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O projeto UMA JUVENTUDE FASCINANTE visa a montagem e as apresentações e de um espetáculo teatral adulto a partir do texto "Clase" ("Aula" em português) do autor chileno Guillermo Calderón. Também estão previstas oficinas de dramaturgia oferecidas de modo gratuito.
Uma sala de aula em Santiago, onde, naquele dia, uma única aluna se apresenta para a escola. Ela explica ao professor que seus colegas estão numa manifestação - que de fato ocorreu em Santiago em 2006 e ficou conhecida como “A Marcha do Pinguins”, na qual os estudantes foram às ruas pedir melhores condições para a educação, mas também protestaram para desafiar o sistema de ensino, as relações professor-aluno de poder e a perpetuação da discriminação social. A aluna está em sala com o objetivo de apresentar sua dissertação sobre a história e ensinamentos da vida de Buda em uma aula cujo tema seria a “A Tragédia”, porém, o professor, deprimido e implacável, quer aproveitar a oportunidade de uma aula vazia para mudar o assunto do dia: ele quer dar uma aula sobre “saber viver”. A aula proposta pelo professor não tem nada de otimista, o professor destila seu veneno sobre as ideologias que a aluna possa vir a ter, enquanto ela tenta “salvar” e “iluminar” o professor através de ensinamentos da vida do Buda. O jogo cênico se transforma num confronto de ideias sobre o futuro, a desesperança e as precárias possibilidades de mudança social. O espetáculo se utiliza de um humor ácido e irreverente para escancarar o enfrentamento dessas gerações que habitam o mesmo território, mas que não estão atravessadas nem pela mesma história, nem pela mesma tragédia. É um olhar crítico sobre a atualidade chilena, extremamente reconhecível na maioria dos países sul-americanos, com diversos paralelos com a realidade do Brasil.Classificação indicativa: 14 anos.
Objetivo Geral O projeto tem como objetivo a montagem e a apresentação do espetáculo teatral "Uma Juventude Fascinante" em teatro privado a ser definido conforme disponibilidade de pauta, mas com capacidade aproximada para pelo menos 150 espectadores por sessão. Pretende‐se realizar uma temporada 4 semanas em Curitiba e outra de 4 semanas no Rio de Janeiro no primeiro semestre de 2020, com dois atores em cena. Este projeto pretende ainda possibilitar a oportunidade para profissionais de artes cênicas apresentarem seu trabalho ao público, oferecendo inclusive espaço para um texto inédito no Brasil dirigido por um jovem diretor de Curitiba, que gradualmente vem ganhando destaque no cenário nacional. A tradução de "Uma Juventude Fascinante" é assinada por Diego Fortes, diretor artístico do projeto, baseado no texto "Clase" ("aula" em tradução para o português) de Guillermo Calderón, que é um dos mais celebrados dramaturgos do Chile atualmente. O texto, de 2008, mostra um dia de aula em que uma única aluna comparece e o professor passa a, então, dissertar sobre sua vida e suas ilusões perdidas. Os diálogos falam sobre diferenças geracionais, utopias e principalmente sobre a função e o potencial da educação. Pretende-se, portanto, apresentar um espetáculo de grande carga poética calcado nos diálogos e no trabalho dos atores, bem como oferecer ao público novas opções de direcionamento artístico através da difusão de uma dramaturgia contemporânea sul-americana de altíssima qualidade. Objetivos específicos Cada apresentação terá duração de 85 a 90 minutos. Ao todo serão 32 apresentações, sendo 16 apresentações em Curitiba e 16 no Rio de Janeiro, com a mobilização de aproximadamente 10 profissionais envolvidos entre elenco, técnicos e equipe de produção. O projeto será realizado em 6 meses em etapas divididas entre pré‐produção, produção e pós produção. A temporada de Curitiba terá todos os ingressos gratuitos, e no Rio de Janeiro, 20% dos ingressos gratuitos para a população, 10% para o patrocinador, 10% para divulgação, e o restante a preços populares de R$ 40 inteira e R$ 20 meia. Prevê-se um público mínimo de 4.800 espectadores, e visa a contribuir de maneira concreta com a democratização dos bens culturais, bem como estimular a produção e o consumo de espetáculos teatrais nas duas cidades. Na contrapartida social, prevê-se a realização de 3 ensaios abertos e gratuitos: 2 no Rio de Janeiro e 1 em Curitiba para um público correspondente à capacidade do teatro. Ainda na contrapartida, iremos oferecer 8 oficinas de dramaturgia com o diretor e autor Diego Fortes. 