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O projeto tem como objetivo a realização do inventário de quase 17 mil itens do acervo do Centro de Arte Chácara Santa Eulália, composto por documentos, livros e revistas, mobiliário, obras de arte bi e tridimensionais e edição de um catálogo com textos e imagens sobre o acervo processado. A instituição está localizada em área de quase 50 mil m², no bairro São Tomaz, região Norte de Belo Horizonte. A chácara e o expressivo acervo eram de propriedade do casal Alberto e Priscila Freire e com o falecimento do marido e sem descendentes a colecionadora doou, em 2014, todo esse conteúdo à Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg). Em seguida, constituiu o Instituto Chácara Santa Eulália, proponente do presente projeto, para desenvolver atividades pertinentes à implantação do Centro de Arte e auxiliar a Uemg na implantação e gestão do espaço, bem como no desenvolvimento de atividades culturais, sociais e ecológicas afins.
A publicação será em forma de catálogo com textos e imagens sobre o todo o acervo processado (cerca de 17 mil itens, sendo 16.097 documentos e 845 itens de acervo artístico). Será anexado à publicação um DVD com o banco de dados de todos os bens inventariados, proporcionando amplo acesso público ao produto gerado na conclusão do projeto. .
Objetivo Geral O presente projeto trata da realização do processamento técnico do acervo do Centro de Arte Chácara Santa Eulália, composto de quase 17 mil itens, entre documentos, livros e revistas, mobiliário, obras de arte bi e tridimensionais. Localizada em área de quase 50 mil m², no bairro São Tomaz, região Norte de Belo Horizonte, coberta por densa vegetação, onde se destacam Jacarandás, Sapucaias, Ipês e Jabuticabeiras, a chácara e o expressivo acervo eram de propriedade do casal Alberto e Priscila Freire. Com o falecimento do marido e sem descendentes a colecionadora doou à Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), em 17 de fevereiro de 2014, todo o seu acervo. Paralelamente, constituiu o Instituto Chácara Santa Eulália, proponente do presente projeto, para desenvolver atividades pertinentes à implantação do Centro de Arte e auxiliar a Uemg na implantação e gestão do espaço, bem como no desenvolvimento de atividades culturais, sociais e ecológicas afins. Priscila Euler Freire de Carvalho, 85 anos, nascida em Belo Horizonte/MG, graduou-se em Biblioteconomia, pela Escola de Biblioteconomia da UFMG. Tendo grande afinidade com a arte e a cultura, ocupou importantes cargos em todos os níveis governamentais tais como coordenadora do Sistema Nacional de Museus, em Brasília, superintendente de museus de Minas Gerais, quando criou importantes museus estaduais como Museu Casa Guimarães Rosa (em Cordisburgo) e Museus Casa Guignard (em Ouro Preto). Por 15 anos, foi diretora do Museu de Arte da Pampulha, unidade da prefeitura de Belo Horizonte. Além de sua trajetória na área museológica, ela atuou como atriz de teatro e de televisão, foi professora de interpretação e é autora de alguns livros infanto-juvenis.Junto com seu marido, Alberto, Priscila formou uma expressiva coleção, com destaque para a arte popular mineira (GTO e Artur Pereira), com ênfase no Vale do Jequitinhonha (destaque para Noemiza, D.Izabel). Sobressaem também trabalhos de arte acadêmica e de arte moderna de Guignard, José Pancetti, Nello Nuno, Irma Lessa, Pedro Correia de Araújo. Os conhecidos desenhos feitos por Tarsila do Amaral durante viagem a Minas Gerais, em 1924, também constituem o que há de melhor na coleção.A Uemg foi fundada em 1989, tendo como mantenedor o Governo de Minas Gerais, contando atualmente com cerca de 1600 docentes, mais de 22 mil alunos de graduação e 1300 de pós-graduação. A universidade é a terceira maior instituição de ensino superior do estado, tendo campus em 14 cidades do interior e cinco unidades na capital. Nessa se destaca a Escola Guignard, originária da Escola do Parque, criada na década de 1940 por Juscelino Kubistchek e dirigida por Alberto da Veiga Guignard, que revolucionou as artes plásticas no estado, com seu método livre de ensino e prática. O