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PRONAC 192488Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

I FESTIVAL DA LÍNGUA PORTUGUESA DO PORTO DO RIO

Instituto Solidariedade e Cultura
Solicitado
R$ 997,1 mil
Aprovado
R$ 997,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-09-25
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O Festival tem por objetivo ser uma das mais relevantes iniciativas culturais da cidade do Rio de Janeiro e sua periferia. Sua marca registrada é a importância da literatura como fator fundamental da identidade cultural brasileira, inserida no contexto da Globalização Mundial. A ideia é instalar no Cais do Valongo, Zona Portuária, um Centro de Referência da Literatura de Língua Portuguesa, com a realização do Festival, que será dedicado à exposição de uma Feira Literária com 52 editoras brasileiras e dos países Comunidade de Língua Portuguesa. O evento contará com a produção de painéis, conversas e exposições de debates com autores, críticos, jornalistas, artistas e personalidades. O objetivo é a difusão da Literatura Brasileira como um fator de formação do conhecimento humano, de cidadania e inclusão social. Estimativa de Publico de aproximadamente 5 mil pessoas por dia, sendo 06 dias de evento.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA O FESTIVAL DA LÍNGUA PORTUGUESA DO PORTO DO RIO promoverá trocas e difusões de informações sobre importantes segmentos da sociedade brasileira e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Ciente de que a cultura de cada povo constitui a força estruturante da sua identidade, formando a consciência coletiva que lhe assegura continuidade histórica, o Festival atuará como fomentador de uma política cultural, educacional, de cidadania e responsabilidade social, que busca a integração das relações sociais entre as múltiplas categorias literárias e o público, declaradamente as camadas da nossa sociedade que não têm acesso fácil à informação e ao conhecimento, promovendo a diversidade e a criação de um novo espaço cultural na Zona Portuária, que incentive a discussão organizada da necessidade de se recuperar a compreensão de que as matrizes históricas da contemporaneidade precisam ser incorporadas ao momento atual da realidade brasileira, disseminando conceitos e valores que venham proporcionar o entendimento dos efeitos gerados pelos fundamentos clássicos de uma cultura predatória, consumista e, meramente, desenvolvimentista. O mês de novembro foi escolhido para pontuar o Dia da Consciência Negra (dia 20), valorizando a cultura dos homens pretos, exaltando Zumbi dos Palmares como um símbolo da liberdade, vindo de encontro ao conceito de que a primeira periferia do Brasil, a região do Porto do Rio, tem grande importância para a realização de um trabalho de integração das comunidades tradicionais criativas da nossa cidade com o centro do seu poder econômico e cultural, contribuindo para a construção de uma cultura de cidadania, da paz e da interculturalidade. O Festival será uma referência na difusão das literaturas dos países das chamadas regiões emergentes do Planeta, nos quais a Língua Portuguesa seja a língua oficial, tendo como instrumento de mobilização sociocultural as comunidades periféricas do Rio de Janeiro, criando a oportunidade de inovação ao incentivar a sustentabilidade da literatura, junto ao público consumidor e formador de opinião, dando visibilidade a novos autores, valorizando a obra consagrada da literatura nacional como identidade cultural genuína do nosso povo, quebrando barreiras, apontando para a afirmação de uma comunicação sem fronteiras, através da leitura, da formação humana e da auto-estima das comunidades de baixa renda escolhidas a cada ano. A presença de escritores nacionais e estrangeiros na Zona Portuária trará para o Rio de Janeiro maior projeção na “mídia”, nacional e internacional, além de incentivar a difusão da literatura em todo o Estado do Rio e de propagar uma transformação produtiva, em rede, obtendo forte impacto diante do público e dos veículos de comunicação. O Festival é destinado a contribuir para o fomento e a sustentabilidade do mercado literário das regiões emergentes no contexto global, constituindo-se num território privilegiado de cidadania para a educação numa perspectiva intercultural, possibilitando a promoção de relacionamentos estratégicos para a afirmação, cada vez maior, da literatura brasileira e da Língua Portuguesa.