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PRONAC 192514Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Domingo, um dia de Circo

COOPERATIVA DE TRABALHO NACIONAL DE PROFISSIONAIS AUTONOMOS DE CONSULTORIA E GESTAO DE ATIVIDADES ARTISTICAS, SOCIOCULTURAIS E EDUCATIVAS
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-09-25
Término

Resumo

"Um Sonho Circense" é um espetáculo circense temático com a duração de 120 minutos, criado seguindo a linha do circo moderno, com a ausência do clássico locutor, desenvolvendo assim uma narrativa fluida onde a estória gira em torno de um personagem central, um garoto de oito anos, sem casa e sem família, acostumado a dormir nas calçadas de grande centro. Ao adormecer, recebe a visita de uma fadinha mágica que ao tocá-lo com sua varinha, o transporta para o maravilhoso mudo do circo, onde ele participará, ora com espectador, ora como integrante do espetáculo dividindo opalco com os artistas do circo.

Sinopse

Sinopse da obra O espetáculo se inicia em blackout, um som de buzinas ao longe é ouvido, ao fundo do picadeiro começa a surgir em uma grande tela uma imagem de uma rua em ponto de fuga, no centro da tela, esta anoitecendo, os postes de luz criam focos na rua, as luzes da cidade estão ao fundo. Percebe-se que ao centro da rua vazia, caminha uma pessoa que ao passa em que se aproxima, dá-se a impressão de ser uma criança com algo nos ombros. Ao se aproximar-se ela vai para calçada e desaparece no breu. Quando retorna, não mais está na tela, mas agora volta à rua que continua no picadeiro e agora vesse um menino que atravessa a rua e vai para a calçada do outro lado e ao chegar ao lado de um banco que está no foco do da luz do poste, tira dos ombros um caixa de engraxate, a coloca no chão, retira de dentro folhas de jornal e um cachorro de pelúcia bem velhinho. Abraça o cachorro, o coloca de volta na caixa, se ajeita no chão, se cobre com o jornal e adormece. No alto da lona, surge uma fada toda iluminada e flutuando desse até o chão. Ao se aproximar do garoto ela saltitante o observa por alguns instantes e em seguida faz o gesto aguardado de uma fadinha, com a sua varinha mágica ela transforma o ambiente no maravilhoso mundo do circo. O garoto acorda e da grande cortina vermelha surge o palhaço vestindo uma roupa toda colorida e vem recepcioná-lo. O palhaço dá à mão para o garoto e leva para dentro da cortina. Em seguida entra correndo no picadeiro os malabaristas, jogando as suas claves e atrás o garoto eufórico, não acreditando no que vê e assim, sucessivamente os outros números vão se apresentando para o garoto e para o público, ora o garoto está atento à apresentação, ora ele participa em algum momento. A segunda vez que o palhaço entra ele é acompanhado de outro palhaço, mas esse está vestindo roupa escura e visivelmente é de mal com a vida. Quando ele para no picadeiro e a reação do público é hostil pelo seu comportamento, o outro palhaço tira a atenção do público fazendo, eles rirem e isso causa inveja no outro palhaço. Ao tentar ir embora ele tropeça e cai em seguida à reação de todos é o riso e nisso desperta nesse palhaço a vontade de continuar a fazer o público rir, ele sem se expressar verbalmente, pede para que o colega o ensine a fazer rir. Os palhaços, intercalando com outros números, entram quatro vezes no picadeiro e conforme o palhaço mal-humorado vai retornando e conseguindo fazer o público rir, sua roupa vai ficando mais colorida.