acervo disponibilizado se encontra em ótimo estado de conservação e tem a seguinte tipologia e quantitativos:· 7.620 Documentos Pessoais - 41 caixas· 1.320 Correspondências _ 22 caixas· 155 ProduçComo meio de divulgação e compilação do resultado do projeto, está prevista a edição de um catálogo com textos e imagens sobre o acervo processado, cuja tiragem será de mil exemplares. Será anexado à publicação um DVD com o banco de dados de todos os bens inventariados, proporcionando amplo acesso público ao produto gerado na conclusão do projeto.Futuramente, pretende-se implantar na Chácara um memorial em formato de casa museu, com a mostra permanente do rico acervo disponibilizado. Além desse, planeja-se construir uma edificação que comporte um núcleo de experimentação artística e possibilite o encontro de artistas com pensadores, críticos, professores e apreciadores de arte, bem como sirva para o desenvolvimento de atividades com os alunos da UEMG e da comunidade do entorno da Chácara, na forma de oficinas e residência artística. addPara comprovar o potencial do novo espaço disponibilizado para a UEMG, em 2018, foram realizados 4 projetos no local:- Programa de Integração entre a Comunidade do Bairro São Bernardo e a Escola Guignard-UEMG, orientado pela Prof.ª Drª. Cláudia Renault e que tem como bolsistas: Maria Clara Marques Pardini e Luciana Campos Horta._ Florestas Urbanas, coordenado pela Prof.ª Drª. Louise Marie Cardoso Ganz, tendo como bolsista: Nathalia Falagan Faria._ Paisagem [Re]Visitada, orientado pela Prof.ª Drª. Junia Maria da Fonseca Penna, com participação dos bolsistas: Rodrigo Castilho Dias e Filipe Cardoso Matos.— E a arte? _ Um ‘Think Tank’ na Chácara Santa Eulália, coordenado pela Prof.ª Drª. Sonia Labouriau, com participação da bolsista: Maria Clara Gonçalves Amaral.Em 2019, estão sendo desenvolvidos mais quatro projetos pela Uemg no Centro de Arte Chácara Santa Eulália:- A Arte e a Comunidade _ As artes do barro/cerâmica - Programa de Integração entre a Comunidade do Bairro São Bernardo e a Escola GuignardUEMG, sob coordenação da Prof.ª Drª. Cláudia Renault.- Paisagem [Re]Habitada, orientado pela Prof.ª Drª. Junia Maria da Fonseca Penna.- O Tanque da Chácara, coordenado pela Prof.ª Drª. Sonia Labouriau.- Ateliê de portas abertas _ Gravura em Metal, coordenado pelo Prof. Dr. Paulo LisboaPortanto, o projeto irá beneficiar tanto os alunos de graduação e pósgraduação dos cursos de arte disponibilizados pela UEMG, bem como artistas, apreciadores, pesquisadores e críticos de arte e comunidade de Belo Horizonte, com ênfase daqueles moradores da região norte da capital mineira ão intelectual _ 13 caixas· 2.340 Livros· 355 Revistas · 260 Catálogos - 10 caixas· 2.300 itens de Hemeroteca - 23 caixas· 192 Arquivos Áudio Visual _ 12 caixas· 1.555 Arquivos Fotográficos _ 10 caixas Total 16.097 documentosObjetos· 60 itens de Mobiliário· 75 Objetos Utilitários· 184 Obras Bidimensional· 499 Obras Tridimensional· 27 peças de TapeçariaTotal de 845 itens de acervo artístico Quanto à área de quase 50 mil m², onde o Centro de Arte Chácara Santa Eulália está implantado, foi declarada reserva particular ecológica em caráter perpétuo, pela Prefeitura de Belo Horizonte em 2014. A casa sede em estilo campestre, construída em cima de uma olaria desativada e uma construção anexa também foram tombadas e estão incorporadas ao Centro Cultural. As milhares de árvores e centenas de espécies da vegetação existente, serão também motivo de catalogação e estudos no âmbito de programas da área ambiental. Objetivos específicos Edição de um catálogo com textos e imagens sobre o acervo processado. Contrapartida Social - O produto resultante do presente projeto é um banco de dados em planilha Excel, onde estarão relacionados os 17 mil itens do acervo da Chácara Santa Eulália. Todos os itens serão fotografados e a imagem correspondente estará veiculada às especificações da peça, como descrição, tipologia, data, tamanho, estilo, estado de conservação, entre outros. Esse banco de dados será disponibilizado ao público em DVD anexado à publicação ( catálogo) previsto como fechamento do projeto.
