| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 84430149000109 | Duas Rodas Industrial ltda. | 1900-01-01 | R$ 130,0 mil |
| 07175725000160 | Weg Equipamentos Elétricos S/A | 1900-01-01 | R$ 60,0 mil |
| 75552133000170 | Lunender Indústria Têxtil LTDA. | 1900-01-01 | R$ 60,0 mil |
| 10885321000174 | WEG Linhares Equipamentos Eletricos S.A. | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| ***079289** | Décio da Silva | 1900-01-01 | R$ 35,0 mil |
| 03076832000180 | FLEXIVEL INDUSTRIA E COMERCIO LTDA | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 86046463000100 | Oxford Porcelanas S.A | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 84432434000150 | Nanete Textil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 25,0 mil |
| 05108435000178 | LIVE ROUPAS ESPORTIVAS LTDA. - ME | 1900-01-01 | R$ 25,0 mil |
| ***772409** | JAIRO BECKER | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| 84431154000128 | Metalúrgica Erwino Menegotti Ltda | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| ***550959** | GABRIEL GOULART SENS | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| ***999309** | Monika Hufenüssler Conrads | 1900-01-01 | R$ 7,0 mil |
| ***209228** | PAULO GERALDO POLEZI | 1900-01-01 | R$ 7,0 mil |
| ***594299** | PAULO LUIZ DA SILVA MATTOS | 1900-01-01 | R$ 5,5 mil |
| ***640319** | Hilton José da Veiga Faria | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***181609** | Reinaldo Richter | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| ***773859** | Neri Miguel Venturi | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| ***849319** | Carl Heinz Müller | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| 03094629000136 | Ambiental Saneamento e Concessões | 1900-01-01 | R$ 3,5 mil |
| ***366129** | Wilson José Watzko | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***146209** | Edson Carlos Schulz | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***415729** | Reinhard Matthias Conrads | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***026200** | MATEUS TONEZER | 1900-01-01 | R$ 2,6 mil |
| ***804990** | Luiz Alberto Tiefensse | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***646309** | Martin Werninghaus | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***466979** | RICARDO TELES SCHULZ | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***426599** | CLAUS KIRSTEN | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***401339** | JONAS GERMANO SCHMIDT | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| 75370437000116 | Caiman Indústria e Comércio de Malhas Ltda. | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***363500** | Hilton Siqueria Leonetti | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***655329** | Américo Coral Neto | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| 24797996000176 | BILDEN TECNOLOGIA DA INFORMACAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| ***190850** | JOAO GERSON CORONEL ROMERO | 1900-01-01 | R$ 1,2 mil |
| ***357178** | Eduardo de Nobrega | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***904316** | DANIEL MARTELETO GODINHO | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***436389** | ELISABETH HITOMI OKADA | 1900-01-01 | R$ 600,00 |
| ***028709** | HELIO JOSE EFFTING | 1900-01-01 | R$ 600,00 |
| ***037999** | JULIANA HERTEL LUCHTENBERG DE SA | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***972013** | ARIANA BRAGA GOMES | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***937799** | ANNELIESE EHLERT ERZINGER | 1900-01-01 | R$ 300,00 |
Este projeto dará continuidade nos ensaios semanais e realizará concertos da Orquestra Filarmônica SCAR Jaraguá do Sul, sendo uma temporada local com apresentações na cidade de Jaraguá do Sul e uma temporada de circulação . Além disto, também realizar-se-á apresentações com grupos de câmara.
Todas as atividades da orquestra tem classificação indicativa etária livre. Demais itens não aplicáveis.
Objetivo Geral Proporcionar à comunidade de Jaraguá do Sul e região uma temporada de concertos ao longo do ano, proporcionar a outras comunidades de Santa Catarina (Joinville, Itajaí, Florianópolis, Pomerode, São Bento do Sul e Blumenau) a oportunidade de assistirem a um concerto de uma orquestra sinfônica, difundir o trabalho realizado pela Orquestra Filarmônica SCAR Jaraguá do Sul na capital paranaense, proporcionar concertos com preços populares, para fomentar a formação de publico, incluir o canto lirico no repertório da orquestra, através de árias e lieds, obras com coro e montagens de operetas e óperas, promover atividade musical profissional para os diversos músicos que residem em Jaraguá do Sul e norte catarinense, continuar e ampliar o trabalho de formação de público para este tipo de apresentação musical realizado ao longo dos últimos anos nos municípios elencados, manter viva ao longo do ano a tradição da música erudita com formação orquestral, trazida pelos colonizadores alemães e festejada anualmente na região norte-catarinense através do Festival de Música de Santa Catarina. proporcionar a continuidade do trabalho de uma das orquestras de maior destaque do Estado de Santa Catarina, através de ensaios semanais e apresentações constantes ao longo do ano de 2020. Diante disto, a Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul espera com sua busca no mercado da música e da cultura alcançar uma série de metas, relacionadas a seguir: 1. Em curto prazo, espera-se recuperar nas diversas camadas da sociedade uma opção de entretenimento na música erudita, atraindo um novo público e mantendo o público existente para este tipo de música, desmistificando um pensamento pseudo-elitizado de consumo da música orquestral. 2. Em médio prazo, busca-se a manutenção de um corpo de músicos da região norte de Santa Catarina, possibilitando que eles vivam de seu trabalho artístico sem a necessidade de migrarem para centros maiores. 3. Em longo prazo, é objetivo encantar novos músicos entre os espectadores, trazendo-os ao estudo da música seja em instrumentos eruditos ou populares e desenvolvendo assim, não apenas novos talentos artísticos, mas também formando novos cidadãos através da arte e da cultura. Objetivos específicos: Realizará 11 concertos da Orquestra Filarmônica SCAR Jaraguá do Sul: - uma temporada local com 04 apresentações na cidade de Jaraguá do Sul; - uma temporada de circulação com 07 apresentações (01 em Joinville, 01 em Itajaí, 01 em Florianópolis, 01 em Pomerode, 01 em São Bento do Sul, 01 em Blumenau e 01 em Curitiba); - 05 apresentações com grupos de câmara pela região norte catarinense.
Jaraguá do Sul é uma cidade em pleno desenvolvimento, cujas empresas e população atingiram alto nível de crescimento econômico nas últimas décadas, sendo referencial nacional em oferta de empregos e qualidade de vida. A criação e existência de uma Orquestra Filarmônica na cidade já reflete tal desenvolvimento, pois demonstra uma demanda por produtos culturais dos munícipes, os quais satisfazem uma necessidade de cidadania e pertencimento local da sociedade. Este projeto visa um crescimento paralelo da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul e das comunidades nas quais está pretende se apresentar. Isto ocorrerá na medida que se busca crescer em questões de qualidade e dificuldade do repertório sem perder o caráter ligeiro das interpretações, buscando assim manter o público sempre atônito e animado diante de suas expectativas. Dessa forma, a necessidade de continuidade através de um novo formato com uma visão mais rebuscada e, ao mesmo tempo, popular, dá lugar ao projeto "Orquestra Filarmônica da SCAR _ Circulação 2020", que manterá uma roupagem mesclada com elementos de grande alcance de público a exemplo do sucesso obtido neste aspecto desde o espetáculo "POP", em 2014/2015, e "Memórias", em 2016/2017, avançando seus tentáculos pelo gosto popular, e incrementando o espetáculo com músicas eruditas importantes, possibilitando aos espectadores um maior apuramento de seu senso crítico, o que os torna aptos a novos patamares de exigência cultural, a exemplo do concerto "Brasilíssima" (2017/2018) e da série de concertos "Diálogos" (2017/2018). Além dos grandes desafios da sequência dos projetos e a busca por investimentos, novas diretrizes foram definidas para alavancar a qualidade técnica da Orquestra e também a sua visibilidade, tanto na cidade de Jaraguá do Sul como fora dela. Em tempos como os que estamos vivendo, das mais variadas crises, quer-se trazer uma agenda positiva, um olhar de construção para a diversidade