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1) Montagem e Circulação do espetáculo teatral de bonecos para crianças AS SETE VIAGENS DE SIMBAD; 2) Palestra "Arte e Educação: O Teatro e a Importância da Leitura e sua Expressividade".
O texto de AS SETE VIAGENS DE SIMBAD se conforma a partir de um universo poético muito específico que, em paralelo às teorias de Jung sobre os arquétipos e o inconsciente coletivo, se apropria da aleatoriedade presente na estrutura que hoje em dia domina o imaginário juvenil, e possui um princípio de finitas porém variadas combinações de escolhas, na qual cada fase da jornada do herói mítico é questionada dentro dos limites e variáveis do jogo narrativo. E se a história desse a sensação de que acontece naquele momento, a tal ponto, que seja passível de equívocos, digressões, retomadas, e suas imprevisíveis consequências? Como diria Joseph Campbell, há um ‘chamado’ que se dirige a todos nós. E na ausência de uma efetiva mitologia geral, que este chamado se dirija então ao menino e à menina que em suas trajetórias, traçarão as infinitas possibilidades do destino humano, segundo o qual é preciso sair do mundo comum para um mundo novo e estranho; sentir medo - algo normal a qualquer herói, em algum momento; escutar seu mentor para enfrentar o desconhecido, e então, não ter como voltar atrás; encontrar aliados e inimigos; se aproximar do lugar onde está o objeto de sua busca; morrer para renascer em seguida; e poder, então, se apossar do tesouro que veio buscar; voltar à vida como um novo ser e guardar para si a experiência adquirida: a conquista de um amor, liberdade de viver ou uma boa história para contar. Ou mais especificamente: Simbad e uma inesperada mudança em sua vida; O que lhe acontece no mar durante uma inesgotável calmaria; Seu encontro com os piratas e a maneira que ele readquire seus bens; Seu encontro com uma ave extraordinária; O pavor de seus marujos na ilha dos selvagens; O encontro com capitão gordo e os gigantes comedores de gente; A ilha de estranhos costumes; O ataque dos Rocs; O rio subterrâneo; O pedido do Rei, e a volta à ilha de Serendib; Como se torna escravo, e a recompensa do Rei pelo presente de Simbad; Seu retorno à sua Bagdad e a recompensa final... Tudo no texto é um convite à sedução; um jogo de espelhos cujos reflexos estão irremediavelmente comprometidos com o factual, sem artifícios interpretativos da sociedade e da cultura, sem grandes funções morais; as histórias cumprem o compromisso com o suspense, o lúdico e a simplicidade. Compondo um mundo animado por monstros enormes, seres impossíveis, gênios, anões, entes antropomórficos, os contos misturam poesia e anedotas divertidas com paisagens diferentes, atraentes e coloridas. Buscamos apresentar uma provocante alternativa àqueles que acreditam já conhecer estas histórias, e sem destituir nenhum de seus atrativos, contribuir para a sua retomada sem as comuns banalizações. Um convite e, ao mesmo tempo, um desafio. O enredo será conduzido por dois clowns poéticos, que guiarão o público em uma expedição através de um mundo imaginário que possui sua própria lógica, povoado de criaturas fantásticas e histórias mirabolantes de reis e heróis. Visa contribuir para o desenvolvimento cultural, crítico, emotivo e artístico do público infanto-juvenil, mostrando a importância da palavra, das tradições e acima de tudo, dos sonhos nos tempos atuais. Um musical interativo, em que em cada uma das histórias seja protagonizada por um novo e diferente Simbad, convocado na hora da plateia, e que ao vestir o “FEZ”, passará a guiar como Simbad/Menino a sua própria narrativa, perante o olhar e a escuta de seus colegas. No entanto, o mais interessante em “As Sete Viagens de Simbad” é o compromisso radical com uma relação de igualdade com a criança. Sem se afastar do ponto de vista infantil, desenvolver uma história encantadora, capaz de fazer a criança que mora em cada um de nós se divertir. E dar algumas boas gargalhadas. A história é assim permeada pelas singulares figuras de gigantescos bonecos de pano e espuma (O Gigante Polifemo; O Pássaro Roc; O Velho do Mar – e sua namorada; A Bruxa da Caverna; O Rei dos Elefantes; Os Cavalos Marinhos...) que dão voz - e corpo - a vários personagens. Assim, entende-se o Boneco como um instrumento especial de dramaturgia para crianças por ser um fenômeno perceptivo que envolve, ao mesmo tempo, operações físicas, psíquicas, sociais e culturais, abarcando atividade de dupla direção, concreta e simbólica. Envolve, dessa feita, tanto uma corporeidade e uma gestualidade, como um objeto que está além do sujeito e sua significação. Como vocalização é escutada como jogo lúdico, e como corporeidade pode ser observada, capturada em suas manifestações exteriores, interferindo no acesso, apropriação e no desenvolvimento de instrumentos de produção de sentidos. Buscamos assim e a partir daí uma forma de interação entre memórias: as do registro – memória do texto, perpassada pelas dos atores e do diretor – e as dos espectadores. Como ato de produção de significação, o teatro de boneco para crianças pode ser assim considerado um investimento de expectativa em traços que apontem para caminhos cujos destinos não estão prontos, mas sim, em ação de construção simbólica imediata e, sobretudo coletiva. Ora, uma aventura é uma aventura. É verdade, mas é verdade também que a própria existência de cada de um de nós seria, ou é, uma aventura, embora às vezes nem sequer percebamos. E o que dizer das crianças? Tudo o que descobrem na vida, curiosos e espantados, não é uma aventura? Pois enfim, viver é muito perigoso, já nos advertia mestre Rosa. Como nossas vidas, por mais ricas e variadas que sejam, têm lá seus horários e suas regras, seus limites de vivência e suas limitações do cotidiano, é através do encontro com as histórias que conseguimos nos enriquecer e experimentar um sentido mais amplo, ilimitado mesmo de aventura. Sim, está tudo lá, nas obras que fazem parte do acervo da humanidade, nas grandes e intensas narrativas de ficção. Ação é o que interessa quando pensamos em aventura, a ação que nos faz viver a aventura alheia, que nos envolve e empolga. A ação é a pele, que envolve e encobre a carne que é o domínio da linguagem, mais reflexão e imaginação, tudo unido pelo esqueleto da estrutura narrativa. E uma das maiores histórias de aventura é justamente a saga de Simbad, o Marujo, em suas Sete Viagens que sabem nos levar, via terramar, por entre surpresas, sobressaltos e emoções, rumo ao certeiro coração da aventura. Seu começo, meio e fim. PÚBLICO-ALVO: Estudantes do Fundamental de Instituições Públicas de Ensino. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre para todos os públicos. DURAÇÃO: 45-50 Minutos (duração aproximada de uma aula regular).
