| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 02750988000131 | Termo Norte - Energia Ltda | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
CIRCO NO CINEMA _ produção de média-metragem (documentário, 26 min, alta definicao), sobre artistas circenses (palhaços) que ao longo dos últimos 10 (dez) anos, acompanharam as atividades itinerantes do CINEAMAZÔNIA (Festival de Cinema Ambiental), com espetáculos lúdicos, junto as comunidades na Amazônia. A abordagem cinematográfica se propõe a contar historias do universo e trajetória desses artistas e da descoberta de um público diverso, no vasto território da Floresta.
ARGUMENTO DO FILME: O CIRCO NO CINEMA CIRCO NO CINEMA é uma produção fílmica, com conteúdo inédito e num formato original, que se propõe a contar histórias do universo e trajetória de artistas circenses, no encontro com um público diversificado, que vive às margens dos rios e estradas Amazônicas, os quais não possuem qualquer relação direta com a figura do palhaço atuante no palco do teatro ou do circo. Os palhaços que compõe o média metragem, e que darão seus depoimentos, guardam em comum o fato de terem acompanhando o projeto itinerante de Cinema, o CINEAMAZÔNIA (Festival de Cinema Ambiental). Na jornada do CINEAMAZÔNIA itinerante o projeto levou para diversas localidades da Região Amazônica, além de filmes, artistas circenses do Peru, Bolívia, Portugal, Argentina e do Brasil, os quais através do filme CIRCO NO CINEMA falará - numa narrativa metalinguística entre o cinema e o circo - de suas vivências, emoções, frustações, surpresas, de suas atividades como palhaços em muitos dos lugares, onde a pobreza econômica e a ausência do estado se fazem presentes na jornada do projeto itinerante. O cinema é o condutor da narrativa que abre a possibilidade para o surgimento da figura do palhaço que coloca em jogo o inesperado, o surpreendente, o indefinido, o trágico, o irônico e o cômico, através da atitude lúdica de sua atuação, junto a cada local de exibição. O palhaço é o convite às pessoas para a cena do próprio cinema. É a interlocução e diálogo entre circo e cinema na troca de conhecimento entre as duas técnicas e o público participa de forma direta dessa junção de duas expressões culturais, revelando o poder transformador desse encontro. O nome CIRCO NO CINEMA guarda em si o conceito dessa união – cinema e circo - que são os fios condutores que promovem uma catarse de integração, o insight do drama, a ampliação da consciência, à luz sobre os paradoxos, e a partir daí, o desenvolvimento de novos símbolos de interpretação das existências sociais e pessoais nessas localidades. CIRCO NO CINEMA tem a vivência das exibições fílmicas fora do espaço do teatro, do cinema e do circo, portanto, em espaços abertos, nas ruas, nas praças, nos campos de futebol, os quais qualquer precipitação meteorológica relacionado à queda de água do céu, inviabilizaria o cinema e o espetáculo circense. O circo é o elo. É o circo e o cinema “fazendo-se” numa experiência exógena e de transformações com dimensões estéticas e de percepção sensorial da própria realidade. Por outro lado, os artistas circenses também se veem tocados pelo vínculo e elo que costuram suas histórias nesses territórios, seus sonhos, conflitos, encontros, o lúdico e a realidade. O movimento e o encontro da arte a partir do circo e do cinema e dos múltiplos olhares e emoções, em comunidades periféricas na Amazônia. No caso do projeto CIRCO NO CINEMA, a narrativa eleita de abordagem fílmica com os personagens, ocorrerá de forma minimalista, através de uma conversa/dialogo com os entrevistados, que falarão frontalmente para a câmera. O diálogo será realizado privilegiando e servindo-se da oralidade da cultura local e as perguntas aos personagens serão objetivas, mas também, será explorado a subjetividade dos mesmos.
