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PRONAC 192609Análise de resposta de diligência - ObjetoMecenato

Orquestra Jovem da cidade de Araraquara

ASSOCIACAO CULTURAL PROMOART
Solicitado
R$ 100,0 mil
Aprovado
R$ 100,0 mil
Captado
R$ 100,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
Osasco
Início
2020-02-01
Término
2021-04-11
Locais de realização (1)
Araraquara São Paulo

Resumo

Projeto sociocultural que consiste no desenvolvimento e aprimoramento técnico de jovens instrumentistas, através de aulas gratuitas de música para a formação de uma camerata e uma orquestra de cordas, onde crianças e jovens se beneficiarão gratuitamente com aulas de violino, viola erudita, violoncelo, contrabaixo acústico e/ou musicalização. Todas as suas atividades (aulas, ensaios, apresentações) são gratuitas e acessíveis aos mais diversos públicos, garantindo à população a democratização do acesso à cultura. Como contrapartida será ministrado aulas de musica instrumental à alunos com deficiência, preferencialmente visual.

Sinopse

NÃO CONTEMPLA

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Desenvolver um conjunto de ações que possibilitem a formação de jovens instrumentistas nas áreas de violino, viola erudita, violoncelo e contrabaixo acústico, favorecendo uma futura integração ao mercado de trabalho e/ou beneficiando-os com a prática constante de uma atividade sociocultural que contribua para o desenvolvimento humano e inclusão social. OBJETIVOS ESPECIFICOS: Beneficiar gratuitamente 100 crianças, jovens e adolescentes entre 06 e 25 anos, com aulas de violino, viola erudita, violoncelo e musicalização (canto coral); Possibilitar o acesso de alunos sem conhecimentos anteriores em música nos cursos de musicalização, favorecendo uma futura inclusão nos cursos instrumentais; Possibilitar o aprimoramento e desenvolvimento técnico de alunos já iniciados em outras atividades locais, com atividades dedicadas à formação e profissionalização de jovens instrumentistas nas áreas de cordas de arco; Constituir uma Orquestra Jovem de cordas e uma Camerata a partir dos participantes do projeto que demonstrarem melhor adequação aos conceitos previstos no Plano Pedagógico que acompanha esta proposta; Promover ações que ampliem o acesso aos conteúdos desenvolvidos no projeto a outros públicos sob a forma de três (3) apresentações musicais e duas (2) concertos didáticos atingindo 1.200 espectadores; A produção de eventos referente às apresentações serão custeadas pela Associação Cultural Promoart, usaremos os mesmos banners de divulgação dos cursos e os cartazes de divulgação estão previstos dentro do item "divulgação" em custos vinculados. Estimular o empreendedorismo e a formação profissional aplicando conceitos sobre: valores, ética e cidadania; promoção e produção Cultural; marketing cultural; cultura e patrimônio. Permitir e facilitar o acesso integral a todas as suas atividades (aulas, ensaios e apresentações) gratuitamente. Contrapartida social: Executar oficina cultural, desenvolvida para pessoas com deficiência, preferencialmente para deficientes visuais (de todas as idades) para até 20 alunos, voltada à formação de um grupo de cordas, possibilitando o conhecimento e acesso a este bem cultural e social.

Justificativa

O projeto colabora para a ampliação do acesso e para a popularização da música erudita, clássica e instrumental. A quantidade de apresentações e concertos didáticos realizados por diferentes localidades, a gratuidade dos concertos incentiva a fruição do evento por pessoas oriundas de regiões e/ou estatos sociais diversos, com destaque para os menos favorecidos da sociedade. O projeto visa levar concertos de música erudita e instrumental a um público que, na sua maioria, não tem acesso a esse gênero musical. Esse projeto leva para a Cidade de Araraquara a música erudita na vida do cidadão (músicos e público) e permite que ele conheça e se interesse cada vez mais do universo musical erudito, divulgando o gênero e contribuindo para o desenvolvimento da capacidade de discernimento e escuta da boa música e também o da sensibilidade humana de maneira geral. O projeto promoverá a incerção de deficientes visuais ao mundo da musica e cultura com oficinas de instrumentos de cordas para esse público, que na maioria das vezes não tem acesso a este bem. Esse projeto se enquadra no incisos I e III do Art. 1º da Lei 8313/91 e atende os objetivos descritos no Art. 3º da referida norma nos incisos I-c; II-c e IV-b.

Estratégia de execução

O PROJETO PEDAGÓGICO COMPLETO ENCONTRA-SE ANEXADO NA ABA "ANEXAR DOCUMENTOS" DA PROPOSTA. A Associação Cultural Promoart executa projetos de ensino de instrumentos musícais e musicalização desde 2010 em Araraquara com grande aceitação e sucesso junto a população e empresários, com vários alunos que iniciaram nos projetos e hoje são instrutores em nossos ou em outros projetos e/ou tocam profissionalmente e/ou estão em universidade de música para seguir carreira na área. A partir de agosto de 2019, a Associação iniciou em Araraquara o ensino (atendimento) de musica instrumental para um grupo de 20 alunos com deficiência (preferencialmente visual) com uma aula semanal, podendo ser em grupo ou individual, dependendo do grau de dificuldade de cada aluno, pretendemos assim, atender uma demanda existente no municipio e tambem iniciar esta atividade neste municipio, atividade está que já é desenvolvida pela Associação Cultural Promoart no Municipio de Barueri -SP à quatro anos, com muito sucesso. Atendendo assim contrapartida social.

