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ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA _ produção de média-metragem (documentário, 26 min, alta definicao), sobre navegador argentino, que viaja a bordo de um caiaque, de forma solitária, pelos rios Guaporé e Mamoré. Ao longo do trajeto, o navegador vai ao encontro de moradores ribeirinhos da Região do Vale do Guaporé. O navegador será filmado mostrando o grande desafio em navegar por rios volumosos e com barreiras e perigos naturais, como a correnteza, as corredeiras e os animais da floresta.
Documentário - média-metragem de 26 min, filmado em alta definição, sobre um navegador argentino, com formação em turismo inspirado no navegador Alfredo Barragán, que viaja a bordo de um caiaque, de forma solitária, da cidade de Rosário na Argentina até a cidade de Porto Velho (RO), cruzando cerca de 4.500 km, pelos rios Paraná, Paraguai, Guaporé, Mamoré, até chegar ao rio Madeira. O documentário ARGONAUTAS DA AMAZONIA ira acompanhar o navegador, através de filmagens, em grande extensão do rio Guaporé e do rio Mamoré, onde será mostrado o encontro do personagem com moradores ribeirinhos. Esses encontros serão permeados de histórias das vivências de ambas as partes, junto a esses territórios. O navegador ainda será filmado mostrando o grande desafio em navegar por rios volumosos e com barreiras e perigos naturais, como a correnteza, as corredeiras e os animais da floresta.
OBJETIVO GERAL Produção de média-metragem (documentário, 26 min, alta definicao), sobre navegador argentino, que viaja a bordo de um caiaque, de forma solitária, pelos rios Guaporé e Mamoré. Ao longo do trajeto, o navegador vai ao encontro de moradores ribeirinhos da Região do Vale do Guaporé. O navegador será filmado mostrando o grande desafio em navegar por rios volumosos e com barreiras e perigos naturais, como a correnteza, as corredeiras e os animais da floresta. OBJETIVOS ESPECIFICOS: 1. Registro cinematografico da trajetória do navegador pelos rios Guaporé e Mamoré, seus riscos e sentidos; 2. Difusa~o e visibilidade ao publico em geral, atraves do conteudo audiovisual, da dimensa~o e importância da Região do Vale do Guaporé; 3. Compartilhar e doar o documentário, as comunidades, Escolas e Bibliotecas Publicas da regia~o, onde havera captaça~o de imagens, para que sejam estimulados ao conhecimento e futuras pesquisas quanto a memoria, historia, a riqueza do universo artístico; 4. Formaça~o de banco de imagens da cultura produzida a partir da Amazonia dos povos dessas localidades fomentando-se dessa forma, o empoderamento cultural das populaço~es envolvidas; 5. Mobilizar a sociedade em geral para a importancia da produça~o audiovisual brasileira; 6. Democratizar ao publico em geral o acesso ao acervo cinematografico produzido; 7. Propiciar as localidades escolhidas, distantes dos centros urbanos, o acesso a bens culturais;
O projeto ARGONAUTAS DA AMAZONIA se encontra perfeitamente enquadrado junto as diretrizes, objetivos e princi´pios da Lei 8313/91, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, o qual prevê o fomento à produça~o cultural e arti´stica brasileira, de forma que cumpra com valores que possibilitem a democratizaça~o do acesso à cultura, dos mais variados e diversificados segmentos populacionais brasileiros. Ale´m do mais, a Lei 8313/91, apo´s vigência de mais de 25 anos, e´ o mais importante e principal mecanismo de promoça~o da cultura no Brasil. No caso de projetos culturais atrave´s do Estado de Rondônia, a Lei de Incentivo à Cultura e´ o u´nico mecanismo de incentivo à cultura existente, o qual prevê renu´ncia fiscal, considerando que na~o ha´ leis de incentivo estadual, nem municipais, que possibilitem aos agentes culturais a realizaça~o de seus projetos. Essa afirmaça~o e´ comprovada inclusive, pelo pro´prio levantamento do MINC, o qual demostra que os projetos com valores captados junto ao respectiva unidade da federaça~o, nos u´ltimos cinco anos, na~o ultrapassaram a 5 (cinco) projetos. No caso em tela, o presente projeto sera´ enquadrado junto ao artigo 18 da Lei 8313/91, considerando tratar de proposta que visa, em especial, a democratizaça~o do acesso à bens culturais na Região Amazônica, com pouqui´ssimo incentivo e somente passi´vel em ver contemplada com produtos culturais, forma gratuita. O projeto esta´ plenamente enquadrado nas exigências e principios proclamados no art. 3o da referida Lei 8313/91, por se tratar de projeto de valor cultural artistico, o qual sera´ distribui´do de forma inteiramente Gratuita (art.18). E ainda, a Proponente observou rigorosamente o estabelecido junto a Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019, em seu artigo 15°, alínea b, para projetos de produção audiovisual de média metragem, o qual registra-se que o custo da Proposta para o respetivo Documentário está abaixo do limite previsto na respectiva normativa, qual seja: R$ 453.150,00 (quatrocentos e cinquenta e três mil, cento e cinquenta reais), previstas todas as etapas de pré-produção/produção/pós produção. Os demais custo previstos dizem respeito ao cumprimento das contrapartidas sociais + administração do projeto + custos vinculados (com percentuais reduzidos).