OBJETIVO GERAL Produção de média-metragem (documentário, 26 min, alta definicao), sobre artistas circenses (palhaços) que ao longo dos últimos 10 (dez) anos, acompanharam as atividades itinerantes do CINEAMAZÔNIA (Festival de Cinema Ambiental), com espetáculos lúdicos, junto as comunidades na Amazônia. A abordagem cinematográfica se propõe a contar historias do universo e trajetória desses artistas e a descoberta de um público diverso, no vasto território da Floresta. OBJETIVOS ESPECIFICOS: 1. Registro cinematografico da trajetória dos artistas circenses, onde cada qual intercambia as artes circenses com o cinema; 2. Interlocução e dialogo entre circo e cinema na formação de artistas e troca de conhecimento entre as duas técnicas. 3. Difusa~o e visibilidade ao publico em geral, atraves do conteudo audiovisual, da dimensa~o e importância das artes circenses e do cinema; 4. Compartilhar e doar o video, as comunidades, Escolas e Bibliotecas Publicas da regia~o, onde havera captaça~o de imagens, para que sejam estimulados ao conhecimento e futuras pesquisas quanto a memoria, historia, a riqueza do universo artístico; 5. Formaça~o de banco de imagens da cultura produzida a partir da Amazonia dos povos dessas localidades fomentando-se dessa forma, o empoderamento cultural das populaço~es envolvidas; 6. Mobilizar a sociedade em geral para a importancia da produça~o audiovisual brasileira e da atividade circense; 7. Democratizar ao publico em geral o acesso ao acervo cinematografico produzido; 8. Propiciar as localidades escolhidas, distantes dos centros urbanos, o acesso a bens culturais; 9. Distribuir o Vi´deo que terá tiragem de 1.000 (mil) exemplares, junto as escolas, bibliotecas e demais instituicoes de cultura, de forma gratuita; 10. Realização de oficina de Pinhole, como atividade sócio-educativa do Projeto CIRCO NO CINEMA, que será acompanhada por equipe técnica preparada para o desenvolvido do respectivo trabalho e realizado em duas (02) escolas públicas em localidade do projeto (Porto Velho).
O presente projeto CIRCO NO CINEMA se encontra perfeitamente enquadrado junto as diretrizes, objetivos e princípios da Lei 8313/91, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, o qual prevê o fomento à produça~o cultural e artística brasileira, de forma que cumpra com valores que possibilitem a democratizaça~o do acesso à cultura, dos mais variados e diversificados segmentos populacionais brasileiros. Ale´m do mais, a Lei 8313/91, após vigência de mais de 25 anos, e´ o mais importante e principal mecanismo de promoça~o da cultura no Brasil. No caso de projetos culturais atrave´s do Estado de Rondônia, a Lei de Incentivo à Cultura e´ o único mecanismo de incentivo à cultura existente, o qual prevê renúncia fiscal, considerando que não ha´ leis de incentivo estadual, nem municipais, que possibilitem aos agentes culturais a realizaça~o de seus projetos. Essa afirmação e´ comprovada inclusive, pelo próprio levantamento do MINC, o qual demostra que os projetos com valores captados junto ao respectiva unidade da federação, nos u´ltimos cinco anos, não ultrapassaram a 5 (cinco) projetos. No caso em tela, o presente projeto sera´ enquadrado junto ao artigo 18 da Lei 8313/91, considerando tratar de proposta que visa, em especial, a democratizaça~o do acesso à bens culturais na Região Amazônica, com pouquíssimo incentivo e somente passível em ver contemplada com produtos culturais, forma gratuita. O projeto esta´ plenamente enquadrado nas exigências e principios proclamados no art. 3o da referida Lei 8313/91, por se tratar de projeto de valor cultural artístico, o qual sera´ distribuído de forma inteiramente Gratuita (art.18). Distribuir o Vi´deo que terá tiragem de 1.000 (mil) exemplares, junto as escolas, bibliotecas e demais instituicoes de cultura, de forma gratuita; Dessa forma, justifica-se a propositura do presente projeto pela importância do tema e registro inédito.
