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PRONAC 192783Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O Choro reinventa a roda

INSTITUTO MEMORIA MUSICAL BRASILEIRA
Solicitado
R$ 151,9 mil
Aprovado
R$ 151,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Niterói
Início
2019-10-15
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Niterói Rio de Janeiro

Resumo

Projeto para produção do livro "O Choro reinventa a roda - 150 anos de uma utopia musical" que vai apresentar uma etnografia da roda de choro, com ênfase nas transformações ocorridas desde a chegada de uma nova geração de participantes aos encontros em fins da década de 1970 até os dias atuais. Texto será desenvolvido pelo pesquisador e músico Henrique Cazes, com coordenação de pesquisa de João Carino, e a publicação trará imagens da fotógrafa Marília Figueiredo.

Sinopse

SINOPSE O livro "O Choro reinventa a roda - 150 anos de uma utopia musical" apresenta uma etnografia da roda de choro, encontro informal de músicos para a prática do Choro, vista de dentro para fora e com ênfase nas transformações ocorridas desde a chegada de uma nova geração de participantes nesses encontros, em fins da década de 1970 até os dias atuais. Autoria de Henrique Cazes. 150 páginas.

Objetivos

O objetivo geral é resgatar e divulgar o Choro, também conhecido como chorinho, que é um gênero de música popular e instrumental tipicamente brasileiro, surgido no Rio de Janeiro em meados do século XIX. Em 2020 serão celebrados 150 anos do Choro. O livro tem como objetivo decifrar a roda de choro e responder perguntas como por exemplo: por que alguns músicos gostam de tocar Choro mas não de tocar na roda de choro? Ou ainda: por que a abundância de material publicado e uma maior acessibilidade a tudo que se refere a Choro (livros, partituras, gravações), não fez decair a importância da roda? Dentre outras perspectivas, ao avançar na imbricação entre os aspectos musicais e psicossociais envolvidos na roda de choro, será possível responder a estes e outros questionamentos. Como objetivos específicos nós planejamos produzir: 1) 1mil exemplares do livro, dos quais 20% serão destinados a distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, como por exemplo para faculdades públicas de música e instituições de ensino de música e pesquisa de música; 2) um evento de lançamento em Niterói - RJ no Teatro Municipal de Niterói com show ao vivo no palco e ingresso a preço popular (R$20,00). Estimativa de 400 pessoas. Como medida de ampliação de acesso, vamos oferecer uma vaga de estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino nas atividades de produção do projeto.

Justificativa

Para se compreender porque o Choro atinge 150 anos de existência sem o menor sinal de esgotamento e em dinâmica diversidade, é necessário dimensionar a roda de choro como o espaço de reinvenção constante dessa musicalidade. Ao traçar um paralelo histórico entre as fases pelas quais o Choro passou e os reflexos ocorridos nas rodas, foi possível detectar com precisão que algumas funções da roda mudaram ao longo desses 150 anos e outras não. O livro "O Choro reinventa a roda - 150 anos de uma utopia musical" apresentará uma etnografia da roda de choro, encontro informal de músicos para a prática do Choro, vista de dentro para fora e com ênfase nas transformações ocorridas desde a chegada de uma nova geração de participantes nesses encontros, em fins da década de 1970 até os dias atuais. Um paralelo entre o Choro e a roda de choro através dos tempos é apresentado incialmente, situando o principal estudo de caso historicamente: as rodas de choro ocorridas na casa do arquiteto Alfredo Britto entre 1980 e 2015. Sempre no primeiro sábado do ano, Alfredo recebia músicos e convidados e gravava integralmente os encontros. Cruzando as informações obtidas nas gravações, com entrevistas e questionários e ainda com a observação participante do autor, foi possível tocar em aspectos subjetivos da ligação entre os chorões e a roda de choro. O trabalho teve igualmente como objetivo identificar novas tendências, que vêm alterando de forma significativa as práticas relativas a esses encontros musicais, como o caso do coletivo "Choro na Rua" em atividade desde 2016. A publicação pretendida com este projeto incluirá ainda as imagens captadas e selecionadas pela fotógrafa Marília Figueiredo, que documenta há mais de uma década as rodas de choro do estudo de caso e que ilustram preciosos flagrantes da interação psicossocial que ocorre nesses encontros. Por meio da lei de incentivo à cultura buscaremos captar financiamento para viabilizar este projeto de resgate e valorização de um gênero musical autenticamente brasileiro e popular.

