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PRONAC 192591Arquivado a pedido proponenteMecenato

"MUSEU FLORESTAL OCTÁVIO VECCHI"

PERFIL CULTURAL LTDA ME
Solicitado
R$ 399,4 mil
Aprovado
R$ 372,0 mil
Captado
R$ 100,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

26.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-04
Término
2024-02-29
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto visa à editoração de um livro de apresentação do Museu Florestal Octávio Vecchi (MFOV), cujo foco é a investigação da relação entre artes e ciências na concepção da instituição e a relevância da temática da sustentabilidade e conscientização ambiental na construção do museu por meio da elucidação da trajetória de seu idealizador, o naturalista Octávio Vecchi.

Sinopse

SINOPSE Estrutura editorial Textos institucionais: · Secretario do Verde e do Meio Ambiente SMVA SP · Patrocinador · Diretora do Museu Florestal Octávio Vecchi Prefácio: · ensaio sobre sustentabilidade e preservação das florestas no Brasil autor: Prof. José Eli da Veiga / USP Capítulo 1: · Trajetória Octávio Vecchi. Formação e pesquisas desenvolvidas Capítulo 2: · Criação do Museu Florestal. Desenvolvimento do projeto original e implantação. Capítulo 3: · O MFOV hoje: design, mobiliário, obras de artes, amostras de madeira. Capítulo 4: · Apresentação do acervo: tipologias, temáticas Linha do tempo: · Resgate dos principais marcos nacionais e internacionais referente a legislação e conscientização ambiental, datas chave da instituição. ===================================================================

Objetivos

Este projeto visa à editoração de um livro de apresentação do Museu Florestal Octávio Vecchi (MFOV). Por meio da trajetória de seu fundador e idealizador, Octávio Vecchi, investigaremos a intrínseca relação entre artes e ciências na concepção da instituição e a relevância da sustentabilidade e conscientização ambiental na construção do museu. Para tanto utilizaremos o acervo e publicações dele adjacentes demonstrando potencialidades das coleções nele contidas ao apontar a importância do museu para a História Ambiental Brasileira. Para tanto buscaremos: · Apresentar a implantação Museu Florestal Octávio Vecchi; · Rastrear as relações entre artes e ciências na concepção da instituição; · Investigar a sustentabilidade enquanto elemento de vanguarda na constituição do Museu; · Evidenciar a relevância da trajetória de Octávio Vecchi; · Construir uma linha do tempo do Museu Florestal Octávio Vecchi (MFOV) apontando suas datas chave, a legislação ambiental brasileira e marcos nacionais e internacionais abrangendo a temática da sustentabilidade, para assim demonstrar o aspecto visionário do fundador do MFOV. =================================================================== OBJETIVO ESPECÍFICO · Imprimir 2.000 (duas mil) unidades do livro; ===================================================================

