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A Bienal Internacional de Dança do Ceará vem se consolidando como um dos principais eventos de dança contemporânea do Brasil. Desde a sua primeira edição, em 1997, o festival tem como compromisso fomentar e ampliar a cena artística cearense. Na realização a seguir, a Bienal chega à sua 12ª edição com intensa programação gratuita de dança contemporânea, que ocupará os principais espaços culturais da capital cearense, contemplando o público com, além da mostra, a realização de seminário formativo e a exibição, também gratuita, de epetáculos de arte cênica de artistas regionais e nacionais. A realização da "12ª Bienal Internacional de Dança do Ceará", que comemora 22 anos de história, reunindo importantes companhias locais, nacionais e internacionais, dialoga com os novos e os já renomados nomes da cena da dança local e nacional, promovendo a troca experiência entre os artistas e envolvidos e impulsionando o fortalecimento da área da Dança no estado do Ceará.
A Bienal Internacional de Dança do Ceará é um dos 4 festivais internacionais de dança mais importantes no Brasil. Suas ações estão pautadas na democratização do acesso à cultura, na formação artística em dança, no intercâmbio artístico e cultural e na promoção da dança cearense, reunindo companhias, pesquisadores, pensadores e outros profissionais da dança do Brasil e do mundo. Realizada desde 1997, a proposta da Bienal é trazer novos ares para a cena cearense, oferecendo uma programação baseada nos potenciais e nas fragilidades do contexto local, bem como democratizando o acesso à dança de qualidade a grandes públicos da capital e interior cearense. Durante esses anos passaram por palcos cearenses mais de 400 companhias dos quatro continentes e atingiu, por edição, cerca trinta mil pessoas. Diversos paradigmas foram quebrados, novas plateias foram criadas e novos profissionais foram formados. Classificação indicativa: Livre.
Geral Realizar a 12ª edição da Bienal Internacional de Dança do Ceará, reunindo companhias, artistas e pensadores da dança contemporânea estadual, nacional e internacional, gerando novas possibilidades de reflexão, criação, produção e fruição na área da dança contemporânea no Ceará e ofertando, gratuitamente, como contrapartida social apresentações artísticas de dança contemporânea, criando um espaço favorável para a democratização da dança, de forma a valorizar e promover a produção da dança cearense, sobretudo a contemporânea, fortalecendo o Ceará como uns dos principais destinos brasileiros de companhias de dança locais, nacionais e internacionais, possibilitando o intercâmbio e contribuindo para o desenvolvimento da cadeia produtiva da dança do Ceará através de um público total de aproximadamente 25 mil pessoas alcançadas. Específicos - Promover 25 espetáculos de dança na cidade de Fortaleza, de forma a fomentar a produção de dança no Ceará e democratizar o acesso à cultura, com uma programação inteiramente gratuita. - Contribuir para a formação em dança, com a realização de 4 Oficinas , que são as aulas práticas e teóricas de dança abrangendo distintas técnicas corporais, destinadas a estudantes, professores e demais profissionais atuando na performance e criação coreográfica / cênica. - Realizar 4 Master Class, que consistem em aulas práticas com renomados dançarinos e professores, para complementar a formação artística de professores, profissionais e estudantes de dança. - Formar um ciclo de 4 palestras que reunirá pesquisadores e professores de dança do Brasil e exterior para discutir questões importantes relacionadas a temáticas específicas, aberta ao público e também direcionada ao público especializado, contribuindo para a disseminação do conhecimento artístico e cultural. - Proporcionar o intercambio cultural, ao realizar 4 residências artísticas, que consistem num ateliê intensivo com foco artístico e formativo, focado no compartilhamento de princípios e métodos de criação utilizados pelo artista convidado. (CONTRAPARTIDA SOCIAL) - Difundir a acessibilidade cultural e o conhecimento acerca da mesma, com a realização de 1 Seminário Dança e Acessibilidade, ação que faz parte da Plataforma de Acessibilidade. (CONTRAPARTIDA SOCIAL)