ARGUMENTO CIRCO NO CINEMA trata-se de produção de média-metragem (26 min), documentário, em formato de alta definição (HD formato de finalização/resolução), com conteúdo inédito e num formato original, que se propõe a contar histórias do universo e trajetória de artistas circenses, no encontro com um público diversificado, que vive às margens dos rios e estradas Amazônicas, os quais não possuem qualquer relação direta com a figura do palhaço atuante no palco do teatro ou do circo. Os palhaços que compõe o média metragem, e que darão seus depoimentos, guardam em comum o fato de terem acompanhando o projeto itinerante de Cinema, o CINEAMAZÔNIA (Festival de Cinema Ambiental). Na jornada do CINEAMAZÔNIA itinerante o projeto levou para diversas localidades da Região Amazônica, além de filmes, artistas circenses do Peru, Bolívia, Portugal, Argentina e do Brasil, os quais através do filme CIRCO NO CINEMA falará - numa narrativa metalinguística entre o cinema e o circo - de suas vivências, emoções, frustações, surpresas, de suas atividades como palhaços em muitos dos lugares, onde a pobreza econômica e a ausência do estado se fazem presentes na jornada do projeto itinerante. O cinema é o condutor da narrativa que abre a possibilidade para o surgimento da figura do palhaço que coloca em jogo o inesperado, o surpreendente, o indefinido, o trágico, o irônico e o cômico, através da atitude lúdica de sua atuação, junto a cada local de exibição. O palhaço é o convite às pessoas para a cena do próprio cinema. É a interlocução e diálogo entre circo e cinema na troca de conhecimento entre as duas técnicas e o público participa de forma direta dessa junção de duas expressões culturais, revelando o poder transformador desse encontro. O nome CIRCO NO CINEMA guarda em si o conceito dessa união – cinema e circo - que são os fios condutores que promovem uma catarse de integração, o insight do drama, a ampliação da consciência, à luz sobre os paradoxos, e a partir daí, o desenvolvimento de novos símbolos de interpretação das existências sociais e pessoais nessas localidades. CIRCO NO CINEMA tem a vivência das exibições fílmicas fora do espaço do teatro, do cinema e do circo, portanto, em espaços abertos, nas ruas, nas praças, nos campos de futebol, os quais qualquer precipitação meteorológica relacionado à queda de água do céu, inviabilizaria o cinema e o espetáculo circense. O circo é o elo. É o circo e o cinema “fazendo-se” numa experiência exógena e de transformações com dimensões estéticas e de percepção sensorial da própria realidade. Por outro lado, os artistas circenses também se veem tocados pelo vínculo e elo que costuram suas histórias nesses territórios, seus sonhos, conflitos, encontros, o lúdico e a realidade. O movimento e o encontro da arte a partir do circo e do cinema e dos múltiplos olhares e emoções, em comunidades periféricas na Amazônia. A principio os personagens que compõe o documentário aqueles, que se apresentaram às margens dos rios e estradas Amazônicas e que guardam em comum o fato de terem acompanhando o projeto itinerante de Cinema, o CINEAMAZÔNIA (Festival de Cinema Ambiental), algo em torno de seis artistas circenses, de estados diversos do Brasil, Peru, Bolívia, Argentina e Portugal. PLANO DE PRODUÇÃO O documentário CIRCO NO CINEMA, trata-se de produção de média- metragem (26 min), documentário, em formato de alta definição (HD formato de finalização/resolução), sobre artistas circenses (palhaços) que ao longo dos últimos 10 (dez) anos, acompanharam as atividades itinerantes do CINEAMAZÔNIA (Festival de Cinema Ambiental), com espetáculos lúdicos, junto as comunidades na Amazônia. A abordagem cinematográfica se propõe a contar historias do universo e trajetória desses artistas e da descoberta de um público diverso, no vasto território da Floresta. O Plano de Produção será desenvolvido em três etapas distintas, abaixo descritas: ETAPA I - PRODUÇÃO /PREPARAÇÃO (04 meses - Documentário): 1. Pesquisa preliminar nas localidades onde ocorrerá o registro cinematográfico (entrevistas com os artistas circenses); 2. Reunião com colaboradores, apoiadores, possíveis parceiros e equipe de produção para definição de estratégias de ação de toda produção; 3. Contratação dos profissionais envolvidos; 4. Preparação em cada localidade para recebimento da equipe que realizara a produçao do filme; 5. Contratação de produtores locais e pessoal de apoio; ETAPA II - EXECUÇÃO (08 meses): PRODUTO FILME: 1. Viagem da equipe de produção para a captação das imagens do vídeo. As viagens serão realizadas em 5 (cinco) etapas, considerando os territórios de moradias dos artistas circense – abaixo elencadas; 2. Edição de imagens do documentário, a partir da seleção de imagens captadas; 3. Atendimento das medidas de acessibilidade com legendagem, audiodescrição e libras, quanto a finalizaçao do documentário; 4. Divulgação e lançamento do Documentário. LOCAÇÕESLOCAISETAPA 01PERU (PUERTO MALDONADO E/OU INAPARI); BOLÍVIA (COBIJA) ETAPA 02PARAIBA (JOAO PESSOA) E BAHIA (SALVADOR) ETAPA 03RONDÔNIA (PORTO VELHO)ETAPA 04SÃO PAULO/FLORIANOPOLIS/BELO HORIZONTE/RIO DE JANEIRO ETAPA 05ARGENTINA E PORTUGAL ETAPA III - PÓS-PRODUÇÃO (02 meses) 1. Envio dos Documentário para escolas, bibliotecas, pontos de cultura e instituições; 