| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33885724000119 | Banco Itaú BMG Consignado S.A | 1900-01-01 | R$ 280,6 mil |
O projeto "ANTES E DEPOIS DOS ESPETÁCULOS" pretende desenvolver uma programação exclusiva e qualificada composta por oficinas artísticas, seminários, e exposição artística temática, tendo o teatro e as artes cênicas como centro e, ao mesmo tempo, investigando suas relações com outras artes e outros campos do conhecimento e da cultura.
O projeto "ANTES E DEPOIS DOS ESPETÁCULOS" é um projeto cultural na área das artes cênicas e artes visuais, segmento teatro e outros, previsto para ser realizado ao longo de 10 (dez meses), no Teatro Poeira com uma programação de 05 oficinas, 02 seminários, 01 exposição artística temática, 01 ação de contrapartida social, que promovem o encontro entre artistas, suas obras e o público carioca em geral. As atividades acontecerão em horários variados. As atividades acontecerão presencialmente em horários variados, e terão transmissão simultânea através de plataforma de reunião online, garantindo também a participação virtual.01 Oficina intitulada "O espetáculo, um tema e vários autores / oficina teórico-prática" com o diretor de teatro e cinema Felipe Hirsch, sobre suas experiências ao montar espetáculos com textos de diferentes autores, escritos especialmente para um mesmo espetáculo; CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA - Indicado para maiores de 16 anos.04 Oficinas intituladas "Um autor e seus diretores", cada uma delas ministrada por um diretor de teatro diferente – Marcio Meirelles, Gilberto Gawronski, Fernando Philbert, e pelo dramaturgo Matei Visniec. Oficina com diretores brasileiros que dirigiram peças do autor romeno radicado na França, Matei Visniec. Através de diferentes olhares aprofundar o conhecimento de uma obra teatral. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA - Indicado para maiores de 16 anos.01 seminário intitulado "Os diálogos possíveis entre teatro e cinema" cujo objetivo é pesquisar, conhecer e debater as relações, em distintos níveis, entre o teatro e o cinema. Com participação dos artistas: Aderbal Freire Filho, Pedro Kosovski, Adriana Falcão, Inez Viana, Marcio Abreu, Christiane Jatahy e Walter Carvalho, e outros artistas que serão convidados na ocasião da execução do projeto.CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA - Indicado para maiores de 14 anos.01 seminário intitulado "O teatro e a filosofia" que pretende investigar e questionar os sentidos do teatro, das suas origens até suas possíveis definições contemporâneas. Para sua realização, a coordenação do projeto deverá indicar e convidar autores e filósofos. A coordenação geral é do autor, diretor e professor espanhol José Sanchis Sinisterra. e de Patrick Pessoa, filósofo e crítico de teatro.CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA - Indicado para maiores de 14 anos.O1 Exposição temática "TEATRO – 15 anos Teatro Poeira", que pretende não só comemorar os 15 anos do Teatro Poeira, como também dialogar sobre a arte teatral com o público visitante, através de uma mostra, que reúne maquetes de projetos de cenografia criados por Fernando Mello da Costa (renomado cenógrafo falecido em 2019) para espetáculos de teatro produzidos pelo Teatro Poeira ao longo de 15 anos, cartazes e programas de peças, fotos, vídeos.CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA - Livre para qualquer idade.01 Ação de Contrapartida Social - visitação guiada à exposição "TEATRO – 15 anos Teatro Poeira" para grupos de alunos matriculados na rede pública de ensino.CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA - Livre para qualquer idade.
1.) OBJETIVOS GERAIS: 1.1) Fomentar e desenvolver o conhecimento na área das artes cênicas, especialmente o teatro, através da promoção de uma programação exclusiva e qualificada composta por oficinas artísticas, seminários, e exposição artística temática, coordenadas e ministradas por artistas e pensadores com trajetórias de destaque no cenário cultural brasileiro e estrangeiro. 2.) OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 2.1) Realizar um total de 05 oficinas, 02 seminários, 01 exposição artística temática na área das artes cênicas, 01 ação de contrapartida social. Estimativa total de 2.780 participantes/público em geral, e 280 participantes da ação de contrapartida social, conforme detalhamento que segue abaixo: 01 Oficina intitulada "O espetáculo, um tema e vários autores / oficina teórico-prática" com o diretor de teatro e cinema Felipe Hirsch; 04 Oficinas intituladas "Um autor e seus diretores", cada uma delas ministrada pelos diretores de teatro Marcio Meirelles, Gilberto Gawronski, Fernando Philbert, e pelo dramaturgo Matei Visniec; 01 seminário intitulado "Os diálogos possíveis entre teatro e cinema" com participação de vários artistas, entre eles: Aderbal Freire Filho, Pedro Kosovski, Adriana Falcão, Inez Viana, Marcio Abreu, Christiane Jatahy e Walter Carvalho, e outros artistas que serão definidos e confirmados no momento da execução do projeto. 01 seminário intitulado "O teatro e a filosofia" que contará com a coordenação do dramaturgo espanhol José Sanchis Sinisterra, e de Patrick Pessoa, filósofo e crítico de teatro. Ainda serão convidados outros dois filósofos, que serão definidos oportunamente. O1 Exposição artística temática "TEATRO _ 15 anos Teatro Poeira", com concepção geral de Aderbal Freire Filho; 01 ação de contrapartida Social, que oferece visitação guiada para grupos de alunos matriculados na Rede Pública de ensino. 2.2) Contribuir para a formação cultural do cidadão carioca, oferecendo uma programação artística exclusiva, renovadora, que investe no movimento de artistas brasileiros e estrangeiros e suas criações; 2.3) Gerar trabalho para artistas, técnicos e demais profissionais relacionados às atividades artísticas e culturais do Rio de Janeiro, contribuindo para o desenvolvimento de nossa indústria criativa.
A solicitação de apoio ao Ministério da Cidadania / Secretaria Especial de Cultura para aprovação do projeto "ANTES E DEPOIS DOS ESPETÁCULOS", visando benefícios da Lei Federal de Incentivo à cultura, justifica-se pelo exposto nas próximas linhas. O projeto "ANTES E DEPOIS DOS ESPETÁCULOS" é um projeto artístico-cultural que pretende ser aberto ao público em geral, com suas atividades (cinco oficinas, dois seminários, uma exposição temática) oferecidas com entrada franca, além de apresentar medidas de democratização e acessibilidade, dessa forma está de acordo com o artigo 1 _ inciso "I" da Lei 8.313/91 que diz: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". O projeto "ANTES E DEPOIS DOS ESPETÁCULOS" também pretende contar com a participação de vários artistas brasileiros, e estrangeiros, dando visibilidade aos seus processos de criação artística, além de contribuir para o fortalecimento da transmissão de saberes e conhecimentos na área teatral. Por tudo isso está de acordo com o artigo 1 _ incisos "III","VII" e "VIII" que dizem respectivamente: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", "desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações", e "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". Por fim, o projeto "ANTES E DEPOIS DOS ESPETÁCULOS" tem por finalidade, de acordo com o Artigo 3° da Lei 8313/91, a promoção de cinco oficinas, dois seminários, exposição artística temática, que contribuem para a formação cultural do cidadão carioca, mediante abertura do acesso público e gratuito às referidas atividades através de distribuição de bolsas; além de ser um projeto de fomento à produção cultural e artística através da realização de atividades na área das artes cênicas; Todos esses aspectos do conteúdo do projeto estão em acordo com o Artigo 3° - Inciso I - linha "a", Inciso II _ linhas "c" e "e", da lei 8313/91.
