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A Minha Nossa Cia. de Teatro realizará a terceira etapa de seu Projeto Câmbio, proposta de intercâmbio artístico visando criar três espetáculos teatrais diferentes, nascidos do encontro da companhia com três diretores-dramaturgos: Dimis Jean Sores (de Curitiba/PR), Diogo Liberano (do Rio de Janeiro/RJ) e Vinicius de Souza (de Belo Horizonte/MG). Vila Felicidade, com direção de Vinicius Souza a partir de texto inédito de Dimis Jean Sores, é criado como uma homenagem às obras do grande escritor brasileiro Aluísio Azevedo, um conto em dois atos sobre lidar com as diferenças. Serão realizadas temporadas em Belo Horizonte/MG e Curitiba/PR.O projeto prevê a gratuidade dos ingressos e apresentações específicas com Audiodescrição e Libras.
Criado como uma homenagem às obras do grande escritor brasileiro Aluísio Azevedo, Vila Felicidade é um conto em dois atos sobre lidar com as diferenças. Na dramaturgia, um jovem vindo de um país distante chega à pequena Vila Felicidade, em busca de uma habitação modesta onde possa viver. Uma senhora e sua neta lhe oferecem um aposento modesto por um baixo preço em troca de favores manuais que a força de um homem novo possa executar. No entanto, a chegada do homem à região deixa os demais moradores intranquilos, forçando-os a conviver com as diferenças e colocando em teste a capacidade de aceitação e aprendizado de cada uma daquelas pessoas.
OBJETIVO GERAL: Viabilizar a montagem e temporadas do espetáculo Vila Felicidade, terceira etapa do Projeto Câmbio da Minha Nossa Cia. de Teatro, com apresentações gratuitas nas cidades de Belo Horizonte/MG e Curitiba/PR. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: -Viabilizar a criação e montagem de espetáculo teatral a partir do texto "Vila Felicidade", de autoria de Dimis Jean Sores;-Realizar 28 apresentações do espetáculo "Vila Felicidade", sendo 12 apresentações em Belo Horizonte e 16 apresentações em Curitiba;-Democratizar o acesso a bens artísticos e culturais, através da gratuidade de ingressos;-Contribuir para a formação cultural e educacional do público;-Garantir o acesso e fruição dos públicos surdo e cego à produção teatral contemporânea, atrevés de sessões com a presença de interpretes de LIBRAS e audiodescritores, além de dispor de programas do espetáculo em BRAILE e em PDF acessível por softwares de leitura de tela;-Concretizar a última etapa do Projeto Câmbio;-Ampliar a difusão e pesquisa de linguagens teatrais contemporâneas;-Promover a continuidade de pesquisa da Minha Nossa Cia. de Teatro;-Promover o encontro cultural e intercâmbio de artistas de diversas origens, contextos, formação técnica e artística;-Fortalecer e difundir o teatro nacional;- Colaborar na formação de novos leitores, através de 20 sessões de mediação de leitura.
A montagem de Vila Felicidade compõe a terceira etapa do Projeto Câmbio, proposição da Minha Nossa Cia. de Teatro de intercâmbio com artistas de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Curitiba, que se alternam em diferentes momentos, entre dramaturgia e direção em três espetáculos com a companhia. O Projeto Câmbio, propõe, em síntese, a criação de espetáculos a partir do diálogo de estéticas distintas, tendo por objetivos o encontro de alteridades como meio propulsor de produção e criação em arte e o intercâmbio de experiências, formações artísticas e filosóficas, culturais e regionais. As duas primeiras etapas resultaram na criação de Primavera Leste (2016) e O Leão no Aquário (2017). Esta última etapa do Projeto Câmbio conta com dramaturgia do curitibano Dimis Jean Sores (fundador e diretor da Companhia de BifeSeco) e direção do mineiro Vinicius Souza (diretor, dramaturgo, idealizador da mostra Janela de Dramaturgia, coordenador do Núcleo de Pesquisa em Dramaturgia do Galpão Cine Horto e editor da Editora Javali). Criado como uma homenagem às obras do grande escritor brasileiro Aluísio Azevedo, Vila Felicidade é um conto em dois atos sobre lidar com as diferenças. Na dramaturgia, um jovem vindo de um país distante chega à pequena Vila Felicidade, em busca de uma habitação modesta onde possa viver. Uma senhora e sua neta lhe oferecem um aposento modesto por um baixo preço em troca de favores manuais que a força de um homem novo possa executar. No entanto, a chegada do homem à região deixa os demais moradores