Justificativa

Para a realização da edição do livro/catálogo "MUSEU FLORESTAL OCTÁVIO VECCHI", o incentivo através da Lei Rouanet do Ministério da Cultura é imprescindível, pois somente assim conseguiremos a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada e circular com um espetáculo agraciado pela crítica e público; vez que seria impossível levar essa obra ao grande púbico sem esse incentivo, frente a um espetáculo desse porte. · O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; · O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; ======================================================================= Na condição de equipamento cultural aberto a visitação pública, o Museu Florestal Octávio Vecchi (MFOV) é desconhecido pela grande maioria dos paulistanos. Esse, contudo, em função do seu porte e características, configura-se como um marco tangível do florescimento da preocupação sistemática com a preservação das florestas no Brasil. Dar visibilidade a essa obra, a partir de um registro perene, representa uma contribuição de valor tanto em termos de memória quanto como fonte de pesquisa e incentivo à educação artística e ambiental. Nesse sentido esse trabalho se justifica pela relevância do MFOV na História Ambiental Brasileira, por ser um dos berços da escolha da mata de reflorestamento nacional, porque o museu conta com amostras da mata atlântica que possivelmente não sejam localizadas em outras instituições, pela qualidade artística e o primor dedicado na confecção dos objetos expostos e ainda por trazer luz a figura do grande naturalista Octávio Vecchi, concernindo-o local adequado no rol dos cientistas do Brasil no século XX. A relevância do projeto diz respeito à precocidade da abordagem de sustentabilidade, pois no DNA da instituição encontra-se a pesquisa científica sobre a flora lenhosa paulista (mata atlântica) num contexto de devastação florestal impulsionada pela cultura cafeeira e demanda de insumos (madeira e carvão) para a expansão ferroviária vertiginosa. Em concomitância a abordagem científica há na construção do museu uma forma inovadora de despertar a conscientização ambiental através da arte desdobrada nos planejamentos e consolidação dos detalhes que compõem o MFOV. Assim esse projeto se faz necessário, pois não há registros que indiquem a grandiosidade, precocidade e sagacidade da construção idealizada por Octávio Vecchi. Entendemos que o serviço prestado pelo idealizador do MFOV seja um bem de valoração pública cujo alcance deveria atingir uma maior parte da população. Nessa conjuntura, o fomento via lei de incentivo reside no retorno do bem público a serviço do bem público ao proporcionar a divulgação e disseminação da instituição como forma de retorno social por meio do apoio a educação artística e ambiental e ao semear os valores implantados por Vecchi. Desta forma visamos desenvolvê-lo para confeccionar um registro de acordo com a relevância da instituição para apontar a importância das pesquisas do naturalista Octávio Vecchi e demonstrar as potencialidades do acervo como fonte para pesquisas diversas.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO PRODUTO Bilingue: Português / Inglês IMPRESSÃO Capa dura com sobrecapa e laminação softtouch Miolo · Formato aberto: 46,0 x 29,5 cm Formato fechado: 23,0x 29,5 cm · Número de páginas: 156 (9 cadernos 16pg + 1 caderno 12 pg) · Papel: Couchê-fosco 170 gr/m2 · Impressão: 4 x 4 cores (cmyk) + verniz on line · Acabamento: dobra, costura com linha vermelha e refile · Formato fechado: 23 x 29,5 cm · Papel: off-set alta alvura 180 gr/m2 Impressão: 2 x 2 cores (cmyk) Capa · Papelão 12 260gr Guardas · Color plus escuro 180 gr Sobrecapa · Couche fosco 170 gr (5x0 cores) PRÉ-IMPRESSÃO · 100 imagens aproximadamente para tratamento e adaptação ao perfil gráfico · 1 print integral em papel para revisão de conteúdo · 1 jogo de provas digitais contratuais, para verificação e correção de cores · Plotter para aprovação e liberação de impressão Tiragem: 2.000 exemplares ===================================================================

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, para o lançamento do livro disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer. =================================================================== ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO medidas para deficientes visuais e cognitivos: · Audiodescrição de imagem para livro e produção em PDF acessível; · Serviço de audiodescrição de imagens estáticas com elaboração de audiodescrição das imagens; · Produção do arquivo PDF acessível com descrição de imagens. Foram feitos dois orçamentos para o serviço acima e anexados em "documentos do projeto". Optamos pela empresa VER COM PALAVRAS (menor preço) e incluímos o valor no orçamento do projeto. ===================================================================