Estratégia de execução

Índice APRESENTAÇÃO 1 A RODA DE CHORO ATRAVÉS DOS TEMPOS 1.1 Dos pioneiros à Era do Rádio 1.2 A fase defensiva 1.3 As rodas de choro da casa de Alfredo Britto 1980-2015 1.4 O coletivo "Choro na Rua" 2 PENSANDO A RODA DE CHORO 2.1 Como tradição e ritual 2.2 Como sistema de dádivas, trocas simbólicas 3 O QUE ROLA NA RODA DE CHORO 3.1 A visão dos músicos 3.2 A visão do público que assiste 3.3 Solistas e acompanhadores 3.4 Repertório 3.5 Improviso 4 OS 150 ANOS DE UMA UTOPIA MUSICAL Breve apresentação Assim como a palavra Choro que, no contexto da música popular que se produz no Brasil, tem uma gama de significados que varia de gênero musical formalmente definido a sotaque fraseológico e até musicalidade (no sentido de qualidade ou caráter musical), a expressão roda de choro é usada com muitos significados distintos. Para definir a roda de choro como objeto de estudo, busquei opções que considerassem o conceito mais amplo e atualizado de Choro, e que inclui desde gênero e estilo até os processos psicossociais que envolvem a prática dessa musica. Esses aspectos subjetivos dizem respeito diretamente a relação entre o músico e a construção de uma experiência de interpretação compartilhada. Evento indispensável em todas as fases da história do Choro, por suas múltiplas funções nos campos da prática musical (aprendizado e memorização de repertório, improvisação, etc.), do lazer de músicos amadores e de profissionais, normalmente ocupados com outros tipos de música e também do estabelecimento e constante reforço da identidade de um certo grupo de músicos – os chorões, a roda acabou por se confundir com o próprio universo do Choro. A experiência de compartilhamento que ocorre numa roda de choro é extremamente rica, tanto em termos musicais quanto sociais. Não há compromisso com o tempo cronológico (hora para começar, hora para parar), nem uma hierarquia que determine quem vai tocar ou o que vai ser tocado. Tudo é negociado informalmente através de sons e olhares. Cada músico que chega procura seu lugar na roda, sem que ninguém lhe faça qualquer determinação. A roda de choro reúne elementos potencialmente conflitantes como competição e cumplicidade, amadorismo e profissionalismo, diversão e prática musical objetiva; resultando por isso mesmo em uma experiência fundamental para a compreensão do que atrai, o que agrega, o que fascina os músicos de várias gerações em torno do Choro. Partindo de um panorama histórico da roda de choro através dos tempos, desde o século XIX até a experiência contemporânea do coletivo "Choro na Rua" e passando pela compreensão dos aspectos psicossociais envolvidos, o terceiro capítulo coloca o leitor dentro da roda, através da discussão de aspectos como repertório e improviso. A busca constante do compartilhamento, a utopia da roda de choro perfeita que ao ser buscada ao longo de 150 anos de Choro, garantiu a renovação constante dessa música, justifica a paródia do lema positivista que fecha o livro: Roda de choro: liberdade por princípio, compartilhamento por base e alegria por fim. Henrique Cazes Para o show do evento de lançamento prevemos a contratação de 6 músicos como base e 3 convidados especiais. Faremos uma roda de choro no palco.