2. Relatório aos patrocinadores, apoiadores e parceiros; 3. Avaliação das atividades realizadas; 4. Prestação de contas PLANO DE DIREÇÃO A abordagem fílmica se dará a partir de dois eixos como procedimentos estilísticos, os quais serão mesclados na narrativa de cada personagem. No documentário CIRCO NO CINEMA considerando que trata-se de uma abordagem cinematográfica, o qual se propõe a contar historias do universo e trajetória de artistas circenses, os quais acompanharam projeto de cinema itinerante na Floresta, serão utilizadas imagens de arquivo/acervo do CINEAMAZONIA. O documentário fará uso do Cinema direto. Mostrará uma realidade que permite a subjetividade como forma de construção da realização cinematográfica, registro do áudio e imagem em movimento em tomadas exteriores e interiores, acompanhando os personagens em suas cidades de origem. Dia a dia da vida do Palhaço fora do palco. O documentário fará uso também de outras técnicas complementares, com entrevistas em planos fixos, de forma que o entrevistado possa assistir e rememorar apresentações - áudio, vídeo e fotos - pretéritas nos lugares por onde a trupe do circo e cinema passou. As imagens de acervo comporão a narrativa, a história contada, lembranças, frustações, expectativas, surpresas de cada personagem, na medida que se expressam nessa experiência exógena e diante de novas descobertas, num território desconhecido para os mesmos. As referências cinematográficas do documentário remontam ao trabalho, do cineasta Joel Zito Araujo, através de um filme com abordagens do cinema direto, a obra "Raça". O filme acompanha três personalidades negras que estão na linha de frente por igualdade racial, vivenciando o dia a dia de cada um deles. Outro importante trabalho que ilumina a construção de CINEMA E CIRCO é o documentário experimental Os Palhaços, de Federico Fellini. Fellini flerta com a metalinguagem, acompanha de perto, revela a dura vida de importantes palhaços, esquecidos. Revela também a magia e a redenção através do riso, a vida e o sonho, a realidade e a ficção. Uma crítica à sociedade, que precisa da ingenuidade necessária para fazer gargalhar. O diretor constrói uma verdadeira carta de amor ao circo e nos deixa um questionamento: "os palhaços morreram ou as pessoas que deixaram de rir?". O som direto, estará permanentemente acompanhando cada personagem.
Oportunamente, vimos requerer que a Oficina de Pinhole seja substituída pela OFICINA: COMO UTILIZAR O CINEMA EM SALA DE AULA, conforme EMENTA abaixo: Apresentação – Vivemos em uma sociedade que se expressa em múltiplas linguagens, às vezes utilizando-as simultaneamente, como na internet, onde temos escrita, fala, música, ruídos, fotografias, filmes, desenhos e vasta iconografia. Torna-se cada vez mais importante para a vida que saibamos compreender e nos expressarmos em todos esses códigos. Nesse contexto, a linguagem literária tem um papel predominante, embora nem sempre tenhamos plena competência para compreender a parte semântica, sutil, dessa linguagem e a influência que exerce sobre nosso subconsciente. É também papel da escola desenvolver essa competência.Objetivos – oferecer aos professores e estudantes informações e reflexões sobre a formação social do olhar e a construção das linguagens fílmicas; o seu uso no cotidiano da nossa sociedade e sua utilização em sala de aula; o aprofundamento da leitura crítica de filmes e sua importância para a educação no mundo contemporâneo. Dentre o conteúdo que será trabalhado:Ø A formação social do olharØ A semântica da imagem - fotografiaØ A linguagem cinematográficaØ A linguagem cinematográfica: ficção, documentário, animação,Ø Sugestão de filmes a serem trabalhados OFICINEIRA: BETE BULLARA - Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Jornalista e fotógrafa. Secretária executiva do CINEDUC desde 1975, onde participou de treinamento de professores, mesas redondas e palestras, tanto no Brasil como no exterior. Preparou materiais didáticos, tanto teóricos como de exercícios. Realizou 67 oficinas para professores e para jovens em 16 estados brasileiros para o SESC Nacional no último ano; promoveu curso de professores para a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro; curso para professores no Festival Nueva Mirada, em Buenos Aires; oficina de leitura de imagens para jovens de vários países e em festivais de cinema em Porto Velho, Rio de Janeiro, Tiradentes, Niterói, Ouro Preto, Belo Horizonte e Gramado. Curadora da Mostra Geração do Festival Internacional do Rio de Janeiro. Dessa forma, pelas razoes fartamente expostas acima, vimos perante essa COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DE PROJETOS INCENTIVADOS/SECRETARIA DO AUDIOVISUAL, solicitar a ALTERAÇÃO DO NOME e CONTEUDO DA OFICINA quanto a realização da atividade CONTRAPARTIDA SOCIAL, em todos os termos acima expostos. Pede Deferimento. ESPACO E VIDEO LTDA – ACAPULCO FILMES Jose Jurandir da Costa Sócio majoritário
PRODUTO PRINCIPAL: VÍDEO Quanto a acessibilidade será observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais. Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho. Distribuir o Vídeo que terá tiragem de 1.000 (mil) exemplares, junto as escolas, bibliotecas e demais instituicoes de cultura, de forma inteiramente GRATUITO.