OBJETIVO GERAL: O Projeto AS SETE VIAGENS DE SIMBAD visa a montagem e a circulação do Espetáculo Teatral de Bonecos para Crianças "As Sete Viagens de Simbad" e sua circulação em cidades do interior do Paraná. A previsão de início da circulação é em Outubro de 2019. Além da possibilidade das crianças irem a um teatro/auditório local, o espetáculo será concebido para ser plenamente adaptável a espaços alternativos sem necessidade de iluminação artificial e/ou sonorização, como salões comunitários, praças, pátios de colégio, bibliotecas, casas da leitura, instituições de assistência social entre outros, traçando no próprio exercício de circulação um diálogo que contribui para a discussão do modelo de inclusão social no país, refletindo sobre os aspectos sociais e humanos da democratização cultural. Todos os envolvidos nesta produção têm o legítimo interesse de realizar um espetáculo de alta categoria artística e que leve ao público não só entretenimento, mas também a possibilidade do pensamento reflexivo sobre o espetáculo. Visando a melhor distribuição do produto cultural, se fará o convênio e parceria para apresentações dirigidas às Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, à Secretaria de Estado da Cultura, e também, a instituições locais e regionais do terceiro setor. Sendo teatro de bonecos para crianças, é voltado ao público infantil e juvenil. Sua natureza, bem como nosso cuidado quanto à linguagem teatral requerida, não impõe ao seu acesso nenhuma restrição de adequação moral. O Projeto AS SETE VIAGENS DE SIMBAD, através do teatro de formas animadas para crianças, tem o objetivo de potencializar as mudanças de consciência para que as mesmas possam ocorrer de forma definitiva ao haver um investimento social e cultural a longo prazo, o que significa tomar como ponto de partida e atenção justamente a criança, o ser em formação, aberto a novos conceitos, e que esse questionamento se dê em seu principal ambiente de socialização: a Escola, local preferencial para as apresentações previstas neste Projeto. Como Impactos e Desdobramentos DIRETOS: Artísticos - A percepção estética e a produção artística são pontos de convergência entre Arte e Educação: reintegram a natureza racional, emocional e espiritual do ser humano. Pelo teatro incorpora-se uma maneira diferente de ver, ouvir, sentir, pensar e se exprimir criativamente ao transformar a realidade. É um trabalho informativo _ e formativo _ para melhor se perceber o mundo em que vivemos. A arte solicita a visão, a escuta e os demais sentidos como portas de entrada para uma compreensão mais significativa do meio; Sociais - A troca de informações e experiências de realidades específicas promove conscientização sobre seu papel na sociedade e permite o desenvolvimento do laço social, base prima do politikós _ conceito que encerra o cidadão e o político. Esta aliança produz um processo capaz de decodificar e ampliar a compreensão dos valores éticos e estéticos do sistema social; Econômicos - Proporcionar o ganho de conhecimentos no processo de aquisição de novos códigos artísticos, é dar condições de inclusão em novos circuitos culturais, abrindo espaço para sua cidadania cultural, ao oportunizar o investimento criativo, tanto nas relações interpessoais quanto em todo e qualquer empreendimento futuro que vise um maior e melhor desenvolvimento econômico e social. Como Impactos e Desdobramentos INDIRETOS: Autonomia - Pela reflexão inerente à Arte, criam-se condições para um processo de construção de cidadãos mais autônomos, críticos e autodeterminados e de uma sociedade mais democrática, solidária e aberta. Ao conceder a liberdade em sua plena autonomia, conquista-se o direito de escolher suas prioridades (do grego: "autos" _ próprios; "nomos" - lei). Compreendendo a respeito da realidade do seu meio (social, político, econômico, ambiental e cultural), torna-se apto a refletir sobre os fatores que lhe dão forma bem como à tomada de iniciativa: busca-se a conscientização sobre a realidade; estimula-se a autoestima e a autoconfiança; desenvolve-se a capacidade de analisar e mobilizar o meio social com vistas a nele produzir mudanças; Protagonismo - Visamos uma educação para a cidadania não pelo discurso das palavras, mas pelo curso dos acontecimentos, que não dizem respeito apenas à sua vida privada, familiar e afetiva, mas a problemas relativos ao bem comum, na escola ou na sociedade. Empoderamento - Desde o primeiro instante que busca o entendimento da arte teatral e seu sentido na expressão artística, inicia seu ato de empoderar-se. Porém percebe-se que para a realização de um "espetáculo", seja este, no palco ou na vida, faz-se necessário contracenar com o outro. E é neste processo de emancipação do individual para o coletivo que