Democratização do acesso

AMPLIIAÇÃO DO ACESSO: 1. Em atendimento a Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, artigo 21, inciso I, para distribuição de 20% dos ingressos para população de baixa renda: doação de ingressos ou produtos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo e temos ciência da obrigatoriedade de comprovação da ação através de Declarações das Instituições recebedoras dos livros; 2. Em atendimento a Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, artigo 21, Inciso V e no intuito de contribuir com a democratização do acesso a bens culturais, a produção do projeto opta por: a. Realizar 01 bate papo com a plateia no dia do lançamento do livro DISTRIBUIÇÃO DOS LIVROS: 10% dos livros gratuitos | para o patrocinador;20% dos livros gratuitos | distribuição em bibliotecas públicas, instituições culturais;10% dos livros gratuitos | para autor e divulgação;10% dos livros vendidos a R$ 50,00 | para atendimento ao programa do VALE CULTURA;50% dos livros vendidos a R$ 150,00. ============================================================ CONTRAPARTIDA SOCIAL - DETALHAMENTO COMPLETO NA ABA - DETALHES TÉCNICOS / DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE DO PRODUTO Em atendimento a Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, artigo 22, § 1º realizaremos 01 PALESTRA visando ação formativa do público participante. Para esta ação teremos audiodescrição e intérprete em libras e gravado na íntegra com disponibilização na Internet para acesso sem limites. Em atendimento a Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, artigo 22, § 2º temos ciência que 50% do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino e que a ação deve ser comprovada através de declarações das escolas convidadas. Quantidade de público previsto: 200 pessoas Tempo de duração: 1h30 O tema abordado será ACERVO ICONOGRÁFICO E MUSEOLÓGICO DO MUSEU FLORESTAL OCTAVIO VECCHI. =========================================================

