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PRONAC 192513Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Livro A GLORIA DE MINHA MÃE - LA GLOIRE DE MA MÈRE

IVAN DA SILVA POLI
Solicitado
R$ 110,6 mil
Aprovado
R$ 110,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Literário
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-02
Término
2021-01-04
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O livro em questão é um diálogo com a obra clássica de um dos maiores autores franceses da era moderna " Marcel Pagnol " em seu clássico " Le Chateau de ma Mère " e vem confrontar a partir da narrativa da biografia da mãe do autor Ivan da Silva Poli a visão patriarcal de Pagnol construindo mundos interiores baseados na Literatra Oral Africana se consolidando como um novo gênero literário chamado Romance-Oriki que é presente e faz do autor um dos mais importantes do Renascimento Latino Americano do século XXI. Ao contrário de Pagnol e a submissão feminina do século XX no seu início a partir da figura da mãe européia de Pagnol , Ivan Poli fala do empoderamento feminino do século XXI a partir das experiências de sua própria mãe negra e latino americana no Brasil.

Sinopse

Minha inquietação com a temática deste livro começa quando entrei em contato no curso de Literatura Francesa em minha juventude com a obra de Marcel Pagnol, um dos grandes escritores franceses do século XX. Dentre todos os seus clássicos existem dois autobiográficos que me chamam a atenção e que viraram filmes inclusive nos quais ele conta as suas impressões de sua imagem materna e paterna ( Le Chateau de ma Mère – O Castelo de minha mãe ; e La Gloire de mon père – A Glória de meu pai ). Pagnol destaca em seu “ Chateau de ma Mère “ na sua figura materna toda delicadeza e suposta fragilidade da alma feminina vivida pela dona de casa que foi sua mãe em uma França ( Provence ) das primeiras décadas do século XX. Já no seu “ Gloire de mon Père “ destaca a coragem e suposta bravura da alma masculina através de sua figura paterna vivida por um professor do ensino Fundamental nesta mesma França deste início de século XX descrevendo Menção Honrosa que seu pai recebera do governo francês por sua atuação profissional. Vivi em minha vida uma situação inversa, assim como muitos de nossa geração de final de século XX e início de século XXI, fruto da liberação da mulher e dos costumes. Contudo no caso da força e coragem de minha mãe, isso vem de nossa origem negra, de nossas heroínas guerreiras africanas desde a noite dos tempos de onde surgiu o mito de nossas Ayabás, sobretudo Yansã ( Iya Mesan – Mãe dos Nove Filhos, Nove Luas, Nove Noites ) da tradição yorubá de meus ancestrais assim como grande parte de meus compatriotas brasileiros. Por grande parte de minha infância e adolescência minha mãe desempenhou o papel de chefe de família, assim como atualmente ocorre com 40% das famílias brasileiras, país onde o mito das heroínas africanas, tal qual Yansã, é vivo em nosso imaginário independente de nossas religiões. Mito este que inspira comportamentos de nossas mulheres brasileiras chefes de família, bem diferentes do arquétipo da mulher frágil e submissa vivida pela mãe de Pagnol na Europa do final do século XIX e início do século XX. Portanto focalizo neste romance como “ Glória de minha Mãe” ao espelho da Glória do Pai de Pagnol pelo prêmio ganho como professor pelo Estado , que na verdade foi a chefe de minha família e à diferença do pai de Pagnol que pode estudar até o nível superior, mal chegou a terminar o terceiro ano primário,pelas dificuldades de sua família. Mulher que se educou muito mais pelo exemplo de outras mulheres negras guerreiras, como minha avó e minha tia avó igualmente inspiradas nos arquétipos das guerreiras africanas como Yansã, criaram suas famílias. O ápice desta glória de minha mãe residirá no fato de, apesar de sua baixa escolaridade, ter sido proprietária de um comércio que nos proveu a subsistência quando morávamos na Bahia e que o ofereceu em honra a Yansã justamente na cidade de Salvador, onde este mito faz com que o numero de mulheres chefes de família seja superior a 40% da média Nacional. Educada mais pelos arquétipos dos mitos das guerreiras africanas como Yansã, do que pelos estabelecimentos de ensino de nosso país, Odette é um símbolo dos arquétipos formados pela função pedagógica dos mitos africanos( no caso na figura de suas heroínas guerreiras) que nos civilizaram e tornaram uma Nação de fato, mesmo que