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PRONAC 192554Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Conexão Periferia

ADRIANO FROTA DE AGUIAR
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2019
    Cadastro PRONAC
    Ano 19
  2. 03/02/2020
    Início previsto
  3. 11/01/2021
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
Osasco
Início
2020-02-03
Término
2021-01-11
Locais de realização (1)

Resumo

O projeto Conexão Periferia irá promover oficinais educacionais em Centros Educacionais Unificados (CEU’s) da cidade de São Paulo com objetivo de disseminar a cultura hip hop e despertar seu interesse em jovens e adolescentes.

Sinopse

Não se aplica, pois, o produto principal do projeto é a realização de oficinas para crianças e adolescentes, com o objetivo apresentar práticas que colaborem para sua inclusão social e formem agentes multiplicadores no meio em que estão inseridos. Por isso, não haverá apresentação de textos teatrais, livros, filmes e similares.

Objetivos

Objetivos Gerais § Disseminar e despertar o interesse pela cultura Hip Hop em jovens e adolescentes; § Oportunizar o acesso a oficinas de formação nas periferias da cidade; § Identificar potenciais multiplicadores da cultura Hip Hop; § Promover acesso ao conhecimento construído sobre o tema. § Aumento da construção de relações interpessoais; § Promover debates e discussão temáticos sobre: Cultura Urbana, Violência, Sexualidade, Saúde, Política, Racismo e Preconceito; § Promover o protagonismo social, a defesa dos direitos básicos e a inclusão social; § Promover a difusão de valores éticos e morais relacionados ao Hip Hop, incentivando a capacidade de auto expressão, reforçando a autoestima e promovendo o exercício da cidadania através do respeito ao patrimônio cultural e ambiental; Objetivos Específicos § Realização de 16 oficinas § Realização, no quadro da Contrapartida Social, de uma palestra para 320 professores da rede pública de ensino e profissionais dos CEU’s sobre o ensino do Hip Hop nas escolas § Alcance de um público aproximado de 200 crianças e adolescentes por oficinas, totalizando 3.200 pessoas beneficiadas no total

Justificativa

O Hip Hop é uma manifestação cultural oriunda das camadas periféricas das grandes cidades, um fenômeno tipicamente urbano e contemporâneo. Expressa a complexidade das relações sociais pautadas pela desigualdade, preconceito e exclusão dos fundamentos básicos da cidadania. Sendo assim, é de caráter multidimensional e denso. Seu discurso é um brado de protesto, de denúncia e de exigência de reconhecimento. Sua forma de expressão é a performance da mistura, em níveis sucessivos, de gêneros e expressões que para a cultura ocidental seriam diferentes e separados: música, poesia, dança, pintura, moda. Ao fundir todos esses elementos, cria uma forma artística que não seria equivalente à soma dos elementos separados. Essa multidimensionalidade só é possível ser compreendida em seu contexto social, responsável por dar sentido à performance e à essência do movimento, transformando-o em um verdadeiro estilo de vida para muitas pessoas. Com esses aspectos em mente, o projeto "Conexão Periferia" tem como objetivo propiciar para a comunidade espaços de diálogo, divulgação e exposição cultural, assim como entretenimento de qualidade. Essas atividades utilizarão o Hip Hop como instrumento, uma vez que se trata de uma forma de arte e atitude, caracterizada pela criatividade e inovação, e que dialoga com a linguagem dos jovens, contribuindo assim para a estruturação da identidade de maneira construtiva, reflexiva, em busca de alternativas para a mudança da realidade que estão inseridos, auxiliando também na socialização, integração em grupo, geração de renda e no processo de emancipação social. Suas ações utilizam a palavra, o corpo, a alma e a mente, se expressando por meio da música, do ritmo e da poesia, estimulando a consciência crítica, a autonomia, o fortalecimento da autoestima, às novas perspectivas de vida, sendo um multiplicador de informação e conhecimentos. O projeto propõe a realização de oficinas que acontecerão em parcerias com os CEU’s do município de São Paulo, e se dirigirão às crianças e adolescentes, tratando sobre temas que circundam o universo Hip Hop e da nossa sociedade em geral. Os oficineiros serão artistas do Hip Hop que trabalharão as linguagens da música e da rima, recapitulando a história do movimento e os 4 elementos. Desta forma, compreende-se que as práticas propostas neste projeto contribuem para que haja melhoria na qualidade de vida do público participante, no sentido de valorizar e validar a participação dessas pessoas na busca de soluções para os problemas sociais, e também estimulando a formação de multiplicadores culturais, de redes culturais locais e de oficinas culturais para as crianças, adolescentes e jovens, colaborando para a garantia dos seus direitos e de sua inclusão social. A Lei de Incentivo à Cultura é uma ferramenta importante na viabilização deste projeto de propagação da cultura Hip Hop, uma vez que possibilita a concretização de ideias e programas, efetivando a parceria entre sociedade civil e Estado de forma que juntos encontrem caminhos para os problemas que atingem a todos.