que é o Brasil e sua capacidade criativa. Estas diretrizes começam a ser trabalhadas internamente, com o estabelecimento de um corpo artístico fixo _ 40 músicos e maestro. Os músicos contratados iniciaram em maio de 2017 esta nova fase em que o trabalho deixa de ser focado em um concerto específico e passa a ser semanal. Cada músico passou a ter uma agenda mensal de cinco trabalhos, divididos entre concertos e ensaios, com pagamento de cachê mensal proporcional à participação e presença. Para tanto, a Orquestra Filarmônica necessita manter ativo um corpo artístico de grande porte, o que na prática se torna uma tarefa árdua e dispendiosa, sendo que hoje há 40 músicos de Jaraguá do Sul e região em seu quadro de artistas, além de seu corpo técnico, que conta com 10 profissionais. Entretanto, para contornar essa dificuldade, as leis de incentivo à cultura vêm em auxílio, promovendo a criação e continuidade de projetos como este. Através deste projeto, portanto, a Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul poderá continuar seus trabalhos de formação e manutenção de público em oito cidades de Santa Catarina. A fim de garantir a qualidade dos espetáculos e trazer novo fôlego aos músicos, com visões e ideias diferentes, a Orquestra Filarmônica busca sempre trabalhar com novos maestros, os quais são convidados a tomar a frente do corpo de músicos, orientando‐o e elevando ainda mais o nível técnico geral. Assim, os músicos têm acesso a percepções e novos pontos de vista sobre o próprio trabalho, o que faz a autorreflexão inerente e ininterrupta para crescimento interpessoal. Nos últimos anos, a Orquestra teve a sua frente os maestros Norberto Garcia (Argentina), Lucas Frühauf (Curitiba), Isaque Lacerda (Curitiba), Luiz Lenzi (Timbó) e Jorge Scheffer (Ponta Grossa-PR) que deram bastante corpo e crescimento para os naipes de cordas e metais. A partir de 2019, a orquestra conta com o maestro André dos Santos. Com trabalhos junto a algumas das principais casas de ópera como as de Paris, Los Angeles, Turin, Cidade do México, Buenos Aires e e mais recentemente à frente da Academia de Ópera do Theatro São Pedro (SP), vem se erradicar em Jaraguá do Sul para conduzir a orquestra a novos caminhos, com proposta de trabalho que une a música orquestral ao canto lírico, ao ballet e às artes cênicas. Como este projeto, além dos ensaios semanais, realizar-se-á a circulação desta Orquestra, incluindo sua cidade‐sede Jaraguá do Sul, as cidades catarinenses de Joinville, Itajaí, Florianópolis, Pomerode, São Bento do Sul e Blumenau, além de Curitiba. As cidades do interior catarinense escolhidas, devido a sua história cultural e atual conjuntura, apresentam maior capilaridade para a música orquestral, sem que haja grandes projetos efetivos em realização. As capitais escolhidas apresentam grande potencial de repercussão entre um público já formado, possibilitando o fortalecimento e reconhecimento do trabalho realizado por esta Orquestra. Todos os concertos oferecerão ao público ingressos populares, buscando trazer uma fatia maior da população aos espetáculos e fazendo com que estes possam apreciar o trabalho orquestral, quebrando barreiras socioculturais historicamente incutidas no pensamento humano e agindo assim como instrumento de formação e manutenção de plateias para este tipo de apresentação em todos as camadas das comunidades nas quais as apresentações ocorrerão. Para todos os teatros contratados para realizar as apresentações será observado, como necessidade básica, o acesso para atendimento de pessoas com necessidades especiais, compreendendo dentro das características de cada estabelecimento: rampas, elevadores, poltronas especiais, locais para cadeiras de rodas etc. Pergunta-chave: POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? Em face ao exposto, solicitamos ao Ministério da Cultura o enquadramento deste projeto no Artigo 18 da Lei Rouanet, concedidos para a formação musical de jovens e adultos e no planejamento de eventos culturais que serão realizados. O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;... e atende os objetivos do Art. 3º da norma:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
O projeto prevê a manutenção das atividades da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul no ano de 2020 pelo período de 11 meses. Ao longo do projeto, os músicos desta Orquestra farão encontros semanais em caráter de ensaio. A regularidade deste tipo de ação é importante e única forma de aprimorar a qualidade das obras executadas, aumentando também o engajamento e a sensação de pertencimento e de grupo. Além destes ensaios, serão realizados 11 concertos, sendo 04 apresentações na cidade de Jaraguá do Sul, 01 em Joinville, 01 em Itajaí, 01 em Florianópolis, 01 em Pomerode, 01 em São Bento do Sul, 01 em Blumenau e 01 em Curitiba. Isto corresponde a uma média de uma apresentação por mês. Unindo ensaios e concertos, serão realizados de 4 a 5 ações mensais. Além destas apresentações, ainda serão realizadas 05 apresentações de grupos de câmara em locais a definir nas cidades do Vale do Itapocu (norte catarinense). Não haverá auto‐remuneração para o proponente. Nenhum dos itens da planilha orçamentária será utilizado para própria remuneração. A Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul é uma entidade sem fins lucrativos e, portanto, não remunera nenhum de seus membros de diretoria, conselho fiscal e conselho consultivo.
Não se aplica.
Para todos os teatros contratados para realizar as apresentações será observado, como necessidade básica, o acesso para atendimento de pessoas com necessidades especiais, compreendendo dentro das características de cada estabelecimento: rampas, elevadores, poltronas especiais, locais para cadeirantes, etc, conforme prevê a Lei da Acessibilidade (Decreto Federal 163/2006) nas questões de infraestrutura e o Art. 46 do Decreto n.º 3.298 de 20/12/1999. Aos idosos, o acesso aos respectivos locais é preferencial nas apresentações, conforme estabelece o Art. 23 da Lei n.º 10.741 de 01/10/2003. Além disso, em todas as apresentações realizadas pelo projeto haverá um intérprete de libras.
Os ingressos terão preços populares máximos de R$ 30,00 e R$ 15,00, sendo o público alvo crianças, jovens e adultos; o repertório que pretendemos trabalhar possibilita que todos os tipos de público possam apreciar a apresentação. Convidaremos também os alunos das escolas públicas de cada cidade através das Secretarias de Educação, os quais terão direito a ingressos gratuitos, desde que agendadas previamente. PÚBLICO ESTIMADO 1. Jaraguá do Sul: 04 concertos * 946 pessoas = 3.784 pessoas; 2. Florianópolis: 01 concerto = 1.375 pessoas; 3. Itajaí: 01 concerto = 512 pessoas; 4. Joinville: 01 concerto = 633 pessoas 5. Pomerode: 01 concerto = 498 pessoas 6. São Bento do Sul: 01 concerto = 300 pessoas 7. Blumenau: 01 concerto = 790 lugares 8. Curitiba: 01 concerto = 504 lugares 9. 05 apresentações abertas dos grupos de câmara com previsão de 200 pessoas por apresentação = 1.000 pessoas Total de 9.396 pessoas de público máximo Considerando 80% de lotação dos teatros, o público esperado é de 7.500 pessoas Medidas do artigo 21 da IN n. 02/2019: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
FICHA TÉCNICA Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (PROPONENTE): a equipe da Orquestra é responsável por realizar os pagamentos, agendamento de ensaios e apresentações, contratação de músicos, prestação de contas, contato com os músicos, escrever e inscrever o projeto. André dos Santos (maestro): Desde muito jovem começou uma intensa atividade como pianista solista, música de câmara e correpetidor em festivais no Brasil, Áustria e Grécia. Em 2001 foi o único pianista selecionado ao Centre de Formation Lyrique de l'Opéra National de Paris, onde se prefeciona com grandes artistas como Janine Reiss, Robert Kettelson, Margaret Singer, Frank Maus e Irene Kudela. Foi igualmente pianista em Masterclasses de Renata Scotto, Ileana Cotrubas, Teresa Berganza, José van Dam, Edith Wiens et Alexandrina Miltcheva. Pianista em recitais com Sophie Koch, Maria Pia Piscitelli, Stefania Bonfadelli, Yevgueni Nesterenko, Carmen Solis, Armando Noguera, entre outros. Como regente assistente e preparador musical, trabalhou ao lado de Christian Thielemann, James Conlon, Steuard Bedford, Jesús López-Coboz, Ulf Schirmer, Semion Bishkov, Luiz Fernando Malheiro, Jean Yves Ossonce, entre outros, em teatros de renome: Ópera de Paris, Teatro Regio di Torino, Opera de Los Angeles, Opera de Shangai, Festival Amazonas de Ópera, Teatro