Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O musical "BRUTA FLOR" é inspirado no universo de Maria Bethânia. Duas atrizes se revezam e se complementam interpretando as duas "Marias" e conduzidas pela trilha do show Maricotinha de 2001, essas duas personagens irão duelar, acolher e amar as infinitas formas do universo feminino.
De tantos nomes femininos, MARIA se transformou em sinônimo de mulher. Maria, simplesmente, ou precedendo a outros nomes que se tornam assim“compostos”.O espetáculo BRUTA FLOR é o trajeto de duas “Marias” em busca de suas essências, almas e consequente realização como pessoas. Esse trajeto é composto por uma compilação de textos e músicas que compões a obra da artista Maria Bethânia, mais especificamente o repertório do show Maricotinha.Como em “Eros e Psique”, de Fernando Pessoa, um clássico do repertório poético de Bethânia, cada Maria trilha seu próprio caminho, movidas por seu querer individual; até que elas se encontram e se reconheçam. “Quem é essa agora que dentro de mim, me assusta e me atrai?” (Lya Luft)As Marias se estranham, como se uma negasse a existência da outra. Mas há uma força maior que as une sobre todas as coisas; e elas seguem, agora juntas, trilhando o doce mistério da vida. Assim elas vão descobrir amores e dores, surpresas e saudades, na busca do insaciável “quereres”, para ao final, decifrarem o enigma: “Sou eu mesmo a charada sincopada que ninguém da roda decifra nos serões da província, quanto fui, quanto não fui, tudo isso eu sou”. (Fernando Pessoa). “Sorrateira, ela sou eu...”(Lya Luft).As Marias se descobrem uma na outra, ou uma só Maria, na bruta flor que é a dualidade da vida. Dualidade presente em todas as culturas, manifesta em símbolos como Yin/Yang, Positivo/Negativo, Claro/Escuro, Som/Silêncio, Guerra/Paz, Amor/Desamor, Vida/Morte, Homem/Mulher. Pois um não é sem o outro. Essa é a brutalidade da flor.
Objetivo Geral O projeto visa à realização do musical "BRUTA FLOR" com excelência artística contribuindo para fomentar a cultura e desenvolver a atividade artística. O espetáculo BRUTA FLOR, que celebra a obra de Maria Bethânia e o universo feminino, consequentemente propaga e transpassa a história da música e da cultura popular brasileira já que Maria Bethânia é construida de muitos universos. Com o auxílio do repertório musical do show Maricotinha o espetáculo tem como referencial obras que fazem parte do universo de Bethânia e que conduzem o texto como a poesia Eros e Psique, de Fernando Pessoa, Poema Sujo de Ferreira Gullar, A Hora da Estrela de Clarice Lispector e a música A Moça do Sonho, de Chico Buarque e Edu Lobo. O espetáculo que tem texto original de Thereza Falcão, direção de Laura Elisa Velho e Luis Antonio Fortes e direção musical de Marcelo Alonso Neves e Jaques Morelenbaum, contará com um mês de ensaio e tem sua estreia prevista para novembro de 2019 ou março de 2020 na cidade do Rio de Janeiro em teatro a definir, onde se manterá por curta temporada, seguindo posteriormente para São Paulo. Objetivos específicos - Realizar o musical BRUTA FLOR com temporadas no Rio de Janeiro e São Paulo. - Produzir um espetáculo de qualidade artística, técnica e musical. - Valorizar a história da MPB e de diversos autores interpretados pela artista. - Celebrar e fomentar a diversidade cultural da música e literatura popular brasileira. - Impactar positivamente a economia local ao gerar empregos diretos e indiretos.- Realizar em torno de 40 a 60 espetáculos por mês durante a temporada. - Realizar em torno de 40 a 60 espetáculos por mês durante a temporada. - Realizar em torno de 2 a 6 palestras durante a temporada, visando cumprir as ações formativas/contrapartidas sociais propostas. - Realizar ações de formação de plateia em pelo menos metade dos espetáculos realizados no projeto. - Realizar aulas experimentais/imersão teatral ao longo do período da peça em cartaz
