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Este projeto contempla a criação, montagem e apresentação do espetáculo teatral inédito ANTES QUE SEJA TARDE, da atriz Vânia de Brito, com coordenação pedagógica de Antônio Januzelli e encenação de Biagio Pecorelli. Baseada no livro do escritor Fabrício Carpinejar, "Cuide dos seus pais...", a peça aborda poeticamente aspectos afetivos, existenciais e sociais da relação entre pais e filhos. Este projeto de criação e montagem nasce do encontro da atriz Vânia de Brito e do diretor e professor teatral Antônio Januzelli com o livro do escritor gaúcho Fabrício Carpinejar "Cuide dos seus pais, antes que seja tarde". O livro é uma coletânea de crônicas nas quais o escritor reflete sobre a sua experiência afetiva primária, criticando o modo de vida familiar que, contemporaneamente, cria barreiras nas relações entre pais e filhos. O tema vem a calhar num contexto global de profundas transformações subjetivas, propiciadas no século XXI por um avanço tecnológico vertiginoso e por novos modos de produção e distribuição dos afetos nas sociedades contemporâneas. Nesse contexto, temas radicalmente humanos como a morte, o amor, o tempo e a saudade são extraviados do homem naquilo que Zygmunt Bauman chegou a definir como "modernidade líquida". Assim, velhos dispositivos de filiação-paternidade-maternidade, bem como de aparatos afetivos de convivência no seio familiar, dão vez no mundo de hoje as relações cada vez mais recheadas de vazios e refrigeradas pelos modos de subjetivação das gerações do século XXI.
Baseada no livro “Cuide dos seus pais...”, de Fabrício Carpinejar, a peça ANTES QUE SEJA TARDE cruza trechos das crônicas do escritor gaúcho com memórias da atriz Vânia de Brito, misturando realidade e ficção. As relações afetivas entre pais e filhos são o principal objeto de pesquisa da atriz em cena, de onde ela tira força para falar do amor, do tempo, da morte, da saudade e, principalmente, dos modos de ser, estar e conviver em família, ontem e hoje.
Objetivo Geral: Fomentar público de teatro com a realização de um dramático que remeta a memórias afetivas da atriz mesclando personagem do livro "Cuide dos seus pais, antes que seja tarde", pautar a relação familiar, entre pais e filhos e também geracional. Identificação com todo tipo de espectador (desde o que está acostumado a frequentar o teatro até aqueles que nunca assistiram a um espetáculo). Objetivo Específico: - Realização de uma Temporada com 24 apresentações na cidade de São Paulo - Realização de 1 oficina de teatro em São Paulo - Debate sobre a relação familiar entre pais e filhos, com a atriz/ Diretor e Autor e suas experiências e de como esta relação norteou a construção do espetáculo. Este debate acontecerá em uma data a ser estipulada e contará com 250 vagas para o público interessado e convidados de Instituições interessadas.