Colón, etc. Vencedor do prêmio Bösendorfer no concurso Hans-Gabor Belvedere, em Viena (Áustria), no ano de 2005. Preparador musical e correpetidor na Angers-Nantes Opéra de 2004 à 2009. Seu grande interesse pela formação de jovens cantores de ópera o levou a ser regularmente convidado a ministrar aulas em Opera Studiose festivais pelo mundo (Reino Unido, México, Argentina, Chile, Estados Unidos, Itália, França e Brasil.) Seu trabalho como regente de orquestratem sido reconhecido pela crítica e público. Entre as óperas que regeu constam: The turn of the screw, Albert Herring e The rape of Lucretia (B. Britten), na Argentina, México e Brasil; Les contes d'Hoffman, Le mariage aux lanternes, Un mari à la porte, Les deux aveugles, La bonne d'enfant e Monsieur Choufleuri (J. Offenbach), no Brasil, México e Argentina; Die Lustige Witwe (F. Léhar), na Argentina; Dido and Aeneas (H. Purcell), Suor Angelica (G. Puccini), La traviata (G. Verdi), L'enfant et les sortilèges (M. Ravel) e Die sieben Todsünden (K. Weill), no Brasil. Entre 2014 e 2017 é maestro adjunto na temporada de óperas e concertos, assim como coordenador pedagógico da Academia de Ópera, no Theatro São Pedro (São Paulo), que marca o seu regresso ao Brasil, depois de vários anos. Nesse teatro ele regeu: Le nozze di Figaro (W. A. Mozart), L'amore di tre re (I. Montemezzi), Poranduba (E. Villani-Cortes), Oedipus Rex (I. Stravinsky), Falstaff (G. Verdi), Bodas no monastério (S. Prokofiev), Albert Herring (B. Britten), Der Zwerg (A. Von Zemlinsky), Where the wild things are (O. Knussen), Gianni Schicchi (G. Puccini), Il noce di Benevento (G. Balducci). Eleito Regente de ópera revelação de 2015 pela Revista Movimento. Também regeu vários concertos na América Latina e Europa, com orquestras como a Moravian Philarmonic Orchestra e London Classical Soloists, entre outras. Anand Plácido Almeida (violino spalla): iniciou seus estudos de violino em 1982 pelo Método Suzuki com os professores E. Flores e M. A. Penna. Estudou com os professores F. Gerling, F. Richter, H. R. Marinho, Hella Frank e foi aluno do professor J. E. Titton no curso de Bacharelado em Violino da UDESC (2001-2003). Estudou também flauta doce com os professores A. Feuerharmel e Ruth Kühn. Participou de vários cursos e festivais, sendo premiado no Concurso Jovens Instrumentistas, em Piracicaba e no concurso Sebastian Benda, em Santa Maria. Foi membro da Orquestra Sinfônica de Santa Maria de 1986 a 1996, chegando a ocupar a posição de spalla naquela orquestra. No ano de 1997 mudou-se para Florianópolis, ingressando nos cursos de Engenharia Mecânica (1997) e Bacharelado em Violino (2001). Foi membro do Quinteto OSSCA, da Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (OSSCA), da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul e da Orquestra de Câmara de Blumenau. Rafael Ferronato (chefe de naipe 2º violinos): Rafael possui mestrado pela University of Georgia (2008), doutorado iniciado na University of Georgia, mas que será concluído na UFPR, sob orientação da profa. Dra. Rosane Cardoso de Araújo. Foi premiado em vários concursos nacionais, dentre eles o II Concurso de Violino Paulo Bosísio (2º Lugar), 1992; Concurso Nacional Jovens Instrumentistas de Piracicaba (2º Lugar), 1998; Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, 1999. Atuou como solista junto a importantes orquestras, como a Orquestra de Câmara de Blumenau, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica do Paraná, University of Georgia Orchestra e ARCO Chamber Orchestra. No meio acadêmico desenvolve pesquisa voltada ao processo de aprendizado e performance do violino, tanto no âmbito do ensino individual quanto nas aulas coletivas. Unindo a extensão universitária a sua pesquisa, coordena o projeto “Orquestrar e Educar”, onde aplica as metodologias estudas e desenvolve novas práticas pedagógicas junto a crianças da rede municipal de ensino. Atualmente é professor do Curso de Música da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Heitor Gemaiel Elias Rosa (violino): Professor e violinista há dezesseis anos, cursando atualmente a última fase de bacharelado em violino pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, tendo já concluído a disciplina de instrumento – VIOLINO, na turma do mestre em violino e professor titular da modalidade, João Eduardo Dias Titton. Participa desde 2016 da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (2016), é segundo violino da Orquestra UNISUL em Florianópolis, primeiro Violino da Orquestra Acadêmica UDESC em Florianópolis e concertino da Orquestra de Câmara da SCAR de Jaraguá do Sul. Já atuou como instrumentista no naipe dos segundos violinos da Camerata Florianópolis nos anos de 2015 e 2016, integrou como segundo violino o quarteto UDESC no ano de 2014. Já integrou o quadro de instrumentistas dos NÍVEIS AVANÇADO PROMUSC (FEMUSC) e fez três turnês Alemanha – Holanda com o Grupo de Camâra da SCAR. Daiane Keiser Roscoche (violino): FORMAÇÃO: Clarinete – Kamila Arza Benz, Escola Municipal de Musica Jazz Band Elite, Corupá/SC (2011/2013). Violino - Kamila Arza Benz, Escola Municipal de Música Jazz Band Elite, Corupá/SC (2011-2013) e Maicon Rocha, Jaraguá do Sul, 2013 até o presente momento. Flauta Doce Soprano e Contralto – Escola Municipal de Música Jazz Band Elite, Corupá/SC, (2012/2013 e 2010/2013). Centro Universitário Claretiano, Licenciatura em Música - Curitiba/PR (2017 até o presente momento). QUALIFICAÇÃO: 2º Curso para Professores administrado pelo professor Maicon Rocha – Jaraguá do Sul/SC (Junho de 2016); 1º Curso para Professores, Violino administrado pelo professor Maicon Rocha – Jaraguá do Sul/SC (Junho de 2015); 10º FEMUSC - FEMUSC JOVEM Violino (2015); 9º FEMUSC - Clarinete Intermediário (2014); Conclusão do Curso SOPRO NOVO YAMAHA MUSICALIZAÇÃO ATRAVÉS DA FLAUTA DOCE em Corupá/SC (Julho de 2012 a Dezembro de 2013); 2ª Oficina de Bandas Jazz Band Elite de Corupá/SC (2013); 8º FEMUSC – Clarinete Intermediário (2013). EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Violinista da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul de junho de 2016 até o presente momento; De 2014 a 2016, foi violinista do Grupo de Câmara da Scar, onde de 2016 até o momento atua como violista. Desde 2013 é violinista na Orquestra do IFSC–Jaraguá do Sul; como clarinetista, atua na Banda Jazz Band Elite (Corupá/SC) desde Outubro de 2011 e da Cia. Musical Euterpe (Jaraguá do Sul/SC), de 2012 a 2014. Em 2017, participou da turnê com Grupo de Câmara da SCAR: Holanda/Alemanha. Joan de Castro Nascimento (violino): Estudou violino na Escola de Música Villa-lobos (RJ) de 2000 a 2006 e fez aulas com Pedro Henrique Amaral (violinista do Teatro Municipal do RJ) de 2008 a 2010. Participou da Orquestra Sinfônica da Escola de Música Villa-lobos (RJ) de 2005 a 2006 e de 2008 a 2009. Também participou da Orquestra de Câmara da Universidade UNISUAM (RJ) de 2009 a 2011, da Orquestra AFROREGGAE (RJ) no Projeto Favela e Arte, da Orquestra Rio Camerata de 2010 a 2013 e da Orquestra Cidade de Joinville de 2014 a 2016. Desde 2016 atua na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul. Mainara Muniz Lescowicz (violino): O primeiro contato com o violino foi com a professora Barbara Barber, dos EUA, aos seis anos de idade. Já teve aula com os professores Lígia Stein, Heidrum Lehmann, Simone Savitzky, Maicon Rocha, Keroll Weidner e com o argentino Norberto Garcia. Participou de Encontros Suzuki e do Femusc. Integrou quatro turnês internacionais, em 2005, 2007, 2012 e 2017, e seis turnês pelo Brasil. Já foi professora de violino e de educação musical na escola de música Casa & Cultura. Atualmente é integrante do Grupo de Câmara da SCAR e da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul. Maycon de Souza Carneiro (violino): Iniciou seus estudos em violino de 2004 a 2013, na Igreja CCB, ingressando em sua orquestra de 2005 a 2013. Fez aulas de violino e violoncelo pelo projeto Música Para Todos na SCAR, além de aulas particulares de violino com o professor Maicon Rocha. Participou do Coral do 10º FEMUSC (2015) como barítono. De 2013 a 2014 foi professor na Igreja Assembleia de Deus. De 2010 a 2013, participou do Grupo de Câmara e Camerata como violinista, tornando-se Spalla a partir de 2012. Em 2008, ainda participou do 3º FEMUSC. Atua na Orquestra do IFSC-Jaraguá desde 2015 e na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul desde 2017. Kairo Orli Kanzler (violino): Atua como professor de violino na Sociedade Cultura Artística SCAR. Participa da Orquestra de Cordas da SCAR e do Dueto de Cordas Staccato. 