ARGUMENTO O projeto do documentário ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA se propõe a conteúdo inédito e original para um público que valoriza o conteúdo nacional, aventuras e viagens, sobre o personagem argentino MANUEL EMÍLIO ROIS que com formação em turismo, inspirado no navegador Alfredo Barragán, viaja a bordo de um caiaque, de forma solitária, da cidade de Rosário na Argentina até a cidade de Porto Velho (RO), cerca de 4.500 km, pelos rios Paraná, Paraguai, Guaporé, Mamoré, até chegar ao rio Madeira. O personagem será acompanhado, através de filmagens, em grande extensão do rio Guaporé (RO) e do rio Mamoré, onde será mostrado o encontro do personagem com moradores ribeirinhos. No momento, o personagem já navegou até o inicio rio Guaporé em Rondônia, e agora, navegará toda extensão do Rio Guaporé e Mamoré. Esses encontros serão permeados das histórias das vivências do navegador solitário e do encontro com moradores, junto a esse extenso território. Manuel ainda será filmado mostrando o grande desafio em navegar por rios volumosos e com barreiras e perigos naturais, como a correnteza, as corredeiras e os animais da floresta. O documentário propõe um conteúdo permeado por novas revelações, encontros e descobertas de territórios, ainda pouco explorados na região do Vale do Guaporé. ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA nasceu a partir das histórias de navegação do personagem argentino, até o momento, no qual chegou ao Estado de Rondônia, junto ao Rio Guaporé, preparado para seguir nova etapa de sua viagem. A partir desse momento, o média metragem registrará, o caminho a ser navegado nos rios Guaporé e Mamoré, visando alcançar seu destino final – Porto Velho. O projeto do média metragem irá acompanhar o navegador solitário em seu último trecho de viagem e registrará o personagem nesses territórios fluviais, seus sonhos, conflitos, encontros, o lúdico e a realidade a ser enfrentada ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA sofre influência direta de grandes clássicos do cinema nacional e mundial, que trabalharam a partir de personagens viajantes. Têm-se como exemplos: FITZCARRALDO (1992), de Werner Herzog, filme que mostra a obsessão do protagonista na construção de uma casa de ópera na Amazônia, realiza viagens surpreendentes através de rios e da própria floresta; o atualíssimo documentário VISAGES, VILLAGES (2018), da diretora Agnes Varda e JR, que viajam por regiões na França e capturam imagens das pessoas que cruzam seus caminhos de forma surpreendente e mágica. Na safra do cinema nacional, as referências são os documentários O MUNDO EM DUAS VOLTAS (2007), do diretor David Schumann, sobre as aventuras da família brasileira Schumann navegando ao redor do mundo e MAR SEM FIM (2001) do diretor Breno Silveira sobre o navegador Almir Klink em suas viagens marítimas, em especial sobre suas aventuras navegando com um caiaque, testemunhado no livro Cem Dias entre o Céu e o Mar. PLANO DE DIREÇÃO ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA, a narrativa eleita de abordagem fílmica com os personagens (TODOS), ocorrerá de forma minimalista, através de uma conversa/dialogo com o personagem principal (o navegante argentino) e os entrevistados, que falarão frontalmente para a câmera. O diálogo será realizado privilegiando e servindo-se da oralidade da cultura local e as perguntas aos personagens serão objetivas, mas também, será explorado a subjetividade dos mesmos. ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA será em grande parte realizada com imagens em cenas externas, em cenários como cidades, vilarejos, os rios. Sempre acompanhando o olhar de cada personagem, seu modo de entender a Amazônia, seus sentimentos, a partir das viagens realizadas pelas localidades escolhidas. Sempre que houver necessidade, serão inseridas cenas e fotografias de arquivo dos personagens em outras épocas. A abordagem fílmica se dará a partir de três pontos de vista, que serão: 1. Imagens captadas a partir de Drone: sob um ponto de vista de uma câmera do alto, vista de cima, com a versatilidade da aproximação dos objetos filmados, com uma dinâmica de cobertura de planos que contemplem planos gerais e médios, dollys, travellings no personagem explorando ao máximo as facetas do drone. As imagens aéreas só serão capturadas durante o dia, por se tratar da geografia amazônica, a cor predominante nas composições será o verde com nuances que enriquecerão ainda mais a narrativa sem a pressa do tempo passar, sem agredir quem assiste e capturando o olhar com um tempo amazônico. O espectador será convidado a vivenciar uma nova forma de conhecer a região dos rios Guaporé e Mamoré, os quais serão reveladas sob diferentes ângulos em imagens aéreas capturadas por drones, com a facilidade de voar mais baixo e abordando ângulos variados. As belezas naturais como as corredeiras do Forte Príncipe da Beira, os portos, as pessoas, animais, rica fauna e flora serão incorporadas a narrativa da produção. 