| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 19791896000283 | SUPERGASBRAS ENERGIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 201,9 mil |
| 03258983000159 | Usina Termelétrica Norte Fluminense S.A | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 33435231000187 | GE CELMA LTDA. | 1900-01-01 | R$ 122,1 mil |
| ***922508** | JOSE SERIPIERI FILHO | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 11521976000126 | Austral Seguradora SA | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 33144437000158 | SCHOTT BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 00986846000142 | ST JUDE MEDICAL BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 83,2 mil |
| 24380578000189 | WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS DO NORDESTE LTDA. | 1900-01-01 | R$ 75,0 mil |
| 12600682000152 | Inagro Comercio de Insumos Agricolas Eireli | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
| ***183968** | EDSON BERNARDELLI DE BITTENCOURT | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***057777** | RODRIGO LOJA TAPIAS | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| 00776574000156 | AMERICANAS S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL | 1900-01-01 | R$ 3,9 mil |
| ***767817** | BERNARDO LIBORIO MAIA | 1900-01-01 | R$ 3,6 mil |
| ***755707** | EPONINA MARIA DE OLIVEIRA LEMME | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***810217** | ANDRE LUCIANO SANTOS DE FREITAS | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***936047** | DANIELE CORREA ALVARENGA | 1900-01-01 | R$ 1,6 mil |
| ***123410** | EDUARDO GROSS | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| ***463297** | Ricardo Ferreira Esteves | 1900-01-01 | R$ 1,3 mil |
| ***250327** | TANIA DIAS MENDES | 1900-01-01 | R$ 800,00 |
| ***068237** | ANA PATRICIA BARROS TORRACA | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***604977** | DANIEL DE OLIVEIRA CUNHA | 1900-01-01 | R$ 400,00 |
| ***152687** | SILVIA ZVEITER DE ALBUQUERQUE ROCHA | 1900-01-01 | R$ 100,00 |
O Projeto Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí, iniciado em fevereiro de 2013, propõe a continuidade de ações sociocultural e educacional com vistas a ampliar o acesso e o conhecimento da música de concerto no Município. O projeto contempla o curso de formação musical de jovens em situação de vulnerabilidade social, a realização de concertos didáticos, principalmente em escolas públicas, a formação de uma Camerata e a promoção de oficinas e workshops de música clássica, sendo todas as ações gratuitas.
a) Curso de Formação: A OCPIT oferece um curso de formação musical e orquestral, inteiramente gratuito, com duração de 4 anos, para cerca de 30 jovens, com aulas de teoria musical, instrumental, prática orquestral e diversas aulas práticas em concertos externos, por meio das apresentações e concertos nas escolas. O curso contempla 1.150 horas anuais de aula individual instrumental (violino, viola de arco, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta transversal e clarinete), 86 horas anuais de teoria musical e 154 horas anuais de prática orquestral. O processo seletivo da OCPIT se baseia em entrevista sócio motivacional e na avaliação geral de aptidões musicais, não requerendo, conhecimento prévio de teoria musical, nem de prática instrumental. As vagas são abertas, anualmente, de acordo com número de egressos e desistentes e a divulgação é realizada através de publicações em mídias sociais, jornais, programas de TV e presencialmente nas escolas públicas do município. b) Preparação específica para THE: O projeto oferece preparação específica para os alunos que pretendem prestar exame vestibular para ensino superior de música mediante aulas de reforço para o Teste de Habilidade Específica (THE), requisito para o ingresso nas Universidades Públicas de Música. c) Formação da Camerata: Os alunos com nível técnico mais avançado serão convidados a compor a “Camerata do Palácio Itaboraí” que pretende reunir cinco naipes (violoncelo, contrabaixo, violino, flauta e clarinete). Devido a sua composição (7 a 9 componentes) e a facilidade de logística, a Camerata do Palácio Itaboraí viabilizará a realização de um maior número de apresentações ampliando o acesso da sociedade à música orquestral. Estão previstas sete (04) apresentações anuais e participação em festivais. d) Workshops e oficinas: O projeto oferece também a realização de oficinas e/ou workshops com instrumentistas reconhecidos que tem como objetivo ampliar conhecimento de técnicas, trocar experiências e motivar a qualificação da performance musical. O público-alvo são estudantes de música, mediante pré-inscrição conforme especificidades e exigências estabelecidas no material de divulgação.