4 no Rio de Janeiro e 4 em Curitiba, sendo que 2 em cada cidade serão oferecidas para professores e alunos de instituições públicas. Com turmas de 60 pessoas, estas oficinas devem atender a um público de 480 pessoas no total
Seguindo os incisos I, III, V, VII e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, o presente projeto visa: - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore Posto isso, faz se necessário frisar alguns aspectos artísticos da obra a ser montada que reforçam sua relevância como um projeto a ser incentivado pelo Ministério da Cidadania: O autor da obra, Guillermo Calderón, é um dos expoentes em dramaturgia e encenação no teatro chileno. Um autor de alta representatividade internacional que consegue com seus textos, profundamente regionais - na medida em que fala do Chile e suas questões históricas, políticas e culturais - alcançar um nível de universalidade e identificação entre públicos de outras nacionalidades. Nascido em Santiago do Chile, Guillermo Calderón é diretor, dramaturgo e roteirista. Escreveu Dezembro, Neva, Mateluna, Villa + Discurso, Kiss, entre outras peças. No cinema, colaborou no roteiro dos filmes Julieta se fue a los cielos, O Clube e Neruda. Estudou atuação na Escuela de Teatro de la Universidad de Chile. Fez pós-graduação no Actor’s Studio em Nova Iorque. Entre seus estudos de aperfeiçoamento, se destacam: Escola de Teatro Físico Dell`Arte na Califórnia, EUA e Estudos de Cinema na City University of New York, EUA. Foi responsável pela docência de atuação na Universidad Católica em Santiago. Acreditamos que a apresentação, de forma democrática, com gratuidade de ingressos em Curitiba e ingressos populares no Rio de Janeiro, de obras de autores latino-americanos vem se fazendo necessária para uma formação de público completa e que proporcione o bem-estar e o empoderamento do cidadão através da exposição a obras de arte. Guillermo é um autor de altíssima qualidade e de grande repercussão mundial, mas ainda quase desconhecido pela plateia brasileira, e essa é uma oportunidade para criar a partir de sua obra, gerando diálogo e aproximações com a realidade brasileira. Sob a perspectiva d’A Armadilha Cia de Teatro, é importante pontuar que a produção de "Uma Juventude Fascinante" dá continuidade a pesquisa d’A Armadilha Cia de Teatro sobre dramaturgia latina, e proporciona a aproximação entre artistas de outros países da América do Sul e brasileiros, proporcionando um trabalho que enriquece o ecossistema de colaboração artística entre os artistas que trabalharão no projeto e o autor chileno. Faz se necessário frisar também, que ao propor uma reflexão sobre o confronto de gerações e sobre a barreira do ensino formal, o espetáculo contribui para as necessárias discussões sobre educação nas duas cidades. Ainda, como principal característica de criação artística d’A Armadilha, está a acessibilidade conceitual da obra, sem deixar de lado o refinamento artístico, o que contribui para a formação de plateia de teatro. Pensando na democratização do acesso a bens culturais de qualidade, propõe-se a criação de um espetáculo teatral baseado no texto de um dos maiores dramaturgos chilenos da atualidade e oferece-se as temporadas da peça resultante de forma totalmente gratuita na cidade de Curitiba, com 20% dos ingressos gratuitos no Rio de Janeiro, 10% para patrocinador e 10% para divulgação, sendo o restante a preços populares (R$ 40 inteira e R$ 20 meia).
Não se aplica.
