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Montagem e temporada da peça NÃO ANDE NUA POR AÍ!, uma comédia de Georges Feydeau, com, direção de Sérgio Módena.
O deputado Ventroux que receberá na sua casa um importante industrial e político tenta convencer sua mulher, Clarisse, de não andar pelo apartamento com roupas curtas e transparentes, hábito que ela não está disposta a abandonar. Durante a peça, alguns desentendimentos e quiproquós entre o casal acabam envolvendo de uma maneira divertida o industrial e o empregado da casa.
Objetivo Geral: Produção e apresentações da peça teatral inédita no Brasil Não ande nua por aí! do autor francês Georges Feydeau, com direção de Sérgio Módena na cidade do Rio de Janeiro em 2020. Objetivos específicos: Estrear o espetáculo em 2020 e realizar primeira temporada de oito semanas, no horário de 5ª a domingo às 19h na cidade do Rio de Janeiro. Realizar 32 sessões abertas ao público e 2 ensaios abertos gratuitos. Realizar um espetáculo reverenciado pelo público, pela mídia, pelos parceiros do projeto e formadores de opinião.
A linhagem indicaria o retorno, no Teatro do Absurdo, da exploração em viés cômico de temas como o tédio, a apatia, a estreiteza de imaginação, a impossibilidade de comunicação e a falência da linguagem, justamente como explorados por Feydeau em seus vaudevilles. A relação não é absolutamente vazia e encontrará ainda melhor paralelo na influência que teve, sobre a obra de Samuel Beckett (1906-1989), o trabalho de Buster Keaton (1895-1966), palhaço das telas do cinema americano, criado em uma família de artistas de vaudeville. "Não ande nua por aí!" será ainda do interesse dos que, para confessar o gosto pela comédia ligeira, precisam antes de um aval de fundo moral, do tipo: "trata-se de uma crítica à mediocridade ridícula da burguesia" ou "em sendo uma comédia ligeira, é também um posicionamento político digno de ser analisado". Afinal, tendo sido escrita na fase mais, digamos, "social" de Feydeau, a peça de fato se presta a um comentário, digamos, "político" do cotidiano da Paris do início do século XX. Afinal, a ridicularização de Ventroux é um claro achaque à ala arrivista dos políticos de esquerda, tanto é assim que se chega ao ponto de mencionar, na peça, um certo Clémenceau, desocupado vizinho de porta dos Ventroux ("É o nosso maior piadista! Tem um espírito debochado! É terrível!"), em referência direta a Georges Clémenceau (1841-1929), político francês do partido radical, célebre, entre outras coisas, por ter sido o editor responsável pela publicação do J’accuse, de Zola, no jornal L’Aurore, em 1898. E para os que possam ver na escolha do nome uma mera coincidência, cabe notar que o político Georges Clemenceau nascera em Mouilleron-en-Pareds e que Hochepaix, o grande rival de Ventroux, na peça, é justamente prefeito de "Moussillons-les-Indrets"! Postas em relevo as ressalvas de mérito anteriores para a leitura de "Não ande nua por aí!", resta talvez dizer que os leitores que de fato aproveitarão a peça serão os que não requerem nenhuma salvaguarda para rachar de rir diante da bestagem, da bobagem, da besteira; os que se contentam com o fato de que se trata _ confessemos! _ de uma peça acerca das peripécias do derrière de uma dondoca! Serão esses os leitores para os quais Feydeau terá dedicado a genialidade de sua escrita: os heroicos leitores que, como defende Cleise Mendes (2008), alegam o "direito à besteira", sem culpa de "rir por nada". O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso.(Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
TEMPORADA - 2 MESES SESSÕES - DE 5ª A DOMINGO DURAÇÃO - 90 MINUTOS CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA - 12 ANOS
O local escolhido para a temporada do espetáculo proporcionará condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 (**). Os projetos culturais financiados com recursos federais, inclusive oriundos de programas especiais de incentivo à cultura, deverão facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência e pessoas idosas de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais.s termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Nossas ações buscadas são: 1) Rampas de acesso ou elevador; 2) Lugar marcado na plateia para deficiente; 3) Assento preferencial e assento para obesos; 4) Atendimento prioritário, com entrada antecipada; 5) Estacionamento para idoso/deficiente; 6) Funcionário do teatro ou da produção orientando e auxiliando na locomoção. Realizar 02 sessões com Tradução em Libras para deficientes auditivos e 2 sessões com Áudiodescrição para deficientes visuais.
