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Pequenas Porções de Tempo é um espetáculo que partiu da relação entre as artes cênicas e a ciência e foi inspirada no livro "Sonhos de Einstein" de Alan Lightman (1993) e concebida para acontecer em espaços públicos, como parques e praças. Através da utilização de dispositivos coreográficos, o espaço público é explorado em todo seu potencial imagético, cênico, poético e simbólico. Os corpos brincam, experimentam sensações e se colocam em relação ao ambiente urbano. O espetáculo é uma criação de artistas de diversas áreas residentes em Curitiba/PR e que integram o grupo Movimento 161. A ação é composta por três performers que usam próteses corporais assim, forma e gênero humanos são desfigurados. Um utiliza uma perna-de-pau para se transformar em um inseto gigante que ganha vida. Outro usa um equipamento que permite saltos e passos enormes. A terceira figura aparece dentro de uma bolha, literalmente, transfigurada em anfíbio e testando limites físicos.
Pequenas Porções de Tempo é uma intervenção urbana, uma performance cênica e corporal com personagens que atravessam as linhas do tempo em suas diferentes dimensões.Falamos de linhas históricas e biológicas e seres que atravessam as lógicas buscando contato com o desconhecido nos parques, praças e ruas.Os três seres que se movem e se relacionam são como extraterrestres que podem transmitir informações e vivências através desse contato visual. São linhas de tempo que se cruzam no momento presente, atualizando-o.O mundo é cheio de espaços vazios preenchidos de tempo. Tempos bolhas deslocados da realidade, tempo que nos cruza ao meio, tempos sonoros, tempos que fritam nossa existência, tempo de começar, tempo de terminar, tempo de estar, de seguir. Todo tempo atravessa e atualiza.Essa intervenção situada entre a dança e a performance é baseada no livro "Sonhos de Einstein”, de Alan Lightman. Criamos um lugar de reflexão e poesia em meio ao cotidiano da cidade, sua arquitetura e seus habitantes, resultando em uma espécie de escultura viva sobre o universo durante o tempo que nos atravessa nessa experiência. Classificação indicativa: livre
OBJETIVO GERAL: - Circular com o espetáculo Pequenas Porções de Tempo nas seguintes cidades brasileiras: Florianópolis/SC, Joinville/SC, Blumenau/SC, Jaraguá do Sul/SC, Novo Hamburgo/RS, Caxias do Sul/RS, Passo Fundo/RS e Porto Alegre/RS. Realizando duas apresentações em cada cidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 16 apresentações gratuitas nas praças e parques das cidades visitadas, sendo 02 em cada localidade. Estima-se a um público aproximado de 200 pessoas por apresentação, totalizando assim, 3200 pessoas - Localizar entre as cidades visitadas 02 praças públicas de grande acesso ao público para realizar as apresentações; - Difundir os trabalhos da Movimento 161 fora do seu centro de atividades; - Descentralizar a produção artística curitibana, promovendo encontros e apresentações em outras localidades; - Dialogar com diferentes comunidades; - Disponibilizar a áudio descrição do espetáculo para o público de cegos. - Lançar um olhar mais atento para parques, praças e para a urbanização de outras regiões e cidades, através da intervenção artística nesses locais. - Promover oficinas de dança contemporânea gratuitas para 320 professores e alunos da rede pública de ensino. (CONTRAPARTIDA SOCIAL)
O apoio do Ministério da Cultura permitirá que o espetáculo "Pequenas Porções de Tempo", cuja estreia foi em Curitiba, circule por outras cidades. A ação se passa em lugares públicos com grande circulação de pessoas, especialmente parques e praças. Essa proposta visa atingir outros públicos, descentralizar a ação artística e chamar a atenção para a urbanização de cada cidade visitada. "Pequenas Porções de Tempo" é o sexto trabalho do Movimento 161, coletivo formado por artistas com interesses artísticos múltiplos. Nesse trabalho, o grupo se debruçou na tarefa de realizar uma criação que levasse a dança contemporânea para o espaço público. A intervenção é composta por três performers em cena, que surgem no local e se relacionam com as pessoas e o espaço. É um meio de promover uma ruptura no cotidiano desses passantes, causar surpresa, curiosidade, provocar a relação com o outro, um momento de jogo