2. Imagens captadas com a estética do Steady Cam: incorporar a espacialidade do ambiente, com uma suave abordagem de uma câmera “beija-flor”, versátil, acompanhando caminhadas do personagem principal e dos personagens secundários, imersão na floresta, uma cobertura de 360 graus, a fusão entre a câmera do drone e a câmera fixa; 3. Imagens captadas com Câmera Fixa: o enquadramento apresentará o personagem principal num plano em relação a câmera. Haverá ainda relatos em voz off do personagem e com os diálogos com outros personagens que surgirão pelo caminho da navegação. Com imagens captadas por câmeras muito próximas dos personagens, revelando o poder transformador desse encontro entre personagem principal e secundários. A partir da abordagem do personagem principal, a câmera será sempre próxima dos personagens, mostrando a beleza do cotidiano e uma aproximação da essência das pessoas filmadas, com respeito e confiança. Serão usadas lentes fixas, em sua maioria planos estáticos, à altura dos olhos, referência do cinema clássico japonês Yasujiro Ozu, mestre em documentar cotidiano e pessoas comuns. O ritmo propositalmente devagar fará com que a plateia se insira nesse ambiente amazônico, onde tudo é mais lento, sem pressa, valorizando os espaços vazios a atmosfera do território. Quanto a captação de som, o mesmo será captado mostrando toda a proximidade com a diversidade desse rico território, com a valorização, também, de ruídos e silêncios. Quanto aos personagens. PERSONAGENS Descrição dos personagens. A principio são esses os possíveis 08 (oito) personagens que vivem às margens dos Rios Mamoré e Guaporé, bem como, se relacionam com os rios da Região. O personagem principal fará contato, durante sua travessia navegando, com os personagens secundários. Esses serão contactados previamente: PERSONAGEM PRINCIPAL – MANUEL EMÍLIO ROIS Manuel, argentino, com formação em turismo inspirado no navegador Alfredo Barragán, viaja a bordo de um caiaque, de forma solitária, da cidade de Rosário na Argentina até a cidade de Porto Velho (RO), cruzando cerca de 4.500 km, pelos rios Paraná́, Paraguai, Guaporé, Mamoré, até chegar ao rio Madeira. Vamos acompanhar Manuel, através de filmagens, em grande extensão do rio Guaporé (RO) e do rio Mamoré, onde será mostrado o encontro do personagem com moradores ribeirinhos. Esses encontros serão permeados de histórias da vivência de ambas as partes, junto a esses territórios. Manuel ainda será filmado mostrando o grande desafio em navegar por rios volumosos e com barreiras e perigos naturais, como a correnteza, as corredeiras e os animais da floresta. PERSONAGENS SECUNDÁRIOS: PERSONAGEM 01 – ROBERTO CALAZANS Líder comunitário que vive às margens do Rio Guaporé junto ao quilombo de Santo Antônio, comunidade essa totalmente isolada e distante 700 km de Porto Velho. Esse quilombo teve sua origem há mais de 200 anos, no período da escravidão brasileira. Depois de anos de muita luta, foi a primeira comunidade quilombola reconhecida em Rondônia, em 2004. Na região há grande disputa e conflitos pela regularização da área. Pelo olhar de Roberto, conheceremos o dia a dia do quilombo e da região, o qual mostrará ao personagem principal as curiosidades da localidade. PERSONAGEM 02 – SEU CIDÃO E FAMÍLIA Seu Cidão e sua família (esposa e três filhos) vivem isolados na Baia da Onça, localidade às margens do rio Guaporé. Cidão trabalhou no ABC Paulista como metalúrgico e abandonou a cidade grande e foi viver como agricultor, onde produz mel, farinha e planta para subsistência. O encontro do personagem principal nessa localidade com família que vive de forma minimalista e os aprendizados a serem compartilhados entre ambos, suas singularidades, similitudes e sonhos. PERSONAGEM 03 – ERINEIDE BARBOSA Educadora e moradora do quilombo de Pedras Negras, onde possui pousada fluvial. A personagem abrigará o personagem principal em sua comunidade e mostrará os desafios quanto a manutenção do castanhal e recepção aos turistas em localidade isolada com escassez de comunicação. PERSONAGEM 04 – GUARDA PARQUE HUMBERTO Humberto é guarda parque do maior parque natural da América Latina – Noel Khemp. O personagem acompanhará o guarda parque em suas tarefas cotidianas junto a região. O parque está localizado à margem do Rio Guaporé na Bolívia. PERSONAGEM 05 – PRODUTORES DO ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA Composta por profissionais do audiovisual, como assistentes de câmera, cinegrafistas, iluminadores, operadores de som, produtora, fotógrafos, pilotos da embarcação e cozinheiros. Mostraremos o dia a dia da equipe, os trabalhos na produção do documentário, o encontro com cada personagem e as expectativas da viagem. As filmagens serão realizadas registrando-se os encontros e desencontros, a expectativa e o cansaço, de todos aqueles que integram uma equipe tão diversa, mas que tem em comum, a aventura, as viagens incomuns, os encontros com regiões de grande beleza cinematográfica e o desafio em filmar o personagem principal. PERSONAGEM 06 – JUAN CARLOS CRESPO Juan Carlos Crespo, 68, boliviano, escritor, professor, comunicador social e radialista. Morador da cidade de Guayaramerin/Bolívia, o escritor documenta os costumes e