O projeto pretende garantir a democratização de acesso à cultura, através da execução de uma estratégia de formação de plateia, por meio de ações sócio-culturais, como inciso/medida do art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pelo MinC. - Disponibilizar ingressos gratuitos aos estudantes e professores da Rede Pública de Ensino, Ong´s, de Teatro e artes em geral. - Realizar 1 (um) ensaios abertos gratuitos, em fase anterior a estreia para o público das escolas da Rede Pública de Ensino, ONG´s, alunos de Teatro e artes no geral. - Público alvo que se beneficiará dos ingressos gratuitos, são os estudantes da Rede Pública de Ensino e Ong´s. - Público que se beneficiará do Vale cultura e Meia entrada, serão os idosos, estudantes e professores, de acordo com a Lei. Art. 22. As propostas culturais deverão apresenta ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias. - Realizaremos 2 debates com o Diretor e Tradutor do espetáculo para estudantes e professores da Rede Pública de Ensino - Realizaremos uma oficina de interpretação gratuita para 40 jovens entre 14 e 21 anos. O projeto pretende garantir a democratização de acesso à cultura, através da execução de uma estratégia de formação de plateia, por meio de ações sócio-culturais, como inciso/medida do art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pelo MinC. - Disponibilizar ingressos gratuitos aos estudantes e professores da Rede Pública de Ensino, Ong´s, de Teatro e artes em geral. - Realizar 1 (um) ensaios abertos gratuitos, em fase anterior a estreia para o público das escolas da Rede Pública de Ensino, ONG´s, alunos de Teatro e artes no geral. - Público alvo que se beneficiará dos ingressos gratuitos, são os estudantes da Rede Pública de Ensino e Ong´s. - Público que se beneficiará do Vale cultura e Meia entrada, serão os idosos, estudantes e professores, de acordo com a Lei. Art. 22. As propostas culturais deverão apresenta ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias. - Realizaremos 2 debates com o Diretor e Tradutor do espetáculo para estudantes e professores da Rede Pública de Ensino - Realizaremos uma oficina de interpretação gratuita para 40 jovens entre 14 e 21 anos.
DIRETRO - SERGIO MÓDENA Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são: "As Cangaceiras Guerreiras do Sertão", musical de Newton Moreno, "Diários do Abismo", baseado na obra de Maura Lopes Cançado, "O Choro de Pixinguinha", de Ana Velloso, "Kid Morengueira- Olha o Breque", de Ana Velloso, "O Musical da Bossa Nova", roteiro de Rodrigo Faour e Sergio Módena, "Estes Fantasmas!", de Eduardo De Filippo, “Janis”, de Diogo Liberano, "Os Vilões de Shakespeare", de Steven Berkoff, “Esse Vazio”, de Juan Pablo Gomez, “Como Me Tornei Estúpido”, adaptação da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski, "O Último Lutador, de Marcos Nauer e Tereza Frota, “Ricardo III” de William Shakespeare, “A Arte da Comédia”, de Eduardo De Filippo, “Politicamente Incorretos”, “Forró Miudinho” “Bossa Novinha- A Festa do Pijama”, “Sambinha” e "O Choro de Pixinguinha", musicais de Ana Velloso, “A Revista do Ano- O Olimpo Carioca”, de Tânia Brandão, “As Mimosas da Praça Tiradentes”, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche e o show “Paletó de Lamê – os grandes sucessos (dos outros)”. Escreveu "O Soldadinho e a Bailarina" (adaptação do conto de H. C. Andersen) em parceria com Gustavo Wabner e dirigido por Gabriel Villela. Seus espetáculos receberam inúmeras indicações e prêmios nas mais importantes premiações teatrais do eixo Rio- São Paulo. CENÓGRAFA 0 AURORA DE CAMPOS Formada em cenografia pela UNIRIO 2006, trabalha com cenografia e direção de arte. Nos últimos anos vem se dedicando especialmente a cenografia para teatro. Entre os diretores de teatro que trabalhou estão: Bel Garcia, Susana Ribeiro, Cesar Augusto, Tato Consorti, Sergio Modena, Felipe Vidal, Pedro Brício, Emílio de Mello, Henrique Tavares, Alex Cassal, Felipe Rocha, Enrique Diaz, Cristina Moura, Nehle Franke, Guilherme Leme.Prêmios: 26º Prêmio Shell, 1º Prêmio Cesgranrio de Teatro, e do 3º Prêmio Questão de Crítica pelo cenário de Conselho de Classe da Cia dos Atores. 7º Prêmio APTR 2012- cenário da peça Breu feito em parceria com as diretoras Miwa Yanaguizawa e Maria Silvia. Concorreu ao 2º Prêmio Questão de crítica 2012 também por Breu; ao 1º Prêmio Questão de crítica 2011 por Você precisa saber de mim, que assinou com o diretor Jefferson Miranda; ao 5º Prêmio APTR 2010 por Rockantygona dirigida por Guilherme Leme, ao Prêmio Shell RJ 2008 por A forma das coisas - de Neil Labute, direção de Guilherme Leme, e o 3º Prêmio APTR 2008 também por A forma das coisas e por Quartos de Tennessee - de Tennessee Williams, direção de Susana Ribeiro. FIGURINISTA: COLMAR DINIZ Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. Premiação PRÊMIO IBEU 1975, “A Noite Campeões”, de Jason Miller – Melhor espetáculo texto americano PRÊMIO MOLIÈRE 