PLANO DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO Para o bom desenvolvimento do projeto ao longo de todo o período de realização, estão previstas ações de divulgação e comunicação que garantam o maior número possível de público participante. A seguir as atividades previstas: - Contratação de assessoria de imprensa especializada visando ampla divulgação nos meios de comunicação mais importantes da cidade do Rio de Janeiro. - Elaboração e distribuição de press release de toda a programação prevista, visando a realização de matérias, entrevistas, notas nos principais jornais, revistas, emissoras de rádio e TV do Rio de Janeiro. - Ampla divulgação através da internet e redes sociais - FB ǀ IG ǀ WAP ǀ sites e plataformas de eduação e cultura.
PROJETO "ANTES E DEPOIS DOS ESPETÁCULOS"CONTEÚDO PROGRAMÁTICO/PEDAGÓGICO01 - "O espetáculo, um tema e vários autores / oficina teórico-prática" (Oficina)A oficina acontecerá presencialmente no Teatro Poeira, com número de vagas reduzido e terá transmissão simultânea através de plataforma de reunião online, garantindo a ampliação de vagas para ouvintes com participação virtual.Duração: 02 semanas Carga horária: 04 encontros semanais com 4horas de duração cada encontro, totalizando 08 encontros e 32 horas de oficina. Público-alvo: Público adulto em geral com interesse em construção de dramaturgia cênica, linguagem teatral contemporânea, novos formatos de escrita para o teatro; estudantes de teatro; jovens artistas em formação; artistas profissionais e amadores em busca de reciclagem. Destacamos que na ocasião de realização da oficina o coordenador Felipe Hirsch poderá determinar algum pré-requisito para participação.Forma de seleção: Os interessados poderão enviar currículo e carta de intenção através de endereço eletrônico do proponente, a seleção final dos participantes será feita pelo próprio coordenador da oficina Felipe Hirsch. Na ocasião da inscrição o candidato deverá indicar sua preferência por participação presencial ou virtual.Lotação: 20 vagas para participação presencial / 50 vagas para participação virtual em plataforma de reunião onlineConteúdo Programático: A partir da experiência pessoal do diretor de teatro e cinema Felipe Hirsch com o projeto "TRAGÉDIA E COMÉDIA LATINO AMERICANA", a oficina pretende estabelecer um diálogo teórico e prático com os participantes, sobre as possibilidades cênicas em montagens teatrais, que utilizam mais de um autor. Através de análise crítica das duas peças teatrais "A Tragédia latino-americana" e "A comédia latino-americana", que compunham o projeto "TRAGÉDIA E COMÉDIA LATINO AMERICANA", o diretor pretende fomentar a reflexão sobre um possível caminho de dramaturgia múltipla com vários autores numa mesma montagem. A oficina pretende utilizar recursos teóricos e práticos, o participante contará com o espaço de discussão e troca de ideias, e também jogos teatrais que proporcionarão um exercício de construção de plano de montagem de cenas a partir da obra de mais de um autor. Por fim, também será abordado o uso do texto narrativo/literário/épico como texto de cena sem adaptação para o gênero dramático.02 - "Um autor e seus diretores" - total de 04 oficinas, sendo cada uma ministrada por um diretor diferente, e uma ministrada pelo dramaturgo Matei Visniec (Oficina)As oficinas com os três diretores acontecerão presencialmente no Teatro Poeira, com número de vagas reduzido e terão transmissão simultânea através de plataforma de reunião online, garantindo a ampliação de vagas para ouvintes com participação virtual. A oficina do dramaturgo Matei Visniec será virtual.Duração: 04 semanas Carga horária: Em cada semana um diretor realizará sua oficina em 03 dias, com carga horária de 4 horas de trabalho; na quarta semana será realizada a oficina ministrada por Matei Visniec, serão três encontros com 4horas de duração cada; totalizando 12 encontros e 48 horas de oficinas. Público-alvo: Público adulto em geral com interesse em direção teatral, construção de linguagem teatral contemporânea; estudantes de teatro; jovens artistas em formação; artistas profissionais e amadores em busca de reciclagem. Interessados na obra teatral do dramaturgo Matei Visniec. Destacamos que na ocasião de realização das oficinas os coordenadores Gilberto Gawronski, Marcio Meirelles, Fernando Philbert, e Matei Visniec poderão determinar algum pré-requisito para participação.Forma de seleção: Os interessados poderão enviar currículo e carta de intenção através de endereço eletrônico do proponente, a seleção final dos participantes será feita pelos próprios coordenadores das oficinas Gilberto Gawronski, Marcio Meirelles, Fernando Philbert, e Matei Visniec. O participante poderá se inscrever em apenas uma das oficinas, em duas, em três, ou em todas as oficinas. Na ocasião da inscrição o candidato deverá indicar sua preferência por participação presencial ou virtual.Lotação: 20 vagas para participação presencial / 50 vagas para participação virtual, em cada uma das oficinas dos diretores. Na oficina do dramaturgo Matei Visniec até 100 vagas para participação virtual.Conteúdo Programático: Em relação oposta à oficina "O espetáculo, um tema e vários autores / oficina teórico-prática", onde se aborda a experiência de um diretor, que cria sua obra teatral a partir de vários autores, na oficina "Um autor e seus diretores" o que se pretende abordar é a diferença no olhar de três diretores para um mesmo autor. A partir das experiências de Marcio Meirelles, responsável pela montagem de "A história dos ursos panda", Gilberto Gawronski, responsável pelo projeto "2XMatei" com as montagens de "O último Godot" e "O rei, o rato e o bufão", e Fernando Philbert, responsável pela montagem de "O corpo da mulher como campo de batalha", todos os textos de autoria do dramaturgo romeno radicado na França, Matei Visniec, a oficina pretende desenvolver uma reflexão sobre as mais variadas possibilidades de montagens cênicas que um mesmo autor pode ganhar; as diferenças de estilos que podem ser encontradas na obra de um mesmo autor; a transmutação que um autor sofre a partir de olhares diferentes. A oficina irá utilizar recursos práticos para provocar a reflexão. A partir de cenas previamente escolhidas pelos ministrantes, os participantes serão convidados à experimentar diversas formas de prática e jogos cênicos na construção de uma proposta de direção, tendo como ponto de vista a pesquisa de linguagem que cada um desses diretores (Marcio Meirelles, Gilberto Gawronski, Fernando Philbert) desenvolve na sua trajetória profissional. Complementando a exercício, a presença virtual do próprio autor, trará outras visões e entendimentos de suas obras para teatro. O Diretor Matei Visniec fará a abertura de cada oficina, através de um vídeo falando de sua trajetória e comentando sobre a obra escolhida por cada Diretor. No final do período (última semana) o Diretor fara comentários finais através de vídeo conferência, sobre cada cena escolhida pelos Diretores.03 - "Os diálogos possíveis entre teatro e cinema" (seminário)O seminário acontecerá presencialmente no Teatro Poeira, com número de senhas reduzido e terá transmissão simultânea através de plataforma de reunião online, garantindo a ampliação de senhas para ouvintes com participação virtual.Duração: 4 meses. Carga horária: Total de 04 encontros presenciais, sendo um encontro por mês, com 3horas de duração cada encontro, totalizando 12 horas de seminário. Público-alvo: Público adulto em geral com interesse em teatro e cinema; estudantes de teatro; estudantes de cinema; jovens artistas em formação; artistas profissionais e amadores em busca de reciclagem.Lotação: 75 senhas para participação presencial / Até 100 senhas para participação virtual, para cada um dos encontros.Forma de seleção: Não haverá seleção. As senhas serão distribuídas através de agendamento eletrônico prévio que será amplamente divulgado na ocasião. Na ocasião do agendamento o interessado deverá indicar sua preferência por participação presencial ou virtual.Conteúdo Programático: Seminário cuja proposta é pesquisar, conhecer e debater as relações, em distintos níveis, entre o teatro e o cinema.Programação