2000-2003 - Iniciação musical com o professor Joel S.P. Jr. (Métodos Suzuki, Bona e Ferrara); 2004-2006 - Aulas de violino com o professor Paulo Mannes na SCAR (correção de postura. Métodos Suzuki, Sevcik e técnicas de arco); 2004-2005 - Aulas de percussão com o professor Flávio Araújo na SCAR; 2004-2006 - Aulas de educação musical com a professora Vanize de Camargo Kraag na SCAR (solfejo, divisão rítmica e claves); 2006 - Aulas de violino com a professora Heidrun Marie Ehlert Lehmann na SCAR (Métodos Suzuki e Sevcik); 2007-2012 - Aulas de violino com o professor Maicon Rocha (Técnicas de arco e mão esquerda, aquecimentos e relacionamentos, escalas, métodos Sevcik, Sitt e Suzuki); 2011 - 6º FEMUSC – Aulas com os professores: Marcelo Guerchfeld, Norberto Garcia e Charles Stegemann; 2011 – Master Classes com o professor João Eduardo Titton (UDESC – Florianópolis); 2012 – Curso de harmonia e improvisação (34 horas), com o professor Enrick Tavares Barcarolo; 2012-atualmente – Aulas de violino com o professor João Eduardo Titton (UDESC – Florianópolis). Fernando W. Schmidt (violino): Concluiu o Curso em Violino Método Suzuki em 2007. Participou do Encontro Suzuki em 2005 e do Femusc em 2012. Fez aulas de aprimoramento técnico com Maicon Rocha (2000 a 2017), Danielle Giardello (2008) e João Titon (2012). Participação em orquestras: Grupo de Camâra da SCAR (atualmente), Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (atualmente) e OSSCA (2017). Rafaella W. Martins (violino): De 2006 a 2008, fez aulas de violino na SCAR pelo projeto Música Para Todos com os Professores Paulo Mannes, Heidrun e Maicon Rocha. Em 2008, ingressou na Orquestra de Cordas da SCAR, onde segue atualmente. Em 2010, iniciou aulas de violino particulares com o professor Maicon Rocha e em 2017 iniciou aulas com o professor Rafael Ferronato na SCAR. Em 2016, iniciou na Orquestra do IFSC-Jaraguá do Sul, onde segue atualmente. Em 2017, iniciou na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, seguindo atuante atualmente. Natan Lamarche Rodrigues (violino): Iniciou seus estudos de violino com o Prof. Kairo Kanzler (2013 a 2017) e desde 2016 faz aulas com o Prof. Rafael Ferronato. Participou em todas as edições do Femusc Jovem de 2014 a 2018, da Camerata da SCAR (2015 a 2016) e desde 2016 está no Grupo de Câmara da SCAR. Participou da Orquestra Jovem da SCAR por dois anos (2016 a 2017), da Orquestra do IFSC-Jaraguá do Sul (2015 a 2017). Em 2018, ingressou na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul onde atua no momento. Maria Fernanda Chiodini (violino): Fez o curso de violino pelo Projeto Música Para Todos/SCAR (2006-2009). Também fez aulas de violino com o Prof. Maicon Rocha (2010-2013) e de piano pela Escola de Música Casa e Cultura (2013-2015). Em 2014 fez aulas de violino pela Escola de Música Casa e Cultura e em 2016 com o Prof. Rafael S. Ferronato/SCAR. Em 2012, participou da Turnê Grupo de Câmara da SCAR: Holanda e Alemanha. Em 2014, participou do 9º FEMUSC. De 2008 a 2016, participou do Grupo de Câmara da SCAR. Além disso, de 2015 a 2016 e atualmente atua na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul. Fabrícia Piva (chefe de naipe – violas): Produtora musical, maestrina e violista, vem desenvolvendo um trabalho inusitado na música e no teatro. Estudou na casa da cultura, desde 1978, música, teatro e artes plásticas. Teve aulas neste periodo, com Roberto Hubner, Tibor Reiner, Edson Machado, Hamilton Machado, Borges de Garuva, entre outros. Tocou na orquestra sinfonica de Joinville, e na orquestra de Espetáculos de Joinville. Aos 15 anos toca numa Banda de Jazz Maracujás e participou da gravação de um video chip da RBS TV, com uma composição própria.Depois com 17 anos mudou -se para Curitiba, para participar da orquestra Sinfonica do Paraná. Formou-se em música na Faculdade de música Belas Artes do Paraná e fez Pós-graduação em educação musical na belas artes do paraná e mestrado em educação na Univali, sob orientação Jussamara da ufrgs. Participou do quarteto de Cordas telemam em curitiba na Fundação cultural de curitiba e da orquestra de música popular brasileira de curitiba sob a direção musical Roberto gnattali. Participou em florianopolis da Orquestra sinfonica de SC, em jaragua do sul participou da orquestra sinfonica do PR e SC. Também se aperfeiçou-se em festivais de música erudita, 1997 e 1996 no festival de musica de Campos de Jordão , festival de música barroca em juiz de fora 1998 e no festival de música em Curitiba. Teve aulas com renomados professores, paulo Bosisio, Indiney Rodrigues, Emerson Bianchi, Horacio schaffer, Maestro Marcos Leite, Eduardo Gramani, Hermeto Pascoal, Ian Guest, Vicente Ribeiro, Joel Nascimento entre outros. Em 2006 conclui o mestrado em educação na UNIVALI, sob a orientação da Doutora Maria Helena Cordeiro de Portugal. Em 1999 foi integrante do principal grupo de MPB em Joinville o ARUEIRA. Em 2012 iniciou doutorado em musica na UNESP- SP. Tirou do papel a primeira Orquestra Municipal de SC – OCJ. Foi diretora artistica da ORQUESTRA SOCIESC E espetaculos. Participou de masterclass na ROMENIA BRASOV- 2014. Regeu em 2016 com turnê com a cantor Karina K a Orquestra Filarmônica de Jaragua do Sul. Argos Pereira Braga (viola): Comecei meus estudos de música em Taubaté no Conservatório Dramático e Musical Fego Camargo e continuei meus estudos na Universidade Livre de Música, hoje com o nome de Escola de Música do Estado de são Paulo. Neste período fui violista da Camerata Zajdenbaum fazendo concertos por todo o Estado de São Paulo. Participei de festivais como a Semana de Música de Curitiba, Festival Música nas Montanhas de Poços de Caldas, Semana da Música de Ouro Branco e Femusc. Kamila Klein (viola): Iniciou seus estudos de viola com o professor Ricardo Feldens no ano 2000. Fez aulas particulares com os professores João Titton (2013) e Maicon Rocha (2017). Atualmente faz aulas com o professor Rafael Ferronato. Participou da Orquestra de Cordas da SCAR, Camerata e Grupo de Câmara de 2001 a 2017, da Orquestra do IFSC-Jaraguá do Sul de 2015 até o momento e da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul de 2007 até o momento. Martina Laís Kienen (viola): Iniciou seus estudos de viola com o prof.Ricardo Feldens no ano de 1996, com o qual manteve aulas até o ano de 2004. Neste período frequentou também as aulas em grupo de viola da classe do mesmo professor. Ingressou na orquestra de cordas da SCAR no ano de 1998, no ano de 1999 ingressou também na Camerata de Jaraguá do Sul, e no Grupo de Câmara no ano de 2005. No ano de 2001 iniciou como violista na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul onde obteve aulas com o prof.spalla do naipe das violas José Maria Magalhães da Silva, Danielle Girardello (spalla da filarmônica) e posteriormente fez aulas com o violinista prof. Maicon Rocha. Participou de Seminários de Música, Encontros Suzuki (1997,1998,2000) e no Femusc (2006). Augusto Gruetzmacher (chefe de naipe – violoncelo): Iniciou estudos em Jaraguá do Sul com o professor Ricardo Feldens pelo método Suzuki. Estudou com a professora Maria Alice Brandão no curso de extensão: Avançado em Música na EMBAP (Escola de Música e Belas Artes do Paraná), onde além das aulas de Violoncelo teve aulas de teoria musical e prática em conjunto. Participou de alguns festivais, como o encontro Suzuki e o FEMUSC (Festival de Música de Santa Catarina). Participou na Holanda e Alemanha com o grupo de Câmara da SCAR. Além disso é músico da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul e do Dueto de Cordas Staccato. Em 2018, graduou-se em Bacharelado em Violoncelo na UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina). Atua como professor no projeto “Música Para Todos” na Sociedade Cultura Artística. Ricardo Feldens (violoncelo): Participou de Oficinas de Regência em Curitiba (1984), em Solingen na Alemanha (1985 e 1988) e em São Bento do Sul, no Seminário de Regência (2007, 2008 e 2009. Foi Regente do Coral Evangélico de Jaraguá do Sul de 1960 a 2010, maestro da Orquestra de Cordas da SCAR, da Camerata e do Grupo de Câmara de Jaraguá do Sul de 1986 até o momento. É professor pelo Método Suzuki, trabalhando com esta metodologia desde 1987. Foi orientado pela professora norte-americana Tania Carey (1986 - USA). Concluiu o curso de violoncelo pela Sociedade Cultura Artística – Scar com os professores Thomas Juksch, Marlon Passos e Nelli Péricas. É violoncelista da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul desde 2001. Com a Camerata da SCAR