1978, “Arte Final”, de Carlos Queiroz Telles – Cenografia e Figurinos PRÊMIO MOLIÈRE 1980, “Dom Quixote”, de Camila Amado – Cenografia e Figurinos PRÊMIO ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE 1990, “Kananga do Japão”, de Wilson Aguiar Filho – Figurinos PRÊMIO GOVERNADOR ESTÁCIO DE SÁ (RJ) 1991, “Kananga do Japão” – Figurinos PRÊMIO IBEU 1994, “O Grito do Anjo”, de Bill Davis – Melhor espetáculo texto americano ILUMINADOR: ROGÉRIO WILTGEN Cursos “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros teatro Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, João Fonseca, entre outros shows Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. televisão TV Globo Ltda.: “Globo de Ouro”, “Chico Anísio Show”, Gravações de novelas como “Rainha da Sucata”, “Bebê à Bordo”, “A Viagem”, etc., “Domingão do Faustão“, “Angélica“, Especiais de Fim de ano (Roberto Carlos, Xuxa e etc.). Atualmente participando dos Programas “Planeta Xuxa“ e “Xuxa Parque“ Bandeirantes: SP Show (Ivan Lins, Nana Caymi, etc.), Especial Tom Jobim Multi-Show: Iluminação dos Shows do Free Jazz Festival no Palco II, MAM, RJ TVE: Várias séries e ciclos de Chorinho e música erudita realizados no CCBB, RJ Multi-Rio: Direção de Fotografia do Programa “Na Arquibancada“, 2000 MTV: Iluminação para TV para o “Hollywood Rocks“, Praça da Apoteose, RJ COORDENADOR GERAL: EDMUNDO LIPPI TEATRO “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues; Direção: Marcelo de Barreto. Teatro Ziembinski, 1991 (Produtor) “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Adaptação: Wagner Campos; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro de Arena, 1991 ( Produtor) “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1992 (Produtor) “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1993 (Produtor) “À Margem da Vida” de Tenesse Williams; Direção: Roberto Vignati. Teatro Glauce Rocha, 1994/95 “Frankenstein” de Mary Shelley; Direção: Angela Leite Lopes. Centro Cultural Banco do Brasil, 1995 “As Malandragens de Scapino” de Molière; Direção: João Bethencourt. Teatro Gláucio Gil, 1995 (Ator e Produtor) “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton; Direção: Sidnei Cruz, 1996 “O Avarento” de Molière; Direção de João Bethencourt. Com Jorge Dória, Jacqueline Laurence e elenco. 1999/2004 “A Moratória” de Jorge Andrade; Direção de Sidney Cruz. Com Leonardo Villar. 2001 “As Preciosas Ridículas” de Molière; Direção de Cláudio Torres Gonzaga. 2006 (Produtor) “As Eruditas” de Molière; Direção de José Henrique. 2007 (Produtor) “O Santo e a porca” de Ariano Suassuna; Direção de João Fonseca.2008 “Thérèse Raquin” de Émile Zola; Direção de João Fonseca. 2011 “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil” , musical de Wagner Campos; Direção de Jacqueline Laurence. 2010. “Seria Trágico Se Não Fosse Cômico” de F. Durrenmatt; Direção de Luiz Arthur Nunes. Com Cláudio Corrêa e Castro, Jacqueline Laurence e Rubens de Falco.1998. “As Armas e o Homem de Chokolatte” de Bernard Shaw, direção de Cláudio Torres Gonzaga - 1997 “Bonifácio Bilhões”. Texto e direção de João Bethencourt. Com Rogério Cardoso, Francisco Millani e Elizangela. 1997 “Um Maridão Na Contramão”. Texto de Ray Cooney, direção de Joao Bethencourt. Com Osmar Prado, André Valli e elenco. 2000/01 “Bonifácio Bilhões” de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laureance. 2002 “O Doente Imaginário”, de Molière. Direção de Jacqueline Laureancee. Teatro Sesi – RJ e Teatro Sérgio Cardoso - SP “A Importancia de Ser Fiel”, de Oscar Wilde, Direção de Eduardo Tolentino. Tournée e temporada no Rio de Janeiro – 2003/04 “Tartufo, O Impostor”, de Molière, direção de Jacqueline Laureance. Teatro SESI - 2004 “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes. Direção de João Bethencourt. Teatro das Artes – 2005. “CINEMA “COPACANANA” , longa com direção de CARLA CAMURATTI – assistente de produção. OBS: O proponete receberá como Coordenador Geral do projeto e será o responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira. FIGURINISTA: COLMAR DINIZ Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. Premiação PRÊMIO IBEU 1975, “A Noite Campeões”, de Jason Miller – Melhor espetáculo texto americano PRÊMIO MOLIÈRE 1978, “Arte Final”, de Carlos Queiroz Telles – Cenografia e Figurinos PRÊMIO MOLIÈRE 1980, “Dom Quixote”, de Camila Amado – Cenografia e Figurinos PRÊMIO ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE 1990, “Kananga do Japão”, de Wilson Aguiar Filho – Figurinos PRÊMIO GOVERNADOR ESTÁCIO DE SÁ (RJ) 1991, “Kananga do Japão” – Figurinos PRÊMIO IBEU 1994, “O Grito do Anjo”, de Bill Davis – Melhor espetáculo texto americano ILUMINADOR: ROGÉRIO WILTGEN Cursos “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros teatro Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, João Fonseca, entre outros shows Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. televisão TV Globo Ltda.: “Globo de Ouro”, “Chico