Este projeto de criação e montagem nasce do encontro da atriz Vânia de Brito e do diretor e professor teatral Antônio Januzelli com o livro do escritor gaúcho Fabrício Carpinejar "Cuide dos seus pais, antes que seja tarde". O livro é uma coletânea de crônicas nas quais o escritor reflete sobre a sua experiência afetiva primária, criticando o modo de vida familiar que, contemporaneamente, cria barreiras nas relações entre pais e filhos. O tema vem a calhar num contexto global de profundas transformações subjetivas, propiciadas no século XXI por um avanço tecnológico vertiginoso e por novos modos de produção e distribuição dos afetos nas sociedades contemporâneas. Nesse contexto, temas radicalmente humanos como a morte, o amor, o tempo e a saudade são extraviados do homem naquilo que Zygmunt Bauman chegou a definir como "modernidade líquida". Assim, velhos dispositivos de filiação-paternidade-maternidade, bem como de aparatos afetivos de convivência no seio familiar, dão vez no mundo de hoje as relações cada vez mais recheadas de vazios e refrigeradas pelos modos de subjetivação das gerações do século XXI. ANTES QUE SEJA TARDE aborda esses temas de um modo poético, trazendo à cena a atriz Vânia de Brito, preparada pelo experiente professor teatral Antônio Januzelli. Além do conteúdo de extrema relevância para o entendimento do homem de hoje e das relações que estabelece com os seus, a linguagem cênica do trabalho, a cargo do diretor e dramaturgo Biagio Pecorelli, cruza trechos do livro de Carpinejar com fragmentos de memória e "autorrepresentação" da atriz, aproximando a cena do público e carregando a obra de afetos-políticos transformadores, que nos fazem refletir sobre o tempo em que estamos juntos. O livro de crônicas de Fabrício Carpinejar, embora gire inteiramente sobre o tema de sua relação com seus pais e com os pais dos seus pais, não chega a perfazer uma narrativa. Nele, quase não há personagens, tampouco as figuras da "mãe", do seu amigo "José Klein", da sua "vó" ou mesmo do narrador atravessam uma jornada ficcional. A estrutura fragmentária do livro, alternando memórias do autor com críticas morais ao tempo de hoje e suas geleiras afetivas _ sem poupar, claro, a própria geleira afetiva de Carpinejar com seus pais _ favorece a invenção de uma dramaturgia mais performativa, pautada na relação da atriz (Vânia de Brito) e o público. A estratégia encontrada foi a de separar no texto dramatúrgico as vozes da mãe (V. Mãe), da filha (V. Filha) e a voz da própria Vânia (V. de Vânia). A intenção aqui é a de criar um jogo performático do texto com a cena, enquanto produz, ao mesmo tempo, tensões entre essas três figuras interpretadas pela atriz. Um outro dado relevante da adaptação é a tradução do universo masculino de Carpinejar para o campo de afetos femininos de Vânia. A questão do masculino aparece no livro não apenas ao final dos pronomes e nos adjetivos, mas em imagens fortes criadas pelo escritor, próprias de uma construção da masculinidade _ como a cena do pai carregando o filho nas costas num show de rock _, imagens estas que não teriam, na voz de uma mulher, muita relevância. (impacto para o jano registrando sobre a voz masculina que conduz e não personagens em si) Por outro lado, frases impactantes do escritor gaúcho como "todo filho é pai da morte do seu pai", se fosse adaptado para "toda filha é mãe da morte de sua mãe" ou mesmo para "toda filha é mãe da morte do seu pai" ganharia outra qualidade, que não se pretende perder do livro. Enfim, o que existe nessa adaptação de "Cuide dos seus pais..." para o teatro é uma constante negociação entre a voz do autor e o corpo da atriz, negociação esta que revela aspectos mais universalizantes da condição humana _ daí a opção pelo título da peça ser, diferentemente do título do livro, ANTES QUE SEJA TARDE _, amplificando, no palco, a potência das palavras de Carpinejar. Diante dessas considerações, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I ‐ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II ‐ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III ‐ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II ‐ fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de espetáculos de artes cênicas IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
