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O festival CIRCULASONS apresenta músicos brasileiros de renome internacional com propostas de apresentações musicais, oficinas e palestras propondo ao público ouvir o mundo sonoro em sua ampla diversidade cultural, além do lugar comum. Tem como objetivo oferecer uma programação artístico-pedagógica, centrada na difusão e valorização da música brasileira vocal e instrumental com artistas que estão fora do circuito comercial e que possam contribuir e estimular uma escuta sensível e pensante. Uma alternativa para os ouvidos!
APRESENTAÇÕES MUSICAIS - Hermeto Pascoal & Grupo - Grupo Barbatuques - Clarice Assad com participação de Christylez Bacon - Fábio Caramuru - Ecomúsica ENCONTROS / PALESTRAS GRATUITOS - As Vozes da Voz e Improvisação, com Clarice Assad - O mundo dos sons: escuta e criação, com Hermeto Pascoal - Presença e ações de Barbatuques , com Grupo Barbatuques - EcoMúsica: escuta e processo de criação, com Fábio Caramuru
Objetivo Geral: Realizar a terceira edição do festival CIRCULASONS na cidade de Londrina _ PR. Objetivos Específicos - Realizar 04 apresentações musicais a preços populares. - Realizar 03 oficinas com entrada gratuita. - Realizar 04 palestras com entrada gratuita. Desta forma entemos atingir as seguintes metas: - descentralizar e fomentar a cultura musical brasileira; - facilitar a circulação de produtos culturais para o público geral, promovendo a reflexão e o conhecimento através da arte musical. - formação de novas platéias, principalmente estimulando os jovens a participarem; - promover a pesquisa e a discussão artística da cultura musical brasileira; - Destinar cota de ingressos a preços populares, a fim de divulgar a música para todas as classes sociais, incentivando o acesso à cultura do Basil; - promover o desenvolvimento e a difusão de produções nacionais de alto nível artístico; - gerar empregos, incentivar, manter, ampliar e valorizar o mercado de trabalho para artistas e técnicos locais; - difundir a cultura brasileira, em particular, a cultura musical; - investir no processo de educação dos sentidos e na fruição artística dos ouvintes brasileiros, interessados em aprofundar o conhecimento cultural.
Com a proposta de fazer a música circular surge a primeira edição do CIRCULASONS no ano de 2018. O evento contou com a participação de artistas como Ná Ozzetti, José Miguel Wisnik, Lívia Nestrovski, Fred Ferreira, Badi Assad, Grupo Mawaca, Duo Gisbranco e Egberto Gismonti. Foram realizados 06 shows, 03 oficinas, 03 palestras e lançamentos dos livros de José Miguel Wisnik e Magda Pucci/ Berenice de Almeida (Grupo Mawaca). Abrindo a edição de 2019 o CIRCULASONS recebeu Arrigo Barnabé com Paulo Braga (piano) e Sergio Espíndola (violão), que além do show "Quero que vá tudo pro inferno" também realizou o lançamento do livro "No Fim da Infância", com textos autobiográficos e compartilhou seu processo criativo numa palestra intitulada "Arrigo Barnabé e sua Música", proporcionando momentos de aproximação e aprendizado entre os artistas convidados e o público local. Nesta edição ainda estão previstos os shows de DUO CLAVIS, André Siqueira Trio, Toninho Ferraguti, Fabrício Fonseca & Banda Bad Fripp (Tributo a Demetrio Stratos). Esta mostra é idealizada por Janete El Haouli que atuou, por 30 anos, no Departamento de Música e Teatro na Universidade Estadual de Londrina, e também foi diretora da Casa de Cultura da UEL, diretora da Rádio UEL FM, diretora pedagógica em três edições do Festival de Música de Londrina, diretora do Setor de Informação e Comunicação do CCSP e produziu diversos artistas e eventos culturais em Londrina e São Paulo. Este projeto pretende disponibilizar ao público uma programação plural, diversificada, com oficinas, palestras, workshops e apresentações musicais no teatro e na rua difundindo e refletindo sobre a obra de grandes artistas e pesquisadores da música, entendendo a arte musical como agente de transformação cultural e social. Para tanto o projeto circulasons atingirá públicos de diversas camadas sociais, realizando em parceria com as Secretarias de Assistência Social, Educação e Cultura da cidade de Londrina a distribuição de convites para a população de baixa renda. Sendo assim, nos enquadramos: Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