Objetivo Geral: Contribuir para a redução das iniquidades sociais no acesso à música de concerto, por meio de capacitação profissional e difusão musical através das atividades da Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí - OCPIT. Objetivos específicos:Ofertar trinta (30) vagas anuais a alunos da rede pública de ensino para o curso de formação e prática orquestral, como forma de promover a formação de jovens para o exercício de atividades artístico-musicais de orquestra de câmara;Ofertar cinco 5 vagas anuais para o curso preparatório para THE (Teste de habilidade específica)para os integrantes da orquestra que tiverem aptos ingressar no ensino superior de música;Realizar no mínimo dezesseis (16) apresentações em escolas públicas/ano e dois concertos didáticos abertos/ano gratuitos, como ação de formação de plateia e promoção da divulgação da música orquestral;Realizar dois (2) workshops e duas (2) oficinas por ano como forma de promover o aperfeiçoamento dos integrantes do ProjetoFormar a "Camerata do Palácio Itaboraí" com os alunos mais avançados da OCPIT, contemplando cinco naipes (violoncelo, contrabaixo, violino, flauta e clarinete), com composição de 7 a 9 componentesRealização no mínimo quatro (4) apresentações/ ano da Camerata do Palácio Itaboraí.
Embora as políticas, programas e ações governamentais busquem incentivar e promover o pleno exercício dos direitos culturais, a valorização e fortalecimento da cultura e da produção nacional, os processos de descentralização cultural no país são relativamente recentes, e a grande maioria dos pólos culturais ainda se encontram fortemente concentrados em poucas áreas do país. Em funcionamento desde fevereiro de 2013, a Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí _ OCPIT, é um projeto sociocultural direcionado prioritariamente à jovens pertencentes a famílias social e economicamente fragilizadas do município de Petrópolis, e se configura como valiosa contribuição para o desenvolvimento destes jovens, na perspectiva de inclusão social, cidadania, redução da desigualdade social e capacitação profissional. A OCPIT se justifica pela oportunidade oferecida aos alunos e professores para realizar um curso de formação musical, que se destaca pela metodologia diferenciada, com processo de aprendizagem baseado em três pilares: aulas teóricas, prática orquestral e aula instrumental individual, de forma a promover formação social-cultural-musical ampla e consistente, com abordagem profissionalizante.Mais do que promover o acesso à formação musical, dificilmente alcançável de outra forma, este projeto visa desenvolver auto estima, responsabilidade, criatividade e talento viabilizando a abertura de novas perspectivas de futuro, com possível inserção na universidade e/ou no mercado profissional. Por outro lado, o projeto também se justifica por ampliar o acesso e o conhecimento da música orquestral no Município, principalmente no âmbito das escolas públicas,por meio das apresentações artísticas e didáticas realizadas pela OCPIT e Camerata, na perspectiva de formação de plateia e desenvolvimento cultural e social. Trata-se, portanto, de um projeto de democratização e ampliação do acesso à arte e à cultura, que está plenamente alinhado com o propósito da Lei Rouanet, que desenvolve ações socioculturais de interesse público e comunitário. Com a Lei Rouanet será possível ampliar e intensificar as ações da Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí, contribuindo para a sua manutenção e sustentabilidade. Por todo o exposto, o projeto se enquadra plenamente nas finalidades da Lei n° 8.313 de 23 de dezembro de 1991, conforme os seguintes incisos do Artigo 1°: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - Todos os produtos previstos pelo projeto são gratuitos: o curso, oficinas, workshops e apresentações, e em todas as divulgações e apresentações haverá alusão à gratuidade. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais - A OCPIT valoriza e promove o desenvolvimento dos jovens e o trabalho dos músicos profissionais do município; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores _ Por meio dos concertos didáticos nos quais o regente expõe a respeito do contexto histórico dos compositores e das obras. Os Concertos Didáticos apresentaram um repertório organizado cronologicamente a partir dos grandes momentos da história universal, levando informações sobre história da música, buscando relação com o conteúdo programático das escolas. Através de uma mini-apresentação de cada instrumento em separado, revelando a sonoridade de cada um, da contextualização das obras do repertório, destacando certos elementos musicais facilmente perceptíveis e da cronologia do repertório, os Concertos Didáticos se desenrolam de maneira pedagógica e eficiente. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória _ mediante a construção do repertório no processo de formação e mediante a realização de apresentação para tornar acessível a música de concerto que é um bem cultural de valor universal VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro _ Por meio da inclusão de pelo menos um compositor brasileiro no repertório das apresentações e concertos E para o cumprimento de suas finalidades, a OCPIT se enquadra nos seguintes objetivos do Art.3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante manutenção de curso de caráter cultural ou artístico, destinado à formação, especialização e aperfeiçoamento da música de concerto e prática orquestral; II - fomento à produção cultural e artística,mediante realização de concertos e apresentações orquestrais gratuitas IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante à distribuição gratuita e pública de ingressos para apresentações orquestrais.
Trata-se de projeto de educação musical e formação de orquestra, qualquer equipamento ou material permanente a ser adquiriddo pelo projeto, serão doados para o Forum Itaboraí ou para a Casa e Oswaldo Cruz, ao final das atividades.
Em função da quantidade de caracteres ,o projeto pedagogico do curso foi anexado na opção "MAIS INFORMAÇÕES" e o plano de execução das oficinas/workshops anexado na opção "CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO ATUALIZADO" do sistema SALIC. Trata‐se de projeto de educação musical e formação de orquestra, qualquer equipamento ou material permanete a ser adquiriddo pelo projeto, serão doadospara o Forum Itaboraí ou para a Casa e Oswaldo Cruz, ao final das atividades.
De acordo com a Lei nº 13.146/2015 e com a Instrução Normativa N° 5 de 27/12/2017, no seu artigo 18, a proposta contempla diversas medidas de acessibilidade: Curso, workshops e Oficinas: Os espaços que abrigarão as aulas, ensaios e demais atividades da Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí estão aptos a receber a presença de portadores de necessidades especiais, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Concertos nas Escolas: Como medida de acessibilidade, as apresentações destinadas aos alunos e professores da rede pública de ensino serão realizadas nas próprias escolas. Apresentações: As apresentações incluem a previsão de realização de concerto em locais que possuem condições adequadas para receber a pessoa portadora de necessidades especiais, idosas ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo: Os concertos didáticos destinados aos portadores de deficiência cognitiva, serão realizados de maneira lúdica, interativa e de fácil entendimento. Além disso, em 2016, o Palácio Itaboraí recebeu o “Selo Imperial de Acessibilidade”, pela Câmara Municipal de Petrópolis por aplicar iniciativas que garantem acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida.
A Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí, de acordo com o Art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC, promove a democratização e a ampliação do acesso à bens culturais na medida que viabiliza a fruição da música orquestral, tanto por meio do curso de formação, quanto pelas apresentações, workshops e demais atividades. Todas as atividades do projeto são gratuitas e com foco nas camadas da população menos assistidas ou excluídas de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica ou quaisquer outras circunstâncias. a) O Curso de Formação orquestral - É totalmente gratuito e destina-se a cerca de 30 jovens estudantes da rede pública de ensino. Como medida de inclusão social, além da gratuidade, o projeto recebe apoio do Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Petrópolis que oferta passagem de ônibus aos estudantes matriculados nas escolas municipais e estaduais. b) Realização dos “Concertos nas Escolas” – É uma iniciativa realizada através de apresentações gratuitas e regulares nas escolas da rede pública do município de Petrópolis. Anualmente, esses concertos são responsáveis por apresentar e disseminar a música orquestral entre mais de 3.200 alunos. Como benefício complementar, essas apresentações auxiliam no processo de qualificação dos alunos da Orquestra e estimulam o aprendizado de conceitos importantes sobre postura no palco, relação com o público. Esta iniciativa além de aproximar os alunos e professores da prática Orquestral, favorecendo a formação de plateia, também atua como motivador, despertando o interesse e a vontade de aprender o manuseio de instrumentos e a própria prática orquestral. O Projeto realizará dezesseis concertos anuais nas escolas da rede pública do município de Petrópolis. c) Concertos, ensaios e apresentações gratuitas da Orquestra e da Camerata do Palácio Itaboraí - Além dos “Concertos nas Escolas”, estão previstos os ensaios abertos ao público, no Palácio Itaboraí e apresentações em eventos públicos, totalmente gratuitos, em Petrópolis e no município do Rio de Janeiro, de forma a contribuir para a divulgação da música orquestral e com a formação artística e de plateia. Em conformidade com o inciso II do Art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC, foi prevista uma apresentação por ano, no Teatro Municipal Dom Pedro II, aberta ao público, dedicada prioritariamente à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, e duas apresentações por ano, abertas ao público, no município do Rio de Janeiro. d) Workshops e oficinas- A realização de oficinas e/ou workshops com instrumentistas reconhecidos tem como objetivo ampliar conhecimento de técnicas, trocar experiências e motivar a qualificação da performance musical. O público-alvo são estudantes de música, mediante pré-inscrição conforme especificidades e exigências estabelecidas no material de divulgação. Estão programadas duas máster class por ano com profissionais reconhecidos, sendo uma exclusivamente para os alunos da OCPIT e uma aberta aos demais estudantes de música. Na perspectiva de ampliar a ponte entre o ambiente acadêmico e a OCPIT, também foram previstas a realização de 02 oficinas com graduandos do Instituto Villa Lobos da UNIRIO – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, com intuito de viabilizar troca de informações específicas relativas aos naipes de instrumentos que compõem uma orquestra, a contribuição metodológica para o desenvolvimento e aprimoramento das habilidades e o aprofundamento do estudo e da prática de performance orquestral. Além disso, o projeto buscará implementar medidas para ampliar o acesso, disponibilizando, na Internet, registros audiovisuais de algumas atividades, conforme sugere o inciso III do Art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC, permitindo a captação de imagem das atividades e de espetáculos e autorizando sua veiculação por redes públicas de televisão, com intuito de ampliar o acesso ao conteudo de forma gratuita. O projeto também contempla a gratuidade em seus concertos e ensaios abertos ao público, no Palácio Itaboraí e apresentações em eventos públicos, que vão contribuir para a divulgação da música erudita.