Anísio Show”, Gravações de novelas como “Rainha da Sucata”, “Bebê à Bordo”, “A Viagem”, etc., “Domingão do Faustão“, “Angélica“, Especiais de Fim de ano (Roberto Carlos, Xuxa e etc.). Atualmente participando dos Programas “Planeta Xuxa“ e “Xuxa Parque“ Bandeirantes: SP Show (Ivan Lins, Nana Caymi, etc.), Especial Tom Jobim Multi-Show: Iluminação dos Shows do Free Jazz Festival no Palco II, MAM, RJ TVE: Várias séries e ciclos de Chorinho e música erudita realizados no CCBB, RJ Multi-Rio: Direção de Fotografia do Programa “Na Arquibancada“, 2000 MTV: Iluminação para TV para o “Hollywood Rocks“, Praça da Apoteose, RJ COORDENADOR GERAL: EDMUNDO LIPPI TEATRO “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues; Direção: Marcelo de Barreto. Teatro Ziembinski, 1991 (Produtor) “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Adaptação: Wagner Campos; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro de Arena, 1991 ( Produtor) “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1992 (Produtor) “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1993 (Produtor) “À Margem da Vida” de Tenesse Williams; Direção: Roberto Vignati. Teatro Glauce Rocha, 1994/95 “Frankenstein” de Mary Shelley; Direção: Angela Leite Lopes. Centro Cultural Banco do Brasil, 1995 “As Malandragens de Scapino” de Molière; Direção: João Bethencourt. Teatro Gláucio Gil, 1995 (Ator e Produtor) “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton; Direção: Sidnei Cruz, 1996 “O Avarento” de Molière; Direção de João Bethencourt. Com Jorge Dória, Jacqueline Laurence e elenco. 1999/2004 “A Moratória” de Jorge Andrade; Direção de Sidney Cruz. Com Leonardo Villar. 2001 “As Preciosas Ridículas” de Molière; Direção de Cláudio Torres Gonzaga. 2006 (Produtor) “As Eruditas” de Molière; Direção de José Henrique. 2007 (Produtor) “O Santo e a porca” de Ariano Suassuna; Direção de João Fonseca.2008 “Thérèse Raquin” de Émile Zola; Direção de João Fonseca. 2011 “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil” , musical de Wagner Campos; Direção de Jacqueline Laurence. 2010. “Seria Trágico Se Não Fosse Cômico” de F. Durrenmatt; Direção de Luiz Arthur Nunes. Com Cláudio Corrêa e Castro, Jacqueline Laurence e Rubens de Falco.1998. “As Armas e o Homem de Chokolatte” de Bernard Shaw, direção de Cláudio Torres Gonzaga - 1997 “Bonifácio Bilhões”. Texto e direção de João Bethencourt. Com Rogério Cardoso, Francisco Millani e Elizangela. 1997 “Um Maridão Na Contramão”. Texto de Ray Cooney, direção de Joao Bethencourt. Com Osmar Prado, André Valli e elenco. 2000/01 “Bonifácio Bilhões” de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laureance. 2002 “O Doente Imaginário”, de Molière. Direção de Jacqueline Laureancee. Teatro Sesi – RJ e Teatro Sérgio Cardoso - SP “A Importancia de Ser Fiel”, de Oscar Wilde, Direção de Eduardo Tolentino. Tournée e temporada no Rio de Janeiro – 2003/04 “Tartufo, O Impostor”, de Molière, direção de Jacqueline Laureance. Teatro SESI - 2004 “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes. Direção de João Bethencourt. Teatro das Artes – 2005. “CINEMA “COPACANANA” , longa com direção de CARLA CAMURATTI – assistente de produção. OBS: O proponete receberá como Coordenador Geral do projeto e será o responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira. FIGURINISTA: COLMAR DINIZ Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. Premiação PRÊMIO IBEU 1975, “A Noite Campeões”, de Jason Miller – Melhor espetáculo texto americano PRÊMIO MOLIÈRE 1978, “Arte Final”, de Carlos Queiroz Telles – Cenografia e Figurinos PRÊMIO MOLIÈRE 1980, “Dom Quixote”, de Camila Amado – Cenografia e Figurinos PRÊMIO ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE 1990, “Kananga do Japão”, de Wilson Aguiar Filho – Figurinos PRÊMIO GOVERNADOR ESTÁCIO DE SÁ (RJ) 1991, “Kananga do Japão” – Figurinos PRÊMIO IBEU 1994, “O Grito do Anjo”, de Bill Davis – Melhor espetáculo texto americano ILUMINADOR: ROGÉRIO WILTGEN Cursos “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros teatro Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, João Fonseca, entre outros shows Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. televisão TV Globo Ltda.: “Globo de Ouro”, “Chico Anísio Show”, Gravações de novelas como “Rainha da Sucata”, “Bebê à Bordo”, “A Viagem”, etc., “Domingão do Faustão“, “Angélica“, Especiais de Fim de ano (Roberto Carlos, Xuxa e etc.). Atualmente participando dos Programas “Planeta Xuxa“ e “Xuxa Parque“ Bandeirantes: SP Show (Ivan Lins, Nana Caymi, etc.), Especial Tom Jobim Multi-Show: Iluminação dos Shows do Free Jazz Festival no Palco II, MAM, RJ TVE: Várias séries e ciclos de Chorinho e música erudita realizados no CCBB, RJ Multi-Rio: Direção de Fotografia do Programa “Na Arquibancada“, 2000 MTV: Iluminação para TV para o “Hollywood Rocks“, Praça da Apoteose, RJ COORDENADOR GERAL: EDMUNDO LIPPI TEATRO “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues; Direção: Marcelo de Barreto. Teatro Ziembinski, 1991 (Produtor) “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Adaptação: Wagner Campos; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro de Arena, 1991 ( Produtor) “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1992 (Produtor) “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1993 (Produtor) “À Margem da Vida” de Tenesse Williams; Direção: Roberto Vignati. Teatro Glauce Rocha, 1994/95 “Frankenstein” de Mary Shelley; Direção: Angela Leite Lopes. Centro Cultural Banco do Brasil, 1995 “As Malandragens de Scapino” de Molière; Direção: João Bethencourt. Teatro Gláucio Gil, 1995 (Ator e Produtor) “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton; Direção: Sidnei Cruz, 1996 “O Avarento” de Molière; Direção de João Bethencourt. Com Jorge Dória, Jacqueline Laurence e elenco. 1999/2004 “A Moratória” de Jorge Andrade; Direção de Sidney Cruz. Com Leonardo Villar. 2001 “As Preciosas Ridículas” de Molière; Direção de Cláudio Torres Gonzaga. 2006 (Produtor) “As Eruditas” de Molière; Direção de José Henrique. 2007 (Produtor) “O Santo e a porca” de Ariano Suassuna; Direção de João Fonseca.2008 “Thérèse Raquin” de Émile Zola; Direção de João Fonseca. 2011 “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil” , musical de Wagner Campos; Direção de Jacqueline Laurence. 2010. “Seria Trágico Se Não Fosse Cômico” de F. Durrenmatt; Direção de Luiz Arthur Nunes. Com Cláudio Corrêa e Castro, Jacqueline Laurence e Rubens de Falco.1998. “As Armas e o Homem de Chokolatte” de Bernard Shaw, direção de Cláudio Torres Gonzaga - 1997 “Bonifácio Bilhões”. Texto e direção de João Bethencourt. Com Rogério Cardoso, Francisco Millani e Elizangela. 1997 “Um Maridão Na Contramão”. Texto de Ray Cooney, direção de Joao Bethencourt. Com Osmar Prado, André Valli e elenco. 2000/01 “Bonifácio Bilhões” de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laureance. 2002 “O Doente Imaginário”, de Molière. Direção de Jacqueline Laureancee. Teatro Sesi – RJ e Teatro Sérgio Cardoso - SP “A Importancia de Ser Fiel”, de Oscar Wilde, Direção de Eduardo Tolentino. Tournée e temporada no Rio de Janeiro – 2003/04 “Tartufo, O Impostor”, de Molière, direção de Jacqueline Laureance. Teatro SESI - 2004 “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes. Direção de João Bethencourt. Teatro das Artes – 2005. “CINEMA “COPACANANA” , longa com direção de CARLA CAMURATTI – assistente de produção. OBS: O proponete receberá como Coordenador Geral do projeto e será o responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira. FIGURINISTA: COLMAR DINIZ Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. Premiação PRÊMIO IBEU 1975, “A Noite Campeões”, de Jason Miller – Melhor espetáculo texto americano PRÊMIO MOLIÈRE 1978, “Arte Final”, de Carlos Queiroz Telles – Cenografia e Figurinos PRÊMIO MOLIÈRE 1980, “Dom Quixote”, de Camila Amado – Cenografia e Figurinos PRÊMIO ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE 1990, “Kananga do Japão”, de Wilson Aguiar Filho – Figurinos PRÊMIO GOVERNADOR ESTÁCIO DE SÁ (RJ) 1991, “Kananga do Japão” – Figurinos PRÊMIO IBEU 1994, “O Grito do Anjo”, de Bill Davis – Melhor espetáculo texto americano ILUMINADOR: ROGÉRIO WILTGEN Cursos “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros teatro Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, João Fonseca, entre outros shows Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. televisão TV Globo Ltda.: “Globo de Ouro”, “Chico Anísio Show”, Gravações de novelas como “Rainha da Sucata”, “Bebê à Bordo”, “A Viagem”, etc., “Domingão do Faustão“, “Angélica“, Especiais de Fim de ano (Roberto Carlos, Xuxa e etc.). Atualmente participando dos Programas “Planeta Xuxa“ e “Xuxa Parque“ Bandeirantes: SP Show (Ivan Lins, Nana Caymi, etc.), Especial Tom Jobim Multi-Show: Iluminação dos Shows do Free Jazz Festival no Palco II, MAM, RJ TVE: Várias séries e ciclos de Chorinho e música erudita realizados no CCBB, RJ Multi-Rio: Direção de Fotografia do Programa “Na Arquibancada“, 2000 MTV: Iluminação para TV para o “Hollywood Rocks“, Praça da Apoteose, RJ COORDENADOR GERAL: EDMUNDO LIPPI TEATRO “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues; Direção: Marcelo de Barreto. Teatro Ziembinski, 1991 (Produtor) “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Adaptação: Wagner Campos; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro de Arena, 1991 ( Produtor) “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1992 (Produtor) “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1993 (Produtor) “À Margem da Vida” de Tenesse Williams; Direção: Roberto Vignati. Teatro Glauce Rocha, 1994/95 “Frankenstein” de Mary Shelley; Direção: Angela Leite Lopes. Centro Cultural Banco do Brasil, 1995 “As Malandragens de Scapino” de Molière; Direção: João Bethencourt. Teatro Gláucio Gil, 1995 (Ator e Produtor) “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton; Direção: Sidnei Cruz, 1996 “O Avarento” de Molière; Direção de João Bethencourt. Com Jorge Dória, Jacqueline Laurence e elenco. 