Prezados, Em resposta as diligências recebidas, segue abaixo: I- Conforme artigo 2º, § 7º, da IN n. 02/2019, o primeiro projeto está limitado a R$ 200.000,00. Ajuste-se. Resposta: Alterações realizadas no projeto seguindo as orientações. II- Anexe ciência de voluntariedade para este projeto, pois, na condição de agente público, não pode receber recursos oriundos da lei 83.13/91. Resposta: Documento anexado. III- No campo Resumo deve-se descrever o objetivo do projeto em no máximo 5 linhas. Trata-se de uma síntese com as informações essenciais fazendo referência ao(s) produto(s) cadastrado(s) no Plano de Distribuição. O texto deve ser conciso e apresentar de forma clara os produtos que compõem a proposta. Obs.: NÃO deve constar nesse campo informações referentes a local de realização (Apresentar em locais de realização), número de beneficiários (Apresentar no Plano de Distribuição), artistas envolvidos (Apresentar em ficha técnica), número de apresentações (Apresentar em objetivos específicos), datas, entre outras não essenciais. Esses dados geralmente mudam ao longo da execução. Resposta: Alterações realizadas no projeto seguindo as orientações. IV- Nos Objetivos específicos deve-se citar todas as ações que serão realizadas no projeto, ou seja, quais os produtos específicos que serão oferecidos à população. Exemplo: Objetivos Específicos: Realizar 24 apresentações teatrais da peça "tal" com entrada gratuita. Obs.: Os objetivos específicos devem ser mensuráveis e devidamente comprovados na prestação de contas. Resposta: Alterações realizadas no projeto seguindo as orientações. V- Apresente, em campo apropriado, medidas de Acessibilidade para todos os produtos cadastrados. Resposta: Alterações realizadas no projeto seguindo as orientações. VI- Inclua, no campo Sinopse, a programação (ainda que provisória) dos eventos. Resposta: Alterações realizadas no projeto seguindo as orientações. VII- Em Descrição da atividade, apresente o projeto pedagógico completo da atividade proposta como contrapartida social, nos termos do artigo 22 da IN n. 02/2019. Observe que a contrapartida não se confunde com a democratização de acesso e sequer com o produto principal. Resposta: Alterações realizadas no projeto seguindo as orientações. VIII- Anexe comprovante de inscrição e situação cadastral no CNPJ (registrado na Receita Federal) atualizado com o código de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) referente ao segmento cultural do produto principal apresentado na proposta (conforme determinado pelo § 1º, artigo 2 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania). Resposta: Compravante de inscrição e situação cadastral do CNPJ atualizado anexado. IX- Classifique o produto principal no segmento ‘Música Popular’. Resposta: O projeto circulasons se justifica no segmento "Música Instrumental" por considerarmos que os artistas propostos apresentam diferentes estéticas, estilos e linguagens tendo como foco principal a pesquisa timbrística em suas criações. A intenção é mostrar um pouco da diversidade cultural da música instrumental produzida no Brasil assim como seus diferentes idiomas/sotaques. Alguns dos artistas propostos, por exemplo, utilizam-se da Voz como instrumento e a palavra é usada como som, como timbre para criar texturas musicais. Ex: Hermeto Pascoal, considerado um dos maiores músicos autoditada do Brasil, tem uma pesquisa para produzir sons e música através de objetos como chaleira, canos, baldes, etc e utiliza a voz também como um instrumento, com tecituras e escalas combinadas e ritmadas para produzir música. Também citamos aqui como exemplo o trabalho entitulado "Ecomúsica" do instrumentista Fabio Caramuru, que desenvolveu vários concertos no piano acompanhado de sons captados na floresta, como o canto dos pássaros. O espetáculo faz um apanhado de várias obras criadas especialmente em cima dos sons captados no meio ambiente. Da mesma forma Clarice Assad, compositora, pianista e arranjadora, têm em suas composições peças para uma variedade de instrumentações, incluindo obras para piano, violão, bem como um repertório para conjuntos de câmara e obras orquestrais; e o Grupo Barbatuques que explora as possibilidades sonoras que podem ser exploradas e criadas através do corpo e das resonâncias possíveis, utilizando aqui mais uma vez, a voz como um instrumento musical e não simplismente uma "música cantada". Sendo assim, entende-se a classificação do produto principal no segmento 'Música Instrumental'. Segue abaixo link com apresentações dos artistas propostos: Clarice Assad | https://www.facebook.com/clarice.assad/videos/296183424584340/?v=296183424584340 Hermeto Pascoal & Grupo | https://www.youtube.com/watch?v=91fnonm6Uv8 Fábio Caramuru | https://www.youtube.com/watch?v=ombwBca8Ilo Barbatuques | https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=KHyzrYBACcg
não se aplica ao projeto.