Objetivos

Objetivos Gerais O principal objetivo do projeto é revitalizar e resgatar a imagem e a credibilidade do circo brasileiro, oferecendo ao público um espetáculo circense performático de alto nível técnico e artístico, através da criação de um espaço cênico muito bem iluminado acompanhado de um sistema de som de alta qualidade, associado tecnologia da imagem em projeção em um telão de alta resolução, peça fundamental para a construção da narrativa do espetáculo, onde terá um grande elenco de artístico circenses, que apresentarão seus números clássicos, mas agora adaptados a uma moderna linguagem, com uma trilha sonora original, a um figurino e maquiagem desenvolvido para o espetáculo, criando um corpo cênico coreografado. É o circo acolhendo e dando amor as crianças que foram abandonadas pela sociedade. Objetivos Específicos A primeira ação é a criação de um espetáculo de alta qualidade técnica e artística que será oferecido a um público de baixo poder aquisitivo com ingressos a preços populares de R$ 30,00 (inteira) e R$15,00 (meia entrada). Serão 10(dez) apresentações. O espetáculo será apresentado em um circo denominado "Domingo, um dia de Circo", com uma grande área de alimentação bem iluminada, banheiros feminino e masculino com acessibilidade, bilheterias informatizadas proporcionando ao público conforto e comodidade para adquirir seu ingresso pela internet. O circo terá capacidade para 900 pessoas em assentos confortáveis. A segunda ação é a democratização de acesso ao espetáculo através da gratuidade de quatro matinês por cidade, sendo uma por semana, destinadas a ONGs, projetos sociais e aos patrocinadores do projeto, totalizando 3600 pessoas. Na terceira ação serão oferecidas aulas de circo, para a população, ministradas pelos artistas, uma hora no período da manhã e uma hora no período da tarde, dois dias da semana, durante a permanência na cidade. Essa ação visa a aproximação da população com o circense, conhecendo os bastidores e assim, podendo conhecer um pouco mais da vida do circo.

Justificativa

Segundo Antônio Torres, em seu livro História do circo no Brasil (Funarte, 1998), a arte circense tem suas raízes na Grécia antiga e no Egito. Há também registros da presença dessa arte na China, datados de mais de quatro mil anos. Existem relatos de que os chineses organizavam um festival anual de acrobacia e que dessa modalidade se originaram os números da corda bamba e do equilíbrio sobre as mãos. Os espetáculos circenses, na forma como os conhecemos hoje _ realizados em um picadeiro, cercado de arquibancadas e sob uma cobertura de lona _ surgiram em 1770, concebidos por Philip Astley, um suboficial inglês que comandava apresentações da cavalaria. Em seu circo, além das atrações com cavalos, Astley incluiu saltimbancos e palhaços. O espetáculo fez tanto sucesso em Londres que inspirou a criação de apresentações semelhantes em toda a Europa e América do Norte. Na história brasileira, há registro da existência de pequenos espetáculos circenses desde o século XVIII, provavelmente trazidos por ciganos expulsos da Europa. Essas apresentações se constituíam de doma de animais, números de ilusionismo e teatro de bonecos. As grandes companhias europeias chegaram às nossas cidades no século XIX. Foram essas companhias estrangeiras que ajudaram a formar as primeiras famílias de circo, responsáveis pelo desenvolvimento da arte circense no País. O circo brasileiro, graças à sua essência popular e a seu perfil itinerante, constitui a principal forma de diversão e de acesso à cultura de grande parte da nossa população, especialmente daqueles que, por razões socioeconômicas ou geográficas, não têm muitas oportunidades de lazer. A despeito da tradição e importância da arte circense no âmbito da história e da cultura brasileiras, são enormes as dificuldades de sobrevivência encontradas pelos nossos circos, especialmente os pequenos e familiares. Uma delas é o alto custo da manutenção do circo. Uma companhia circense, para apresentar seu espetáculo, precisa ter arquibancadas, mastros, mastaréus, cordas, iluminação, som, palco, picadeiro e lona em bom estado de conservação; precisa pagar as taxas de alvará, luz, água e o custo dos projetos técnicos exigidos; precisa alimentar os seus animais; remunerar seus artistas; custear os deslocamentos constantes e investir em publicidade; entre outras tantas despesas. Esse elevado custo de manutenção é geralmente incompatível com o modesto ganho das bilheterias. Para que a atividade circense sobreviva sem que os ingressos tenham que ser elevados _ o que trairia o caráter popular dessa arte _ os circos precisam contar com o suporte dos recursos públicos.