1999/2004 “A Moratória” de Jorge Andrade; Direção de Sidney Cruz. Com Leonardo Villar. 2001 “As Preciosas Ridículas” de Molière; Direção de Cláudio Torres Gonzaga. 2006 (Produtor) “As Eruditas” de Molière; Direção de José Henrique. 2007 (Produtor) “O Santo e a porca” de Ariano Suassuna; Direção de João Fonseca.2008 “Thérèse Raquin” de Émile Zola; Direção de João Fonseca. 2011 “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil” , musical de Wagner Campos; Direção de Jacqueline Laurence. 2010. “Seria Trágico Se Não Fosse Cômico” de F. Durrenmatt; Direção de Luiz Arthur Nunes. Com Cláudio Corrêa e Castro, Jacqueline Laurence e Rubens de Falco.1998. “As Armas e o Homem de Chokolatte” de Bernard Shaw, direção de Cláudio Torres Gonzaga - 1997 “Bonifácio Bilhões”. Texto e direção de João Bethencourt. Com Rogério Cardoso, Francisco Millani e Elizangela. 1997 “Um Maridão Na Contramão”. Texto de Ray Cooney, direção de Joao Bethencourt. Com Osmar Prado, André Valli e elenco. 2000/01 “Bonifácio Bilhões” de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laureance. 2002 “O Doente Imaginário”, de Molière. Direção de Jacqueline Laureancee. Teatro Sesi – RJ e Teatro Sérgio Cardoso - SP “A Importancia de Ser Fiel”, de Oscar Wilde, Direção de Eduardo Tolentino. Tournée e temporada no Rio de Janeiro – 2003/04 “Tartufo, O Impostor”, de Molière, direção de Jacqueline Laureance. Teatro SESI - 2004 “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes. Direção de João Bethencourt. Teatro das Artes – 2005. “CINEMA “COPACANANA” , longa com direção de CARLA CAMURATTI – assistente de produção. OBS: O proponete receberá como Coordenador Geral do projeto e será o responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira. FIGURINISTA: COLMAR DINIZ Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. Premiação PRÊMIO IBEU 1975, “A Noite Campeões”, de Jason Miller – Melhor espetáculo texto americano PRÊMIO MOLIÈRE 1978, “Arte Final”, de Carlos Queiroz Telles – Cenografia e Figurinos PRÊMIO MOLIÈRE 1980, “Dom Quixote”, de Camila Amado – Cenografia e Figurinos PRÊMIO ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE 1990, “Kananga do Japão”, de Wilson Aguiar Filho – Figurinos PRÊMIO GOVERNADOR ESTÁCIO DE SÁ (RJ) 1991, “Kananga do Japão” – Figurinos PRÊMIO IBEU 1994, “O Grito do Anjo”, de Bill Davis – Melhor espetáculo texto americano ILUMINADOR: ROGÉRIO WILTGEN Cursos “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros teatro Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, João Fonseca, entre outros shows Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. televisão TV Globo Ltda.: “Globo de Ouro”, “Chico Anísio Show”, Gravações de novelas como “Rainha da Sucata”, “Bebê à Bordo”, “A Viagem”, etc., “Domingão do Faustão“, “Angélica“, Especiais de Fim de ano (Roberto Carlos, Xuxa e etc.). Atualmente participando dos Programas “Planeta Xuxa“ e “Xuxa Parque“ Bandeirantes: SP Show (Ivan Lins, Nana Caymi, etc.), Especial Tom Jobim Multi-Show: Iluminação dos Shows do Free Jazz Festival no Palco II, MAM, RJ TVE: Várias séries e ciclos de Chorinho e música erudita realizados no CCBB, RJ Multi-Rio: Direção de Fotografia do Programa “Na Arquibancada“, 2000 MTV: Iluminação para TV para o “Hollywood Rocks“, Praça da Apoteose, RJ COORDENADOR GERAL: EDMUNDO LIPPI TEATRO “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues; Direção: Marcelo de Barreto. Teatro Ziembinski, 1991 (Produtor) “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Adaptação: Wagner Campos; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro de Arena, 1991 ( Produtor) “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1992 (Produtor) “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1993 (Produtor) “À Margem da Vida” de Tenesse Williams; Direção: Roberto Vignati. Teatro Glauce Rocha, 1994/95 “Frankenstein” de Mary Shelley; Direção: Angela Leite Lopes. Centro Cultural Banco do Brasil, 1995 “As Malandragens de Scapino” de Molière; Direção: João Bethencourt. Teatro Gláucio Gil, 1995 (Ator e Produtor) “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton; Direção: Sidnei Cruz, 1996 “O Avarento” de Molière; Direção de João Bethencourt. Com Jorge Dória, Jacqueline Laurence e elenco. 1999/2004 “A Moratória” de Jorge Andrade; Direção de Sidney Cruz. Com Leonardo Villar. 2001 “As Preciosas Ridículas” de Molière; Direção de Cláudio Torres Gonzaga. 2006 (Produtor) “As Eruditas” de Molière; Direção de José Henrique. 2007 (Produtor) “O Santo e a porca” de Ariano Suassuna; Direção de João Fonseca.2008 “Thérèse Raquin” de Émile Zola; Direção de João Fonseca. 2011 “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil” , musical de Wagner Campos; Direção de Jacqueline Laurence. 