o empoderamento se concretiza: passa a ser não um único indivíduo, pela aquisição de uma consciência coletiva da dependência social: é possível desenvolver as habilidades necessárias para que se obtenham reais transformações sociais, ou seja, conhecer a realidade para empoderar-se dela é ganhar consciência de que o espaço físico e o conhecimento gerado dentro dele, são dons do seu próprio ato criativo. E pelo envolvimento de componentes individuais e coletivos, deixa-se de existir a preponderância do outro: possibilita traçar uma ponte entre o local e o global, ampliando o contexto de inserção do indivíduo para além de suas famílias e comunidades, articulando-o a noções mais amplas, pela inserção de sua produção na grande teia do compartilhamento cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realização de cento e vinte (120) APRESENTAÇÕES, todas com ingressos gratuitos; Distribuição gratuita de doze mil (12.000) PROGRAMAS do Espetáculo, com caráter descritivo, lúdico, informativo e interativo (ver "descrição da peça gráfica"); Realização de doze (12) PALESTRAS "Arte e Educação" como produto cultural referente à formação de plateia.
AS SETE VIAGENS DE SIMBAD é um Projeto multidisciplinar que visa agregar, ao redor e a partir do texto, o amadurecimento das potencialidades expressivas de dramaturgia para crianças como arte contemporânea. Pela experimentação sobre os limites estabelecidos preconceituosamente pelo senso-comum, gerar uma espiral de questionamentos dos estereótipos que nos amarram a um formato imediatamente reconhecível como "teatro infantil". A montagem teatral, adaptável a locais fechados e ao ar livre, possibilita romper fronteiras tanto para o artista quanto para o público. Sua função é educar, se entendermos por educar a descoberta e utilização de formas e meios de apoio para o desenvolvimento do ser humano em direção à vida autônoma e consequente para a sociedade de que seja membro. A criança e o adulto, o rico e o pobre, o sábio e o ignorante, todos, enfim, ouvem com prazer histórias _ a história narrada, lida, dramatizada, filmada, circula em todos os meridianos, vive em todos os climas. Não existe povo algum que não se orgulhe de suas histórias, de suas lendas e de seus contos característicos. O homem, pela estrada atraente dos contos e histórias, procura evadir-se da vulgaridade cotidiana, embelezando a vida com uma sonhada espiritualidade. E mais do que qualquer outro povo, os árabes revelam verdadeira fascinação pelas histórias e pelas lendas nos domínios da poesia. Em algumas cidades _ Cairo, Damasco, Constantinopla _ os contadores de histórias reuniam-se em verdadeiros "sindicatos". Cada corporação era dirigida por um deles, de maior prestígio e autoridade, que tinha o título de cheik el-medah, que significa ‘chefe dos contadores do café’. Dado o vivo interesse dos árabes pelas narrativas fantasiosas, desenvolveu-se entre eles a literatura oral de modo assombroso. Os narradores profissionais colhiam novos enredos dos viajantes, dos beduínos de outras terras, alteravam os entrechos, mudavam os nomes e, por vezes, o caráter dos personagens, acrescentavam novos episódios e assim ampliavam o rico patrimônio literário com que divertiam seus fervorosos ouvintes. E as histórias que mais agradavam, isto é, as que mais os motivavam, eram as histórias em série, em que cada conto terminava com uma deixa que o ligava ao conto seguinte, forçando o ouvinte interessado, a voltar, para ouvir a continuação do caso sempre interrompido num momento palpitante. As que despertavam maior interesse eram aquelas que formavam o prodigioso conjunto denominado Alf Lailah oua Lailah (Mil Noites e Uma Noite) _ título que as inúmeras traduções consagraram sob a forma Mil e Uma Noites. A difusão extrema desses contos no espaço e no tempo _ universalidade e imortalidade _ decorrem de condições que merecem ser frisadas: são fundamentalmente obras de imaginação e inocência. A expressão "Mar de Histórias" (Índia, século XI) é a tradução do nome sânscrito Kathãsaritsâgara, que significa "Oceano infindável das histórias". E o mar, que sempre foi o elemento de contato entre os mais distantes povos ocupa um lugar central nessa história, pois ainda que hoje muitos dos fragmentos das Mil e Uma Noites se tenham materializado em gêneros variados, cobrindo ópera, cinema, novelas, revistas infantis, contos didáticos e literatura erótica, sabe-se que originalmente derivem de lendas consagradas nas tradições orais da Índia, da Pérsia e possivelmente de outras regiões como o Egito e a China, de terras que comumente ficaram conhecidas como "Oriente" ou "Arábia". São uma das clássicas portas que abriram o Oriente para a fantasia ocidental. Como um tesouro de mágicas seduções, válvula de diferenciação