e mais tarde com o Grupo de Câmara, além da gravação do CD "Momentos", fez também uma série de concertos em diversas cidades na Alemanha e Holanda e, em três oportunidades, levou este mesmo grupo para apresentações em Assunção, no Paraguai. Ihael Lessman de Araújo (violoncelo): Iniciou seus estudos em violoncelo e fez parte do Projeto Camarata Júnior da SCAR de 2011 a 2015. Em 2015 passou a ter aulas pelo projeto Música Para Todos/SCAR com o professor Augusto Gruetzmacher, onde permaneceu até 2017. Atualmente, faz aulas particulares com o professor Raphael Buratto em Florianópolis. Participou de duas edições do FEMUSC em 2015 e 2016, workshops em Blumenau e Jaraguá do Sul e diversos concertos. Esteve em uma turnê na Alemanha/Holanda com o Grupo de Câmara de Jaraguá do Sul e fez parte do Grupo Orquestral do MPT e da Orquestra Jovem da SCAR. Atualmente, é violoncelista da Orquestra Filarmônica da SCAR, da Orquestra do IFSC Jaraguá e do Grupo de Câmara da SCAR. Lucas Ropelato Voltolini (violoncelo): Começou sua história na música aos 6 anos de idade com a professora Mercedes Doege na Casa e Cultura, onde fez aulas iniciantes de piano por 5 anos. Aos 10 anos começou aulas de violoncelo com o professor Ricardo Feldens na mesma instituição citada anteriormente. Atualmente estuda violoncelo pelo projeto Música Para Todos/SCAR com Augusto Gruetzmacher. Foi aluno do FEMUSC Jovem em 2017 e 2018. Atualmente é chefe de naipe dos violoncelos da Orquestra do IFSC-Jaraguá do Sul e músico estagiário na Orquestra Filarmônica SCAR, além de participar do Grupo de Câmara da SCAR. Marcelo de Paula (chefe de naipe – contrabaixo): Licenciado em Música pela FURB. Contrabaixista da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul e da Orquestra da Universidade Regional de Blumenau. Professor de contrabaixo na SCAR e no Teatro Carlos Gomes em Blumenau/SC. Maria Heloiza Soares Cavalheiro (contrabaixo): contrabaixista desde 2011, iniciou seus estudados na SCAR, sob a supervisão do professor Marcelo de Paula, no projeto Camerata Junior. Profissionalmente, atua como contrabaixista em quatro grupos orquestrais da SCAR, a Orquestra de Cordas, Camerata, Orquestra Jovem e Grupo de Câmara, nas duas últimas, como chefe de naipe e excursionando na turnê 2017 Alemanha - Holanda. Atuou ainda na orquestra do IFSC de Jaraguá do Sul, participou das três últimas edições do FEMUSC e atualmente é contrabaixista da Orquestra filarmônica de Jaraguá do Sul. Jefferson Daniel Kriese (chefe de naipe – flauta): FORMAÇÃO: Atualmente cursando Licenciatura em Música pela UDESC (Universidade do estado de Santa Catarina). Iniciou seus estudos na Flauta Doce em 2010, pelo Projeto Vida e Arte. De 2011 a 2016, estudou Flauta Transversal com o professor Jorge Pires pelo Projeto Música Para Todos. Participou do FEMUSC JOVEM - Flauta Transversal em 2013 (52h), do Programa Intermediário - Flauta Transversal dos FEMUSC’s 2014 (45h), 2015 (57h) e 2016 (60h). Em 2014 ainda participou de Workshop de Flauta Transversal no 1° Congresso Nacional Sopro Novo – Yamaha. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (2015-hoje), Orquestra do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) - Campus Jaraguá do Sul (2014-2016), Grupo Orquestral do MPT (2015-2016), Banda Municipal de Corupá (Jazz Band Elite) (2013-2016), Banda Cia. Euterpe (2012-hoje), Vioccelo (2015-hoje), Núcleo de Flautas Doces da UDESC (2017-hoje) e Orquestra Acadêmica UDESC (2017). Paulo Henrique de Souza C. Wolodozelik (flauta): Flautista, Regente e Professor. Formado em Música pela Fundação Universidade Regional de Blumenau – FURB, atua como Funcionário efetivo do quadro de professores da Escola Municipal de Educação Complementar de Música Jazz Band Elite, ministrando as disciplinas de Flauta Transversal e Flauta Doce Musicalização Infantil e Canto Coral Infantojuvenil. Fez 3 anos de estudos em Flauta Transversal com o professor Jorge Pires de Araújo. Foi aluno Masterclass do professor Tiago Meira, Primeiro Flautista da Orquestra Sinfônica Brasileira e atualmente é aluno do professor Fabrício Ribeiro, Primeiro Flautista da Orquestra Sinfônica de Curitiba. Profissionalmente, atua também como Primeiro Flautista da Banda Municipal de Corupá, Primeiro Flautista/Piccolo da Orquestra do Instituto Federal de Santa Catarina – IFSC – Campus Jaraguá do Sul. Foi Primeiro Flautista solista na Orquestra da Fundação Universidade Regional de Blumenau– FURB. É professor efetivo e Primeiro Flautista da orquestra do Centro Empresarial Sociocultural de Brusque. É Regente titular do grupo de canto Senhor do Vale, pertencente a Igreja Luterana e desde março de 2018, atua como Segundo Flautista/Piccolo na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul. Jakson Wajand (chefe de naipe – clarinete): iniciou seus estudos em 2008 na Escola Municipal de Música Jazz Band Elite, onde estudou até o ano de 2011 com os Professores Lauro Wendorf Junior e Kamila Langhammer Arza Bez. De 2012 a 2016 estudou Clarineta na Escola de Música Donaldo Ritzmann, localizada na cidade de São Bento do Sul-SC, no curso técnico em Clarineta com aulas lecionadas pelo Professor André Ehrlich (Orquestra Sinfônica do Paraná). Em 2009 passou a integrar a Banda Municipal Jazz Band Elite de Corupá-SC como Clarinetista. Desde 2012 é integrante da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, em 2013 passou a integrar a Orquestra de Câmara de São Bento do Sul em São Bento do Sul-SC como 1° Clarinete, em 2015 passou a integrar a orquestra do IFSC de Jaraguá do sul, e forma juntamente com Joel Henquemaier (Fagote) e Paulo Henrique Wolodozelik (Flauta-Transversal) o Trio Ensemble de Jaraguá do Sul. Além disso, de 2015 a 2016 lecionou aulas de Clarinete na Escola Municipal de Música Jazz Band Elite em Corupá-SC e na Escola de Música do CESCB em Brusque-SC. Atualmente está cursando Licenciatura em Música pelo Centro Universitário Claretiano em Curitiba – PR e Extensão em Clarinete pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Possui conhecimento na área de manutenção de instrumentos de sopro da família das madeiras tendo iniciado sua formação na área no Curso de Formação de Luthier oferecido pelo Luthier Daniel Tamborim em São Paulo. Também participou de diversos eventos de capacitação, entre eles, FEMUSC - Festival de Música de Santa Catarina, tendo aulas com Cristiano Alves ( Orquestra Sinfônica Brasileira), Ovanir Buosi (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo)e Dmitri Limantsev (Rússia) e regido pelo Maestro Dietmar Wiedmann –Alemanha; Encontro Catarinense de Bandas, tendo aulas e sendo regido pelos professores já citados acima; Encontro de Bandas Jazz Band Elite, tendo aulas lecionadas pelo Luthier Sérgio Luiz da Silva, entre outros eventos e seminários. Nos grupos que integra já foi regido pelos maestros Lauro Wendorf Junior – Corupá-SC, Márcio Steuernagel – Curitiba-PR, Denise Mohr – Jaraguá do Sul-SC, Norberto Garcia – Argentina, Emanuel Martinez – Curitiba-PR, Dietmar Wiedmann – Alemanha e Joaquim Rebollo Couto – Curitiba-PR. Rafael Liandro Pinto Nemézio (clarinete): formado em Artes com habilitação em Música pela Universidade Regional de Blumenau (FURB) no ano de 2004. Pós-graduado em Educação Musical pela Faculdade Guilherme Guimbala em 2012. Atua desde 2000 como maestro da Banda Municipal die Originalen Rega Bläser do município de Pomerode/SC. Natural de Antonina/PR, iniciou seus estudos musicais ainda criança ingressando, no ano de 1989, na Filarmônica Antoninense tendo aulas com o professor Severino de Oliveira e Silva. No ano seguinte, começou a estudar Sax Horn Eb (Mi bemol), instrumento que tocou durante três anos com instrução do professor Sales Douglas Santiago. Em 1993, principiou os estudos no clarinete Bb (Si bemol) com o professor Ernesto Cordeiro e, mais tarde, com o professor Roberto Cristiano Plassmann Filho. No final de 1994, assume a posição de 1o clarinetista da Filarmônica Antoninense, permanecendo durante 5 anos. Durante esse período, participou de muitas apresentações realizadas pela Filarmônica Antoninense. Durante os nove anos em que estudou na Filarmônica Antoninense, participou de vários cursos de regência conduzidos por diferentes maestros dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Também fez cursos de percussão, composição e arranjo, saxofone e flauta transversal. E, por alguns anos, mesmo depois de sua ida a Santa Catarina, participou de cursos de aperfeiçoamento oferecidos pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) durante seus Festivais de Inverno, foram cursos de