Qualquer acervo que seja dotado de caráter público deve ser devidamente organizado e disponibilizado de acordo com os princípios básicos do processamento técnico arquivístico ou museológico. No caso do projeto em questão, onde depara-se com um rico acervo, recém disponibilizado a um órgão público _ a Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg) _ composto de diversas tipologias, torna-se premente a necessidade de se promover essa atividade, em que o resultado final é a consulta informatizada do registro de todas as peças históricas e artísticas. A partir daí, pesquisas, consultas, montagens de exposições, empréstimos e várias atividades pertinentes ao meio museológico serão desenvolvidas de forma inteiramente profissional e prática. O processamento técnico do acervo é importantíssimo também para a atribuição de estado de conservação de cada peça e para que sejam providenciadas ações de conservação preventiva e mesmo de restaurações em seus diversos graus de intervenção. O projeto possibilitará, ainda, a difusão do acervo ao ser colocado em uma plataforma digital acessível e disponibilizada livremente. Para tanto, no projeto está prevista a confecção de uma publicação sobre o acervo digitalizado, cujo encarte será exatamente o banco de dados resultante da sua execução. Ao analisar o projeto, é importante destacar o louvável gesto da colecionadora Priscila Freire em doar, ainda em vida, seu magnífico acervo, que inclui desde peças em cerâmica de Jequitinhonha até a própria chácara de cerca de 50 mil m², onde preserva-se centenas de espécimes vivas e mantem-se duas edificações residenciais. O ex-reitor da Uemg, Dijon Moraes Júnior, destacou na solenidade de doação que o ato lembra a do bibliófilo José Mindlin que cedeu sua Coleção Brasiliana para a Universidade de São Paulo, e a de outros colecionadores como Armando Álvares Penteado e Yolanda Penteado, que doaram seus acervos de arte a museus paulistas Moraes ainda observou que: "não correrá nenhum risco de desmembramento desse acervo, ao qual estaria sujeita fora do ambiente universitário". Na ocasião o Secretário de Estado de Cultura de Minas Gerais (SEC-MG), Angelo Oswaldo Araújo Santos afirmou: "Temos que aplaudir Priscila. Ela sempre falou que não se trata de generosidade. Eu diria que se trata de consciência cidadã, de solidariedade, de visão cultural, de compromisso com a arte e com a cultura, com a dimensão transcendente da vida. O que fica da vida é exatamente o que conseguimos realizar no plano transcendente da criação artística, da realização cultural. E Priscila sempre teve esse entendimento, assim como Alberto". A qualidade das peças doadas também é memorável, com destaque para a preciosa coleção de arte popular do Vale do Jequitinhonha, incluindo vasos, jarros, representações de cenas cotidianas e figuras fantásticas, como uma curiosa mulher-cachorro, bem como as valorizadas bonecas de Izabel Mendes da Cunha. Essa coleção está montada no subsolo da residência, onde funcionava uma antiga olaria, já se apresentando com uma adequada museografia e, portanto, já disponível ao desfrute público. Na casa sede, estão 19 obras de Guignard, grande amigo do casal, além de telas e peças de grandes artistas nacionais, além de objetos de várias nacionalidades. No momento em que as instituições públicas atualmente mal conseguem se manter, o fato de uma instituição pública receber um expressivo acervo artístico, histórico e ambiental sem ônus de aquisição é motivo de grande comemoração. Pode-se concluir que O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; Dessa forma, o projeto irá contribuir para as diversas consolidações da política pública de apoio à cultura no âmbito municipal, estadual e nacional ao proporcionar e reverter à comunidade:• Valorização da cultura local e nacional, por meio do registro de peças artísticas de várias procedências e de documentação histórica; • Estímulo à expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem o acervo processado;• Viabilização da expressão cultural de algumas regiões do País e sua difusão em escala local e nacional por meio da disponibilização em CD de todo o processamento técnico desenvolvido ao longo do projeto; • Promoção da preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial, pelo registro desenvolvido; • Incentivo a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, pela disponibilização ao público de um grande acervo que até então era particular;• Apoio das atividades culturais de caráter experimental, como as realizadas pelos professores da Uemg com a comunidade do vetor norte de Belo Horizonte;• Apoio à preparação e ao aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural;• Estímulo às ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira
não há
O produto resultante do presente projeto é um banco de dados em planilha Excel, onde estarão relacionados os 17 mil itens do acervo da Chácara Santa Eulália. Todos os itens serão fotografados e a imagem correspondente estará veiculada às especificações da peça, como descrição, tipologia, data, tamanho, estilo, estado de conservação, entre outros. Esse banco de dados será disponibilizado ao público em DVD anexado à publicação prevista como fechamento do projeto.A publicação (catálogo) terá a seguinte especificação:- 1000 exemplares- Capa: 425x270mm, 4x4 cores, em Cartão Triplex C1S LD 300g.- Miolo: 66 páginas, 210x270mm, 4 cores, papel Couche Fosco LD 115g.- Encarte de CD com o banco de dados- Versão em português e inglês- Disponibilização Gratuita.
- Contrapartida social: Sem custo para o projeto Na conclusão do projeto, quando ocorrerá o lançamento do catálogo na Chácara Santa Eulália, será oferecido aos presentes (cerca de 300 pessoas) uma palestra sobre o processamento técnico desenvolvido. Na ocasião, a equipe do projeto apresentará as etapas desenvolvidas e acompanhará os presentes em uma visita guiada ao acervo. Para tanto, o público será dividido em grupos de 30 pessoas. Essa atividade de ação formativa cultural será desenvolvida no período da manhã, entre 9 e 12 horas e da tarde, entre 14 e 17 horas, sendo a palestra no primeiro turno e a visita guiada no segundo. Além dessa iniciativa, durante o desenvolvimento do projeto, serão recebidos grupos de estudantes da UEMG em visitas agendadas. - Catálogo - A publicação gerada( catálogo) pelo projeto terá ampla distribuição gratuita, possibilitando o acesso a todas as classes sociais. O texto desse catálogo será traduzido em inglês o que permitirá que estrangeiros também possam desfrutar do produto. - Acervo Bibliográfico e documental - Ficará disponível aos alunos de graduação e pós-graduação dos cursos de arte disponibilizados pela UEMG, bem como artistas, apreciadores, pesquisadores e críticos de arte e comunidade de Belo Horizonte, com ênfase daqueles moradores da região norte da capital mineira. OBS: A adoção de medida de acesso ao conteúdo para deficientes visuais e/ou auditivos não se aplica a este projeto.
Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; - Catálogo 100% dos 1.000 exemplares do catálogo serão distribuídos gratuitamente para:100 un. para o patrocinador,100 un. para imprensa e Bibliotecas Públicas Estaduais,250 un. para Uemg,50 un. para guarda do Instituto Chácara Santa Eulália,500 para ampla divulgação ao público.ano de visitação ao Centro de Arte Chácara Santa Eulália. Acervo bibliográfico e documental Estarão disponíveis a alunos de graduação e pós-graduação dos cursos de arte disponibilizados pela UEMG, bem como artistas, apreciadores, pesquisadores e críticos de arte e comunidade de Belo Horizonte, com ênfase daqueles moradores da região norte da capital mineira.
Curriculum Vitae da Equipe Técnica do projetoInventário do Acervo do Centro de Arte Chácara Santa Eulália - Coleção Alberto e Priscila Freire – Atualizado em março/21 Responsável pelo proponente (sem remuneração no projeto): Priscila Euler Freire de Carvalho Data de nascimento: 29 de agosto de 1933 - Belo Horizonte – MG Endereço: Rua Barão de Coromandel, 722 – Bairro: São Bernardo - CEP: 31740-010 – Belo Horizonte – MG - Tel.: (31) 3497 5001 / (31) 98833 0957 Email: priscilafreire75@uol.com.br Formação Acadêmica · Graduada em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Minas Gerais em Dezembro de 1951. · Diplomada pela Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa, Belo Horizonte em 1963. Posição Atual · Membro da Sociedade Amigos do Museu de Arte Popular do Estado de Minas Gerais · Membro do Conselho do Museu Casa Guignard em Ouro Preto · Membro do Conselho de Inhotim · Membro do Conselho do Instituto Alceu Amoroso Lima · Membro do Conselho do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico – IEPHA/MG · Curadora do Memorial Alberto e Priscila Freire e do Núcleo de Criatividade e Pesquisa em Arte junto à Escola Guignard/Universidade do Estado de Minas Gerais Presidente do Conselho - ICSEU · Coordenadora dos projetos em fase elaboração do Instituto Chácara Santa Eulália - ICSEU e Projetos junto a Escola Guignard - UEMG. Atividades · 2019 – Cria o Instituto Chácara Santa Eulália - ICSEU · 2014 - Cria o Memorial Alberto e Priscila Freire e o Núcleo de Criatividade e Pesquisa em Arte junto à Escola Guignard/Universidade do Estado de Minas Gerais. · 2001 – Reassume a direção do Museu de Arte da Pampulha a convite da Prefeitura de Belo Horizonte, depois de uma ausência de dois anos, dá visibilidade a Arte Contemporânea Brasileira através de exposições e seminários, com repercussão no Brasil e no Exterior. · 1993 – Assume a direção do Museu de Arte de Belo Horizonte, atual Museu de Arte da Pampulha – MAP. Realiza um grande trabalho de revitalização e restauração total do prédio, inserindo Belo Horizonte no circuito nacional e internacional, através de exposições com a de Camile Claudel, Salvador Dali, Picasso, Sebastião Saldado dentre outras. · 1990/1991 – Integra a Assessoria da Diretoria Administrativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico – IEPHA/MG, para projetos especiais. · 1983 (outubro) – assume a Superintendência de Museus do Estado de Minas Gerais e a direção do Museu Mineiro no Governo Tancredo Neves. Implanta os diversos setores do órgão, tendo criado e dinamizado 12 (doze) museus em todo o Estado, entre eles: Casa Guignard em Ouro Preto, Museu Alphonsus de Guimarães em Mariana, Museu Dona Beija em Araxá, Museu do Zebu em Uberlândia, Museu Regional de Campanha, Museu Guimarães Rosa em Cordisburgo, Museu do Vapor ?Benjamim Guimarães no Rio São Francisco, entre outros?. · Assume a coordenadoria do Sistema Nacional de Museus de Brasília a convite do Ministro Celso Furtado; · Institui verbas para a modernização técnica dos Museus Brasileiros – cria prêmios de pesquisa em Museus e estimula a publicação de livros, entre os quais foi editado ?O Museu e a Vida?, cedido ao Brasil pelo Ministério da Cultura da França; · Promove um grande seminário sobre museus no Rio de Janeiro. · 1981 – Assume a Presidência da Sociedade Amigas da Cultura. As principais realizações da sua gestão foram: promoção do primeiro debate sobre política cultural entre candidatos ao governo de Minas (Eliseu Resende, Tancredo Neves, Teotônio dos Santos e Sandra Starling), após a ditadura militar, cria o Prêmio