entre o espaço dos prazeres e dos impossíveis, a literatura de Mil e Uma Noites tem representado uma inversão do cotidiano "real" do Ocidente, um contraponto utópico e escapista. A fantasia orientalizada, contudo, tem mantido as cabeças ocidentais afastadas de outras interpretações, como evidencia Jorge Luis Borges: "Como definir o Oriente? Ele não existe _ é uma deliciosa invenção endossada pelas deturpadas variações das Mil e Uma Noites". Curiosamente, um tema atualíssimo, relativo à chamada globalização, percorre quase todas as histórias: a descoberta, compreensão, aceitação do outro _ e o possível/necessário convívio de partes (culturas) díspares e diferentes. O chamado choque cultural permeia várias narrativas antigas que fazem parte de As Mil e uma Noites, e em especial a saga de Simbad. AS SETE VIAGENS DE SIMBAD propõe apresentar com seu colorido oriental, esta paisagem encharcada de areia, camelos, palmeiras, tâmaras e beduínos, onde Simbad, o Marujo experimenta desventuras através dos mares, com palavras mágicas, cavernas, princesas, mercadores e ladrões, riquezas fabulosas _ a descortinar para o espectador toda a magia deste universo único. O Projeto AS SETE VIAGENS DE SIMBAD, através do teatro de formas animadas para crianças, tem o objetivo de potencializar as mudanças de consciência para que as mesmas possam ocorrer de forma definitiva ao haver um investimento social e cultural a longo prazo, o que significa tomar como ponto de partida e atenção justamente a criança, o ser em formação, aberto a novos conceitos, e que esse questionamento se dê em seu principal ambiente de socialização: a Escola, local preferencial para as apresentações previstas neste Projeto. A encenação é fiel ao espírito estético proposto e assim interpretado, incorpora recursos atuais e essencialmente teatrais, fazendo assim o resgate histórico deste universo e estabelecendo seu paralelo na atualidade. A estética de um Teatro que prescinde do aspecto "espetacular" e "ilusionista" da encenação, busca antes de tudo, o desenvolvimento de um outro olhar que possa perceber o belo, o simples, o direto. Representa nosso amadurecimento da pesquisa sobre as potencialidades expressivas do teatro de bonecos para travar um diálogo aberto, de forma lúdica, ilustrativa e sensível, de forma marcante e, sobretudo, educativa na maior e melhor acepção deste termo. A fabulação prende pela dimensão mítica universal do boneco, e a específica delicadeza da arte do ator/bonequeiro. Este Projeto contempla assim, de acordo com o inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91, "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", ao qual se enquadra. E em relação aos objetivos do Art. 3° os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac serão alcançados, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8313/91, dois objetivos essenciais: 1) A realização de espetáculo de artes cênicas, previsto no inciso II que prevê o fomento à produção cultural e artística; 2) A distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, previsto no inciso IV que prevê o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Nos termos da Lei 13.146/2015, contemplando também e sobretudo o artigo 21 da Instrução Normativa Nº 02/2019, prevê a adoção de ambas medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; E em seu produto principal: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. Trata-se em suma, de um Projeto de caráter interdisciplinar e interinstitucional, fundamentado em educação e sensibilização, a promover reflexões sobre os conceitos transversais que permeiam em sua estrutura as sete viagens/narrativas épicas (e também cômicas), estimulando a cidadania ativa e uma relação mais saudável com a diferença, a saber: Tolerância; Generosidade; Coragem; Lealdade; Humildade; Gratidão; e Compaixão. Tudo isso se constitui como uma estratégia primordial para o acesso e o estimulo à imaginação e para que os indivíduos possam entender o contexto em que estão inseridos e serem agentes transformadores de suas realidades.
O Projeto AS SETE VIAGENS DE SIMBAD visa, de acordo com o inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91 ao “contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais”, ao qual se enquadra. Em relação aos objetivos do Art. 3° os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão serão alcançados como objetivo para cumprimento das finalidades como expressas no art. 1° da Lei 8313/91, dois objetivos essenciais: 1) A realização de espetáculo de artes cênicas, previsto no inciso II que prevê o fomento à produção cultural e artística; 2) A distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, previsto no inciso IV que prevê o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais.
