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O projeto visa a realização de mais uma edição do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense, criado e mantido pelo Teatro Experimental de Alta Floresta (TEAF) em cinco cidades localizadas no extremo norte de Mato Grosso e que integram o ‘Portal da Amazônia’ com uma programação abrangendo: apresentações de espetáculos teatrais (para público adulto e infância e juventude); Tertúlia Teatral (momentos de trocas, intercâmbio, debates e conversas com os grupos participantes) e realização de oficinas diversas no campo das Artes Cênicas.
No que tange à classificação indicativa do festival, não é possível informar neste momento, uma vez que os espetáculos que comporão a programação serão selecionados por um curador e, dentre eles, poderão ser selecionados espetáculos com classificação indicativa diversa. Enquanto proponentes do projeto, asseguramos que a classificação indicativa de cada espetáculos será divulgada previamente para o público, além de se fazer constar no materiais gráficos a serem produzidos para o evento. Os ambientes também estarão sinalizados com informações referentes à classificação indicativa da atividade a ser realizada. As oficinas (Contrapartida Social) que serão realizadas no festival serão definidas durante a fase de produção, não sendo possível apresentar neste momento informações sobre conteúdo programático. Obs - Todas as oficinas terão ao menos 6 horas de duração.
GERAL Oportunizar ao público a fruição de espetáculos de teatro em cinco cidades localizadas no norte de Mato Grosso e que compõem o chamado ‘Portal da Amazônia’ a saber: Alta Floresta, Paranaíta, Apiacás, Guarantã do Norte e Peixoto de Azevedo, através da realização da oitava edição do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Promover 12 apresentações de espetáculos visando a valorização e a difusão do panorama das produções teatrais pela Amazônia Mato-grossense, que desenvolvam temáticas regionais e demais abordagens de assuntos de enfoque nacional e universal, buscando despertar o interesse da população pela produção cultura, ampliando desta forma a democratização do acesso à cultura;• Promover 06 oficinas no campo de Artes Cênicas (Contrapartida Social) voltado para artistas e público em geral, com intuito de revelar e experienciar os vários elementos e procedimentos técnicos da área; • Estimular e contribuir com a reflexão sobre as formas de produção, gestão de Grupos/Cias teatrais e seus processos artísticos através da realização de 06 Tertúlias Teatrais;
Desde 2006 o Teatro Experimental de Alta Floresta (TEAF) incorporou em suas atividades a realização do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense e a cada edição o evento tem se tornado mais importante. Notadamente por conta de seu caráter integrador entre grupos e artistas. Afora a singular necessidade e importância dos festivais como espaço de acesso e fruição de espetáculos por parte do público, assim como seu papel na formação de público/plateia, o TEAF tem no Festival uma forma de proporcionar o encontro para o compartilhamento de técnicas, intercâmbio entre grupos e construção de redes de relações. O Festival tem chamado atenção de importantes nomes do teatro brasileiro justamente por ter como um de seus princípios norteadores, a de ser um espaço de encontros.Na última edição do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense, realizado na sede do Grupo, o Ponto de Cultura Espaço Cultural TEAF no ano de 2016, e integrando a programação do Circuito de Festivais de Teatro de Mato Grosso, houve resultados animadores. A aprovação do evento por parte do público foi de 98%; 23 empresas, instituições e ou pessoas físicas somaram ao evento com patrocínios, colaborações, parcerias, doação de serviços e mão de obra. Com destaque para o Governo do Estado através da Secretaria de Estado de Cultura, que tem extraordinária presença nos festivais. Destaca-se também a quantidade de artistas envolvidos de forma direta no último projeto, sendo mais de 40 artistas (6 grupos e 11 apresentações) e um revelador potencial para ampliar a presença de produções internacionais na programação.Neste último aspecto, reforçamos a afirmação de Guillermo Heras, em artigo publicado no site ‘Observatório dos Festivais’, o qual ressalta: (…) festivais que queiram transcender as suas fronteiras para apostar numa certa "glocalidade", ou seja, que essa dialética tão interessante que produz possa mostrar as criações que determinam a identidade do nosso entorno para contrastá-las com aquelas que vêm de qualquer parte do mundo. Disso, vem a ideia de manifestar uma característica de interculturalidade que, alheia a qualquer tentação de exotismo, pudesse se transformar em uma atitude na qual os festivais fossem verdadeiros artífices de INTERCÂMBIO E INTEGRAÇÃO. Afirmação que reforça o sonho do TEAF em "transformar a visão das pessoas para a sensibilidade artística por meio do teatro". Estimulando o Grupo a investir na realização de mais uma edição do Festival de Teatro em busca de ampliar o número de público, grupos, artistas e abrangência do próprio festival no território da Amazônia Mato-grossense.Também chamamos atenção para a observação do disposto na própria Constituição Federal de 1988, na qual são reconhecidos os direitos culturais dos cidadãos brasileiros para a fruição de bens culturais, produção e debate acerca da cultura e da arte. Neste sentido, o Festival de Teatro configura-se como uma ação de grande importância