PROPOSTA DE ENCENAÇÃO O ponto fundamental desta encenação é a preparação da atriz, conduzida por Antônio Januzelli. Todo o trabalho de encenação será consequência dessa descobertas pela atriz, em suas memórias, em sua voz e seu corpo, entrecruzados com as palavras do escritor de “Cuide dos seus pais...”. Nesse sentido, a encenação prevê duas etapas: primeiro, a evolução processual do trabalho atoral, dirigido por Antônio Januzelli, e em seguida, os arremates gerais de sua encenação, feitos pelo diretor Biagio Pecorelli, na perspectiva de estabelecer a linguagem cênica da peça. Assim, uma referência importante é a linguagem da performance, na medida em que ela se liga a dispositivos cênicos de “autorrepresentação” e “autoficção”. O corpo e a voz da atriz, nesse sentido, transitam entre os corpos e as vozes de sua mãe (V. Mãe), de sua filha (V. Filha) e de si mesma (V. de Vânia). Em qualquer posição que esteja, no entanto, seu trabalho em cena não é nunca o de construir uma personagem como outro, mas o de jogar, brincar, ser e não ser V. Mãe, V. Filha, V. de Vânia. No palco, a encenação prevê uma mesa longa com 7 cadeiras, sendo uma destas a da cabeceira. É a esta mesa, ao redor desta mesa e sobre esta mesa que toda a encenação acontece. A mesa se transforma, na cena do velório de V. Mãe, em seu leito. A mesa é, na cena inicial, o lugar onde filhos e irmãos partilham o pão e as palavras de V. Mãe. A mesa, virada de ponta cabeça, é onde V. de Vânia se encosta para “acusar” o desprezo do público que, fascinado por objetos retrô, despreza as pessoas retrô de sua vida. A disposição cênica é a de uma arena, favorecendo uma relação mais performativa da atriz junto ao público e os afetos políticos que atravessam tanto o livro de Carpinejar como a direção de ator de Antônio Januzelli e a encenação íntima proposta. Durante a montagem, compreende-se um permanente retorno ao texto para reescrevê-lo, enxugá-lo ou mesclá-lo com outras narrativas poéticas reveladas durante o processo. O espetáculo tem previsão de duração de até 60 minutos. CONTRAPARTIDA O Workshop será realizado gratuitamente para 20 (vinte), participantes, dentro da cidade de SP. Teremos em 12 (doze) sessões debates sobre a relação de familiar de pais e filhos, ressaltamos que o debate será aberto para quem também não tenha assistido ao espetáculo. Queremos o diáogo e pontos de vistas diferentes para ampliar o horizonte destas relações.
DURAÇÃO: 60 MINUTOS CERTIFICADO PARA OFICINA
Acessibilidade de Conteúdo: - Visando a inclusão de deficientes auditivos e visuais, realizaremos 4 sessões com intérprete em Libras e audiodescrição em São Paulo; Teremos a presença de uma intérprete de libras para mediar os encontros. Acessibilidade física: Todo o projeto será totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado de funcionários treinados para a facilitação do acesso também de todo esse público. A escolha dos locais para realização do projeto terão fácil acesso, permitindo o uso de transportes públicos para chegada e saída com comodidade.
- Realização de uma oficina de teatro gratuita; - Ingressos a preços populares: Máximo R$40,00; - 40% dos ingressos serão gratuitos, voltados à camada menos favorecida da população, estudantes de escolas públicas, idosos, buscaremos centros sociais para parcerias na distribuição. -Debate sobre a relação familiar entre pais e filhos, com a atriz, Diretor e Autor e suas experiências e de como esta relação norteou a construção do espetáculo. Este debate acontecerá em uma data a ser estipulada e contará com 250 vagas para o público interessado e convidados de Instituições interessadas. A distribuição desses ingressos gratuitos se enquadra no inciso I, do Artigo 55º da IN 2017) para instituições e associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo, além de estudantes, professores e funcionários da rede pública de educação, por meio de articulação prévia da produção do evento, juntamente com a coordenação de acessibilidade. A medida adotada referente ao artigo 22 da IN02/2019, iremos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