2010. “Seria Trágico Se Não Fosse Cômico” de F. Durrenmatt; Direção de Luiz Arthur Nunes. Com Cláudio Corrêa e Castro, Jacqueline Laurence e Rubens de Falco.1998. “As Armas e o Homem de Chokolatte” de Bernard Shaw, direção de Cláudio Torres Gonzaga - 1997 “Bonifácio Bilhões”. Texto e direção de João Bethencourt. Com Rogério Cardoso, Francisco Millani e Elizangela. 1997 “Um Maridão Na Contramão”. Texto de Ray Cooney, direção de Joao Bethencourt. Com Osmar Prado, André Valli e elenco. 2000/01 “Bonifácio Bilhões” de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laureance. 2002 “O Doente Imaginário”, de Molière. Direção de Jacqueline Laureancee. Teatro Sesi – RJ e Teatro Sérgio Cardoso - SP “A Importancia de Ser Fiel”, de Oscar Wilde, Direção de Eduardo Tolentino. Tournée e temporada no Rio de Janeiro – 2003/04 “Tartufo, O Impostor”, de Molière, direção de Jacqueline Laureance. Teatro SESI - 2004 “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes. Direção de João Bethencourt. Teatro das Artes – 2005. “CINEMA “COPACANANA” , longa com direção de CARLA CAMURATTI – assistente de produção. OBS: O proponete receberá como Coordenador Geral do projeto e será o responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira. FIGURINISTA: COLMAR DINIZ Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. Premiação PRÊMIO IBEU 1975, “A Noite Campeões”, de Jason Miller – Melhor espetáculo texto americano PRÊMIO MOLIÈRE 1978, “Arte Final”, de Carlos Queiroz Telles – Cenografia e Figurinos PRÊMIO MOLIÈRE 1980, “Dom Quixote”, de Camila Amado – Cenografia e Figurinos PRÊMIO ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE 1990, “Kananga do Japão”, de Wilson Aguiar Filho – Figurinos PRÊMIO GOVERNADOR ESTÁCIO DE SÁ (RJ) 1991, “Kananga do Japão” – Figurinos PRÊMIO IBEU 1994, “O Grito do Anjo”, de Bill Davis – Melhor espetáculo texto americano ILUMINADOR: ROGÉRIO WILTGEN Cursos “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros teatro Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, João Fonseca, entre outros shows Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. televisão TV Globo Ltda.: “Globo de Ouro”, “Chico Anísio Show”, Gravações de novelas como “Rainha da Sucata”, “Bebê à Bordo”, “A Viagem”, etc., “Domingão do Faustão“, “Angélica“, Especiais de Fim de ano (Roberto Carlos, Xuxa e etc.). Atualmente participando dos Programas “Planeta Xuxa“ e “Xuxa Parque“ Bandeirantes: SP Show (Ivan Lins, Nana Caymi, etc.), Especial Tom Jobim Multi-Show: Iluminação dos Shows do Free Jazz Festival no Palco II, MAM, RJ TVE: Várias séries e ciclos de Chorinho e música erudita realizados no CCBB, RJ Multi-Rio: Direção de Fotografia do Programa “Na Arquibancada“, 2000 MTV: Iluminação para TV para o “Hollywood Rocks“, Praça da Apoteose, RJ COORDENADOR GERAL: EDMUNDO LIPPI TEATRO “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues; Direção: Marcelo de Barreto. Teatro Ziembinski, 1991 (Produtor) “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Adaptação: Wagner Campos; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro de Arena, 1991 ( Produtor) “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1992 (Produtor) “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1993 (Produtor) “À Margem da Vida” de Tenesse Williams; Direção: Roberto Vignati. Teatro Glauce Rocha, 1994/95 “Frankenstein” de Mary Shelley; Direção: Angela Leite Lopes. Centro Cultural Banco do Brasil, 1995 “As Malandragens de Scapino” de Molière; Direção: João Bethencourt. Teatro Gláucio Gil, 1995 (Ator e Produtor) “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton; Direção: Sidnei Cruz, 1996 “O Avarento” de Molière; Direção de João Bethencourt. Com Jorge Dória, Jacqueline Laurence e elenco. 1999/2004 “A Moratória” de Jorge Andrade; Direção de Sidney Cruz. Com Leonardo Villar. 2001 “As Preciosas Ridículas” de Molière; Direção de Cláudio Torres Gonzaga. 2006 (Produtor) “As Eruditas” de Molière; Direção de José Henrique. 2007 (Produtor) “O Santo e a porca” de Ariano Suassuna; Direção de João Fonseca.2008 “Thérèse Raquin” de Émile Zola; Direção de João Fonseca. 2011 “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil” , musical de Wagner Campos; Direção de Jacqueline Laurence. 2010. “Seria Trágico Se Não Fosse Cômico” de F. Durrenmatt; Direção de Luiz Arthur Nunes. Com Cláudio Corrêa e Castro, Jacqueline Laurence e Rubens de Falco.1998. “As Armas e o Homem de Chokolatte” de Bernard Shaw, direção de Cláudio Torres Gonzaga - 1997 “Bonifácio Bilhões”. Texto e direção de João Bethencourt. Com Rogério Cardoso, Francisco Millani e Elizangela. 1997 “Um Maridão Na Contramão”. Texto de Ray Cooney, direção de Joao Bethencourt. Com Osmar Prado, André Valli e elenco. 2000/01 “Bonifácio Bilhões” de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laureance. 