Estratégia de execução

não há

Especificação técnica

não há

Acessibilidade

Contrapartidas Sociais Deficiência visual: O vídeo do espetáculo que será postado na internet terá audiodescrição. Deficiência auditiva: haverá um interprete de libras em cada aula. Espetáculo de Artes Cênicas Deficiência visual O vídeo do espetáculo que será postado na internet terá audiodescrição Deficiência auditiva: haverá um interprete de libras em cada sessão. Conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. O circo será criado dentro das normas de acessibilidade prevendo a fácil locomoção para cadeirantes com rampas de acesso na entrada principal, nos banheiros, na área de alimentação e também na área de espetáculo.

Democratização do acesso

As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Os ingressos serão comercializados a preços populares de R$ 30,00, inteira e R$15,00, a meia entrada. Também será oferecida, uma matinê semanal gratuita, destinada as ONGs, projetos sociais e aos patrocinadores do projeto, totalizando 3.200 ingressos durante a permanência de um mês em cada cidade da turnê. Isso só é possível através do incentivo cultural da lei Rouanet. Serão oferecidas também aulas semanais de circo, para a população, ministradas pelos artistas do circo, uma hora no período da manhã e uma hora no período da tarde, dois dias da semana, durante a permanência da cidade. O proponente ainda se compromete à: Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20.