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O I FESTIVAL DA LÍNGUA PORTUGUESA DO PORTO DO RIO visa a promoção e a difusão de obras literárias, com o conteúdo voltado para o intercâmbio social, artístico e cultural do Brasil e da CPLP, que sustentam a representação da Globalização como um fator de desenvolvimento socioeconômico e de crescimento do mercado da literatura, projetando a Zona Portuária do Rio de Janeiro para o Brasil e o mundo, valorizando a região como sede do Festival, difundindo suas atividades para as comunidades menos favorecidas pela educação, o conhecimento e o acesso aos bens culturais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar o I FESTIVAL DA LÍNGUA PORTUGUESA DO PORTO DO RIO _ em novembro de 2020, no Cais do Valongo, Zona Portuária, com uma Feira Literária e a participação de 52 editoras brasileiras e da CPLP. Promover a produção de painéis, exposições de debates e conversas com autores, críticos, jornalistas, artistas e personalidades. Produzir no evento lançamentos de livros de novos autores. Promover a discussão sobre o intercâmbio que sempre existiu entre a literatura, o cinema e o teatro. Produzir encontros e leituras da poesia contemporânea brasileira e dos países de Língua Portuguesa. Reunir instituições e profissionais que possam integrar eventos voltados à reflexão teórica sobre o desenvolvimento sustentável da literatura brasileira e dos países afins, incentivando políticas que contribuam para o crescimento das suas literaturas. Criar atrações para o público infanto-juvenil. Realizar uma apresentação teatral para o público infanto-juvenil da peça "O Cheiro da Feijoada", de Thomas Bakk, com a atriz Iléa Ferraz, tendo como objetivo a aproximação desse público com o conceito da formação da cultura brasileira. Promover conversas e leituras de autores para os jovens alunos das escolas contempladas durante as últimas semanas preparatórias do evento. Realizar oficinas de redação e narração de histórias para os jovens alunos das escolas contempladas. Realizar apresentações para os moradores das comunidades dos Morros da Providência, Mangueira e São Carlos. Promover um concurso de redação entre os jovens alunos da rede pública das escolas contempladas. Produzir a visita dos alunos das escolas contempladas e das comunidades no evento. Incentivar a aproximação do Brasil com os demais países da CPLP, através da produção e da difusão da literatura. Criar e manter futuramente a ideia e o espaço cultural do Festival vivos, para a utilização da comunidade com a programação de debates culturais, oficinas e workshops, além de uma biblioteca direcionada, dando continuidade às atividades do Festival, abrangência geográfica e virtual, possibilitando a criação de um calendário permanente. OS OBJETIVOS ESPECÍFICOS DETALHADOS SÃO: 1 _ Produção de uma Feira de Livros com 52 stands (3 m x 2.5 m x 2.20 m); 01 tenda pirâmide (20 m x 20 m x 3.60 m = 400 m2); 01 tenda pirâmide (10 m x 10 m x 3.00 m = 100 m2). (Custos relacionados no orçamento com pontos de iluminação, infraestrutura, etc...); 2 _ Produção de painéis de debates e conversas com autores, com 01 tenda pirâmide (20 m x 30 m x 300 m = 600 m2), para as plenárias. (Custos relacionados no orçamento com som, luz e infraestrutura necessária para a realização); 3 _ Encontros de Poesia: utilização da infraestrutura acima; 4 _ Atração para o público infantil. 01 apresentação da Peça O Cheiro da Feijoada, com a atriz Iléa Ferraz, e 01 narração de histórias, com a atriz Bia Bedran. (Custos relacionados no orçamento com a utilização da infraestrutura relacionada acima); 5 _ Conversas dos escritores e leituras em escolas públicas: serão 06 conversas em 05 escolas selecionadas (Custos relacionados no orçamento); 6 _ Oficinas de Redação (08) e narração de histórias (06) em escolas públicas: serão 10 oficinas em 05 escolas selecionadas (Custos relacionados no orçamento); 7 _ Apresentação da peça O Cheiro da Feijoada nas comunidades da Mangueira, São Carlos e Providência. Serão 03 apresentações nas comunidades citadas (Custos relacionados no orçamento); 8 _ Concurso de Redação: prêmio para o primeiro, segundo e terceiro lugar (Custos relacionados no orçamento); 9 _ Visita dos alunos das escolas públicas e dos integrantes de comunidades ao evento do Festival: 01 visita das 05 escolas selecionadas e 01 visita das 03 comunidades contempladas (Custos relacionados no Orçamento); 10 _ Produção de 30.000 jornais (43 x 27 cm, 4 x 4 , papel couché, 14 pgs) com informações sobre todas as atividades do evento e para a sua divulgação junto ao público (Custos relacionados no orçamento); 11 _ Produção de 01 vídeo institucional para a divulgação do evento na internet, nas redes sociais (Custos relacionados no orçamento).