REFERÊNCIA: PRONAC 19.2748 - CIRCO NO CINEMAREADEQUAÇÃO DO PROJETO – CONTRAPARTIDA SOCIAL A ESPACO VIDEO LTDA – ACAPULCO FILMES, produtora do PRONAC 19.2748 - CIRCO NO CINEMA, o qual ocorre de forma totalmente GRATUITA, vem perante essa SECRETARIA DO AUDIOVISUAL – SAV, expor e ao final requerer o que se segue: O supracitado PRONAC prevê em suas ações como CONTRAPARTIDA SOCIAL, visando o atendimento do art. 22 da antiga I.N 02/2019, oficina de PINHOLE. A oficina será realizada para adolescentes e crianças do ensino fundamental e educadores, como instrumento pedagógico. Entretanto, compreende-se que a execução da oficina, considerando-se a não captação integral do projeto, poderá se dar em plataforma digital de forma virtual. Para tanto, a oficina será ministrada, gravada e disponibilizada em plataforma digital de forma virtual junto as redes sociais envolvendo estudantes e educadores. Além da quantidade prevista inicialmente no projeto e mantida, a formação/ação ficará a mesma, disponibilizada de forma permanente na plataforma digital do Youtube, bem como, junto aos canais do projeto e do site da produtora, e ainda, será aberta ao público de outras localidades/municípios do país. O atendimento dessa ação será comprovado através de quantitativo de acessos a rede virtual, o qual se dará quando da Prestação de Contas; Dessa forma, pelas razoes fartamente expostas acima, vimos perante essa COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DE PROJETOS INCENTIVADOS/SECRETARIA DO AUDIOVISUAL, solicitar a APROVAÇÃO e AUTORIZAÇÃO DA READEQUAÇÃO DO PROJETO CIRCO NO CINEMA quanto a realização da atividade CONTRAPARTIDA SOCIAL, em todos os termos acima expostos. Pede Deferimento.