Especificação técnica

formato fechado: 16x23cm formato aberto: 32x23cm capa: couche 180g com laminação fosca. lombada costurada, 4x4 miolo: offset 4x4 cores 150 paginas tiragem inicial de 1mil exemplares O show de música ao vivo do evento de lançamento terá duração de 80 minutos. A ação formativa será um workshop gratuito sobre Choro com o autor do livro, separado em 3 aulas de cerca de 1h de duração cada.

Acessibilidade

O projeto do livro prevê a disponibilização do conteúdo em PDF na internet para que seja passível de audiodescrição pelos softwares de voz que o público com deficiência visual costuma utilizar. Visto que a publicação contará com cerca de 60 fotos, também prevemos a contratação do serviço especializado de audiodescrição das imagens. Para o evento de lançamento vamos garantir as medidas de facilitação da locomoção pelo espaço tais como a instalação de rampas e de guias táteis. O local pretendido é o Teatro Municipal de Niterói e ele já conta com rampas e medidas de acessibilidade para cadeirantes.

Democratização do acesso

Em conformidade com o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, do total da tiragem inicial prevista (1 mil exemplares), vamos destinar 20% (200 exemplares) para distribuição gratuita para bibliotecas de faculdades públicas e cursos de música, de escolas públicas, centros culturais, o que atende ao inciso "I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados", a fim de beneficiar diretamente estudantes e professores de instituições públicas de ensino. O material em PDF também será disponibilizado gratuitamente pela internet para alcançar deficientes visuais, atendendo ao inciso "III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22." Outra medida de democratização corresponde ao inciso IV do referido artigo e vai permitir a captação de imagens do evento de lançamento, de forma que poderá ser veiculado por redes públicas de televisão e outras mídias. O evento de lançamento contará com show de música ao vivo, cuja entrada terá preço popular de R$20,00. Como contrapartida social, e em atendimento ao inciso VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural, prevemos a contratação de um estagiário para a função de assistente de produção, que irá receber bolsa de estudo e trabalhar junto à proponente. Para complementar propomos a inclusão de ações formativas culturais: a realização de um workshop gratuito sobre Choro com o autor do livro, separado em 3 aulas de cerca de 1h de duração cada. As classes serão abertas para a comunidade e terão como foco os estudantes e em professores de instituições públicas de ensino tal qual a UFRJ, onde Henrique leciona na Faculdade de Música. Esperamos cerca de 45-50 pessoas presencialmente por dia, totalizando pelo menos 140 espectadores, e também vamos disponibilizar seu conteúdo gravado pela internet de forma gratuita.

