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PRONAC 192830Apresentou prestação de contasMecenato

(A)Gentes do Riso 9

COMPANHIA ZERO
Solicitado
R$ 181,6 mil
Aprovado
R$ 181,6 mil
Captado
R$ 175,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

96.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2019-10-21
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina

Resumo

(A)Gentes do Riso é um projeto cultural de caráter continuado queutiliza a arte da palhaçaria em serviço da alegria e do bem estar. O programa é desenvolvido pela Traço Cia de Teatro e conta com a participação de artistas profissionais que encontram na palhaçaria, no teatro e na música seus modos de pronúncia e de subsistência. O projeto segue o formato de "Intervenção Cênica". Seus (A)Gentes são Palhaças e Palhaços que vestem um excêntrico jaleco e visitam Unidade Hospitalar para realização de um "Plantão" bastante inusitado, tendo como linha de intervenção: tratar do que está bem. Ao sorrir, o ser humano trabalha seus sentimentos de uma maneira positiva, ampliando sua potência de ação e de cura. O projeto democratiza o acesso à arte e à cultura, levando a palhaçaria, o circo, o teatro e a música para um território nada convencional. Além de impulsionar a produção artística em Florianópolis, a ação traz benefícios ao tratamento médico e à humanização do ambiente hospitalar.

Sinopse

Produto Principal (A)Gentes do Riso utilizam a arte da palhaçaria a serviço da alegria, da saúde e do bem estar. Transformam o ambiente hospitalar em arte, em diversão, em música, em festa... Cuidam do que está bem, aumentando a luminosidade dos olhos e o colorido da alma. Seguem em aprendizado constante. Permitem que pequenos instantes se tornem encontros mágicos, regados de risos e de amor. Celebram a vida juntos, pois acreditam que a alegria melhora tudo. Classificação Livre Contrapartida social Cair. despertar. voar. O Louco à beira de um abismo segue seu caminho guiado pela intuição. O mistério a sua frente não o impede de seguir. Caminha enlaçado pela melodia dos pássaros. Não sente medo. Está livre. Inteiro para viver suas experiências. Lança-se ao desconhecido. Descobre que é capaz de voar. O Abismo - Uma intervenção urbana que lhe permite vivenciar no corpo o arquétipo do Louco, a metáfora da palhaçaria. Classificação Livre

Objetivos

Objetivo Geral:Como principal resultado, este projeto permitirá a continuidade ao (A)Gentes do Riso - programa de ações continuadas que desde 2011 leva palhaças e palhaços profissionais para atuarem junto a unidades hospitalares (mais especificamente no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis). Ao longo de suas edições, o programa realizou mais de 90.000 atendimentos entre pacientes, familiares, funcionários e colaboradores, em mais de 230 ?Plantões Palhacísticos?. A ação utiliza a arte da palhaçaria para ampliar a qualidade de vida, promovendo alegria e bem estar às pessoas ligadas ao ambiente hospitalar. O projeto oportunizará ainda a continuidade das práticas de treinamento e formação de sua equipe, proporcionando à cidade de Florianópolis a qualificação de artistas no que se refere a técnica da palhaçaria e a prática de ações artísticas na rede hospitalar. Objetivo específico::: Realizar 45 Plantões Palhacísticos (intervenções cênicas), levando 04 artistas por intervenção (num revezamento entre os artistas que compõe o projeto), com duração de 03 horas cada dia de plantão, no Hospital Infantil Joana de Gusmão (Florianópolis/SC). Estima-se alcançar mais de 2.250 sorrisos (atendimentos) entre pacientes, familiares, funcionários, estudante e colaboradores do Hospital.:: Realizar prática formativa continuada junto aos artistas que compõem a equipe do projeto, organizada em 22 encontros, com carga-horária prevista de 04 horas cada, totalizando 88 horas de práticas de formação (treinamento, criação e manutenção de repertório). O trabalho será conduzido e coordenado por Débora de Matos e acontecerá preferencialmente em formato online enquanto a pandemia persistir.:: Realizar como ação de contrapartida social (Art. 22 da IN 02/2019) 02 intervenções urbanas "O ABISMO", convocando o público a ver e vivenciar um exercício estético junto a equipe (A)Gentes do Riso, em espaços públicos e de grande circulação de pessoas (conforme proposta da ação). Estima-se alcançar mais de 150 sorrisos a cada Intervenção.PS.: As quantidades acima serão adaptada conforme valor captado e número de pessoas envolvidas no projeto.