1 - APRESENTAÇÕES: com duração média entre quarenta e cinco (45) e cinquenta (50) minutos; 2 - PROGRAMAS: Especificação Técnica da Peça Gráfica: Tamanho: Folder A4; Capa/Contracapa: 1 A3 (2x1/2 A4) 210mm X 297mm, 4x4 Cores Couché 115g); Miolo: 4 A3 (2x1/8 A4) 210mm X 297mm, 4x0 Cores Ofício 75g); *Letra Ampliada. 3 - PRODUTO REFERENTE À FORMAÇÃO DE PLATEIA: com duração média entre cinquenta (50) e cinquenta e cinco (55) minutos. AÇÃO: Palestra TEMA: “ARTE E EDUCAÇÃO: O TEATRO E A IMPORTÂNCIA DA LEITURA E SUA EXPRESSIVIDADE” - *EMENTA: Conteúdo programático: O QUE É UMA PALESTRA? Estabelecer a importância do estudo continuado com parâmetros entre a sociedade, o grupo e o indivíduo; DINÂMICAS DE INTEGRAÇÃO E DESCONTRAÇÃO: são baseados em jogos cooperativos para que a relação entre os elementos do grupo possa ser constituída num ambiente de companheirismo, de reciprocidade de informações e, principalmente de respeito e confiança; DINÂMICAS DE AQUECIMENTO: Atividades de descontração através da conscientização psico-motriz; com exemplificação de exercícios de respiração (andamento e ritmo); de exercícios de concentração; da percepção e do autocontrole; da criação a partir do texto – da posição zero ao trabalho combinado da respiração e da voz; - à ação: a leitura e seu desempenho; EXPRESSÃO CORPORAL: exemplificação da conscientização do corpo como parte do discurso: o corpo fala em sua relação corpo/espaço; em sua relação gesto/movimento; em sua relação corpo/palavra e suas variáveis de expressividade; EXPRESSÃO VOCAL: exemplificação da conscientização e do desenvolvimento da capacidade vocal - exercícios de respiração, posição corporal, modulação e utilização das ressonâncias; LEITURAS DE TEXTO: Ponto de partida e linha de condução na utilização de elementos técnicos e estruturais. Entendimento das variáveis de Musicalidade, do Ritmo e do Andamento e dos princípios de enunciação; a quem se fala, como e o quê; BIBLIOGRAFIA DE APOIO: despertar o fascínio e interesse pessoal para prosseguir a pesquisa na realização de novos trabalhos a partir do entendimento de seus próprios recursos como leitor e a percepção e utilização da combinação de recursos dramáticos e expressivos; Ao final de um conjunto de atividades, desenvolve-se uma avaliação cooperativa entre orientador-aluno e aluno-aluno. Reavaliação e proposição de novas atividades feita pelo orientador e eventualmente pelos próprios alunos, para sua própria turma, seus primeiros ouvintes/espectadores.
A produção compromete-se a garantir a realização de todas suas atividades do Projeto “AS SETE VIAGENS DE SIMBAD” em espaços que tenham funcionários qualificados a atender as pessoas com deficiência e que estejam adaptados às suas necessidades, cujas medidas de acessibilidade e democratização do acesso às suas dependências estejam de acordo com o Art. 23 do Decreto 5.296 de 02 de dezembro de 2004, a saber: Rampa de acesso a cadeirantes com 0,90m de largura e área para rotação de 1,50m; Espaço reservado para cadeirantes, com boa visibilidade; Sanitário exclusivo sinalizado, com rota acessível, próximo à área principal, com barras de apoio e área de transferência, conforme o Art. 42. do Estatuto da Pessoa com Deficiência. 1) Produto: Espetáculo Teatral de Bonecos para Crianças “As Sete Viagens de Simbad” Ação: Circulação com ingressos gratuitos. Quantidade: Cento e Vinte (120) Apresentações. Intérpretes: Leandro Borgonha e Rafael Magaldi Público-Alvo: Estudantes do Fundamental de Instituições Públicas de Ensino. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos Duração: 45-50 minutos Estimativa de Público: Cem (100) Espectadores por apresentação, com uma expectativa de público total de cerca de Doze Mil (12.000) Espectadores. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE: - Para TODOS espectadores: Como parte integrante do Projeto em todas as suas apresentações, e visando a maior e mais ampla inclusão possível, a encenação será sempre acompanhada da distribuição gratuita dos Programas (VER Descrição da Peça Gráfica) com LETRA AMPLIADA, que complementa o saber sobre a temática desenvolvida em cena. Método: Distribuído diretamente, entregue em mãos, para cada um dos espectadores. - Para Pessoas com Deficiência VISUAL: AUDIODESCRIÇÃO em sua função de inclusão em relação às nossas apresentações para os espectadores pessoas com deficiência visual, a mesma sempre será realizada pelo tutor ou professor especialista como continuidade do seu trabalho diário. Como utilizamos microfones auriculares, a complementação da audiodescrição feita “in loco” e “in natura” por um tutor local não é um incômodo para os atores e, sobretudo e principalmente, para o restante do público. Método: Audiodescrição presencial, realizada pelo tutor local durante a apresentação. PROGRAMA EM BRAILLE com a distribuição de cento e vinte (120) exemplares do item Programa, previamente preparados e impressos de forma diversa ao regular, ou seja, em Braille, para que seja direcionado, em mãos, às pessoas com deficiência visual que serão eventualmente nosso público. Sem discriminar o item em nosso orçamento, contaremos com a parceira da Unilehu para a impressão específica em Braille de nosso material de apoio, na proporção de 1% (cem exemplares) do já previsto, estimado e orçado. Método: Distribuído diretamente, entregue em mãos, para cada pessoa com deficiência visual presente. - Para Pessoas com Deficiência AUDITIVA: Como parte complementar às apresentações – em que a mesma se faça necessário –, haverá a Interpretação de Libras. Com o agendamento prévio da apresentação para a instituição contemplada, se disponibilizará a presença conforme se faça necessário, do Intérprete de Libras. Ou seja: Já no agendamento, pergunta-se se haverá algum estudante e/ou pessoa com deficiência auditiva como espectador. Sendo a resposta positiva, a apresentação será acompanhada por um Intérprete. Para tanto se dará continuidade ao convênio de assessoria técnica com a Unilehu – Universidade Livre para a Eficiência Humana, Instituição parceira dos produtores e deste Projeto. Método: Interpretação de Libras presencial, durante a apresentação. 