do Seminário:Encontro 1 - "Roteiristas de cinema X dramaturgos" – Apresentação de Aderbal Freire Filho (mediador) sobre o tema proposto. A partir de sua experiência no cinema e no teatro, o diretor irá traçar em linhas gerais as relações possíveis entre o teatro e o cinema. Em 2016 Aderbal Freire Filho inaugurou o Teatro Poeirinha com a estreia de "Depois do filme" peça de teatro escrita, dirigida e atuada por ele. A história girava em torno do personagem Ulisses, vivido pelo próprio Aderbal no longa-metragem "Juventude", de Domingos de Oliveira, cinema e teatro se misturaram nessa ficção criada pelo diretor, que irá abordar essa experiência na aberturado seminário, em seguida debate com a roteirista de cinema Adriana Falcão e o dramaturgo Pedro Kosovski.Encontro 2 - "Diretores de cinema X Diretores de teatro" – Abertura do encontro será realizada por Aderbal Freire Filho (mediador), em seguida debate com um (a) diretor (a) de cinema que será definido oportunamente, a diretora de teatro Inês Vianna e o diretor de teatro Márcio Abreu.Encontro 3 - "Atores de cinema X Atores de teatro" – Abertura do encontro será realizada por Aderbal Freire Filho (mediador), em seguida debate com atrizes e atores de teatro e cinema, que serão definidos oportunamente.Encontro 4 - "Experiências cênicas e imagéticas" – Abertura do encontro será realizada por Aderbal Freire Filho (mediador), em seguida debate com criadores que desenvolvem experiências de combinação entre teatro e cinema: com Christiane Jatahy (participação virtual) e Walter Carvalho.04 - "O teatro e a filosofia" (seminário)O seminário acontecerá presencialmente no Teatro Poeira, com número de senhas reduzido e terá transmissão simultânea através de plataforma de reunião online, garantindo a ampliação de senhas para ouvintes com participação virtual.Duração: 2 semanas Carga horária: Total de 06 encontros, sendo três encontros por semana, com 3horas de duração cada encontro, totalizando 18horas de seminário.Público Alvo: Público em geral interessado em produção crítica para as artes, pensamento, teatro; estudantes de teatro; jovens artistas em formação; artistas profissionais e amadores em busca de reciclagem.Lotação: 30 vagas para participação presencial / Até 100 vagas para participação virtual, para cada um dos encontros.Forma de seleção: Não haverá seleção. As senhas serão distribuídas através de agendamento eletrônico prévio que será amplamente divulgado. Na ocasião do agendamento o interessado deverá indicar sua preferência por participação presencial ou virtual.Conteúdo Programático: Seminário reunindo autores/as, e filósofos/as, para investigar e questionar os sentidos do teatro, das suas origens até suas possíveis definições contemporâneas. A coordenação geral será de José Sanchis Sinisterra (participação virtual), fundador do Teatro Fronteirizo, de Barcelona, atualmente radicado em Madri, professor e autor de vários livros sobre dramaturgia, e de Patrick Pessoa, filósofo e crítico de teatro. Ainda serão convidados outros dois filósofos, que serão definidos oportunamente.Os dois seminários - "Os diálogos possíveis entre teatro e cinema" e "O teatro e a filosofia" serão integralmente registrados em vídeo e posteriormente disponibilizados gratuitamente através da plataforma youtube, no canal do Teatro Poeira.05 - DETALHAMENTO DA EXPOSIÇÃO TEMÁTICA - "TEATRO – 15 anos Teatro Poeira"Proposta da Exposição:A exposição pretende não só comemorar os 15 anos do Teatro Poeira, como também dialogar sobre a arte teatral com o público visitante. A mostra reunirá maquetes de projetos de cenografia criados por Fernando Mello da Costa (renomado cenógrafo falecido em 2019) para espetáculos de teatro produzidos pelo Teatro Poeira ao longo de 15 anos, além de cartazes e programas de peças, fotos, e vídeos. Com concepção geral do diretor teatral Aderbal Freire Filho, a exposição pretende transmitir ao visitante as infinitas possibilidades contidas nesse lugar chamado teatro. O teatro é um espaço arquitetônico onde é possível viajar para muitos lugares, sem sair de onde se está, essas muitas viagens são proporcionadas pelas concepções cênicas de cada peça de teatro, para cada montagem um cenário é definido, e o espectador é convidado à embarcar naquela viagem. Aqui na exposição o visitante será convidado à explorar essas possiblidades.Período: A exposição ficará aberta para visitação por um período de 40 dias. Neste mesmo período será disponibilizado através do canal do Teatro Poeira na plataforma youtube o "tour virtual" pela exposição. Lotação: Previsão de 600 visitantes presenciais / 600 visitantes virtuais. O acesso presencial e virtual será feito através de agendamento eletrônico, com escolha do tipo de visitação (presencial ou virtual). Proposta de Montagem: A montagem pretende utilizar a área do teatro poeirinha - saguão e sala de apresentações como área expositiva.
Em atendimento ao Capítulo IV – da acessibilidade, democratização, do acesso e das ações complementares, seção I, da acessibilidade, artigo 18, da IN nº 02 de 23 de abril de 2019, informamos que serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade: Projeto “ANTES E DEPOIS DOS ESPETÁCULOS” quanto à acessibilidade física: 1.) Em relação à programação de Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual - Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra - O Teatro Poeira, onde acontecerão as quatro oficinas e dois seminários, oferece condições adequadas para a acessibilidade nas suas dependências, que incluem: espaços reservados para cadeirantes; banheiros adaptados para portadores de deficiência; rampas de acesso para todo cidadão com mobilidade prejudicada. 2.) Em relação à programação de Exposição de Artes e Ações de contrapartida social - O Teatro Poeira, onde acontecerão a exposição artística e ação de contrapartida social, oferece condições adequadas para a acessibilidade nas suas dependências, que incluem: espaços reservados para cadeirantes; banheiros adaptados para portadores de deficiência; rampas de acesso para todo cidadão com mobilidade prejudicada. Projeto “ANTES E DEPOIS DOS ESPETÁCULOS” quanto à acessibilidade de conteúdo: 1.)Em relação à programação de Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual - Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra - Contratação de intérprete de libras, oferecendo a opção de tradução em libras em toda a programação dos dois seminários “Os diálogos possíveis entre teatro e cinema” e “O teatro e a filosofia” por se tratar de atividades tecnicamente possíveis para a referida ação. - Não há previsão de oferecimento de acessibilidade de conteúdo nas oficinas “O espetáculo, um tema e vários autores” e “Um autor e seus diretores” JUSTIFICATIVA: Entendemos ser tecnicamente impossível a ação de acessibilidade de conteúdo, uma vez que as atividades, em sua maioria, serão de caráter prático, exigindo, portanto, dos seus ministrantes uma capacitação especializada que pudesse de fato incluir os deficientes de forma adequada nos trabalhos que serão desenvolvidos. Os ministrantes são artistas, diretores de teatro, e não estão qualificados para oferecer oficinas para deficientes auditivios ou cegos. Acreditamos que o oferecimento de atividades para deficientes auditivos e cegos, com este caráter de experimentação de prática artística, necessita obrigatoriamente de equipe de profissionaos treinados e capacitados para que a experiência seja produtiva e rica para os participantes, do contrário pode ser uma iniciativa equivocada. 2.) Em relação à programação de Exposição de Artes e Ações de contrapartida social - Realização de 01 visita guiada com tradução em libras, na exposição "Teatro - 15 anos Teatro Poera", onde reuniremos um grupo de surdos para visitação à exposição, e ao final palestra, em formato de bate papo, sobre o tema "teatro". - Realização de 01 visita guiada com tradução em libras na ação de contrapartida social. Destacamos que todos os custos relacionados às medidas de acessibilidade foram incluídos no orçamento físico e financeiro, e que em todo o material de promoção e divulgação dos seminários haverá informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas.