Ficha técnica

A Cooperativa Nacional das Artes, proponente, fará a administração do projeto é uma cooperativa que oferece soluções administrativas, técnicas e operacionais para nossos cooperados, uma cooperativa de trabalho que atende exclusivamente o setor artístico e cultural, seguimentos fundada em 19 de setembro de 2014. Desde sempre o foco da CNA é uma parceria com os nossos cooperados, buscar a maximização de resultados, através de soluções objetivas e de acordo com suas necessidades. Hoje atuando em diversas áreas artístico-cultural, a CNA nasce para fortalecer e representar a classe artística e educacional, atuando com a representatividade na parte administrativa de diversos cooperados, agora em 2019 estamos entrando uma nova empreitada; representar nossos cooperados em projetos junto aos poderes públicos. Somos fundamentais na representatividade dos artistas e educadores, nessa escassa oferta de instituições e meios de estímulo à profissionalização, disseminação e ao desenvolvimento do setor. Os resultados de nossos esforços são para a geração de trabalho, renda, inclusão social e cultural. Com a ampliação da nossa ação, nos unimos a outras entidades culturais, como a Aliança Pró-Circo, composta por várias instituições da área espalhadas por todo o Brasil. [Type text] Cooperativa Nacional das Artes Avenida Senador Casemiro, 182 – Mirandopolis CEP: 04047-000 cooperativanacionaldasartes@gmail.com Tel : 11 3473-9483 Histórico A Cooperativa Nacional das Artes, no ano de 2014 em parceria com a ICASFA Instituto Cultural e Assistencial São Francisco de Assis foi realizado Via PRONATEC o projeto Unicirco Arte Itinerante que viabilizou apresentações dos espetáculos criados pelo Instituto UNICIRCO - Marcos Frota a criação e circulação de um novo espetáculo para a temporada 2014/15, totalizando 160 apresentações, buscando o desenvolvimento da arte circense e a sustentabilidade da companhia, através das cidades do Brasil. Em 2015 junto da JWAP Promoções e Eventos, participamos da turnê do Circo Tihany no Brasil com o espetáculo Circo Tihany Espetacular, assessorando e colaborando com nossos cooperados, junto ao circo, na região sul e sudeste do Brasil. Em 2016 em parceria com a ICASFA Instituto Cultural e Assistencial São Francisco de Assis realizamos o projeto Patrocinado pela Petrobrás o Unicirco – Arte Educação Comunidade III – projeto que trabalha a língua circense junto à comunidade do entorno do bairro de São Cristóvão. 20017 e 20018 a continuidade da parceria junto a ICASFA Instituto Cultural e Assistencial São Francisco de Assis com o projeto Unicirco – Arte Educação Comunidade IV, atuando com os artistas representados pela cooperativa. Em 2018 representamos nossos cooperados pela 1ª vez junto aos Editais Estaduais e Municipais, conseguindo uma representatividade, junto as Secretarias de Cultura. Com Institutas Produções Cultural, estamos participando da turnê do Circo Tihany Espetacular que percorrerá os estados do Sul, Sudeste do Brasil. Hunfrey Borges Pepino Coordenador geral Rua: Pascoal Decrescenzo 874 – São José do Rio Preto - SP Telefone: 17 3237 0042 – 98208 2320/Whatsapp e-mail: hanfreyb@gmail.com Curso de interpretação para cinema (UNILAGO) extensão (2009) Docência Pós Graduação Curso – Comunicação integrada – Módulo (marketing). UNILAGO e AEMS. Curso – História – Módulo – (Comunicação Audiovisual). Faculdade de Educação, Ciências eArtes “Dom Bosco” de Monte Aprazível. 2007 Curso – Cinema e Vídeo – Módulo – (Montagem e Edição) 2008. Curso – Cinema e Vídeo – Módulo – (produção e Dir. de fotografia) 2010. Experiência profissional. Assistente de direção – Longa metragem “Águas de Março” contemplado pela lei de incentivo Proac-SP (2014). Professor do curso básico de cinema da secretaria de cultura de S. J. do Rio Preto – 2014/2016. Direção e Produção do vídeo institucional do FIT-2015 Produtor Cultural Festival Internacional de Teatro-FIT de S.J. do Rio Preto. 