no cumprimento, por parte do TEAF, de seu dever enquanto entidade artístico-cultural reconhecida como utilidade pública nos níveis estadual e municipal.A realização de eventos de abrangência nacional é a forma menos onerosa de propiciar a fruição cultural e o debate entre diferentes grupos e companhias com o público de forma geral. Além de promover o acesso e fruição teatral a ações formativas, debates e outras atividades desenvolvidas durante o evento, é essencial para a participação de atores sociais indiretamente ligados ao teatro. Estimula o turismo regional, contribui com o comércio local por meio dos pagamentos dos diversos serviços, isto é, a economia criativa torna-se impulsionadora de outros nichos da economia local. A realização dos eventos como o Festival, além de contribuir com a divulgação positiva da cidade e do próprio Estado, tem se caracterizado como ação estratégica para o desenvolvimento da cultura nacional, estimulado a criação de caminhos alternativos para difusão, fruição de bens culturais e formação de plateia e público para o teatro brasileiro e, sobretudo, a valorização da própria produção teatral de nosso Estado.O histórico das edições anteriores do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense apontam para a importância que o público dá às ações desta natureza e revelam o quanto as pessoas valorizam e avaliam positivamente a realização de tais eventos, fatores que se convertem, também de forma positiva, aos apoiadores das ações culturais dirigidas às comunidades locais. O Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense, cuja programação é composta de várias ações que se desdobram num espectro de inserções sociais e promoção da cultura, o evento proporciona: espaços para intercâmbios; compartilhamentos de processos; relatos de experiências e diálogos entre os Grupos/Cias teatrais; proporciona possibilidades de intercâmbios e diálogos entre artistas locais e os Grupos/Cias participantes do Festival, por meio da Tertúlia Teatral; além de fomentar espaço de reflexão do fazer artístico teatral e de relações com o outro, com o ambiente e suas formas de vida são algumas das dimensões a serem alcançadas pelo projeto.O sucesso da realização do projeto nas edições anteriores, aliado à necessidade de promoções no âmbito da cultura regional, somado à evolução de diversas ações em prol da estruturação permanente na área, avalia e dá credibilidade para a continuidade do projeto, e agora propondo o seu crescimento para outras cidades do estado de Mato Grosso, considerando o quanto de retorno que oferece à comunidade, aos investidores, à cultura, ao turismo e à sociedade de uma forma geral, com geração de emprego e renda e, excelente opção de lazer cultural.Essa edição contará com a programação fixa no município sede _ Alta Floresta e também com programação itinerante por quatro cidades (Apiacás, Paranaíta, Peixoto de Azevedo e Guarantã do Norte) localizadas no extremo norte de Mato Grosso e com divisa territorial com o estado do Pará, todas integrando o chamado ‘Portal da Amazônia’, cujas populações somadas ultrapassam 150 mil pessoas. Paranaíta e Apiacás, a oeste de Alta Floresta, são municípios diretamente influenciados pela implementação de usinas hidrelétricas pela bacia do Rio Teles Pires. Já Guarantã do Norte e Peixoto de Azevedo, localizadas ao leste de Alta Floresta, são cortados pela BR-163 que conecta os estados de Mato Grosso e Pará. Devido o modelo de colonização dos cinco municípios e também da atual modelo econômico, a formação populacional é diversa e carente de ações culturais permanentes. Neste sentido, a programação destinada a esses municípios, permitirá que tais populações tenham conhecimento e contato com obras teatrais tanto do Estado de Mato Grosso como de outras regiões, promovendo o acesso à cultura, gerando oportunidades para novas plateias, ampliando o contato à cultura brasileira. Assim sendo, podemos afirmar que o Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense transforma-se numa peça fundamental na engrenagem cultural do Estado de Mato Grosso. O Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense - 8ª edição se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres
OUTRAS AÇÕES Pesquisa de satisfação de públicoSerá uma ação de pesquisa por amostragem, onde as impressões do público quanto aos espetáculos, ações desenvolvidas e o festival como um todo serão evidenciadas. Serão obtidos dados que permitirão observar o perfil do público, avaliação popular da programação, divulgação, opiniões sobre o evento e sua relevância e servir de instrumento para pensar e planejar futuras edições. Além dos públicos participantes nas ações proporcionadas pelo Festival nas 5 cidades, os artistas convidados (atores, atrizes, diretores, palestrantes etc.) serão convidados a contribuírem com a pesquisa. Deste público-alvo em específico serão obtidas informações como: perfil dos participantes, avaliações da organização, programação, estrutura ofertada e também de impressões sobre a cidade e sua receptividade, o que poderá ser útil aos setores que atuam na área do turismo, especialmente conselhos e órgãos do setor. Os resultados serão apresentados em artigo a ser publicado em formato digital, mediante sua disponibilização no site do TEAF (www.teatroexperimental.com.br). Além de auxiliar o TEAF em outras ações, também contribuirá com o processo de reflexão sobre o papel dos festivais e políticas de valorização de eventos nesse formato que abrange vários municípios..
