEOPLE VS PEOPLE – RUMO COLETIVOe o LIVRO Fotografia e Cena de Elenize Dezgeniski. Autor, Léo Lama; Dramaturgo, diretor e compositor, Leo Lama, nascido em São Paulo, em 21 / 09/ 64, estreou como autor de teatro, aos 23 anos, com Dores de Amores , interpretada por Malu Mader e Taumaturgo Ferreira, com direção de Roberto Lage, em São Paulo. Foi premiado com o prêmio Mambembe de revelação do ano de 1989 e Prêmio Molière de melhor autor no mesmo ano. A atriz Drica Morais substituiu Malu Mader em 1991; a peça ganhou formato de livro pela editora Maltese (1994); e, com o título Dolor de Amor, foi encenada no Teatro de Comédia de Buenos Aires, na Argentina (1998). Leo Lama também atuou como diretor em A mancha Roxa, de seu pai Plínio Marcos (1989); autor e ator emPerdidos na Praia com direção de Fauzi Arapi (1994); autor e ator em Bang - Bang - Quando os revólveres não matam ao lado de sua mãe, a atriz Walderez de Barros (1995). Em 1996, fundou o Centro de Criatividade Teatro Real que, entre inúmeras atividades culturais, mantinha um grupo de estudos sobre Tradições Orientais e Religiosas. Em 1997 escreveu Videoclip Blues encenada pela primeira vez por Debora Secco e Marcelo Faustini no Rio de Janeiro; Em 1998 montouVideclip Blues com atores de seu grupo no Teatro Popular do SESI e nas escolas de São Paulo, onde deu várias palestras para jovens sobre drogas, sexualidade e vocação. Lançou o livro romanceado da peça pela editora findomundo; em 99 estiveram em cartaz no TBC suas peças, Baudelaire - o pai do rock e O Amor de Madalena por Jesus. No mesmo ano foi convidado pelo publicitário Celso Loducca a instigar sua equipe de criação na Loducca, onde criou a coluna diária, enviada apenas para os funcionários, “O Palácio das Mentiras,” e se tornou uma espécie de ombudsman da agência. Ali, deu aula de filosofia e religião para os funcionários. Em 2000, Leo realizou os musicais: Prisioneiro de uma Canção (com musicas suas e letras de seu pai) e O Beijo da Última Hora. Dirigiu o recital de poemas Fideli d`Amore com Paulo Autran, Luiz Melo e Lú Grimaldi na inauguração da agência Loducca de Curitiba. Em 2001 esteve em cartaz a sua peça Vampira, no DJ Club. Em 2002, dirigiu e roteirizou o programa Domínio Público de Otaviano Costa na Record e criou e dirigiu o programa Jogos de Família, também na Record. Em Setembro de 2002 encenou e dirigiu Dores de Amores 2 e 3 no Teatro Augusta. Em 2003, estrearam suas peças A Lenda dos Jovens Detentos (melhor autor-prêmio PANAMCO) no Centro Cultural São Paulo e O Perdido Coração de Cristo, com Alexandre Bacci, no Itaú Cultural. Em 2004 sua peça Perdidas esteve em cartaz no N. E. X. T. com Suzana Alves, Rachel Rippani e Magali Biff. Em 2007, estiveram em cartaz suas peças: O Dyabo em cada Amor no Teatrix, O Cópia, no Teatro Bibi Ferreira, Adeus aos Casais no Espaço Cobras e Lagartos, Coração Abandonado e o Buddha (versão do casal), no Templo Zulai e no Templo Zen da Monja Coen. Começa a desenvolver a técnica do Ator em Repouso. Em 2008, realiza o documentário O Nome do Cuidado, com seu médico, Dr. Paulo Rosenbaum, publicado em forma de Livro-DVD pela editora Ateliê. Em 2009, Dores de Amores completou 20 anos e foi remontada com direção de Naum Alves de Souza. Em 2010 estreou de sua autoria, com direção sua, O Primeiro Dia Depois de Tudo, no Teatro Imprensa, peça contemplada com o PROC-Circulação, que viajou por mais de 20 cidades do Brasil. Em dezembro de 2011, estrearam suas peças Um Espetáculo Sem Patrocínio e O Grande Espírito da Intimidade. Com roteiro do próprio autor, a peça Dores de Amores foi adaptada para o cinema sob a direção de Raphael Vieira, tendo como protagonistas Milhem Cortaz e Fabíula Nascimento, estreou na Mostra de Cinema de São Paulo em 2013. Também em 2013, Lama apresenta o show de voz e violão com Fernanda de Paula e Léo Nascimento, Canções de Lama e Amor em espaços inusitados da capital paulista. Em 2014, Leo Lama foi indicado ao prêmio de melhor diretor pela Companhia Paulista de Teatro pela direção de Quando as Máquinas Param, peça de Plínio Marcos. Em 2015 esteve em cartaz no Teatro Viradalata, Vendidas, sua peça com direção