de Monografia ?Minas Mulher?, lança o Jornal Amigas da Cultura e cria vários núcleos da Sociedade no interior do Estado; · 1974 – Integra a Sociedade Amigas da Cultura como Diretora Cultural; · Instituições Criadas 1974 – Fundou o Teatro Escola da Cruz Vermelha Brasileira - TESC, onde foram produzidos vários espetáculos experimentais entre clássicos e de vanguarda para adultos e crianças; · Com HamirHadad, cria um Núcleo Teatral na cidade de Ouro Preto, voltado para os operários de ?Saramenha? com a montagem da peça ?As Confrarias? de Jorge Andrade. · Prêmios e Condecorações 1966 –É editado o anuário da Enciclopédia Delta Larousse que lhe faz elogiosa menção quanto ao seu trabalho de atriz; · 1967 – Prêmio Revelação de Atriz – Jornal Estado de Minas; · 1968 – Recebe o diploma de Mérito Artístico pela Sociedade Amigas da Cultura; · 1969 – É premiada com a Palma de Ouro pela Fundação Clóvis Salgado, como a melhor diretora de teatro do ano em Minas; · 1977 – Recebe o prêmio do Serviço Nacional de Teatro com a peça ?O Casaco Encantado de Lúcia Benedetti, considerado o melhor espetáculo do ano em Minas Gerais; · 1981 – Recebe a Medalha do Aleijadinho por serviços prestados à Cidade de Ouro Preto – Prefeitura de Ouro Preto. · 1982 – Recebe a Medalha Comemorativa do Sesquicentenário de Instalação da Vila de Diamantina, pela publicação da pesquisa ?A Mulher em Minas, Primeiros Séculos?. · 1982 – Recebe a Medalha de Honra da Inconfidência Mineira do Governo do Estado de Minas Gerais. · 1991 – Recebe a Medalha Cidade de Tiradentes Bicentenário da Inconfidência Mineira/Prefeitura de Tiradentes. · 1993 – Recebe a Medalha da Ordem do Mérito Legislativo Municipal pela Prefeitura de Belo Horizonte. · 1995 – Recebe o prêmio Altamente Recomendável – Informativo 1994 da Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil 1994, pelo livro ?A Viagem do João de Barro?. · 1995 – Recebe o prêmio Fernando Pini de Excelência Gráfica pelo livro ?A Viagem do João de Barro? – São Paulo. · 1997 – Recebe a Medalha do Mérito Legislativo Grau Mérito Especial pela Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. · 2001 – Recebe o prêmio Altamente Recomendável – Informativo 2000 da Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil 2000, pelo livro ?Histórias de Guignard?. · 2001 – Recebe a medalha Ex-aluna UFMG – Destaque 2001 (pela relevância de sua atuação profissional que dignifica o nome da instituição). · 2001 – Recebe a medalha da Ordem do Mérito Legislativo Municipal de Belo Horizonte/MG. · 2003 – Recebe a Medalha João Guimarães Rosa da Prefeitura de Cordisburgo/MG. · 2007 -Recebe o Prêmio Ciccillo Matarazzo da Associação Brasileira de Críticos de Arte, pelo trabalho desenvolvido no Museu de Arte da Pampulha-MAP. Outras Atividades · Durante dois anos foi a responsável pelo levantamento feito para o Serviço Nacional de Teatro – SNT de todo o movimento teatral mineiro; · Viajou por todo o Estado de Minas Gerais, tornando-se membro do Conselho de Cultura de Sabará e da Sociedade Amigos de Tiradentes, sendo eleita para o seu Conselho Diretor; · 1985 integrou como Membro Titular, o Conselho Curador da Fundação Nacional de Arte – FUNARTE; · 2011 – Foi curadora, em parceria com Paulo Herkenroff, da exposição ?Guignard e o Oriente?: China, Japão e Minas; Rio de Janeiro - MAR · 2013 – Foi curadora da exposição ?Arte no vale Jequitinhonha?. Museu de Arte Popular CEMIG · Publicações 1983 – ?A Mulher em Minas-Primeiros Séculos? publicado no livro: ?Sesquicentenário da Vila Diamantina? editado pela Imprensa Oficial de Minas Gerais; · 1983 – ?Conversa de Corpo? em coedição: Ministério da Educação e Cultura/Instituto Nacional do Livro – Editora Miguilim; · 1994 – ?A Viagem do João-de-Barro? livro Infanto-Juvenil sobre ecologia, editado pela Editora Salamandra; · 2000 – ?Histórias de Guignard?, editado pela Formato Editorial - Editora Miguilim. Historiadora responsável pela realização do inventário: Sheila Mara da Silva serà substituída pela Restauradora Ana Carolina Motta Rocha Montalvão Ana Carolina Motta Rocha Montalvão tem a seguinte formação acadêmica: · 2017 - Curso em andamento: Doutorado em Ambiente construído e Patrimônio Sustentável - Escola de Arquitetura/UFMG · 2013 - 2015: Mestrado em Artes - Escola de Belas Artes/UFMG · 2008 - 2012: Graduação em Conservação-Restauração de Bens Culturais Móveis - Escola de Belas Artes/UFMG· 2016: Princípios Básicos de Conservação de Acervo Fotográfico. (Carga horária: 20h). Arquivo Público Mineiro, APM. · 2016: Managing Indoor Climate Risks. (Carga horária: 40h). Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Belo Horizonte, Brasil · 2014 - 2015: Programa de Treinamento em Documentação Museológica do CIDOC/ICOM (32h nível básico e 32h nível avançado) e Treinamento para Professores do CIDOC-ICOM – 8h -(ICOM CIDOC training workshop/ TTT - Train The Trainer workshop) · 2013 – 2014: Cursos de Gestão de empreendimentos criativos SENAC e MINC (Gestão Cultural 40h; EGPC I 20h; EGPC II 40h; GEC I 15h; GEC II 20h; Modelagem de Projetos Culturais 32h). Como experiência profissional apresenta:· 2016 - 2018: Diretora de Gestão de Acervos Museológicos - Superintendência de Museus e Artes Visuais da SEC-MG. · 2015: Empresa ARCO – Acervo, Restauro e Conservação - Prestação de Serviços em Conservação Preventiva. · 2014 - 2015: UNESCO/CNA/IPHAN - Consultoria em Conservação-Restauração, prestada ao IPHAN, via UNESCO. · 2013: Centro de Arqueologia Caetano de Mello Beirão - Estágio de capacitação profissional viabilizado pelo Programa de Intercâmbio e Difusão Cultura do Ministério da Cultura. · 2012 - 2013: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Estágio no setor de Arqueologia/Gabinete. · 2012: Centro Hércules - Universidade de Évora - UE - Estágio de Conservação - Documentação de acervo. · 2008-2012: Universidade Federal de Minas Gerais como bolsista nos seguintes projetos: · Consolidação do Centro de Arqueologia de Lagoa Santa. Atividades de documentação, higienização e acondicionamento da RT do Museu Arqueológico da Região de Lagoa Santa (MARLS). · Projeto de desenvolvimento do Banco de Dados do acervo do MARLS. · Projeto de desenvolvimento do Banco de Dados, organização e conservação dos acervos arqueológicos do projeto "Paisagens em Branco: Arqueologia Histórica Antártica". · Monitoria no Curso de Conservação-Restauração de Bens Culturais Móveis. · Estágio de Conservação na Biblioteca Central - Setor de Obras Raras. · Estágio no Centro de Conservação em Bens Móveis (CECOR) da UFMG no projeto de preservação de peças do Centro de Memória da Faculdade de Odontologia. Assistente do processamento do inventário: Samuel Martins Ferreira será substituído por Valéria Amorim Minardi de Carvalho. Valéria Amorim Minardi de Carvalho é Bacharel em Turismo, com ênfase em Hotelaria pelo Centro Universitário Newton Paiva, Belo Horizonte (1990 – 1995). Em 2016, iniciou curso de graduação em Ciências Socioambientais na Universidade Federal de Minas Gerais- UFMG, Belo Horizonte, com previsão de conclusão no final de 2021. Trabalhou de 2007 a 2019 na Superintendência de Museus e Artes Visuais (SUMAV) da Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, como assessora de gabinete. Neste período foi responsável pela gestão de contratos e de documentos, redação de ofícios e memorandos, gestão dos arquivos correntes e morto, atendimento ao público institucional, assistência na organização de eventos e de exposições e no desenvolvimento de publicações e projetos culturais da SUMAV e dos seus sete museus vinculados (Museu Mineiro, Museu dos Militares, Centro de Arte Popular, em Belo Horizonte; Museu Casa Guignard, em Ouro Preto; Museu Casa Guimarães Rosa, em Cordisburgo; Museu Casa Alphonsus de Guimaraens, em Mariana; Museu do Crédito Real, em Juiz de Fora). Produtora Executiva: Andréa de Magalhães Matos (BH, 1961 -) Cel. 31 99957 35 13, residência Rua Leopoldina, 312/1501 – Belo Horizonte/MG.É formada em Ciências Econômicas pela PUC/MG, fez o ciclo básico da Escola de Belas Artes da UFMG e tem pós-graduação em Administração pela COPPEAD/UFRJ. Trabalhou em obras da Construtora Mendes Júnior no Brasil e no Iraque e em planejamento urbano na Urbis Consultores Associados. Em 1994, começou a atuar na área cultural e, em 1999, criou a VIA SOCIAL - projetos culturais e sociais, na qual atuou como diretora até o início de 2015. Na empresa, foi responsável pela gestão de projetos e programas, viabilizados com recursos oriundos de leis de incentivo à cultura, prêmios ou concursos culturais ou convênios públicos, como: Área de Patrimônio – Belo Horizonte/MG: Construção e Aparelhamento do novo prédio do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB) – 1995 a 2005; Modernização e Ampliação da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa (BPELB) – 1999 a 2006; Informatização do Acervo da BPELB – 2002 a 2006; Revitalização do Museu Mineiro (MM) - 2002 a 2004; Reforma e Aparelhamento do Arquivo Público Mineiro (APM) – 2000 a 2008; Implantação do V&M BRASIL Centro de Cultura (restauração do antigo prédio do Cine Theatro Brasil) – de 2006 a 2014.