2017 Produtor Cultural – Circo Thiany Espetacular 2014, passagem por S. J. do Rio Preto. Iluminador do espetáculo teatral “O pequeno príncipe” em 2014. Iluminador do espetáculo teatral “O Boto” em 2013. 2013 – Produto do longa-metragem “A Casa dos Outros”. Direção e roteiro – Documentário - “Fundação Plenitude” 2010. Protagonista no curta-metragem “A Caminho do Céu”, dirigido por Bia Lellis – (2009). Assistente de Direção – Filme “A Caminho do Céu” - 2018. Assistente de Direção – Filme “Quibe com Lasanha” - 2019. Mauro Rogério Santiago ator Brasileiro, casado, 50 anos Av. Manoel Serafim, 197 Barretos- SP (17) 98114-1793 maurojeesantiago@gmail.com Formação: Ginasta Olímpico no clube S.E. Palmeiras 1979 Acrobacias na Academia Piolin de Artes Circenses 1979 Experiência Profissional: Acrobata em Báscula, solo e cama elástica. Comicidade Empresas: -Circo Vostok 1980 -Circo Garcia 1983 -Circo Mágico Italiano (México) 1985 -Circo Spacial 1987 -Circo Vostok 1989 -Big Circus Stankowich 1990 -Circo Moça Fiesta 1994 -Circo Stankowich 1996 -Circo Europeu 1998 -Circo Atlas (Portugal) 1999 -Mundo Mágico de Beto Carrero 2000 -Marcos Frota Circo Show 2001 -Circo Escola Barretos 2005 -Circo Stankowich 2007 á 2019 Jonatas galleguito Trapezista e acrobata Brasileiro, 38 anos Rua Pernambuco, 1846 CEP 14085-570 Campos Elísios Ribeirão Preto - SP (16) 98155-9903 Jonatasgalleguito@gmail.com Formação profissional Trapezista e acrobata. (artista de família tradicional) Experiência profissional Trabalhou dos 17 aos 23, no circo do Marcos Frota e dos 23 aos 38 anos trabalhou Europa passando por portugal,espanha,alemanha,turkia,grecia,belgica,dinamarka,polonia,romenia, República Tcheca, Áustria, Macedônia, Bulgária, Hungria, Itália, trabalhando nos melhores circos e diversos festivais como festival de Namur , Zalewisk Circus, com participação no filme o “Grande Circo Místico” como dubles dos trapezistas, agora no meu retorno ao Brasil. Empresas: - Grande Circo Popular do Brasil (Marcos Frota) - Cirque Pinder, - Circo Arena, - Circo Charles Knie - Circo Americano - Circo Vitor Hugo Cardinali - Cirque Dhiver Bouglione - Favarowisk Circus Marlon Antônio Pires Miranda ator Brasileiro, casado, 32 anos R. Aroldo Camargo de Araújo, 1642 Jardim Claudia, Pinhais - PR, CEP - 83326-640 (11) 98114-2677 marlonvassilnovic@gmail.com Formação profissional Palhaço Experiência Profissional: - Circo Vostok de 1992 a 1996; - Circo Marcos Frota de 1996 a 1999; - Beto Carrero de 1999 a 2000; - Marcos Frota de 2000 a 2005; - Stankowich de 2005 a 2006; - Bremer 2006 a 2007; - Strapazon 2007 a 2018; - Di Napoli 2018 a 2019. JEFERSON FERNANDO TELLES DIRETOR Jef Telles é videasta, ator e diretor teatral. Formando em Artes Dramáticas e pósgraduado em Cinema e Vídeo, o artista multimídia trabalha com a fusão das linguagens teatrais e audiovisuais. Vencedor diversas vezes do Festival do Minuto, destacam-se em seus trabalhos o espetáculo “Quadrado”, os curtas Casca de Noz (2010), “Ainda - Como Sementes e Joões” (2011) e o projeto de artes integradas “Ensaios para Ninguém” (2015/2016). Dados Pessoais Nome artístico: Jef Telles Avenida José Munia, 7144 – AP. 22 Bairro Vivendas – CEP 15090-500 – São José do Rio Preto-SP Data de Nascimento: 14 de dezembro de 1982 Telefone: (17) 3229-4344 cel. (17) 98119-3016 E-mail: jeftelles@gmail.com Formação Nível Médio 2002 – 2005 Habilitação Profissional de Técnico Ator, Escola de Teatro Persona, São José do Rio Preto/SP Nível Universitário 2001 - 2005 Graduação em Letras Licenciatura Plena, Unisalesiano, Lins/SP 2009 – 2010 Pós-graduado em Cinema e Vídeo, Unilago, São José do Rio Preto/SP Principais Cursos