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O projeto "Brasil Negro e o Brasil Real" consiste na publicação de uma série de livros (contabilizados no decorrer da proposta), com a temática voltada para a difusão da cultura afrobrasileira, incluindo a realização do evento de lançamento, a criação de um Portal, de um Clube do Livro e uma série de Encontros e Palestras itinerantes em espaços culturais na cidade, também relacionados no decorrer da proposta.
SINOPSE DA OBRA PUBLICAÇÃO DE 10 LIVROS: Tiragem 300 unidades. Capa: cartão supremo 250g, 4/0 cores, orelhas 8 cm e laminação fosca Tinta Escala em Triplex x 250 g e Saída em CTP; Miolo 276, papel polem soft 80 g – 1/1 cor; Publicar 02 antologias: - uma de poesia e outra de contos; Selecionar 01 poeta e 01 contista da série e publicar 01 livro de cada um dos autores; Publicar 01 romance inédito de um autor conhecido do público que precisa ser publicado e difundido, a selecionar; Publicar 02 romances de autores inéditos; Publicar 01 livro na categoria de ensaio; Publicar 02 livros infantis ou infanto-juvenis; Todas as obras selecionadas deverão estar comprometidas com o conteúdo de vanguarda da literatura afro-brasileira. ELABORAÇÃO DE 01 PORTAL: Criação de um Portal Brasil Negro e o Brasil Real para a difusão da literatura afrodescendente do Brasil, da CPLP, do Rio de Janeiro e de todo o mundo, tendo o Porto do Rio como ponto de partida para uma ampla reflexão sobre a herança cultural dos afrodescendentes à formação da sociedade brasileira e mundial; 01 CLUBE DO LIVRO NO FACEBOOK: Criação de um Clube do Livro da literatura afrodescendente, tendo por objetivo a divulgação das obras publicadas e a comunicação com o público em todo o território nacional e fora dele. 01 VÍDEO INSTITUCIONAL: Vídeo institucional destinado às redes sociais e à imprensa com a participação de escritores, artistas e personalidades convidadas que queiram dar o seu depoimento apoiando a nossa iniciativa; CICLO DE PALESTRAS E ENCONTROS LITERÁRIOS: Um evento a cada mês, durante 01 ano, em diferentes espaços culturais, para a divulgação dos livros selecionados, com a participação dos respectivos autores e convidados. EVENTO DE LANÇAMENTO E ABERTURA: Lançamento em celebração aos 190 anos de Luís Gama na Livraria Cultura, com as participações especiais das atrizes Zezé Motta e Iléa Ferraz.
OBJETIVOS GERAIS O maior desafio deste projeto é contribuir para que a literatura afro-brasileira seja uma ferramenta capaz de incentivar positivamente a criação de um "espaço privilegiado de cidadania", ao transformar o conhecimento sobre a formação da sociedade brasileira em um bem de consumo responsável; Incentivar a participação do Rio de Janeiro nos principais debates sobre a pluralidade da sociedade mundial, num esforço amplo pelo desenvolvimento de alternativas para a difusão de projetos culturais destinados à divulgação da literatura afrodescendente; Contribuir para a reconstrução de um forte movimento de solidariedade em prol da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), para a qual o projeto Brasil Negro e o Brasil Real compromete-se a dar visibilidade, bem como seus blocos de identificação cultural; Viabilizar a reunião de poetas, escritores, ensaístas, críticos, artistas, jornalistas e o público leitor para a promoção de encontros e eventos literários de qualidade, ressaltando a importância da literatura afro-brasileira como instrumento de cidadania e de construção de políticas públicas; Apostar na literatura afrodescendente e no conceito de interculturalidade como forma de incentivar a cultura e a educação na cidade do Rio de Janeiro; Mobilizar parcerias para a criação de um espaço cultural destinado a promover a literatura afrodescendente como forma de expressão da atualidade, da disseminação de conceitos e valores de cidadania, educação, sustentabilidade, solidariedade, arte, democracia, empreendedorismo cultural e direitos humanos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Publicar 02 antologias: - uma de poesia e outra de contos; Selecionar 01 poeta e 01 contista da série e publicar 01 livro de cada um dos autores; Publicar 01 romance inédito de um autor conhecido do público que precisa ser publicado e difundido, a selecionar; Publicar 02 romances de autores inéditos; Publicar 01 livro na categoria de ensaio; Publicar 02 livros infantis ou infanto-juvenis; Impressão de 10 livros: Tiragem 300 unidades. Capa: cartão supremo 250g, 4/0 cores, orelhas 8 cm e laminação fosca Tinta Escala em Triplex x 250 g e Saída em CTP; Miolo 276, papel polem soft 80 g _ 1/1 cor; Convidar a Diretora de Teatro francesa