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PRONAC 192719Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense - 8ª edição

TEATRO EXPERIMENTAL DE ALTA FLORESTA
Solicitado
R$ 250,0 mil
Aprovado
R$ 250,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MT
Município
Alta Floresta
Início
2019-10-08
Término
2022-12-31
Locais de realização (5)
Alta Floresta Mato GrossoApiacás Mato GrossoGuarantã do Norte Mato GrossoParanaíta Mato GrossoPeixoto de Azevedo Mato Grosso

Resumo

O projeto visa a realização de mais uma edição do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense, criado e mantido pelo Teatro Experimental de Alta Floresta (TEAF) em cinco cidades localizadas no extremo norte de Mato Grosso e que integram o ‘Portal da Amazônia’ com uma programação abrangendo: apresentações de espetáculos teatrais (para público adulto e infância e juventude); Tertúlia Teatral (momentos de trocas, intercâmbio, debates e conversas com os grupos participantes) e realização de oficinas diversas no campo das Artes Cênicas.

Sinopse

No que tange à classificação indicativa do festival, não é possível informar neste momento, uma vez que os espetáculos que comporão a programação serão selecionados por um curador e, dentre eles, poderão ser selecionados espetáculos com classificação indicativa diversa. Enquanto proponentes do projeto, asseguramos que a classificação indicativa de cada espetáculos será divulgada previamente para o público, além de se fazer constar no materiais gráficos a serem produzidos para o evento. Os ambientes também estarão sinalizados com informações referentes à classificação indicativa da atividade a ser realizada. As oficinas (Contrapartida Social) que serão realizadas no festival serão definidas durante a fase de produção, não sendo possível apresentar neste momento informações sobre conteúdo programático. Obs - Todas as oficinas terão ao menos 6 horas de duração.

Objetivos

GERAL Oportunizar ao público a fruição de espetáculos de teatro em cinco cidades localizadas no norte de Mato Grosso e que compõem o chamado ‘Portal da Amazônia’ a saber: Alta Floresta, Paranaíta, Apiacás, Guarantã do Norte e Peixoto de Azevedo, através da realização da oitava edição do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Promover 12 apresentações de espetáculos visando a valorização e a difusão do panorama das produções teatrais pela Amazônia Mato-grossense, que desenvolvam temáticas regionais e demais abordagens de assuntos de enfoque nacional e universal, buscando despertar o interesse da população pela produção cultura, ampliando desta forma a democratização do acesso à cultura;• Promover 06 oficinas no campo de Artes Cênicas (Contrapartida Social) voltado para artistas e público em geral, com intuito de revelar e experienciar os vários elementos e procedimentos técnicos da área; • Estimular e contribuir com a reflexão sobre as formas de produção, gestão de Grupos/Cias teatrais e seus processos artísticos através da realização de 06 Tertúlias Teatrais;