Especificação técnica

PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO SIMPLIFICADO PRINCÍPIOS TEÓRICO-PRÁTICOS E ORGANIZACIONAIS 1. Introdução 1.1. A Associação Cultural Promoart iniciou suas atividades em 2006. Fundada a partir de uma iniciativa que envolveu diversos agentes culturais e educadores com ampla experiência e intensivo trabalho no segmento sociocultural no Estado de São Paulo, sua proposta tem sido levantar questões ligadas ao acesso, democratização e profissionalização deste segmento, repensadas sempre com o intuito primordial de se aperfeiçoar o resultado do esforço de todas as instâncias envolvidas A estrutura curricular de cada projeto será então formatada salientando os pontos em que os resultados são satisfatórios e aperfeiçoando aqueles nos quais encontramos algumas deficiências ou, pelo menos, traçaremos estratégias para seu aperfeiçoamento caso não haja possibilidade imediata. Para se adequar “necessidades às realidades” serão objetivadas as características estruturais do projeto adotando sempre o critério de aproveitamento máximo do potencial estrutural já adquirido e posteriormente se necessário implantando estruturas adicionais 2. Fundamentos educativo-artísticos 2.1. Aspectos 2.1.1. Sociais A Associação Cultural Promoart pretende proporcionar uma transformação social na medida em que procura complementar a formação do ser humano, para que se formem cidadãos mais plenos, conscientes de seus deveres e direitos, colaborativos, participativos e comunicativos. Procura proporcionar, também, um espaço de aprendizado não somente das artes, mas de habilidades sociais de convivência e participação, valorizando o bom desempenho de cada indivíduo dentro do grupo e fazendo-o notar o seu valor, sua importância e sua função dentro deste. Acreditamos que somente o bom desempenho individual não é suficiente para criar um bom conjunto. Disso dependem a capacidade de liderança, adaptação, obediência, aceitação, superação, entre outras. 2.1.2. Artísticos Espera-se que os indivíduos beneficiados pela Associação Cultural Promoart aprendam as linguagens da musica, teatro, dança e demais áreas artísticas de sua preferência e que possa vir a se apresentar em público e/ou apresentar seus trabalhos na medida de suas possibilidades. Sendo este o principal interesse dos indivíduos que participam de suas atividades, e o nosso principal meio para a realização da transformação social, é indispensável que seja atingida a excelência seja ela manifestada pela técnica, pela riqueza interpretativa do aluno, pela diversidade dos gêneros e estilos desenvolvidos ou pela produção e divulgação desse trabalho diante da comunidade. 2.1.3. Pedagógicos A Associação Cultural Promoart espera que a formação que fornece aos indivíduos complemente sua formação educacional, já que o acesso à prática artística favorece o desenvolvimento intelectual, a atenção, a sensibilidade estética, além de aumentar o repertório cultural do aluno. A organização acredita para a arte, assim como Koellreuter diz para a música, em um “tipo de educação musical não orientado para a profissionalização de musicistas, mas aceitando a educação musical como meio que tem a função de desenvolver a personalidade do jovem como um todo, de despertar e desenvolver faculdades indispensáveis ao profissional de qualquer área de atividade, ou seja, a subordinação dos interesses pessoais aos do grupo, as faculdades de discernimento, análise e síntese, desembaraço e autoconfiança, a redução do medo e da inibição causados por preconceitos, o desenvolvimento da criatividade, senso crítico, do senso de responsabilidade, da sensibilidade de valores qualitativos e da memória, principalmente, o desenvolvimento do processo de conscientização do todo, base essencial do raciocínio e da reflexão”(KOELLREUTTER, 1977). 2.2. Turmas A estruturação em turma de acordo com o grau de aproximação do conteúdo e de tempo de prática do curso escolhido é fundamental em todos as suas atividades. Em geral, cada curso é dividido em três turmas, como podemos observar a seguir 2.2.1. Turma A Turma na qual o aluno ingressa no curso. Os grupos são constituídos de forma bastante heterogênea, tanto quanto à faixa etária quanto aos conhecimentos prévios. Essa característica pretende enriquecer as possibilidades de aprendizado, dando possibilidades de interação entre os estudantes. 2.2.2. Turma B A segunda turma é formada por alunos que já tiveram a iniciação na primeira turma e que foram escolhidos pelos instrutores para complementar seu aprendizado na segunda turma. Esta turma estuda mais detidamente e com mais profundidade o seu curso assim como a teoria necessária para apoiar o conteúdo programado. 2.2.3. Turma C No mesmo molde da segunda turma, as vagas são preenchidas por alunos que já passaram pelas duas turmas anteriores. Os critérios de seleção para o preenchimento das vagas abertas na terceira turma permanecem os mesmos, cabendo ao instrutor o papel de avaliar e convidar o aluno a avançar para a próxima turma. Os estudos passam a ser mais aprofundado tendo como maior ferramenta didática a participação ativa em um grupo que desenvolva seus trabalhos para o seu público-alvo. 2.2.4. Prática pré-profissional A prática pré-profissional é formada pelos alunos que estão na turma C. Faz apresentações, exposições e demais práticas regulares, o que exige dos seus participantes uma dedicação e um aprendizado diferentes dos que já tiveram até então. Para isso existem simulações e participações em eventos públicos. As práticas facilitam o entrosamento da equipe, a percepção das diferentes dificuldades e necessidades de aperfeiçoamento, a concentração e o trabalho em grupo. 2.3. .Procedimentos pedagógicos 2.3.1. Aulas coletivas As aulas desenvolvidas são realizadas em grupos. O número de alunos em cada sala depende do curso lecionado, tendo em vista o número de instrumentos e / ou equipamentos por curso. Acreditamos que o aprendizado organizado em grupo pode estimular o aluno tanto na parte cognitiva quanto psicológica. A cognição é mais desafiada à medida que o aluno está exposto à interação com os demais colegas, observando-os, imitando-os, ajudando-os e trocando experiências. As turmas, que sempre se caracterizam por sua heterogeneidade, configuram um ambiente de constantes mudanças que privilegiam este tipo de situação. 