A Bienal Internacional de Dança do Ceará vem se consolidando como um dos principais eventos de dança contemporânea do Brasil. Desde a sua primeira edição, em 1997, o festival tem como compromisso fomentar, ampliar e fortalecer a cena coreográfica internacional. Com vinte e dois anos de existência, a Bienal segue se recriando com inovação e qualidade. Dedicada ao amplo e diverso mundo da dança contemporânea, a Bienal de Dança promove iniciativas que abrangem distintas dimensões da dança, seja nos seus processos de criação, produção, manutenção e difusão, seja em abordagens de diferentes ordens _ estéticas, sociais, políticas e/ou econômicas. Os palcos do Ceará, ao longo das edições do evento, receberam grandes companhias cearenses, nacionais e internacionais da dança contemporânea. Diversos paradigmas foram quebrados em relação à produção, difusão e circulação de espetáculos no Ceará, novas plateias foram criadas e muitos profissionais foram aperfeiçoados e inseridos no campo de trabalho da dança, gerando resultados consistentes para a cadeia produtiva local e para a difusão das artes cênicas de modo mais amplo. A cada edição, temas transversais à dança estiveram em cena, como diversidade cultural, mundialização, neocolonialismo, políticas e poéticas, relações sul-sul, entre outros, através de propostas artísticas, debates, seminários e palestras. Novas formas de pensar as relações entre as diversas regiões do planeta passaram a ocupar boa parte da pauta de discussões, capazes de aproximar e transformar realidades sociais, econômicas e culturais. A Bienal Internacional de Dança do Ceará chega aos seus vinte e dois anos configurando-se como um projeto ousado e maduro, ofertando produtos e serviços inovadores, sustentáveis e gratuitos, por meio de suas ações artísticas e de formação, suas linhas editoriais e os diálogos que estabelece com outras linguagens artísticas e contextos. O seu principal interesse é consolidar-se como uma ação estratégica para o desenvolvimento da dança cearense e para a democratização do acesso à cultura, conectada com a produção nacional e internacional de dança contemporânea. Com isso, a Bienal Internacional de Dança do Ceará faz parte dos roteiros das principais companhias da dança mundial. Destaca-se, então, como evento de qualidade internacional, capaz de atrair um público diversificado e exigente e de gerar retornos sociais e culturais para o Brasil e demais países que integram suas ações. Alinhado à proposta conceitual do restante da programação da Bienal, o Encontro surge como uma alternativa para refletir sobre a potência da dança para as relações diplomáticas, para significar culturas e potencializá-las, propiciando novas criações, estimulando políticas mais diplomáticas, inclusivas, diversificadas e multilaterais e realizando experimentações que resultem no desenvolvimento artístico, humano, social e econômico. Assim, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
25 apresentações de dança, de grupos e dançarinos de renome regional, nacional e internacional. Que serão seleciondos por meio de convocatória publuca e seleção via curadoria. - 4 Oficinas (“Corpo Surpresa”, “Composição Cenográfica”, “Danças Urbanas” e “Dança Contemporânea”), que são as aulas práticas e teóricas de dança abrangendo distintas técnicas corporais, destinadas a estudantes, professores e demais profissionais atuando na performance e criação coreográfica / cênica. Os cursos serão destinados a participantes de nível intermediário e avançado. - 4 Master Class, que consistem em aulas práticas com renomados dançarinos e professores, destinados a professores, profissionais e estudantes de dança. - 2 residências artísticas, que consistem num ateliê intensivo com foco artístico e formativo, consistindo no compartilhamento de princípios e métodos de criação utilizados pelo artista. - 1 Seminário Dança e Acessibilidade, ação que faz parte da Plataforma de Acessibilidade, trazendo também apresentação de espetáculos em formato acessível com libras e audiodescrição. Com a programação, A Bienal propõe debates sobre os novos caminhos da acessibilidade cultural. Os convidados do projeto ainda não estão definidos, devido a antecedência do evento. Eles serão selecionados através da escolha da curadoria formada pelos seguintes profissionais: Leonel Brum - Doutorando em Poéticas Interdisciplinares no Programa de Pós-graduação em Artes Visuais, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Professor dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Dança do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará - ICA/UFC. Possui mestrado em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP e graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Gama Filho - UGF. Foi coordenador nacional de Dança da Fundação Nacional de Artes – Funarte. É um dos diretores fundadores do dança em foco – Festival Internacional de Vídeo&Dança. Foi diretor fundador do festivais Dança Brasil e Dança Criança. Tem livros e textos publicados sobre dança, história da dança e videodança. Paulo Caldas - Formado em Dança Contemporânea na Escola Angel Vianna e em Filosofia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Sua produção é marcada pela aproximação entre dança e cinema/vídeo como poéticas do movimento. Desde os anos 90, sua companhia Staccato, do Rio de Janeiro, tem merecido diversos prêmios e distinções nacionais e internacionais. Suas obras já foram apresentadas em diversas cidades no Brasil, e também nos EUA, Japão, Itália, Alemanha e França. Atualmente é professor do curso de Dança da Universidade Federal do Ceará.
