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PRONAC 192426Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A Jornada

ASSOCIACAO MISSAO MOBILIZACAO
Solicitado
R$ 472,3 mil
Aprovado
R$ 472,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2019-09-02
Término
2019-12-02
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

A Associação Missão Mobilização em conjunto com a banda Anderson Bomfim Projeto SHM tem o objetivo de gravar em plataforma digital um álbum no estilo rock aproximando o ritmo do estilo blues. O projeto envolve também a impressão de 3000 cards com senhas que permitem o acesso à plataforma digital e às faixas do álbum musical. O álbum conterá 15 faixas, todas autorais e 2 vídeos da banda, estilo "making off" com aproximadamente 2 minutos cada um.

Sinopse

Gravação de 15 faixas musicais e 2 vídeos em plataforma de áudio e vídeo "on demand" para indústria fonográfica e multimídias com conteúdo acessível na forma "online" e "off-line" e acessável em plataformas IOS, Android e WEB. Produção e impressão de 3000 "cards" que suportam conteúdos audiovisuais e permitem o acesso aos conteúdos de forma restrita (vouchers).

Objetivos

Objetivo Geral Oportunizar acesso a manifestações culturais urbanas contemporâneas e fomentar a capacidade de expressão de artistas locais para que novos talentos sejam descobertos e desenvolvidos, movimentando ainda mais a cena cultural de Curitiba. Objetivos Específicos: - Gravação de álbum com 15 (quinze) músicas autorais e 2 vídeos em plataforma digital. - Impressão de 3000 (três mil) "cards" com senha de acesso às músicas e vídeos gravados na plataforma digital escolhida. - Desenvolver, como contra partida social, 3 (três) mini-cursos denominados de "Identidade "Criativa" que inlui palestra, laboratório e oficina com uso de musicas e instrumentos musicais, em escolas públicas estaduais. - Democratizar a cultura, por meio da gravação do álbum e distribuição dos cards de acesso a plataforma digital das músicas da banda. - Possibilitar a divulgação da banda Anderson Bomfim Projeto SHM por todo o Estado do Paraná e Brasil, uma vez que os "Cards" de acesso serão distribuídos às Bibliotecas públicas e comunitárias, assim como para a imprensa conforme pescreve a lei 8313/91. - Fomentar a construção de uma rede de artistas na cidade de Curitiba.