Produto - ações de Contrapartida SocialEm atendimento ao Art.22 da IN 02/2019, o proponente comprome-se a realizar: § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Detalhamento: - 01 ensaio aberto geral gratuito à população (Temporada Curitiba); - 02 ensaios abertos gerais e gratuitos à população (Temporada Rio de Janeiro); - 6 (seis) debates sobre o espetáculo depois de 6 (seis) das apresentações - 3 (três) em cada cidade, voltados ao público de professores da cidade para incentivar a discussão e reflexão sobre os temas propostos na dramaturgia - trazendo a reflexão sobre confronto de gerações e as barreiras e os desafios do ensino formal; - Como atividade formativa, oferece-se oito Oficinas de Dramaturgia com o diretor Diego Fortes - Prêmio Shell SP de Melhor Autor 2017, quatro em cada cidade que será realizada a temporada com público total de 480 pessoas. Quatros dessas oficinas (2 em cada cidade) serão destinadas a professores e alunos de instituições públicas. OFICINA DE DRAMATURGIA OBJETIVOS Durante a oficina, irá se discutir os seis eixos do Drama segundo Aristóteles: mito, carácter, elocução, pensamento, melopeia e espetáculo. E, a partir de cada um deles, discutir formas de subverter suas lógicas tradicionais em busca de uma ideia de contemporaneidade. DURAÇÃO 3 horas CAPACIDADE 60 pessoas MATERIAL REQUERIDO Papel e caneta para anotações INSCRIÇÕESEstas oficinas serão oferecidas de forma gratuita com inscrições online, em e-mail ainda a ser definido, para a população de cada uma das cidades onde se cumprirão as temporadas. MINISTRANTE Diego Fortes, diretor, ator e dramaturgo. Fundador e diretor artístico d’A Armadilha - cia. de teatro. Prêmio Shell de Melhor Autor 2017. LOCAL: PRIVADO A SER DEFINIDO.Público total para as 8 oficinas: 480 pessoas Todas essas ações formativas gratuitas, preveem um público estimado de: 1830 pessoas (3 ensaios abertos x 150 pessoas + 8 Oficinas X 60 pessoas + 6 debates X 150 pessoas), de forma a corresponder a mais de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, e ainda, as atividades serão amplamente difundidas para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, com o objetivo de corresponder a necessidade de que 50% do público das atividades normativas sejam professores e estudantes da rede pública de ensino.
Produto - Espetáculo de Artes CênicasDeficientes auditivos - disponibilização de intérprete de LibrasDeficientes visuais - disponibilização de locução gravada com descrição do ambiente no início do espetáculo. (*ação que não gera custos adicionais à produção) A produção oferecerá duas sessões com acessibilidade ampliada, garantindo tradução simultânea para LIBRAS (para portadores de deficiência auditiva), sendo uma sessão em Curitiba e outra no Rio de Janeiro. As sessões serão amplamente divulgadas na comunidade surda de cada cidade. Para deficientes visuais, iremos descrever o ambiente e o arranjo de cena numa locução no início de cada sessão - o espetáculo, essencialmente dialógico, prescende da descrição cena a cena de ações. Basicamente, trata-se de uma sala de aula com dois personagens sentados e conversando. Também não se utilizará microfones, colaborando para que os deficientes visuais sempre mantenham a referência de quem está falando a cada momento. A produção ainda se responsabiliza por locar teatro adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018., principalmente no que tange ao artigo 23: “Art. 23. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres para pessoas em cadeira de rodas e assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, conforme o disposto no art. 44 § 1º, da Lei 13.446, de 2015. E ainda, conforme previsto na INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, o proponente se compromete a inserir no material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto, informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.Produto - Contrapartidas SociaisDeficientes auditivos - disponibilização de intérprete de Libras para uma oficina em cada cidade. Deficientes visuais - a oficina é feita ao vivo e em forma de diálogo, não utilizando recursos visuais que impossibilitem o entendimento do conteúdo por deficientes visuais. Também não se utilizará microfones, colaborando para que os deficientes visuais sempre mantenham a referência de quem está falando a cada momento. (*ação que não gera custos adicionais à produção)