2.3.2. Aulas Individuais ou em dupla Esta modalidade beneficia os alunos já completaram as apostilas de estudos (iniciante, intermediário e avançado) ou passaram por teste de aptidão que demonstrou estar qualificado a uma atividade superior às oferecidas nas aulas coletiva. Embora as atividades sejam predominantemente coletivas, alguns alunos são encaminhados para um estudo personalizado e/ou complementar que atenda a sua necessidade de desenvolvimento. 2.3.2.1. Imitação Usada num primeiro momento, a imitação é forma mais imediata de fazer com que o aluno consiga produzir algum resultado artístico. A observação atenta leva a uma reprodução dos movimentos com intenção de produzir exatamente o mesmo efeito observado. Se empregado de forma inteligente, a imitação pode: Diminuir no aluno o medo do contato com a ação; Possibilitar ao instrutor uma análise mais precisa sobre o perfil técnico do aluno; Aumentar a satisfação do aluno com as aulas; Proporcionar um importante ponto de partida para uma vivência prática dentro da turma. Oferecer conteúdos para os alunos acelerando o desenvolvimento das habilidades perceptivas que, de outra forma, exigiria recursos técnicos escassos para a realidade do projeto, tais como aparelhos de reprodução de áudio e vídeo, etc. Note-se, porém, que não se trata de criar uma dependência dos alunos com relação aos instrutores. Dessa forma, corre-se o risco de se ter uma turma de alunos “adestrada” que só consegue atuar mediante a imitação, não desenvolvendo autonomia de estudo e linguagem se a estratégia didática da imitação for usada de forma inadequada. Trata-se de uma estratégia pedagógica de primeira aproximação a um conteúdo novo, sendo que o professor deve estimular a autonomia e a apropriação da linguagem desenvolvida. 2.3.2.2. Dedução Após uma série de exercícios realizados por imitação os alunos se tornam mais preparados para treinar sua capacidade de dedução. Nestas atividades coloca-se à prova o raciocínio do aluno, sua adaptação ao código técnico e sua intuição, tanto física quanto mental. A dedução obriga o aluno a criar hipóteses de resolução dos problemas que lhe são colocados. 2.3.2.3. Explanação Durante a explanação coloca novos conceitos em contato com os alunos, enriquecendo seu repertório teórico. É um recurso também utilizado para reafirmar e confirmar conceitos aos quais os alunos já acederam através da dedução. Esta atividade exige do aprendiz capacidades de abstração, concentração e raciocínio, além de ativar faculdades mentais como a memória e a imaginação. 2.3.2.4. Criação e Improvisação Uma estratégia muito válida para se desenvolver os elementos técnicos dos alunos é a criação coletiva e momentos que se estimula a improvisação. Muitas vezes o aprendiz empiricamente demonstra determinada capacidade mesmo que não tenha sido adquirida formalmente. Esse processo não só possibilita maior enriquecimento educacional em menos tempo como também se torna uma excelente ferramenta para se estimular a criatividade e a capacidade de comunicação, uma vez que, ao criar o seu próprio improviso, o aluno exercita a linguagem seja ela verbal ou não verbal. 2.3.2.5. Unindo as abordagens Nesta proposta usamos as abordagens anteriores de forma bastante homogênea preferindo introduzir um assunto novo sempre com a imitação produzindo material prático para logo em seguida exercitarmos a dedução dos alunos. Este material prático pode ser amplamente enriquecido com exercícios de criação e improvisação. Finalmente, todo o conhecimento é elaborado e reafirmado através de uma explanação clara dos conceitos. Essa aplicação é feita de forma cíclica, sendo retomada a cada novo conceito, independente do nível da turma. Dessa forma, são constantemente exercitadas as capacidades perceptivas, intuitivas e cognitivas dos jovens. 2.3.3. Atividade predominantemente prática. A participação em eventos representa para o projeto não só um dos maiores indicadores da qualidade do trabalho técnico desenvolvido com os alunos, mas também o foco principal para se direcionar o trabalho social. Em vista disso, parece-nos muito claro que a atividade no ambiente de aprendizagem se estruture como tal, ou seja, como ação prática constante. Não seria conveniente que a postura do aluno diante do aprendizado permanecesse passiva, assim como se observam em aulas de caráter mais teórico, logo, o contato com a teoria aparece de forma aplicada ao conteúdo técnico que é absorvido pelo aluno no seu momento apropriado. Sendo sujeito ativo de sua própria aprendizagem, o aluno mobiliza esquemas de conhecimento, construindo novas formas de entender o mundo através de experiências práticas, mas também subsidiadas pela teoria, que dessa forma, serve como ferramenta para o entendimento prático das diversas situações de aprendizagem. 2.3.4. Constante remanejamento As turmas mais avançadas devem sempre ter seu número máximo de alunos, visto que em caso de desistência, abre-se uma vaga que deve ser preenchida por um aluno da turma imediatamente anterior. Esse remanejamento pode ocorrer a qualquer momento, mediante análise periódica da equipe técnica que aplicará, entre outros, critérios como aplicação e assiduidade em sala de aula. 2.3.5. Eventos Os eventos envolvem e motivam os alunos, que vêem um resultado concreto de seus estudos e alimentam o interesse pelo aprimoramento técnico individual e do grupo. Desse modo, a dedicação, o espírito de equipe, a subordinação dos interesses próprios aos interesses do grupo, a um grande aprendizado de ordem humana e comunitária. Além disso, as apresentações são um momento rico de aprendizado psicológico de concentração e disciplina em momentos de pressão, já que a ansiedade e/ou o nervosismo costumam ser a tônica em momentos como esse. 3. Missão, meta, objetivos específicos 3.1. Missão: Propiciar atividades de transformação social através das artes a todos os públicos (inclusive pessoas com deficiência), respeitando-se a faixa etária de atendimento estabelecida para cada núcleo de atendimento. Contribuir para que tenhamos indivíduos com mais perspectivas de futuro e que, pela educação e cultura, desenvolvam cotidianamente diversas capacidades necessárias a um cidadão responsável. A Associação Cultural Promoart acredita que para o desenvolvimento e equilíbrio da sociedade é necessário que seus membros sejam conscientes de seu papel e de sua importância dentro dos grupos sociais do qual fazem parte. Acredita da mesma forma, que a educação e a prática artística têm a capacidade submeter os aprendizes a situações análogas à vida em comunidade, oportunizando o aprendizado de tais qualidades. 