Realização e Gestão Cultural: Fórum Itaboraí: Política, Ciência e Cultura na Saúde / Fiocruz sob a coordenação geral do Sr. Felix Rosenberg, diretor do Fórum. Gestão administrativa e financeira: Sociedade de Promoção da Casa de Oswaldo Cruz – SPCOC. A SPCOC será o proponente e o coordenador administrativo, e realizará por meio do seu corpo funcional a gestão administrativa e financeira do projeto. Sua remuneração se dará por meio das rubricas Remuneração para Captação de Recurso e Coordenação Administrativa. A SPCOC é uma associação sem fins lucrativos, que, desde 1987, promove cultura, ciência e saúde, apoiando iniciativas socioculturais da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), uma instituição de referência nacional e internacional. Corpo técnico do Projeto: Coordenador Pedagógico e Regente: Celso Augusto Fontoura Franzen Junior Possui graduação em Música Bacharelado em instrumento - opção piano pela Universidade Federal de Santa Maria (2004) e pós-graduação em Regência Coral pelo Conservatório Brasileiro de Música – RJ (2013). Experiência como regente assistente da Orquestra Jovem de Santa Maria– RS (2005-2007), regente da Orquestra Infanto–juvenil de Santa Maria (2006 – 2007), regente assistente do coro Vox in Via, Rio de Janeiro – RJ (2008-2012); regente assistente da Orquestra Tocante, Rio de Janeiro – RJ (2008-2012) e regente assistente do coro da Escola Alemã do Corcovado, Rio de Janeiro – RJ (2009). Experiência como professor de piano no Curso Extraordinário de Música (curso preparatório para a Universidade Federal de Santa Maria), em Santa Maria – RS (2004-2007) e no Instituto de Artes Tocando em Você, Rio de Janeiro – RJ (2008-2011). Professor de Teoria Musical Avançada e de Canto Coral no projeto Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí (OCPIT) – Fiocruz, em Petrópolis - RJ (2013). Atualmente, é regente titular da OCPIT (desde 2014) e dos coros Coro Coruja, Coro da ASASTEL, Coro da Igreja Presbiteriana de Jardim América (todos desde 2017) e Coro Racionalismo Cristão (desde 2019). Assessor técnico: Sérgio Barboza Artista formado em composição pelo Conservatório Tchaikovsky de Kiev – Ucrânia. Concluiu o seu mestrado em composição para educação musical na Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2001. Compositor e arranjador de um conjunto de obras em diversos gêneros musicais brasileiros, com experiência em atividades pedagógicas dedicada a formação de novos talentos. Compõe Obras em estilos e gêneros musicais diversificados, com destaque para os Concertos para Violão & Orquestra: “O Mundo é grande” e “Retratos Brasileiros”, obras gravadas em 2007 por Turíbio Santos no CD Violão Sinfônico que fora indicado ao GRAMMY LATIN 2008 como melhor álbum de música clássica. Como arranjador, possui mais de 200 arranjos realizados em âmbito educacional e artístico, tais como: as obras de Villa-Lobos que foram gravadas no CD da Orquestra Villa-Lobinhos “Sonho & Realidade” e no filme CONTRATEMPO da Malu Mader (2009).Em 2003, na Orquestra Villa-Lobinhos, iniciou o seu trabalho como Regente, num processo pedagógico de educação musical e artística através da Regência. Atualmente, conduz a Orquestra do Projeto Villa-Lobos e as Crianças. Professor do Ensino Médio & Fundamental do Colégio Estadual Rubens Farrulla. Como professor e mestre do Ensino Técnico, elaborou o Programa de ensino de Música para a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil em Joinville. Também foi responsável pela proposta pedagógica do Projeto Villa-Lobinhos. E em 2008, elaborou a proposta pedagógica do Projeto de profissionalização musical Villa-Lobos e as Crianças pelo Museu Villa-Lobos. No Ensino Universitário, lecionou a disciplina de Harmonia na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Como diretor e Produtor Musical, fez a direção e produção musical para gravação de diversos CDs, tais como: “Violão Sinfônico”; e “Sonho & Realidade”, e produziu e redigiu diversos programas de música brasileira, como o da Exposição “Viva Villa”, e a série de concertos “Villa in Concert” e atualmente vem trabalhando no CD “Barbato – Um Regente, Um Compositor”. Como redator e pesquisador realizou a reedição