intranquilos, forçando-os a conviver com as diferenças e colocando em teste a capacidade de aceitação e aprendizado de cada uma daquelas pessoas. A Minha Nossa Cia. de Teatro acredita na relevância do acontecimento teatral como espaço de crítica e ressignificação da realidade, como oportunidade de abrir espaços para que conflitos atuais venham à tona para serem contemplados e discutidos. A direção de Vinicius Souza adiciona elementos interessantes a esse jogo: o cerne do seu trabalho como encenador está na brincadeira de montar e desmontar as formas e coreografias do mundo comum e os códigos e arranjos do próprio evento teatral. Vinicius investiga exatamente as fronteiras entre previsibilidade e surpresa, continuidade e pausa, ficção e realidade, drama e performance, apostando no teatro como jogo, como acordo entre atores e plateia para a execução de uma ação. As duas primeiras etapas do Projeto Câmbio foram viabilizadas através de mecanismos de incentivo municipais, o que restringiu o alcance inicial dos dois trabalhos ao público curitibano. Nesse meio tempo, a Minha Nossa viveu experiências de troca muito ricas: uma delas foi a circulação do espetáculo O Homem do Banco Branco e a Amoreira através do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, passando por cidades do Norte e do Nordeste do Brasil. A LEI DE INCENTIVO A CULTURA apresenta a possibilidade de produzir um espetáculo teatral de amplo alcance que atinge diretamente duas cidades brasileiras fora do eixo Rio-São Paulo, empregando em três estados brasileiros (Paraná, Minas Gerais e Pará) profissionais da cultura e audidescrição e alcançando plateias de ambas as localidades. Gerando renda e emprego diretamente para mais de 30 pessoas e indiretamente a mais de 150 prestadores de serviço de diversos ramos, como transporte aéreo e terrestre, hoteleiro, alimentício, têxtil, publicitário, gráfico, marcenaria, serralheria, cosmética e áreas afins. Este incentivo representa também a oportunidade de realizar mais uma etapa do Projeto Câmbio, que movimenta artistas de 3 cidades do Brasil, expandindo e dando continuidade ao trabalho da Minha Nossa Cia. de Teatro. O deslocamento nos coloca por vezes na situação de estrangeiros dentro do próprio país, lidando o tempo todo com diferenças e aproximações. Nesta última etapa, aceitamos a provocação de inverter um pouco o modus operandi, acreditando que a experiência de viver parte do processo longe de casa pode se revelar uma experiência rica para o processo, e adequada ao tema que estaremos abordando. Para além disso, queremos que o Câmbio dê um passo além: um processo inter-regional, uma criação em trânsito, uma estreia em duas cidades; maneiras de ampliar o alcance e a visibilidade do trabalho da Minha Nossa Cia. de Teatro.
Produto principal: Espetáculo teatral. Classificação etária (previsão): 12 anos. Gênero (previsão): drama/farsa.Quantidade de apresentações: 28.Estimativa de público: 5.232 pessoas.
As ações de acessibilidade deste projeto priorizam a inclusão do público surdo e deficiente visual. O projeto prevê a contratação de um(a) profissional de Audiodescrição e de um(a) intérprete de Libras, que acompanharão as duas semanas finais de produção da peça Vila Felicidade para desenvolver seus roteiros de tradução/narração em diálogo com os artistas da companhia. Pretende-se, desse modo, que essas transposições de linguagem possam se imbricar com a poética do espetáculo, tornando a experiência dos espectadores surdos e deficientes visuais a mais completa possível. Na temporada, 4 sessões em cada uma das cidades (Belo Horizonte e Curitiba) contarão com a presença desses profissionais, e serão divulgadas como tal. O programa do espetáculo será disponibilizado também em plataforma digital, com arquivo PDF acessível por softwares de leitura de tela (screen readers), além da produção de 160 programas em braile. Os locais de apresentação contarão com rampas de acesso e corrimãos, além de espaços exclusivos para PNE.
As apresentações do espetáculo Vila Felicidade serão todas gratuitas, com distribuição de ingressos na bilheteria dos teatros aberta sempre 1 hora antes do início de cada sessão. Ensaios abertos e bate papo serão realizados nas duas cidades que o espetáculo entrará em temporada. O presente projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural: TODAS AS AÇÕES DO PROJETO SÃO GRATUITAS.