Ficha técnica

A empresa proponente emitirá nota fiscal de: COORDENAÇÃO EDITORIAL, PESQUISA E GESTÃO FINANCEIRA. ================================================================== FICHA TÉCNICA · Iniciativa, coordenação geral e direção de arte: Carlos Vecchi Dränger · Proponente, Pesquisa e Coordenação editorial: MW · Pesquisa, pesquisa iconográfica e elaboração dos textos: Mary Oliveira · Consultoria cientifica: Prof. José Eli da Veiga · Fotografia: Antonio Saggese · Diagramação e produção gráfica: Claudio Filus =================================================================== CURRÍCULOS Iniciativa, coordenação geral e direção de arte: Carlos Vecchi Dränger Arquiteto pela FAUUSP - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, formado em 1974. Dirigiu de 1978 a 1983 o setor de comunicações da Olivetti do Brasil, responsável pela gestão de publicidade, relações públicas, promoções e projetos de todas as manifestações visuais da empresa. Associou-se à Cauduro Associados em 1983. Como Diretor de Criação, foi responsável por inúmeros Projetos de Branding e Identidade de Marca para grandes empresas brasileiras, entre elas Portobello, Kibon, Hotéis Transamérica e Caesar Park, Maguary, Telesp Celular, Banco do Brasil, Santista, Riachuelo, Intelig, Serrana, Tigre, Unimed, Drogasil, Vale, entre outros. Ex-diretor da ADG Associação dos Designers Gráficos. Possui diversos projetos e artigos publicados no Brasil e no exterior. Atividades extra-curriculares Sempre presente na área de artes visuais, foi Presidente da Assossiação dos Amigos da Casa das Rosas, e desenvolveu projetos de exposições (cenografia e comunicação visual) tais como “Obra de Alex Valauri”(MIS, São Paulo, 2003), “POP Brasil”, no CCBB, São Paulo, 2006. Criou também o visual de diversas ações culturais para o CCBB e para a Caixa Cultural. É responsável pela comunicação visual e ambientação da rede Unibanco Arteplex. =================================================================== Proponente, Pesquisa e Coordenação editorial: Perfil Cultural Empresa especializada em projetos de memória empresarial e produção cultural. Estruturada para realizar projetos culturais para empresas e instituições, Memória Web apresenta soluções completas dedicadas a preservar, comunicar e valorizar a história e identidade de seus clientes. A MW idealizou e realizou o portal Memória Viva CPFL (2012), organizou o portal da Associação Viva o Centro (2012/2013) e produziu diversas publicações para a FUNCESP, Eurofarma, Banco Santander Brasil. Atualmente é responsável pela preservação e divulgação do Núcleo de Memória Institucional do Banco Santander Brasil e Projeto de Memória Viva Natura; e pela coordenação e produção das exposições da Coleção Santander. A lista completa de projetos no site: www.memoriaweb.com.br =================================================================== Pesquisa, pesquisa iconográfica e elaboração dos textos: Mary Oliveira Historiadora. Gradua-se em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP, em 2009, mestre no programa de Ensino e História das Ciências e Matemática da Universidade Federal do ABC – UFABC, com dissertação em História Botânica com o tema A História Natural do Novo Mundo sob a ótica de Jean Léry, em 2017. Leciona História, Artes e Línguas, inclusive nos Estados Unidos, integra a equipe de mediação em exposições no MASP e Museu da Imigração, atua como historiadora e pesquisadora em projetos de memória institucional em grandes empresas como Santander e B3 (2017-2018). Participa como pesquisadora iconográfica no livro 50 anos da TV Cultura (2019). =================================================================== Consultoria cientifica: Prof. José Eli da Veiga José Eli da Veiga. Agronomista, economista e professor. Gradua-se em Agronomia pela Ecole Superieure d'Ingenieurs et Techniciens pour l'Agriculture em 1973, mestre em Economia Agrícola pela Université Paris-Sorbonne em 1975 e doutor em Desenvolvimento Econômico e Social pela Université Paris 1 Pantheon-Sorbonne. É especialista em Desenvolvimento Sustentável, desenvolvimento territorial, desenvolvimento rural e economia agrícola. Por trinta anos (1983-2012) docente do Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP e pesquisador de seu Núcleo de Economia Socioambiental e professor do Programa de Pós-Graduação do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, do Instituto de Pesquisas Ecológicas e do Instituto de Energia e Ambiente da USP. Autor de 25 livros sobre agricultura, desenvolvimento e sustentabilidade, dentro os quais: A desgovernança mundial da sustentabilidade, Para entender o desenvolvimento sustentável, O Antropoceno e a Ciência do Sistema Terra, O que é a reforma agrária, e mais de 350 artigos publicados em grandes veículos nacionais e internacionais. É colunista do jornal Valor Econômico, da revista Página22 e da Radio USP. =================================================================== Fotografia: Antonio Saggese Antonio José Saggese. Fotógrafo. Começa a dedicar-se à fotografia em 1969, um ano antes de ingressar na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP). Formado em 1976, nunca exerce a profissão de arquiteto. Realiza fotografias de arquitetura, urbanismo e de obras de arte. Desde o fim dos anos 1970, leciona fotografia em várias instituições de São Paulo, como o Instituto de Arte e Decoração (Iade), o Sesc Pompéia e o Centro de Comunicações e Artes do Senac. Atua como fotógrafo profissional - no campo da moda e da publicidade - a partir dos anos 1980. Em 1983, recebe bolsa do governo italiano e faz estágio de aperfeiçoamento em Milão. Recebe o prêmio de melhor trabalho em cor na 1ª Quadrienal de Fotografia do Museu de Arte Moderna de São Paulo,1985; o de melhor exposição de fotografia da Associação Paulista de Críticos de Arte, 1988; a bolsa Vitae de Fotografia, 1992; o Prêmio Estímulo da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, 1994; e, por duas vezes, a bolsa Marc Ferrez da Fundação Nacional de Artes, 1986 e 1995. Em 2005, é publicado pela editora Cosac & Naify livro Antonio Saggesse, com texto de Maurício Lissovsky =================================================================== Diagramação e produção gráfica: Claudio Filus Designer gráfico, forma-se na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) em Desenho Industrial / Comunicação Visual em 1982. Integra a equipe de comunicação visual e produção gráfica da Pinacoteca do Estado de São Paulo de 1994 a 2015 atuando em diversas exposições, atua como colaborador para o Centro Cultural FIESP (1998, 2001 e 2005), Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (2004), Museu Afro Brasil (2009), Caixa Cultural (2009 e 2013), Fundação Iberê Camargo (2013 e 2014), Museu de Arte Moderna de São Paulo (2015 e 2019), Galeria Transarte (2015 a 2018), Galeria Fass (2015 e 2016), Casa da Imagem (2016), Santander Cultural (2016 e 2018), Galeria Millan (2017), Itaú Cultural (2017), Natura (2019), Fundação Padre Anchieta (2019), Galeria utópica (2019) em projetos e produção gráfica de catálogos e exposições. ===================================================================

Providência

PROJETO ARQUIVADO.