2 - Palestra Ação: Produto Referente à Formação de Plateia Tema: “Arte E Educação: O Teatro e a Importância da Leitura e sua Expressividade” *Os custos envolvidos nesta ação de acessibilidade estão previstos na planilha orçamentária. Com a ação acima nominada, os incisos/medidas do art. 21 da IN nº 02/2019 que serão contemplados como forma de ação de democratização de acesso ao produto são, a saber: 1) - “III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22”; 2) - “V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22”; 3) – “VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público”. Quantidade: Doze (12) Palestras, ou seja o correspondente a 10% (dez por cento) do quantitativo de produtos culturais previstos no Plano de Distribuição. Ministrantes: Leandro Borgonha e Rafael Magaldi Público-Alvo: Todos as Doze (12) Palestras, ou seja 100% das Ações de Formação de Plateia serão destinadas a Estudantes e Professores de Instituições Públicas de Ensino, das cidades a serem atendidas/contempladas com o Projeto. Duração: 50-55 minutos Estimativa de Participantes: Cinquenta (50) Participantes/Palestra, com uma expectativa de público total de cerca de Mil e Duzetos (1.200) participantes. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE: - Para TODOS espectadores: Adequação plena do espaço, conforme descrita acima no 1º parágrafo. Método: Agendamento disponível apenas para Instituições que cumpram este pré-requisito. - Para Pessoas com Deficiência VISUAL: Método: AUDIODESCRIÇÃO em sua função de inclusão em relação às pessoas com deficiencia visual será realizada pelo tutor ou professor especialista como continuidade do seu trabalho diário. Como utilizamos microfones auriculares, a complementação da audiodescrição feita “in loco” e “in natura” por um tutor local não é um incômodo para os palestrantes e, sobretudo e principalmente, para o restante do público. Método: Audiodescrição presencial, realizada pelo tutor local durante a apresentação. - Para Pessoas com Deficiência AUDITIVA: Todos as Doze (12) Palestras com a presença de Interpretação de Libras. Método: Interpretação de Libras presencial, durante o evento. Implantação e Recursos utilizados nos Cursos e/ou Ações Online da Ação de Formação de Plateia: A Coordenação do Projeto também será responsável pela elaboração e alimentação da página da internet que disponibilizará Fotos, o Cronograma das realizações e o Material Gráfico e de Mídia. Para tanto, usaremos o Wix.com, que é uma plataforma online de criação e edição de sites, gratuita, que permite aos usuários criar sites em HTML5 e sites Mobile. O site será divulgado ao final das Ações de Formação de Plateia, das Apresentações regulares e também pela Assessoria de Imprensa. Desdobramentos Sociais Gerais sobre Acessibilidade do Projeto: Provocar a reflexão acerca dos valores que regem nossa ética, sobretudo os concernentes à plena inclusão da Pessoa com Deficiência em nossa sociedade, discussão relevante diante da realidade sociocultural do país; Possibilitar aos participantes em geral, independente de dificuldades de acesso econômico e geográfico à produção cultural, de aprofundarem o prazer pela linguagem artística em geral e teatral em particular: sua interpretação e experimentação; Oferecer eventos culturais gratuitos, de excelência em sua realização, abrindo esta “práxis” a toda sociedade; Causar ações de base direcionadas a criação de plateia e formação de público, ao difundir o acesso à arte de forma irrestrita; Contribuir para a formação de indivíduos críticos e questionadores, qualidades fundamentais para o desenvolvimento social; Democratizar o acesso do projeto a diversas camadas da população, através do acesso plenamente gratuito, sem restrições de ordem econômica e/ou de classe.
Visamos democratizar o acesso a todos os produtos culturais do presente Projeto a diversas camadas da população, buscando assim uma maior diversidade de seu público alvo, estudantes do ensino fundamental da rede pública de ensino, através do acesso gratuito pleno (sem exceções) a todos seus produtos, sem restrições de ordem econômica e/ou de classe: A) Realização de Cento e Vinte (120) APRESENTAÇÕES, com estimativa média de público mínimo de CEM (100) espectadores por apresentação, todas com ingressos gratuitos. Como ação de democratização de acesso de acordo com o art. 21 da IN nº 02/2019, este item do presente Projeto adota o seguinte inciso/medida: “VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil”; B) Distribuição gratuita de Doze Mil (12.000) PROGRAMAS do Espetáculo, com caráter descritivo, lúdico, informativo e interativo (ver “Descrição da Peça Gráfica”). Como ação de democratização de acesso de acordo com o art. 21 da IN nº 02/2019, este item do presente Projeto adota o seguinte inciso/medida: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados”; C) Como produto referente à formação de plateia, Doze (12) PALESTRAS, todas com ingressos gratuitos. Como ação de democratização de acesso de acordo com o art. 21 da IN nº 02/2019, este item do presente Projeto adota os seguintes incisos/medidas: “III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22”; “V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22”; e “VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público”.