curiosidades da região através da produção de livros. É autor dos livros “Decálogo de la Geohistoria Guayaramirense” (2006); ‘Ensayos del Paitití Volumen III’, ‘Guayaramerín Siempre Guayaramerín’ (2016) e a “La Musa del Paitití” (2016). Acompanharemos a jornada de Juan Carlos e seu encontro com o personagem principal pela cidade de Gyaramerin. PERSONAGEM 07 - ALEJANDRO SOARES Alejandro Soares 60 anos, boliviano, mora às margens do Rio Guaporé do lado boliviano, com a esposa. Construiu sua casa de palha com madeira e frequentemente atende visitantes que navegam pelo rio. Onde Alejandro mora não há energia elétrica e a relação do acesso à compra de combustível é de grande dificuldade. Vamos acompanhar o dia a dia de Alejandro e seu encontro com o personagem principal, ambos que fizeram opção pela vida minimalista, vivendo do que a floresta e o rio lhe dão in natura. PERSONAGEM 08 - NELINHO GUACANO Nelinho Guacano, 55, prático náutico, nasceu as margens do rio Guaporé e ao longo dos últimos 40 anos se especializou em mecânica náutica. É o personagem que conduzira a navegação no barco da equipe de filmagens, pelos rios amazônicos Mamoré e Guaporé, e o personagem principal conversará com o mesmo sobre os desafios de navegabilidade com embarcações distintas. PLANO DE PRODUÇÃO O documentário ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA, trata-se de produção de média-metragem (26 min), documentário, em formato de alta definição (HD formato de finalização/resolução), o qual registrará o trajeto da navegação dos Rios Guaporé e Mamoré, o qual o navegador argentino fará. ETAPA I - PREPARAÇÃO (4 meses) 1. Pesquisa das localidades onde ocorrerá o registro cinematográfico, delimitando os limites de cada território; 2. Reunião com colaboradores, apoiadores, possíveis parceiros e equipe de produção para definição de estratégias de ação de toda produção; 3. Contratação dos profissionais envolvidos; 4. Preparação em cada localidade para recebimento da equipe que realizara a produção do documentário; 5. Contratação de produtores locais e pessoal de apoio; ETAPA II – EXECUÇÃO (6 meses) 1. Viagem da equipe de produção para a captação das imagens do documentário. 2. Decupagem das imagens captadas; 3. Edição de imagens do vídeo, a partir da seleção de imagens; 4. Atendimento das medidas de acessibilidade com legendagem, audiodescrição e libras, quanto a finalização do documentário; 5. Divulgação e lançamento do documentário. ETAPA III - PÓS-PRODUÇÃO (2 meses) 1. Envio do documentário para escolas, bibliotecas, pontos de cultura e instituições ao longo das localidades filmadas; 2. Relatório aos patrocinadores, apoiadores e parceiros; 3. Avaliação das atividades realizadas; 4. Prestação de contas LOCAÇÕES A viagem será realizada durante o período de 45 (quarenta e cinco) dias, em uma única etapa, considerando a extensão do território e aproveitamento do período navegável (inverno amazônico). A lista de locações são as seguintes: Em RONDÔNIA: GUAJARA-MIRIM, SURPRESA, FORTE PRINCIPE DA BEIRA, COSTA MARQUES, QUILOMBO SANTO ANTONIO, QUILOMBO DE PEDRAS NEGRAS, PIMENTEIRAS e CABIXI. Na BOLÍVIA as comunidades as margens do rio Guaporé e Mamoré. Os cenários e locações guardam relação direta com o personagem e região/localidade a ser filmada e a ser explorada cinematograficamente, em territórios pouco explorados e desconhecidos do grande público. O documentário será filmado em trechos terrestres - quando do encontro do personagem principal, com moradores das comunidades às margens dos rios e fluviais - durante todo o percurso que o personagem/navegador fará o trecho da cidade de Guajará-Mirim a Pimenteiras, pelos rios Guaporé e Mamoré. As locações, considerando a história a ser filmada, o qual se dá quase que exclusivamente pelos rios, será realizada numa única grande etapa de viagem, em torno de 45 dias.. 1. Cidade de Pimenteiras D’oeste - é o ponto de partida do documentário onde o personagem/navegador parte em sua viagem em busca de aventuras e enfrentamento de grandes desafios; 2. Lugarejos isolados no Rio Guaporé do lado boliviano – visita do personagem ao Parque Nacional Noel Khemke; Remanso (localidade de passagem); Cafetal, base militar boliviana; Mateguá – localidade israelita; Versalles – comunidade que trabalha com a confecção de barcos artesanais na região; 3. Região dos Rios Guaporé, Mamoré, Quilombos de Santo Antônio do Guaporé, Pedras Negras, Costa Marques e Forte Príncipe da Beira - A referida região remonta ao período do Brasil Colônia, com a conquista e ocupação do território pela metrópole portuguesa. A ocupação teve a presença militar com a construção de fortificações (Forte Príncipe da Beira) e a exploração da mão de obra escrava, com a formação de comunidades quilombolas (Santo Antônio do Guaporé e Pedras Negras). Tanto as comunidades quilombolas lá existentes, quanto o cenário do Forte Príncipe da Beira, perdido em meio a floresta, serão realizadas filmagens e o encontro do personagem/navegador com os moradores das localidades citadas. A região tem ainda, relação profunda com os costumes da população ribeirinha local que vive