regência, instrumento e prática de banda. No início de 2000, sendo convidado a assumir a regência da Banda da Associação Musical Die Originalen Rega Bläser, ingressou na universidade de curso já referido. Sua atuação como músico é ampla. Além de realizar seu trabalho de maestro diante da Banda de Pomerode, atuou ainda como flautista (piccolo) na Banda Municipal Professor João Müller da cidade de Timbó/SC entre 2009 e 2012 e como 1o clarinetista da Orquestra da FURB e saxofonista na Big Band da mesma universidade entre 2001 e 2005, tendo saído por outras necessidades profissionais, mas retornando aos trabalhos na FURB em 2006 até 2016. No ano de 2008, participou da Oficina de Outono “As Quatro Estações”, oferecida pela Fundação Catarinense de Cultura com apoio da Funarte (ministério da Cultura), fazendo curso de manutenção de instrumentos musicais ministrado pelo professor Sergio da Silva, também participou da oficina de Banda Sinfônica com o maestro alemão Dietmar Wiedmann. Nos anos de 2009 e 2011, foi convidado pelo maestro Dietmar Wiedmann a ministrar aulas de clarinete, saxofone e flauta transversal III e V Oficina de Banda Sinfônica sediado na cidade de Maripá/PR. Em 2013, participou do FEMUSC, 8º Festival de Música de Santa Catarina, como aluno de regência de Banda Sinfônica ministrada pelo Maestro Dietmar Wiedmann na cidade de Jaraguá do Sul/SC. Fez dois intercâmbios para a Alemanha, um com a Banda Municipal de Timbó em 2001, como músico; e outro com a Banda Municipal de Pomerode, como regente, em 2016 objetivando integração entre as bandas dos dois países. Oboés (2 instrumentistas a contratar) Joel Henquemaier (chefe de naipe – fagote): Formação musical pela SCAR em 2000 a 2004. Estudou Teoria e Harmonização Musical com Maestro Sebastião de São Paulo de 2000 a 2004. Recebeu orientação do Fagotista José Élson dos Santos de Curitiba de 2002 a 2006. Recebeu orientação do Fagotista Afonso Venturelli do conservatório de Genebra, Suíça, de 2006 á 2007. Recebeu orientação do Fagotista Jamil Bark da Orquestra Sinfônica Paraná em 2008. Atualmente cursa o último ano do curso modulo avançado de Fagote na EMBAP (Escola de Música Belas Artes do Paraná) sobre orientação do Professor Jamil Bark. Atua como fagotista da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (desde 2002) e na Orquestra de São Bento do Sul. É membro fundador e fagotista do Quinteto de Sopro de Jaraguá do Sul. É professor de música na Casa da Música em Jaraguá do Sul e na Banda Jonas Alves e professor de fagote no teatro CESCB em Brusque. Henriette Hilbrecht (fagote): Formada em Flauta-Doce, Piano, Teoria e Solfejo Musical no Conservatório de Música "Professora Vany Knoll" em Joinville. Formada em Licenciatura em Geografia pela FURJ (atual Univille).Cursou 2 anos de Licenciatura em Música e 2 anos de Bacharelado em fagote na EMBAP (Escola Superior de Música e Belas Artes do Paraná). Lecionou Flauta-Doce, Piano, Teclado, Teoria e Solfejo Musical, Música de Câmara, História da Música e Saxofone em diversas escolas e seminários em Joinville e região. Foi fagotista concursada na OSUEL (Orquestra Sinfonica da Universidade de Londrina) de 1992 a 1994. Morou por 14 anos na Alemanha onde foi professora de Flauta-doce, Piano, Saxofone e Clarinete em Bonn, Köln, Königswinter e Hürth. Em 1999 criou a escola de música "Musikschule Bäcker" na cidade de Bonn (Alemanha) onde lecionou Flauta-Doce, Piano, Teclado, Saxofone, Clarinete, Fagote e Música de Câmara. Participou da Orquestra de Sopros R(h)einbläser como saxofonista e preparadora até 2011. Em 1999 gravou o CD Spanish Night I integrando a INTERNATIONALE Philharmonie e em 2003 o CD Spanish Night II integrando a Staatsphilharmonie Arad. Atuou como fagotista em diversas orquestras e festivais no Brasil (Curitiba, Londrina,Campos do Jordäo) e exterior: Kammerorchester Langenhagen e Internationale Philharmonie (Alemanha), Orquestra Sinfônica de Arad (Romênia), Orquestra Sinfônica BlackSea de Constanza (Romênia), Orquestra Sinfônica de Temeswar (Romênia), assim como em grupos de Câmara de diversas formações. Foi fagotista solista e integrante da Staatsphilharmonie Arad nos Concertos "Die ZauberPanflöte" - 250 anos de Mozart - em Mainz, Bad Godesberg, Wuppertal, Hannover, Lübeck e Bielefeld na Alemanha. Reside em Joinville desde 2011 onde tem participado de vários projetos aprovados pelo SIMDEC. Pós-graduada em Especialização em Educação Musical na FURB – Blumenau e Especialização em Educação e Gestão Musical em Contexto Comunitário pelo ISEI (Instituto Superior de Educação Ivoti). Ministra cursos de música em seminários e projetos dentro da IECLB (Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil). É instrutora de instrumentos de sopro de palheta no Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, saxofonista na Banda Sinfônica do CBVJ, leciona Saxofone e Piano na escola de música Arte Maior, é pianista acompanhadora no Instituto Porta do Sol em São Francisco do Sul, e integrante de grupos musicais de vários estilos como: Vocal da Paz, COMPASSOLIVRE ( flautas doce e outros instrumentos), Quarteto de Sôpros JOINVILLE, Duo Lucy Mary e Henriette (Lucy Mary Leão ao órgão de tubos). Foi fagotista na Orquestra Cidade de Joinville, atualmente é fagotista na Orquestra Filarmônica da SCAR em Jaraguá do Sul, Orquestra Sinfônica de Santa Catarina e outras da região. Carlos Roberto Eggert Jr. (chefe de naipe – trompete): Possui graduação Superior de Instrumento Trompete pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (2011), sob orientação do Me. Marcos Cesar Xavier. Atualmente é 1o trompete na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, professor de trompete da Prefeitura Municipal de Guaramirim e músico regente da Prefeitura Municipal de Schroeder. A frente da Orquestra de Metais e Percussão de Schroeder (Link Produção Artística) realizou vários concertos, gravação de CD, conquistando 4 títulos em concursos estaduais. Teve seu primeiro contato com a música aos 9 anos na Banda Marcial Colégio Marista (Jaraguá do Sul). Aos 14 anos iniciou sua carreira profissional como professor do instrumento na banda marcial EEB Miguel Couto. Tomou classes Carlos Domingues trompetista da Orquestra Sinfônica do Paraná (1999) e Fernando Dissenha (2000). Participou de diversos festivais de música, fazendo aulas com professores internacionais: Fred Mills (Canadian Brass), Fernando Ciancio (Argentina), Charles Schlueter (Boston), Paul Merkelo (Montreal), Ole Edvard Antonsen (Noruega), Martin Angerer (Alemanha), Fernando Dissenha (OSESP), Flávio Gabriel (Brasil), Naílson Simões (Brasil), Dietmar Wiedmann (Alemanha). Em 2014 foi destaque no FEMUSC Festival Internacional de Música de Santa Catarina entre os trompetistas, além de ser o único catarinense a fazer parte do grupo, conquistou o melhor desempenho durante a audição feita para ingresso no festivalescola e sob a regência da inglesa Catherine LarsenMaguire, cumpriu um dos solos mais importantes para quem se dedica ao estudo do trompete. Cleiton Luan Frühauf (trompete): Envolvimento direto com a música a partir dos 11 anos de idade, através de um projeto da igreja IECLB de trabalho com instrumentos de metais, também participava da fanfarra municipal categoria “pisto e gatilho”, em 2008 com a migração do projeto para banda municipal, também iniciou as aulas com o professor Carlos Roberto Eggert Junior, graduado em superior de instrumento através da EMBAP. Atuação Musical: 1º Trompete - Banda Municipal de Schroeder, 1º Trompete – Coro Paroquial de Metais de Schroeder e 2º trompete da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul. Ricardo de Espíndula (chefe de naipe – trombone): Graduou-se pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Empab) no curso de Licenciatura em Música e pela mesma instituição, cursou a grade de “Superior de Instrumento” (trombone), sob a coordenação do prof. Silvio Spolaore. Sagrou-se especialista em Metodologia do Ensino das Artes pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER). Participou de diversos cursos de aperfeiçoamento profissional, tais como oficinas de música, máster-classes, simpósios, entre outros. Dentre eles pode-se destacar: a 1ª e a 3ª terceira edição do Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC); a 27ª, 28ª e 31ª Oficina de Música de Curitiba; a 1ª e a 2ª edição do Encontro de Bandas de Corupá, entre outros. Na área performática, como trombonista, participou como integrante regular de diversos grupos musicais, dos quais pode-se destacar: a Orquestra de Câmara de São Bento do Sul; o Coral de Trombones