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PRONAC 192808Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

50 Anos de Nativismo

Empresa Cinematográfica Pampeana LTDA.
Solicitado
R$ 599,7 mil
Aprovado
R$ 599,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2019-11-01
Término
2021-12-31
Locais de realização (6)
Cruz Alta Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulSanta Maria Rio Grande do SulSanto Antônio da Patrulha Rio Grande do SulSão Borja Rio Grande do SulUruguaiana Rio Grande do Sul

Resumo

Filme de média metragem, com 50 minutos, finalização em Full HD, sobre a consolidação em 50 anos de história, a se completarem em 2021, da música de raízes rurais do Rio Grande do Sul, conhecida como Nativista, tendo como marco inicial a 1ª. Califórnia da Canção Nativa, realizada em Uruguaiana, RS, em 1971, sem desprezar os antecedentes históricos.

Sinopse

Produção de um filme de média-metragem, lançamento e realização de projeto pedagógico - 03 sessões gratuitas de exibição do filme, abertas ao público geral e escolas, seguidas de bate-papo dom o ditretor e alguns artistas convidados.

Objetivos

Objetivo Geral Produzir um filme de media metragem em formato HD de 52 minutos com gravação de imagens e materiais de arquivo. Objetivo Específico: Produzir o filme, veicular em salas de cinema, TV por assinatura e VOD _ Video On Demand, doar cópias em DVD e liberar em plataforma livre após as exibições em cinemas e televisão e realizar ações educativas durante a realização do projeto.

Justificativa

Os 50 anos do Movimento Nativista merecem ser contados e marcam a consolidação de um pólo importante de geração de conteúdos de identidade cultura e geração de emprego e renda no Sul do Brasil. Por estas razões, se enquadram perfeitamente em todos os incisos do Artigo do Artigo 1º da Lei 8.313/91. O projeto faz parte do segmento audiovisual, descrito no Inciso II do inciso 3º, o fomento à produção cultural e artística. A Lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível para a viabilização do projeto, que já conta com patrocinadores interessados em apoiar-lo. Argumento Podemos afirmar com certeza que o primeiro artista a se apresentar nos meios de difusão cultural do Rio de Janeiro vestido com trajes típicos gauchescos, as "pilchas", foi o catarinense Pedro Raymundo (1906/1973) nas décadas de 40 e 50 do século passado. Seu grande e inesquecível sucesso foi o xote Adeus, Mariana , de 1943. Consta que seu exemplo incentivou o inesquecível Luiz Gonzaga a fazer o mesmo com trajes nordestinos. Em suas pegadas, vieram artistas que marcaram o cancioneiro sulista, como os Irmãos Bertussi, Honeyde e Adelar, os inventores do fandango ou baile gaúcho, o trovador Gildo de Freitas, o cantor e ator de cinema José Mendes (Pára, Pedro!) e o maior de todos,o compositor, cantor, radialista e produtor de cinema Vitor Matheus Teixeira, o Teixeirinha. Entretanto, sucedendo esta onda de artistas populares iniciou em dezembro de 1971, a partir de um festival de música realizado em Uruguaiana, fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina, a Califórnia da Canção Nativa, o movimento que se afirmaria com o nome de Nativismo, sem dúvida em tributo ao evento que o gerou. Nos primeiros dez anos da Califórnia de Uruguaiana se consagraram as principais canções que hoje são clássicos do cancioneiro da música de origem rural do Sul, ainda que parte delas também aborde fenômenos urbanos ligados ao campo, como Desgarrados, de Mario Bárbara e Sérgio Napp. A partir do evento fronteiriço, inúmeros festivais se espraiaram pelo Rio Grande, chegando ao número incrível de 150 nos melhores momentos. Uma significativa produção de discos, primeiramente em vinil e logo em CD, marcou a época, já que cada evento gravava o seu. Em paralelo, com a adesão do MTG _ Movimento Tradicionalista Gaúcho e seus CTGs _ Centros de Tradições Gaúchas, muitos dos artistas revelados nos festivais passaram a ter palco e condições de sustentar suas famílias do fazer artístico. A força do movimento atraiu também um contingente numeroso de compositores e instrumentistas de raízes urbanas que passaram a freqüentar e ganhar os festivais, dando novos contornos estéticos à canção gaúcha. Em paralelo, caudatários do movimento, muitos criaram suas carreiras perto dos festivais sem necessariamente participarem deles como competidores, mas fazendo os shows dos intervalos. Neste espaço vieram também grandes nomes da música platina e brasileira, como Ataualpa Yupanqui, Mercedes Sosa, Antonio Tarrago Ros, Alfredo Zitarrosa, Cuarteto Zupay, Teresa Parodi, Milton Nascimento, Sergio Reis, Almir Sater, Renato Teixeira, Fafá de Belém e muitos outros. Artistas de grande popularidade atualmente, como Mano Lima e Pedro Ortaça e o saudoso Noel Guarany também orbitaram os festivais. O filme 50 Anos de Nativismo vai dar conta desta história com agilidade e materiais de pesquisa, além de apresentar ao público os clássicos da canção nativista em novas interpretações. A partir de um encontro de três dias num local especial onde os personagens desta história farão uma imersão para as filmagens, a equipe percorrerá as cidades principais onde o fenômeno ocorreu, como Santa Maria, Cruz Alta e Uruguaiana, e acompanhará uma edição de um dos festivais mais tradicionais, o da Barranca, na margem do Rio Uruguai, em São Borja.