Justificativa

Desde 2006 o Teatro Experimental de Alta Floresta (TEAF) incorporou em suas atividades a realização do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense e a cada edição o evento tem se tornado mais importante. Notadamente por conta de seu caráter integrador entre grupos e artistas. Afora a singular necessidade e importância dos festivais como espaço de acesso e fruição de espetáculos por parte do público, assim como seu papel na formação de público/plateia, o TEAF tem no Festival uma forma de proporcionar o encontro para o compartilhamento de técnicas, intercâmbio entre grupos e construção de redes de relações. O Festival tem chamado atenção de importantes nomes do teatro brasileiro justamente por ter como um de seus princípios norteadores, a de ser um espaço de encontros.Na última edição do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense, realizado na sede do Grupo, o Ponto de Cultura Espaço Cultural TEAF no ano de 2016, e integrando a programação do Circuito de Festivais de Teatro de Mato Grosso, houve resultados animadores. A aprovação do evento por parte do público foi de 98%; 23 empresas, instituições e ou pessoas físicas somaram ao evento com patrocínios, colaborações, parcerias, doação de serviços e mão de obra. Com destaque para o Governo do Estado através da Secretaria de Estado de Cultura, que tem extraordinária presença nos festivais. Destaca-se também a quantidade de artistas envolvidos de forma direta no último projeto, sendo mais de 40 artistas (6 grupos e 11 apresentações) e um revelador potencial para ampliar a presença de produções internacionais na programação.Neste último aspecto, reforçamos a afirmação de Guillermo Heras, em artigo publicado no site ‘Observatório dos Festivais’, o qual ressalta: (…) festivais que queiram transcender as suas fronteiras para apostar numa certa "glocalidade", ou seja, que essa dialética tão interessante que produz possa mostrar as criações que determinam a identidade do nosso entorno para contrastá-las com aquelas que vêm de qualquer parte do mundo. Disso, vem a ideia de manifestar uma característica de interculturalidade que, alheia a qualquer tentação de exotismo, pudesse se transformar em uma atitude na qual os festivais fossem verdadeiros artífices de INTERCÂMBIO E INTEGRAÇÃO. Afirmação que reforça o sonho do TEAF em "transformar a visão das pessoas para a sensibilidade artística por meio do teatro". Estimulando o Grupo a investir na realização de mais uma edição do Festival de Teatro em busca de ampliar o número de público, grupos, artistas e abrangência do próprio festival no território da Amazônia Mato-grossense.Também chamamos atenção para a observação do disposto na própria Constituição Federal de 1988, na qual são reconhecidos os direitos culturais dos cidadãos brasileiros para a fruição de bens culturais, produção e debate acerca da cultura e da arte. Neste sentido, o Festival de Teatro configura-se como uma ação de grande importância no cumprimento, por parte do TEAF, de seu dever enquanto entidade artístico-cultural reconhecida como utilidade pública nos níveis estadual e municipal.A realização de eventos de abrangência nacional é a forma menos onerosa de propiciar a fruição cultural e o debate entre diferentes grupos e companhias com o público de forma geral. Além de promover o acesso e fruição teatral a ações formativas, debates e outras atividades desenvolvidas durante o evento, é essencial para a participação de atores sociais indiretamente ligados ao teatro. Estimula o turismo regional, contribui com o comércio local por meio dos pagamentos dos diversos serviços, isto é, a economia criativa torna-se impulsionadora de outros nichos da economia local. A realização dos eventos como o Festival, além de contribuir com a divulgação positiva da cidade e do próprio Estado, tem se caracterizado como ação estratégica para o desenvolvimento da cultura nacional, estimulado a criação de caminhos alternativos para difusão, fruição de bens culturais e formação de plateia e público para o teatro brasileiro e, sobretudo, a valorização da própria produção teatral de nosso Estado.O histórico das edições anteriores do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense apontam para a importância que o público dá às ações desta natureza e revelam o quanto as pessoas valorizam e avaliam positivamente a realização de tais eventos, fatores que se convertem, também de forma positiva, aos apoiadores das ações culturais dirigidas às comunidades locais. O Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense, cuja programação é composta de várias ações que se desdobram num espectro de inserções sociais e promoção da cultura, o evento proporciona: espaços para intercâmbios; compartilhamentos de processos; relatos de experiências e diálogos entre os Grupos/Cias teatrais; proporciona possibilidades de intercâmbios e diálogos entre artistas locais e os Grupos/Cias participantes do Festival, por meio da Tertúlia Teatral; além de fomentar espaço de reflexão do fazer artístico teatral e de relações com o outro, com o ambiente e suas formas de vida são algumas das dimensões a serem alcançadas pelo projeto.O sucesso da realização do projeto nas edições anteriores, aliado à necessidade de promoções no âmbito da cultura regional, somado à evolução de diversas ações em prol da estruturação permanente na área, avalia e dá credibilidade para a continuidade do projeto, e agora propondo o seu crescimento para outras cidades do estado de Mato Grosso, considerando o quanto de retorno que oferece à comunidade, aos investidores, à cultura, ao turismo e à sociedade de uma forma geral, com geração de emprego e renda e, excelente opção de lazer cultural.Essa edição contará com a programação fixa no município sede _ Alta Floresta e também com programação itinerante por quatro cidades (Apiacás, Paranaíta, Peixoto de Azevedo e Guarantã do Norte) localizadas no extremo norte de Mato Grosso e com divisa territorial com o estado do Pará, todas integrando o chamado ‘Portal da Amazônia’, cujas populações somadas ultrapassam 150 mil pessoas. Paranaíta e Apiacás, a oeste de Alta Floresta, são municípios diretamente influenciados pela implementação de usinas hidrelétricas pela bacia do Rio Teles Pires. Já Guarantã do Norte e Peixoto de Azevedo, localizadas ao leste de Alta Floresta, são cortados pela BR-163 que conecta os estados de Mato Grosso e Pará. Devido o modelo de colonização dos cinco municípios e também da atual modelo econômico, a formação populacional é diversa e carente de ações culturais permanentes. Neste sentido, a programação destinada a esses municípios, permitirá que tais populações tenham conhecimento e contato com obras teatrais tanto do Estado de Mato Grosso como de outras regiões, promovendo o acesso à cultura, gerando oportunidades para novas plateias, ampliando o contato à cultura brasileira. Assim sendo, podemos afirmar que o Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense transforma-se numa peça fundamental na engrenagem cultural do Estado de Mato Grosso. O Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense - 8ª edição se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV -­ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII ­- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX ­ priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres

Estratégia de execução

OUTRAS AÇÕES Pesquisa de satisfação de públicoSerá uma ação de pesquisa por amostragem, onde as impressões do público quanto aos espetáculos, ações desenvolvidas e o festival como um todo serão evidenciadas. Serão obtidos dados que permitirão observar o perfil do público, avaliação popular da programação, divulgação, opiniões sobre o evento e sua relevância e servir de instrumento para pensar e planejar futuras edições. Além dos públicos participantes nas ações proporcionadas pelo Festival nas 5 cidades, os artistas convidados (atores, atrizes, diretores, palestrantes etc.) serão convidados a contribuírem com a pesquisa. Deste público-alvo em específico serão obtidas informações como: perfil dos participantes, avaliações da organização, programação, estrutura ofertada e também de impressões sobre a cidade e sua receptividade, o que poderá ser útil aos setores que atuam na área do turismo, especialmente conselhos e órgãos do setor. Os resultados serão apresentados em artigo a ser publicado em formato digital, mediante sua disponibilização no site do TEAF (www.teatroexperimental.com.br). Além de auxiliar o TEAF em outras ações, também contribuirá com o processo de reflexão sobre o papel dos festivais e políticas de valorização de eventos nesse formato que abrange vários municípios..

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

De acordo com as leis que regulamentam a democratização de acesso, objetivamos promover a igualdade de oportunidades ao acesso e fruição de bens, produtos e serviços culturais. Neste sentido tomaremos as seguintes medidas:APRESENTAÇÕESAcessibilidade Física- Todas as atividades (festival) serão realizadas em locais que possuam acesso aos idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assim definidos em legislação específica e de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Acessibilidade de conteúdo Visual, auditiva e cognitiva- Nos materiais de divulgação serão informados os instrumentos de acessibilidade disponibilizados pelo evento.- Interpretação em Libras em dois espetáculos durante o festival;- Visita tátil guiada em dois espetáculos durante o festival;OFICINAS (CONTRAPARTIDA SOCIAL)Acessibilidade Física- Todos os workshops/oficinas serão realizados em locais que possuam acesso aos idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assim definidos em legislação específica e de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009.Acessibilidade de conteúdo Visual, auditiva e cognitiva- Será disponibilizado um tradutor de LIBRAS nas oficinas que estiverem inscritas pessoas com tais necessidades;- Será disponibilizado um Narrador de Audiodescrição nas oficinas que estiverem inscritas pessoas com tais necessidades;- Nos materiais de divulgação serão informados os instrumentos de acessibilidade disponibilizados pelo evento.TERTÚLIA TEATRALAcessibilidade Física- Todas os encontros da Tertúlia Teatral serão realizados em locais que possuam acesso aos idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assim definidos em legislação específica e de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009.Acessibilidade de conteúdo Visual, auditiva e cognitiva- Nos materiais de divulgação serão informados os instrumentos de acessibilidade disponibilizados pelo evento.- Será disponibilizado um tradutor de LIBRAS nas atividades, conforme necessidade.- Será disponibilizado um Narrador de Audiodescrição nas atividades, conforme necessidade.

Democratização do acesso

O Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense – 8ª edição tem o objetivo de estimular e popularizar do teatro com vistas à formação de plateia e proporcionando o acesso da população por meio de programação diversa e gratuita. O Festival, em respeito das exigências legais de ampliação de acesso informa que adotará as seguintes medidas durante a execução deste projeto:APRESENTAÇÕES:1. Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;2. Permitir a captação de imagens dos espetáculos, bem como as demais atividades desenvolvidas em respeito ao Art. 21, IV da IN 2/2019;TERTÚLIAS TEATRAIS:1. Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, em respeito ao Art. 21, V da IN 02/2019;2. Permitir a captação de imagens dos espetáculos, bem como as demais atividades desenvolvidas em respeito ao Art. 21, IV da IN 2/2019;