Livres 2009 “Oficina de Dramaturgia” com Marici Salomão – Carga Horária 12h “Atelier de Crítica Teatral” com Kill Abreu - Carga Horária 14h “O Teatro do Oprimido” com Claudete Félix - Carga Horária 8h “Oficina de Dramaturgia” com Samir Yazbeck - Carga Horária 12h 2007 “Tentativas de Esbarrões à Hegemonia do Teatro Realista no Início do Século XX: Teatralistas Iconoclastas e Manifestações Populares” com Alexandre Mate - Carga Horária 12h 2001 Curso Livre de Iniciação Teatral – Escola de Teatro Persona - Carga Horária 100h Experiência Profissional 2015 - Coordenador Audiovisual do Projeto Ademar Guerra pela Secretaria de Cultura do Estado. 2014 - Orientador Audiovisual do Projeto Ademar Guerra pela Secretaria de Cultura do Estado. 2013 - Oficina de Videoarte / Coordenador para Oficina Cultural Fred Navarro, São José do Rio Preto-SP. 2012 - Módulo Interpretação para Cinema, TV e Dublagem - Docente pelo SENAC Votuporanga, SP. 2012 Teatro e Vídeo - Arte educador pela Secretaria de Cultura de São José do Rio Preto-SP 2011 Teatro e Vídeo - Arte educador pela Secretaria de Cultura de São José do Rio Preto-SP 2010 Curso Básico de Teatro - Arte educador pela Secretaria de Cultura de São José do Rio Preto-SP 2009 Curso Básico de Teatro - Arte educador pela Secretaria de Cultura de São José do Rio Preto-SP Preparador de Elenco do longa-metragem “Muito Mais Que Guitarras” de Alexandre Estevanato Workshop “O Corpo Criativo no Teatro” com Cia. Los Corderos da Argentina Workshop de Dramaturgia com Cìntia Alves 2008 Oficina de Iniciação ao Teatro como Arte Educador pela Oficina Cultural Regional Fred Navarro Oficina de Dramaturgia Colaborativa como Arte Educador pela Oficina Cultural Regional Fred Navarro Preparador de Elenco do longa-metragem “Quando o Céu era Azul” de Alexandre Estevanato Workshop de Iluminação para Teatro com Ricardo Matioli 2007 Workshop de Dramaturgia com Cia. Vigor Mortis Produção Artística Ganhador do Festival do Minuto por mais de 7 vezes consecutivas / Finalista do Claro Curtas (Nacional) 2011 / Finalista do Tela Digital (Canal Brasil) com o curta “Homem do Século” 2016 ARTES INTEGRADAS TEATRÓPOLIS / Vários artistas / Direção Jef Telles 2016 CINEINSTALAÇÃO PREZÊNITE - VAGÕES EM MOVIMENTO / Jef Telles / Direção Jef Telles 2015 ARTES INTEGRADAS ENSAIOS PARA NINGUÉM / Núcleo 2 / Direção Jef Telles 2014 ARTES VISUAIS PAZSADO / Jef Telles / Direção Jef Telles 2013 TEATRO CAIPIRAS / Cia. Fábrica de Sonhos / Produção do documentário Jef Telles 2013 TEATRO CHEIRO DE CARNE / Cia. Hecatombe / Produção Audiovisual e projeção Jef Telles 2013 TEATRO QUADRADO / Cia. Núcleo 2 / Roteiro e Direção Jef Telles 2013 DANÇA PANORÂMICO / Virtual Cia. de Dança e Cia. Núcleo 2 / Direção Jef Telles e Marcelo Zamora 2013 CINEMA DOCUMENTÁRIO 40 ANOS TEATRO MUNICIPAL HUMBERTO SINIBALDI NETO / Direção Jef Telles 2012 CINEMA e VïDEO Diversos curta-metragens autorais / Roteiro, Direção e Edição: Jef Telles 2012 ARTES VISUAIS QUADRADO / Dramaturgia: Jef Telles / Direção: Jef Telles / Edição: Jef Telles 2012 DANÇA PETER PAN / Virtual Cia. de Dança / Produção Audiovisual e projeção Jef Telles 2011 DANÇA DIÁLOGOS COM NIJINSKY / Virtual Cia. de Dança / Produção Audiovisual e projeção Jef Telles 2011 CINEMA AINDA - COMO SEMENTES E JOÕES / Roteiro: Jef Telles / Direção: Jef Telles 2011 TEATRO PROCESSO: METAMORFOSE / Dramaturgia: Jef Telles / Direção: Jef Telles 2010 TEATRO VALSA DE VOZES EM CASCA DE NOZ / Dramaturgia: Jef Telles / Direção: Jef Telles VÍDEO SOBRE PÃES E CIRCO / Alexandre Estevanato e Jef Telles / Roteiro e Edição Jef Telles 2009 VÍDEO CASCA DE NOZ / Roteiro: Jef Telles / Direção: Jef Telles 2008 TEATRO FERIDAS / Dramaturgia: Jef Telles / Direção: Jef Telles LEITURA CÊNICA EXPERIMENTAL: EU TE AMO, DITADURA / Dramaturgia: Sérgio Abritta / Direção: Jef Telles TV COMERCIAL / EMPRESA: Microlins Informática COMERCIAL / EMPRESA: Poty (Tiss H20) 2007 TEATRO PROCESSO CÊNICO EXPERIMENTAL “(DESCONSTRUINDO) ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO” / Dramaturgia: Sérgio Abritta / Direção: Jef Telles CINEMA VIDAS ETERNAS (Curta Metragem) / Roteiro: Alexandre Estevanato / Direção: Alexandre Estevanato 2006 TEATRO PERDOA-ME POR ME TRAÍRES / Dramaturgia: Nelson Rodrigues / Direção: Bhá Bocchi Prince O TESTE / Dramaturgia: Eliseu Paranhos / Direção: Bhá Bocchi Prince CINEMA MÁRMORE (Longa Metragem) / Roteiro: Rafael Martho / Direção: Rafael Martho 2005 TEATRO O ABAJUR LILÁS / Dramaturgia: Plínio Marcos / Direção: Bhá Bocchi Prince Atualizado em maio de 2019 Informações Pessoais Nome: Vinicius Francisco da Silva ator Nome Artístico: Vinicius Francês Nascimento: 03/12/1987 Email contato: viniciusfranciscodasilva@gmail.com DRT de bailarino: 31631/SP Bailarino, coreógrafo e arte-educador de dança contemporânea. Formação superior em Bacharel em Ciência da Computação – UNESP São José do Rio Preto. Formação e atuação esportiva em nível profissional com voleibol de 2001 à 2005. Iniciou seus estudos em balé clássico (2006) com Camilla Bortoleto e dança contemporânea com Fábio D’albert. Primeiro contato profissional com dança contemporânea com o espetáculo “Vitrine” (2009-2010) da Cia Vitrine (Alex Darc). Participou de cursos, aulas e trabalhos profissionais com: Kenji Takagi (Pina Bauch), Marta Coronado (Anne Teresa Keersmaeker), Francesca Harper e Rafaele Giovanola (William Forsythe), Jose Agudo (Akram Khan), Helder Seabra (Sidi Larbi Cherkaoui), Kota Yamazakie (Japão), Miguel Angel (Itália), Bill Young (EUA), Libby Farr (PARTS), Mario Mattiazzo (Odeon - Austria), Taoufiq Izzediou (Marrocos), Henrique Rodovalho, Mário Nascimento, Alejandro Ahmed, Jorge Garcia, Andrea Pivatto, Ana Botosso, Alex Soares, Sonia Mota, Eduardo Bonnis, Ricardo Scheir, Valeria Mattos, Lia Rodrigues, Mauricio de Oliveira, Eduardo Fukushima, Cristian Duarte, entre outros. Jurado/Banca do: Mapa Cultural Paulista (fase regional - 2011), Curta AD de Performances (2011) e Prêmio Estímulo Nelson Seixas de Incentivo à dança (2012) e Festival Dança Catanduva (2015). Técnico em cenografia e sonoplastia com a Cia Hecatombe [Homero Ferreira]: “Orégano” (2009-2011) e “[Uma história de] Borboletas in process” (2010-2011) e Cia Caravana: “Quem tem medo do escuro?” (2010-2013). Ator no espetáculo “As viagens de um pequeno principe”(2011) – Cia Fábrica de Sonhos. Integrante da empresa Alex D’arc Produções como performer, maquiador, professor de ballet contemporâneo e criador de trilhas de recepção (desde 2007). Conta com mais de 250 atuações, intervenções e apresentações com atividades de performance artística em eventos com práticas de: tecido, perna de pau, sky runner, contato improvisação, liras, clown, estátua viva, entre outros. Coreógrafo da obra “Alice” e bailarino protagonista nos espetáculos “Angel or Demon, Musical” – Truss in Concert Via Funchal – São Paulo (2011) e The Beatles Musical – Truss in Concert HSBC Brasil – São Paulo (2009). Bailarino convidado e coreógrafo de espetáculos rio pretenses: “Don Quixote” (2007), “Cores em mim” (2008), “Alice no pais das maravilhas” (2009), “Luz, Câmera, Ação! A magia do cinema...” (2009), “Bibliocontoteca” (2010). Foi bailarino da Cia de Danças de Diadema (Ana Botosso, 2012-2013) com encenação dos trabalhos:“Sala de espera” (Luis Arrieta), “La Vie Em Rose” (Michael Durigan e Denise Namura), “Crendices... quem disse?” (Ana botosso e elenco), “Paranoia” (Ana botosso e elenco), “Lua” (Carolini Piovanni e Thais Lima), “Voo do Cisne” (Nielson Soares), “Anseio” (Claudia Palma). Com o grupo também participou de performances com Naná Vasconcelos, Grupo Experimental de