Brigitte Bentolila para traduzir 01 dos livros selecionados para o francês e negociá-lo em nome da editora brasileira com a editora francesa L’harmattan; Elaborar e difundir o Portal Brasil Negro e o Brasil Real, tendo por finalidade a melhor exposição da literatura afrodescendente de todo o mundo, do Brasil, da CPLP e do Rio de Janeiro, tendo o Porto do Rio como ponto de partida para uma ampla reflexão sobre a herança cultural da comunidade afrodescendente à formação da sociedade brasileira e mundial; Elaborar e difundir uma página no Facebook para a criação de um Clube do Livro da literatura afrodescendente, tendo por objetivo a divulgação das obras publicadas e a comunicação com o público em todo o território nacional e fora dele. Elaborar um vídeo institucional destinado às redes sociais e à imprensa com a participação de escritores, artistas e personalidades convidadas que queiram dar o seu depoimento apoiando a nossa iniciativa; Difundir nas redes sociais as 10 obras selecionadas e as atividades do projeto; Realizar um ciclo de 12 Palestras e Encontros Literários, 01 a cada mês, durante 01 ano, em diferentes espaços culturais na cidade; Realizar o evento de abertura em celebração aos 190 anos do escritor e abolicionista Luís Gama na Livraria Cultura, com leitura de textos e um panorama da literatura afro-brasileira do séc. XIX ao XXI, tendo as participações especiais das atrizes Zezé Motta e Iléa Ferraz, autoridades convidadas, poetas, escritores, artistas, jornalistas e personalidades.
JUSTIFICATIVA A ideia do projeto Brasil Negro e o Brasil Real não significa produzir um espaço cultural característico, ou temático, nem, muito menos, construir referências históricas já produzidas em outros espaços culturais. Nossa tarefa será a realização de um mapeamento do que há de melhor na literatura afro-brasileira, tendo o Rio de Janeiro como ponto de partida, privilegiando no primeiro momento a história da Zona Portuária. Ao lado dessa primeira ação, tomaremos a formação da literatura do Rio de Janeiro como guia para o trabalho de recuperação da memória afrodescendente. Com isso, juntaremos traços materiais e imateriais capazes de fornecer as condições de entender o comércio de escravos que se praticou na região do Valongo (atual Rua Camerino) e a sua inter-relação com as manifestações culturais que surgiram após a abolição da escravatura. O projeto artístico-pedagógico a ser elaborado no sentido de cumprir a tarefa dessa ‘memorialização’ diz respeito à formação cultural do Brasil, criando uma ambiência de interculturalidade na perspectiva de construir o conhecimento com os diferentes atores desse processo. Por isso, nosso intuito é reparar as condições de desenvolvimento dos diferentes módulos que compõem o objetivo central do projeto, partindo de uma perspectiva local para um ambiente globalizante. Isso significa produzir uma cultura de resgate histórico das diferentes raízes identitárias que compõem o hibridismo, genuinamente brasileiro, pelo qual somos formados, destacando a contribuição da cultura afro-brasileira para a formação da nossa sociedade. Convém destacar que esta característica está refletida na literatura brasileira, e que, a partir da década de 80, com a abertura política, a literatura afrodescendente passa por um momento de expansão que provoca a ampliação do seu escopo, com dezenas de poetas e romancistas que se destacaram nas grandes cidades e no interior do país. Essa literatura não só confirma a sua existência como se faz presente o entendimento de que, em tempos e espaços históricos do passado, influencia a formação da cultura brasileira. O projeto Brasil Negro e o Brasil Real visa fomentar um trabalho pedagógico no sentido de dar visibilidade à literatura afro-brasileira e às identidades culturais que personalizam a história do Rio de Janeiro, e da Zona Portuária, em particular, convertendo-se num viés fundamental para a criação e a promoção de uma cultura identitária da formação da nossa cidade. A orientação pedagógica de um projeto de resgate das coisas perdidas de grupos sociais vitimados pelo esquecimento e pela deficiente transmissão educacional tem por finalidade a formação social num sentido mais amplo e deve contemplar uma visão histórica, de documentação e memória, e, principalmente, da participação direta da comunidade de escritores e artistas em toda a atividade. Sendo assim, entendemos como público alvo, não apenas o público leitor, mas as inúmeras comunidades tradicionais criativas da nossa cidade, e fora dela, envolvendo o público consumidor de cultura, numa história de resgate social, sobretudo que interfira