A realização deste projeto se justifica dada a relevância artística da cantora na história da música popular brasileira e de suas interpretações de composições célebres e históricas de nosso repertório cultural ; em segundo a valorização de sua trajetória e daqueles que são interpretados pela mesma e o fomento a arte e a história cultural do nosso país, proporcionando ao grande público através deste espetáculo o contato com estas esferas. Além disso, o apelo do musical certamente favorece a formação de platéia devido a tamanha popularidade de Maria Bethânia que possui diversos fãs que acompanham sua trajetória artística. Devido ao tamanho da equipe e a logística envolvida, não seria possível realizar este projeto sem o apoio do Ministério da Cultura e da iniciativa privada, através da Lei de Incentivo. Segundo os incisos expostos no Art. 1 da referida Lei, o projeto, considerando aqui a proposta como um todo - espetáculo teatral e ações formatidas/contrapartida social - pretendem cumprir as seguintes ações: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Este projeto tem também por objetivo, cumprir as finalidades expressas no art. 1º , através dos seguintes objetivos expostos no Art. 3° :I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)
O texto da peça será escrito em processo, por isso não o temos anexado.
A peça terá em torno de 70 minutos A oficina/palestra terá em torno de 60 minutos A imersão teatral/aula experimental terá em torno de 2 horas Nosso material de divulgação: O enfoque da nossa assessoria de comunicação será em cultura, educação e lazer, personalidades com alcance regional e nacional. A Internet e as Redes sociais tem sido o maior meio de difusão atualmente e por conta disso, além das mídias comumente utilizadas, vamos fazer um forte trabalho com as páginas do espetáculo e da equipe. Patrocínio de flyers virtuais e fotos no formato quadrado. * Materiais de divulgação produzidos pela produtora: Programas, Convites virtuais, Fachada do Teatro (quando houver), Banner interno no hall; Mídia externa alternativa, como busdoor, outdoor ou mobiliário urbano; anúncio em rádio. Teasers em vídeo com logomarcas; vinheta promocional
Acessibilidade física - Peça Teatral O projeto prevê a escolha de um teatro na cidade de São Paulo com total acessibilidade com rampas, guias e banheiros para deficientes. Acessibilidade de conteúdo - Peça Teatral O projeto prevê a interpretação em libras durante a peça para que assim deficientes auditivos sejam contemplados e impactados pelo conteúdo do texto. O programa da peça será disponibilizado em braile para os deficientes visuais Acessibilidade física - Palestra/oficinas As ações formativas/contrapartidas sociais acontecerão em locais equipados com rampas de acesso a deficientes fisicos. Acessibilidade de conteúdo - Palestra /oficinas O projeto prevê interpretação em libras durante as palestras oficinas, bem como disponilizará o conteúdo das oficinas em libras, além de contratar profissionais preparados no ramo da acessibilidade.
Peça Teatral - O projeto prevê ações de formação de plateia, destinando ingressos gratuitos para Ongs, projetos sociais artísticos e culturais, escolas de teatro e escolas públicas da cidade do Rio de Janeiro e São Paulo respeitando o Art. 22 da IN nº 02/2019. - Respeitando o Art. 20 da IN nº 02/2019 o projeto disponibilizará ingressos a preços populares. Oficina/Palestras - Ocorrerão ensaios abertos destinados a Ongs, Instituições públicas de ensino e Projetos sociais de teatro, onde os alunos poderão compreender o processo de formação da personagem , de acordo com a medida V, respeitando o Art.21 da IN nº 02/2019. - Ainda visando democratizar o acesso será promovido palestras com os diretores e elenco destinado a Ongs, Instituições públicas de ensino e Projetos sociais de teatro, de acordo com a medida V, respeitando o Art.21 da IN nº 02/2019.