O projeto é realizado em alguns espaços culturais que prevê piso tátil, rampas de acesso e banheiros adaptados. O cerimonial do evento contará com um intérprete de libras. Será realizado também o Seminário Dança e Acessibilidade, ação que faz parte da Plataforma de Acessibilidade que traz além da atividade apresentação de espetáculos em formato acessível com libras e a disponibilização da programação em Braille. Desta forma, a XII Bienal Internacional de Dança do Ceará realiza diecussões sobre os novos caminhos da acessibilidade cultural, promovendo-a. Histórico da Plataforma de Acessibilidade Em outubro de 2015, por ocasião da realização de X Bienal Internacional de Dança do Ceará, foi realizada, na cidade de Fortaleza, uma roda de conversa com o tema “Acessibilidade em perspectiva: Audiodescrição, dança e política. “ dentro das acoes dos Percursos Formativos. A ação contou com a participação dos pesquisadores Profa. Dra. Vera Lúcia Santiago e Paulo Victor Bezerra de Lima, junto ao LEAD (Laboratorio de Estudos em Audiodescriçao) daUniversidade Estadual do Ceará; A Secretaria de Direitos Humanos do Estado do Ceará, o artista João Paulo Lima e teve a mediação de Fausto Augusto Cândido, produtor da Bienal e propositor daquela ação. Levantou-se as questoes das leis de acessibilidade aos produtos culturais e suas tecnologias de inclusa. Os apontamentos levantados nessa ação teve por objetivo principal a ampla democratização do acesso à dança no estado do Ceará, Criado em 2008, o evento consolidou-se como um importante espaço de difusão de distintas manifestações da dança cênica. A apresentação de criações configuradas a partir do diálogo da dança com a performance, as artes visuais, o audiovisual, as intervenções urbanas, entre outras possibilidades, tem sido uma das principais características do evento. Em 2016 a Bienal Internacional de Dança do Ceará, com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (Secult), Funarte e do Instituto Bela Vista, lançou sua Plataforma de Acessibilidade. Tendo a difusão e a formação como os dois principais eixos. A proposta contemplou a apresentação de espetáculos em formato acessível com libras e audiodescriçāo, a realização de duas oficinas inclusivas e a primeira edição do Seminário Dança e Acessibilidade. O Seminário Dança e Acessibilidade contou com duas rodas de conversa e foi além das discussões sobre as ações das politicas publicas de inclusão e o corpo que anseia. Os participantes debateram principalmente sobre o modo de criação e perspectivas de pensar a dança e sua integração na arte. Libras, audiodescrição e novas tecnologias de acesso na dança foram pontos fortes de discussão. Tivemos nesta edição a Oficina “Dança integrada” Ministrada pelo bailarino cearense Joao Paulo Lima. A atividade foi aberta a profissionais das artes, pessoas interessadas me dança inclusiva, artistas que trabalham pesquisa sobe corporeidades, pessoas com deficiência que queiram dançar e publico em geral. As oficinas aconteceram no Porto Iracema das Artes. O performer e pesquisador Ariel Volkova Ministrou a Oficina “Improvisacao em Libras e dança”. Uma oficina de nível introdutório voltada para ouvintes e surdos com ou sem experiência em dança ou conhecimento em libras. Durante a 11ª edição da Bienal Internacional de Dança do Ceará, em 2017, no terceiro ano de ações em acessibilidade, o festival contou com residência, oficina, masterclass e a 2 ª edição seminário Dança e Acessibilidade. Apresentando a dança como uma possibilidade a mais de expressão, a plataforma teve como tema a diversidade e a diferença. O corpo que antes teimara em ser visto como “deficiente” se empodera da sua diferença se tornando um igual e tomando consciência de suas mais variadas formas de ser, dissertando assim sobre o direito a diversidade. Na residência “Poética da diferença: criar e conduzir uma oficina de movimento e voz com pessoas com autismo”, obtivemos uma pratica pedagógica de dança para crianças e jovens com autismo ministrada pela professora Ana Maria Fernandes (MG). Na Masterclass “ Autismo e autoralidade: encontro e criações” ministrada por Ana Maria Fernandes (MG) e Benoît le Bouteiller (FR) mostrou-se através do filme “Um passo de lado” a proposta de uma discussão da arte como espaço de autoralidade, que articula criação e autopoieses, na busca por uma abordagem