Justificativa

JUSTIFICATIVA A interculturalidade é hoje um dos principais apelos para a construção de uma cultura de intercâmbio sociocultural entre comunidades posicionadas de um modo desigual no que se refere às condições de acesso aos bens de mercado de todas as ordens. Sendo assim, um projeto de intervenção que se pretende dialógico deve estar atento aos argumentos sobre as alternativas presentes no campo da produção nacional e internacional da literatura, da cultura, da educação, do pensamento e das artes. A perspectiva intercultural é o ponto de partida para a realização de um evento literário que promova um grande impacto transformador em nossa cidade, tendo a Zona Portuária como um polo de referência das comunidades periféricas do Rio de Janeiro, reconhecendo o conceito de que "o passado" dessa região contém raízes históricas fortíssimas da identidade brasileira e que essas raízes precisam estar presentes no processo de consolidação da revitalização do Porto do Rio, como elemento de integração e promoção da inclusão social das comunidades menos favorecidas no entorno da região. Uma proposta de revitalização de uma região tão importante, numa cidade cosmopolita como é o Rio de Janeiro, deve incluir o conceito da interculturalidade, deixando evidente a crença nos saberes regionais de cada comunidade e que o centro cultural da cidade deve se relacionar com essas comunidades, através do Festival. Em outras palavras, o I FESTIVAL DA LÍNGUA PORTUGUESA DO PORTO DO RIO pressupõe práticas de polarização das singularidades que se referem às explicações sobre a formação do Brasil e a história das suas identidades socioeconômicas-culturais. O objetivo é a comunhão das diversas manifestações literárias em áreas da identificação brasileira (escolas e comunidades), fomentando a criação de uma "Rede de Solidariedade" entre autores, atores, jornalistas, artistas e personalidades para atender essas áreas, em torno da literatura e da arte. Nosso argumento é de que se forme, com a "novíssima experiência" da revitalização da Zona Portuária, uma identidade cultural de "excelência" no Rio de Janeiro e se inicie um trabalho de integração da cultura brasileira com essas áreas, caracterizado pela influência de um resgate histórico, socioeconômico e cultural, amplo e articulado ao processo de globalização mundial. O que se pretende é a difusão de uma "cultura de gêneros" para incentivar a capacitação e o desenvolvimento de um grupo organizado com a realização do Festival e a reinvenção desse espaço urbano consagrado pela História como patrimônio da Humanidade que é a Zona Portuária do Rio de Janeiro. JUSTIFICATIVA DO INVESTIMENTO O investimento do MINC na realização do I FESTIVAL DA LÍNGUA PORTUGUESA DO PORTO DO RIO será de grande relevância como um conceito pedagógico indispensável e para contribuir com a própria recuperação da cidade, incluindo a cultura e o turismo como atividades econômicas sustentáveis e a compreensão de que a prática das relações sociais no Brasil tem muito que oferecer ao entendimento das dinâmicas que formam o tecido desigual da sociedade brasileira. A expectativa é fazer com que o Rio de Janeiro entenda que ele tem influência total sobre a vida brasileira e outras regiões do mundo. Uma cidade que é formada por várias "encruzilhadas" étnicas e culturais, precisa fazer um inventário permanente sobre si mesma, ou incorrerá no risco de perder a originalidade, dando lugar à violência e à desagregação social. Se o Rio de Janeiro é classificado como uma das Capitais Mundiais da Cultura, os organizadores do Festival pretendem fazer com que a Zona Portuária se volte para a periferia da cidade, acreditando no seu potencial como instrumento de mudança, através da interculturalidade, da arte, do pensamento e da cidadania. As atividades promotoras de "novos sentidos" terão como parte de suas tarefas fomentar uma lógica de solidariedade das relações de todas as organizações envolvidas no "fazer pedagógico" do Festival, dando ênfase ao multiculturalismo que caracteriza a cidade do Rio de Janeiro. E que o Rio seja competente e generoso para pensar e se analisar como uma cidade com a necessidade de uma profunda mudança. Inventariar a literatura brasileira e de outras culturas afins, reconhecendo o Rio como um Grande Porto, uma grande "encruzilhada", nacional e internacional, expondo esse inventário na Zona Portuária, mobilizando a periferia e as suas comunidades, é a grande meta do Festival. Que o Rio, em sua dimensão atlântica, ancore no Cais do seu próprio Porto e traga a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa para ele. Este projeto disseminará os seguintes valores positivos que justificam a sua aprovação: - Projeto que contribui para a valorização da Língua Portuguesa, da literatura brasileira e da CPLP; - Que incentiva a participação do Rio de Janeiro nos principais debates sobre a pluralidade da Língua Portuguesa e da literatura brasileira; - Que incentiva ações que colaboram para o desenvolvimento humano e a formação de uma opinião pública consciente das suas responsabilidades; - Que estimula a difusão da literatura brasileira como instrumento de cidadania. Além de promover a difusão da literatura brasileira no sentido da sua ampliação como um produto de consumo responsável, o projeto I Festival da Língua Portuguesa do Porto do Rio busca a sua interação na sociedade global contribuindo para a construção do desenvolvimento humano e do saber. Este projeto está relacionado com as diretrizes da Lei Federal 8313/91 no que diz respeito ao cumprimento das seguintes finalidades: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.