Em concordância com a Lei nº 13.146/15, a produção do festival se compromete: PRODUTO PRINCIPAL - Apresentações Musicais Acessibilidade Física Garantir que o teatro seja acessível e possua banheiro adaptado, permitindo autonomia de circulação a portadores de necessidades especiais. I - acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida; PRODUTO SECUNDÁRIO - Palestras Acessibilidade de Conteúdo Haverão 02 Palestras realizadas dentro da programação oficinal do festival com intérpretes de Libras. V - comunicação: forma de interação dos cidadãos que abrange, entre outras opções, as línguas, inclusive a Língua Brasileira de Sinais (Libras), a visualização de textos, o Braille, o sistema de sinalização ou de comunicação tátil, os caracteres ampliados, os dispositivos multimídia, assim como a linguagem simples, escrita e oral, os sistemas auditivos e os meios de voz digitalizados e os modos, meios e formatos aumentativos e alternativos de comunicação, incluindo as tecnologias da informação e das comunicações; CONTRAPARTIDA SOCIAL - Oficinas Acessibilidade de Conteúdo A produção se compromete e adotará recomendação da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT, que exige a descrição: >do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia); e >das cenas que ocorrerão durante as apresentações (incluindo os diálogos, as movimentações dos atores e as mudanças de cenário). Para tanto, realizaremos 01 sessão especial de visitação ao Teatro para deficientes visuais por meio de audiodescrição.
O projeto irá adotar como ação de democratização de acesso, antendendo as exigências da IN 2019: PRODUTO PRINCIPAL: Apresentações Musicais a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; ainda atendemos ao Inciso do Art 21 da IN 05/2017: Inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Inciso V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; PRODUTO SECUNDÁRIO - Palestras - As palestras serão gratuitas, voltada para estudantes, músicos, atores, cantores, regentes e público interessado, visando a sensibilização para a apreciação da Cultura e das Artes. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Oficinas - As oficinas serão totalmente gratuitas, voltada para estudantes, músicos, atores, cantores, regentes e público interessado, visando a sensibilização para a apreciação da Cultura e das Artes. As atividades e ações acima descritas, são pensadas de forma que oportunizem a população o acesso aos produtos culturais.