3.2. Metas 3.2.1. Satisfação Espera-se que o trabalho gere resultados satisfatórios perseguindo constantemente os interesses e as necessidades dos indivíduos e atendendo as expectativas dos profissionais e parceiros envolvidos (agentes educacionais, autoridades, etc.) e da comunidade que o recebe (alunos, responsáveis, comunidade, público nas apresentações, sociedade civil, etc.). 3.2.2. Vagas Atendimento a um número satisfatório de alunos. É muito importante que todas as vagas existentes estejam preenchidas, uma vez que este se torna um dos maiores indicadores da qualidade do projeto. A perspectiva do aumento das vagas dependerá da demanda e da capacidade do projeto de crescer mantendo-se a mesma qualidade de atendimento. Damos uma importância significativa a esse ponto, pois, sendo os indivíduos o foco principal do projeto, na ausência deles o projeto perderia seu propósito. 3.2.3. Participação em eventos Estas participações também são um forte indicador da qualidade educacional, trazendo satisfação ao público e principalmente ao aluno, que se depara com um resultado concreto do seu empenho no estudo. São parte importante do aprendizado, que vivenciará situações similares em sua trajetória de vida, e de outros profissionais que, da mesma forma, freqüentemente se vêem frente a situações de exposição semelhantes às vividas nos eventos. É necessário, portanto, criar nos alunos certa familiaridade com situações desse tipo. 3.2.4. Constante aprimoramento técnico Todo indivíduo deve ser atendido da melhor forma possível, independentemente de sua raça, credo, classe social, condição física ou qualquer outra característica que possa discriminá-lo de outras pessoas. Para tanto, aprimora-se a bagagem de conhecimento pedagógico por parte dos agentes educadores e oferece-se a estrutura física necessária para um atendimento satisfatório. 3.2.5. Parcerias com outras entidades Através de um trabalho sociocultural, estabelecer parcerias com outras instituições, a fim de oferecer os subsídios necessários para que os alunos moradores de áreas de vulnerabilidade social obtenham orientação e assistência quanto aos casos que mais atingem esta camada da sociedade, como o acesso a educação, orientação sexual, higiene corporal, educação sócio ambiental, entre outros. Tais parcerias ainda favorecem a multiplicação dos conceitos aplicados por esta instituição, expansão geográfica da proposta e intercâmbio profissional. 3.3. Objetivos específicos 3.3.1. Formação de grupos artísticos Espera-se que o aluno, participando de grupos artísticos e de ações culturais possa crescer pessoalmente, ajudando a realizar a transformação social a que a organização se destina. São resultantes desse crescimento pessoal: • Fortalecimento das noções de cidadania e trabalho em equipe; • Maior perspectiva de futuro, tendo a ação cultural como uma possibilidade profissional; • Preparação para o trabalho profissional, criando as noções de participação e responsabilidade. • Aprimoramento do senso estético; • Satisfação própria e com o trabalho da organização; 3.3.2. Aperfeiçoamento da habilidade intelectual, desenvolvendo maior facilidade ao estudo. Juntamente com o aprendizado artístico, está o aprendizado sobre o próprio estudo, que alguns autores denominam de “aprender a aprender”. Sem dúvida, as artes desenvolvem diversas habilidades cognitivas, ativando funções do cérebro que podem servir para outros tipos de estudo. Além disso, o estudo das artes exige não somente o trabalho intelectual, mas também uma postura de aprendizado diferenciada, atenta e persistente. 4. Avaliação 4.1. Concepções, critérios e procedimentos da avaliação do público beneficiado. A organização utiliza avaliações constantes, sendo contínua e atendendo a critérios não somente técnico, como também compromisso com o projeto, assiduidade, trabalho em grupo, capacidade de adaptação, senso de responsabilidade. Conhecendo esses elementos o instrutor é capaz de decidir que aluno deve avançar para uma nova turma, sempre considerando se esse remanejamento será bom para o crescimento e maturidade do aluno, já que o novo grupo exigirá ainda mais qualidade e portanto, dedicação do aluno. Dessa forma, valoriza-se o sujeito na sua integridade, já que respeita o ritmo de aprendizagem, não utilizando mecanismos de exclusão. Segundo estudos realizados na década de 90 em algumas escolas das regiões mais pobres da França e descritos recentemente por Angelina Peralva da Faculdade de Educação da USP, a violência na escola é muitas vezes fruto da ameaça à autonomia do aluno, “ameaça vivida como risco potencial de desintegração da personalidade”. A autodeterminação torna-se fator fundamental para o progresso do aluno dentro dos diferentes grupos, cabendo a ele, sempre com ajuda do seu instrutor, respeitar seu ritmo de aprendizado. A valorização da autonomia incentiva à cultura da não-violência, além de ser fator fundamental para o desenvolvimento ético e psicológico saudável. 4.2. Avaliação do projeto A organização procura realizar uma avaliação constante de seu trabalho com o objetivo de re-posicionar-se diante das suas metas e gerar cada vez mais resultados positivos. Os resultados são sempre mensurados dentro de duas vertentes: a qualitativa e a quantitativa. A avaliação qualitativa é a que busca considerar a opinião dos envolvidos no projeto, em especial, os alunos, já que a satisfação destes é o que há de mais importante para conferir real valor ao trabalho do projeto. Para isso são feitos questionários periodicamente para os alunos com perguntas que tematizam os problemas do projeto, os benefícios, as mudanças que o projeto provocou nele como pessoa e como aprendiz. A avaliação quantitativa busca mensurar numericamente o crescimento do projeto e a sua capacidade. Esse crescimento sempre se dá de acordo com a infra-estrutura necessária para que seja mantida a qualidade do projeto. Nesse sentido é interessante sempre cruzar as informações entre a vertente qualitativa e a quantitativa, para que o panorama seja o mais realista possível. 