Justificativa

O projeto trata da gravação em meio digital de músicas da Banda Anderson Bomfim Projeto SHM, com aproximadamente 15 músicas, todas de autoria de Anderson Bomfim, no estilo rock. Apesar de não ser uma manifestação cultural genuinamente brasileira, este estilo musical, de origem americana, atualmente é amplamente difundido em nossos meios de comunicação e que torna que a proposta coerente com o conceito oficial de cultura nacional. No final da década de 1960 e início dos anos setenta, o rock desenvolveu diferentes subgêneros. Quando foi misturado com a folk music ou com o blues ou com o jazz, nasceram o folk rock, o blues-rock e o jazz-rock, respectivamente. Na década de 1970, o rock incorporou influências de gêneros como a soul music, o funk e de diversos ritmos de países latino-americanos. Ainda naquela década, o rock gerou uma série de outros subgêneros, tais como o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Já nos anos oitenta, os subgêneros que surgiram foram a new wave, o punk hardcore e rock alternativo. E, na década de 1990, os subgêneros criados foram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu metal. Quem trouxe o rock para o Brasil foi uma sambista, Nora Ney, cantora de samba-canção gravou em outubro de 1955 "Rock around the Clock", de Bill Haley & His Comets para a trilha do filme ‘Sementes da Violência’. Mas nem por isso ela virou rockeira pois depois desta gravação seguiu com sua carreira no samba. No mesmo embalo de Nora vieram Cauby Peixoto e Betinho & Seu Conjunto. O que Nora fez foi girar a roda do rock no Brasil e daí em diante surgiram as primeiras gravações de rock brasileiro, embora não passasse de covers ou versões abrasileiradas do que já existia em termos de rock; o anos 50 foi um misto de pioneirismo e experimentalismo. Nos anos 60 é que literalmente nasce o Rock Brasileiro a partir de dois movimentos, a Jovem Guarda e o Tropicalismo. O Movimento Jovem Guarda era "for fun" não tinha cunho político e nasceu como um programa de auditório na televisão sobre música e moda, na TV Record. Faziam parte deste movimento: Roberto Carlos (o Rei), Erasmo Carlos (o Tremendão) e Wanderléia (a Ternurinha) seguidos pela turma Nalva Aguiar, Celly Campelo, Vanusa, Eduardo Araújo, Silvinha, Martinha, Arthurzinho, Ronnie Cord, Ronnie Von, Paulo Sérgio, Wanderley Cardoso, Bobby di Carlo, Jerry Adriani, Rosemary, Leno e Lilian, Demétrius, Os Vips, Waldirene, Diana, Sérgio Reis, Sérgio Murilo, Trio Esperança, Ed Wilson, Evaldo Braga e as bandas Os Incríveis, Renato e Seus Blue Caps, Golden Boys e The Fevers. Apesar de não seguirem nenhum cunho político o termo Jovem Guarda foi extraído de um texto de Lenin que foi um revolucionário e chefe de Estado russo, responsável em grande parte pela execução da Revolução Russa de 1917, líder do Partido Comunista. Influenciou teoricamente os partidos comunistas de todo o mundo. O trecho que inspirou os Jovens foi: "O futuro pertence à jovem guarda porque a velha está ultrapassada" E o Movimento Tropicália, ou Tropicalismo, o nome foi inventado pelo artista plástico Hélio Oiticica e posto como título em uma canção de Caetano Veloso pelo homem do Cinema Novo Luís Carlos Barreto: Tropicália. Ser um tropicalista não era tarefa fácil e o próprio Caetano confessa ser doloroso, ele disse em seu livro Verdade Tropical: "O desenvolvimento de uma consciência social, depois política e econômica, combinada com exigências existenciais, estéticas e morais que tendiam a pôr tudo em questão, me levou a pensar sobre as canções que ouvia e fazia. Tudo o que veio a se chamar de tropicalismo se nutriu de violentações de um gosto amadurecido com firmeza e defendido com lucidez. (….) Eu me sentia num país homogêneo cujos aspectos de inautenticidade ? e as versões de rock sem dúvida representavam um deles ? resultavam da injustiça social que distribuía a ignorância, e de sua macromanifestaçào, o imperialismo, que impunha estilos e produtos." E essa grande revolução cultural chamada Tropicalismo teve, entre os seus, grandes nomes como: Hélio Oiticica, Caetano Veloso, Capinam, Gal Costa, Gilberto Gil, Glauber Rocha,Guilherme Araújo, Jards Macalé, Jorge Ben,Jorge Mautner, Júlio Medaglia, Lanny Gordin, Nara Leão, Os Mutantes, Rogério Duarte, Rogério Duprat, Tom Zé, Torquato Neto, Waly Salomão e Sérgio Sampaio. Estas pessoas receberam muitas críticas, os intelectuais torciam o nariz para o movimento e foram chamados até de alienados, mas nem por isso deixaram de expressar através de sua arte uma nova mentalidade que embora compreendida somente anos mais tarde é um dos nossos maiores legados culturais. Em razão do exposto, acreditamos que o projeto considera o estipulado no art. 1º, inciso I da Lei nº 8.313, de 1991, e no Art. 27 do Decreto nº 5.761, de 2006. E atende aos propósitos dos Parágrafos 2 e 5 do Artigo 1º da Instrução Normativa MinC Nº 2 de 23/04/2019Os recursos para a realização do evento serão captados através do mecenato que é o investimento em projetos culturais, mediante doações, patrocínios, ou contribuições ao Fundo Nacional de Cultura, com a possibilidade de abatimento no Imposto de Renda devido do contribuinte investidor. É amparado pela Lei Nº 8.313, de 23 de Dezembro de 1991 (Lei Rouanet).