Informamos que a proponente do projeto desempenhará as funções de idealizadora e curadora, sem remuneração, e com carta de voluntariedade anexada junto aos documentos. Ficha Técnica Idealização e Curadoria - Janete El Haouli Coordenador de Projeto - Fabricio Polido Equipe do Festival: Produção: 01 diretor de produção, 01 produtor executivo, 02 assistentes de produção Técnica: 01 operador de som, 01 operador de luz, 01 afinador de piano Montagem e Desmontagem: 02 técnicos Divulgação: 01 assessoria de imprensa, 01 empresa de registro, montagem e edição de vídeo, 01 fotógrafo, 01 programador visual Janete El Haouli É musicista, artista sonora/radiofônica, produtora cultural e pesquisadora com ênfase na experimentação da mídia radiofônica, da voz e das paisagens sonoras nos processos de criação. Seus trabalhos exploram o rádio como mídia criativa e sua pesquisa sobre a voz de Demetrio Stratos alcançou projeção internacional. Foi professora na Universidade Estadual de Londrina/UEL, Departamento de Música e Teatro (1981_2011). Graduada em Música (Bacharelado em Piano). Mestrado em Ciências da Comunicação e o doutorado em Artes, ambos pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Criou a ‘Oficina de Música’ em Londrina, é uma das fundadoras do curso de Licenciatura em Música da UEL, criou e produziu o programa radiofônico ‘Música Nova : rádio para ouvidos pensantes’; o ‘Núcleo de Música Contemporânea’, além de dirigir a Rádio UEL FM, a Casa de Cultura da UEL e a Divisão de Informação e Comunicação do Centro Cultural São Paulo. Criou e dirige a ‘TOCA : arte ação criação’, desde fevereiro de 2013, espaço cultural voltado para a criação e produção cultural. É idealizadora e curadora do festival ‘circulasons’. Idealizou, coordenou e participou de atividades pedagógicas, de criação e de pesquisa na área da experimentação vocal, da arte radiofônica e da ecologia sonora, apresentando-os em congressos, fóruns, bienais e encontros nacionais e internacionais. Fez a curadoria e coordenação brasileira da radio documenta 14 (Kassel - Atenas) em 2017 e do encontro ‘CEM RUIDOS – música e ecologia sonora’. Publicou o livro-CD ‘Demetrio Stratos: em busca da voz-música’ na Itália, no Brasil e no México. Desenvolveu projetos comissionados de criação radiofônica para a WDR de Colonia, para a DeutschlandRadio de Berlim e WDR em parceria com o músico Hermeto Pascoal, para a Radio Educacion do Mexico, Radio Cultura FM de São Paulo, entre outras. Fabricio Polido Ator e produtor, formado pela Universidade Estadual de Londrina – PR em Artes Cênicas, bacharel em Interpretação Teatral, cursou como aluno especial a disciplina de Mestrado "Imagens e Sentidos: um estudo comparativo entre o teatro e o cinema", pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UNIRIO e pertenceu no ano de 2005 ao Projeto Ateliê Coreográfico oferecido pelo Centro Coreográfico da cidade do Rio de Janeiro. Fez parte da equipe idealizadora, curadoria e produção do projeto “Dulcina Abre o Pano” – projeto vencedor do edital de ocupação FUNARTE/2013 do Teatro Dulcina – RJ e foi Coordenador de Projeto na temporada do Espaço Cultural Furnas – Eletrobrás e na circulação pelo nordeste do espetáculo “Os Sapos”, contemplado no Programa Petrobras de Cultura 2015/16. Também realizou a assistência de direção e coach de Michel Teló no musical “O Bem Sertanejo” e assistência de direção e diretor residente no musical “Zeca Pagodinho – uma história de amor ao samba”. Como Diretor de produção realizou a temporada e turnê do musical “Era uma vez... Grimm” e "MAKURU - um musical de ninar" de José Mauro Brant e Tim Rescala; tendo este último lhe rendido os prêmios de Melhor Direção de Produção no - IV Prêmio CEBTIJ de Teatro para Crianças e XII Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil. Como produtor realizou: Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens (FIL) - 2016 no Espaço Tom Jobim - RJ Mostra de Teatro Petrobrás - 2013 no SESC Ginástico – RJ Mostra de Teatro Petrobrás -2014 no Itaú Cultural - SP. Muito Além da Dança projeto vencedor do edital de ocupação FUNARTE/2015 do Teatro Cacilda Becker – RJ Vencedor na categoria de melhor ator coadjuvante na