Justificativa

Entre as décadas de 1980 e 1990, artistas em diferentes regiões do planeta iniciaram práticas solidárias de levar profissionais a atuarem junto à recuperação de pacientes, familiares, funcionários e voluntários em hospitais, em acampamentos de refugiados ou em zonas de conflito (Circo Social). Esta prática, desde então, se tornou uma constante em função dos resultados bastante positivos e pelo desenvolvimento de estudos em arte terapia.Atualmente, a principal técnica utilizada para este fim é a palhaçaria: por proporcionar uma experiência estética, humanizar as relações e criar possibilidades lúdicas de transformação. Muitos estudos defendem o riso como catalisador na recuperação física e psíquica de pessoas envolvidas em situações-limite. Por meio do riso o ser humano é capaz de trabalhar os sentimentos e as emoções de uma maneira positiva, que aliada aos tratamentos químicos e físicos, ampliam sua potência de ação em seus processos de cura.A Traço Cia. de Teatro (Companhia Zero), mergulhada nas possibilidades da arte da palhaçaria, sua principal linha de pesquisa, vem levando essa prática artística para diferentes territórios: hospitais, praças, comunidades, campos de refugiado, aldeias e áreas de retomada de terra de povos originários.Neste contexto, a Traço concebeu o programa (A)Gentes do Riso, atuando junto à comunidade do Hospital Infantil Joana de Gusmão desde o ano de 2011. O projeto é formado por artistas catarinenses e vem encontrando sua linguagem própria com relação ao modo de promover a arte da palhaçaria em unidades hospitalares. Aliando arte e cultura ao atendimento pós-emergencial, a continuação do projeto se justifica pela execução de suas atividades nos anos anteriores e pelos resultados alcançados, tanto no fomento à produção cultural e artística (conforme objetivo II do Art. 3 da Lei n° 8.313/91) em Santa Catarina, como também à melhoria da qualidade de vida durante processos de tratamento médico naquela unidade hospitalar. O Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG) é referência no atendimento das mais diversas especialidades em média e alta complexidade no Estado de Santa Catarina. Por este motivo, a instituição lida com uma equipe formada por muitos profissionais e um grande fluxo de frequentadores. Acolhe crianças e adolescentes de todo estado de Santa Catarina e das mais diferentes condições sociais, culturais e econômicas. O HIJG, ainda, se tratando de uma instituição pública, tornou-se um dos principais hospitais-escola do estado, atendendo diversos profissionais de diferentes especialidades ligadas a área da saúde.O projeto (A)Gentes do Riso vem se consolidando por meio da ampliação na qualidade de vida dos pacientes e seus familiares, como também dos funcionários, estudantes e voluntários do hospital infantil. Suas atividades são gratuitas (enquadramento no Inciso I do Art. 1 da Lei n° 8.313/91) - (Inciso VII do Art. 21 da IN 2/2019). Trata-se de uma ação que comprovadamente traz benefícios ao tratamento médico e à humanização do ambiente hospitalar, transformando o espaço com o riso, a arte e a poesia. Afinal, acreditamos e vivemos a possibilidade da ?alegria melhorar tudo?.Até 2018, o projeto ganhou fôlego exclusivamente por meio dos mecanismos de incentivo municipal de Florianópolis. No entanto, em função da baixa disponibilidade de recurso municipal para captação e alta demanda da classe artística local, tornou-se necessário encontrar novos mecanismos de incentivo para garantir a continuidade das ações do projeto, vislumbrando junto à Lei Federal de Incentivo à Cultura a possibilidade de sua continuidade e resistência. O projeto conta hoje com uma equipe de 14 artistas que separadamente integram 14 coletivos teatrais e/ou trupes circenses de Santa Catarina. De modo que, além do fomento à produção artística catarinense por meio das intervenções cênicas semanais em unidade hospitalar, o projeto promove uma contínua prática de formação aos profissionais envolvidos, que se tornam ainda multiplicadores na arte da palhaçaria junto aos seus coletivos e grupos artísticos (enquadramento no Inciso II do Art. 1 da Lei n° 8.313/91).Além disso, desde 2016 o projeto (A)Gentes do Riso ampliou seu campo de ação e treinamento com a Intervenção Urbana "O ABISMO", levando sua equipe para espaços públicos de grande circulação de pessoas como um desdobramento das ações que desenvolve tanto nos espaços formativos como dentro de unidades hospitalares. A obra tem como tema central a renovação e celebração da vida. Resignifica o espaço público e social, reinventando outras possibilidades de ação, de relação e de afeto. A intervenção convida transeuntes a ver e vivenciar um exercício estético, como prolongamento do trabalho de treinamento e como desdobramento das ações desenvolvidas no projeto para outros espaços públicos. A performance apresenta as linhas investigativas com qual o projeto desenvolve sua pesquisa sobre a arte da palhaçaria. A prática se desenvolve por meio de uma grande festa, proporcionando a valorização dos sonhos, a propagação do riso e a celebração da vida. Como ação de contrapartida (Art. 22 da IN 02/2019), nesta 9° edição do projeto (A)Gentes do Riso, a equipe abrirá 02 ABISMOS*, mobilizando, assim, grande fluxo de pessoas. * A quantidade de intervenções será adaptadaconforme valor captado e número de pessoas envolvidas no projeto.