Em atendimento ao Capítulo IV, Seção II Da Ampliação do Acesso - artigo 20 da IN nº 02 de 23 de abril de 2019, informamos que será adotado o seguinte plano de distribuição: 1.) Em relação à programação de Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual - Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra - Todas as oficinas e seminários serão oferecidos com entrada franca. O plano de distribuição está anexado nessa proposta na área destinada à essa finalidade. - 20% do acesso (vagas) será para benefício social, educativo, e de formação atendendo público das camadas sociais menos favorecidas. 2.) Em relação à programação de Exposição de Artes - Visitação oferecida com entrada franca. O plano de distribuição está anexado nessa proposta na área destinada à essa finalidade. - 20% do acesso (visitantes) será para benefício social, educativo, e de formação atendendo público das camadas sociais menos favorecidas. Em atendimento à Seção II Da Ampliação do Acesso - artigo 21 da IN nº 02 de 23 de abril de 2019 informamos que será adotada a seguinte medida de ampliação de acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art.22; - Registro integral dos seminários: “Os diálogos possíveis entre teatro e cinema” e “O teatro e a filosofia” e sua ampla veiculação através de acesso gratuito da internet – canal youtube. VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, prossionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; - Oferecimento de estágio na área de administração e de produção nas artes cênicas ao longo do desenvolvimento do projeto.
Curadoria: Aderbal Freire Filho Ministrantes das oficinas: Felipe Hirsch, Marcio Meirelles, Gilberto Gawronski, Fernando Philbert, Matei Visniec Coordenadores dos seminários: Patrick Pessoa, José Sanchis Sinisterra Artistas participantes dos seminários: Aderbal Freire Filho, Pedro Kosovski, Adriana Falcão, Inez Viana, Marcio Abreu, Christiane Jatahy, Walter Carvalho, e outros. Exposição – Concepção e projeto de montagem Aderbal Freire Filho Exposição – Cenografia Rostand Albuquerque Designer gráfico – Cubículo / Fabio Arruda Direção de Produção: José Luiz Coutinho Gestão e coordenação de projeto: Dadá Maia Proponente: Casa de Teatro Produções Artísticas, dirigentes Marieta Severo e Andrea Beltrão OBS: O proponente - Casa de Teatro Produções Artísticas Ltda - realizará a função de coordenação geral, sendo também resonsável pela total gestão do processo decisório do projeto, entretanto não haverá remunerção para tal atividade, o trabalho do proponente será voluntário. CURRICULOS DOS PARTICIPANTES: Aderbal Freire Filho É ator e diretor de teatro. Sua primeira direção é “O Cordão Umbilical”, de Mario Prata , em 1972 . Mas seu primeiro grande sucesso profissional foi a direção do monólogo “Apareceu a Margarida” de Roberto Athayde, com Marília Pera, que estreou no dia 4 de setembro de 1973, no Teatro Ipanema, no Rio de janeiro. Destacamos os últimos trabalhos como diretor: “Incêndios” de Wajdi Mouawad, direção de Aderbal Freire Filho e no elenco Marieta Severo, Kelzy Ecard, Keli Freitas, e outros, recebeu o Prêmio Shell de Teatro na categoria de melhor direção; “Céus” de Wajdi Mouawad, direção aderbal Freire Filho, no elenco Charles Frics, Silvia Buarque, Isaac Bernat, e outros. Além de curador da programação cultural TEATRO POEIRA e POEIRINHA desde sua inauguração em 2005, dirigiu as montagens de “Sonata de Outono” de Ingmar Bergman, com Marieta Severo, Andrea Beltrão e Isio Ghelman; “O Púcaro Búlgaro” de Campos de Carvalho, com Gilray Coutinho, Candido Damm, Isio Ghelman, Augusto Madeira e Raquel Iantas; “As Cetenárias” de Newton Moreno, com Marieta Severo, Andrea Beltrão e Savio Moll; “ Moby Dick” de Herman Melville, assinou a adaptação e direção, no elenco Chico Diaz, Orã Figueiredo, Candido Damm e André Mattos; “Jacinta” de Newton Moreno, no elenco Andrea Beltrão, Augusto Madeira, Gilray Coutinho, e outros. Criou o gênero teatral “Romance em cena” tendo dirigido as montagens de “A mulher carioca aos 22 anos” e “O que diz Molero”, entre inúmeros outros trabalhos. Felipe Hirsch Diretor de cinema e teatro, Felipe Hirsch é um dos fundadores da “Sutil Companhia”, onde iniciou suas experimentações cênicas. Durante este período,ele estabeleceu uma parceria influente de longa data com a multiartista DanielaThomas, e recebeu mais de 200 prêmios e indicações na América Latina. Felipe trabalhou com grandes atores como Fernanda Montenegro, Paulo Autran, Paulo José, Alfredo Castro, Daniel Hendler e Wagner Moura, entre outros. No ano de 2006, FelipeHirsch foi eleito, pelo jornal O Globo, como umdos 100 geniais brasileiros - uma lista dos pensadores mais influentes do país.Em 2008, ganhou o Grammy por seu trabalho como diretor do espetáculo “Homenagem a Tom Jobim” com os prestigiados cantores Caetano Velosoe Roberto Carlos. No ano seguinte, dirigiu seu primeiro filme, “Insolação”,cuja estréia aconteceu no Festival de Veneza. Em 2013, o diretor lançou “A Menina Sem Qualidades”, minissérie criada para a MTV Brasil, contemplada pela APCA como a melhor direção por Felipe Hirsch e citada em mais de 50 listas de Melhores do Ano nos jornais brasileiros. Ainda em 2013, Felipe Hirsch anuncia a trilogia Puzzle, criada especialmente para a participação brasileira como convidada de honra do Frankfurter Buchmesse e recebida com grande entusiasmo pela imprensa alemã e francesa. Em 2016, Felipe Hirsch estende seu trabalho para a América Latina e estreia as peças “A Tragédia e Comédia Latino-Americana” viajando pela Alemanha, França, Portugal, Chile e Brasil. No mesmo ano, dirigiu “Severina”, seu segundo longa-metragem, que estreou no Festival de Locarno e em 15 outros festivais de cinema ao redor do mundo. Devido à importância à relevância de seu trabalho. As obras de impacto criadas por Felipe Hirsch são estudadas por muitas teses de doutorado da Universidade de São Paulo. Nesse sentido, Felipe foi convidado pela Sorbonne Paris 3 para dar uma conferência, onde discutiu seus projetos envolvendo literatura latino-americana no cinema e no teatro. Para o próximo ano, suas peças mais recentes (Selvageria, Democracia e FIM) serão exibidas na Alemanha, Portugal, Brasil e Chile. Marcio Meirelles Diretor teatral, cenógrafo e figurinista, inicialmente ligado às áreas de arquitetura e artes visuais, atua em teatro desde 1972. Foi fundador do grupo Avelãz y Avestruz (l976-1989), e criador/diretor do espaço cultural A Fábrica (1982). Durante os anos de 85 e 86, assumiu a chefia dos núcleos de cenografia e figurino e de direção e elenco da TV Educativa da Bahia. Paralelamente criou o Projeto Teatro para a Fundação Gregório de Mattos (1986). Foi diretor de um dos maiores centros culturais do Brasil - o Teatro Castro Alves, em Salvador/Ba - no período de 87 a 91. Ganhador de vários prêmios como diretor, cenógrafo e figurinista. Fez estágio na Circle Repertory Company (Nova York). Participou do Coloquio Brasil Alemanha de Teatro como palestrante a convite do Instituto Goethe. Co-dirigiu O Sonho de Uma