da pesca e coleta da castanha às margens dos rios. 4. Guajará Mirim e Guayaramerin – Guajará-Mirim é o ponto de chegada do documentário. Localidade na fronteira com a Bolívia tem como cenário as cachoeiras do Rio Mamoré e os antigos vagões da lendária EFMM (Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Quanto a cidade de Guayaramerin, a cidade guarda peculiaridades interessantes, a exemplo do fato de seus moradores terem a motocicleta como um dos principais meios de mobilidade urbana, bem como, as embarcações fluviais, que se deslocam de um lado ao outro da fronteira do Brasil e Bolívia. A localidade integra a região do Beni da Bolívia e com forte presença da cultura das mulheres cholas, com seus costumes e indumentárias. Os territórios do documentário ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA, por se tratarem, em especial, de locações na Amazônia, seja ela brasileira, boliviana e peruana, e tendo em vista que a proponente atua em toda a região, há vinte anos, tornar-se relativamente tranquila, a abordagem quanto a personagens e atores públicos que porventura, ocorra a necessidade em acioná-los. A atuação da produtora em toda a Amazônia é algo considerando recorrente, tendo em vista, que possui outros projetos em desenvolvimento na região. Ademais, a proponente possui equipe de produtores experientes e produtores locais “espalhados” em todos os territórios escolhidos. O documentário terá um diferencial por abordar a Amazônia com seu apelo internacional, e o entusiasmo da possibilidade real de execução despertando também o interesse das comunidades da região e de possíveis telespectadores. O maior desafio é otimizar o orçamento proposto, considerando que as locações ocorrera-o em grandes e extensos territórios, a exemplo da região do Vale do Guaporé, que representa um trecho fluvial no entorno de 1.250 km. Entretanto, as locações estão organizadas de forma, que numa única viagem possamos filmar mais de um personagem. Um outro desafio, é a escolha de períodos para filmagens que não devem coincidir com períodos na região de grandes estiagens, o qual ocasiona inúmeras queimadas, nem períodos de grande volume pluviométrico, os quais dificultam viagens e tomadas cinematográficas. Há ainda que se equacionar, os chamados “custos amazônicos”, a exemplo de passagens aéreas, combustível, embarcação, dentre outros, sendo considerados um dos mais altos do Brasil. No entanto, reafirmamos que pela experiência da produtora na região e organização quanto a cronograma físico, esses riscos serão equacionados.
O projeto do documentário ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA se propõe a conteúdo inédito e original para um público que valoriza o conteúdo nacional, aventuras e viagens, sobre o personagem argentino MANUEL EMÍLIO ROIS que com formação em turismo, inspirado no navegador Alfredo Barragán, viaja a bordo de um caiaque, de forma solitária, da cidade de Rosário na Argentina até a cidade de Porto Velho (RO), cerca de 4.500 km, pelos rios Paraná, Paraguai, Guaporé, Mamoré, até chegar ao rio Madeira. O personagem será acompanhado, através de filmagens, em grande extensão do rio Guaporé (RO) e do rio Mamoré, onde será mostrado o encontro do personagem com moradores ribeirinhos. No momento, o personagem já navegou até o inicio rio Guaporé em Rondônia, e agora, navegará toda extensão do Rio Guaporé e Mamoré. Esses encontros serão permeados das histórias das vivências do navegador solitário e do encontro com moradores, junto a esse extenso território. Manuel ainda será filmado mostrando o grande desafio em navegar por rios volumosos e com barreiras e perigos naturais, como a correnteza, as corredeiras e os animais da floresta. O documentário propõe um conteúdo permeado por novas revelações, encontros e descobertas de territórios, ainda pouco explorados na região do Vale do Guaporé. ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA nasceu a partir das histórias de navegação do personagem argentino, até o momento, no qual chegou ao Estado de Rondônia, junto ao Rio Guaporé, preparado para seguir nova etapa de sua viagem. A partir desse momento, o média metragem registrará, o caminho a ser navegado nos rios Guaporé e Mamoré, visando alcançar seu destino final – Porto Velho. O projeto do média metragem irá acompanhar o navegador solitário em seu último trecho de viagem e registrará o personagem nesses territórios fluviais, seus sonhos, conflitos, encontros, o lúdico e a realidade a ser enfrentada ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA sofre influência direta de grandes clássicos do cinema nacional e mundial, que trabalharam a partir de personagens viajantes. Têm-se como exemplos: FITZCARRALDO (1992), de Werner Herzog, filme que mostra a obsessão do protagonista na construção de uma casa de ópera na Amazônia, realiza viagens surpreendentes através de rios e da própria floresta; o atualíssimo documentário VISAGES, VILLAGES (2018), da diretora Agnés Varda e JR, que viajam por regiões na França e capturam imagens das pessoas que cruzam seus caminhos de forma surpreendente e mágica. Na safra do