na compreensão simultânea das culturas que contribuíram para a formação da sociedade brasileira, tendo o entendimento de que essas culturas substancializam a continuidade do nosso comportamento. A interculturalidade é hoje um dos principais apelos para uma cultura de intercâmbio sociocultural entre os grupos posicionados de maneira desigual no que se refere às condições de acesso aos bens de todas as ordens. Deste modo, um projeto de intervenção que se propõe dialógico deve estar atento às alternativas presentes no campo da educação formal, e no campo da formação não escolar, da cultura, da arte e da literatura. JUSTIFICATIVA DO INVESTIMENTO Numa educação intercultural fica explícita a crença dos saberes e das artes locais, nas práticas voltadas para a complexidade de ideais e pressupostos sobre o que somos. Apelar para um perfil de resgate das identidades históricas é acreditar nas alternativas de sucesso do intercâmbio numa perspectiva global. Assim, a rede social que o projeto pretende constituir deve ser uma prioridade. Nesse caminho, estaremos contemplando suas necessidades de diálogo, de descoberta, de interlocução e de busca constante de conhecimento e interatividade com a "rede" que será criada na "internet", junto ao público formador de opinião, universitários, acadêmicos, artistas, jornalistas, entre outros perfis, em torno do ideário da cultura brasileira e do mapeamento da literatura afrodescendente no Rio, Brasil e no mundo. Um projeto literário e de documentação organizado com base numa educação cidadã é, por definição, composto por uma equipe de intelectuais, artistas e agentes culturais, com vínculos sólidos na cultura brasileira que refletem suas ações de responsabilidade social. Uma equipe de formadores com ideologia definida na solidariedade e na justiça social está, por isso mesmo, desafiada a criar uma atmosfera dialógica e de intercâmbio com a sociedade, visando o compromisso de construir, juntamente com o público leitor e a comunidade de escritores e artistas, as condições de ‘resignificação’ do conhecimento sobre a formação da sociedade brasileira. Nossa filosofia de mobilização implica realizar um mergulho na história da formação da sociedade brasileira, destacando aportes relacionados às heranças etnocêntricas, narrativas e manifestações culturais multifacetadas. Podemos considerar que essas histórias estão definidas no reconhecimento do que somos, tendo como herança os saberes privilegiados da nossa ancestralidade. Além de conter um valor de documentação histórica significativo, o projeto Brasil Negro e o Brasil Real está vinculado à preservação e à difusão de um patrimônio cultural publicamente conhecido que é a contribuição da população negra ao processo do desenvolvimento social do Brasil. Nosso argumento é de que se forme, com essa nova experiência, uma identidade transcultural de excelência em nossa cidade e se inicie um processo de interação local com várias comunidades nacionais, caracterizado pela influência de um resgate histórico, que não é exatamente o que ficou do período da escravidão, nem do convívio que se formou com a abolição e a urbanização do Rio de Janeiro. O que se pretende é a reconstrução da identidade de uma "cultura de gêneros", visando dar maior visibilidade aos grupos que a representam simbolicamente no Brasil, com o firme propósito de cooperar para que reforcem sua dimensão cultural, com o objetivo da reinvenção desse espaço urbano consagrado pela História como patrimônio cultural da Humanidade que é a cidade do Rio de Janeiro. Este projeto disseminará os seguintes valores positivos que justificam a sua aprovação: - Projeto que contribui para a valorização das manifestações culturais das comunidades tradicionais criativas da cidade do Rio de Janeiro; - Que incentiva a participação do Rio de Janeiro nos principais debates sobre a pluralidade da sociedade brasileira; - Que incentiva ações que colaboram para o desenvolvimento humano e a formação de uma opinião pública consciente das suas responsabilidades; - Que estimula a difusão da literatura afro-brasileira como instrumento de cidadania; - Que apoia a cultura afrodescendente no Rio de Janeiro. Além de promover a difusão da literatura afro-brasileira no sentido da sua ampliação como um produto de consumo responsável, o projeto Brasil Negro e o Brasil Real busca a sua interação na sociedade contribuindo para a construção de uma cultura da paz e da tolerância. Este projeto está relacionado com as diretrizes da Lei Federal 8313/91 no que diz respeito ao cumprimento das seguintes finalidades: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.