DIRETOR - JOSE JURANDIR DA COSTA – Nasceu no Estado do Ceará. Cineasta, Diretor e Produtor de Vídeo e Cinema, Publicitário, Curador e Coordenador Geral do CINEAMAZÔNIA – Festival Latino Americano de Cinema Ambiental. FORMAÇÃO ACADÊMICA - 2002-2005 – Publicidade e Propaganda Uniron – Faculdade Interamericana de Porto Velho; FORMAÇÃO COMPLEMENTAR - 2017 – Curso O Processo Criativo na Realização Audiovisual - Com Tizuka Yamasaki. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Desenho de Som – A Narrativa Sonora e a Música dos Ruídos - Com Ricardo Mansur. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Cinema Auto Referencial com Basel Ramsés - Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba; 2014 - Patrocínio, Marca e Reputação - CEMEC – Cultura e Mercado SP; 1997 - Curso de Diretor de Fotografia e Montagem - AICTV – Academia Internacional de Cinema. Diretor do VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO GUAPORE (2019); Diretor de QUILOMBAGEM (2007); Diretor do Programa CULTURA EM CENA, TVE MADEIRA MAMORÉ, canal 2, no ano de 1994. Os programas produzidos retratavam obras de artistas locais, músicos, poetas, historiadores, etc. Editor dos fanzines (revistas alternativas) PICADA CULTURAL E MULTIPROPILENENDROXINAMELACRÍLICO, jornais independentes que circulam todo o mundo. Participou do FESTIVAL MUNDIAL DO MINUTO DE 1995 E 1996 com os vídeos: “NA FEIRA...” E “THE COWBOY”. Participou da mostra paralela do XVIII GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em 1995 com o vídeo “RAÍZES - RITA QUEIROZ”. Produziu e dirigiu “PATATIVA DO ASSARÉ” vídeo sobre o maior poeta popular do Brasil, trabalho que participou da mostra paralela do XIX GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em São Luiz - MA. Em 1996 foi premiado em SEGUNDO LUGAR, com THE COWBOY” - categoria ficção - no FESTIVAL NACIONAL DE VÍDEO DE TERESINA-PI.Em97concorreucomovídeo“Morto-Vivo”no FestivaldeCinemaeVídeodeCuritiba, Guarnicê de Cine-Vídeo do Maranhão em junho de 1997, em agosto de 1997 obteve menção honrosa no Palm Springs International Short Film Festival, Califórnia, USA, foi selecionado para o 5o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá em novembro de 1997. Concorreu no 5o Festival de Vídeo de Teresina com os vídeos PATATIVA DO ASSARÉ e MUI AMIGO. Competiu no IV FENART - PB com MUI AMIGO, abril de 1998. Em maio de 1998 concorreu com PATATIVA DO ASSARÉ no Fest Cine Vídeo Curitiba. MARCAS DA AMAZÔNIA docudrama concorreu em junho de1998 no XXI Guarnicê de Cine e Vídeo em São Luiz - MA, obtendo prêmio especial do júri (narrativa) e melhor direção de arte. Festival ULAM de vídeos sobre educação ambiental, julho de 98 - Brasília, concorreu com THE COWBOY e NA BEIRA DO RIO MADEIRA. Co-dirigiu o making-of do festival de cinema e vídeo de Curitiba anos de 97 e 98. Concorreu no V Festival Internacional do Chile 1998 com o vídeo “Marcas da Amazônia”. Concorreu com Marcas da Amazônia no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba em maio de 1999, em setembro de 99 concorreu no Festival Internacional de Making Of com o vídeo Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba - making of. Participou de UM OLHAR SOBRE A AMAZONIA, em duas cidades na Austria: Graz (Instituto Latino Americano) e Leoben (Universidade de Leoben), em novembro de 1999. Abril de 2000,exibiçãodefilmesamazônicosemGraz,Austria.Evento:500anosdeBrasil VisõesAmazônicas. Produtor da TV Cultura de São Paulo EXPRESSO Brasil Rondônia; Diretor e Produtor do PROJETO DE DOCUMENTAÇAO MUSICAL HISTÓRIAS MAL CONTADAS PRODUÇÃO: FERNANDA KOPANAKIS - Produtora Executiva Espaço Vídeo LTDA, Diretora Associação Mapinguari, Produtora e Diretora do CINEAMAZÔNIA – Itinerante (2008 a 2019); em 2011 realizou o trabalho de produção executiva do Livro de Fotografia “Viagem de Cores e Sonhos; FORMAÇÃO ACADÊMICA - Doutora em Planejamento Urbano e Regional IPPUR/UFRJ, Mestrado em Direito UFMG. Graduação em Direito – UNIR. DIRETOR DE FOTOGRAFIA - JOSÉ EUGÊNIO VELOSO (XENO VELOSO) - FORMAÇÃO: 1982 – Produção e Direção de TV - Fundação Cultural do Estado da Bahia 1983 – Roteiro para Cinema e Televisão - Fundação Cultural do Estado da Bahia - Doc – Comparato; 1994 – Curso de Radialismo - Faculdade Visconde de Cairu – Sindicato dos Radialistas e Publicitários do Estado da Bahia; 1996 – Direção de Fotografia para Cinema - Sind. dos Artistas e Técnicos da Indústria de Espetáculos do Estado da Bahia. SATED/BA. 2000 – Cinematografia Eletrônica - Fundação Cultural do Estado da Bahia - Carlos Ebert. Oficina de Cinema - Fundação Cultural do Estado da Bahia – Walter Sales e Walter Carvalho. 