5.3 Resultados das avaliações As constatações trazidas através da avaliação devem servir como material de reflexão e mudança, não apenas de registro histórico ou estatístico. Para isso, a avaliação deve ser entendida no seu sentido mais amplo. Toda avaliação exige capacidade de adaptação a situações novas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conteúdo comum a todas as oficinas desenvolvidas no núcleo central A teoria musical é aplicada de acordo com a prática (instrumental ou vocal), o que não significa que alunos de um curso específico têm maior conhecimento que outros. De fato, dependendo do curso, o aluno apresenta mais facilidade a determinado elemento teórico que outros. Por isso o conteúdo teórico está disposto junto ao conteúdo técnico e atividades práticas. Alguns assuntos, no entanto, são abordados em todas as turmas independentemente do curso que é lecionado. São eles: 1.1. Organização da aula Acreditamos que um ambiente sadio de aprendizado começa estabelecendo-se acordos mútuos entre instrutor e aluno. Os primeiros instantes que o jovem passa no projeto são fundamentais para facilitar essa interação. Dentre as características que percebemos ser mais marcantes para o aluno no momento que ingressa no projeto, podemos citar: • Organização e conservação do espaço de trabalho antes, durante e depois de qualquer atividade; • Acordos prévios entre alunos mais antigos e instrutores e demais profissionais que participem do projeto (coordenadores, assistentes, monitores, etc.); • Ambiente acolhedor e profissionais preparados para recebê-lo, seja qual for sua característica física, socioeconômica e cultural. Faz parte, portanto, do conteúdo programático do instrutor explicitar essas condições com o aluno e permiti-lo demonstrar sua opinião e/ou consentimento. 1.2. Cuidados com os materiais disponibilizados para o aprendizado Saber como manejar adequadamente seu material e zelar pela sua conservação e integridade física é muito importante, não só no aspecto de eficiência do projeto, mas também para a formação do jovem enquanto cidadão ciente de seus direitos e deveres. A equipe é incentivada a despender algum tempo de suas atividades para trazer essa preocupação ao aluno e ensiná-lo como proceder e se comportar. 1.3. Cuidados com o corpo Tão importante quanto zelar pela integridade do material, é o cuidado com o próprio corpo. Os cuidados com a postura e com a própria saúde devem ser constantemente reforçados pela equipe e mais ainda nos primeiros momentos do aluno no pólo. 1.4. Postura e posicionamento do instrumento Para as atividades musicais, a postura do aprendiz com o instrumento pode ser construída de forma gradativa, adicionando elementos de acordo com a sua evolução. O instrutor deve dar atenção especial a este assunto, para não comprometer o que foi trabalhado nos itens anteriores. Este item praticamente reúne e sintetiza os dois anteriores, porém não é menos importante uma vez que é clara a dificuldade inicial do aprendiz com o instrumento, o que pode provocar problemas de postura ou acidentes que comprometam a saúde do aluno ou a integridade física do instrumento. 2. Conteúdo técnico-musical por curso de música De acordo com o Projeto Político Pedagógico desta instituição (PPP), o conteúdo programático pode variar de projeto para projeto e de turma para turma. Características relevantes para instrutor o observar no momento de aplicar o conteúdo: • O conteúdo da aula é ajustado pela Coordenação Pedagógica, instrutores e pelos alunos, tendo esses últimos um papel significativo, pois a singularidade de cada um deve ser respeitada e aproveitada, mesmo que esses muitas vezes não tenham, num primeiro momento, plena consciência desse processo. • O aluno é avaliado constantemente segundo critérios técnicos e não técnicos, podendo ser transferido entre turmas, de acordo com sua evolução no processo e de acordo com o surgimento de vaga. • O conteúdo, portanto, é aplicado para cada aluno de forma bastante particular observando-se sempre suas capacidades e necessidades. 2.1. Geral A seguir, uma descrição aproximada do conteúdo dividido por turmas e por assunto (disciplina). Primeira Turma o Musicalização e percepção Contagem de tempo e andamento (pulsação) Intensidade sonora Sons de altura definida Interpretação (Dinâmicas) Leitura musical informal o Teoria e simbologia musical Duração do som (sons de 1, 2, 3 e 4 pulsos) Terminologias de dinâmica: piano, forte, mezzo piano e mezzo forte. Figuras rítmicas (semibreves, mínimas, semínimas e colcheias) Padrões rítmicos simples Barras de compasso, de finalização e de repetição Pentagrama, claves e fórmula de compasso (abordagem inicial) Fórmulas de compasso 2/4, 3/4 e 4/4 Fermata o Prática em conjunto Organização e posicionamento da orquestra Sincronismo do grupo ao comando oral Compreensão dos gestos elementares de regência Sincronismo do grupo ao comando gestual Entradas e cortes (começo e fim das notas) o Cultura musical (história, apreciação, conhecimentos e curiosidades) História do instrumento Compositores significativos Temas sinfônicos conhecidos Temas folclóricos Segunda Turma o Musicalização e percepção Ditados rítmicos e melódicos Percepção intervalar Interpretação (Articulações) o Teoria e simbologia musical Subdivisão do tempo Dinâmicas: pianissimo e fortissimo. Figuras rítmicas (semi-colcheias, semínima pontuada, mínima pontuada) Padrões rítmicos intermediários (ligaduras de tempo e sincopas) Símbolos de articulação: acento, tenuto, staccato, Pentagrama, claves e fórmula de compasso (abordagem teórica) Escala dórica e menor antiga Notas enarmônicas e homônimas o Prática em conjunto Polifonia Equilíbrio sonoro do naipe Técnicas de interpretação sem regência Visão periférica (leitura e observação dos comandos gestuais simultâneos) o Cultura musical (história, apreciação, conhecimentos e curiosidades) Compositores eruditos e populares Temas sinfônicos e populares Períodos: Renascença, Barroco