ACESSO GRATUITO O acesso do público ao lançamento e às Palestras será livre e gratuito a todas as faixas etárias. A ideia é levar a literatura afro-descendente ao público consumidor de cultura, exaltando a história da formação da cultura brasileira, favorecendo jovens alunos da rede pública de ensino a terem uma maior aproximação com a literatura afro-brasileira, integrando-os, nos espaços das realizações dos eventos, com o público formador de opinião.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PUBLICAÇÃO DE 10 LIVROS: Tiragem 300 unidades. Capa: cartão supremo 250g, 4/0 cores, orelhas 8 cm e laminação fosca Tinta Escala em Triplex x 250 g e Saída em CTP; Miolo 276, papel polem soft 80 g – 1/1 cor. Todas as obras selecionadas deverão estar comprometidas com o conteúdo de vanguarda da literatura afro-brasileira. Produção e manutenção (mensal) de 01 Portal na Internet sobre a literatura afro-descendente. Criação e manutenção (mensal) de 01 Clube do Livro sobre a literatura afro-descendente no facebook. Produção de um evento de lançamento na Livraria Cultura. Realização de uma série de 12 Encontros Literários (palestras) por mês sobre a literatura afro-descendente em vários espaços culturais no Rio de Janeiro.
ACESSIBILIDADE: Os organizadores promoverão a ida de deficientes físicos e visuais em cada uma das palestras propostas pelo projeto, inclusive o lançamento, oferecendo transporte a um grupo e um assistente de produção disponível a recebê-los e acomodá-los confortavelmente no espaço das palestras em local privilegiado próximo ao palco, fazendo com eles tenham também acesso fácil aos banheiros nos locais das reuniões, além de também disponibilizar um ator para descrever em detalhes tudo o que estará acontecendo não só no lançamento mas como em todas as palestras e reuniões promovidas, fazendo com que o grupo possa ter uma maior compreensão das atividades do projeto. Para a acessibilidade do conteúdo os organizadores do evento disponibilizarão 10% da edição de cada um dos 10 livros (30 exemplares de cada) para serem editados em braille.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO: O acesso será livre e gratuito a todas as faixas etárias. A ideia é levar a literatura afro-brasileira ao público consumidor de cultura, exaltando a história da formação da nossa cultura, favorecendo camadas menos escolarizadas, comunidades e jovens alunos da rede pública de ensino e deficientes físicos, a terem uma maior aproximação com a cultura brasileira, integrando-as, no espaço físico dos eventos, com o público formador de opinião. Os organizadores promoverão a ida com transporte dos alunos das escolas públicas da região portuária ao evento de lançamento do projeto, como também às outras palestras e reuniões que ocorrerão durante o ano de realização. Sendo assim, a democratização de acesso será cumprida com a visita no local do lançamento do projeto e de cada uma das 12 palestras propostas dos alunos das escolas públicas selecionadas nos bairros em que as palestras ocorrerão, através da disponibilização de 02 Vans, incluindo-se a visita de um grupo de deficientes físicos, tendo um assistente de produção disponível para o percurso deles no local. (VER ORÇAMENTO).