cinema nacional, as referências são os documentários O MUNDO EM DUAS VOLTAS (2007), do diretor David Schumann, sobre as aventuras da família brasileira Schumann navegando ao redor do mundo e MAR SEM FIM (2001) do diretor Breno Silveira sobre o navegador Almir Klink em suas viagens marítimas, em especial sobre suas aventuras navegando com um caiaque, testemunhado no livro Cem Dias entre o Céu e o Mar. PLANO DE DIREÇÃO ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA, a narrativa eleita de abordagem fílmica com os personagens (principal e secundário), ocorrerá de forma minimalista, através de uma conversa/dialogo com o personagem principal (o navegante argentino) e os entrevistados, que falarão frontalmente para a câmera. O diálogo será realizado privilegiando e servindo-se da oralidade da cultura local e as perguntas aos personagens serão objetivas, mas também, será explorado a subjetividade dos mesmos, levando em consideraçao o encontro com o navegador. ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA será em grande parte realizada com imagens em cenas externas, em cenários como cidades, vilarejos, os rios. Sempre acompanhando o olhar de cada personagem, seu modo de entender a Amazônia, seus sentimentos, a partir das viagens realizadas pelas localidades escolhidas. Sempre que houver necessidade, serão inseridas cenas e fotografias de arquivo dos personagens em outras épocas. A abordagem fílmica se dará a partir de três pontos de vista, que serão: 1. Imagens captadas a partir de Drone: sob um ponto de vista de uma câmera do alto, vista de cima, com a versatilidade da aproximação dos objetos filmados, com uma dinâmica de cobertura de planos que contemplem planos gerais e médios, dollys, travellings no personagem explorando ao máximo as facetas do drone. As imagens aéreas só serão capturadas durante o dia, por se tratar da geografia amazônica, a cor predominante nas composições será o verde com nuances que enriquecerão ainda mais a narrativa sem a pressa do tempo passar, sem agredir quem assiste e capturando o olhar com um tempo amazônico. O espectador será convidado a vivenciar uma nova forma de conhecer a região dos rios Guaporé e Mamoré, os quais serão reveladas sob diferentes ângulos em imagens aéreas capturadas por drones, com a facilidade de voar mais baixo e abordando ângulos variados. As belezas naturais como as corredeiras do Forte Príncipe da Beira, os portos, as pessoas, animais, rica fauna e flora serão incorporados a narrativa da produção. 2. Imagens captadas com a estética do Steady Cam: incorporar a espacialidade do ambiente, com uma suave abordagem de uma câmera “beija-flor”, versátil, acompanhando caminhadas do personagem principal e dos personagens secundários, imersão na floresta, uma cobertura de 360 graus, a fusão entre a câmera do drone e a câmera fixa; 3. Imagens captadas com Câmera Fixa: o enquadramento apresentará o personagem principal num plano em relação a câmera. Haverá ainda relatos em voz off do personagem e com os diálogos com outros personagens que surgirão pelo caminho da navegação. Com imagens captadas por câmeras muito próximas dos personagens, revelando o poder transformador desse encontro entre personagem principal e secundários. A partir da abordagem do personagem principal, a câmera será sempre próxima dos personagens, mostrando a beleza do cotidiano e uma aproximação da essência das pessoas filmadas, com respeito e confiança. Serão usadas lentes fixas, em sua maioria planos estáticos, à altura dos olhos, referência do cinema clássico japonês Yasujiro Ozu, mestre em documentar cotidiano e pessoas comuns. O ritmo propositalmente devagar fará com que a platéia se insira nesse ambiente amazônico, onde tudo é mais lento, sem pressa, valorizando os espaços vazios a atmosfera do território. Quanto a CAPTAÇÃO DE SOM, o mesmo será captado mostrando toda a proximidade com a diversidade desse rico território, com a valorização, também, de ruídos e silêncios.
Quanto a acessibilidade será observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais. Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho.
O documentário ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA será distribuído GRATUITAMENTE para escolas públicas, bibliotecas, pontos de cultura, pesquisadores e educadores e terá a tiragem de 1.000 (mil) cópias, a serem distribuídas conforme informação acima, bem como, será disponibilizado na plataforma Youtube. O documentário ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA quando de sua finalização prevê o lançamento do trabalho em atividade gratuita, aberta ao público em geral. A Proponente ainda observou o atendimento do art. 22 da referida IN.02/2019, Contrapartidas Sociais, o qual será realizado uma Oficina de Pinhole, para estudantes das escolas das redes públicas das cidades de Pimenteiras D'Oeste e Guajará-Mirim, com envolvimento de um público realizando a respectiva formação,Quanto a acessibilidade será observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais. Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho. em torno de 500 (quinhentas) pessoas.