Especificação técnica

O projeto Conexão Periferia terá duração de 11 meses e realizará 2 oficinas por mês, ao longo de 8 meses, totalizando 16 atividades. Estima-se que cerca de 200 adolescentes e jovens com idade entre 12 e 17 anos participem de cada uma das oficinas, totalizando 3.200 beneficiários diretos. As oficinas terão 2 horas de duração, e contarão com a presença de dois MCs e um DJ, todos diretamente ligados à cultura Hip Hop, que por meio de atividades práticas e interativas, aprofundarão os temas do Hip Hop, desde sua história e importância, chegando aos aspectos práticos ligados aos 4 elementos (DJ, MC, grafite e dança), com prática de rima e discotecagem. Metodologia A oficina de Hip Hop do projeto Conexão Periferia consiste em atividades práticas e explicativas para um melhor entendimento da cultura Hip Hop e sua importância social, cultural e educacional. - O MC contará a história do Hip Hop cronologicamente através de rimas; - O MC fará uma explicação sobre os tipos de rimas e como criá-las; - Há uma apresentação em Power Point ilustrativo durante a explicação; - O DJ fará uma explicação sobre o toca discos, seu funcionamento e técnicas;- O DJ mostrará o equipamento e ensinará as crianças as funções do toca disco, e como ele é utilizado no Hip Hop; - Panfletos educativos frente e verso serão distribuídos em todos os shows contando curiosidades sobre os 4 pilares do Hip Hop e indicando bibliografia adicional para saber mais; - Após as explicações, serão entregues às crianças folha sulfite e lápis para colocarem em prática o aprendizado sobre grafite (desenhando os tipos de grafites) e exercitando rimas (criando tipos de rimas explicados pelo MC)

Acessibilidade

O presente projeto garante que todos os locais em que acontecerão as atividades são acessíveis a pessoas com deficiência, tais como rampas de acesso e banheiros acessíveis, de acordo com a Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018.

Democratização do acesso

A gratuidade atinge a totalidade do público direto do projeto: 3200 beneficiários, participantes das oficinas. E também o público indireto: a comunidade do entorno, pais, amigos e familiares das crianças e adolescentes. Desta forma, o projeto está de acordo com o art. 20 da IN nº 02/2019 inciso I item “a”. Para cada atividade a proponente fará divulgação prévia das ações junto às Secretarias de Cultura e Educação do município, além da própria unidade do CEU que irá receber o projeto, para possibilitar o acesso de estudantes, professores e agentes culturais da rede pública. Também será realizada uma ampla divulgação através das redes sociais. Além disso, atendendo ao artigo 21 da Instrução Normativa nº 02 de 23 de Abril de 2019, o projeto irá: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil e VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público Estimamos que cada oficina do Projeto Conexão Periferia atingirá diretamente 200 beneficiários, totalizando 3.200 pessoas. Como Contrapartida Social será oferecida gratuitamente aos professores da rede pública de ensino e profissionais dos CEU’s, uma ação de formação, com duração de 2 horas. Trata-se de um workshop com os oficineiros do projeto que falarão sobre as possibilidades de trabalhar o Hip Hop nas escolas, trazendo conceptualização teórica e práticas pedagógicas. O público total previsto é de pelo menos 320 participantes.

Ficha técnica

A equipe técnica do Projeto Conexão Periferia contará com: Xirum (Adriano Frota de Aguiar) – Gestor do projeto e Oficineiro Produtor, Músico, Rapper, apresentador de televisão e agente cultural. Com quase 10 anos de experiência na música, transitou por várias vertentes artísticas. Musicalmente, depois de lançar trabalhos solo que ficaram conhecidos na região oeste de São Paulo, lançou um disco com o grupo Stanka, com a qual fez 3 turnês nacionais, incluindo o Circuito Sesc, passando por 7 estados diferentes. Ao longo da sua carreira como artista, Xirum se apresentou em projetos como Zapata, SP Music Festival, Som na Vitrola, e esteve ao lado de renomados artistas brasileiros como Capital Inicial, Teatro Mágico e NxZero. Para além do trabalho artístico, Xirum em 2017 foi roteirista e apresentador do programa “Conexão Periferia”, com a temática do Hip Hop e da cultura de rua, que foi ao ar pelo canal TV Nova Cidade. Na área da educação, atuou na Casa da Angola Hip Hop dando aulas de freestyle e rimas, apresentando também batalhas e rinhas de MC’s. Juliano Queiroz de Souza – DJ e Oficineiro Juliano é conhecido como DJ JL. Aos dezessete anos começou a produzir eventos em casas conceituadas de São Paulo, como Hotel Cambridge e Dolores Bar, e logo depois, por incentivo do DJ Menor, começou a dar os primeiros passos no Rap. JL também é aspirante a produtor musical com o pseudônimo Quasimonstro e idealizador e residente do projeto Fat Beats Oz, evento gratuito que acontece mensalmente na cidade de Osasco, trazendo grandes nomes do cenário local e nacional. JL já se apresentou em casa como Espaço Urucum, Kabul, Ação Educativa, Sarajevo, Tapas, Rainbow Club, Sunny (Americana), Crecula Bar (Ilha Bela), Trackers, Clube Floresta, entre outros, e já dividiu palco com grandes nomes do Hip Hop e Rap nacional, como Rincon Sapiência, Tássia Reis, Don L, Discopédia, Nyack (Emicida), Elo da Corrente, KL Jay (Racionais MCs), Família Madá, DJ Cinara, Miria Alves, Cone Crew, Síntese, entre muitos outros. Stephan Figueiredo Natal - Produtor Com 10 anos de atuação no mercado cultural, Stephan tem experiência com coordenação de programação, gerenciamento de turnê, produção técnica e artística, tendo integrado equipes em produções de shows, festivais, espetáculos e turnês. Entre os anos de 2013 e 2016 trabalhou ao lado de Xirum na produção do grupo Stanka, gerenciando as turnês e os artistas na estrada. Carrega no currículo trabalho com artistas nacionais como NxZero, Capital Inicial, Karol Conka, Cynthia Luz, Froid, Alok, Jorge e Mateus e Torture Squad, e artistas internacionais como Ariborne, Prophets of Rage e Marduk. Hoje atua no mercado de música eletrônica como Tour Manager do duo Selva, pela Artist Factory e Universal Records.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Paulo São Paulo