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PRONAC 192634Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Intercâmbio Internacional Ano I: MG - Itália

CULTURA GLOBAL
Solicitado
R$ 342,4 mil
Aprovado
R$ 342,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2019-10-03
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Este projeto visa a realização de concertos da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais com dois convidados italianos (Um Maestro e Um Solista de Violino). O projeto prevê ainda um hot site do projeto.

Sinopse

Classificação livre.

Objetivos

São objetivos deste projeto: ESPECÍFICOS: - Realizar 03 (três) concertos da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais com dois convidados italianos: O Maestro Marco Tezza e o solista de violino Paolo Ghidoni; - Os concertos serão realizados na cidade de Belo Horizonte, em teatro; - Realizar registro videográfico de um dos concertos - Desenvolver um Hot Site do projeto - Realizar 04 palestras em escolas públicas da Grande BH, como contrapartida social, sobre a Vida e obra do Compositor Bach. GERAIS: - Promover o intercâmbio musical clássico da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais com renomados músicos de todo o mundo; - Oferecer grandes concertos a preços populares; - Disponibilizar o registro videográfico no hot site do projeto, de forma livre e gratuita.

Justificativa

Conforme critérios da Lei 8.313, este projeto se justifica, pois: II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá o seguinte objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: realização de concertos de música clássica. Temos ainda: - O projeto engrandece os conhecimentos da sinfônica de MG, através do aprendizado com os expoentes músicos italianos; - Oferece grandes concertos internacionais a preços populares; - Ajuda na formação de platéia do segmento da música clássica.

Especificação técnica

SITE: Teremos 4, a saber: 1) Página principal - Menu e explicações com roteiro do site 2) Página 1: Vídeo da apresentação 3) Programa de sala das apresentações 4) Contato da produção.

Acessibilidade

A Acessibilidade do projeto se dará: Nos Concertos: - Teremos um monitor intérprete de libras - Teremos 10 programas de sala em braile. - ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espaço onde ocorrerão os concertos atenderá as regras de acessibilidade, com espaço amplo, rampa de acesso, corredores largos e banheiros adaptados. No site: - Legendas audiodescritivas. Na contrapartida social: - Acompanhará o palestrante , um intérprete de Libras. - ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espaço onde ocorrerão as oficinas atenderá as regras de acessibilidade, com espaço amplo, rampa de acesso, corredores largos e banheiros adaptados.

Democratização do acesso

A democratização deste projeto se dará: Nos Concertos - Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, adotaremos: "I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados." Assim teremos: Serão doados 40% dos ingressos dos 03 concertos. No site - Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, adotaremos: "III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22". Assim teremos: Disponibilizar de forma livre e gratuita o registro videográfico do Concerto.