e a Banda Sinfônica da Escola de Música e Belas Artes do Paraná; e a Banda Concerto de Rio Negrinho. Como convidado atuou junto a grupos como a Orquestra Filarmônica da Scar de Jaraguá do Sul e a Camerata Florianópolis e a da Orquestra para o balé “Gralha Azul do Paraná”, realizado no teatro Guaíra em Curitiba/PR, em 2008. Na área docente, é professor efetivo de trombone na Escola de Música Professor Valdeci Maia. Em 2017, esteve ministrando o curso de trombone no 1º Encontro de Bandas e Master Class de Férias da ABAFAVI. Atualmente é regente e coordenador da “Banda Concerto” de Rio Negrinho (maior banda de sopros da região); coordenador e trombonista do “Grupo de Metais” da Escola de Música (grupo destinado à prática em conjunto de alunos e professores); e 1º trombone na Orquestra Filarmônica SCAR Jaraguá do Sul. Raphael Paterno (trombone): professor de música, trombonista, eufonista e violonista. Formado em Música (Licenciatura) pela UFRGS e pós-graduado em Educação Musical pelo Instituto CENSUPEG. Atualmente (2018) faz parte do quadro de professores da Escola Municipal de Educação Complementar de Música “Jazz Band Elite” (mantida pela Prefeitura Municipal de Corupá – SC), onde leciona Trombone (integrando a Banda Municipal “Jazz Band Elite” como primeiro trombonista), Teoria Musical e Violão. Integra o elenco de músicos da Orquestra do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) de Jaraguá do Sul (SC) como primeiro trombonista. Frequentou dois semestres do curso de Licenciatura em Música na FURB – Fundação Universidade Regional de Blumenau (SC) no ano de 2007. Iniciou os estudos de rudimentos de trombone de válvulas e eufônio em 1998 na Banda Municipal de Corupá (SC). Em 2000 iniciou os estudos de trombone de vara na Escola de Música do Teatro “Carlos Gomes” (Blumenau – SC) com o professor Luigi Alberto Pasquini. Em 2003 iniciou os estudos de trombone no curso técnico de trombone na Escola de Música “Donaldo Ritzmann” (São Bento do Sul – SC) onde cumpriu os níveis Preparatório, I e II com o professor Júlio César Vargas. Em 2005 iniciou estudos de trombone na escola de música da Orquestra Filarmônica da SCAR (Jaraguá do Sul – SC) com o professor Genival Santos da Silva. Desde então vem participando da orquestra ocupando as cadeiras de trombone III e II. Participou de vários encontros, simpósios e cursos de curta duração voltados à educação musical e festivais de música, entre os quais as edições de 2005, 2009, 2010 e 2011 do FEMUSC – Festival de Música de Santa Catarina. Nas edições do FEMUSC e em encontros de bandas teve a oportunidade de participar de masterclasses de trombone com os professores Radegundis Feitosa Nunes, Renato Faria, Darcio Gianelli, Petur Eiriksson, Pablo Fenoglio e Marcelo de Jesus da Silva (“Bambam”). Integrou as orquestras que tocaram nos concertos de abertura das edições de 2015 e 2018 do FEMUSC. Participou também de concertos com a Banda Sinfônica do FEMUSC durante as edições de 2016 e 2018. Carlos Fernando Schier Junior (chefe de naipe – trompa): músico instrumentista atuante na área cultural desde o ano 2000. Em 2012 graduou-se em Licenciatura em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 2013 concluiu a Pós Graduação em Metodologia do Ensino da Música pela Facel de Curitiba e é Pós Graduando em Musicoterapia pela Faculdade Candeias - Balneário Camburiú - SC. Já participou de vários festivais de música como: Oficina de Música de Curitiba e FEMUSC, Festival de Música de Santa Catarina. Atuou como Professor Regente da Banda Marcial Prof.ª Adélia Lutz de São Bento do Sul 2013 - 2016 ministrando aulas de instrumentos de sopro e percussão, desenvolvendo arranjos e composições para o grupo; foi professor de música no Centro de Atendimento Especializado ao Autista - Maria Celeste Novack de São Bento do Sul - SC 2014-2015. Atuou como trompista nos seguintes grupos: Orquestra Filarmônica do Teatro SCAR – Jaraguá do Sul - SC 2010-2016 - Orquestra de Câmara de São Bento do Sul - SC 2005-2015 - Quinteto de Metais da Escola de Música Donaldo Ritzmann de São Bento do Sul - SC 2006-2016 - atua como trompista na Banda Concerto da Escola de Música Profo Valdeci Maia desde o ano de 2003. É professor efetivo na Escola de Música Prof. Valdeci Maia de Rio Negrinho - SC e no ano de 2017 assumiu a Direção da instituição. Talita Suelen Fernandes de Lima (trompa): Cursando o curso de Licenciatura em Música no Claretiano Rede de Educação. Fez o Curso Fundamental de Trompa (2008 – 2015) com o Prof. Júlio Cesar Vargas e o Curso de Teoria Elementar de Música (2016-2017), ambos na Escola de Música Donaldo Ritzmann. Participou do Festival de Música de Santa Catarina (Femusc) em 2018. Atua na Banda Sinfônica da Escola de Música Donaldo Ritzmann (2008/Atual), na Orquestra São Bento do Sul (2014/Atual), na Banda Concerto da Fundação Cultural de Rio Negrinho (2016/Atual) e na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (2018). Luiz Fernando de Souza (chefe de naipe – tuba/arquivista): Iniciou seus estudos de musica aos 12 anos de idade na escola Miguel Couto (Schroeder). Seu primeiro instrumento foi o trombone. Estudou com o professor Carlos Roberto Eggert Junior, professor da escola já citada. Estuda com auxílio do professor Carlos Eggert. Atualmente é tubista na Banda Municipal de Schroeder, na Orquestra do IFSC-Jaraguá do Sul e da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul. No ano de 2018, atuou também como arquivista do FEMUSC e da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul. Felipe Krelling (chefe de naipe – piano): Graduou-se no curso médio de piano em 1998 pelo Conservatório de Música Professora Vany Knoll em Joinville. Durante esses primeiros anos de formação participou de diversos concursos em nível estadual, nacional e latino-americano, sendo premiado diversas vezes, destacando-se duas vezes como campeão no Concurso Nacional - Jovens Intérpretes, realizado em Florianópolis. Primeiro Lugar no Concurso Estadual de Piano da Escola Hélio Amaral também em Florianópolis, Segundo Lugar no Concurso Nacional de Piano Magda Tagliaferro em São Paulo, Segundo Lugar no Concurso Nacional de Piano Souza Lima em São Paulo. Também durante essa sua fase inicial recebeu orientação de renomados pianistas como Olga Kiun, Antonio Bezan, Luis Henrique Senise e Leila Paiva. A partir do ano 2000, ingressou no Instituto de Artes da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), no curso de Piano erudito na classe do professor Alex Pascoal. Durante esse período também passou pela formação de outros importantes pianistas como Gilberto Tinete, Mauricy Martin, Marisa Lacorte, Silvio Baroni, Alfeu Araujo. Dentro da faculdade desenvolveu intensa atividade camerística com a violinista Carina de La Hoz, desenvolvendo um programa especial sobre a obra de música de Câmera de Brahms, incluindo as três sonatas para piano e Violino, quarteto e quinteto para piano e cordas, trio para piano, violino e trompa dentre outras obras. Também atuou como solista em orquestras do interior do estado de São Paulo como a Orquestra Sinfônica da Unicamp, Orquestra Filarmônica de Rio Claro e Orquestra Sinfônica de Americana. Graduado em 2003, seguiu estudos de Música na Alemanha, na cidade de Colonia. Dentro da Universidade de Música de Colonia foi orientado pela pianista- doutora Florence Millet. Neste período viajou em turnê por algumas cidades da Alemanha e França com o trio Fontenblau com formação para piano, violino e violoncelo. Também foi convidado para tocar em ocasião especial no Conservatório Nacional de Paris, juntamente com sua professora. Em 2007 recebe o título de Mestre e um diploma em Fine Arts pela Universidade Alemã, juntamente com o título de pianista profissional e professor de piano. De volta ao Brasil em 2008 inicia intensa atividade pedagógica em Joinville-SC e cidades da região, sendo atualmente professor titular de piano na SCAR (Sociedade Cultura Artística) em Jaraguá do Sul, e está em tramitação sua contratação como professor para algumas matérias complementares no Centro Universitário de Jaraguá do Sul ( UNERJ). Em 2010 realizou uma turnê novamente pela Europa, juntamente com a pianista Talita Martins, apresentando um programa de piano a quatro mãos somente com músicas de autores brasileiros. Em 2014 passa a integrar a Orquestra Cidade de Joinville como pianista erudito. Maikon Jonas Ponath (chefe de naipe – percussão): Formação: Licenciado em Música UFRGS – 2012; Especialização em Educação Musical Faculdade São Fidelis – Grupo Censupeg 2016. Em 2003 inicia seus estudos na Escola de Música