Ficha técnica

Pesquisa e texto HENRIQUE CAZES Coordenação de pesquisa JOÃO CARINO Fotografias MARILIA FIGUEIREDO Direção de Produçaõ LUIZA CARINO Diagramação e projeto gráfico LETICIA LIMA Produção Executiva CATARINA DALL'ORTO Realização INSTITUTO MEMÓRIA MUSICAL BRASILEIRA O IMMuB (Instituto Memória Musical Brasileira) será responsável pela realização do projeto, o que inclui a contratação dos profissionais, administração financeira e prestação de contas, produção do livro, dos eventos de lançamento e da distribuição da contrapartida social. CURRÍCULOS Henrique Cazes (Henrique Leal Cazes, Rio de Janeiro, 02/02/1959) Nascido em uma família de músicos amadores do subúrbio carioca do Méier, começou a tocar violão com seis anos de idade e gradativamente foi incorporando o cavaquinho, o bandolim, o violão tenor, o banjo, a viola caipira e finalmente a guitarra elétrica, sempre como autodidata. Estreou profissionalmente em 1976 com o Conjunto Coisas Nossas, que realizou ampla pesquisa sobre a música brasileira dos anos 1920 e 30. Em 1980 passou a integrar a Camerata Carioca, onde trabalhou em contato direto com Joel Nascimento e o maestro Radamés Gnattali, duas influências decisivas. Em 1988, Henrique iniciou sua carreira de solista de cavaquinho, com o lançamento do disco "Henrique Cazes" juntamente com o método "Escola Moderna do Cavaquinho", o mais utilizado livro didático do instrumento. Lançou ainda outros discos marcantes como "Tocando Waldir Azevedo" de 1990, "Desde que o Choro é Choro" de 1995, "Uma história do cavaquinho brasileiro" de 2012 e, em duo com o violonista Marcello Gonçalves, "Pixinguinha de Bolso" de 2000 e "Vamos acabar com o baile", este último abordando a obra de Garoto. Publicou em 1998 o livro "Choro, do Quintal ao Municipal", que resume a história de 150 anos de Choro. É autor de outros livros como "Suíte Gargalhadas" de 2002 e "Monarco, voz e memória do samba" de 2003, além das pequenas biografias de Chiquinha Gonzaga, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo, elaboradas para a coleção "Raízes da MPB" em 2010. Dedicou-se a projetos de ampliação das fronteiras do choro como "Bach in Brazil”, a série de 4 CDs “Beatles’n’Choro” e "EletroPixinguinha XXI". Em 2011 obteve o título de Mestre pela Escola de Música da UFRJ, na qual é professor desde 2013 e onde implanta o Bacharelado em cavaquinho. Apontado como o melhor solista de cavaquinho e um dos mais ativos músicos de Choro da atualidade, Cazes tem paralelamente desenvolvido uma premiada carreira de produtor de discos, além de compor trilhas para cinema e televisão. João Carino Produtor cultural e radialista, acumula a produção musical e artística de dezenas de shows, CDs e DVDs. Em 1998, produziu com Hermínio Bello de Carvalho o CD "Chico Buarque de Mangueira", lançado pela gravadora BMG. Nesse mesmo ano, juntamente com Maurício Carrilho e Luciana Rabello, fundou o Selo Acari Records, especializado em choro, pelo qual lançou os discos de Álvaro Carrilho, "Leonardo Miranda toca Callado", Luciana Rabello, Maurício Carrilho, Arranca Toco e Índio do Cavaquinho. No mesmo ano, produziu, para a gravadora Pau-Brasil, o CD "Clássicas", de Zezé Gonzaga e Jane Duboc. Em 2000, foi convidado por Jane Duboc e Paulo Amorim para trabalhar como diretor da gravadora Jam Music, na qual produziu os CDs "Sessão passatempo", de Carol Saboya, "Cristina canta Wilson Batista", "Bena Lobo", "Tunai ao vivo", "Angela Rô Rô", "Bukassa - quero viver", "Célia Vaz e Zé Luiz Mazziotti cantando Paulinho da Viola", Grupo Curupira, Martinho da vila - samba de enredo unidos do mundo", Ângela Rô-Rô "Acertei no milênio", Célso Viáfora "Basta bater um tambor", João Nogueira ao vivo "Através do espelho" e outros. Nesse mesmo ano, produziu, com Hermínio Belo de Carvalho, a caixa "Clementina 100 Anos", com patrocínio da BR - Distribuidora, contendo oito discos gravados por Clementina de Jesus. Em 2001, produziu o CD "Beth Carvalho canta Nelson Cavaquinho" e