Especificação técnica

Realização de filme, média-metragem, com 52 minutos, em HD – Alta Definição Projeto educativo - 03 sessões gratuitas de exibição do filme, abertas ao público geral e escolas seguidas de bate-papo dom o ditretor e alguns artistas convidados.

Acessibilidade

O média-metragem contará com: Audiodescrição: Produção de áudio descritivo das cenas de determinado produto audiovisual. As descrições são realizadas nas brechas entre diálogos, para melhor entendimento do contexto e autonomia da pessoa com deficiência visual. Closed Caption (CC) ou (legenda para pessoa com deficiência auditiva): Legenda Oculta ou Closed Caption e ambientação das cenas e formatação com base nas normas da ABNT. LIBRAS: Língua brasileiras de sinais.

Democratização do acesso

O filme 50 Anos de Nativismo, assim como as demais obras do diretor, iniciará sua carreira em festivais e mostras de cinema, após, estreará em salas, fará sessões especiais para grupo e escolas, estará disponível em DVD e após, será veiculado em Televisão por Assinatura e Aberta (TVE RS). Realizado em linguagem ágil e vibrante, o filme atenderá o público especializado na história e cultura do estado do RS e o público geral, que acompanhou a vida e obra dos artistas homenageados. O lançamento do filme também contará com sessões comentadas com o diretor e alguns artistas convidados.