Estratégia de execução

OUTRAS INFORMAÇÕES: ESTRATÉGIAS DE AÇÃO Para o cumprimento de suas finalidades, o I FESTIVAL DA LÍNGUA PORTUGUESA DO PORTO DO RIO observará os princípios da legalidade, da utilidade pública, da moralidade, da publicidade, da impessoalidade, da economicidade e da eficiência, tendo como principais objetivos e estratégias de ação o seguinte: 1 – Educação e Informação Viabilizar assistência técnica no planejamento, na criação e na implantação da metodologia e do gerenciamento do Festival, realizando, junto à curadoria, o mapeamento necessário da produção da literatura nos países contemplados. Implementar uma metodologia para o desenvolvimento da produção do Festival no sentido da mediação entre editores, autores, acadêmicos, personalidades e os veículos de comunicação, tendo como base o entendimento da literatura como objeto cultural e de intercâmbio estratégico. Incentivar a Literatura como conteúdo de um espaço privilegiado para a transmissão do conhecimento enquanto formação social. Buscar uma aproximação com o tema da interculturalidade e seus sub-temas. 2 – Comunicação Social Promover a literatura de Língua Portuguesa, brasileira e da CPLP como instrumento de uma Globalização Humanizadora e de uma imagem positiva para os países que a tem na formação da sua cultura como traço fundamental. Difundir as vidas e as obras dos autores contemplados pelo Festival. Utilizar estratégias de comunicação no sentido da difusão de um exercício de reparação social, com as atividades do Festival, através da mobilização de escolas e comunidades, matérias e programas que estimulem o desenvolvimento de uma cultura participativa e solidária. A divulgação do Festival será desenvolvida por profissionais de notória competência, contratados para a realização de uma ampla cobertura pela imprensa, tornando o evento conhecido nas diversas faixas de público para atingir seus objetivos. 3 – Intercâmbio e Mobilização Social Agenciar parcerias com empresas, organizações não-governamentais, o poder público e agências nacionais e internacionais, no sentido de facilitar a atuação articulada para ações sociais locais. Promover o intercâmbio entre universidades, instituições acadêmicas e comunidades, de modo a permitir uma conexão entre o conhecimento produzido pelo Festival e a aplicação desse conhecimento na produção artístico-cultural, que vise ações de inclusão social para a comunidade e estudantes. 4 – Metas Incentivar a participação do Rio de Janeiro nos principais debates sobre a pluralidade da sociedade mundial, num esforço amplo pela construção de alternativas que promovam o desenvolvimento da literatura nas regiões contempladas pelo Festival. Contribuir para a reconstrução de um movimento de solidariedade em prol da CPLP, a qual o Festival se compromete a dar visibilidade, bem como os seus blocos de identificação, procurando associar-se aos esforços governamentais e da sociedade civil, com o propósito da cooperação para que essas regiões reforcem sua dimensão cultural. 5 – Realização O I FESTIVAL DA LÍNGUA PORTUGUESA DO PORTO DO RIO envolve a colaboração e a parceria das Embaixadas em Brasília, da UFF, da UFRJ, do Ministério da Cidadania e da SEC-RJ, da Prefeitura do Rio de Janeiro, da ABL, da UCCLA, do Sindicato das Editoras de Livros, além de empresários, embaixadores, intelectuais e artistas internacionais. 6 – Infraestrutura A Zona Portuária do Rio de Janeiro será a sede do Festival, não só por ter se tornado uma região emblemática para o desenvolvimento da cidade, por causa da sua recente revitalização, mas, também, porque contém raízes históricas fortíssimas da identidade brasileira. A região conta com uma excepcional infraestrutura patrimonial, hoteleira, de restaurantes e ainda de espaços culturais consagrados pela revitalização do Porto Maravilha, como o Museu do Amanhã e o Museu de Arte do Rio. 8 – Convidados e Participantes O I FESTIVAL DA LÍNGUA PORTUGUESA DO PORTO DO RIO será composto por editores, escritores, poetas, artistas, jornalistas e personalidades brasileiras e estrangeiras.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS · Durante a semana preparatória, a produção realizará nas escolas públicas selecionadas uma série de oficinas de redação e narração de histórias, além de apresentações da peça “O Cheiro da Feijoada”, de Thomas Bakk, com a atriz Iléa Ferraz. (ver programação). · Uma Feira literária com a participação de 52 editoras brasileiras e da CPLP. (ver a infra estrutura nos objetivos específicos). · Uma série de palestras, debates e encontros literários com os autotes e convidados (ver programação). Serão produzidos : - 50.000 JORNAIS (47x23 cm, 10 págs., 4x4, papel couché); - 2.000 CARTAZES INTERNOS (90x60 cm, 4x4, papel couché); - 360 CARTAZES EXTERNOS (MENSAL); - 100.000 FILIPETAS (14x8 cm, 4x4, frente e verso, papel couché); - 5.000 FOLDERS INSTITUCIONAIS; - 1.000 CAMISETAS; - 150 CHAMADAS DE RÁDIO; - 03 ANÚNCIOS EM MÍDIA IMPRESSA (RIO/SHOW/O GLOBO); - 01 BALÃO BLIMP; - 80 BANNERS (60x90 cm, 4x4);