2008 – Cinema HD 24p - Fazendo Vídeo (SP); PROJETOS: 2009 - Diretor de Fotografia do documentário “Mandinga En Colômbia” Canal Estatal de Cali, Colômbia; 2011 - Diretor de Fotografia do documentário “É no pé do morro, é lá no cafundó”, Projeto Territórios de Identidade Cultural da Bahia, TV Educativa da Bahia – IRDEB; 2014 - Diretor de Fotografia do documentário “O Veneno Está na Mesa II” Direção Silvio Tendler; Diretor de Fotografia da série “Brasil Místico” - Globosat - Direção Silvio Tendler. CINEGRAFISTA - FELIPE MOTTA ARAUJO - Desde 2007 atua no meio audiovisual, produzindo conteúdo para WEB, TV e CINEMA. Website: http://cameravant.com.br Instagram: @cameravant.com.br / @mottafx FEITOS E PRÊMIOS NA INDÚSTRIA AUDIOVISUAL VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO GUAPORÉ (2019) – Documentário. Cinegrafista/Fotógrafo; KITE EXTREMO, (2016 - 2018) - Canal Off - GLOBOSAT - Com a série de televisão: KITE EXTREMO, que está em sua segunda temporada/ Cinegrafista/Fotógrafo; Obteve experiência audiovisual internacional viajando o mundo em expedições fazendo a fotografia do programa, em países como: Noruega, Iceland, Mongólia, Espanha, Grécia, Itália, França, Holanda, Chile, Venezuela, Bolívia e África do Sul; O POEMA IMPERFEITO, (2018) - Animador e fotógrafo/cinegrafista; ABISMO (2018) – curta de Ficção - cinegrafista: Selecionado para o festival Cine-Jardim (Belo Jardim)/ Selecionado para Mostra do filme livre 2018/ Prêmio Cine PE 2018 (melhor curta nacional pela crítica especializada, melhor ator, melhor edição de som); ÁGUAS ESCONDIDAS (2017) – curta documentário. Fotografia e videografismo/ Selecionado para Ecocine 2018; ENTRELINHAS (2013)/documentário. Direção. Prêmio Melhor curta Juri Popular Festival Rocky Spirit 2013/ Selecionado para o Festival Rio Mountain Festival 2013; REQUIEM (2007). Animador. Selecionada no Programa Petrobras Cultural 2006; Prêmio Porta Curta no Festival Internacional de Cinema do Rio 2007; Prêmio Melhor Filme Documentário no Cine Festival Percepções, Muriaé - MG 2007; Selecionado para Mostra Internacional de São Paulo 2007; Premiére Brasil no Festival do Rio 2007; Selecionado no Festival 14o Vitória Cine e Vídeo 2008; Selecionado no Festival Curta Cinema 2007; Selecionado no Festival Mosca 2008. OFICINA/PINHOLE: Bete Bullara - Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Jornalista e fotógrafa. Faz parte da equipe do CINEDUC desde 1975, onde participou de cursos para crianças e adolescentes, treinamento de professores, mesas redondas e palestras, tanto no Brasil como no exterior. Preparou materiais didáticos, tanto teóricos como de exercícios. Atualmente é Secretária Executiva da entidade. Seus últimos trabalhos foram oficinas de Linguagem Cinematográfica e de Linguagem Fotográfica no Museu de Imagem e do Som em Campo Grande (MS); Oficina de Linguagem Cinematográfica na Mostra Cine Conquista (BA) (2009 e 2010) e no Projeto Cineducando, na Caixa Cultural. Realizou 67 oficinas para professores e para jovens em 16 estados brasileiros para o SESC Nacional; curso de Imagem e Educação em sistema de vídeo-conferência em circuito nacional para o SESC; curso de professores para a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro; curso para professores no Festival Nueva Mirada, em Buenos Aires; oficina de leitura de imagens para jovens de vários países no Fórum dos Adolescentes da 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes; oficinas nas Mostras de Cinema de Tiradentes, nas 2ª a 5ª Mostras de Cinema de Ouro Preto, na 1ª a 4ª Mostras de Cinema de Belo Horizonte e nas 32ª, 33ª e 35ª edições do Festival de Gramado. Curadoria da Mostra Geração do Festival Internacional do Rio 2008, 2009 e 2010, onde também coordenou a produção.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.