Não se aplica.
De acordo com as leis que regulamentam a democratização de acesso, objetivamos promover a igualdade de oportunidades ao acesso e fruição de bens, produtos e serviços culturais. Neste sentido tomaremos as seguintes medidas:APRESENTAÇÕESAcessibilidade Física- Todas as atividades (festival) serão realizadas em locais que possuam acesso aos idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assim definidos em legislação específica e de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Acessibilidade de conteúdo Visual, auditiva e cognitiva- Nos materiais de divulgação serão informados os instrumentos de acessibilidade disponibilizados pelo evento.- Interpretação em Libras em dois espetáculos durante o festival;- Visita tátil guiada em dois espetáculos durante o festival;OFICINAS (CONTRAPARTIDA SOCIAL)Acessibilidade Física- Todos os workshops/oficinas serão realizados em locais que possuam acesso aos idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assim definidos em legislação específica e de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009.Acessibilidade de conteúdo Visual, auditiva e cognitiva- Será disponibilizado um tradutor de LIBRAS nas oficinas que estiverem inscritas pessoas com tais necessidades;- Será disponibilizado um Narrador de Audiodescrição nas oficinas que estiverem inscritas pessoas com tais necessidades;- Nos materiais de divulgação serão informados os instrumentos de acessibilidade disponibilizados pelo evento.TERTÚLIA TEATRALAcessibilidade Física- Todas os encontros da Tertúlia Teatral serão realizados em locais que possuam acesso aos idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assim definidos em legislação específica e de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009.Acessibilidade de conteúdo Visual, auditiva e cognitiva- Nos materiais de divulgação serão informados os instrumentos de acessibilidade disponibilizados pelo evento.- Será disponibilizado um tradutor de LIBRAS nas atividades, conforme necessidade.- Será disponibilizado um Narrador de Audiodescrição nas atividades, conforme necessidade.
O Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense – 8ª edição tem o objetivo de estimular e popularizar do teatro com vistas à formação de plateia e proporcionando o acesso da população por meio de programação diversa e gratuita. O Festival, em respeito das exigências legais de ampliação de acesso informa que adotará as seguintes medidas durante a execução deste projeto:APRESENTAÇÕES:1. Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;2. Permitir a captação de imagens dos espetáculos, bem como as demais atividades desenvolvidas em respeito ao Art. 21, IV da IN 2/2019;TERTÚLIAS TEATRAIS:1. Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, em respeito ao Art. 21, V da IN 02/2019;2. Permitir a captação de imagens dos espetáculos, bem como as demais atividades desenvolvidas em respeito ao Art. 21, IV da IN 2/2019;
Coordenação Geral – Cassiane Leite de Carvalho Tibúrcio Coordenação de Programação - Ronaldo Adriano Freitas Lima Direção de Produção – Elenor Cecon Júnior Coordenador das Oficinas – Angélica Müller Programador de espetáculos – A definir Assistentes de produção – A definir Oficineiros – A definir Técnicos – A definir Assessoria de Imprensa – A definir A presidente do Teatro Experimental de Alta Floresta (proponente), Cassiane Leite de Carvalho Tibúrcio, cujo currículo encontra-se abaixo realizará a função de Coordenador Geral, sendo também a responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Por questões estatutárias a mesma realizada a função de forma voluntária. CURRÍCULOSCASSIANE LEITE - Atriz, bailarina e coreógrafa, nascida em 1987, natural de Alta Floresta-MT. Membro do Teatro Experimental de Alta Floresta (TEAF) desde 2008, atua/atuou nos seguintes