nossa academia e narrativa históricas oficiais não reconheçam nossa real história que está impressa também na trajetória de todas nossas heroínas guerreiras africanas vividas em seus arquétipos por nossas ancestrais, independentemente de suas religiões. Lógica da Literatura Oral Africana Yorubá, texto feito de imagens e sensações. Inauguro nestas obras um gênero em prosa e as vezes em versos que tenta se aproximar da literatura Oral Africana Yorubá, com capítulos curtos e mesmo relâmpagos que evocam imagens e sensações aos leitores assim como fazem os griots e arokins na narrativa genealógica dos Orikis e textos orais de genealogia. Mais informações detalhadas sobre o assunto estão no meu livro “ Antropologia dos Orixás” no primeiro capitulo “ O que são Orikis”. Este texto imagético e que traz sensações deve ser lido assim com as literaturas orais da África Ocidental tal como os Orikis Yourbá e Mlem Mlem fon que passam do som diretamente para a formação de uma imagem e a apreensão das sensações que justapostas conferem significados novos ao conjunto. Na Literatura Oral da África Ocidental, os textos , assim como tudo segue a dinâmica do duplo que se baseia na lógica do ser criador andrógino em sua origem, formador de toda criação e na própria origem da criação a partir do verbo deste ser Criador andrógino que expressa ao mesmo tempo luz e sombras, ordem e desordem , masculino e feminino e na interpretação dos textos orais as dimensões do objetivo e do subjetivo. Ao contrário da visão linear e cartesiana na qual Pagnol e os autores europeus em geral formam suas imagens em seus detalhes que passam pela leitura de um significante e um significado próprio das literaturas de línguas escritas que pela lógica linear e cartesiana se encerram em si mesmas e ou se definem como visões subjetivas ou objetivas somente, mas não as duas ao mesmo tempo, a visão dialética das literaturas orais africanas ocidentais presentes em gêneros como o Oriki comportam uma dimensão objetiva e comum a todos que entram em contato com as imagens e sensações do texto passando do som direto para estas imagens e sensações e uma visão subjetiva da identificação de cada um com aquelas imagens e sensações que se formam em seu imaginário, sendo que o registro histórico da oralidade africana ocidental se dá nos dois universos, o subjetivo e o objetivo, ao contrário da visão linear e cartesiana européia presente na literatura de Pagnol que ou se define como uma ou como outra e passa pelos significados escritos obrigatoriamente e não somente imagéticos e de sensações a partir dos sons que se formam. Fazer imagens e sentir as sensações a partir dos sons das palavras e capítulos destes livros é o que proponho nestes textos para que a partir da justaposição destas imagens e sentidos se forme sua interpretação ao mesmo tempo subjetiva e objetiva geral do que esta obra lhe traz como mensagens e significados. A razão de capítulos relâmpago e curtos se dá neste sentido de formar este Texto Imagem sensação com valor particular ( subjetivo ) e geral ( Objetivo) de uma registro de vida tal qual se faz nos Orikis Yorubás. Sentir o contraste e desafiar esta visão linear e cartesiana da cultura Ocidental eurocêntrica e das diversas branquitudes que nos moldam nesta forma em nossas academias a nós afro-descendentes impedindo que vejamos o mundo a partir desta amplitude de infinitas oportunidades de interpretação que mantém sua base tradicional e ressignifica infinitos padrões culturais como o novo nesta visão do duplo, assim como o objetivo e subjetivo e que conhecemos em nossa cultura brasileira na formação do Candomblé e da Umbanda que seguem estas dinâmicas sociais africanas, ao contrário das visões eurocêntricas que segundo o preconceito hegeliano coloca esta característica de não negar o diverso, mas sim acolhê-lo a partir de minha identidade como sinal de inferioridade cultural , é ao que desejo sensibilizá-los com estes gêneros inspirados nas literaturas orais da África Ocidental tal como o Oriki em sua formação de imagens e sensações. Na verdade pois em um país de 90% de afrodescendentes, Hegel deve ser o Bárbaro e não nossos ancestrais negros, sua literatura oral , suas dinâmicas sociais e sua visão de mundo que nossa academia colonizada ignora e despreza em nome da visão limitada eurocêntrica do linear e cartesiano que se encerra nasce cresce e morre em si mesma. ECARTES DESCARTES ( Descarte Descartes ) Ivan Poli – Osunfemi Elebuibon – São Paulo 2018