de Bia Szvat. Em 2016 deu aulas na Casa do Saber sobre amor, religião e espiritualidade. Desenvolveu um trabalho que chamou de “Contextualização” em encontros com pessoas nos cafés da cidade. Em 2017, estreia sua peça Madalena Bêbada de Blues, com Dani Neffussi, Silvia Pogetti e Ana Tardivo no Teatro Sérgio Cardoso. Um anti-espetáculo, representado com a postura o Ator em Repouso, criada pelo dramaturgo e diretor Leo Lama. Em 2018 Leo Lama começou um grupo de estudos de espiritualidade e religião com o objetivo de levar os temas para o teatro. Atualmente dirige sua peça “Crânio Partido por Mente Diabólica” e “Jerusalém de Nós” com previsão de estreia em 2019. Consultor histórico, Nelson Motta; em 1966, venceu a fase nacional do I Festival Internacional da Canção (FIC), com sua canção Saveiros (com Dori Caymmi), interpretada por Nana Caymmi. Participou da bossa nova junto com nomes como Edu Lobo e Dori Caymmi. Ajudou no desenvolvimento do rock brasileiro, através de seu trabalho como jornalista em O Globo e no programa Sábado Som, pela Rede Globo. No final da década de 1980 foi responsável pelo lançamento de Marisa Monte e pela produção do festival Hollywood Rock. Idealizou e formatou programas como Chico e Caetano (1986) e Armação Ilimitada (1985). Fez palestras nas Universidades de Harvard (2000), Oxford (Inglaterra, 2005), Roma (2002) e Madri (2004) e em quase todas as capitais brasileiras. É autor de mais de trezentas músicas e entre os seus parceiros estão Lulu Santos, Rita Lee, Ed Motta, Guilherme Arantes, Dori Caymmi, Marcos Valle, Guinga, Max de Castro, Erasmo Carlos, João Donato e a banda Jota Quest. Autor de sucessos musicais como Dancing Days (com Ruben Barra), Como uma Onda (com Lulu Santos), Coisas do Brasil (com Guilherme Arantes), Bem Que Se Quis, primeiro sucesso de Marisa Monte, além da canção de final de ano da Rede Globo Um Novo Tempo, com Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle. Motta já dirigiu espetáculos no Brasil e no exterior e produziu discos de grandes astros e estrelas da MPB tais como Elis Regina, Marisa Monte, Patrícia Marx, Gal Costa, Daniela Mercury, dentre outros. Foi diretor artístico da gravadora Warner Music, produtor da Polygram e também participou do programa Manhattan Connection (canal GNT), com Lucas Mendes e Paulo Francis, entre 1992 e 2000. Escreveu os best-sellers Noites Tropicais e Vale Tudo - O Som e a Fúria de Tim Maia (ambos pela editora Objetiva), que, juntos, venderam mais de trezentas mil cópias; seus romances Ao Som do Mar e À Luz do Céu Profundo (editora Objetiva), O Canto da Sereia (editora Objetiva) e Bandidos e Mocinhas, além do livro de histórias Força Estranha (2010 - editora Objetiva), que mistura ficção e realidade, permaneceram na lista dos livros mais vendidos por semanas. Também escreveu Nova York é Aqui (editora Objetiva), Memória Musical (editora Sulina), dentre outros. Com roteiro de Nelson Motta a peça Tim Maia – Vale tudo, o Musical, baseado na biografia do autor sobre a vida de Tim Maia, tornou-se o maior fenômeno de bilheteria teatral em 2011. Em outubro de 2011 lançou A Primavera do Dragão (Ed. Objetiva), biografia de Glauber Rocha, que narra sua vida até os 24 anos. Foi colunista dos jornais Última Hora (1968), O Globo (1973 a 1980 e depois de 1995 a 2000) e Folha de S.Paulo (2003 a 2009). Desde 2009 escreve colunas semanais no jornal O Globo . Nelson apresenta também uma coluna semanal, às sextas feiras, no Jornal da Globo, sobre cultura e comportamento. Em 2011 foi ao ar na Globo News a segunda temporada da série Nelson Motta Especial, com dez programas, cada um com cinco crônicas sobre arte e cultura. O jornalista apresentou o programa musical diário Sintonia Fina até 2011 em várias rádios do país. Foi corroteirista (com Denise Bandeira e Guilherme Fiuza), da minissérie O Brado Retumbante, de Euclydes Marinho, e no segundo semestre de 2012 teve seu livro O Canto da sereia adaptado e transformado em microssérie, ambos na TV Globo. É curador do Festival Sonoridades, que teve sua quinta edição em dezembro de 2015. Em 2014 Nelson celebrou seus setenta anos com o lançamento do CD Nelson 