Noite de Verão, com Werner Herzog. Dirigiu Zumbi em Londres com o Black Theatre Co-op, como parte do Lift (London International Theatre of London), Sempre em frente até amanhecer, para o Teatro Viriato (Viseu/Portugal, 2013) e Em defesa das causas perdidas – uma carta para Dom Quixote, para o Centro Cultural Portugues/Instituto Camões (Mindelo/Cabo Verde, 2014). Participa de projetos de colaboração internacional com a CenaLusófona (Portugal) e instituições de outros países. Dirigiu vários shows de música, comemorativos, de lançamento de projetos e de premiação, com artistas nacionais e internacionais. Em 1990 criou, com Chica Carelli, o Bando de Teatro Olodum, que dirigiu até 2013 e para os quais criou espetáculos como os da Trilogia do Pelô (1991/94), Cabaré da Rrrrraça (1997) e Bença (2010). Em 2007 foi lançado o filme Ó paí, ó! e a série televisiva de mesmo nome – baseados na Trilogia do Pelô – tendo o elenco do Bando participado dos dois projetos. Em 1994, coordenou o projeto de reforma e revitalização do Teatro Vila Velha, foi seu diretor artístico até 1998 e, até 2006, na nova forma institucional que propôs, fez parte do colegiado gestor do teatro. Condecorado como Cavaleiro da Ordem do Mérito da Bahia em 1990, homenageado pelo Troféu Copene de Teatro pelo conjunto de seu trabalho em 1999 e indicado para o Prêmio Shell, no Rio, pela direção de Candaces – a reconstrução do Fogo, em 2003. De 2007 a 2010 foi Secretário de Cultura do Estado da Bahia. Em julho de 2011 assume a direção artística do Teatro Vila Velha. E cria, em 2013, para a formação de artistas alinhados com a estética, os processos e a política construídos e praticados no teatro, a Universidade Livre de Teatro Vila Velha. E com este objetivo já foram montados até o momento vários espetáculos com os participantes que se envolvem em produção, divulgação, gestão, técnica, atendimento ao público e atuação. Entre eles a estreia nacional do texto de Matéi Visniec Por que Hécuba e a montagem de Jango – uma tragegya, de Glauber Rocha, celebrando os 50 anos do Teatro Vila Velha. Em 2018, retoma as atividades artísticas do grupo Teatro dos Novos e amplia as atividades da universidade LIVRE em quatro laboratórios: Atuação na Cena, Escrita da Cena, Arquitetura da Cena e Audiovisual em Cena. Em 2019, dirige Embarque Imediato, de Aldri Anunciação, num espetáculo comemorativo dos 80 anos do ator Antônio Pitanga, com ele e seus filhos. No mesmo ano, recebe o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e a Comenda 2 de Julho, pela Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. Já encenou mais de 100 peças de teatro. Gilberto Gawronski Diretor e ator. Encenador das obras de Caio Fernando Abreu, destaca-se nos anos 1990 por seus trabalhos, em que muitas vezes aparece como intérprete e diretor. Forma-se como ator em 1986, na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL). Em 1989, recebe o Prêmio Mambembe pela interpretação no espetáculo “Em Busca do Coração Secreto”, direção de Tônio Carvalho. Estreia profissionalmente como diretor em “Uma Estória de Borboletas”, 1991, encenação delicada de um conto de Caio Fernando Abreu, escritor que retoma em espetáculos posteriores. Seguem-se “Toda Donzela Tem um Pai que É uma Fera”, de Glaucio Gill, e “Assim que Se Passem Cinco Anos”, de Federico García Lorca, ambos em 1992. No ano seguinte, dirige “Piquenique no Front”, de Fernando Arrabal, “As Cartas na Mesa”, de Joe Orton, e “O Soldadinho de Chumbo”, numa parceria com o ator Ricardo Blat (1950), o primeiro de três espetáculos infantis adaptados de contos de Andersen. Em 1994, é a vez de “A Nova Roupa do Imperador” e, em 1995, estreia “O Patinho Feio”, abordado pela dupla como uma metáfora sobre a exclusão. Em 1994, viaja para a França, onde atua em “Roberto Zucco”, de Bernard Marie Koltès, sob a direção de Jean Louis Martinelli. O contato com as obras do autor francês o entusiasma a montá-lo no Brasil: em 1996, encena, dividindo o palco com Ricardo Blat, “Na Solidão nos Campos de Algodão”, de Bernard-Marie Koltès. Em 1997, estreia o monólogo “A Dama da Noite”, adaptado do conto de Caio Fernando Abreu, embora receba o Prêmio Sharp pela direção, é como ator que seu trabalho merece destaque na crítica. Em 1998 encena “A Vida por um Fio”, de Elaine May, dentro do espetáculo “Um Caso de Vida ou Morte”, coletânea de três textos: “A Entrevista”, de David Mamet; “Em Algum Lugar Dentro deste Vasto Mundo”, de Woody Allen, e “A Vida por um Fio”, direção de Flávio Marinho, Marcus Alvisi (1954) e do próprio Gawronski. Ainda em 1998, comanda “Do Outro Lado da Tarde”, de Caio Fernando Abreu. Em 1999, encarna Andy Wahrol na performance que complementa uma exposição do artista plástico, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). No mesmo ano, dirige “Serviço de Quarto”, criando, a partir do texto de Harold Pinter, uma paródia da comédia policial cinematográfica. Ainda em 1999, encena “Deus Somos Nós”, recital poético de Tavinho Teixeira. Em 2001, cria “De Caso Com A Vida”, de Paul Rudnick. Em 2002, convidado pela Cia dos Atores, dirige “Meu Destino É Pecar”, de Nelson Rodrigues. Recentemente produziu e atuo no monólogo “A ira de Narciso” uma auto-ficção do dramaturgo uruguaio Sergio Blanco. Dirigiu dezenas de outras peças, entre elas “Nada” espetáculo compostos por duas peças curtas de Tcheckov com Analu Prestes e Derzié Luz, “2XMatei” espetáculo composto por duas peças curtas de Matei Visniec “O Último Godot” e “O Rei, o Rato e o Bufão do Rei”, nesse projeto dividiu a cena com a atriz Guida Vianna; entre outras. Fernando Philbert É diretor de teatro. Destacamos principais trabalhos realizados entre 2012 e 2016. Foi diretor dos espetáculos: “O escândalo Felippe Dussaert” texto de Jacques Mougenot, tradução de Marilu de SeixasCorrêa, com Marcos Caruso, por este trabalho Marcos Caruso foi vencedor de todos os prêmios teatrais do ano na categoria de melhor ator; “Contos Negreiros do Brasil” texto de Marcelino Freire, com Li Borges, Milton Filho e Rodrigo França, espetáculo vencedor do prêmio Questão de Crítica 2017; “Nefelibato” texto de Regiana Antonini, com Luiz Machado; “O Corpo da mulher como campo de batalha” texto de Matei Visniec, tradução de Alexandre David, com Ester Jablonski e Fernanda Nobre; “Cabras Cabras” texto de Priscilla Balio, com Priscilla Balio e Flávio Vindaurre . Foi Co diretor dos espetáculos “No topo da montanha” texto de Katori Hall, tradução de Silvio Albuquerque, com Lázaro Ramos e Taís Araújo; “Em Nome do Jogo”, texto de Anthony Shaffer, tradução de Marcos Daud e adaptação de Marcos Caruso e Gustavo Paso, com Marcos Caruso e Emílio de Melo; “Campo de Batalha” texto de Aldri Anunciação , com Rodrigo dos Santos e Aldri Anunciação; Foi diretor assistente dos espetáculos: “A Paz Perpétua” de Juan Mayorga, tradução e direção de Aderbal Freire Filho, com Alex Nader, Gillray Coutinho, João Velho, José Loreto, Kadú Garcia e Manoel Madeira; “Céus” texto de Wajdi Mouawad, com Felipe de Carolis, Charles Fricks, Isaac Bernat e Rodrigo