DIRETOR - JOSE JURANDIR DA COSTA – Nasceu no Estado do Ceará. Cineasta, Diretor e Produtor de Vídeo e Cinema, Publicitário, Curador e Coordenador Geral do CINEAMAZÔNIA – Festival Latino Americano de Cinema Ambiental. FORMAÇÃO ACADÊMICA - 2002-2005 – Publicidade e Propaganda Uniron – Faculdade Interamericana de Porto Velho; FORMAÇÃO COMPLEMENTAR - 2017 – Curso O Processo Criativo na Realização Audiovisual - Com Tizuka Yamasaki. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Desenho de Som – A Narrativa Sonora e a Música dos Ruídos - Com Ricardo Mansur. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Cinema Auto Referencial com Basel Ramsés - Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba; 2014 - Patrocínio, Marca e Reputação - CEMEC – Cultura e Mercado SP; 1997 - Curso de Diretor de Fotografia e Montagem - AICTV – Academia Internacional de Cinema. Diretor do VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO GUAPORE (2019); Diretor de QUILOMBAGEM (2007); Diretor do Programa CULTURA EM CENA, TVE MADEIRA MAMORÉ, canal 2, no ano de 1994. Os programas produzidos retratavam obras de artistas locais, músicos, poetas, historiadores, etc. Editor dos fanzines (revistas alternativas) PICADA CULTURAL E MULTIPROPILENENDROXINAMELACRÍLICO, jornais independentes que circulam todo o mundo. Participou do FESTIVAL MUNDIAL DO MINUTO DE 1995 E 1996 com os vídeos: “NA FEIRA...” E “THE COWBOY”. Participou da mostra paralela do XVIII GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em 1995 com o vídeo “RAÍZES - RITA QUEIROZ”. Produziu e dirigiu “PATATIVA DO ASSARÉ” vídeo sobre o maior poeta popular do Brasil, trabalho que participou da mostra paralela do XIX GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em São Luiz - MA. Em 1996 foi premiado em SEGUNDO LUGAR, com THE COWBOY” - categoria ficção - no FESTIVAL NACIONAL DE VÍDEO DE TERESINA-PI.Em97concorreucomovídeo“Morto-Vivo”no FestivaldeCinemaeVídeodeCuritiba, Guarnicê de Cine-Vídeo do Maranhão em junho de 1997, em agosto de 1997 obteve menção honrosa no Palm Springs International Short Film Festival, Califórnia, USA, foi selecionado para o 5o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá em novembro de 1997. Concorreu no 5o Festival de Vídeo de Teresina com os vídeos PATATIVA DO ASSARÉ e MUI AMIGO. Competiu no IV FENART - PB com MUI AMIGO, abril de 1998. Em maio de 1998 concorreu com PATATIVA DO ASSARÉ no Fest Cine Vídeo Curitiba. MARCAS DA AMAZÔNIA docudrama concorreu em junho de1998 no XXI Guarnicê de Cine e Vídeo em São Luiz - MA, obtendo prêmio especial do júri (narrativa) e melhor direção de arte. Festival ULAM de vídeos sobre educação ambiental, julho de 98 - Brasília, concorreu com THE COWBOY e NA BEIRA DO RIO MADEIRA. Co-dirigiu o making-of do festival de cinema e vídeo de Curitiba anos de 97 e 98. Concorreu no V Festival Internacional do Chile 1998 com o vídeo “Marcas da Amazônia”. Concorreu com Marcas da Amazônia no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba em maio de 1999, em setembro de 99 concorreu no Festival Internacional de Making Of com o vídeo Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba - making of. Participou de UM OLHAR SOBRE A AMAZONIA, em duas cidades na Austria: Graz (Instituto Latino Americano) e Leoben (Universidade de Leoben), em novembro de 1999. Abril de 2000,exibiçãodefilmesamazônicosemGraz,Austria.Evento:500anosdeBrasil VisõesAmazônicas. Produtor da TV Cultura de São Paulo EXPRESSO Brasil Rondônia; Diretor e Produtor do PROJETO DE DOCUMENTAÇAO MUSICAL HISTÓRIAS MAL CONTADAS PRODUÇÃO: FERNANDA KOPANAKIS - Produtora Executiva Espaço Vídeo LTDA, Diretora Associação Mapinguari, Produtora e Diretora do CINEAMAZÔNIA – Itinerante (2008 a 2019); em 2011 realizou o trabalho de produção executiva do Livro de Fotografia “Viagem de Cores e Sonhos; FORMAÇÃO ACADÊMICA - Doutora em Planejamento Urbano e Regional IPPUR/UFRJ, Mestrado em Direito UFMG. Graduação em Direito – UNIR. DIRETOR DE FOTOGRAFIA - JOSÉ EUGÊNIO VELOSO (XENO VELOSO) - FORMAÇÃO: 1982 – Produção e Direção de TV - Fundação Cultural do Estado da Bahia 1983 – Roteiro para Cinema e Televisão - Fundação Cultural do Estado da Bahia - Doc – Comparato; 1994 – Curso de Radialismo - Faculdade Visconde de Cairu – Sindicato dos Radialistas e Publicitários do Estado da Bahia; 1996 – Direção de Fotografia para Cinema - Sind. dos Artistas e Técnicos da Indústria de Espetáculos do Estado da Bahia. SATED/BA. 2000 – Cinematografia Eletrônica - Fundação Cultural do Estado da Bahia - Carlos Ebert. Oficina de Cinema - Fundação Cultural do Estado da Bahia – Walter Sales e Walter Carvalho. 2008 – Cinema HD 24p - Fazendo Vídeo (SP); PROJETOS: 2009 - Diretor de Fotografia do documentário “Mandinga En Colômbia” Canal Estatal de Cali, Colômbia; 2011 - Diretor de Fotografia do documentário “É no pé do morro, é lá no cafundó”, Projeto Territórios de Identidade Cultural da Bahia, TV Educativa da Bahia – IRDEB; 2014 - Diretor de Fotografia do documentário “O Veneno Está na Mesa II” Direção Silvio Tendler; Diretor de Fotografia da série “Brasil Místico” - Globosat - Direção Silvio Tendler. CINEGRAFISTA - FELIPE MOTTA ARAUJO - Desde 2007 atua no meio audiovisual, produzindo conteúdo para WEB, TV e CINEMA. Website: http://cameravant.com.br Instagram: @cameravant.com.br / @mottafx FEITOS E PRÊMIOS NA INDÚSTRIA AUDIOVISUAL VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO GUAPORÉ (2019) – Documentário. Cinegrafista/Fotógrafo; KITE EXTREMO, (2016 - 2018) - Canal Off - GLOBOSAT - Com a série de televisão: KITE EXTREMO, que está em sua segunda temporada/ Cinegrafista/Fotógrafo; Obteve experiência audiovisual internacional viajando o mundo em expedições fazendo a fotografia do programa, em países como: Noruega, Iceland, Mongólia, Espanha, Grécia, Itália, França, Holanda, Chile, Venezuela, Bolívia e África do Sul; O POEMA IMPERFEITO, (2018) - Animador e fotógrafo/cinegrafista; ABISMO (2018) – curta de Ficção - cinegrafista: Selecionado para o festival Cine-Jardim (Belo Jardim)/ Selecionado para Mostra do filme livre 2018/ Prêmio Cine PE 2018 (melhor curta nacional pela crítica especializada, melhor ator, melhor edição de som); ÁGUAS ESCONDIDAS (2017) – curta documentário. Fotografia e videografismo/ Selecionado para Ecocine 2018; ENTRELINHAS (2013)/documentário. Direção. Prêmio Melhor curta Juri Popular Festival Rocky Spirit 2013/ Selecionado para o Festival Rio Mountain Festival 2013; REQUIEM (2007). Animador. Selecionada no Programa Petrobras Cultural 2006; Prêmio Porta Curta no Festival Internacional de Cinema do Rio 2007; Prêmio Melhor Filme Documentário no Cine Festival Percepções, Muriaé - MG 2007; Selecionado para Mostra Internacional de São Paulo 2007; Premiére Brasil no Festival do Rio 2007; Selecionado no Festival 14o Vitória Cine e Vídeo 2008; Selecionado no Festival Curta Cinema 2007; Selecionado no Festival Mosca 2008. MONTADOR - ANDRÉ MARKWALD Atua profissionalmente como editor de imagem para diversos segmentos (programas de TV, documentários, EPK e Making of de longa-metragens e filmes para internet). Em seus projetos pessoais realiza funções variadas: roteiro, direção, produção, fotografia e edição. FORMAÇÃO ACADÊMICA (2003- 2006) - Cinema - Universidade Estácio de Sá. (Rio de Janeiro) 1999-2002 - Técnico Superior em Direção de Cinema; Centro de Investigación y Experimentación en Video y Cine - C.I.E.V.Y.C. (Buenos Aires); FORMAÇÃO COMPLEMENTAR 2014 - Participou do Workshop de Roteiro do Festival Curta Cinema 2014 com o roteiro “Marina” ministrado por Murilo Salles, Eva Randolph e Moema Müller/ 2013 - After Effects ministrado por Luis Seda. 2009 - Cinema no papel: o roteiro e a escrita de um filme ministrado por Paulo Halm. 2007 - Workshop de Direção | Curta Cinema ministrado por Beto Brant. 2003 - Edição em Avid Media Composer ministrado por Mario Marcondes. 2002 - Cinema e Fotografia em preto e branco, Pittsburgh Filmmakers.
PROJETO ARQUIVADO.