2002 “O Doente Imaginário”, de Molière. Direção de Jacqueline Laureancee. Teatro Sesi – RJ e Teatro Sérgio Cardoso - SP “A Importancia de Ser Fiel”, de Oscar Wilde, Direção de Eduardo Tolentino. Tournée e temporada no Rio de Janeiro – 2003/04 “Tartufo, O Impostor”, de Molière, direção de Jacqueline Laureance. Teatro SESI - 2004 “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes. Direção de João Bethencourt. Teatro das Artes – 2005. “CINEMA “COPACANANA” , longa com direção de CARLA CAMURATTI – assistente de produção. OBS: O proponete receberá como Coordenador Geral do projeto e será o responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira. FIGURINISTA: COLMAR DINIZ Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. Premiação PRÊMIO IBEU 1975, “A Noite Campeões”, de Jason Miller – Melhor espetáculo texto americano PRÊMIO MOLIÈRE 1978, “Arte Final”, de Carlos Queiroz Telles – Cenografia e Figurinos PRÊMIO MOLIÈRE 1980, “Dom Quixote”, de Camila Amado – Cenografia e Figurinos PRÊMIO ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE 1990, “Kananga do Japão”, de Wilson Aguiar Filho – Figurinos PRÊMIO GOVERNADOR ESTÁCIO DE SÁ (RJ) 1991, “Kananga do Japão” – Figurinos PRÊMIO IBEU 1994, “O Grito do Anjo”, de Bill Davis – Melhor espetáculo texto americano ILUMINADOR: ROGÉRIO WILTGEN Cursos “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros teatro Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, João Fonseca, entre outros shows Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. televisão TV Globo Ltda.: “Globo de Ouro”, “Chico Anísio Show”, Gravações de novelas como “Rainha da Sucata”, “Bebê à Bordo”, “A Viagem”, etc., “Domingão do Faustão“, “Angélica“, Especiais de Fim de ano (Roberto Carlos, Xuxa e etc.). Atualmente participando dos Programas “Planeta Xuxa“ e “Xuxa Parque“ Bandeirantes: SP Show (Ivan Lins, Nana Caymi, etc.), Especial Tom Jobim Multi-Show: Iluminação dos Shows do Free Jazz Festival no Palco II, MAM, RJ TVE: Várias séries e ciclos de Chorinho e música erudita realizados no CCBB, RJ Multi-Rio: Direção de Fotografia do Programa “Na Arquibancada“, 2000 MTV: Iluminação para TV para o “Hollywood Rocks“, Praça da Apoteose, RJ COORDENADOR GERAL: EDMUNDO LIPPI TEATRO “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues; Direção: Marcelo de Barreto. Teatro Ziembinski, 1991 (Produtor) “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Adaptação: Wagner Campos; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro de Arena, 1991 ( Produtor) “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1992 (Produtor) “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1993 (Produtor) “À Margem da Vida” de Tenesse Williams; Direção: Roberto Vignati. Teatro Glauce Rocha, 1994/95 “Frankenstein” de Mary Shelley; Direção: Angela Leite Lopes. Centro Cultural Banco do Brasil, 1995 “As Malandragens de Scapino” de Molière; Direção: João Bethencourt. Teatro Gláucio Gil, 1995 (Ator e Produtor) “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton; Direção: Sidnei Cruz, 1996 “O Avarento” de Molière; Direção de João Bethencourt. Com Jorge Dória, Jacqueline Laurence e elenco. 1999/2004 “A Moratória” de Jorge Andrade; Direção de Sidney Cruz. Com Leonardo Villar. 2001 “As Preciosas Ridículas” de Molière; Direção de Cláudio Torres Gonzaga. 2006 (Produtor) “As Eruditas” de Molière; Direção de José Henrique. 2007 (Produtor) “O Santo e a porca” de Ariano Suassuna; Direção de João Fonseca.2008 “Thérèse Raquin” de Émile Zola; Direção de João Fonseca. 2011 “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil” , musical de Wagner Campos; Direção de Jacqueline Laurence. 2010. “Seria Trágico Se Não Fosse Cômico” de F. Durrenmatt; Direção de Luiz Arthur Nunes. Com Cláudio Corrêa e Castro, Jacqueline Laurence e Rubens de Falco.1998. “As Armas e o Homem de Chokolatte” de Bernard Shaw, direção de Cláudio Torres Gonzaga - 1997 “Bonifácio Bilhões”. Texto e direção de João Bethencourt. Com Rogério Cardoso, Francisco Millani e Elizangela. 1997 “Um Maridão Na Contramão”. Texto de Ray Cooney, direção de Joao Bethencourt. Com Osmar Prado, André Valli e elenco. 2000/01 “Bonifácio Bilhões” de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laureance. 2002 “O Doente Imaginário”, de Molière. Direção de Jacqueline Laureancee. Teatro Sesi – RJ e Teatro Sérgio Cardoso - SP “A Importancia de Ser Fiel”, de Oscar Wilde, Direção de Eduardo Tolentino. Tournée e temporada no Rio de Janeiro – 2003/04 “Tartufo, O Impostor”, de Molière, direção de Jacqueline Laureance. Teatro SESI - 2004 “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes. Direção de João Bethencourt. Teatro das Artes – 2005. “CINEMA “COPACANANA” , longa com direção de CARLA CAMURATTI – assistente de produção. OBS: O proponete receberá como Coordenador Geral do projeto e será o responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira. FIGURINISTA: COLMAR DINIZ Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. Premiação PRÊMIO IBEU 1975, “A Noite Campeões”, de Jason Miller – Melhor espetáculo texto americano PRÊMIO MOLIÈRE 1978, “Arte Final”, de Carlos Qu
PROJETO ARQUIVADO.