Pandolfo Silvia Buarque; “Incêndios” texto de Wajdi Mouawad, com Marieta Severo e grande elenco; “Hamlet” texto de William Shakespeare, com Wagner Moura e grande elenco; “Macbeht” texto de William Shakespeare, com Daniel Dantas e Renata Sorrah; “Do Fundo do Lago Escuro” texto de Domingos de Oliveira, com Domingos Oliveira; “Quero ser Ziraldo”, texto de Luiz Estellita Lins, com João Velho e grande elenco. Para televisão dirigiu o programa “Arte do Artista” veiculado na TV Brasil. Pedro Kosovski É dramaturgo, diretor teatral e professor de artes cênicas da PUC-RIO e do Teatro O Tablado. Em 2005, funda a Aquela Cia. de Teatro em parceria com Marco André Nunes. Suas peças foram apresentadas nos principais festivais do Brasil, Portugal, Colômbia e, em 2020, na França. Sua “Trilogia da Cidade” constituída por “Cara de Cavalo “(2012), “Caranguejo Overdrive” (2015) e “Guanabara Canibal” (2017) está publicada pela editora Cobogó. Ganhador de dois prêmios Shell 2015 e 2017 (Caranguejo Overdrive e Tripas). Em 2019, está indicado ao Prêmio APCA pela dramaturgia da peça “Kintsugi, 100 memórias” e ao prêmio Shell pelo texto “Eu, Moby Dick”, Adriana Falcão Escritora – roteirista. É arquiteta de formação e escritora premiada de profissão. Escreve peças de teatro, crônicas e livros para crianças, jovens e adultos. Iniciou a sua carreira redigindo textos publicitários, ofício que tem como matéria a sua verdadeira paixão: a palavra. Roteirista contratada da TV Globo, encanta o público com seu talento nos roteiros que cria para programas de TV ( Mister Brau, A Grande Família, Louco por Elas, As Brasileiras, A Comédia da Vida Privada). Foi colunista do Jornal O Estado de São Paulo , da Revista Veja Rio e Blog da Editora Intrínseca. No Cinema participou de grandes sucessos como ‘’O Auto da Compadecida’’; A Máquina; O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias; Fica Comigo Essa Noite; Mulher Invisível; Eu e o meu Guarda-Chuva; Se eu Fosse Você 1 e 2 e Desculpe o Transtorno. No teatro escreveu Ideia Fixa, A Vida em Rosa , Tarja Preta e o infantil Mania de Explicação, livro premiado e um best seller da literatura infanto-juvenil. NÃO FICÇÃO Queria Ver Você Feliz – 2014, Intrínseca. Inez Viana A carioca Inez Viana é atriz, diretora teatral, professora e dramaturga, com bacharelado em Artes Cênicas pelo Instituto CAL, RJ. Atualmente, cursa, no mesmo Instituto, a Pós graduação em Direção Artística. Dirigiu quase 20 peças, e, como diretora, recebeu duas indicações de melhor direção do Prêmio Shell, uma da APTR, uma do Questão de Crítica e uma do APCA. Ganhou dois Prêmios Contigo, relativos ao espetáculo “As Conchambranças de Quaderna”, de Ariano Suassuna (júri oficial e popular) e o Prêmio FITA com o espetáculo “Os Mamutes”, de Jô Bilac. Junto com 9 atrizes e atores, fundou, em 2009, a Cia OmondÉ, que já tem 7 peças montadas, todas com sua direção: “A Mentira”, de Nelson Rodrigues [2018]; “Mata Teu Pai”, de Grace Passô [2017]; “Os Inadequados”, criação coletiva Cia OmondÉ [2015]; “Infância, Tiros e Plumas”, de Jô Bilac [2014]; “Nem mesmo todo o oceano”, de Alcione Araújo, adaptação Inez Viana [2013]; “Os Mamutes”, de Jô Bilac [2012]; “As Conchambranças de Quaderna”, de Ariano Suassuna [2009]. Como atriz, seus últimos trabalhos foram: “A Última Peça”, de Inez Viana, direção Danilo Grangheia [2018/2019]; “Por Favor Venha Voando”, de Pedro Kosovski, direção Georgette Fadel [2019]; “Nu de Botas”, de Antônio Prata, direção de Cristina Moura [2017]; “Krum”, de Hanock Levin, direção Marcio Abreu [2015]; “Fluxorama, de Jô Bilac, direção Inez Viana, Rita Clemente e Viniciús Arneiro [2014]. Por 16 anos, manteve uma parceria com o escritor Ariano Suassuna, realizando, além da direção da peça ‘As Conchambranças de Quaderna’ e do documentário ‘Cavalgada à Pedra do Reino’ [2000]; a produção do primeiro Festival Ariano Suassuna [2001] e do Encontro com Ariano Suassuna [2003] e a coordenação artística do evento 80 anos de Ariano Suassuna, produzido pela Sarau Agência de Cultura [2007]. Colaborou na direção de ‘Só’, solo de Denise Stutz, que estreou no Panorama de Dança, em 2018. Em 2017 escreveu A Última Peça, seu primeiro texto teatral, publicado pela editora Cobogó e encenado, sob a direção de Danilo Grangheia, no Sesc Pompeia, São Paulo, em agosto e setembro de 2018 e no Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro em agosto de 2019. Atualmente, ensaia “Na boca do vulcão - o princípio do fim”, de Luís Felipe Reis, com a direção do mesmo, que tem estreia prevista para o dia 12 de setembro de 2019, no CCBB de Belo Horizonte. Marcio Abreu Dramaturgo, diretor e ator, natural do Rio de Janeiro, fundou e integra a companhia brasileira de teatro, sediada em Curitiba, em projetos de pesquisa e criação. Faz trocas com artistas do Brasil e de outros países. Seu trabalho é focado, entre outras coisas, na articulação e criação de novas escritas para a cena e na interseção entre os diversos campos da arte. Realiza ateliês e workshops de dramaturgia, encenação e processos criativos em diversos festivais e instituições. Orientou o núcleo de encenação do Sesi-PR durante 2 anos e orientou trabalhos de novos dramaturgos no núcleo de dramaturgia do Sesi-SP. Recebeu inúmeras indicações e prêmios por suas criações, tais como o Shell, Bravo, APCA, Questão de Crítica, APTR, Cesgranrio. Tem artigos publicados em revistas especializadas, tais como a Subtexto e a Questão de Crítica. Publicou recentemente pela Editora Cobogó suas peças Nômades, Maré e projeto brasil. Sua peça “Vida” foi publicada na Ensaia – revista de dramaturgia, performance e escritas múltiplas. Foi, ainda, traduzida e publicada na França, pela Maison Antoine Vitez numa antologia de autores contemporâneos da América Latina. Entre 2012 e 2014 escreveu em parceria com o diretor francês Thomas Quillardet, “Comme des Chevaliers Jedi” e “Les trois petits cochons”, esta última para a Comédie-Française. Obras recentes: “Vida” (de sua autoria, 2010) com a companhia brasileira; “Oxigênio” (de Ivan Viripaev, 2010) com a companhia brasileira; “Isso te interessa?” (adaptação de Bon Saint-Cloud!, de Noëlle Renaude, 2011) com a companhia brasileira; “Enquanto estamos aqui“ (de sua autoria, 2012) com a coreógrafa Marcia Rubin; “Esta Criança” (de Joël Pommerat, 2012) com Renata Sorrah e a companhia brasileira; “Nús, ferozes e antropófagos” (com o coletivo Jakart, 2013) intercâmbio entre artistas brasileiros e franceses; “Nômades” (de sua autoria e de Patrick Pessoa, 2014) com as atrizes Andrea Beltrão, Malu Galli e Mariana Lima; “Krum” (adaptação da obra de Hanoch Levin, 2015) com Renata Sorrah e a companhia brasileira; ”Projeto brasil” (de sua autoria, 2015) com a companhia brasileira; “Nós” (de sua autoria e de Eduardo Moreira, 2016) com o Grupo Galpão. Em 2018 criou, também com o Grupo Galpão a peça “Outros”. Faz a curadoria do Festival de Teatro de Curitiba, em parceria com Guilherme Weber desde 2016. Christiane Jatahy É autora, diretora de teatro e cineasta. Formada em teatro e jornalismo com