e Clássico Terceira Turma o Musicalização e percepção Percepção de acordes Reconhecimento rítmico e melódico Intuição rítmica, melódica e harmônica Reconhecimento de escalas maiores e menores Identificação de estilos Criatividade musical Melodias téticas, anacrúsicas e acéfalas Interpretação (Fraseado) Conceito da tonalidade; o Teoria e simbologia musical Unidades de tempo e unidades de compasso Compasso composto Dinâmicas: piu pianissimo e piu fortissimo. Figuras rítmicas (fusa e semifusa) Símbolos de articulação: appogiaturas, trinados. Padrões rítmicos complexos (contratempos, quiálteras) Escala e menor harmônica e melódica o Prática em conjunto Hierarquia da orquestra Naipes da orquestra Dinâmica de palco e apresentações Equilíbrio sonoro da orquestra completa Estilos e interpretação orquestrais Afinação da orquestra o Cultura musical (história, apreciação, conhecimentos e curiosidades) História da orquestra Estilística Períodos: Romântico, Moderno e Contemporâneo Compositores sinfônicos brasileiros 2.2. Cordas (violino, viola, violoncelo) Primeira Turma o Técnica instrumental Partes e acessórios do instrumento Posicionamento e orientação das cordas Pizzicato Empunhadura do instrumento Empunhadura do arco Fortalecimento da musculatura do braço Detaché Ponto de contato arco/corda Posicionamento da mão esquerda Forma de mão esquerda tetracorde maior Mudança de corda – posicionamento do cotovelo Ligaduras de mesma corda Escalas de ré e sol maiores o Teoria e simbologia musical Noção básica de acidentes fixos (#/b) Nomenclatura das notas Escala maior o Repertório Pequenas canções folclóricas nacionais e estrangeiras Exercícios melódicos Segunda Turma o Técnica instrumental Divisão de arco Peso e relaxamento do braço Ligaduras com mudança de corda Staccato Martelé Forma de mão esquerda tetracorde menor Independência dos dedos da mão esquerda Escalas de dó e fá maiores, mi menor antiga e ré dórica. o Musicalização e percepção Afinação Identificação auditiva das cordas Reconhecimento da escala maior o Repertório Welsh folk song – All through the night Mozart, W. A. – Little song German folk song – Augustine Haydn, J. - Surprise Symphony-theme Terceira Turma o Técnica instrumental Forma de mão esquerda tetracordes diminuto e aumentado Cordas duplas Arpejos maiores e menores Vibrato Lourré Trêmolo Escalas de si bemol, lá e mi maiores, ré, lá e mi menores. Iniciação aos ornamentos: trinado, mordente e apogiaturas Iniciação à mudança de posição Iniciação aos golpes de arco: staccato volante, soutillé e ricochet o Repertório Sibelius ensemble – Finlandia theme Thanksgiving song – Over the river Round-duet – Row, row, row your boat Beethoven, L. – Tema da Sinfonia nº. 5. Bizet, G. – Farandole Bizet, G. - Habanera 2.3. Musicalização com canto coral Primeira Turma o Técnica Exercícios de alongamento e relaxamento para consciência corporal e facial Exercícios de respiração para controle do diafragma (inspiração nasal e expiração bucal, a fim de manter a musculatura abdominal e intercostal preparadas para o apoio vocal). Exercícios de dicção com fonemas e consoantes (exploração dos Articuladores no registro médio comum a todas as vozes) Exercícios de vocalize com vogais e fonemas em grau conjunto até 10° (partindo de Si 2 até Ré 4) para todas as vozes Exercícios de vocalize em tríades, intercalados com graus conjuntos para percepção de saltos. Postura corporal em pé e sentado Classificação vocal direcionada para aplicação de vocalize e combinação timbrística Tessitura média, concentrada no registro de Dó 3 a Dó 4, com notas de passagem nos extremos Sincronismo na respiração o Teoria e simbologia musical Apresentação da clave de sol e distribuição de pequenos grupos de notas em grau conjunto no pentagrama Avaliação do perfil melódico (ascendente, descendente e relação com o emissão vocal) Ligaduras de frases e sinais de respiração Saúde Vocal o Repertório Gonzaga, Luiz - Asa Branca; Buarque, Chico - Minha Canção Chan, Thelma - Hum! Folclore caribenho - Jennie Mamma Mozart, W.A. - Aleluia Folclore - Mulher Rendeira (arr. Edno Krieger) Canção popular - Baião de Ninar/ Cânone Nordestino (Edno Krieger) França, Patrícia - Floresta Segunda Turma o Técnica Exercícios de alongamento e relaxamento para aproveitamento da seqüência de respiração e aquecimento vocal Familiaridade com o funcionamento da coluna de ar para apoio das notas, resistência nas frases e boa afinação nos uníssonos. Exercícios de vocalizes (aproximadamente Lá 2 a Fá 4), de acordo com divisão de vozes Classificação vocal direcionada para divisão de naipes (voz 1, voz 2) Exploração das cavidades de ressonância através da boa utilização da coluna de ar. Uníssono com afinação homogênea, cânones, melodias a duas vozes com base em contracantos simples em registro médio a agudo para cada naipe Dinâmicas piano, mezzoforte e nuances de diminuendo e crescendo o Teoria e simbologia musical Saúde vocal o Repertório Toquinho - Aquarela Macaro, Sestino - Um cavallo verde; Folclore Israelita Zum Galli Galli Tradicional Hebraica - Zemer Atik Ramil - Estrela, Estrela Folclore alemão - Dona Nobis Pacem; Rodgers, A.; Hammerstein - Pra todas as crianças (Arr. Maria Meron) Terceira Turma o Técnica Exercícios intensificados de alongamento e relaxamento para fortalecimento e resistência do apoio e aquecimento vocal Maior controle da coluna de ar para apoio das notas, resistência nas frases, boa afinação e dinâmica Exercícios de vocalizes variados de acordo com a divisão de vozes (aproximadamente Sol 2 a Lá 4) Maior equilíbrio e aproveitamento dos articuladores e cavidades de ressonância nos extremos da tessitura Divisão de naipes a duas ou mais vozes Melodias a duas ou mais vozes com aproveitamento de todo o registro de cada naipe Domínio das dinâmicas piano, mezzoforte, forte e variações diminuendo e crescendo o Teoria e simbologia musical Solfejo melódico simples (graus conjuntos e saltos consonantes) Leitura em Clave de Sol o Repertório São Paulo, São Paulo Powell, B - Berimbau O Happy Day Lobo, Edu; Capinam - Ponteio Sedícias, Dimas - Banzo Maracatu Canções populares – Ô Sali, Saliçá, A maré encheu, Marinheiro encosta a barca e Marinheiro só. (arr. Maria Meron) Bandel, Tasso (arr.) – Fantasia Brasileira