e intensa troca com o público. O espetáculo brinca com a percepção por meio do corpo e dos movimentos dos performers em relação ao ambiente urbano; busca revelar detalhes do espaço que não são percebidos à primeira vista; questionando trajetos, hábitos, costumes da condição humana e urbana onde as pessoas estão inseridas. As artes cênicas no contexto da rua criam uma janela para a reflexão poética sobre o espaço e sobre a própria existência dentro dele, abre caminhos para a imaginação e para o devaneio em meio ao ritmo acelerado do fluxo urbano ou os diferentes ritmos das cidades. A ação artística é composta por elementos do teatro, da dança, da música, das artes visuais e, claro, da física! Realizar esse espetáculo nas diferentes cidades é também difundir e descentralizar a arte contemporânea e a ciência, democratizando o acesso a esses bens culturais. Tendo a democratização como plataforma, sabe-se que o público de surdos pode assistir ao espetáculo já que não há utilização da linguagem oral, porém para acessar o público cego, será disponibilizado via aparelhos de celulares, a áudio descrição do espetáculo para que os mesmos tenham acesso ao que acontece durante a apresentação. Quando se apoia a circulação de uma obra artística, muitas pessoas são afetadas. Nesse projeto será fomentado o encontro entre comunidades distintas, de regiões geográficas também diversas, para criar um contexto que estimule o diálogo sobre arte, física, intervenção urbana, escola, espaço público entre outros temas que surgem dessa relação. Assim o referido projeto necessita dos mecanismos de incentivo de projetos culturais por se enquadrar no inciso III (apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores), VIII (estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória) e IX (priorizar o produto cultural originário do País.) do Artigo Ida Lei 8313/91. Entre os objetivos apontados no Artigo III da Lei 8313/91, a proposta se enquadra aos seguintes objetivos: li - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
3 atores 1 diretor 1 produtor Sala para ensaios. Criação de áudio descrição para público de surdos Manutenção de figurinos e adereços Divulgação Locação de equipamentos necessários Contratação de profissionais da área técnica. Divulgação do espetáculo Apresentação. Realização das contrapartidas
- Espetáculo de Artes Cênicas ACESSIBILIDADE FÍSICA O espetáculo estará atendendo a Lei nº 13.146/2015, do art. 08 ao assegurar à pessoa com deficiência, idosos e com necessidades especiais, com prioridade, a efetivação dos direitos referentes ao acesso à cultura, estabelecendo locais especiais e separados, nos parques que receberão as apresentações. ACESSIBILIDADE CONTEÚDO Em relação a acessibilidade de conteúdo, o projeto por se tratar de um espetáculo sem uso da linguagem oral, favorece o público de surdos, e para atender o público de cegos será disponibilizado, através de arquivos de celulares, a áudio descrição do espetáculo para que o público em questão possa participar do espetáculo. - Ações formativas culturais (contrapartida social) ACESSIBILIDADE CONTEÚDO Serão convocados intérpretes em libras para auxiliar professores a alunos da rede pública de ensino que participarem da oficina de perna de pau.
- O referido projeto prevê a circulação do espetáculo Pequenas Porções de Tempo em praças e parques das cidades de Florianópolis/SC, Joinville/SC, Blumenau/SC, Jaraguá do Sul/SC, Novo Hamburgo/RS, Caxias do Sul/RS, Passo Fundo/RS e Porto Alegre/RS realizando 02 apresentações em cada cidade Todas as apresentações serão gratuitas Produto Cultural – Apresentações (intervenção urbana) Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: "a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística;" - Destinação de 100% (cem por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; - Disponibilizar, quando necessário, meio de transporte para os alunos da rede pública de ensino para que os mesmos tenham acesso. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; -Serão captados trechos das apresentações e atividades extras , para serem disponibilizadas na internet; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - Será permitida a captação de imagens dos espetáculos, bem como será autorizada a sua veiculação por redes públicas de televisão.