do autismo que considere as invenções do sujeito como elemento fundamental do encontro e de intervenção na perspectiva do laço social. Na oficina “Danca, empoderamento e Diferença” ministrada pelo bailarino cearense João Paulo Lima enfatizou-se o que a diferença dos corpos pode proporcionar de convivência e criação artística entre pessoas e suas diferentes habilidades. Maneiras de relacionar o corpo de cada um com a sua especifica realidade e diferente habilidade. Por esse motivo a palavra deficiência perde sua forca excludente e agregamos a palavra integração para expandir as potencias e individualidades.No Seminário Dança e Acessibilidade tivemos como tema” O que você é, ninguém pode ser” debatendo o modo de criação e sua autoria dentro da diferença. A diferença e um traço essencial da vida humana e na diversidade podemos construi nossos afetos e multiplicar possibilidades de existir e potencias para resistir. Com a dança deslocamos o corpo para o lugar do outro que dança com a gente e por isso nos tornamos mais fortes quando percebemos as multiplicidades de movimentos que guardam todas as corporeidades: infinitas. Desde então a plataforma incita garantir o acesso através de ações e espetáculos em Libras, audiodescrição e novas tecnologias de acesso, buscando a cada ano o fortalecimento do direto social e intelectual que rege e funde a pessoa com deficiência dentro da cultura e da arte tendo a dança o instrumento de expressão e inclusão sociocultural. Revivemos o encontro da dança e nele criamos diálogos para uma cultura em que a diferença seja uma das bases de nossa sociedade. Outras vez podemos perguntar: quem pode dançar? E acrescentar: Com quem podemos dançar juntos? Assim, a Bienal propõem momentos de discursos e praticas, experiências de ser e fazer para retomarmos o folego e dançarmos outra vez juntos. Especificações do plano de acessibilidade por produto 1. Contrapartidas Sociais Os locais escolhidos para ocorrer a VI Bienal Internacional de Par em Par cumprem com todas as exigências dispostas nas normas técnicas de acessibilidade – medidas dispostas art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente, serão elas: rampas de acesso, vagas reservadas, entre outras. O projeto contará com ações que envolvem planejamento e preparação para atender demandas de pessoas com deficiência. As ações do projeto buscarão promover a acessibilidade sensorial em todos os seus produtos, buscando desenvolver através de suas ações recursos que possibilitem a inclusão e diversidade do maior número de pessoas portadoras de deficiência possível. Para tanto, a VI Bienal Internacional de Par em Par contará, além do suporte da equipe técnica especializada, com mecanismos que sejam plenamente acessíveis, uma vez que faz-se necessário, a fim de promover a acessibilidade sensorial na prática, oferecer serviços que possam ser acessados, utilizados e compreendidos por qualquer pessoa, independente de sua condição física, comunicacional e intelectual. Dessa forma, e com a finalidade de proporcionar um amplo alcance e condições de acessibilidade ao público do projeto, algumas medidas serão inferidas aos objetivos da proposta: Acessibilidade de conteúdo: - Identificar a equipe da Bienal com uniforme e crachás. Deficientes auditivos: - Disponibilização de intérprete de Libras. Deficientes visuais: - Disponibiliuzação de locução gravada com descrição do ambiente, sinopse da apresentação, etc. (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Cuidar para que os níveis de iluminação nos espaços de circulação sejam suficientes para uma boa acuidade visual (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Espaços totalmente monocromáticos serão evitados, pois uma pessoa com baixa visão tem dificuldade de se localizar (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Deficientes físicos: - Reservar ao menos um sanitário acessível com trocadores adaptados para pessoas com deficiência (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Manter sempre o sanitário acessível destrancado pronto para o uso (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Capacitar a equipe para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Para garantir que as propostas de ação cultural sejam adequadas às diferentes necessidades das pessoas com deficiência, levaremos em consideração as especificidades de cada indivíduo, respeitando, no entanto, o processo de programação e estabelecimento de políticas de inclusão. Todas as ações de acessibilidade previstas para promover o acesso ao conteúdo do produto a pessoas com deficiência não geram nenhum custo para o projeto, não havendo, portanto, a necessidade de uma outra fonte de recursos. 