Ficha técnica

Henrique de Freitas Lima, Produtor, Roteirista e Diretor Diretor, Roteirista, Produtor de Cinema e Televisão e Consultor em Cultura, Esportes e Terceiro Setor, nascido em Sobradinho, RS, em 27/10/1959. Dirigiu os longas metragens TEMPO SEM GLÓRIA (1984), LUA DE OUTUBRO (1997), CONCERTO CAMPESTRE (2003), DANUBIO (2010), CONTOS GAUCHESCOS (2012) e ZORAVIA (2018), os curtas em 35 mm A HORA DA VERDADE (1988) e O MACACO E O CANDIDATO (1990), e a Série de Televisão PORTEIRA ABERTA (2004), entre outros. Foi Membro Fundador e 1o Presidente da Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do RGS – APTC/RS, Conselheiro do Conselho Nacional de Cinema – CONCINE (1986/1989) e Membro Fundador e 1o Presidente da Associação dos Produtores Culturais do RGS – APCERGS. Sócio Proprietário e Diretor da Cinematográfica Pampeana, fundada em 1995. É advogado e Sócio Gerente da Freitas Lima Consultores Associados S/C, fundada em 2007. Pedro Rocha, Diretor de Fotografia Formado em jornalismo pela UFSM (2003), atuou como operador de câmera nos DVDs musicais “Sou Meninos do Morumbi” (2009) e “Negalora” (2012), de Cláudia Leite; em produções internacionais foi operador de câmera na etapa brasileira da série ‘The Amazing Race’ (2006) e em projetos das produtoras The Viral Factory e Park Pictures; estagiário de direção e assistente de montagem no longa-metragem “Acquária”(2003), Co-diretor do DVD “O Dalai Lama no Brasil” (2009); Diretor de fotografia no documentários “The Communication (R)evolution” (2013), Depois do Fim (2017); nas mini-séries “Oxigênio” (2014), Paralelo 30 (2017), Retratos do Cárcere (2017), SemprePoa (2018) e Sagrados e Profanos (2018); Co-diretor de fotografia no longa-metragem “Central” (2016); Diretor e fotógrafo por 5 anos no núcleo digital da produtora Film Planet em São Paulo. Como freelancer, na área de publicidade, realizou trabalhos de Direção de fotografia para clientes tais como Samsung, Nestlé, Bradesco, Honda e Toyota. Entre as premiações recebidas está o “Troféu Cineclube”, homenagem do Movimento Cineclubista Brasileiro pela contribuição à linguagem e ao desenvolvimento da cultura audiovisual, o “Troféu Vento Norte”, destaque dos 15 anos do Santa Maria Video e Cinema, e o Kikito de melhor fotografia com o curta-metragem “Telentrega” no 45º Festival de Cinema de Gramado. Durante o ano de 2015, trabalhou como diretor e fotógrafo no núcleo de inovação e linguagem do Grupo RBS. Atualmente realiza também trabalhos de consultoria, cursos e workshops sobre linguagem audiovisual e direção de fotografia. Em 2018 foi professor de Direção de Fotografia na pós em Produção Fotográfica e Audiovisual da Unisc. É sócio efetivo da Associação Brasileira de Cinematografia (ABC). Rafael Berlezi, Montador e Operador de Som Iniciou sua trajetória artística em meados dos anos 90 com o estudo de música, no início de 2000 passa a estudar intensamente a fotografia e sua rápida transição para o ambiente digital. Em 2006 ingressa no curso de Artes Visuais na UFSM e se dedica e explorar as possibilidades da mesclagem das imagens e sons através da linguagem audiovisual. Seu primeiro trabalho como diretor, Os Ratos, lhe rendeu dois Prêmios em 2008. Impulsionado pelos estudos de linguagem e os prêmios conquistados fixa residência em Porto Alegre no ano de 2010 e rapidamente passa a atuar nas principais produtoras do audiovisual da cidade. Em 2012 passa a integrar o time da Estação Elétrica onde participa da produção de longas documentais como Mais Uma Canção, Renato Borghetti Quarteto - Europa e diversos DVD’s musicais que foram vencedores em seis edições do Prêmio Açorianos de Música e também do Prêmio da Música Brasileira, com Elza Canta e Chora Lupi. Durante este período ainda participa da gravação e pós-produção de Séries para TV e dirige videoclipes para diversos artistas. Em 2017 funda a EXP Transmídia, Startup de Arte, Cultura e Tecnologia que vem ganhando espaço no mercado pela forma inovadora como cria e catalisa conteúdo para artistas e empresas. Gilberto Carvalho – pesquisador e assistente de direção - É poeta, compositor, publicitário e produtor cultural. Um dos fundadores e mestre de cerimônias oficial da Califórnia da Canção Nativa do RS, em suas três primeiras edições (1971 a 1973). Autor de temas de reconhecido destaque da música regional gaúcha: Leão do Caverá, Negro da Gaita, Pássaro Perdido, Cantor de Fronteira, Birivas e outros. Tem publicados quatro livros e dois cds com poemas e dois sobre história e cultura gaúchas. Fundou e dirigiu por quinze anos o programa radiofônico Estúdio " Quero-Quero ", que gravou mais de 300 festivais da Música Nativista do RS. Criou e dirigiu por doze anos o Projeto Quero-Quero, rede de programas de rádio com 114 cidades divulgando de modo semanal a cultura e arte populares do RGS. Recebeu da Casa De Las Americas, de Cuba, e do Centro Cultura Latinoamericana de Miami distinções especiais por seu trabalho em prol da cultura popular. Seu livro e Cd, trílingue, "De Vinho e Vida" com poemas sobre vinhos, recebeu lançamento com recitais em Portugal, Espanha, Açores e Suíça - no Salão Mundial da Poesia. É sócio diretor da OPQ Plan.Prod. e Marketing Limitada de Porto Alegre/RS e Florianópolis/SC.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.