Música – GEM e Pedra Branca; além de atuar como arte-educador-oficineiro nos Centros Culturais da cidade de Diadema. Foi intérprete criador na In SaiO Cia de Arte (Claudia Palma, 2013-2014) nos trabalhos: “Cálamo – Novos Experimentos”(2013) e “Dark Room” (2014). Foi bailarino-criador do Grupo Divanadança (Andrea Pivatto, 2012-2014): “Predicativo do sujeito” (Alex Soares - 2012), “Vouyer” (Liliane Grammont - 2013), “Oitava” (Igor Vieira – 2013) e “Thrilled to see the light” (Andrea Pivatto – 2013). Encenou os video-arte: "A fuga" (Camila Moret - 2014), "Kabbaret Hawar" (Gal Oppido - 2014), "Vazio" (Fabiana Carlucci - 2014) e "Dogmado" (Juliana Merengue - 2015). Participou como intérprete-criador da cerimônia de premiação do Cinema Nacional promovida pelo SESI-FIESP 2015. Foi ator na série longa metragem “O Matador” (Netflix, Brasil-França) e campanha ‘Brahma Zero’. Já desenvolveu trabalhos coreográficos premiados em festivais de dança na Academia Movimento Rio Preto (2011), Grupo Juliana Ferro Barretos (2012), Academia Cleyde Ferro Rio Preto (2016). Ministrou aulas livres na Cia do Teatro Alberto Maranhão, Cia Blick – Córdoba e academias de São José do Rio Preto. Foi selecionado pelo projeto Biblioteca do Corpo 2014 (SESC/Secretária de Cultura/Ismael Ivo) em Viena – Austria. Participante do Impulstanz 2014 e bailarino do espetáculo “Erendira” (Ismael Ivo – 2014). Foi bailarino convidado da solista Cássia Lopes (Companhia do Teatro Estadual de Hannover - Alemanha) para o trabalho "Dança, corpo e alma". Dirigiu a Residencia Artistica do projeto MO/VER – Blick (Córdoba-Argentina-21014) e criou a obra “Encuentros entre bienvenida y no-me-quiere”. Participou de intervenções urbanas com o coletivo GRUA - Corpos de Passagem (Jorge Garcia, Willy Helm e Osmar Zampieri - 2015), FreelanCia (Henrique Lima – 2016), oficinas com L.O.T.E na residência "Ó" e "Arco-Iris" (Cristian Duarte/Alexandre Magno) e Oficina Oswald de Andrade com: "Oficina Do it: Estudo de Partitura em Performance", "Ateliê temporário para experimento coreográfico" (Eduardo Fukushima) e "Dança, parkour e arquitetura"(Jeronimo Bittencour). Foi bailarino do projeto Mov'ola (Alex Soares, 2015) com a obra "OroborO". É diretor de movimento do espetáculo teatral "Um passo atrás" (2015). É integrante do Grupo Núcleo2 (Jef Telles, 2015) como coordenador e intérprete da obra "Quadrado" (circulação Brasil e Bolivia) além de atuador no projeto audiovisual "Ensaios para ninguém". É interprete da Cia Mauricio de Oliveira & Siameses (Mauricio de Oliveira, 2015) nas obras "D.G.LO vol II", "Albedo", Rubedo e "Jardim Noturno". É produtor do Festival Internacional de São José do Rio Preto (2017). É arte-educador de dança contemporânea na unidade SESC São José do Rio Preto - Projeto Movimento1 (2015) e curador dos módulos "Da mobilidade à criação" e "Grafias da expressão física". Foi coreógrafo e bailarino da obra “Sobre fragmentos de realidade”(2010). É diretor artístico e bailarino da Cia Com-tato (São José do Rio Preto) desde 2010. A Cia Com-tato é um grupo de pesquisa e criação contemporânea. A companhia conta com a montagem de 3 espetáculos e 2 performances em sua trajetória: “´Módulo 1 de Etiqueta pa pa pa”(2011), “Eu adoraria” (2012 - Performance), “Etiqueta pa pa pa” (2013) e “Lembranças Recortadas pa pa pa” (2014) e "Dogmado" (2015 - Performance) em circulação por Brasil e Argentina. grafia. 2014/2015. Disciplinas: Comunicação Audiovisual; Produção Publicitária em TV/Cinema; Produção audiovisual (RP) Documentário (JN) Fotografia Publicitária Fotojornalismo – (2001 a 2008) História do Teatro – (2002 a 2004) Curso de interpretação para cinema (UNILAGO) extensão (2009)

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2022-12-31
Locais de realização (1)
São José do Rio Preto São Paulo