EQUIPE DE CRIAÇÃO - CURRÍCULOS RESUMIDOS DIREÇÃO Vinícius Souza Dramaturgo, ator, diretor, pesquisador e gestor cultural. Mestre e licenciado em Teatro pela UFMG e formado como ator pelo Cefart - Palácio das Artes. É coordenador da Janela de Dramaturgia, mostra de escrita teatral contemporânea em BH. É coordenador do Núcleo de Pesquisa em Dramaturgia do Galpão Cine Horto, centro cultural do Grupo Galpão. É um dos editores da Javali, editora mineira dedicada a publicações de teatro. É um dos organizadores dos livros “Dramaturgia de Belo Horizonte: Primeira Antologia” e “Coleção Janela de Dramaturgia”, este último da Editora Perspectiva. Assinou O leão no aquário ( Minha Nossa Cia de Teatro, Curitiba, 2017), Bestiário (um solo do autor, 2014), Ensaio de Mentira (Chico Pelúcio e Lydia Del Pichia, 2013), Extraordinário (Teatro do Concreto, Brasília, 2014), e Os Indicados e Três Tigres Tristes, além do documentário Primeiro Sinal – História do Teatro em Belo Horizonte, sob direção de Chico Pelúcio e Rodolfo Magalhães. TEXTO Dimis Jean Sores Diretor, dramaturgo, ator e cenógrafo da Companhia de BifeSeco, que fundou em 2009. Bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná, é considerado uma das grandes revelações na dramaturgia e direção teatral paranaense. Sob orientação da diretora Cibele Forjaz co-dirigiu o espetáculo “Exposição”. Com a direção de “PEÇA RUIM”, contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2011, trabalho indicado em sete categorias no Troféu Gralha Azul 2012. ATRIZ Fernanda Perondi Iniciou sua trajetória artística no curso profissionalizante Cena Hum (2006). É Bacharel em Artes Cênicas - UNESPAR (2012). Em ambiente acadêmico participou dos cursos de Extensão: a Linguagem dos Grupos Teatrais e Investigação Pré-Expressiva do Ator. Uma das fundadoras da Minha Nossa Cia. de Teatro. Com a peça O Homem do Banco Branco e a Amoreira percorreu importantes festivais (FETO BH, Prêmio Vivo em cena; FITUB Mostra de Teatro-Educação; XV Festival do Teatro Brasileiro; Maratona Cultural; Corrente Cultural). Atuou com a Cia. Falsários em dois Projetos FUNARTE Artes na Rua (2010/2011). ATOR Jeff Bastos Performer, figurinista e aderecista, formado pela Academia Cena Hum, 2003, com especialização em dublagem na DUbrasil - SP, 2007, e Moda no Senai/PR em 2011. Participou de eventos culturais, mostras de teatro e montagens importantes , em Curitiba, sendo indicado em 2012 ao Troféu Gralha Azul na categoria - Melhor ator coadjuvante - Peça Ruim - Cia BifeSeco - e em 2016 na categoria - Melhor ator coadjuvante - Arca de Noé - MGR Produções artísticas. Em 2017 foi indicado ao prêmio na - Melhor ator por Terrível Incrível Aventura - Cia BifeSeco. Integra os elencos da Minha Nossa Cia de Teatro e da Cia BifeSeco. ATOR Léo Moita Iniciou como aluno do Curso Livre de Teatro do SESI Rio Claro - SP (1999 a 2002) e como ator-pesquisador no Núcleo de Artes Cênicas do SESI (2003-2006). Obteve destaque com as montagens de MELHOR IR MAIS CEDO PULAR DA JANELA (2012) e com O HOMEM DO BANCO BRANCO E A AMOREIRA (2009). Participou de 2011 a 2013 do Núcleo de Dramaturgia do SESI – PR e é diretor cênico do Coro Cênico de Curitiba. Licenciado em Teatro pela Faculdade de Artes do Paraná é diretor, ator, dramaturgo e fundador da Minha Nossa Cia de Teatro. ATRIZ Moira Albuquerque Atriz, contadora de histórias e performer. Licenciada em Teatro (2012) na Faculdade de Artes do Paraná, é integrante da MINHA NOSSA Cia. de Teatro; Sócia da Girolê Produções Artísticas (Cia. Girolê) desde 2012. Paralelamente e transversalmente ao trabalho com esses os grupos, desenvolve o projeto ENTRE FIOS, Prêmio Funarte Artes na Rua 2014; também integra ao Gran Gran – grupo de pesquisa e experimentação em arte híbrida e o IMP- Investigação do Movimento Particular por Juliana Adur. ATRIZ Naiara Bastos Estudou em cursos livres e oficinas (2004) é Licenciada em Teatro pela Faculdade de Artes do Paraná. Em seu currículo diversos cursos, como: Mímica Corporal (Thomas Leabhart), Treinamento do ator com a máscara teatral (Grupo Moitará), Máscara Balinesa (Fabianna de Mello e Souza – AMOK), Confecção de Máscaras Teatrais (com Helô Cardoso e Fernando Martins) e Lab de Marionetes Plan B, por Natacha Belova e Tita Iacobelli, Santiago do Chile. Em 2015 esteve no Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto em Belo Horizonte, sendo escolhida pelo júri popular como uma das melhores apresentações do evento com a cena “Valentin vs Valentin”. ATOR Sávio Malheiros Bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná. Fundador da Companhia de BifeSeco, destaca-se como ator e produtor nos espetáculos: PEÇA RUIM indicado ao Troféu Gralha Azul de Melhor Ator; Vivienne e BIFES_1, Prêmio Myriam Muniz 2013 - Montagem e 2014 - Circulação, e Terrível Incrível Aventura - Um Musical Fabulesco Marítimo. Com a Minha Nossa Cia, Primavera Leste (2016), que integrou a programação da Caixa Cultural RJ em 2017; e O Leão no Aquário (2017). Em 2017 ganhou o Troféu Gralha Azul de Melhor Ator Coadjuvante com Terrível Incrível Aventura. ATOR / FIGURINISTA Val Salles Formado pelo Curso de Formação de Atores da Escola Técnica da UFPR (2005) integra a Minha Nossa Cia. de Teatro (2009). Participou de oficinas do Théâtre du Soleil (França) e Odin Teatret (Dinamarca). Participou da turnê - Palco Giratório/SESC em 2013 com O Malefício da Mariposa, pelo qual foi premiado como Melhor Ator em Curitiba/PR (2012). Psquisa o corpo do ator, voz, máscaras e manipulação de objetos/bonecos, teatro físico e gestual. Como figurinista: O Leão no Aquário (2017), Mula Sem Cabeça (2017), Primavera Leste (2016), Formigas (2016) Melhor Ir Mais Cedo (2012), O Pregador o Charlatão e a Virgem Viúva (2011) – premiado no Festival Nacional de Goiânia em 2011 –, Mahuet e o Mundo (2011) e Pai Gilberto (2011). SONOPLASTIA Álvaro Antonio Graduado em Letras pela UFPR e formação em música,trabalha com trilha e sonoplastia.Desde 2013 integra a Minha Nossa Cia. de Teatr, criando os espetáculos “O Leão no Aquário” (2017) e “Terceira Margem” (2016). Na Súbita Companhia, realizou: “Outra Palavra” (2017), “T³” (2015) e “Câmera Escura” (2014). Destaque: trilha para o espetáculo “Jardim”, solo de Fabiana Ferreira (2016) e para os curtas “Noite Púrpura” (2016) e “O Fim do Verão” (2015) de Caroline Biagi. Desde 2016, atua na área de produção/gestão cultural. Em 2016, produziu o espetáculo Terceira Margem, que em 2017 circulou através do Programa SESI Viagem Teatral, apresentando-se em cidades do interior de São Paulo. ILUMINADOR Raul Freitas Iluminador desde 2002. Iniciou como aluno do Curso Livre de Teatro do SESI Rio Claro - SP (1999 a 2002 e como ator-pesquisador no Núcleo de Artes Cênicas do SESI (2003-2006). Integra a Minha Nossa Cia. de Teatral a qual ganhou prêmios de melhor iluminação com o espetáculo O Homem do Banco Branco e a Amoreira: Destaque melhor iluminação no FETO-BH (2010) / Melhor iluminação festival de Araucária (2010)/Melhor iluminação festival de teatro de Colombo (2011). PRODUTORA EXECUTIVA Inés Gutiérrez Produtora desde 1990, tem ampla experiência em produção teatral, audiovisual e eventos. No Teatro, além de peças, participou da produção do Festival de Teatro de Curitiba nos anos 1992, 1993, 2009 e 2010, com destaque para Memória da Cana, do Grupo Os Fofos Encenam, Balé da Cidade de São Paulo e Show Música de Brinquedo da Banda Pato Fu. É integrante da Minha Nossa Cia. De Teatro, onde desenvolve além de produção, elaboração de projetos culturais e assessoria em logística de viagens do grupo. AUDIODESCRITORA Aline Corrêa Fundadora do Coletivo Communicare uma equipe de acadêmicos e profissionais liberais que atuam em prol da audiodescrição, língua de sinais e acessibilidade audiovisual às pessoas com deficiência em Belém do Pará Cenógrafo, Design Gráfico, Social Media, Assessoria de imprensa, Intérprete de LIBRAS A definir COORDENAÇÃO GERAL Girolê Produções Artísticas
PROJETO ARQUIVADO.