o CD "Para salvar a terra", das Frenéticas, para a gravadora Jam Music. No ano seguinte, produziu, para o Museu da Imagem e do Som, o CD "Com Jacob, sem Jacob" e, para Universal Jazz, da França, o disco "Interior", de Marcio Faraco, depois lançado no Brasil pela Biscoito Fino. No ano de 2003, produziu, ao lado de Hermínio Bello de Carvalho, a caixa "Faxineira das Canções", de Elizeth Cardoso, na qual foram compilados quatro discos da cantora, com lançamento pela gravadora Biscoito Fino. Produziu, no ano seguinte, pela Niterói Discos, CDs de Marcio Proença, Marcos Lima e "Ismael Silva ao vivo em Niterói", com Jards Macalé, Dalva Tores, Cristina Buarque e Délcio Carvalho. Também em 2004, ao lado de Frederico Oliveira Coelho, foi um dos produtores da série de seis catálogos iconográficos coordenados por Júlio Diniz e lançados pelo Instituto Cultural Cravo Albin. Os catálogos tiveram como temas "Clube de Jazz e Bossa" (com apresentação de José Domingos Raffaelli), "Tons e sons do Rio de Janeiro" (com apresentação de Ruy Castro), "Novos caminhos do choro" (com apresentação de André Diniz), "No palco, os festivais" (com apresentação de Zuza Homem de Mello), "Telenovelas - Imaginário sonoro do Brasil" (com apresentação de João Máximo) e "Mulheres compositoras na música popular brasileira", este último com apresentação de Paulo César Pinheiro, reunindo várias gerações de compositoras brasileiras desde os primórdios da produção nacional iniciada por Chiquinha Gonzaga até o ano de 2004. A coleção, patrocinada pela El-Paso, também trouxe um CD com 15 faixas, nas quais foram inseridas "Corta-jaca" (Chiquinha Gonzaga), "A noite de meu bem" (Dolores Duran), "Andança" (Edmundo Souto, Danilo Caymmi e Paulinho Tapajós), "Cantiga por Luciana" (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós), "Odeon" (Ernesto Nazaré), "Murmurando" (Fon-Fon e Mário Rossi), "Meu avô (Yamandú Costa), "Canto de Iemanjá" (Baden Powell e Vinicius de Moraes), "Meu bem-querer" (Djavan), "Resposta ao tempo" (Cristóvão Bastos e Aldir Blanc), "Conversa de botequim" (Vadico e Noel Rosa), "Copacabana" (João de Barro e Alberto Ribeiro) e "Cidade maravilhosa" (André Filho). No CD também foi incluído o discurso de Vinicius de Moraes em homenagem a Pixinguinha, na ocasião do recebimento da "Comenda da Ordem da Bossa" pelo Clube de Jazz e Bossa, no Teatro Casa Grande no ano de 1967. Nesta mesma noite Pixinguinha, Tom Jobim e Ismael Silva interpretaram "Carinhoso" (Pixinguinha e João de Barro), faixa também incluída no disco.Entre 1999 e 2004, apresentou na Rádio MEC AM, ao lado do pesquisador Paulo César de Andrade, o programa "Roda de choro". Ainda em 2004, produziu vários discos, entre os quais o CD de Marcos Lima e o CD de Marcio Faraco. No ano de 2005, fez a direção do espetáculo "Alabê de Jerusulém", de Altay Veloso, que reuniu no palco do Canecão Lenine, Elba Ramalho, Alcione, Sandra de Sá, Fafá de Belém, Ronnie Marruda, Leny Andrade, Cláudio Zoli, Zezé Motta, Jorge Vercilo, Pery Ribeiro, Lucinha Lins, Cris Delanno e Selma Reis. Produziu, em 2007 e 2008, os projetos “A Fala da Flauta” (4 DVDs) e “Poesia do Sopro” (3 CDs), com o flautista Altamiro Carrilho. Entre 2008 e 2010, produziu e dirigiu shows de Marcus Lima, Marcio Faraco, Altamiro Carrilho, “Cartola 100 anos” (no Teatro Popular de Niterói) e a remontagem da peça “Calabar”, de Chico Buarque e Ruy Guerra, com direção de Ruy Faria. Nesse mesmo período, produziu discos de Ricardo Pavão, Andréia Carneiro, Marcio Faraco, Ivan Lins e Celso Viáfora, Anna Botelho e Denise Vianna, e Marcus Lima. Em 2010, produziu o evento “Noel Rosa, Poeta da Cidade”, participando também como palestrante ao lado de Julio Diniz e André Diniz. Ainda em 2010, produziu o DVD do compositor Monarco, com participação especial de Martinho da Vila, Paulinho da Viola e Zeca Pagodinho, patrocinado pela OI Futuro. Luiza Carino Luiza é produtora cultural e há 10 anos atua na produção e coordenação de projetos