Mostra Cultural Paulista (1998) com o espetáculo “Madame Blavatsky” de Plínio Marcos e no Festival de Teatro do Rio (2009) com o espetáculo “Anjo Malaquias” da obra de Mario Quintana. ARTISTAS CONVIDADOS: HERMETO PASCOAL & GRUPO O alagoano de Lagoa da Canoa salta e dança no palco como se fosse um menino: multi-instrumentista, o mestre toca teclado, piano, flauta-baixo, escaleta, sanfona 8 baixos, porcos, chaleira, berrante e uma infinidade de instrumentos ao lado de seu lendário grupo, formação que mantém a mesma tradição desde os anos 70. Compositor compulsivo, compõe sem parar. Nos anos 90, para o projeto “Calendário do Som”, publicou uma música por dia que foram reunidas em um livro de 414 páginas lançando em 1999. Ao longo de sua carreira já lançou mais de 35 discos e participou de incontáveis gravações. Em 2007, Hermeto disponibilizou integralmente sua obra para gravação, dizendo “aproveitem bastante” aos músicos de todo o mundo. Reconhecido e adorado mundialmente por seu papel na história da música brasileira, por seu talento como instrumentista, arranjador, improvisador e compositor, Hermeto criou conceitos como música universal, cifragem universal, música da aura, música dos ferros e método do corpo presente. Com carreira que se iniciou em 1950, em Recife, no início dos anos 70 já ganhava fama internacional ao participar do disco “Live-Evil” de Miles Davis; na ocasião, Miles disse que Hermeto era “o músico mais impressionante do mundo”. Hermeto formou importantes grupos, entre eles o Quarteto Novo (1967) e o Brazilian Octopus (1969), além de ser reconhecido fora do país graças às apresentações e participações em grandes festivais, como o de Montreux (Suíça), em 1979, quando foi editado o álbum duplo Hermeto Pascoal Ao Vivo. “O bruxo" ou “O mago”, como o chamam, é considerado por boa parte dos músicos um dos maiores gênios em atividade na música mundial. Ao longo de sua carreira, Hermeto já adaptou muitos objetos como instrumentos musicais, como chaleiras, brinquedos de plástico, serrotes e latas, extraindo música boa de qualquer coisa. Compôs peças sinfônicas e excursiona frequentemente aos Estados Unidos e Europa, onde é muito popular. Em suas apresentações, o público é agraciado com grandes sucessos de sua carreira, além de improvisos em diversos instrumentos e objetos inusitados, de maneira interativa com a plateia. Neste show, o Grupo formado por Hermeto fica em evidência como uma espécie de “Nave Mãe” por onde passaram grandes instrumentistas da música brasileira, como Carlos Malta, Jovino Santos Neto, Nenê, Marcio Bahia, Vinicius Dorin, Heraldo do Monte, entre muitos outros. Atualmente, o Grupo é formado por Itiberê Zwarg (baixo), Jota P. (saxes e flautas), Fabio Pascoal (percussão), André Marques (piano) e Ajurinã Zwarg (bateria), além, é claro, de Hermeto Pascoal, o “campeão”! GRUPO BARBATUQUES São mais de 20 anos levando a música corporal pelo mundo e sempre surpreendendo o público com sua sonoridade única. A música corporal do Barbatuques alcançou grandes voos, não só nos palcos dos mais de 30 países que se apresentaram ao redor do mundo, mas foi além. Estão em trilhas sonoras de filmes como Rio 2, O Menino e o Mundo, Trash e Tropa de Elite, na publicidade (Nike, Heineken, Apple, Farm, vinheta final de ano Rede Globo, etc), jogos (Andry Birds) e séries para TV. A sonoridade do Barbatuques mostra uma sobreposição de estilos e estéticas, passando por baião, coco, samba, maracatu, rap, afoxé, funk, carimbó, toré indígena, choro, rock, beatbox, kecak e a música africana. São canções e músicas instrumentais que exploram a fonética, aspectos rítmicos, harmônicos e melódicos. CLARICE ASSAD Clarice Assad é compositora, pianista, arranjadora e cantora. Faz parte de uma família de músicos cuja contribuição para a cultura brasileira é de grande relevância: é filha de Sérgio Assad e sobrinha de Odair Assad. As composições de Clarice Assad incluem peças para uma variedade de instrumentações, incluindo obras para piano, violão, bem como um repertório para conjuntos de câmara e obras orquestrais. Embora os conjuntos para os quais escreve sejam sobretudo de música de concerto, sua composição tem sido fortemente