Elenco: Elenco a escolher Texto: Thereza Falcão e Laura Elisa Velho Direção: Laura Elisa Velho e Luis Antonio Fortes Direção musical: Marcelo Alonso Neves e Jaques Morelenbaum Arranjos: Jaques Morelenbaum e Marcelo Alonso Neves Direção de produção: Anderson Muller Planejamento de produção: Jéssica Santiago Luz: Paulo Cesar Medeiros Cenário: Sérgio Marimba Vídeos e projeções (será ecolhido) Programação visual: Marcelo Pereira / Tecnopop Colaboração de texto: Paula Dias Assistente de texto: Marina Martins Assistente de direção: Lino Diaz Pesquisa: Laura Elisa Velho Colaboração de Pesquisa: Thereza Falcão AUTORIA E COORDENAÇÃO DE PESQUISA - THEREZA FALCÃO (PROSPERA PRODUÇÕES) Thereza falcão é escritora, autora e diretora teatral e roteirista de tv. Escreveu e dirigiu peças infantis como A Arca de Noé, Missão Super Secreta”, indicado na categoria melhor direção para o Prêmio Coca-Cola 1993 (remontada em SP com o título de Brincando na Chuva, com Marco Ricca) e A História de Topetudo. Por este último, recebeu o Prêmio Coca-Cola de melhor texto e melhor espetáculo de 1997. Adaptou para teatro A Mulher que Escreveu a Bíblia, de Moacyr Scliar e Foi você que pediu para eu conta a minha história,de Sandrine Roche. Desde 2001 é roteirista da Globo, onde já escreveu programas como: Dom, Correndo Atrás, Bambuluá, O Pequeno Alquimista, O Jogo e Turma da Mônica e como colaboradora para as novelas O Profeta, Cordel Encantado, Avenida Brasil e Jóia Rara, entre outras. Acabou de escrever a última novela das 18horas, “Novo Mundo”. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO - ANDERSON MULLER Anderson Muller fez inúmeras peças, são elas: “Meninos de Egito”, “Hércules”, “O Ateneu”, “Despertar da Primavera”, “Uma lição longe demais”; “Os Sete brotinhos”, ”Os Visigodos’’, ’’De Repente no Recreio’’, “Eles não usam Black-tie”, “O Arlequim, Servidor de dois patrões”, “A pulga atrás da orelha”, “Aurora da minha vida”, ’’A Ilha Desconhecida’’,”O Baile”, “Igual à você”, ”Maratona de Nova York”, ”Uma Luz Cor de Luar”, “A Banheira”, entre outras. Na TV, iniciou em 1987 com a novela “Brega e Chique” e fez ainda “Bebê a bordo”; “Quem é você”; “Rainha da Sucata”; “Amazônia”; “Malhação”; “Bambuluá” “América”; ”Caminho das Índias” e ”Salve Jorge”. Minissérie ”Amazônia de Galvez a Chico Mendes”, e os seriados “Tele-tema”; “Caso verdade”; “Você Decide”; “Terça Nobre”; “Brava gente”; e outras produções.No cinema, Anderson Muller atuou nos filmes “Banana Split”; “A cor do seu destino”; “A espera”; “Pagu”; “Os sermões”; “Feliz conviva de Tsadora Duncan”; “750 Cidade de Deus”; “O Lanterninha do barulho”; “Avassaladoras” ; “Olga”; ”Descobrimento do Brasil”; “Amazônia Caruana” e ”O Velho Marinheiro”. DIREÇÃO TEATRAL - LAURA ELISA VELHO A direção é de Laura Elisa Velho e Luis Antonio Fortes. Laura, idealizadora de BRUTA FLOR, estudou Publicidade e Propaganda, trabalha com comunicação, produção e direção, atuou como produtora cultural com produtoras como Estela Albani e Isabel Themudo. Como assistente, esteve ao lado de diretores como Antonio de Bonis em Emilinha & Marlene , As Rainhas do Rádio, e de Jorge Caetano e Marco André Nunes em A Porta da Frente. Trabalhou na produtora TvZero ao lado do cineasta Roberto Berliner por mais de 3 anos. Luís Antônio é ator e produtor formado pela CAL, idealizou e atuou no espetáculo Dançando no Escuro, direção Dani