pós-graduação em Arte e Filosofia. Seus trabalhos desde 2003 dialogam com distintas áreas artísticas. Montou diversas peças que transitam entre as fronteiras da realidade e da ficção, do ator e do personagem, do teatro e do cinema. Escreveu e dirigiu os seguintes trabalhos a partir de 2004; “Conjugado, “A Falta que nos move ou Todas as histórias são ficção” e “Corte Seco”. Criou e dirigiu o filme “A Falta que nos move”. filmado em 13 horas contínuas, sem corte, por três câmeras na mão. O material resultou em um longa-metragem que participou de festivais de cinema nacionais e internacionais e permaneceu 12 semanas em cartaz nos cinemas brasileiros. O material bruto do filme foi exibido em três telas de cinema com projeções simultâneas, durante 13 horas contínuas no Parque Lage, no Teatro São Luiz em Lisboa e no CentQuatre em Paris. Criou e dirigiu em Londres o projeto “In the comfort of your home” um doc/ videoinstalação com performances de 30 artistas brasileiros em casas inglesas. Foi diretora convidada em 2016 para École de Maitrês. Aprofundando a relação entre o teatro e cinema, criou, “Julia”, adaptação da obra “Senhorita Julia” de Strindberg. “Julia” é uma mistura de teatro e cinema ao vivo. A peça/filme foi apresentada nos principais festivais internacionais e teatros europeus. Por esse trabalho ganhou o Prêmio Shell de Melhor Direção em 2012. Em 2013 desenvolveu o projeto de instalação audiovisual e documentário “Utopia.doc” em Paris, Frankfurt e São Paulo. Estreou em 2014 a criação “E se elas fossem para Moscou?” a partir da obra “As três irmãs” de Anton Tchekhov, uma peça e um filme simultâneos mostrados em dois espaços distintos. Por esse trabalho ganhou os Prêmios Shell, Questão de Critica e APTR. “E se elas fossem para Moscou” segue viajando para festivais na Europa e nos Estados Unidos. Fechando a trilogia que inclui “Julia” e “E se elas fossem para Moscou?”, criou em 2016 “ A Floresta que Anda” uma livre adaptação de “Macbeth” de Shakespeare, uma obra que conjuga; videoinstalação documental, performance e cinema ao vivo. Em 2017, a convite da Comédie-Française, criou para a Salle Richelieu o espetáculo “A Regra do Jogo” baseado no filme homônimo de Jean Renoir. Neste mesmo ano, a convite do Festival Theater der Welt e do Thalia Theater de Hamburgo criou a instalação/ performance Moving People e uma versão do texto “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Kòltes. Foi artista convidada na cidade de Lisboa em 2018, apresentando todos os seus trabalhos nos principais teatros e cinemas. Em 2018, começou a desenvolver o díptico “Nossa Odisséia”, a partir da Odisséia de Homero. A primeira parte intitulada “Itaca” estreou no Ódeon Théâtre de l’Europe em Paris, a segunda parte, “O agora que demora”, foi filmada na Palestina, Líbano, África do Sul, Grécia e na Amazônia, é um filme que se constrói em diálogo com o teatro, e mistura a ficção grega com histórias reais de artistas refugiados. A criação, com produção do Théâtre National Wallonie Brussels e do SESC estreou em São Paulo em maio de 2019 no Festival d’Avingon em julho de 2019. Com diversos co-produtores a peça seguirá em turnê pela Europa, Ásia e EUA. Atualmente, Christiane Jatahy, é artista associada do Odéon-Théâtre de L’Europe, do CentQuatre Paris, do Théâtre National Wallonie-Bruxelles, da Comédie de Genève e do Schauspielhaus Zürich. Walter Carvalho Fotógrafo- Walter Carvalho (João Pessoa, 1947) é um fotógrafo e cineasta brasileiro. Herdeiro do Cinema Novo, começou no cinema ajudando o irmão — o também cineasta Vladimir Carvalho — como fotógrafo (e sendo muito influenciado por ele). Aos poucos, foi assumindo outros projetos de fotografia em cinema até se tornar, ele próprio, também diretor de cinema.Sua apurada fotografia cinematográfica tem a marca inconfundível do cinema brasileiro da segunda metade do século 20, assim como testemunha as transformações sociais, políticas e culturais pelas quais o Brasil tem passado nas últimas décadas. Patrick Pessoa É doutor em Filosofia pela UFRJ/Universität Potsdam e professor do Programa de Pós-Graduação e do Departamento de Filosofia da UFF, onde ministra sobretudo disciplinas de Estética e Filosofia da Arte. É co-editor da Revista VISO: Cadernos de Estética Aplicada (www.revistaviso.com.br) e atua como crítico teatral na Revista Questão de Crítica (www.questaodecritica.com.br) e no Jornal O Globo (RJ). Tem quatro livros publicados: “A segunda vida de Brás Cubas: A filosofia da arte de Machado de Assis” (Ed. Rocco, 2008), finalista do prêmio Jabuti de Teoria e Crítica Literária; “A História da Filosofia em 40 Filmes” (Nau Editora, 2013) e “Oréstia: adaptação dramática” (Giostri Editora, 2013), ambos em parceria com Alexandre Costa; e “Nômades” (Cobogó, 2015), em parceira com Marcio Abreu. Em 2015, novamente em parceria com Alexandre Costa, escreveu a peça “Labirinto”, dirigida por Daniela Amorim. Em 2016, em parceria com o diretor Adriano Guimarães, escreveu a peça “O imortal: um ensaio”. Atualmente, dedica-se a uma pesquisa em torno do conceito de crítica (de arte) como uma forma de criação, aplicando os frutos dessa reflexão a obras de arte literárias, cinematográficas e sobretudo teatrais. Rostand Albuquerque Rostand Albuquerque nasceu em Recife, Pernambuco, onde viveu até 1981 quando se mudou para cidade do Rio de Janeiro. Começou a freqüentar cursos de artes plásticas em diversas instituições como a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Museu de arte Moderna do Rio de Janeiro, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Onde teve como professores, renomados artistas contemporâneos como: Tereza Miranda, Carlos Martins, Walter Marques, Aluizio Carvão, Beatriz Milhazes, Charles Watson, entre outros. A partir do final da década de 80 começa a cursar a UNI RIO com habilitação em cenografia, onde desde início participa das práticas de montagem e também atuando como assistente de cenografia de Jose Dias, Lydia kosovski. Sua permanência na universidade foi onde conseguiu mesclar as artes plásticas e cenografia. Participou de diversos festivais universitários recebendo vários prêmios como os prêmios de Cenografia no Festival de Novos Talentos da Cidade do Rio de Janeiro nos anos de 1993, 1994 e 1995. Logo foi requisitado pelo mercado cinematográfico, onde participou de produções importantes que ajudaram a alavancar o mercado do cinema nacional brasileiro, filmes como O Guarani, Buena Sorte, Copacabana, Lost Zweig, entre outros. Desde o início da década de 90, já em seu estúdio de cenografia, começa uma parceria que dura até hoje com o cenógrafo e amigo Fernando Mello da Costa, essa parceria resultou em indicações aos prêmios Shell em vários anos. Pela cenografia da peça As Centenárias receberam o Prêmio Shell de Teatro em 2008. Com cenografia, atua em diversas áreas incluindo o mercado publicitário, eventos, shows, exposições, televisão, cinema e teatro. Alguns trabalhos com exposições: “ARNALDO NISKIER” Abril 2015 – ABL; "Bracher - Pintura e Permanência" 2014 - 2015 - CCBB Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte; “Raul Pompéia e Aluísio Azevedo, educação e moradia na literatura nacional” Outubro 2013 – ABL; “ABL – A GLÓRIA QUE FICA – Arquivo E MEMÓRIA NA ABL” Novembro – 2013; "55 anos de FURNAS – Caminhos sustentáveis." Maio 2012 - Furnas Botafogo; "100 anos de Jorge Amado" Agosto 2012 – ABL; “Eduardo Portella: Quatro vezes vinte” Outubro 2012 – ABL; "Evandro Lins e Silva – 100 ANOS” Novembro 2012 – ABL; "Nós do Morro - 20 anos." Maio 2009 - Furnas Botafogo; “Lithos”, 2006 - Arte SESC; "Túnel do tempo: a participação do Brasil nas Copas” Junho a agosto de 2006 - Casa Brasil; EXPO ARTEPRÉCOLOMBIANA 2005 – CCBB; “Por Dentro da Mente de Leonardo Da Vinci” 2005 - ARTE SESC; Rio Tecnomídia 2005 2005 - Casa França Brasil; “O Brasil de Portinari” 1999 - Casa da Ciência Rio de Janeiro; “Descubra e Divirta-se” 1999 - Casa da Ciência Rio de Janeiro. Fabio Arruda É diretor de Arte da Cubículo Artes Gráficas. Responsável pelo desenvolvimento de projetos de designer para teatro, cinema, televisão, música. Prêmio Ouro na 7ª Bienal de Design Gráfico ADG/ Brasil – Categoria CD's e DVD's. CD Todas as Coisas e Eu - Gal Costa. Prêmio Ouro na 6ª Bienal de Design Gráfico ADG/ Brasil – Categoria TV, Cinema e Vídeo. Destacamos os últimos trabalhos como designer gráfico para espetáculos de teatro: “Antes que a definitiva noite se espalhe em Latinoamerica” (direção: Felipe Hirsh, 2019), “Quem Tem Medo de Travesti” (direção: Jezebel de Carli e Silvero, 2019), “Peça do Casamento” (direção: Guilherme Weber, 2019), “Heisenberg” (direção: Guilherme Piva, 2018), “Grande Sertão Veredas” (direção: Bia Lessa 2017), “Cérebro Coração” (direção: Enrique Dias e Renato Linhares, 2017), “Preto” (direção: Marcio Abreu, 2017), “A Mulher de Bath” (direção: Amir Haddad, 2017). Entre inúmeros outros trabalho. José Luiz Coutinho Coordenador de Projetos Culturais, atuando no mercado cultural por mais de 30 anos ininterruptos. Possui vasta experiência na área cultural e administrativa. Diretor de Produção de espetáculos teatrais e eventos em geral, Administrador de empresas. Destacando os últimos trabalhos: SESC (2017) – Serviço Social do Comercio, foi coordenador técnico de uma equipe de 5 pessoas ligada as áreas de cultura, Responsabilidade Social e Esporte/lazer; Fundação Cidade das Artes (2014/2015) – foi coordenador de projetos nomeado pelo então Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, responsável pela montagem e desmontagem de eventos e espetáculos brasileiros e internacionais; Teatro Nathalia Timberg (2015 e 2016) – foi um dos responsáveis pela implantação do novo Teatro Nathalia Timberg, erguido no Rio de Janeiro em homenagem a nossa grande atriz. Foi o diretor de produção do teatro, sendo responsável pelo espetáculo de estreia “33 Variações”, com a atriz Nathalia Timberg, como protagonista. Atuou como coordenador administrativo do espaço pelo período de 02 anos. Teatro Poeira (2005 a 2009), foi coordenador/gerente administrativo, foi o responsável pela reforma do teatro, acompanhou todo o processo de inauguração e produção do espaço, durante 5 anos foi o produtor, administrador e coordenador contratado para organizar todos os eventos relacionados ao teatro. Teatro das Artes SP/RJ (2003 e 2004), foi o coordenador, administrador e produtor responsável pelo acompanhamento da obra de reforma da antiga casa de shows Palladium – SP , transformado no novo Teatro das Artes, foi gerente administrativo do espaço pelo período de 2 anos, e produtor do espetáculo de estreia “A Peça sobre o Bebe”, de E. Albee com Marilia Gabriela, foi responsável por todo o gerenciamento do espaço, cuidando de toda a rotina administrativa e técnica. Theatro Municipal (2002 e 2003), produziu a ópera “Um baile de máscaras”, com direção artística de Aderbal Freire Filho e “O elixir do amor” com direção artística de Sérgio Brito. Produziu mais de 30 espetáculos teatrais no Rio de Janeiro e São Paulo. Dadá Maia É produtora cultural no Rio de Janeiro com longa experiência na área das artes cênicas. De 1993 a 2000 foi Diretora da Divisão de Promoção Cultural do Centro de Artes Calouste Gulbenkian / Secretaria Municipal de Cultura / Prefeitura do Rio de Janeiro e Diretora executiva do Teatro Gonzaguinha , localizado no Centro de Artes Calouste Gulbenkian. Como diretora da divisão de promoção cultural e do teatro Gonzaguinha, coordenou todos os eventos e atividades culturais deste centro de artes, criando e realizando projetos específicos nas áreas de teatro e música. De 2001 a 2018 produziu mais de vinte montagens teatrais, a maioria delas utilizando recursos através da Lei Rouante, proporcionando larga experiência na gestão e administração de projetos incentivados, entre eles: “estranhos.com” de Laura Eason, tradução Sergio Flaksman, direção Emílio de Mello, com Deborah Evelyn e Johnny Massaro , temporada no Teatro VIVO (SP) e Teatro das Artes (RJ); “Nu de Botas” baseado no livro de Antonio Prata, direção de Cristina Moura, com Inez Viana, Pedro Bricio, Renato Linhares, Thiare Maia Amaral, Bel Gueron, CCBB (RJ), CCBB (MG), SESC Belenzinho (SP); “#broncadequê?” de Rogério Blat com direção de Ernesto Piccolo, no elenco Karina Ramil, Lorena Comparato, Pedro Baião, Theo Nogueira e Darlan Cunha, temporada no Teatro das Artes (RJ) e turnê por Campinas, Belo Horizonte, São Paulo e Brasília; “Hora Amarela” de Adam Rapp, tradução de Isabel Wilker e direção de Monique Gardenberg, no elenco Deborah Evelyn, Emílio de Mello, Darlan Cunha, Daniele do Rosário, Daniel Infantini, temporada no CCBB (RJ), CCBB (MG), CCBB (DF) e SESC Bom Retira (SP). De 2005 a 2018 atua no centro cultural teatral TEATROS POEIRA E POEIRINHA como assessora de produção, sendo responsável pela gestão de todos os projetos incentivados desenvolvidos no espaço. Casa de Teatro Produções Artísticas A empresa produtora e proponente do projeto “ANTES E DEPOIS DOS ESPETÁCULOS” é a Casa de Teatro Produções Artísticas Ltda, fundada em 2005 por Marieta Severo e Andréa Beltrão. São treze anos à frente das atividades artísticas desenvolvidas no Teatro Poeira (Rio de Janeiro), comprovando a sua larga experiência, e excelência na capacidade de realização de projetos dessa natureza. Realizou as peças "As Centenárias" de Newton Moreno, no elenco Marieta Severo, Andrea Beltrão e Sávio Moll; “O Púcaro Búlgaro" de Campos de Carvalho, no elenco Isio Ghelman, Augusto Madeira, Gilray Coutinho, Candido Damm e Raquel Iantas; "Moby Dick" baseado na obra de Herman Melville, no elenco Chico Diaz, Gilray Coutinho, Orã Figueiredo e André Matos, todas com direção de Aderbal Freire Filho, e com estreia e temporadas realizadas no Teatro Poeira. Produziu Oficinas com artistas como Amir Haddad (diretor teatral), Hamilton Vaz Pereira (dramaturgo e diretor teatral), João Saldanha (coreográfo), Cristina Moura (bailarina e coreógrafa), Helio Eichbauer (cenógrafo), Kalma Murtinho (figurinista). Sergio de Carvalho (dramaturgo), entre inúmeros outros.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.