Adaptação de texto: Vânia de Brito e Biagio Pecorelli Texto Original: Fabrício Carpinejar Atriz: Vânia de Brito Direção Artítistica : Biagio Pecorelli Supervisão Artística: Antônio Januzelli Produção Executiva: César Ramos Direção de Produção: Gustavo Sanna Preparação Corporal: Fabricio Licursi Cenografia e Figurino: Eric Lenate Light Designer : Wagner Antônio Assessoria de Imprensa: Pombo Correio Produção: Complementar Produções Complementar Produções Artísticas A produtora paulistana fundada no ano de 2011 possui em seu currículo a realização de mais de trinta espetáculos artísticos, transitando entre teatro,dança e eventos culturais. A empresa é especializada em gestão de projetos culturais nas mais variadas Leis de incentivo à Cultura, nas esferas municipal, estadual e federal. Em 2011 e 2012 ,em parceria com a bailarina Juliana Moraes realizou os espetáculos Peças Curtas para Desesquecer: uma série coreográfica da Companhia Perdida, direção: Juliana Moraes , Sensorimemórias, direção: Juliana Moraes e (depois de) Antes da Queda, direção de Juliana Moraes No teatro, com a cia As Olívias, realizou o espetáculo As Olívias Palitam, direção de Victor Bittow. Em 2013 , com direção de Johana Albuquerque realizou o espetáculo O Casamento, de Nelson Rodrigues. Em 2014, realizou os espetáculos O Convidado Surpresa, texto de Grégoire Bouillier, direção de Rafael Gomes; Gotas D’águas Sobre Pedras Escaldantes (texto de Rainer Werner Fassbinder, Direção de Rafael Gomes (três indicações ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Cenário); Assim é se lhe Parece, texto de Luigi Pirandello, direção Marco Antônio Pâmio (Vencedor do Prêmio Shell de Melhor Ator e Indicado ao Prêmio Shell de Melhor Diretor e Melhor Iluminação); e Não Nem Nada, texto e direção de Vinícius Calderoni (indicado ao Prêmio Shell de Melhor Autor e Melhor Atriz). Em 2015, realizou os espetáculos Riso Nervoso, texto e direção de Michele Ferreira; ÃrrÃ, texto e direção de Vinícius Calderoni (vencedor do Prêmio Shell de Melhor Autor). Com a bailarina Juliana Moraes, realizou os espetáculos Desmonte e Claro Escuro, direção de Gustavo Sol. Realizou a primeira edição do FAM Festival, evento com diversas atrações musicais, no Jockey Club São Paulo. 2016 foi o ano do espetáculo Os Arqueólogos, texto de Vinícius Calderoni, direção de Rafael Gomes (Vencedor do Prêmio APCA de Melhor Autor, Indicado ao Prêmio Shell e Aplauso Brasil de Melhor Autor e APCA de Melhor espetáculo); Eu Elas, de Juliana Moraes e Qual? Direção de Juliana Moraes e Gustavo Sol.No âmbito social/cultural realizou o Projeto Entre Nós ,projeto cultural com oficinas e atrações artísticas em Taipas/ SP. Em 2017 realizou os espetáculos Flutuante, de Caco Galhardo, direção Mauro Baptista Vedia, Não Somos Amigas, texto de Michelle Ferreira, direção de Maria Maya; Chorume, texto e direção de Vinícius Calderoni e Se Existe Eu Ainda Não Encontrei, de Nick Payne, direção de Daniel Alvim. Em 2018 realizou o evento Festival de Artes Performáticas, e o espetáculo A Cachorrada, texto de Maciel Silva, e direção de Joca Andreazza Em 2019 realizou o espetáculo Experimentando Clarice, de Clarice Lispector, com direção de Renata Augusto, o projeto Ser José Leonilson, de Laerte Késsimos, com direção de Aura Cunha e o espetáculo A Catástofre do Sucesso, de Tenesse Willians, direção de Marco Antônio Pamio. FUNÇÃO DO PROPONENTE NO PROJETO: A Complementar Produções Artísticas, produtora artística fundada em 2011, pelos sócios Gustavo Sanna e César Ramos será a responsável pela adminstração e gestão do projeto, acompanhando todas as etapas referentes ao projeto. Será responsável pela contratação da equipe envolvida para criação dos espetáculos e devidas prestações de serviço. A