crítica do Guia Prático de Heitor Villa-Lobos, livro que foi editado pela Academia Brasileira de Música e FUNARTE. Professor de Clarinete: Victor Hugo da Silva Rego Nascido no Rio de Janeiro, iniciou seus estudos de música aos 11 anos. Foi musicalizado através da flauta doce no projeto Bem Me Quer Paquetá, na Casa de Artes Paquetá, tendo sempre a orientação dos professores Bruno Jardim (prática de conjunto), Josiane Kevorkian (piano) e Lúcia Morelenbaum (clarineta). Participou de diversos Masterclasses e Festivais, como Festival de Inverno de Campos do Jordão em 2016 e a 5ª, 6ª e 7ª edição do Festival Internacional de música de Pelotas, tendo como professores Juan Ferrer (Espanha), Michel Lethiec (França), Nuno Pinto (Portugal), Ovanir Buosi, Andre Moisan (Canadá), José Freitas entre outros. Já se apresentou em importantes salas de concerto, como a Sala São Paulo, Sala Cecília Meireles e Theatro Municipal do Rio de Janeiro com diversas orquestras, entre elas, Orquestra Sinfonica da UFRJ, Orquestra Sinfônica Cesgranrio, Orquestra Jovem de Paquetá, Orquestra Petrobrás Sinfônica, Orquestra Sinfônica Nacional e Orquestra Sinfônica Brasileira. Em 2015 foi finalista do concurso Devon & Burgani e no mesmo ano foi um dos vencedores do concurso para solistas da Orquestra Sinfônica da UFRJ, em 2016 foi vencedor do VI concurso de Música de Câmara do Festival Villa Lobos com o Duo Bifonia e em 2017 foi vencedor do concurso para jovens solistas da Orquestra Sinfônica Nacional. Em 2018 participou do festival de música de câmara Ilumina, onde pode atuar no famoso quinteto de Mozart, ao lado da grande violinista norte-americana Tai Murray. Recentemente esteve em curso de aperfeiçoamento em performance em Buenos Aires tendo aulas com Mariano Rey. Victor Hugo é bacharel em clarineta na classe dos professores José Batista Jr. e Cristiano Alves pela Escola de Música da UFRJ. Professor de Contrabaixo: Luiz Felipe Galdino Graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Católica de Petrópolis. Graduando em Bacharelado em Regência Orquestral pela UFRJ. Foi Contrabaixista Acústico da Orquestra de Câmara da Universidade Católica de Petrópolis (2008-2018), Contrabaixista Acústico do Conjunto Anima e Cuore da Universidade Católica de Petrópolis (2013-2017). Participou do 24°Festival de Música Colonial Brasileira e Música Antiga (Curso de Contrabaixo Acústico – Patrícia da Silva) – 2013, do 25°Festival de Música Colonial Brasileira e Música Antiga (Curso de Contrabaixo Acústico – Patrícia da Silva) – 2014 e do 12° Festival Vale do Café – Vassouras (Curso de Contrabaixo Acústico – Sandrino Santoro) – 2014, do 13° Festival Vale do Café – Vassouras (curso de violoncelo Hugo Pilger) – 2016. Foi Professor de Contrabaixo Acústico da Ação Social pela Música no Núcleo Vale do Cuiabá (2016-2019). Professor de Flauta: João Gabriel Gomes de Oliveira Graduado em Educação Física pela Universidade Católica de Petrópolis e Graduando em Música - Bacharelado em Flauta Transversa pela UNIRIO; atuou como primeiro flautista da Orquestra de Câmara da UCP de 2002 a 2010 e da AFS - Academia Filarmônica de Sopros. Professor de Flauta Transversa e Flauta Doce da Escola de Música da Universidade Católica de Petrópolis e de flauta Doce do IMCP (Instituto dos Meninos Cantores de Petrópolis) e Seminário e Educandário Diocesano Nossa Senhora do Amor Divino. Professor de Viola:Rodolfo de Souza Braga Mestre em Ciência da Religião pela UFJF-MG e graduado em Filosofia pela Universidade Católica de Petrópolis, foi aluno de violino da Maria de Fátima Machado Brasil, do André Henriques e do André Bukowitz. Participou do Festival de Verão dos Canarinhos de Petrópolis (2002), na turma do professor Carlos Mendes e do Encontro Suzuki de Petrópolis (1993), na turma do professor CarlosAlberto A. Vieira. Possui experiência como professor de viola e violino pela Associação Suzuki de Pais, Professores e Alunos de Petrópolis – entre 1998 e 2001. Professor de Violino: Jaqueline Rosa Moreira Iniciou o curso de Violino em 1999, na Escola de Música Santa Cecília e em 2011 concluiu o curso técnico de violino, ministrado pelo professor André Bukowitz pelaEscola de Música da Universidade Católica