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE: A acessibilidade do evento é livre no Cais do Valongo. Escolhemos o local justamente por sua facilidade de acesso a todos os tipos de pessoas. Com a revitalização urbana desta região, toda a praça tem guias táteis e rampas para o acesso sem dificuldades de pessoas especiais. Além disso, estarão disponíveis pela produção do evento banheiros químicos que melhor atendam este público. O evento é um festival literário ao ar livre o que possibilita a integração com a maioria das pessoas especiais. Em relação às leituras de textos para o público deficiente e/ou às conversas com os autores e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra, está sendo incluso na planilha orçamentária conforme as exigências da Lei 13.146; Os organizadores promoverão a ida de deficientes físicos e visuais no dia do lançamento do Festival oferecendo transporte a um grupo e um assistente de produção disponível a recebê-los e acomodá-los confortavelmente no espaço da cerimônia do lançamento em local privilegiado próximo ao palco, fazendo com eles tenham também acesso fácil aos banheiros nos locais das reuniões, além de também disponibilizar um ator-educador para descrever em detalhes tudo o que estará acontecendo não só no momento do lançamento mas como em todas as palestras e reuniões do dia, fazendo com que o grupo possa ter uma compreensão clara e objetiva das atividades do Festival.

Democratização do acesso

SOBRE À MEDIDA À DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO (Art. 21, IN no- 02/2019): O proponente optará pela adoção das seguintes medidas de ampliação de acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos no dia do lançamento do Festival (dia 20/11); (VER PLANILHA DE CUSTO - ALUGUEL DE VANS); IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; 1 - PRODUTO: TEXTO TEATRAL - APRESENTAÇÃO O CHEIRO DA FEIJOADA (AS AÇÕES CULTURAIS PARA O PÚBLICO INFANTIL OU INFANTOJUVENIL JÁ ESTÃO DESCRITAS NO PROJETO. SERÃO REALIZADAS 03 APRESENTAÇÕES DA PEÇA O CHEIRO DA FEIJOADA NAS COMUNIDADES DO MORRO DA PROVIDÊNCIA, MANGUEIRA E SÃO CARLOS, E UMA NO LOCAL DO FESTIVAL). (VER PROGRAMAÇÃO E PLANILHA DE CUSTO). 2 CONTRAPARTIDAS: O ACESSO DAS CONTRAPARTIDAS SERÁ DIRETO EM 05 ESCOLAS PÚBLICAS JÁ RELACIONADAS 3 - FEIRA DE LIVROS TAMBÉM JÁ FOI CITADO A DISPONIBILIZAÇÃO DE TRANSPORTE PARA OS ALUNOS DA REDE PÚBLICA DAS ESCOLAS RELACIONADAS 4 - FESTIVAL/MOSTRAS SERÃO DISPONIBILIZADOS OS TRANSPORTES PARA OS ALUNOS DAS ESCOLAS SELECIONADAS (VER PLANILHA DE CUSTOS - ALUGUEL DE ÔNIBUS). DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO: A ideia é realizar, no Cais do Valongo, uma feira literária com várias atividades de debates, painéis e conversas com os escritores. Os debates, os painéis e as conversas serão gratuitos para o público em geral e os alunos da rede pública de ensino do entorno da Zona Portuária. Como produto social do evento, serão produzidas uma série de atividades paralelas como conversas dos escritores com os alunos da rede pública da região, uma oficina de redação nas escolas e apresentações da peça “O Cheiro da Feijoada”, com a atriz Iléa Ferraz. O acesso à todas as atividades será livre e gratuito a todas as faixas etárias. A ideia é levar a literatura brasileira ao público consumidor de cultura, favorecendo camadas menos escolarizadas, comunidades e jovens alunos da rede pública de ensino, a terem uma maior aproximação com a brasileira e de Língua Portuguesa, integrando-as, no espaço físico dos eventos, com o público formador de opinião. Os organizadores do projeto oferecerão transporte gratuito aos estudantes das escolas e comunidades selecionadas, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; além de realizar, gratuitamente, atividades paralelas nas escolas e comunidades. Sendo assim, a democratização de acesso será promovida com a visita no local do lançamento do Festival