influenciada pela música brasileira, Jazz e World Music. Suas obras orquestrais Nhanderú e Terra Brasilis, encomendadas e estreadas pela Orquestra Sinfônica de São Paulo, são bons exemplos de seu interesse pelas tradições musicais brasileiras. Clarice Assad contribuiu significativamente para o desenvolvimento do repertório do violão clássico, tendo escrito obras que vão desde solo a duo (Valsas do Rio) e quartetos como a peça Bluezilian, que se tornou uma referência no repertório de quartetos de violão. Obras maiores incluem três concertos: Álbum de Retratos, encomendado pela Orquestra de Câmara ProMusic para dois violões e orquestra, Saci-Pererê, para violão solo e orquestra de câmara, encomendado pela Fundação Harris e um Concerto para dois violões e orquestra de cordas, encomendado pelo Brazil Guitar Duo. FÁBIO CARAMURU Caramuru foi o último aluno brasileiro de Magda Tagliaferro, em Paris, com bolsa do governo francês, na década de 1980. Estreou como solista da OSESP, em 1977, tocando o Concerto para piano e instrumentos de sopro de Stravinsky, até então inédito no Brasil. Ganhou diversos prêmios no Brasil, destacando-se o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1991. Apresenta-se regularmente no Brasil, Estados Unidos, Ásia e Europa, em recitais solo e com orquestra. É mestre pela ECA–USP. Participou de diversos eventos comemorativos em razão dos 80 Anos do nascimento de Tom Jobim, tendo sido solista da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo– OSUSP, na Sala São Paulo, e da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, no Theatro São Pedro. É fundador e sócio da empresa Echo Promoções Artísticas. Como curador e produtor cultural vem organizando projetos em instituições como Fundação Magda Tagliaferro, Espaço Cultural Correios, Orquestra Sinfônica da USP, Caixa Cultural, Centro Cultural Banco do Brasil etc. Em unidades do CCBB, realizou os projetos “Divas” (2006), “Líricas & Populares” (2007) “Pocket Trilhas” (2008), e, em unidades da Caixa Cultural, os projetos “Concertos Magda Tagliaferro” (2011), “Nas trilhas da Atlântida” (2013), “Tom Jobim, 20 anos de saudade” (2014), “Virtuoses do piano brasileiro” (2015), “Concertos Afro-Brasileiros”, em parceria com a Professora Ligia F. Ferreira (2016) e “Tom Jobim Instrumental” (2019). Na música erudita, destacam-se: sua participação na gravação da obra “Das Lied von der Erde” de Gustav Mahler, em versão camerística de Arnold Schoenberg (Editora Algol); a realização do ciclo “Dichterliebe” opus 48 de Schumann, com o tenor Fernando Portari, na Sala São Paulo; recitais com repertório franco-brasileiro ao lado da cantora Magda Painno em São Paulo, na FMUSP, no SESC e em Belo Horizonte, no Palácio das Artes; solista da OSUSP no Concerto para dois pianos e orquestra de Poulenc, na Sala São Paulo, registrado pela TV Cultura; solista do Concerto para Piano e Instrumentos de Sopro de Stravinsky, com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sob regência de Ligia Amadio; solista do Concerto para piano de Ravel, com a Orquestra Sinfônica de Londrina, sob regência de Elena Herrera. Em abril de 2018, lançou o álbum “EcoMúsica | Aves”, em um concerto a Sala São Paulo, além do videoclipe “EcoMúsica | Bem-te-vi”. Em maio, o álbum foi lançado também no Japão pelo selo Flau. Lançou também os videoclipes “EcoMúsica | Harpia”, filmado nas Cataratas do Iguaçu, (tendo como convidado especial o dançarino Ismael Ivo), “EcoMúsica | Araras”, filmado no ‘Parque das Aves’, em Foz do Iguaçu. Lançou também o videoclipe “EcoMúsica | Hidorigamo”, tendo como convidada a ceramista Hideko Honma. Realizou, ainda, um concerto intitulado “EcoMúsica | Brasil-Japão”, no Auditório Ibirapuera, como parte das comemorações dos 110 Anos da Imigração Japonesa no Brasil. Recebeu o prêmio “Mestres da Criatividade”, concedido pelo portal “Catraca Livre”, pela realização do videoclipe “EcoMúsica | Harpia”. Em 2019, Fábio prossegue ampliando e divulgando o “Projeto EcoMúsica”, realizando concertos no SESC, Fundação Japão, bem como no Canadá, tendo sido convidado a celebrar o Quinto Aniversário do “Café & Cultura Toronto”, no mês de maio, naquela cidade.
PROJETO ARQUIVADO.