Barros, sucesso de público e crítica em 2017. Integra a Cia. OmondÉ desde 2009. Trabalhou com os diretores: Ticiana Studart, Adriano Garib, Celina Sodré Marcelo Morato e RenatoCarrera, Com a Cia. Omondé esteve em: As Conchambranças de Quaderna de Ariano Suassuna, Os Mamutes de Jô Bilac, Nem Mesmo Todo Oceano de Alcione Araujo, Infância, Tiros e Plumas de Jô Bilac e Os Inadequados. Foi também assistente de direção dos espetáculos Amor Confesso de Arthur Azevedo, Nada sobre o Invisível de Paulo Scott, Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues, direção de Renato Carrera, Maravilhoso de Diogo Liberano, Divinarias de Jean Genet e Paraíso Zona Sul de Jô Bilac, Cock- Briga de Galo e Não Vamos Pagar! de Dario Fô, todos com direção de Inez Viana. No teatro musical, esteve em Raul fora da lei, direção: Roberto Bomtempo. Desde 2013 ministra aulas de teatro para a terceira idade junto com Inez Viana no Galpão Gamboa. Foi indicado ao prêmio FITA de teatro 2012 na categoria melhor ator coadjuvante por Os Mamutes, de Jô Bilac. DIREÇÃO MUSICAL E ARRANJOS - MARCELO NEVES E JAQUES MORELENBAUM A trajetória do diretor musical e arranjador Marcelo Alonso Neves e do maestro e arranjador Jaques Morelenbaum garantem um olhar original sobre as músicas que costuram a dramaturgia do espetáculo. Marcelo Neves, a trinta anos que se dedica à composição, direção musical e arranjos para espetáculos teatrais. Trabalhou com os diretores Enrique Diaz, Aderbal Freire-Filho, Emílio de Mello, Paulo José, José Wilker, Christiane Jatahy, Eduardo Wotzic, Gilberto Gawronski, Lúcia Coelho, Inez Viana, Pedro Brício, Camila Amado, Antonio De Bonis, João Batista e Cibele Forjaz, entre outros, tendo musicado mais de 300 espetáculos desde então. Vencedor do prêmio Cesgranrio 2016 por Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday. Vencedor do prêmio Shell 2011 por As Conchambranças de Quaderna. Indicado aos prêmios: Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural 2017 por Dançando no Escuro. Shell e APTR 2015 por Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday e Cesgranrio 2015 por Contra O Vento. Jaques Morelenbaum em 42 anos de carreira como músico tomou parte em 738 álbuns, colaborando como violoncelista, compositor, arranjador, regente e produtor com Antonio Carlos Jobim, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Egberto Gismonti, Gal Costa, Milton Nascimento, Chico Buarque, entre tantos outros. Participou também de uma série de produções musicais com artistas internacionais, entre eles Ryuichi Sakamoto, com quem toca desde 1992 até os dias de hoje, e com Sting. É vencedor do Grammy de World Music, como produtor do álbum Livro de Caetano Veloso, do Grammy Latino de Melhor Disco de Música Brasileira, pelo álbum Noites do Norte, também de Caetano Veloso, e do Grammy Latino de Melhor Longa Metragem de Música Pop por sua co-produção do Acústico MTV de Julieta Venegas. Compôs e produziu inúmeras trilhas sonoras para o cinema e teatro, entre elas para os filmes Nise, o Coração da Loucura, de Roberto Berliner (Prêmio Aruanda de Melhor Trilha Sonora), Tieta (Prêmio Sharp para Melhor Trilha Sonora) e Orfeu do Carnaval, de Cacá Diegues (ambas junto a Caetano Veloso), O Quatrilho (vencedor do Prêmio Coral do Festival de Cinema de Havana de Melhor Trilha Sonora, também com Caetano Veloso), dentre outros.
PROJETO ARQUIVADO.