dos alunos inscritos nas escolas selecionadas nas ações preparatórias (ver programação). AÇÕES FORMATIVAS CULTURAIS O INSTITUTO SOLIDARIEDADE E CULTURA, PROPONENTE, REALIZARÁ UMA SÉRIE DE AÇÕES FORMATIVAS SOBRE A LITERATURA BRASILEIRA E SOBRE A REALIZAÇÃO DO PROJETO, PARA OS PROFESSORES E ALUNOS DAS SEGUINTES ESCOLAS PÚBLICAS: 1 - Escola Padre Dr. Francisco Motta (Saúde); 2 - Escola Municipal Francisco Benjamim Gallot (Santo Cristo); 3 – Colégio Estadual Reverendo Hugh Clarence Tucker (Gamboa); 4 – Colégio Pedro II (Centro); 5 - Escola Municipal Vicente Licínio Cardoso (Saúde); As escolas selecionadas também fazem parte do roteiro das contrapartidas sócias durante a semana preparatória do Festival. UTILIDADE PÚBLICA O Festival da Lingua Portuguesa do Porto do Rio também é destinado a difundir a sustentabilidade da cultura brasileira, mais especificamente do ponto de vista do Rio de Janeiro e, mais ainda, do Porto do Rio, ampliando o seu olhar para uma ótica global, através do conceito de que o passado dessa região contém raízes históricas fortíssimas da identidade brasileira, ressaltando que elas são muito mais flagrantes na evolução da nossa sociedade e do nosso comportamento do que quaisquer outras. Desta forma, o Festival será um incentivador da reflexão sobre a economia da cultura, da inclusão social, do empreendedorismo cultural, dos direitos humanos, da cidadania comunitária e de projetos que viabilizam práticas socialmente responsáveis e estimulam a construção de uma qualidade de vida melhor, mais justa e sustentável. A justificativa dessa iniciativa estende-se para a necessidade de ampliar a discussão de se criarem novas infraestruturas e espaços para a produção e difusão de bens culturais e sociais que atendam as comunidades e as escolas públicas em torno da Zona Portuária da cidade do Rio de Janeiro, e áreas adjacentes, incentivando a capacitação dos jovens da rede de ensino na arte da pesquisa integrada (ciências sociais e economia da cultura) para uma aprendizagem orientada e diferenciada sobre a realidade brasileira. Com a realização do Festival, os seus organizadores têm a intenção de contribuir para a inovação de concepções e métodos de ensino e aprendizagem, no sentido de interferir para que os jovens alunos da cidade trabalhem e desenvolvam ideias e conceitos sobre a formação da cultura brasileira, possibilitando o conhecimento mais aprofundado do Brasil e da inserção do nosso país no contexto mundial, através da história da cultura, do cinema brasileiro e das demais expressões artísticas. Alem do Festival, o projeto realizará 02 oficinas gratuitas com o objetivo de democratizar o acesso ao público e à comunidade mais apresentacoes nas comunidades onde serao realizadas as oficinas: 1 – Festival (5 dias), 2 – Conversas e leituras nas escolas (10 conversas), 3 – Oficinas de Redação e Narração de Histórias (10 oficinas) e 4 – Apresentações em Comunidades. A escolha dos beneficiários terá o critério de convite às instituições correspondentes a esse público.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA: O PROPONENTE, INSTITUTO SOLIDARIEDADE E CULTURA, SERÁ O ÚNICO GESTOR DA PRODUÇÃO DO PROJETO, DESDE A SUA ELABORAÇÃO, ARREGIMENTAÇÃO DA EQUIPE (FICHA TÉCNICA), PRODUÇÃO EXECUTIVA DAS AÇÕES, CAMPANHA DE DIVULGAÇÃO E A ADMINISTRAÇÃO, INCLUINDO-SE A PRESTAÇÃO DE CONTAS. Produção e Elaboração – Instituto Solidariedade e Cultura Montagem e Infraestrutura – Matrix Produções e Eventos Letra Capital Editora – Produção de Conteúdo Presidente de Honra – Evanildo Bechara Direção Artística – Paulo Lins Curadoria Nacional – Alberto Mussa Curadoria Internacional – Carmen Lúcia Tindó Curadoria de Poesia – Luiz Carlos do Rego Lima Produção Executiva – Renato Casimiro Produção Administrativa – Roberto Nogueira Coordenação Geral – Maurício Nolasco CURRÍCULOS: INSTITUTO SOLIDARIEDADE E CULTURA – ISC Responsável pela produção do projeto Escola de Percussão Batucadas Brasileiras, patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, com 09 anos consecutivos de execução. Durante esse tempo o realizou vários espetáculos: Sala Cecília Meireles (2006), João Caetano (2007), PercPan Fundição Progresso (2008), Rival (2009), Festival do Café (2010), FestFavela (2010), Espaço Cultural Cordão do Bola Preta (2012), Crescer e Viver (2013), Circo Voador (2015), entre outros. LETRA CAPITAL EDITORA Há mais de 20 anos editando conhecimento, a Letra Capital foi criada em 1996, tendo 750 livros