2. Espetáculo de Artes Cênicas Os locais escolhidos para ocorrer a VI Bienal Internacional de Par em Par cumprem com todas as exigências dispostas nas normas técnicas de acessibilidade – medidas dispostas art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente, serão elas: rampas de acesso, vagas reservadas, entre outras. O projeto contará com ações que envolvem planejamento e preparação para atender demandas de pessoas com deficiência. As ações do projeto buscarão promover a acessibilidade sensorial em todos os seus produtos, buscando desenvolver através de suas ações recursos que possibilitem a inclusão e diversidade do maior número de pessoas portadoras de deficiência possível. Para tanto, a VI Bienal Internacional de Par em Par contará, além do suporte da equipe técnica especializada, com mecanismos que sejam plenamente acessíveis, uma vez que faz-se necessário, a fim de promover a acessibilidade sensorial na prática, oferecer serviços que possam ser acessados, utilizados e compreendidos por qualquer pessoa, independente de sua condição física, comunicacional e intelectual. Dessa forma, e com a finalidade de proporcionar um amplo alcance e condições de acessibilidade ao público do projeto, algumas medidas serão inferidas aos objetivos da proposta: Acessibilidade de conteúdo: - Identificar a equipe da Bienal com uniforme e crachás (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Deficientes auditivos: - Disponibilização de intérprete de Libras. Deficientes visuais: - Disponibiliuzação de locução gravada com descrição do ambiente, sinopse da apresentação, etc.(a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Cuidar para que os níveis de iluminação nos espaços de circulação sejam suficientes para uma boa acuidade visual (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Espaços totalmente monocromáticos serão evitados, pois uma pessoa com baixa visão tem dificuldade de se localizar (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Deficientes físicos: - Reservar ao menos um sanitário acessível com trocadores adaptados para pessoas com deficiência (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Manter sempre o sanitário acessível destrancado pronto para o uso (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Capacitar a equipe para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Para garantir que as propostas de ação cultural sejam adequadas às diferentes necessidades das pessoas com deficiência, levaremos em consideração as especificidades de cada indivíduo, respeitando, no entanto, o processo de programação e estabelecimento de políticas de inclusão. Todas as ações de acessibilidade previstas para promover o acesso ao conteúdo do produto a pessoas com deficiência não geram nenhum custo para o projeto, não havendo, portanto, a necessidade de uma outra fonte de recursos. 3. Seminário/Simpósio/Encontro/Congresso/Palestra Os locais escolhidos para ocorrer a VI Bienal Internacional de Par em Par cumprem com todas as exigências dispostas nas normas técnicas de acessibilidade – medidas dispostas art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente, serão elas: rampas de acesso, vagas reservadas, entre outras. O projeto contará com ações que envolvem planejamento e preparação para atender demandas de pessoas com deficiência. As ações do projeto buscarão promover a acessibilidade sensorial em todos os seus produtos, buscando desenvolver através de suas ações recursos que possibilitem a inclusão e diversidade do maior número de pessoas portadoras de deficiência possível. Para tanto, a VI Bienal Internacional de Par em Par contará, além do suporte da equipe técnica especializada, com mecanismos que sejam plenamente acessíveis, uma vez que faz-se necessário, a fim de promover a acessibilidade sensorial na prática, oferecer serviços que possam ser acessados, utilizados e compreendidos por qualquer pessoa, independente de sua condição física, comunicacional e intelectual. Dessa forma, e com a finalidade de