Ficha técnica

GILSON DE CARVALHO: (PROPONENTE) - : o proponente realizará a função de Coordenador Geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação Geral”. Produtor Cultural a 16 anos, possui experiência em produção de teatro, exposições e feiras mas especializou-se principalmente em exibição de cinema em praças públicas e realização de shows. Produziu entre 2002 e 2018:- Peça teatral: "Coisa de Doido", "Defunto Bom é Defunto Morto", "O Marido de Minha Mulher" e "Tá nervoso? Vai Pescar!"- Exposições: Américo Vespúccio, Iara Tupinambá e Chichico Alkimin- Cinema na Praça: 2006 a 2019- Shows: Centanas de shows em todo o Brasil, destacando Vander Lee, Orquestra Ouro Preto, Coração Palpite e Trio Amaranto. Festival da Cançao de Nova Serrana, etc. - Festival da Viola Instrumental do Norte de MG - 2019 FRANCISCO CARAM: Produção Executiva Produtor e consultor cultural há 20 anosGraduado em Administração de Empresa s - UNAGraduado em Ciências Êconômicas - UFMGInglês - MAIEspecializaç ão em Marketing - UNACurso Intermediário sobre Leis de In centivo - Escola Superior de Marketing (SP)Curso Avançado sobre Lei Rouanet (Miniostério da Cultura)Especialização em Direito Trabalhista - M. RoscoeEspecialização Matemática Financeira - UFMGPRODUÇÕES:LIVROS: Diretas Já:Tancredo Neves, Pasta Mia, O olhar Eterno de Chichico Alkimin, A Voz de Sophia, A História de Minas Contada através da Gastronomia, Os Grandes Chefs Mineiros.CATÁLOGOS: Mapeamento das Cachaças do Brasil, Imagens de Minas - Ouro Preto, Imagens de Minas- Estrada RealSHOWS NACIONAIS: Jô Soares, Tom Cavalcante, Chico Anysio, Casseta e Planeta, Nerso da Capetinga, Filomena, C hico César, Tom Zé, Marlui Miranda, UAKTI, Renato Teixeira, Feijão deCorda, João Carlos Assis Brasil, Edson Elias, Tambolelê, Eduardo Dusek, Índios Krenacs, Virgínia Rodrigues , Neguinho da Beija Flor, Chico Lobo, Beth Caligaris, Grupo Wahari e Mestre Ro mão.SHOWS INTERNACIONAIS:Solistas da Scalla de Milão, Nino Rota, Stravinskij Chamber Orquestra, Nuovo Quartetto Italiano, Gli Archi di Firenze, Orquestra de Veneza, Duo Fani, Trio Aedon, Orq uestra de Florença, Nova Scolla Gregoriana, Serafin Quartet, Quarteto de Gênova (Itália), Vadim Brodisk e Terem Quartet (Rússia), Lucille Chung (Coréia), Dounia (Palestina), Jogi Hirota (Japão), Eva Maria Alexandre (Alemanha), Gabin Gabiré (Burquina Faso). Produção do Maestro Andersen Viana em gravação de CD na Rússica, com Orquestra Estatal de Cinema de Moscou (Filarmônica Russa) TEATRO: Coisa de Doido, Três Mulheres para Fernandinho, O Marido de Minha Mulher, Defunto Bom é Defunto Morto, Totonho 100 Concerto.EXPOSIÇÕES: Sebastião Salgado, Tesouros do Renascimento, Américo Vespuccio, Guido Mudado, Regina Mello, Kitty Amaral.Prêmio: Indicação do Estadão -SP, destaque do ano 2005 pelo livro "O Olhar Eterno de Chichico Alkimin". ORQUESTRA SINFÔNICA DE MG: Orquestra A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Minas Gerais. Em constante aprimoramento, cumpre o papel de difusora da música erudita na diversidade de sua atuação em óperas, concertos e apresentações na capital e interior do Estado. Além dos Concertos no Parque, Sinfônica ao Meio-dia e Sinfônica em Concerto, merece destaque o reconhecido programa Sinfônica Pop, que convida artistas da música popular brasileira para se apresentarem com a OSMG. Seu atual regente titular é o maestro Silvio Viegas, antecedido por Wolfgang Groth, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Aylton Escobar, Emílio de César, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej, Charles Roussin, Roberto Tibiriçá e Marcelo Ramos. MARCO TEZZA: Maestro Marco Tezza, nascido em Vicenza / Itália em 1964. Frequentou o Conservatório de Música de Vicenza, estudando piano com Milde Molinari, Carlo Mazzoli e violino com Giovanni Guglielmo e Giuliana Padrin. Ele ganhou seu diploma com distinção e menção honrosa em piano em 1984. Ele aprimorou ainda mais seus conhecimentos na Itália (Academia Imola) com Jorg Demus, Gyorgy Sandor e Bruno Canino e na França com Aquiles Delle Vigne, na Ecole Normale “A. Cortot ”de Paris, onde obteve o“ Diplome Superieur d'Exècution ”. Além disso, ele ganhou várias competições internacionais em piano: Citta di Treviso (Primeiro Prêmio); La Spezia (Primeiro Prêmio); RAI (Primeiro Prêmio); Moncalieri (Prêmio Europeu de Música de Câmara); Busoni Viotti e Pretória (Graduação). A esses importantes prêmios, ele acrescenta uma rica atividade de concertos em prestigiadas salas de concertos na Europa, América