Ficha técnica

Coordenação Geral – Cassiane Leite de Carvalho Tibúrcio Coordenação de Programação - Ronaldo Adriano Freitas Lima Direção de Produção – Elenor Cecon Júnior Coordenador das Oficinas – Angélica Müller Programador de espetáculos – A definir Assistentes de produção – A definir Oficineiros – A definir Técnicos – A definir Assessoria de Imprensa – A definir A presidente do Teatro Experimental de Alta Floresta (proponente), Cassiane Leite de Carvalho Tibúrcio, cujo currículo encontra-se abaixo realizará a função de Coordenador Geral, sendo também a responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Por questões estatutárias a mesma realizada a função de forma voluntária. CURRÍCULOSCASSIANE LEITE - Atriz, bailarina e coreógrafa, nascida em 1987, natural de Alta Floresta-MT. Membro do Teatro Experimental de Alta Floresta (TEAF) desde 2008, atua/atuou nos seguintes espetáculos: “Todo Mês Sangra” (2017). Direção de Clodoaldo Arruda (Cuiabá-MT) – EM CARTAZ; “Dom Quixote” (2008). Direção de Horácio Manuel (Portugal) – EM CARTAZ; “A Santa Joana dos Matadouros” (2012). Direção de José Regino (Brasília-DF); “Água! Água!” (2012). Direção de Teatro Experimental de Alta Floresta (Mato Grosso); “Auto da Paz” (2010). Direção de Ronaldo Adriano (Alta Floresta-MT); “O Morto Vivo” (2007). Direção de Valdir Júnior (Alta Floresta-MT); “O Príncipe do Egito” (2006). Direção de Valdir Júnior (Alta Floresta-MT).RONALDO ADRIANO - Ator e diretor, nascido em 1977, natural de Nova Xavantina/MT. DRT/MT nº 193, graduado em Ciências Biológicas. É membro do Teatro Experimental de Alta Floresta (TEAF) desde 1991. Atualmente compõe o elenco do espetáculo ‘concreto CONTRA-FLECHA’. Também atuou nos espetáculos “A Santa Joana dos Matadouros” (2012) e “Dom Quixote” (2008), ambos do TEAF. No teatro já atuou como ator, diretor ou técnico em 23 espetáculos do TEAF, sendo “Saga, Caminhos e Caminhantes” (diretor e dramaturgia)- 2010; “Problema Nosso (ator) – 2007; “Auto dos Tributos: o Diabo Também é Justo” (ator e diretor) – 2006; “Batéia” (ator) – 2006; “Édipo Rei” (ator) – 2005; “A Filha da...” (ator) – 2003; “Vote em Mim” (ator) – 2002; “Check Up” (ator) – 2001; “A Incrível Viagem” (Diretor, sonoplasta e iluminador) – 2001; “A Paixão de Cristo” (ator) – 2000, 2001 e 2002; “Minha Nora Inglesa (ator e diretor) – 1999; “O Pecado Imortal” (ator)– 1998; “Tem Bicho na Boca do Rei” (ator) – 1998; “A História do Juiz (ator) – 1997; “Fragmentos de Vida” – 1996; “Maria Minhoca” (ator) – 1996; “Deus Lhe Pague” (figurante) – 1995; “O Pequeno Príncipe (ator) – 1995; “O Caso dos Pirilampinhos (ator) – 1994; “O Rei Solimão e a Rainha de Jabá (ator); e “Flicts” (ator) – 1992 e 1994. Na área do audiovisual é realizador dos curtametragens documentário “Sementes do Portal” (direção fotografia e roteiro) – 2013; documentário “SISCOS – uma outra economia acontece” (direção e fotografia) – 2012; “Vestígios do Tempo” (direção e roteiro) – 2009; “Por um Risco” (direção e roteiro) – 2008; “Consequências” (direção e roteiro) – 2007; e Documentário longa-metragem “Doc TEAF 15 anos” (assistente de direção) – 2003.ELENOR CECON JÚNIOR - Formado em Administração com especialização em Gestão Cultural, desde 1996 atua no setor cultural. Foi tutor EAD do Programa de Capacitação em Gestão Cultural e Empreendimentos Criativos - MinC/SENAC-DF e do Programa de Capacitação de Gestores Culturais do Centro-Oeste MinC/UnB. Já participou de intercâmbios internacionais: Micsul 2016 (Bogotá-Colômbia); Santiago a Mil 2015 (Santiago-Chile); 4º Kugoma (2013 - Maputo/Moçambique) e Platform 11+ (2010 - Lisboa/Portugal). É atual produtor da Cia. Carne Agonizante de Dança, Cia. Diversidança e Núcleo Vinícius Piedade, ambos em São Paulo; do Teatro Experimental de Alta Floresta/MT e Território Sirius Teatro de Salvador/BA. Gestor financeiro do Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo. Foi Gestor Financeiro da Cooperativa Paulista de Dança de 2013 à 2017. ANGÉLICA MÜLLER - Atriz nascida em 1988, natural de Alta Floresta, graduada em Ciências Biológicas e mestra em Pós-graduação em Biodiversidade e Agrossistemas Amazônicos (PPGBioAgro). É membra do Teatro Experimental de Alta Floresta (TEAF) desde 2003. Como atriz atualmente compõe o elenco do espetáculo ‘concreto CONTRA-FLECHA’. Também atuou nos espetáculos “A Santa Joana dos Matadouros” (2012) e “Dom Quixote” (2008), ambos do TEAF. Já atuou nos espetáculos “Auto dos Tributos: o Diabo também é justo” (2007); “Problema Nosso” (2007); “Sassá: onça” (2006); “Batéia” (2006); “Os Saltimbancos” (2006); e “Fragmentos de Vida” (2004). Em 2009 protagonizou o filme curtametragem “Vestígios do Tempo”, do diretor Ronaldo Adriano.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.