editados. De lá para cá, realizou vários lançamentos nas livrarias da cidade. A Editora considera a difusão do livro uma etapa importante para a sua afirmação no mercado, por isso está empenhada na realização do I Festival de Língua Portuguesa do Porto do Rio, em parceria com o ISC e a Matrix Produções e Eventos. MATRIX PRODUÇÕES E EVENTOS A Matrix é uma empresa especializada em produção de shows, feiras, congressos, exposições e eventos de todo porte, englobando a prestação na realização de eventos corporativos. Petrobras, Eletrobrás, Claro, Microsoft, Rede Globo e Vivo são algumas das empresas que a Matrix tem no currículo de suas atividades. Oferece toda infraestrutura (som, luz, palcos, estandes, tendas, etc..), sempre levando em consideração a segurança exigida para a produção das suas realizações. Evanildo Cavalcante Bechara Presidente de Honra (Recife, 26 de fevereiro de 1928) é um professor, gramático e filósofo brasileiro. É membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e doutor honoris causa pela Universidade de Coimbra. Professor Titular e Emérito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), além de titular da cadeira nº 16 da Academia Brasileira de Filologia e da cadeira 33 da Academia Brasileira de Letras. É autor de várias das principais gramáticas da língua portuguesa destinadas tanto ao público leigo quanto a profissionais da área: Moderna Gramática Portuguesa (37.ª edição, Rio de Janeiro : Editora Lucerna, 1999); Gramática Escolar da Língua Portuguesa (1.ª edição, Rio de Janeiro : Editora Lucerna, 2001); Lições de Português pela Análise Sintática (18.ª edição, Rio de Janeiro : Editora Lucerna, 2004). É ainda editor da revista Confluência, dedicada a temas linguísticos, editada pelo Liceu Literário Português. Paulo Lins Direção Artística Paulo Cesar de Souza Lins (Rio de Janeiro RJ 1958). Romancista, roteirista e poeta. Morador da favela carioca Cidade de Deus, estabelece, na juventude, profundo contato com a música, sobretudo com o samba. Nos anos 1980, ingressa no curso de letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e começa a escrever poesia, integrando, no mesmo período, o grupo Cooperativa de Poetas. Em 1986 publica seu primeiro livro de poemas, Sobre o Sol, fortemente influenciado pela poesia concreta. Ainda durante a graduação, passa a trabalhar como assistente da antropóloga Alba Zaluar, cujo doutorado se debruça sobre a criminalidade em Cidade de Deus. Incentivado pela pesquisadora, inicia a longa elaboração do romance Cidade de Deus, publicado em 1997. Em 2002, o livro é transposto para o cinema por Fernando Meirelles (1955) e Kátia Lund (1966), recebendo indicações para o Globo de Ouro e Oscar. Após o enorme êxito de Cidade de Deus, Lins torna-se roteirista de alguns episódios do seriado Cidade dos Homens, veiculado pela TV Globo. Recebe o prêmio de melhor roteiro da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) por seu trabalho em Quase Dois Irmãos, dirigido por Lúcia Murat (1949). Alberto Mussa Curadoria Nacional Nasceu no Rio de Janeiro, em 1961. Depois de estudar matemática, formou-se em Letras pela UFRJ, tornando-se mestre em linguística com a dissertação O papel das línguas africanas na história do português do Brasil. Sua ficção abarca o conto e o romance, com destaque para o “Compêndio Mítico do Rio de Janeiro”, série de cinco novelas policiais, uma para cada século da história carioca. Recriou a mitologia dos antigos tupinambás; traduziu a poesia árabe pré-islâmica; e escreveu, com Luiz Antônio Simas, uma história do samba de enredo. Premiada no Brasil e no exterior, sua obra está hoje publicada em 17 países e 15 idiomas. Carmen Lúcia Tindó Curadoria Internacional É docente da UFRJ desde 1993. É Professora Titular de Literaturas Africanas da UFRJ (desde19/03/2015). É pesquisadora colaboradora da Universidade de Lisboa, pesquisadora PQ - nível 1 C do CNPq, Cientista do nosso Estado - FAPERJ, consultora ad hoc do CNPq, CAPES, FAPERJ, FAPESP. É Membro da Comissão de Honra da Fundação Fernando Leite Couto em Moçambique desde 2015. É membro correspondente da Academia Angolana de Letras, a convite de seu Presidente, o escritor Boaventura Cardoso, desde 15/09/2017.Possui graduação em Português-Literaturas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1970), mestrado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1976), doutorado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992) e Pós-Doutorado pela Universidade Federal Fluminense, com estágio na Universidade Politécnica de Moçambique (2009-2010). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, atuando principalmente nos seguintes temas: cinema, literatura e afeto, correspondência entre artes (literatura e pintura; ficção e cinema), literaturas africanas de língua portuguesa (cinema e ficção de Moçambique e Guiné-Bissau). ORCID: 0000-0002-6649-2971 Luiz Carlos do Rego Lima Curadoria de Poesia (Rio de Janeiro, 4 de setembro de 1945), é um poeta, tradutor, ensaísta e articulista brasileiro. Também é professor de Introdução à Cultura Brasileira e Literatura Brasileira do Instituto de Letras da UERJ. Carlos Lima é um dos poetas da chamada Geração de 70 da poesia brasileira. Foi editorde 1978 a 1986 de Alguma Poesia, junto com Moacyr Félix e Márcio Schiavo. Vieram à luz dois números no formato de revista e três no formato de jornal. O objetivo foi divulgar a poesia brasileira e também alguns nomes da poesia latino-americana. Houve até uma antologia da poesia cubana, como também de poetas europeus, entre os quais, Dylan Thomas, Pier Paolo Pasolini e Cesare Pavese. Foram ainda publicadas traduções dos poemas de Friedrich Hölderlin e Novalis. Foi o pioneiro na gravação de mais de trinta poetas, entre os quais, Afonso Henriques Neto, Ana Cristina César, Angela Melim, Armando Freitas Filho, Ivan Junqueira, Lélia Coelho Frota, Octávio Mora, Olga Savary, Ronaldo Periassu, entre outros. Graças a essa preciosa iniciativa, João Moreira Salles pôde utilizar a gravação dos poemas de Ana Cristina César para o filme Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem, o único registro que havia com a sua voz. Destacado quadro da universidade carioca, Carlos Lima é responsável por vários encontros destinados à discussão do fazer poético naquele espaço universitário. Organizou, juntamente com os poetas Angela Melim e Renato Casimiro, a antologia Os Arcos e a Lira (Oficina de Poesia Mário Faustino, Letras / UERJ, 1998). Com o livro Anatomia da melancolia ganhou o prêmio de poesia Revelação-1982 da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). O autor lançou a 13 de outubro de 2008 seu novo livro Genealogia da Dialética da Utopia. Renato César Ribeiro Casimiro Lopes Produção executiva Doutor em Literatura Brasileira pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2013), com a tese Machado de Assis e o pugilato das ideias (1858 - 1878). Mestre em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2006), com a dissertação ?Graves ou Frívolos: leitores e leituras na periferia do capitalismo?. Na sua trajetória de trabalho dedica-se, no campo investigativo a pesquisas em torno das crônicas produzidas por Machado de Assis e o processo de formação intelectual do autor; e também a pesquisas sobre periódicos literários e o processo de produção, de circulação e de recepção da escrita impressa no Brasil. Pesquisador visitante da Fundação Biblioteca Nacional em 2012/13 e 2016/17, desenvolvendo estudos sobre a imprensa literária do Rio de Janeiro no século XIX. Atuou como coordenador de publicações da Editora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro de 1994-2014. No campo técnico, atua na Casa de Leitura Dirce Cortes Riedel da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, desde a sua criação (2013), como coordenador do Núcleo de Promoção do Livro e da Leitura. Roberto Nogueira Direção de produção O empresário Roberto Nogueira trabalhou vários anos com grandes produtores musicais, principalmente na BMG Gravadora. Proprietário da Matrix Produções e Eventos, torna-se parceiro do projeto com a produção de todo o equipamento de infraestrutura de motagem. Clientes Matrix: Rede Globo, Petrobras, Eletrobrás, Claro, Mocrosoft, e outras. Maurício Nolasco Coordenação geral O jornalista Maurício Nolasco iniciou suas atividades profissionais em 1979. Trabalhou no Departamento de Comunicação Social da Sociedade Civil de Planejamento Familiar no Brasil e em algumas redações do Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora). Foi Editor de Economia da Tribuna da Imprensa de 94 a 96. É escritor e produtor cultural. Coordenador Geral do Instituto Solidariedade e Cultura. Tem uma experiência acumulada em coordenação de projetos sociais, produção de eventos e direção de espetáculos. É responsável pela Comunicação Institucional e o Planejamento das Atividades Estratégicas da Instituição.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.