Acessibilidade

Esta instituição já atende alunos com deficiência(s) em suas atividades e já contemplam o acesso a pessoas que necessitam de tais cuidados, respeitando-se a legislação vigente e sendo participante ativa de conselhos e movimentos voltados aos direitos da Pessoa com Deficiência.A instituição possui também uma "cadeira escaladora", utilizada para acoplar a uma cadeira de rodas para permitir o acesso de pessoas com dificuldade de mobilidade a áreas com escadaria e/ou degraus.A acessibilidade também é garantida em seus eventos, seja para pessoas com deficiência(s) ou para pessoas idosas, sendo sua equipe capacitada e periodicamente atualizada quanto aos cuidados necessários para atender esse público, disponibilizando inclusive espaços e vagas/cotas para este fim, com sinalização adequada e destacando pessoas para indicar o acesso ao local reservado aos portadores de necessidades especiais.Também são mantidas parcerias com outras organizações da sociedade civil e com o poder público, visando facilitar a acessibilidade de pessoas idosas e de pessoas com deficiência(s) em eventos e em suas atividades socioculturais, ampliando assim, o alcance da proposta e alcançando um público que, infelizmente, possui poucas oportunidades de beneficiar-se de um produto cultural desta modalidade.Para garantir o acesso aos portadores de deficiência visual ao conteúdo cultural, antes do início dos espetáculos o apresentador do evento, caso haja algum deficiente visual, fará uma breve descrição, com informações sobre a apresentação incluindo a formação da orquestra, os diferentes instrumentos que serão utilizados, a programação musical e a disposição dos músicos no palco.

Democratização do acesso

O projeto é totalmente gratuito (aulas e eventos) e sua divulgação é estendida principalmente a comunidades em áreas de vulnerabilidade social, sendo oferecido todos os recursos necessários (instrumentos, acessórios e material didático) para o acesso de seus alunos. (I.N. 02/2019,Art. 21, inciso IV, VII). São reservadas cotas especiais de ingressos às parcelas da população que encontram‐se mais desprovidas de acesso a este tipo de bem cultural (terceira idade, pessoas com deficiência, etc.). (I.N. 02/2019,Art. 21, inciso I, II, IV). O projeto visa atingir a um público diversificado entre crianças, jovens e adultos, oriundos de diferentes classes econômicas e sociais. (I.N. 02/2019,Art. 21, inciso VII). Atendendo a Instrução Normativa nº 1 de 05.10.2010, seção III, artigo 22, todas as apresentações propostas (apresentações extras, concertos didáticos e Concertos oficiais) serão oferecidas gratuitamente ao público e divulgadas nas redes sociais, como ( facebook, you tube, site, etc... (I.N. 02/2019,Art. 21, inciso I, III e V).