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE O presente projeto vem de encontro com o que preconiza a Constituição Federal do Brasil, em seu artigo 215, onde “O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais”. O projeto também estará em consonância com o que preconizam o artigo 18 e o inciso XIX do Anexo I da Instrução Normativa Nº 2, de 23 de abril de 2019. Acreditamos que toda a sociedade deve compartilhar com o Estado essa responsabilidade, e é o que queremos fazer. Atendendo também ao disposto no art. 45 do dereto nº 5761 de 27 de abril de 2006 o projeto prevê a destinação de seis cópias do produto à Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania. Ao carregar o álbum através da plataforma digital, as letras das músicas, bem como as cifras estarão disponíveis, permitindo o acesso às obras ali expostas a deficientes auditivos. - Disponibilizará na internet (site, redes sociais) e nos veículos de mídia local os vídeos constantes do álbum, tanto para divulgação como acesso à obra.;

Democratização do acesso

Atendendo ao disposto no art. 44 do dereto nº 5761 de 27 de abril de 2006 o projeto prevê: - Distribuição gratuita de 10% (dez por cento) dos “cards” totalizando 300 “cards” para os patrocinadores do projeto; - Distribuição gratuita de 10% (dez por cento) dos “cards” totalizando 300 “cards” pelos beneficiários do projeto a entidades carentes; Todo o conteúdo do álbum, sejam as faixas musicais, os vídeos, as cifras e letras das músicas estarão disponíveis nas versões web e mobile e poderão ser acessados On e Offline aos portadores dos “cards” com suas respectivas senhas de acesso. - 20% dos CARDS serão doados a população de baixa renda através de escolas, ongs e bibliotecas públicas do PR. - Disponibilizará na internet (site, redes sociais) e nos veículos de mídia local os vídeos constantes do álbum, tanto para divulgação como acesso à obra. Dessa forma a democratização de acesso está em consonância com os artigos 20 e 21, bem como o Inciso XI do Anexo I da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019.

Ficha técnica

Coordenação Geral: Anderson Bomfim – Natural de São Paulo, cresceu integrando bandas e engajando-se no cenário underground da região. Foi iniciado no Blues Rock por alguns músicos e professores do Conservatório de Música de Tatuí-SP, dedicando-se a uma proposta musical mais específica. Vive desde 1999 em Curitiba-PR, onde tem desenvolvido o Projeto SHM, se destacando por sua sonoridade progressiva e composições que já são tocadas em vários lugares do Brasil. É apoiado pela DNS luthieria e pedalboard da Creation FD. É fundador da Missão Mobilização e tem viajado por vários lugares do Brasil dando palestras e workshops de composição e prática musical. Coordenação Artística: Samuel Gonçalves dos Santos - Com nome artistico Samuel Martan, proprietário da Tono Produtora, produziu diversos trabalhos tais como, o próprio CD "Morrer Pra Mim Mesmo" em 2009, "Uma Geração um Sonho" em 2010 e "De Dentro Para Fora" em 2017 de Ricardo Alencar, "Esperarei" de Rose Campos em 2014, "Casa Arrumada" de André Sueth em 2016, além de diversos Extend Plays e outros trabalhos. Assessoria: Wilson Mauri de Bonfim, administrador, trabalhou de 1974 a 2007 em informática ocupando funções de programação, análise de sistemas e gerência de projetos. Como gerente de projetos desenvolveu inúmeros projetos tanto na área estatal como na iniciativa privada. Na área cultural, na juventude, participou e desenvolveu eventos em comunidades evangélicas e mais recentemente participou de evento teatral para crianças na Comunhão Cristã Abba. Atualmente desenvolve projetos na área cultural.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.