Coordenação do Projeto: Claudio Fontan Produções O proponente realizará a função de Coordenador do Projeto sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação do projeto”. Diretor: Claudio Fontan Performers/Bailarinos: Claudio Fontan, Rubia Romani e Reinaldo Rocha Intervenção Sonora: Édi Marques e Edith De Camargo Figurino: Saulo de Almeida Colaboração Dramaturgia: Cesar Almeida Produção: Bia Reiner _______________________________________________________________ Coordenação do Projeto: Cláudio Fonta Produções O Movimento 161 – Dança, Pesquisa e Discussão é um coletivo de artistas, em geral bailarinos, que a partir de aulas abertas e mostras de trabalhos de pesquisa em dança contemporânea, tem como objetivos difundir, discutir e gerar mercado para a dança contemporânea, estimular a pesquisa e a criação de espetáculos, movimentar espaços públicos para a apresentação de trabalhos profissionais independentes e a promoção de encontro entre artistas, abrir espaço para a revelação de novos talentos, oportunizar ao público o acesso a uma diversidade maior de linguagens dentro da dança contemporânea, resgatar e zelar pela memória e pelo desenvolvimento da dança em Curitiba e fomentar o intercâmbio entre a dança e outras manifestações artísticas. O grupo foi idealizado e é coordenado por quatro bailarinos profissionais sendo eles: Airton Rodrigues, Cláudio Fontan, Déborah Chibiaque e Reinaldo Pereira. Os idealizadores encontraram na necessidade por um espaço para desenvolver seus trabalhos e compartilhar os resultados a oportunidade de uma mobilização coletiva em prol da dança, com a consequente movimentação do espaço público, formação de plateia, crescimento e popularização da dança contemporânea. Direção e performer: Claudio Fontan Pós-graduado em Dança, Corpo Contemporâneo – Faculdade de Artes do Paraná. Bacharelado em Artes Cênicas – Direção Teatral – Faculdade de Artes do Paraná. Curso Permanente de Dança Moderna – Universidade Federal do Paraná. Escola de Dança Teatro Guaíra. Bailarino, intérprete-criador, professor e coreógrafo. Criador do projeto “Movimento 161” desde 2010 onde desenvolve pesquisas de fronteira entre as linguagens de Dança, Teatro e Performance. Assistente de direção e ensaiador da Curitiba Cia de Dança desde 2014 a 2017. Foi Professor de Dança no projeto “Passo Certo” no Centro Cultural Vera Lafer de 2011 a 2014 e em ONGs como CCMM (centro de conveniência menina mulher) Trabalhou Na ABABTG (Associação de Bailarinos e Apoiadores do Bale Teatro Guaíra) que tem como objetivo a democratização da dança. De 2008 até 2014. Performers/Bailarinos: Rubia Romani e Reinaldo Rocha Rubia Romani Rubia Romani é atriz, bailarina e produtora cultural. Atua no cinema, no teatro e na dança, trabalha atualmente entre Curitiba onde trabalhou com diversos diretores da cidade como Nina Rosa Sá, Paulo Biscaia diretor da Vigor Mortis, Thiago Daher, Márcio Mattana, Beto Lanza, Claudio Fontan, Júlio Motta e etc; Rio de Janeiro com Bernardo Stumpf, Luiza Marinho e Thiago de Souza e Salvador com o Dimenti dirigido por Jorge Alencar e Neto Machado. Fundou a Acruel Cia. Integrou o Núcleo de Encenação do SESI 2012, dirigido por Roberto Alvin da Cia. Club Noir (SP). Desde 2013 circula com a peça “Tombé” de Jorge Alencar que já passou por quase todos os estados brasileiros, trabalhou com a Companhia Thrillpeddlers de San Francisco/CA juntamente com a companhia Vigor Mortis de Curitiba numa residência de criação e apresentação chamada “Debutante Sangrenta” na caixa cultural do Rio de Janeiro. Protagonizou o curta metragem “Terella” de Thiago Daher, projeto financiado pela lei do Mecenato com o financiamento da Celepar e “Lovedoll” curta metragem dirigido por Débora Zanatta e Estevan de la Fuente que está atualmente rodando festivais de temática LGBTQIA nacionais e internacionais. Integrou o projeto Qorpo Santo 3 Linguagens voltado