PRODUÇÃO – Ourobouros Produções Artísticas (Gepeto Bonecos e Histórias) DIREÇÃO DE PRODUÇÃO – Rafael Magaldi COORDENAÇÃO DO PROJETO – Leandro Borgonha* DIREÇÃO e DRAMATURGIA – Cris Betina Schlemmer ATORES – Rafael Magaldi e Leandro Borgonha* DIREÇÃO DE ARTE – Miniart Atelier * As atividades do Proponente neste Projeto NÃO serão realizadas de forma voluntária. As (duas) rubricas pelas quais o mesmo será remunerado: 1) BONEQUEIRO; e 2) COORDENAÇÃO DO PROJETO (responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira) CURRÍCULOS LEANDRO BORGONHA (Representante Legal da Empresa Proponente) Área de Atuação no Projeto – COORDENAÇÃO DO PROJETO e BONEQUEIRO Ator, Diretor, Diretor de Produção, Bonequeiro, Cenógrafo e Figurinista (RPs-DRT 12.302 e 15.314 PR) com Formação na Pós-Graduação em Fundamentos Filosóficos da Psicanálise e da Formação do Analista, do Departamento de Filosofia da UFPR, com a monografia “A Subversão do Sujeito – Sublimação na Ética do Discurso Teatral e seus Significantes”, sob orientação da PhD. Maria Cristina Sparano. Foi professor de Teatro do Departamento de Artes da UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (2003-2004) e Professor de Improvisação e Interpretação do Curso de Formação do Ator na Escola Técnica da UFPR (1999-2005). Durante a docência na UFPR, em Iniciativas Contempladas pelo Fundo de desenvolvimento Acadêmico, foi o idealizador e Coordenador dos Projetos TEATRO PARA MENINOS E MENINAS DE RUA (2004-2005); e ALEGRIA, ALEGRIA: TEATRO NOS HOSPITAIS; Foi o idealizador do PONTO DE CULTURA da UFPR – TEATRO E CIDADANIA, para Formação de Agentes Multiplicadores pelo convênio Ministério da Cultura/PROEC-UFPR (2005); Formou e dirigiu os alunos do COLÉGIO MUNICIPAL HILDEBRANDO DE ARAÚJO, atendidos pelo Projeto de Inclusão Social da PROEC/UFPR com a peça O RICO AVARENTO de Ariano Suassuna, apresentado no Teatro da Reitoria, em 2005. Ministrou oficinas de aprimoramento teatral nos 14º e 15º FESTIVAL DE INVERNO DA UFPR, no qual também coordenou as oficinas voltadas às crianças, que seus seis estagiários ministravam. Ministrou oficinas no II e III FERA – ESTIVAL ESTADUAL DA REDE ESTUDANTIL, promovido pela SEED/PR - Secretaria de Estado da Educação. Co-fundador que trabalhou por dez anos como Ator, Produtor e Assistente de Direção na Cia. de Teatro PalavrAção da UFPR (desde 1995), sob orientação do Professor Dr. Hugo Mengarelli. Co-fundador de O CÍRCULO Núcleo Teatral, com o Diretor Flávio Stein, o Diretor de Arte Alfredo Gomes Filho, e os atores Rosana Stávis e Mauro Zanatta, a partir de mar/2007; foi o idealizador do Ponto de Cultura CULTURA VIVA DA ILHA DO MEL, pelo convênio Ministério da Cultura/Mater Natura, onde foi Coordenador Artístico de 2008 a 2010, e atualmente é Coordenador Artístico do Ponto de Cultura BRAÇO DA CULTURA, desde de março de 2010. Atuou na abertura da Mostra Contemporânea do XV Festival de Teatro de Curitiba, no Teatro Guaíra, em Mar/2006 com MIRANDOLINA, de Goldoni, direção Roberto Innocente; atuou na inauguração do Espaço Teatro Regina Vogue, em 2004, com O GRANDE REI LEÃO, direção Maurício Vogue, como ator selecionado entre mais de 300 candidatos; Atuou em ESPERANDO GODOT, de Beckett, direção Flávio Stein, no Teatro Guaíra, de junho a outubro de 2008; VOVÓ DELÍCIA, de Ziraldo, direção Maurício Vogue, como ator e dramaturgo pelo CENTEC – Centro de Estudos em Teatro para Crianças, no Espaço Teatro Regina Vogue, de outubro a dezembro de 2008; Diretor assistente em JUDITH E LUCRÉCIA, de Marco Antonio dela Parra, direção Hugo Mengarelli; Atuou também em: SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO, de Shakespeare, direção Maurício Vogue; SOB O SIGNO DE VIRGEM, direção Mauro Zanatta; UMA COROA DE ORQUÍDEAS PARA UMA FRIA PECADORA, de Nelson Rodrigues, direção Hugo Mengarelli; ASSIM QUE PASSEM CINCO ANOS, de Garcia Lorca, direção Paulinho Maia; O INCÍVEL RETORNO DO CAVALEIRO SOLITÁRIO, texto e direção Hugo Mengarelli; LA CHOSE VIVANTE, direção Hugo Mengarelli; DUAS VEZES STRINDBERG, direção Marino Jr.; A TEMPESTADE, de Shakespeare, direção Marino Jr.; PENDRAGON, de Marion