Ficha técnica

Toda atividade técnica do projeto será executada pela Proponente através de seu corpo técnico, formado pelos administradores da Associação, os profissionais serão remunerados através das rubricas constantes na planilha do projeto, sendo que a coordenação pedagógica ficará a cargo do Presidente e a coordenação de Oficinas a cargo do tesoureiro da Associação. A BASE DA EQUIPE TÉCNICA SERÁ COMPOSTA POR: COORDENADOR DE OFICINAS:MARCELO ANTONIO FERNANDES COORDENADOR PEDAGOGICO: EDSON PICININ ENSAIADOR / REGENTE: EDUARDO FELIPE CORREA DE OLIVEIRA. O RESTANTE DA EQUIPE SERÁ DEFINIDA ATÉ O INICIO DA EXECUÇÃO DO PROJETO, MEDIANTE DISPONIBILIDADE E QUALIFICAÇÃO DOS PARTICIPANTES. FUNÇÃO DE CADA UM DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES DO PROJETO: Coordenador de Oficinas: RESPONSAVEL PELO ACOMPANHAMENTO E GERENCIAMENTO INTEGRAL DAS ACOES DESENVOLVIDAS PELO PROJETO DURANTE O PERIODO DE SUA EXECUCAO, CONTROLE E MANUTENCAO DAS ATIVIDADES, MANUTENCAO DAS MATRICULAS E DADOS DOS BENEFICIARIOS (INCLUINDO OS FAMILIARES E/OU RESPONSAVEIS POR MENORES DE 18 ANOS), SUPERVISAO DAS METAS PROPOSTAS E IDENTIFICACAO DOS RESULTADOS OBTIDOS, ATENDIMENTO, REPRESENTACAO E MANUTENCAO DE PARCERIAS LOCAIS. Coordenador Pedagógico: RESPONSÁVEL PELO DESENVOLVIMENTO METODOLÓGICO E ACOMPANHAMENTO DAS ATIVIDADES DE ENSINO. Ensaiador-Regente: RESPONSÁVEL PELOS ENSAIOS DA ORQUESTRA, ORGANIZAÇÃO E ORIENTAÇÃO DOS GRUPOS DE CÂMARA CURRÍCULOS BREVES DA EQUIPE TÉCNICA: EDSON PICININ Contatos: (11) 3955.1751 / (11) 97325.4499 edpicinin@gmail.com Ensino Superior - Licenciatura em Matemática - Universidade Sant’Anna Experiência Cultural: Coordenador Administrativo/Financeiro e Coordenador Pedagógico em projetos desenvolvidos pela Associação Cultural Promoart no Estado de São Paulo; Gestor Técnico de projetos desenvolvidos em parceria com a Cooperativa de Educação e Cultura – Coopermais na Grande São Paulo; Instrutor de Musical nos projetos socioculturais Veredas (Osasco-SP), Nova Harmonia e Harmonia (Barueri-SP); Técnico Administrativo e Financeiro da Secretaria de Estado de Cultura de São Paulo pelas Oficinas Culturais e Projeto Guri. Experiência Profissional: 2019- Orquestra Jovem Promoart; 2018- Orquestra jovem; 2017- Projeto Orquestra Jovem de Araraquara; 2016- Projeto Harmonia- ProAC ICMS; 2016- Projeto Orquestra Jovem – ProAC ICMS; 2015- Projeto Orquestra Jovem de Araraquara; Desde 2014 - Projeto Harmonia; 2013 - Projeto Orquestra Jovem – Núcleo de Aperfeiçoamento; 2013 – Projeto Harmonia – Orquestra Infanto Juvenil; 2012 – Projeto Harmonia; 2012 – Projeto Música e Cidadania; 2012 e 2016 – Projeto Orquestra Escola; Desde 2012 – Projeto Orquestra Jovem de Araraquara; 2011 – Projeto Nova Harmonia Musica; 2011 a 2014 - Cooperativa de Educação e Cultura Coopermais; 2010 a 2011 - Coop. de Educação e Cultura Educoop Cultural; 2010 – Projeto Veredas; Desde 2009 - Associação Cultural Promoart; 2005 a 2009 - Associação Amigos do Projeto Guri; 2002 a 2005 – Secretaria Estado da Cultura. MARCELO ANTONIO FERNANDES (19) 3533-4689 Cel.: (19) 99513-4012 - Email: rcmaf@hotmail.com Resumo de Qualificações Instrutor Musical em projetos socioculturais como o Projeto Veredas (Osasco-SP), Instrutor de Cordas no Projeto Nova Harmonia e Harmonia (Barueri-SP), Instrutor de Cordas Orquestra Escola de Araraquara. Coordenador de Polo de Limeira - Projeto Guri Gerente Administrativo Coordenador da Orquestra Jovem de Araraquara EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL * 2000 - 2003 – Associação Amigos do Projeto Guri * 2004 - 2007 – Rio Claro Corretora de Seguros * 2008 - Arumi – Comércio, Serviços e Assistência Técnica em Instrumentos Musicais * 2009 - 2013 – Aulas Particulares, Viola e Violino * 2013 - Projeto Musical Bairro Escola * 2015 - 2016 – Orquestra Escola * 2013 - 2016 – Associação Cultural Promoart *2016 – Orquestra Jovem de Araraquara. *2016- Projeto Orquestra Jovem – ProAC ICMS; *2016- Projeto Harmonia- ProAC ICMS; *2017- Projeto Orquestra Jovem de Araraquara; *2018- Orquestra jovem; *2019- Orquestra Jovem Promoart RONEI FERNANDO ALVES EFIGENIOCONTATOS: 16 34164669/ 16 9 82224503 RG: 44.653.982-X - CPF: 230.016.508-26 RUA LEONIDAS COUTO DA SILVA, 20- JD MEDEIROS. SÃO CARLOS- SP ENSINO SUPERIOR COMUNICAÇÃO SOCIAL COM ÊNFASE EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA UNICEP-CENTRO UNIVERSITÁRIO CENTRAL PAULISTA INICIOU SEUS ESTUDOS MUSICAIS AOS 12 ANOS, ESTUDOU COMO OS PROFESSORES MISAEL SENA. ALAN ZAMPOLO, LUCIANO LOPES E ATUALMENTE ESTUDA COM EDUARDO FELIPE. ATIVIDADES PROFISSIONAIS 1° VIOLINO NA ORQUESTRA JOVEM DE ARARAQUARA 2° VIOLINO NO YRADIER QUARTETO VIOLINISTA DO GRUPO QUARTECÔMICO GRAVAÇÕES, EVENTOS SOCIAIS E CORPORATIVOS. ATIVIDADES DIDÁTICAS PROFESSOR DE VIOLIO NA ACADEMIA ARCO- IRIS EM SÃO CARLOS 2013-2014 PROFESSOR DE VIOLINO NA ESCOLA DE MÚSICA SCALLA MUSICAL EM ARARAQUARA 2013- 2014 PROFESSOR DE CORDAS NO PROJETO ORQUESTRA ESCOLA EM ARARAQUARA 2015-2016 PROFESSOR DE CORDAS NO PROJETO HARMONIA EM ARARAQUARA 2016 PROFESSOR DE CORDAS NO PROJETO ORQUESTRA JOVEM DE ARARAQUARA 2016 - 2017 PROFESSOR DE CORDAS NO PROJETO ORQUESTRA JOVEM EM ARARAQUARA 2018 - 2019 Eduardo Felipe Corrêa de Oliveira Dados Pessoais: Endereço: R. Frei CanecaN°: 943 Nacionalidade: Brasileiro Bairro:Vila Tamandaré Cidade:Ribeirão PretoUF: SP; Naturalidade:Rio de Janeiro Cep:14085­-150 Sexo:Masculino Tel: (16) 3235.0320 Cel:(16) 992592829 Estado Civil:Casado; Formação Acadêmica: Instituição:Universidade de São Paulo Cidade:Ribeirão Preto , SP Cursos: Instituição:Universidade de São Paulo Descrição: Música Instituição:Universidade Federal do Ceará Descrição: História Experiência Profissional: Empresa: Associação Cultural Promoart Período: 2016 a atual Cargo: Instrutor musical / regente Enpresa: Associação Musical de Ribeirão Preto Período: 2008 ­2016 Cargo:Violinista Enpresa: Associação dos Amigos do Projeto Guri Período:2004-2009 Cargo:Instrutor Musical/Regente Qualificações: Iniciou seus estudos de violino em 1993, na Escola de música da Igreja Batista Alvorada. Em 1995 ingressa no Centro de Formação de Instrumentistas de Cordas do Sesi (CEFIS), sendo spalla da Camerata Sesi –UFC e Nepumuceno Ensemble, além de ser monitor do professor Vazken Fermanian. Em 1997 ingressa na Universidade Federal do Ceará no curso de História, concluindo­o em 2002. Em 2004, ingressa no Conservatório Dramático Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí (CDMCC) e em 2008 ingressa na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Participou dos Festivais de Itu (1995,1996), Campos do Jordão (1997), Eleazar de Carvalho (Fortaleza, 2000, 2002, 2003), Prados (2011). Em Sergipe na Filarmonica N. S. da Assunção , tem atuado por dois anos como professor e spalla da orquestra. Foi professor do projeto Guri de Tietê (2004­2008) e Batatais (2009). Atuou como regente e coordenador musical no CEFIS (CE) Projeto Guri Tietê/Batatais e atualmente na condução da Orquestra Jovem de Araraquara (SP). Atualmente exerce as funções de Regente, arranjador e educador, nos projetos musicais da Promoart e está concluindo o bacharelado em Violino do curso de Música da Universidade de São Paulo (USP)

Providência

DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.