proporcionar um amplo alcance e condições de acessibilidade ao público do projeto, algumas medidas serão inferidas aos objetivos da proposta: Acessibilidade de conteúdo: - Identificar a equipe da Bienal com uniforme e crachás (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Deficientes visuais: - Cuidar para que os níveis de iluminação nos espaços de circulação sejam suficientes para uma boa acuidade visual (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Espaços totalmente monocromáticos serão evitados, pois uma pessoa com baixa visão tem dificuldade de se localizar (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Deficientes físicos: - Reservar ao menos um sanitário acessível com trocadores adaptados para pessoas com deficiência (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Manter sempre o sanitário acessível destrancado pronto para o uso (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Capacitar a equipe para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Para garantir que as propostas de ação cultural sejam adequadas às diferentes necessidades das pessoas com deficiência, levaremos em consideração as especificidades de cada indivíduo, respeitando, no entanto, o processo de programação e estabelecimento de políticas de inclusão. Todas as ações de acessibilidade previstas para promover o acesso ao conteúdo do produto a pessoas com deficiência não geram nenhum custo para o projeto, não havendo, portanto, a necessidade de uma outra fonte de recursos. 4. Festival/Mostra Os locais escolhidos para ocorrer a VI Bienal Internacional de Par em Par cumprem com todas as exigências dispostas nas normas técnicas de acessibilidade – medidas dispostas art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente, serão elas: rampas de acesso, vagas reservadas, entre outras. O projeto contará com ações que envolvem planejamento e preparação para atender demandas de pessoas com deficiência. As ações do projeto buscarão promover a acessibilidade sensorial em todos os seus produtos, buscando desenvolver através de suas ações recursos que possibilitem a inclusão e diversidade do maior número de pessoas portadoras de deficiência possível. Para tanto, a VI Bienal Internacional de Par em Par contará, além do suporte da equipe técnica especializada, com mecanismos que sejam plenamente acessíveis, uma vez que faz-se necessário, a fim de promover a acessibilidade sensorial na prática, oferecer serviços que possam ser acessados, utilizados e compreendidos por qualquer pessoa, independente de sua condição física, comunicacional e intelectual. Dessa forma, e com a finalidade de proporcionar um amplo alcance e condições de acessibilidade ao público do projeto, algumas medidas serão inferidas aos objetivos da proposta: Acessibilidade de conteúdo: - Identificar a equipe da Bienal com uniforme e crachás (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Deficientes auditivos: - Disponibilização de intérprete de Libras. Deficientes visuais: - Disponibiliuzação de locução gravada com descrição do ambiente, sinopse da apresentação, etc (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Cuidar para que os níveis de iluminação nos espaços de circulação sejam suficientes para uma boa acuidade visual (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Espaços totalmente monocromáticos serão evitados, pois uma pessoa com baixa visão tem dificuldade de se localizar (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Deficientes físicos: - Reservar ao menos um sanitário acessível com trocadores adaptados para pessoas com deficiência (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Manter sempre o sanitário acessível destrancado pronto para o uso (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Capacitar a equipe para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Para garantir que as propostas de ação cultural sejam adequadas às diferentes necessidades das pessoas com deficiência, levaremos em consideração as especificidades de cada indivíduo, respeitando, no entanto, o processo de programação e estabelecimento de políticas de inclusão. Todas as ações de acessibilidade previstas para promover o acesso ao conteúdo do produto a pessoas com deficiência não geram nenhum custo para o projeto, não havendo, portanto, a necessidade de uma outra fonte de recursos.