Objetivos

Objetivo Geral - Apresentar ao meio acadêmico e artístico brasileiro uma obra de um novo gênero Literário. Objetivo Específico - Serão oferecidos 3000 livros entre oferta e venda a população ( dentro das normas do Programa ) e um workshop/ oficina sobre gênero do livro em questão para público ( professores e estudantes ) de rede pública de ensino superior e ensinos médio e fundamental.

Justificativa

O projeto se enquadra nos incisos I,III,V, VII,VIII e IX do artigo 1o da lei 8313/91 assim como atinge os objetivos dos incisos I a) e II b) do artigo 3o da mesma lei.

Estratégia de execução

O autor do livro é um ativista dos Direitos Humanos e Colaborou com pesquisas na área da Educação e Relações Raciais com o governo Federal de 2004 a 2016 voluntariamente chegando até mesmo a se infiltrar entre a população de rua na Bahia em 2004 e 2012 para confeccionar relatórios que visavam beneficiar estas populações em situação de vulnerabilidade. Trabalhos na Área dos Direitos Humanos , cultura, relações exteriores e Educação reconhecidos internacionalmente por vários paises por autoridades de alto nível

Especificação técnica

Livro de 110 páginas 14X21 ( Romance Oriki - Novo Gênero Literário )

Acessibilidade

Produto : Livro Deficientes Visuais - o livro terá sua versão em audiobook Palestra ( Contrapartida Social) Deficientes Visuais - A palestra e oficina da Contrapartida Social será realizada em local que obedeça aos critérios de acessibilidade

Democratização do acesso

Produto - Palestra ( Contrapartida Social ) Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN no 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos : III - Disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prezuízo do disposto no parágrafo 2 do artigo 22 Fora isso a palestra será gratuita ao público. A palestra e workshop de apresentação será gratuito

Ficha técnica

O Proponente é autor do livro e resposável pelo processo decisório do Projeto e receberá os valores dos Direitos Autorais e da Oficina/Workshop da Contrapartida Social . O proponente também é o único responsável pela gestão administrativa e técnico financeira de todo projeto . Autor do Livro : Ivan da Silva Poli Unico Autor Brasileiro do Renascimento Africano reconhecido por autoridades tradicionais, politicas e acadêmicas em diversos países africanos, Autor dos demais Renascimentos do Sul ( Hindu, Chinês, Oriente Médio , Sudeste Asiático , Russo , Latinoamericano ) Mestre em Linguagem e Educação na Universidade de São Paulo,trabalha com os seguintes temas :Mitos Africanos na Educação, Filosofia da Educação no Oriente, Sistemas Educacionais no Oriente e Africa, Relações Mestre Discípulo no Oriente e Africa, Historia da Educação e Sociologia da Educação no Oriente e na Africa , sobretudo na India, Lei 10639/03 (Cultura Africana e Afro-Brasileira na Educação ) seu tema de pesquisa no Mestrado) , Metodologias de Letramento a partir de gêneros da oralidade africana na alfabetização de jovens e adultos. Tem vivências e experiencias em instituições religiosas e educacionais em 22 países em 5 continentes que visitou durante 9 anos ( tema de uma de suas obras ). Trabalho Acadêmico Reconhecido por diversas autoridades de Alto Nível na Europa ( França ) , Africa( Nigéria e Benim) , Ásia ( India ) e América Latina ( Brasil e Argentina )

Providência

PROJETO ARQUIVADO.