do Norte e do Sul, África e Oriente Médio: Teatro La Fenice de Venezia, Auditório RAI em Turim, Milão, Roma, Palermo, Cagliari, Tonhalle em Zurique, Genebra, Lugano, Salle Cortot em Paris, Bruxelas, Musikhalle em Hamburgo, Kiel, Lubeck, Colônia, Salão de Cultura em Sofia, Plovdiv, Antigo Auditório Mútuo em Pretória (África do Sul), Tawes Theatre de Washington, Nova York, Dom Teatro Silvero em Belo Horizonte, Ouro Preto, Nova Lima, São Paulo (Brasil), Assembléia de Beirute, Trípoli e La Habana, Concerthall da Cidade Proibida em Pequim, Manasterly Palace -Il Cairo, Gumi Music Festival (Coréia), Austrália e Nova Zelândia, para mencionar os mais importantes PAOLO GHIDONI: Solista Violino E Paolo Ghidoni ou "Ghidon" para amigos, um apelido que sempre esteve perto de mim, talvez porque me lembrasse Kremer, que não é realmente meu violinista de referência (mesmo que eu reconheça sua astúcia musical). Aos 8 anos, meu pai coloca o violino embaixo do meu queixo, mas, inicialmente, eu não me importava menos, pelo menos até os 10 anos, quando o milagre aconteceu. A partir desse momento, comecei a produzir por conta própria aqueles sons vibrantes que faziam com que eu não me destacasse mais daquele pedaço de madeira; passava horas e horas tocando e ouvindo discos, não apenas violino, mas sobretudo orquestras. Eu me formei antes de completar 18 anos, como estudante particular, com uma barra redonda, sem mencionar e beijar o júri, porque não tinha muita simpatia por nenhum professor que me forçou a me aposentar do conservatório anos antes. Posteriormente, veio uma série de prêmios que culminaram, aos 19 anos, com o primeiro prêmio "Vittorio Gui" em Florença em 1983, prêmio internacional de música de câmara, com Norbert Brainin , primeiro violino do quarteto Amadeus, em lágrimas. Foram anos de shows fantásticos! Com o Matisse Trio, tocamos em todos os lugares e a música de câmara se fundiu com o meu ser. Depois veio o lugar em conservatório e atividade solo e em dupla com pianistas do calibre de Bruno Canino e Pier Narciso Masi; depois, o período como o primeiro violino do I Virtuosi Italiani, que me fez sentir a emoção de administrar musicalmente uma orquestra de cordas. Não esquecendo Franco Gulli na Academia Chigiana de Siena, minha professora que ainda hoje me lembro com emoção, um cavalheiro de outra época e um violinista fantástico. E você não pode perder a reunião com o gênio de Ivry Gitlis e muito mais. Na esperança de não aborrecê-lo, muito mais é a colaboração com colegas ilustres, começando com Dino Asciolla, que então o chama de colega é difícil, afinal era um mito da minha juventude e ainda é. Mas o encontro fundamental, uma jornada curta e mágica, continua sendo o de Sviatoslav Richter. Ele estava em Mântua em 1986 para gravar para a Decca e o clube que organizava tudo também era dirigido por meu pai. Então, certa manhã, apareci antes que ele chegasse ao palco do Bibiena Theatre e lhe dei minha performance de Chaconne de Bach. Ele me ouviu com interesse e me deu algumas dicas preciosas que hoje para mim são como colunas de Hércules, por exemplo: a continuidade rítmica do incipito deve continuar e ser percebida também nas seguintes variações. Lembro que eu tinha o disco dele comigo (Melodiya) junto com David Oistrak, onde eles tocaram Franck e o terceiro de Brahms (eu o ouvi milhares de vezes e já estava arruinado na época). Eu disse a ele que o amava, ele balançou a cabeça e de repente se sentou ao piano e atacou o início da sonata, convidando-me, com uma "oração" em italiano, a tocar. Sinceramente, ainda não consigo entender como consegui jogar, lembro que finalmente agradeci com uma reverência e saí correndo a chorar muito, foi também uma das poucas vezes em que vi meu pai se emocionar. Na minha carreira, colaborei com Mario Brunello, Giuliano Carmignola, Danilo Rossi, Ifor James, Franco Maggio Ormezowski, Bruno Canino, Pier Narciso Masi (aqui, ele me lembra o som de Richter), mas o encontro mágico naquele dia em Mântua permanece um dos momentos mais emocionantes e mágicos da minha vida. Posso dizer com segurança que, aos 54 anos, fiz - eu acho - mais de 1000 concertos solo, em trio e como primeiro violinista da orquestra (lembro-me de Pelé e dos mil gols da minha carreira), mas não me sinto cheio, para não buscar a glória vã , mas porque sem música eu não poderia viver e amar ... eu a amo demais, quando ouço Bach, quando toco Schumann me sinto vivo, quem sabe! 02 assistentes de produção: a definir

Providência

PROJETO ARQUIVADO.