Área de Patrimônio – outras cidades: Revitalização do Museu Casa de Juscelino (MCJ) em Diamantina/MG - 2002; Projeto Guignard no Museu Casa Guignard (MCG) em Ouro Preto/MG - 2005; Implantação do Centro Cultural da Fundação Dom Cabral em Nova Lima/MG - 2002; Revitalização do Museu Casa Guimarães Rosa (MCGR) em Cordisburgo/MG – 2006 a 2012; Construção e Aparelhamento do Centro Cultural USIMINAS (CCU) em Ipatinga/MG – 1998 a 2003; Diagnóstico do Museu Náutico da Bahia – Forte da Barra (Salvador/BA), Implantação do Centro Cultural do Forte São Francisco Xavier da Barra (Vila Velha/ES), Criação da Biblioteca Pública Municipal (Vitória/ES), Casa Porto das Artes Plásticas (Vitória/ES), propostos pela Fundação PROMAR – 1999 a 2003; 2ª Etapa da Restauração dos Elementos Artísticos da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Sabará – 2007 a 2013; Portal Guimarães Rosa (Cordisburgo/MG) – 2009 e 2010.Edição de Livros: A Música de Milton Nascimento de Chico Amaral (2013); Coleções Especiais e Revista do Arquivo Público Mineiro – Nº 1 a 16 (desde 2005); Beirais das Gerais (2014), Memória de Ruas (2007), A Música da Cidade (2011) e Belo Horizonte a Cidade Descrita (2011), de Leonardo José Magalhães Gomes; 50 anos da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa (2005); Manual de Gerenciamento de Bibliotecas (2005); Maria do Matué e Pássaros poemas aves da Pampulha de Tavinho Moura (2006); Perfil Intelectual de Luiz Camillo (2006), de Maria Luiza Penna Moreira; Poesia a Destempo (2006) de José Alcino Bicalho; Caderno de Diretrizes Museológicas I e II (2002 e 2008); Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Sabará – História e Preservação (2009) de Leonardo José Magalhães Gomes e Carla de Castro Silva; Os Tabaréus na Cidade Grande (2008) e O Velho Chico em Três Tempos (2011), de Carlos Diamantino Alkmim; O Homem do Abismo (2010) de Cástor Cartelle; Fortuna Crítica de Marina Nazareth (2011); Expedição Mucuri (2011); Meeiros de café, gente e ocupação da zona proibida do Caparaó de Vivaldo Vieira Barbosa (2008); Teófilo Ottoni – a República e a utopia do Mucuri de Nilmário Miranda (2009); Quatro Estórias que podem virar filme (2011); Acácio Videira – a história de um acervo (2013).Exposições e atividades culturais diversas: Exposição do Acervo Permanente do Centro Cultural ACESITA (1994); Velhos Horizonte (1997), Collector (1998), Retratos Urbanos (2000), Juscelino Prefeito (2002), MHAB: 60 anos de História (2003), Exposição de Longa Duração do Casarão do MHAB (2005), De outras terras de outros mares (2006) no MHAB; Mostra Itinerante Brasil-Japão (1998) e Raridades: Obras e edições Literárias (2005) no Centro Cultural da Usiminas em Ipatinga; Juscelino em Diamantina, criando saudades – 1902/1926 (2002) no Museu Casa de Juscelino em Diamantina; Colecionismo Mineiro (2003) no Museu Mineiro; 50 anos da Biblioteca Pública Estadual (2004), 400 anos de lançamento do Dom Quixote (2005), Coleção Rita Adelaide (2005), 50 do Grande Sertão Veredas (2006), O amanuense Cyro dos Anjos (2006), O Natal em Manuel Bandeira e Candido Portinari (2006) na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa; Sertão Encarnado – exposição itinerante em Belo Horizonte, Cuiabá e 10 cidades do interior mineiro; XIX a XXVI Semana Roseana no Museu Casa Guimarães Rosa; Programação Cultural da Associação dos Funcionários da USIMINAS (2009); Guerra dos Emboabas – 300 Anos Depois – exposição em Belo Horizonte no Palácio das Artes (ago e set/2009) e em São Paulo na Casa dos Bandeirantes (nov/09 a jul/10), exposição editada com itinerância em Ouro Preto, Caeté, Sabará, SJ del Rei e Tiradentes (nov/09 a jun/10); exposição Mitos: metamorfoses na biblioteca – sobre mitologia