produtora também fará a produção do projeto, e receberá recursos das rubricas de produção e administração. VÂNIA DE BRITO 2018 - Orgulho e Paixão2016 - Supermax2009 - Cinquentinha2008 - Duas CarasCINEMA2017 - O amor dá voltas (Autor/Roteiro: Marcos Berstein)2013 - Minha Mãe É Uma Peça ROTEIRO2016 - Olhos D'água (Vania e Victor Atherino) Margem (Vania, Teresa Donato e André Pelegrino) ANTÔNIO JANUZELLI Possui graduação em Ciências Jurídicas e Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1966), Mestrado em Teatro pela Universidade de São Paulo (1984) e Doutorado em Teatro pela Universidade de São Paulo (1992). Atualmente é professor aposentado e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Sua pesquisa, denominada Laboratório Dramático do Ator, está focada na área de Pedagogia do Teatro, com ênfase nos processos de treinamento e criação do ator, dramaturgização e expressão vocal dramática. ERIC LENATEAtor, diretor e cenógrafo. Foi formador convidado no curso de Direção e artista-orientador deExperimentos da SP Escola de Teatro entre os anos de 2013 e 2014. Jáno teatro profissional em 2005, ingressou no CPT - Centro de Pesquisa Teatral do SESC,sob a direção de Antunes Filho. Em 2006, com a criação de um programa novo de estudos implementado por Antunes, passou adesenvolver seu trabalho como diretor. Sua estreia profissional se deu com O céu 5 minutosantes da tempestade, de Silvia Gomez, integrante do Círculo de Dramaturgia do CPT. Oespetáculo esteve em cartaz durante todo o ano de 2008 e foi nomeado para diversosprêmios como o Prêmio Qualidade Brasil de melhor espetáculo na categoria drama. Em 2009dá seguimento ao seu trabalho como diretor fora do CPT. Em 2010, integrou o elenco do espetáculoSideman, de Warren Leight, sob a direção de Zé Henrique de Paula. Foi diretor e cenógrafo do espetáculo Um Verão Familiar, de João Fábio Cabral, projeto da Cia. dos Inquietos Foi diretor e cenógrafo da peça Rabbit, de Nina Raine. Em 2012, Lenate foi indicado ao prêmio Shellna categoria especial “pela força performativa de seus experimentos”. Vestido de Noiva,trabalho realizado em 2013, esteve em cartaz em São Paulo. Este espetáculo rendeu aLenate o prêmio Aplauso Brasil 2013 de melhor arquitetura cênica. Sit Down Drama,espetáculo que dirigiu em 2014, Por estetrabalho, Lenate foi indicado ao prêmio Shell de melhor direção. O teste de Turing,de Paulo Santoro, e Refluxo, de Angela Ribeiro, que esteve em cartaz em 2017 no Mezaninodo Centro Cultural FIESP, pelo qual Lenate recebeu o prêmio Shell de melhor cenário e foiindicado ao mesmo prêmio na categoria melhor direção, em São Paulo. Love, Love, Love, deMike Bartlett, estreado em janeiro de 2017, em parceria com o Grupo 3 de Teatro, é um de seus mais recentes trabalhos, foi indicado ao prêmio APTR 2017 de melhor direção e também foiindicado ao prêmio Shell 2017 de melhor direção. BIAGIO PECORELLI – Dramaturgo e Diretor Poeta, ator, dramaturgo e Doutor em Artes pela Universidade de São Paulo. Defendeu, sob orientação do Prof. Dr. Marcos Bulhões, a Tese de Doutorado “Poéticas do Sacrifício (1960-1978)”. Em Recife, entre os anos de 2007 e 2011, realizou inúmeras performances e intervenções urbanas; escreveu e dirigiu peças performáticas; trabalhou como dramaturgista do diretor Antônio Cadengue, adaptando para o teatro textos de Caio Fernando Abreu, Osman Lins e João Silvério Trevisan. Integrou por três anos o grupo Desvio Coletivo, com quem realizou o espetáculo performático “Pulsão” e a intervenção urbana “CEGOS”. Integrou o elenco da peça “Roda Morta”, com direção de Clayton Mariano, em 2018/2019. Com A MOTOSSERRA PERFUMADA, escreveu em 2013, dirigiu e montou em 2015 a peça “Aquilo que me arrancaram foi a única coisa que me restou”. Em 2016, escreveu “Res Publica 2023”, eleito por dois anos consecutivos o 4º melhor texto do Edital de Dramaturgia em Pequenos Formatos do CCSP. No cinema e na TV, atuou; na novela “Jesus” (Rede Record), nas séries “Psi” (HBO), “Carcereiros” (TV Globo) e “A Vida Secreta dos Casais” (HBO).
PROJETO ARQUIVADO.