Produto - Espetáculo de Teatro Em atendimento ao Art. 21 da IN 02/2019, o proponente compromete-se a: - I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; *disponibilizando os ingressos gratuitamente nas apresentações da cidade de Curitiba, bem como 20% de ingressos gratuitos no Rio de Janeiro - com convites dirigidos a escolas, e centros de arte, priorizando o caráter social, educativo ou de formação artística do acesso ao espetáculo; - III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa; - Disponibilizar até 10% dos ingressos para o(s) patrocinador(es); - Disponibilizar até 10% para divulgação; - O projeto prevê atender a um público total de aproximadamente 4.800 pessoas em apresentações regulares (Base de cálculo: 16 sessões Curitiba X média de 150 pessoas por apresentação = 2.400 + 16 sessões Rio de Janeiro x média de 150 pessoas = 2400). As porcentagens de cada cota serão a partir do número total de 4800;
TEXTO: Guillermo Calderón É o dramaturgo chileno mais aclamado do seu país e um dos artistas latinos mais relevantes, Guillermo estudou atuação na Escuela de Teatro de la Universidad de Chile. Foi diretor da Companhia de Teatro En El Blanco em Santiago. Fez pós-graduação no Actor’s Studio em Nova Iorque, EUA. Foi responsável pela docência de atuação na Universidad Católica em Santiago. Participou de festivais importantes, como: Cádiz (Espanha), FIBA (Buenos Aires, Argentina), Almada (Portugal), TeatroStageFest (Nova Iorque, EUA). Escreve também para cinema, no qual se destaca o filme "Neruda" (2017), com direção de Pablo Larraín, indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro. É autor de alguns dos mais importantes textos latinos contemporâneos como “Diciembre”, “Neva” e “Villa+Discurso”. TRADUÇÃO E DIREÇÃO GERAL: Diego Fortes Natural de Curitiba, Diego Fortes é ator, diretor e dramaturgo. Formado em Comunicação Social pela Universidade Positivo. Fundou A Armadilha - cia. de teatro em 2001, aos 17 anos, companhia pela qual realizou as peças “Café Andaluz”, “Os Leões”, "Bolacha Maria”, “O Fantástico Coração Subterrâneo”, entre outras. É autor de diversos textos, entre eles: “Os Invisíveis”, escrita em parceria com a dramaturga mineira Grace Passô e “O Grande Sucesso”, texto pelo qual recebeu o Prêmio Shell de Melhor Autor de 2017, também assinando a encenação. Em 2018, dirigiu a montagem de “Molière - uma comédia musical de Sabina Berman” no Teatro do SESI na Avenida Paulista com Matheus Nachtergaele no papel-título. Seus últimos trabalhos são “Poses para Dormir”, texto da argentina Lola Arias, inédito até então no Brasil e “Dezembro” de Guillermo Calderón, que estreou em abril de 2019 na Mostra Oficial do Festival de Teatro de Curitiba.Coleciona diversas indicações de Melhor Direção em premiações nacionais como Troféu Gralha Azul, Qualidade Brasil, Prêmio do Humor e Prêmio Bibi Ferreira. ELENCO: Leandro Daniel Colombo e Giuly Biancato Leandro Daniel Colombo atua profissionalmente desde 1995. Sua carreira inclui passagens pela companhia curitibana Vigor Mortis, onde deu vida a personagens no teatro e no cinema, como nos trabalhos “Morgue Story - Sangue , Baiacu e Quadrinhos”, “Graphic” e “Nervo Craniano Zero”, todos dirigidos por Paulo Biscaia Filho. Do mesmo diretor, atuou em “Pinceis e Facas”, pelo que recebeu o Troféu Gralha Azul de Melhor Ator Coadjuvante. Por seu trabalho solo “The Cachorro Manco Show”, com direção de Moacyr Góes, recebeu uma série de indicações a prêmios de teatro e apresentou em dezenas de cidades brasileiras. Trabalhou ainda com diversos diretores contemporâneos como Felipe Vidal, João Fonseca, Emilio de Mello, etc. Nos últimos anos, participou de novelas da Rede Globo como “Avenida Brasil”, “I Love Paraisópolis”, “Fina Estampa”, “Rock Story”, “Deus Salve o Rei” e uma série de filmes a serem lançados como “Piên" de Eloi Pires e “Jesus Kid” de Aly Muritiba. Giuly Biancato é atriz de teatro, cinema e TV. Com apenas 17 anos, foi premiada com o Candango de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro com o filme “Para Minha Amada Morta", de Aly Muritiba - filme que ainda lhe conferiu uma indicação ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Participou em 2011 do longa “Gol a Gol", de Adriano Esturilho, pelo qual foi indicada a Melhor Atriz no Festival de Cinema dos Sertões. Atuou em diversos curtas e especiais de TV desde 2010. Bacharel em Artes Cênicas pela UNESPAR. Em 2018, fez participação na peça "Blackbird" com direção de Bruce Gomlevsky e atuou em “Poses para Dormir” com direção de Diego Fortes. ILUMINAÇÃO: Nadja Naira Nadja Naira é formada pelo Curso Superior de Artes Cênicas PUC/PR e Centro Cultural Teatro Guaíra. Troféu Gralha Azul de melhor iluminação em 2000, 1999 e 1998. Sócia-fundadora da companhia brasileira de teatro. Em 2015, recebeu o Prêmio APTR e o Prêmio Questão de Crítica de melhor iluminação pelo espetáculo “Krum". Em 2012 o Prêmio Shell de melhor iluminação pelo espetáculo "Esta Criança". CENOGRAFIA: Guenia Lemos Guenia Lemos é Atriz pela Fordham University, Nova Iorque, EUA Summa Cum Laude e com honras em Teatro e Psicologia. Na peça "Marlon Brando, Whiskey, Zumbis e Outros Apocalipses” foi ganhadora do Troféu Gralha Azul de Melhor Cenário. Outras produções: "Amorfo" (Processo Multiartes); "Duplo Homicídio na Chaptal 20" e "Lobos nas Paredes" (Vigor Mortis); O Homem Desconfortável (TCP ); “Poses para Dormir” e “Dezembro (A Armadilha). MÚSICA ORIGINAL: Fabio Cardoso Fabio Cardoso se formou pela EMBAP/PR como pianista, recebeu o prêmio de Melhor Composição do Festival da Canção da UFPR. Participou de grupos musicais da Curitiba como o Vocal Brasileirão e Orquestra à Base de Cordas. Fez shows com Zé Renato, Sá e Guarabyra, Lenine, Lenny Andrade, Martinho da Vila e Paulinho da Viola. Participou como compositor e instrumentista em “O Grande Sucesso” e "Molière", ambos com direção de Diego Fortes. FIGURINOS: Maureen Miranda Maureen Miranda é atriz, artista plástica e figurinista. Entre suas criações de figurino destacam-se: "O Fantástico Coração Subterrâneo", dir. Diego Fortes; "Billie", dir. Alexandre França; "A Farsa da Mulher do Zebedeu", dir. Maurício Vogue; "Para o Vampiro - Variações º1", dir. Marcos Damaceno, etc. Como desenhista, já ilustrou para diversas publicações nacionais, livros infantis, bem como compilações de seus próprios trabalhos. www.maureenmiranda.com.br. DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Isadora Flores Produtora desde 2008, foi sócia-fundadora da Fuá Produções em 2009, onde trabalhou 3 anos com uma série de projetos culturais nas áreas de música, artes cênicas, patrimônio imaterial e artes visuais. Como produtora de teatro trabalhou com Renata Sorrah Produções Artísticas, Marcio Abreu e companhia brasileira de teatro, Phila7, Nelson Barskeville, Rubens Velloso, Pedro Vilela, Grupo Magiluth, Carol Mendonça, As meninas do Conto e A Armadilha. Trabalhou na companhia brasileira de teatro desde 2013, na produção geral da companhia e como produtora executiva no pROJETO bRASIL, patrocinado pela Petrobras (2013-2016), projeto de manutenção, circulação de repertório e montagem de novo espetáculo. Produtora e criadora do grupo Siricutico (2011), e produtora executiva nos festivais Litercultura - Festival Literário e Gibicon – Convenção Internacional de Quadrinhos de Curitiba. PRODUÇÃO EXECUTIVA E GESTÃO FINANCEIRA:Gilmar Kaminski Gilmar Kaminski é técnico em contabilidade e produtor cênico formado pela Universidade Federal do Paraná. Tem Curso Superior de Tecnologia em Produção Cênica (2014 – 2017 // Universidade Federal do Paraná, Curitiba PR), Curso de Direção de Produção Cultural (2014 // Cena Hum Academia de Artes Cênicas, Curitiba PR) e Curso Técnico em Contabilidade (2009 – 2011 // Instituto Federal do Paraná, Curitiba PR). REALIZAÇÃO E COORDENAÇÃO DE PROJETO: A Armadilha (nome de fantasia da empresa Diego Fortes Ribas, presentante legal: Diego Fortes Ribas) Criada em 2001, em Curitiba, pelo autor e diretor Diego Fortes, A Armadilha é uma companhia que se dedica a um permanente processo de pesquisa e criação em dramaturgia e suas devidas respostas cênicas. Algumas de suas principais realizações, como “Bolacha Maria” (2008) e "Jornal da Guerra Contra os Taedos" (2009) de Manoel Carlos Karam; "Duas da Manhã” (2012) e “Poses para Dormir” (2018) de Lola Arias; trouxeram textos, ou mesmo autores, até então inéditos no Brasil. Também se dedica a dramaturgias originais como em “Café Andaluz” (2005), “Os Invisíveis” (2010) e “Os Leões” (2007). Seus trabalhos têm sempre algum traço de humor, nonsense e metalinguagem. Há alguns anos, voltou sua pesquisa à tradução e montagem de autores latinos como Emilio Carballido, Lola Arias e Guillermo Calderón. *O proponente Diego Fortes Ribas realizará a função de Coordenador Geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação Geral”.
PROJETO ARQUIVADO.