FICHA TÉCNICA: O PROPONENTE, INSTITUTO SOLIDARIEDADE E CULTURA, SERÁ O ÚNICO GESTOR DA PRODUÇÃO DO PROJETO, DESDE A SUA ELABORAÇÃO, ARREGIMENTAÇÃO DA EQUIPE (FICHA TÉCNICA), PRODUÇÃO EXECUTIVA DAS AÇÕES, CAMPANHA DE DIVULGAÇÃO E A ADMINISTRAÇÃO, INCLUINDO-SE A PRESTAÇÃO DE CONTAS. FICHA TÉCNICA Direção Artística – Éle Semog Produção Executiva – João Baptista Pinto Coordenação Geral – Maurício Nolasco Equipe Técnica e de Conteúdo - a convidar (Redatores, Assistente de Produção, Pesquisa, Fotografia, etc). CURRÍCULOS: Éle Semog - Direção Arística: Luiz Carlos Amaral Gomes, pseudônimo Ele Semog, nasceu em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, em 07 de dezembro de 1952. É formado em Análise de Sistemas, com especialização em Administração de Empresas pela PUC do Rio de Janeiro. No contexto de efervescência cultural e política que propiciou o ressurgimento do movimento negro a partir de fins da década de 1970, participou dos grupos “Garra Suburbana” e “Bate-Boca”, voltados para o estudo e a produção da poesia afrodescendente. Em 1977, integra as antologias Incidente normal e Ebulição da escrivatura, esta última publicada pela Editora Civilização Brasileira. Em 1978, lança o volume de poemas O arco-íris negro, em co-autoria com José Carlos Limeira. A parceria se repete no ano seguinte, com a publicação de Atabaques, livro onde se mantém o discurso de afirmação identitária e de denúncia da desigualdade social. Em 1984, fundou o grupo Negrícia – Poesia e Arte de Criolo. Ativista e agitador cultural, coordenou o segundo e o terceiro Encontro de Poetas e Ficcionistas Negros Brasileiros. Coordenou também o setor de literatura do projeto “90 anos de Abolição da Escravatura”, com sede no museu de Arte Moderna no Rio de Janeiro. Em 1980, recebeu da União de Escritores Brasileiros, moção especial do Prêmio Fernando Chinaglia. De acordo com Luiza Lobo (1993), Semog começa a escrever seus poemas num teor político, onde já se vê o traço urbano, humorístico crítico que desenvolve em seus livros de parceria com José Carlos Limeira. João Baptista Pinto - Produção Executiva: Sócio-Diretor da Letra Capital Editora, com 21 anos no mercado editorial, tem em seu currículo mais de 800 obras publicadas. Participação no evento “Impacto da Inovação nos Pequenos Negócios” promovido pelo Sebrae e o Instituto Dannemann Siemsen participa do Painel “O contexto da Inovação nos Pequenos Negócios”, como expositor. Participação do “Seminário Desafios do Crescimento” promovido pelo Sebrae. Lançamento da edição brasileira do livro ”Espaços da Urbanização: o urbano a partir da teoria crítica” de Neil Brenner, professor da Universidade de Harvard, um dos mais importantes teóricos contemporâneos que se dedicam aos estudos urbanos. Maurício Nolasco - Coordenação Geral O jornalista Maurício Nolasco iniciou suas atividades profissionais em 1979. Trabalhou em algumas redações do Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora). Foi Editor de Economia da Tribuna da Imprensa de 94 a 96. É escritor e produtor cultural. Lançou o seu primeiro livro “Geografia dos Infiéis”, em 2014. Tem outros 04 Títulos a serem publicados: “Os Libertos Cativos da Terra”, Com Amor A Gente Se Encontra”, “O Porto” e “O Brasil Que Nunca Existiu”. Coordenador Geral do Instituto Solidariedade e Cultura, tem uma experiência acumulada em coordenação de projetos sociais, produção de eventos e direção de espetáculos. É responsável pela Comunicação Institucional e o Planejamento das Atividades Estratégicas da Instituição.
PROJETO ARQUIVADO.