Donaldo Ritzmann em São Bento do Sul, orientado pelo Professor Abel Hack obtendo a certificação no estudo em nível fundamental concedido pela instituição. Desde 2014, participa da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, percorre o estado de Santa Catarina com a série de Concertos POP, Memórias, Brasilíssima e Diálogos. Participou do FEMUSC – Festival de Música de Santa Catarina onde teve a oportunidade de estudar com os professores Michael Rosen (EUA), Carmo Bartolini (BRA), Eduardo Gianesella (BRA), Pedro Carneiro (POR), Eduardo Leandro (BRA), Fábio Oliveira (BRA), No ano de 2016, foi convidado a ser professor no Curso FEMUSC JOVEM. Desde o ano de 2012 atua como professor de Música e de praticas instrumentais no Colégio Evangélico Jaraguá, onde atua também como Arranjador e Maestro de Banda trabalhando em parceria com os demais professores da Instituição. Desde o ano de 2012 atua como Professor de Bateria e Percussão no ENCORE – Encontro Nacional de Conjuntos Instrumentais da Rede Sinodal de Educação. Participou nas Temporadas 2014 – 2015 da Orquestra Cidade de Joinville como Baterista – Percussionista e também como professor ministrando oficinas de música para a comunidade em Joinville – SC. Nos anos de 2016 e 2018 Participou como Professor de Percussão no Programa Femusc Jovem. No ano de 2017 e 2018, atuou no Programa Bandas Escolares da Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul. No ano de 2018 assume a cadeira de Professor de Bateria na Sociedade Cultura Artística, nos projetos Música Para Todos e Orquestra Jovem SCAR, além de aulas particulares de Bateria. Cairo Zancanella (percussão): Atua na Banda Municipal de Corupá Jazz Band Elite (2010-2018), na Orquestra do IFSC-Jaraguá do Sul (2015-2018) e na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (2015-2018). Participou do FEMUSKINHO (2011), do III Encontro Catarinense de Bandas (2011), da Oficina de Percussão da 2ª Oficina de Bandas Jazz Band Elite (2013), do FEMUSC JOVEM (2015 e 2018), do 2º Congresso Sopro Novo – Ações Sustentáveis em Educação Musical (2015), do FEMUSC intermediário (2016) e do Curso de Formação Inicial e Continuada em Prática de Orquestra (2016-2017). Gabriel Vieira (harpa): Começou seus estudos na música aos 9 anos de idade em seu colégio, participando do conjunto instrumental de instrumentos de sopro, aos 12 começou a ter aulas de harpa por meio de um projeto social na Sociedade Cultura Artística (SCAR). Em 2016, aos dezessete anos, se mudou para o Rio de Janeiro para continuar seus estudos, iniciando o Bacharelado em Harpa na Universidade Federal do Rio de Janeiro, estudando com a harpista Cristina Braga até o final de 2017. Durante esse período participou como integrante da Orquestra Sinfônica da UFRJ e foi um dos ganhadores do concurso para jovens solistas de 2017 da mesma; frequentemente membro convidado da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) e Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), e tocou com o tenor José Carreras, durante sua turnê pela América Latina. Participou de diversos festivais, como o FEMUSC e o Festival de Inverno de Campos do Jordão; cursos e Masterclasses nacionais e internacionais com Isabelle Moretti (Conservatório de Paris) e Helga Storck (Filarmônica de Munique). Se apresentou em algumas das maiores salas de concerto do Brasil, como a Sala São Paulo, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Sala Cecília Meirelles, Teatro Bradesco e SESC Quitandinha; e algumas internacionais, em Rendsburg e no Museu Nacional da Baviera em Munique, ambos na Alemanha. Gilberto do Nascimento Amaro (iluminador): Iniciou na área de iluminação em 1992 com a Tamanduá Iluminação, onde participou de vários projetos como responsável técnico, entre eles o Projeto e execução de Iluminação do Museu Paranaense, as turnês de Deborah Colker (Velox, Casa, Rota e Quatro Por Quatro), Jota Quest (Oxigênio), Ballet MOMIX, Ballet Kirov. Com a Empresa Companhia Da Luz, entre 2002 e 2003 participou como técnico de iluminação das turnês Gilberto Gil (Kaya’n’Gandaya), Ney Matogrosso (Ney Canta Cartola). Foi ministrante da Oficina de Iluminação e Vestimenta no Sesc Pantanal e responsável pelo Projeto e Execução do sistema de iluminação das Galerias de Artes dos SESC’s Jaraguá do Sul, Joinville e Chapecó, entre outros. Atualmente é o responsável técnico pelos teatros da SCAR (Sociedade Cultura Artística). Entre os cursos que participou destaca o Curso de Projeto, Instalação e Manutenção em Equipamentos de Iluminação Arquitetural (Philips Vari-Lite, Dallas, EUA, 2014) e Programação dos Consoles de iluminação cênica ETC EOS (Fábrica da ETC – Electronic Theatre Control em Madison WI, EUA, 2016) Jones André Alves Pereira (sonorização): Auxiliar técnico na área de sonorização e iluminação na SCAR, desde 2014, sendo técnico de sonorização das mostras e espetáculos da instituição: Auto de Natal (2014 a 2017), Sons do Brasil - Edições III a VI (2014 a 2017), Espetáculo de Dança Quebra-Nozes (2017), Mostra Teatral – Edições VII a X (2014 a 2017), Práticas Artísticas MPT (2014 a 2018) e mostras teatrais do Projeto Escola Vai ao Teatro (2014 a 2018). Também é técnico de sonorização da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, participando das turnês POP (2014 a 2016), Memórias (2016 a 2017), Brasilíssima (2017 a 2018) e Diálogos (2017 a 2018). É técnico de sonorização do Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC) desde 2015. Em 2007, tornou-se coordenador técnico da Igreja do Evangelho Quadrangular de Três Rios do Norte e técnico de som da Banda Entrevero de Bênção, encerrando esta atividade em fevereiro de 2018. Em 2017 assumiu a coordenação técnico da Igreja Adevc, seguindo até o momento. Também ministra a oficina “Sonorização em Igrejas” desde 2012. Michael Frederico Paiva da Silva (produção): é graduado em Engenharia de Produção Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina (Florianópolis), com pós-graduação em Lean Manufacturing pelo Instituto Superior Tupy (Joinville) e especialista em Ergonomia aplicada ao trabalho pela Ergo Ltda. (Belo Horizonte). Atua na área cultural como ator, diretor teatral, escritor e produtor de eventos de cunho cultural, com diversos projetos financiados pelo Fundo Municipal de Cultura da Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul. De 2012 a 2014, produziu duas temporadas do espetáculo teatral Valsa n.6 que círculos por algumas cidades catarinenses. Trabalhou como produtor executivo do Dueto Staccato de 2013 a 2016. Ainda é produtor executivo dos projetos Escola Vai ao Teatro (2011 até o momento) e Festival de Formas Animadas (2011 a 2014), ambos da SCAR, e da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (2014 até o momento). Em 2014, foi produtor financeiro do Festival Catarinense de Teatro, festival promovido pela Federação Catarinense de Teatro, onde foi Diretor de Projetos na gestão 2016-2018. Desde 2012 trabalha na organização do FEMUSC e a partir de 2016 tornou-se o coordenador de produção artística de ópera neste festival, liderando a equipe de produção cenográfica, pianistas correpetidores e de traduções, trabalhando sob a direção de Alex Klein (Brasil), Gino Quilico (Canadá), Carlos Harmuch (Brasil/Suiça) e Catherine Larsen-Maguire (Reino Unido). Além disso, produziu localmente diversos espetáculos e oficinas cujas temporadas passaram por Jaraguá do Sul. Edilma Lemanhê (coordenação geral): formada pela UNIVILLE no curso de Bacharelado em Sistemas de Informação, possui MBA em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas e atualmente é Pós‐Graduanda em Gestão Cultural Contemporânea pelo Instituto Singularidades / Itau Cultural. Atuou como Tesoureira de Cooperativa de Crédito, Chefe de Suporte Legislativo na Câmara de Vereadores de Joinville. É Diretora Executiva da Sociedade Cultura Artística desde 2009, Conselheira de Cultura da Cidade de Jaraguá do Sul de 2011 a 2012 e Presidente do Conselho Municipal de Cultura de Jaraguá do Sul de 2013 a 2014. Cleide Maria Sbors Heidemann (coordenação financeira): formada pela Universidade Católica de Santa Catarina em Bacharel em Administração de Empresas, Pós‐graduada pela Fundação Getúlio Vargas em Marketing. Atua como Administrativo Financeiro na Sociedade Cultura Artística – SCAR, desde 2004. Suas principais atividades desenvolvidas é a prestação de contas de projetos municipais, estaduais e federais. Atua também em locações de espaços do Centro Cultural SCAR para eventos culturais, empresariais e sociais.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.