de Petrópolis / Conservatório Brasileiro de Música. Foi concertina da Orquestra da Associação Suzuki de Petrópolis (2001 – 2004) e da Orquestra de câmara da Universidade Católica de Petrópolis (2002 – 2010). Atualmente participa como Violino II do Conjunto Anima e Cuore da Universidade Católica de Petrópolis e como Violino I da Camerata Vivace; e é professora de Violino do projeto Ação Social pela Música no Brasil – Núcleo Petrópolis. Violinista Spalla da Orquestra da Universidade Católica de Petrópolis – entre 2000 e 2004; membro como violinista do Quarteto de Cordas de Petrópolis – em 2000; violinista do grupo Anima e Cuore – Conjunto de Música Antiga da Universidade Católica de Petrópolis desde 2004; Participante do grupo Versus 4 Quarteto de Cordas desde 2000, como Violista e Violinista. Professor de Violino: Monique Cabral da Ponte Violinista nascida em Petrópolis iniciou seus estudos em música aos 11 anos e aos 12 optou pelo violino. Bacharel em violino e pos graduada em educação musical, participou de diversos festivais de música pelo Brasil, entre eles o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga (2008, 2009 e 2011), Curso de Verão dos Canarinhos nos anos de (2007, 2008 e 2009), Oficina de Música de Curitiba em 2011, Festival de Inverno de Domingos Martins, Festival de Música de Santa Catarina (Femusc, 2013 e 2014), do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão nos anos de 2013, 2014 e 2015, o Festival da Orquestra da Francophonie em Montreal - Canada, como bolsista, do Festival Aigues Vives en Musique na França e o Festival Ilumina de musica de câmara, 2017, 2018 e 2019. Já participou de Masterclass com renomados violinistas, como Pinchas Zukerman e Patinka Kopec. Já se apresentou em importantes salas de concerto, como Sala São Paulo, Sala Cecília Meirelles, Maison Symphonique e Teatro Municipal do Rio de janeiro com diversas orquestras, entre elas, Orquestra Sinfônica UFRJ, Orquestra Petrobrás Sinfônica, Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem e Academia Jovem Concertante. Em 2016 foi convidada pela violista Jennifer Stumm a integrar a Camerata Ilumina, com concertos em algumas cidades do estado de São Paulo. Em 2016 atuou como solista junto a Orquestra Sinfônica da Cesgranrio sob a regência de Eder Paolozzi e terminou o curso de bacharelado em violino na Escola de Música da UFRJ na classe do professor Daniel Guedes. Em 2017 foi aprovada no concurso da Orquestra Sinfonica Nacional da UFF, e hoje integra o naipe de primeiros violinos. Professor de Violoncelo: Maicon Schmidt Gorni Participação do curso de viola no XX Festival Internacional e Música Colonial Brasileira e Música Antiga (julho de 2009); Professor de música da escola de música ABA desde 2009 (violino e violoncelo); Violinista e violoncelista substituto do conjunto de música barroca “ Anima e Cuore” desde 2009; Violoncelista da Orquestra da Universidade Católica de Petrópolis (UCP) desde 2010; Participação da oficina de música CINVES como aluno de Alceu Reis e prática de orquestra com a regente Priscila Bomfim (Jan. 2011); Professor do curso preparatório da orquestra da universidade (UCP) desde maio de 2011; Participação do curso “História Social da Música: da Antiguidade ao Romantismo” (Fev. 2012); Participação do curso “Regência”, ministrado por Marcelo Visani e Antônio Gastão. Assistente Social: Nina Mayer Formada em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; atuou em projetos de pesquisa e extensão na Universidade. Desde 2016 é responsável pela secretaria acadêmica, na qual monitora a frequência e rendimento dos alunos e atua no fortalecimento da relação família-escola-comunidade ampliando seu espaço de participação na Orquestra e no processo educativo. Realiza regularmente, visitas domiciliares, atendimentos individuais e reuniões em grupo entre a equipe pedagógica e equipe discente. Realiza articulação com profissionais de diversas secretarias para encaminhamentos e abordagem de assuntos específicos dos alunos e visitas às escolas dos alunos buscando compreender junto à coordenação pedagógica as dificuldades de aprendizagem de alguns estudantes.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.