espetáculos: “Todo Mês Sangra” (2017). Direção de Clodoaldo Arruda (Cuiabá-MT) – EM CARTAZ; “Dom Quixote” (2008). Direção de Horácio Manuel (Portugal) – EM CARTAZ; “A Santa Joana dos Matadouros” (2012). Direção de José Regino (Brasília-DF); “Água! Água!” (2012). Direção de Teatro Experimental de Alta Floresta (Mato Grosso); “Auto da Paz” (2010). Direção de Ronaldo Adriano (Alta Floresta-MT); “O Morto Vivo” (2007). Direção de Valdir Júnior (Alta Floresta-MT); “O Príncipe do Egito” (2006). Direção de Valdir Júnior (Alta Floresta-MT).RONALDO ADRIANO - Ator e diretor, nascido em 1977, natural de Nova Xavantina/MT. DRT/MT nº 193, graduado em Ciências Biológicas. É membro do Teatro Experimental de Alta Floresta (TEAF) desde 1991. Atualmente compõe o elenco do espetáculo ‘concreto CONTRA-FLECHA’. Também atuou nos espetáculos “A Santa Joana dos Matadouros” (2012) e “Dom Quixote” (2008), ambos do TEAF. No teatro já atuou como ator, diretor ou técnico em 23 espetáculos do TEAF, sendo “Saga, Caminhos e Caminhantes” (diretor e dramaturgia)- 2010; “Problema Nosso (ator) – 2007; “Auto dos Tributos: o Diabo Também é Justo” (ator e diretor) – 2006; “Batéia” (ator) – 2006; “Édipo Rei” (ator) – 2005; “A Filha da...” (ator) – 2003; “Vote em Mim” (ator) – 2002; “Check Up” (ator) – 2001; “A Incrível Viagem” (Diretor, sonoplasta e iluminador) – 2001; “A Paixão de Cristo” (ator) – 2000, 2001 e 2002; “Minha Nora Inglesa (ator e diretor) – 1999; “O Pecado Imortal” (ator)– 1998; “Tem Bicho na Boca do Rei” (ator) – 1998; “A História do Juiz (ator) – 1997; “Fragmentos de Vida” – 1996; “Maria Minhoca” (ator) – 1996; “Deus Lhe Pague” (figurante) – 1995; “O Pequeno Príncipe (ator) – 1995; “O Caso dos Pirilampinhos (ator) – 1994; “O Rei Solimão e a Rainha de Jabá (ator); e “Flicts” (ator) – 1992 e 1994. Na área do audiovisual é realizador dos curtametragens documentário “Sementes do Portal” (direção fotografia e roteiro) – 2013; documentário “SISCOS – uma outra economia acontece” (direção e fotografia) – 2012; “Vestígios do Tempo” (direção e roteiro) – 2009; “Por um Risco” (direção e roteiro) – 2008; “Consequências” (direção e roteiro) – 2007; e Documentário longa-metragem “Doc TEAF 15 anos” (assistente de direção) – 2003.ELENOR CECON JÚNIOR - Formado em Administração com especialização em Gestão Cultural, desde 1996 atua no setor cultural. Foi tutor EAD do Programa de Capacitação em Gestão Cultural e Empreendimentos Criativos - MinC/SENAC-DF e do Programa de Capacitação de Gestores Culturais do Centro-Oeste MinC/UnB. Já participou de intercâmbios internacionais: Micsul 2016 (Bogotá-Colômbia); Santiago a Mil 2015 (Santiago-Chile); 4º Kugoma (2013 - Maputo/Moçambique) e Platform 11+ (2010 - Lisboa/Portugal). É atual produtor da Cia. Carne Agonizante de Dança, Cia. Diversidança e Núcleo Vinícius Piedade, ambos em São Paulo; do Teatro Experimental de Alta Floresta/MT e Território Sirius Teatro de Salvador/BA. Gestor financeiro do Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo. Foi Gestor Financeiro da Cooperativa Paulista de Dança de 2013 à 2017. ANGÉLICA MÜLLER - Atriz nascida em 1988, natural de Alta Floresta, graduada em Ciências Biológicas e mestra em Pós-graduação em Biodiversidade e Agrossistemas Amazônicos (PPGBioAgro). É membra do Teatro Experimental de Alta Floresta (TEAF) desde 2003. Como atriz atualmente compõe o elenco do espetáculo ‘concreto CONTRA-FLECHA’. Também atuou nos espetáculos “A Santa Joana dos Matadouros” (2012) e “Dom Quixote” (2008), ambos do TEAF. Já atuou nos espetáculos “Auto dos Tributos: o Diabo também é justo” (2007); “Problema Nosso” (2007); “Sassá: onça” (2006); “Batéia” (2006); “Os Saltimbancos” (2006); e “Fragmentos de Vida” (2004). Em 2009 protagonizou o filme curtametragem “Vestígios do Tempo”, do diretor Ronaldo Adriano.
PROJETO ARQUIVADO.