Zimmer Bradley, direção Tabriz Vivekananda; AS ALEGRES COMADRES DE WINDSOR, de Shakespeare, direção Tabriz Vivekananda; Dirigiu AUTO DA ILHA DO MEL, auto de natal em 2008; A BRUXINHA QUE ERA BOA, de Maria Clara Machado; SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO, de Shakespeare; O DIABO NO CORPO, de Coelho Neto; O RICO AVARENTO, de Ariano Suassuna; SONHANDO QUE NEM VASSOURA ATRÁS DA PORTA; TILL DEATH DO US PART, com o Razzamatazz Theatre Group; O ÚLTIMO DIA DE UM CONDENADO, de Victor Hugo; Produziu A QUEDA, de Albert Camus, com Mauro Zanatta; OS MENINOS DA RUA PAULO, de Ferenc Molnar; e HAROUN E O MAR DE HISTÓRIAS, de Salman Rushdie; UM MUNDO PARA TODO MUNDO, Teatro de Bonecos, para a Fundação Cultural de Curitiba. RAFAEL MAGALDI Área de Atuação no Projeto – ATOR e DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Formado pela CENA HUM Academia de Artes Cênicas, 1998-2002; Realizou trabalhos de Manipulação de Bonecos, Dublagem e de Interpretação para Softwares Educativos e Programas de educação à Distância para IESDE BRASIL – Inteligência Educacional e Sistemas de Ensino; para IBPEX EDITORA – Sistema Educacional Uninter; para CENECT – Centro Integrado de Ciência e Tecnologia; e para AYMARÁ Edições e Tecnologia. Interpretação para TV- SEA Atudio escola de Atores RJ, 2001; Extensão Universitária PUC/PR, em 2001, 2002 e 2003; workshop de interpretação ACT, com Luís Melo em 2002. Atuou em BATIMPAZ, produção e direção Regina Bastos, 2006; O QUE VOCÊ VAI SER QUANDO CRESCER, direção Darla Queiroz, 2009; Show de humor MULTIGARGALHADAS, Stand up Comedy 2006-2008; UM DIA NA PORTARIA, direção Maria Luciana, 1999; MORTE E VIDA SEVERINA, direção Rosane Egídio, 1999; SENHORA DOS AFOGADOS, direção Laura Haddad, 2000; SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO, direção David Mafra, 2000; ENCÍCLOPÉDIA ATUAL DO SEXO, direção Laura Haddad, 2000; PETIT-POI, direção George Sada, 2001; O DESPERTAR DO DESCONHECIDO, direção George Sada, 2002; O ESPANTALHO, direção Manoela Reichman, 2002; O DESPERTAR DA PRIMAVERA, direção Ruiz Bellenda, 2003; CAFÉ COM FUSÃO, direção Chico Nogueira, Sílvia Monteiro, e João Luiz Fianni, 2001; QUE SEJA UM INFERNO ENQUANTO DURE, direção Luiz Carlos Pazzello, 2004; ESTOU MAIS FELIZ AGORA, direção Álvaro Bittencourt, 2005. Prêmios: Melhor Ator Festival Ourinhos; Melhor Ator Coadjuvante, Curitiba; Melhor ator revelação Troféu Gralha Azul, 2005. CRIS BETINA SCHLEMMER Área de Atuação no Projeto – DIREÇÃO E DRAMATURGIA Graduada em Artes Cênicas – Habilitação em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná – FAP. 2008 – 2011; Curso de Formação de Atores, pela Cena Hum – Academia de Artes Cênicas. 2006 – 2007; Mestre em Administração pela UFPR – UFPR. 2003 – 2005. Direção e produção de “O Declínio do Capital Amoroso Enquanto Sarabanda”. Espaço Cultural FALEC. Fev 2015; Direção e produção de “O Império da Paixão em Fatias Parcimoniosas”. TEUNI – UFPR. Nov. 2014. Espaço Cultural FALEC. Fev 2015; Direção, produção e atuação em “Nina e o Reino das Galochas”, Curitiba. 2013; Direção de “Rádio Nacional Apresenta – Uma rádio para ver e ouvir”. Mostra Cultural Teatro Rodrigo D’Oliveira. Julho 2012; Direção de “Pretérito Imperfeito”. VII Mostra Mais Teatro. Faculdade de Artes do Paraná. 11/2011; Direção de “A Dama Negra – Um Interlúdio Cômico”, de Bernard Shaw. Festival de Teatro de Curitiba (2011); Contadora de Histórias em “MAGIA, ENCANTAMENTO E FANTASIA: OS CONTOS DE FADAS DOS IRMÃOS GRIMM”, Conta Cultura, Toledo, 2013; Contadora de Histórias em “CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS DOS IRMÃOS GRIMM: NOSSAS ORIGENS, ONTEM E HOJE”, realizado na Secretaria Municipal da Educação e Fundação Cultural de Curitiba, 2012-2013; VORLESETREFFEN - HORA DO CONTO”, no Goethe Institut de Curitiba, 2010 e 2011; Professora/diretora dos espetáculos realizados pelos alunos do Núcleo de Profissionalização Teatral. Teatro Lala Schneider. 2014; AVALIADORA DE PROJETOS Parecerista de projetos culturais credenciada pelo Ministério da Cultura, 2009 – 2011.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.