variados. Desde 2012 assumiu a Direção Executiva do IMMuB (Instituto Memória Musical Brasileira), onde vem assinando a direção de produção de todos os projetos. Foi a partir da sua gestão que o IMMuB ganhou maior projeção ao ser selecionada e participar dos programas de empreendedorismo jovem Empreendedores Criativos (Santander | Cemec - 2013) e Iniciativa Jovem da Shell (2014), no qual foi inclusive uma das premiadas. Luiza é a responsável pelo projeto e atualização do website do IMMuB, que reúne o maior catálogo digital da música brasileira e um portal de conteúdo sobre o tema. Atua desde a elaboração, formatação e inscrição de projetos em leis e editais à coordenação de equipes, produção de base, executiva, elaboração de relatórios e prestação de contas. Seu currículo inclui a realização de projetos de livros (Geogra da Música Carioca / 2015), exposições (Quem te viu, quem te vê/2019; Noel é 100/2016; Documental Imaginário/2012), filmes de longa e curta metragem (Retrato Cantado - Márcio Proença/2014; Yuka no Caminho das Setas/2011; Os Sapos/2010); diversos shows e ciclos de palestras. Desde 2011, juntamente ao seu sócio é resposável pela gestão do Programa Aprendiz - Música na Escola, um projeto sociocultural que oferece iniciação musical a alunos do ensino fundamental de 23 escolas de Niterói, atingindo 2500 crianças e jovens. A ação engloba a formação orquestral e a capacitação da equipe de professores, além de parcerias internacionais. Mais informações em www.aprendizmusica.com.br Marília Figueiredo Carioca de Botafogo, seu interesse pela fotografia começou muito cedo, por influência do pai, fotógrafo amador e de um tio que era fotógrafo profissional.Formada em Engenharia Química pela UFRJ e pós-graduada em Informática e em Engenharia de Segurança do Trabalho pela PUC-Rio, trabalhou como engenheira até 2017. Após um período em que se dedicou inteiramente ao trabalho como engenheira, reencontrou em 2005 a paixão pela fotografia. A partir do ano seguinte, iniciou uma série de cursos no Ateliê da Imagem, onde pode aprimorar vários aspectos da técnica fotográfica.A relação com a música também é antiga. A avó era pianista profissional, pioneira no acompanhamento de aulas de ginástica rítmica. Nos anos 1980, Marília tocou saxofone na lendária banda de reggae e ska chamada Kongo. A experiência como musicista ajudou a fotógrafa a perceber o momento certo do clique,captando as expressões e sentimentos dos músicos, tanto no momento do ataque de uma nota como num flagrante de troca de olhares quando vão “passar a bola”. O interesse em registar essa magia da interação musical levou Marília Figueiredo a constituir um acervo significativo, principalmente documentando o choro, tanto em espaços formais quanto nas rodas de choro. Letícia Lima Leticia Lima formou-se com honras em Design Gráfico pela George Brown School of Design de Toronto, no Canadá em 2012 e em Publicidade pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro em 2006. Ao se formar em Publicidade estagiou em empresas como TV Globo, Almap BBDO São Paulo e trabalhou no estúdio de Design Retina 78. Durante os 5 anos vívidos no Canadá, trabalhou como Designer, desenvolveu trabalhos como freelancer para clientes como StudioLab e para a Chef Deborah Reid criando infográficos e ilustração de livro infantil. Trabalhou também na agência de publicidade Publicis Toronto. Atualmente gerencia o Departamento de Comunicação da empresa Toronto Bakery desenvolvendo as embalagens dos produtos e cuidando da identidade visual e da marca como um todo. Também atua como freelancer desenvolvendo trabalhos diversificados como por exemplo a programação visual de peças editoriais, promocionais e criando identidade visual para empresas. Assim, é capaz de oferecer um serviço especializado que associa seus conhecimentos como publicitária e como designer para solucionar desafios de comunicação de forma estratégica e eficaz.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.