para a área de música, audiovisual e teatro, projeto contemplado pelo Rumos do Itaú Cultural. Fez por duas vezes a maior circulação do teatro brasileiro o projeto Palco Giratório do SESC com a Cia Dimenti de Salvador e a Pivete Cia de arte de Curitiba. É sócia na empresa Bica Produções com o artista e jornalista Eduardo Simões, onde produzem seus próprios projetos e estendem suas parcerias a outros artistas de comum interesse na cidade de Curitiba. Reinaldo Rocha Formação em dança Contemporânea e Clássica , inicio da formação em 2005 em Montes Claros –MG com o grupo Ditarço Dança com continuidade de estudos em Belo Horizonte Minas Gerais com passagens pelos grupos ; Profissionalizante do Primeiro ato dir. Suely Machado , Projeto Dança Jovem do Centro Artístico de Dança com direção de Fabio dornas e Ester França, e Bale Jovem do Palácio Das Artes com direção de Tindaro Silvano e Patrícia Avelar Zoll. Profissionalmente como artista e bailarino integro o Bale teatro Guaíra de Julho 2008 a abril de 2017 onde participei de trabalhos e montagens com coreógrafos nacionais e internacionais e em oportunidades atuei nos principais teatros e festivais de dança do Brasil. Como artista independente fui bolsista residente da casa Hoffman em 2011 com apoio da FCC, executei projetos por meio de leis de incentivos como mecenato e fundo municipal. Intervenção Sonora: Édi Marques e Edith De Camargo Édi Marques É mestre em Cognição e Educação Musical pela Universidade Federal do Paraná. Especialista em Regência de Coros Infantis e Juvenis pela Fundación Schola Cantorum de Venezuela, onde recebeu o convite da Diretora e Maestrina Maria Guinand para ingressar no mestrado de 'Direción Coral' da USB - Universidad Simón Bolívar. Graduado em Música pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná - UNESPAR (2012).Foi percussionista do Grupo de Percussão da UFPR e Regente do Coral infantil da UFPR. Atuou como assistente de regência e direção pedagógica do projeto HSBC Educação nos anos de 2009 a 2016, onde desenvolveu atividades de educação musical por meio do canto coral e orquestra. Atualmente é Professor colaborador na UNESPAR - Campus II. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Musical e Performance Coral por meio do Movimento/Criação Corporal. Edith de Camargo 2° grau na Suíça onde foi musicalizada com 5 anos através da flauta doce, iniciou estudo de piano aos 7 anos. Educadora do movimento somático pela escola BMC® (2014); Aulas de canto com Luciana Melamed (2013); Aulas de corpo com Rocio Infante e Monica Infante (1998-2002); Aulas de fisiologia da voz e canto com Sira da Silva, Curitiba/PR (1997-2008); Cursos de composição com Chico Melo (1997/98); Harmonia, piano, canto, arranjo, teoria e percepção no Conservatório de MPB, Curitiba/PR (1995-1999). Sou autodidata, fiz diversos cursos na área da música, composição e canto.Em 2010 e 2011 Edith participa como cantora solista na Orquestra de Sopros em Caxias do Sul, interpretando canções francesas. Em 2016/17 temporada em São Paulo e Rio de Janeiro, e turnê no Brasil com o espetáculo de teatro/musical “O Grande Sucesso” como atriz, cantora e acordeonista, com direção de Diego Fortes. Produção: Bia Reiner Produtora do Centro Cultural Teatro Guaíra – responsável pelo projeto Teatro Para o Povo, óperas, Troféu Gralha Azul e produções oficiais do referido local, além da produção do Balé Teatro Guaíra e Orquestra Sinfônica em viagens para outras localidades, contratação de artistas e grupos para realização de eventos internos e outras funções ligadas a produção em geral – de Março de 2004 a Dezembro de 2010. Produtora da atriz Maureen Miranda desde 2008 - Produtora da PIP Pesquisa em Dança desde 2010 - Produtora da Portátil Produções Artísticas desde 2014- Produtora da Curitiba Cia de Dança desde 2016 - Produtora local de espetáculos de outros estados
PROJETO ARQUIVADO.