O programa de formação de plateia contempla a realização de oficinas, residências artísticas e palestras desenvolvidos com o objetivo de promover debates em torno da criação e difusão em dança, buscando estimular novos públicos para a fruição da Dança. Assim, para esta edição, estão programadas no programa de formação de plateia: O público do programa de formação de plateia é focado em jovens bailarinos, estudantes de dança de diversas instituições (cursos técnicos, universidades, dentre outros), artistas, professores de dança, produtores culturais e público em geral. A proposta da formação é colocar em pauta as principais discussões acerca da dança, bem como apresentar a linguagem a um público amplo, formando novos espectadores. A Bienal realiza um grande investimento em formação de público e em democratização de acesso trazendo ONGs como Edisca, Vidança, Projeto BCAD, Associação Hugo Bianchi de Dança, SESC, SENAC, Projeto Casa Grande, Escola de Dança de Paracuru e também com escolas das redes públicas, instituições de ensino, não apenas trazendo espectadores para o festival, mas realizando trabalho complementar de formação. Em parceria com os teatros das redes estadual e municipal e as companhias cearenses, a Bienal ocupa o conjunto de aparelhos da Grande Fortaleza, bem como cidades do interior do estado. A ação de formação de plateia, como parte integrante da programação geral da Bienal, estará presente em todo seu material de comunicação e com a disponibilização de inscrições prévias através do hotsite do evento. Além disso, as palestras e oficinas contarão com listas de frequência e serão registradas por meio de fotografias e vídeos que poderão ser acessados nas redes sociais da Bienal e nos relatórios finais do projeto. Quanto às diretrizes de democratização do acesso constantes no art. 21 da sessão II da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto contempla diversos incisos e medidas, os quais podem ser citadas abaixo, de acordo co sua distribuição por produto cultural cadastrado no plano de distribuição do projeto: 1. Espetáculo de Artes Cênicas III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; 2.Festival/Mostra III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; 3. Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Apesar de termos alguns nomes (ver abaixo) já definidos para compor a ficha-técnica do projeto, a mesma só será definida em sua totalidade após a captação de recursos. Currículo do Coordenador Geral/Diretor Administrativo-Financeiro e Presidente do Conselho de Curadoria Nacional e Internacional (voluntário) David Linhares Formado em letras pela Universidade Federal do Ceará, Mestrado em Lingüística pela Universidade Paris VII Sorbonne-Jussieu, Doutorando em Fonética Experimental Universidade Paris VII Sorbonne- Jussieu. Foi Professor e Produtor cultural da Aliança Francesa de Fortaleza e Professor da Universidade Federal do Ceará de 1989 a 2001. Ator, bailarino, tendo trabalhado com Graziela Figueroa, Ademar Dornelles (Ensaio Teatro e Dança), Ary Pararaios, Hugo Rodas, Maura Baiochi. Criador e Diretor da Bienal Internacional de Dança do Ceará, atualmente é Diretor- Presidente da Indústria da Dança Ltda, proponente da Bienal Interncaional de Dança do Ceará. (O dirigente da instituição proponente será responsável pela gestão do processo decisório do projeto) Currículo dos Conselheiros de Curadoria Leonel Brum Doutorando em Poéticas Interdisciplinares no Programa de Pós-graduação em Artes Visuais, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Professor dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Dança do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará - ICA/UFC. Possui mestrado em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP e graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Gama Filho - UGF. Foi coordenador nacional de Dança da Fundação Nacional de Artes – Funarte. É um dos diretores fundadores do dança em foco – Festival Internacional de Vídeo&Dança. Foi diretor fundador do festivais Dança Brasil e Dança Criança. Tem livros e textos publicados sobre dança, história da dança e videodança. Paulo Caldas Formado em Dança Contemporânea na Escola Angel Vianna e em Filosofia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Sua produção é marcada pela aproximação entre dança e cinema/vídeo como poéticas do movimento. Desde os anos 90, sua companhia Staccato, do Rio de Janeiro, tem merecido diversos prêmios e distinções nacionais e internacionais. Suas obras já foram apresentadas em diversas cidades no Brasil, e também nos EUA, Japão, Itália, Alemanha e França. Atualmente é professor do curso de Dança da Universidade Federal do Ceará. Ressaltamos que o proponente será responsável pela gestão financeira do projeto, bem como pela produção executiva, acompanhamento da direção artística e mobilização de parceiros.
Prestação de Contas Aprovada na Operação Abre Caminhos, instituída pela Portaria SGPTC/SE/Minc nº 1, DE 13 DE junho DE 2025 (SEI/MinC nº 2269000).