70, com músicas de sua autoria interpretadas por nomes da MPB como Lenine, Marisa Monte, Ana Cañas, Silva, Gaby Amarantos dentre outros; lançou também o livro As Sete Vidas de Nelson Motta, uma compilação de crônicas escritas durante sua carreira como jornalista, e o documentário Nelson 70, exibido pelo Canal Brasil. Nelson ganhou o Premio APCA 2014 na categoria Música Popular e o Premio Faz diferença 2014 – na categoria Música. Em 2016, foi homenageado no Grammy Latino, e lançou 101 canções que tocaram o Brasil, traçando uma história da música do país. Direção Artística, Carolina Meirnerz; FORMAÇÃO- Mestranda em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (área de pesquisa: história da filosofia; tema: relação entre estética e teoria do conhecimento) ,Pesquisa de Mestrado voltada à relação entre Teoria do Conhecimento e Estética. Disciplinas cursadas: Filosofias da Ciência e da Tecnologia, História da Filosofia Moderna, Teoria do Conhecimento e Estética. A cursar: Filosofia Política Contemporânea.Licenciada em Filosofia pela PUC PR. Bolsa para Pesquisa de Iniciação Científica (PIBIC) - título: LA DIFFÉRANCE: ENTRE A LINGUAGEM E A ARTE CONTEMPORÂNEA, orientador: Ericsson Falabretti, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq. Bolsa para Pesquisa de Iniciação Científica (PIBIC) - título: LA DIFFÉRANCE PARA UMA DINÂMICA DE COMPREENSÃO DA ARTE CONTEMPORÂNEA, orientador: Ericsson Falabretti, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, PUC PR . Bolsa para iniciação à docência pela Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUC PR. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL (DIREÇÃO)-(Teatro) PAPÉIS DE MARIA DIAS, obra inédita de Luci Collin e adaptação de Edson Bueno – Dir. Carolina Meinez e Leticia Guimaraes – Teatro de Comédia do Paraná / Centro Cultural Teatro Guaíra, SALOMÉ, texto de Fausto Fawcett – Dir. Carolina Meinerz – 10 e 11/2016 no Teatro Novelas Curitibanas (projeto promovido pela Lei Rouanet – FUNARTE / Ministério da Cultura – PRONAC 158415) e 27º Festival Internacional de Teatro de Curitiba (Mostra Oficial) em 2018– Curitiba, PR, Assistente de Direção: CPT, Centro de Pesquisa Teatral - Dir. Antunes Filho – 06/2010 à 02/2011 – São Paulo, SP. Iluminação, Beto Bruel; tem 47 anos de carreira como iluminador. Trabalhou com os grandes mestres do teatro como Felipe Hirsch, Marco Nanini, Daniela Thomas, Felipe Hirsch, Luís Melo, Fernanda Montenegro, Roberto Carlos. Vencedor do Troféu World Stage Desing – 2009 – (Seul, Coréia), 20 Troféu Gralha Azul; ( Curitiba), 5 Prêmio Poty Lazzarotto ,04 Prêmio Shell de Teatro; ( Rio de Janeiro e São Paulo), Décimo Festival de Teatro da Amazônia ( Manaus), Prêmio Questão de Crítica ( Rio de Janeiro), Prêmio Camarim ( São José dos Pinhais) e recebeu a Comenda “Ordem do Pinheiro” -2002 – Governo do Estado do Paraná. Direção de Proução, Diego Marchioro; Fundador da Rumo Empreendimentos Culturais (2008). Diretor de produção, ator e graduando em cinema pela Faculdade de Artes do Paraná. Desenvolve projetos nas áreas de teatro, dança, música e audiovisual. Em 2017 foi Diretor de Produção do Projeto Container Cultural. De 2007 a 2010, foi co-realizador do Grupo Delírio Cia. de Teatro, produzindo dois espetáculos indicados a Melhor Espetáculo do ano no Troféu Gralha Azul 2009. Produzir também para a “Inusitada Cia” (2011 e 2015). De 2012 a 2015 produziu a Mostra de Dramaturgia SESI – Teatro Guaíra e em 2012 e 2013 produziu o Núcleo de Dramaturgia SESI-PR em Curitiba e em 8 cidades do Paraná, além de Mostras do Núcleo em São Paulo e no FILO (Festival Internacional de Londrina-PR). Em 2016 realizou “Lov, Lov, Lov”, com direção de Isabel Teixeira e músicas originais de Ná Ozetti, e “Salomé“, com direção de Juliana Galdino (Cia. de Teatro do Urubu). Atrizes- Rafaela Pedroso, Caroline Roehrigh, Michelle Bittencourt, Isabela Cavallin, Rosana Stavis e Regina Bastos (atrizes substituta Guenia Lemos e Mariana Carreia). Sonoplastia, Bruno Gomes. Os demais profissionais que comporão a equipe serão selecionados e contratados após captação de recursos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.