clássica e popular – exibida em Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro (2011 e 2012), com módulo de itinerância exibido em 14 cidades do interior mineiro; Rosa dos Tempo, Rosa dos Ventos - exposição de longa duração do Museu Guimarães Rosa (2012); Olhares Múltiplos sobre 5 Cidades, com obras de Altino Caldeira, José Octavio Cavalcanti, Julia Bianchi e Roberto Marques (CCBB BH – abril a julho/14 e IPHAN Brasília – julho a outubro/14) Oficinas Culturais e projetos sociais (Belo Horizonte/MG): Corpo Cidadão, Associação Querubins, Associação Favela é isso aí, Instituto Undió; Arte Favela; Observatório da Diversidade Cultural; Arte e Cultura – expansão de fronteiras.Espetáculos de Dança (Belo Horizonte/MG): Meia Ponta Cia de Dança, Grupos Camaleão e Ur=Or; ?Confluir?.CDs e Shows: Maria Lúcia Godoy, Daniel D’Olivier, Vitor Santana, Toninho Horta, Tavinho Moura, Bandas Cálix e Cartoon; Estação Musical shows em 26 cidades do interior mineiro; Grande Concerto de Natal de Teófilo Otoni edições de 2006 a 2013; Cultura para Todos, shows na Associação dos Empregados da USIMINAS (AEU) – 2009/2010; Música Minas – eventos musicais em todo o país e no exterior – Convênio SEC/MG e Associação dos Músicos de Minas - Edição de 2009, 2011 e 2013.Entre mar 2015 a mar 2019, Andréa de Magalhães Matos foi Superintendente de Museus e Artes Visuais da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, onde era responsável pela gestão de 7 museus estaduais, sendo três estabelecidos em Belo Horizonte - Museu Mineiro, Centro de Arte Popular e Museu dos Militares Mineiros-, um em Ouro Preto - Museu Casa Guignard -, um em Cordisburgo - Museu Casa Guimarães Rosa -, um em Juiz de Fora - Museu do Crédito Real- e um em Mariana - Museu Casa Alphonsus de Guimaraens. Na sua gestão, os museus receberam 293.449 visitantes, e sob sua direção foram produzidas 3 novas exposições de longa duração, mantidas 4 exposições de longa duração, realizadas 104 exposições temporárias, promovidos 376 eventos e 146 assessorias a museus do Sistema Estadual de Museus de Minas Gerais. No período editou 15 publicações (catálogos, livros, manuais, mapas). Responsável pelo projeto gráfico: Paulo SchmidtArtista plástico (pela Fundação Escola Guignard/1983), artista gráfico, museógrafo e curador de exposições nas áreas de Artes Plásticas, Literatura, Educação e História.Coordenador de Artes Visuais do Palácio das Artes – Fundação Clóvis Salgado, Belo Horizonte, entre 1988 e 1993. Professor convidado em 4 edições do Festival de Inverno da UFMG (Ouro Preto, Diamantina).Curador para o Programa Rumos Visuais, do Instituto Cultural Itaú, Edição 2001/3003.Membro da comissão da Bolsa Pampulha – Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, 2005/2006.Entre os trabalhos de museografia e curadoria destacam-se: · ?Mário de Andrade – Carta aos Mineiros? (Ouro Preto; B.Hte,1993);· ?A Identidade Virtual? (Ouro Preto,1994);· ?Imagens da Modernidade? (Museu de Arte da Pampulha, B.Hte, 1996);· ?Velhos Horizontes? (Museu Histórico Abílio Barreto, B.Hte, 1997); · Acervo de Escritores Mineiros – Mostra permanente do Centro de Estudos Literários Fale/UFMG (B. Hte., 1999); · ?Os motivos de Guignard? (Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, 2006);· ?Demasiado Humano? (Espaço UFMG do Conhecimento, Circuito Cultural Praça da Liberdade, B. Hte, 2010).· ?Minas das Artes, Histórias Gerais?, exposição de longa duração do Museu Mineiro (B.Hte, 2018)Como designer gráfico realizou inúmeros projetos para livros, tendo sido indicado ao Prêmio Jabuti por ?A manilha e libambo?, Ed. Nova Fronteira (capa, 2002) e por ?Cartões de Guignard para Amalita?, Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais (projeto gráfico, 2008); autor do projeto gráfico de ?Carnaúba, pedra e barro na Capitania de São José do Piauhy?, vencedor do Prêmio Rodrigo de Melo Franco, 2008.Autor de projetos de comunicação visual para diversas mostras de longa e curta duração, entre elas: ?Semana Nacional de Poesia de Vanguarda – 50 anos? – Saguão da Reitoria da UFMG– BHte (2013); ?Arte no Vale do Jequitinhonha? – Coleção Priscila Freire; ?GTO – 100 anos?; ?Brasil Indígena – Herança e arte?; – Centro de Arte Popular-Cemig (2013/14).
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.