Estratégia de execução

Currículo resumido dos demais integrantes da equipe como complemento ao tópico "Ficha Técnica" Drica Santos (Adriana Patrícia dos Santos) – Palhaça: Doutora e Mestre em Teatro (UDESC). Em seu trabalho como atriz há referências como: Guillermo Cacacce, Fátima Lima, Matteo Bonfitto, Tiche Vianna, Julia Varley, André Carreira, Eugenio Barba, Serge Ouaknine, Renato Ferracini, Norberto Presta, Grupo Piolin, Cia. Traço, Karla Concá [As Marias da Graça], Ivan Prado, Chaco Vacchi, Miguel Rubio Zapata, Jean Jacques Lemetre, , Andréia Macera, Clara Lee, Nola Rae dentre outros(as). Além de trabalhar como atriz de produção independente, atualmente, colabora com a (Em) Companhia de Mulheres. Suas pesquisas poéticas possuem os seguintes eixos: negritudes e poéticas políticas, fronteiras de atuação na Contação de histórias e a palhaça e a contação de histórias. Atua na Cia. Do Nariz Inquieto e (Em)Companhia de Mulheres Ana Paula Grigoli – Palhaça - Atualmente vive da palhaçaria, no qual reúne conhecimentos circenses e teatrais. Estudou em diferentes escolas de Circo, em São Paulo e Florianópolis: Nau de Ícaro, Central do Circo , Mazaroppi (SP) , Betesda (SC) e participou de oficinas teatrais no Solar da Mímica, com Esio Magalhães e Iván Prado. Investiga a linguagem da palhaçaria de maneira autônoma. É sócia fundadora da Companhia Dalecirco desde 2010, na qual atua com o espetáculo La conquista, intervenções circenses e oficinas de Circo. Na educação, atuou como educadora social durante 05 anos levando o Circo para projetos sociais da Grande Florianópolis/SC. Atua na trupe Dalecirco Cassiano Vedana – Palhaço - Graduado em Licenciatura em Música (UDESC). Trabalha na concepção e execução musical dos espetáculos Fulaninha e Dona Coisa, Estardalhaço e As Três Irmãs da Traço Cia. de Teatro. Trabalhou no conto musical "O Espírito das Águas" de Polo Cabrera. Como músico independente, toca na banda autoral 7 Apoio e uma Bananeira e em outros projetos musicais com diferentes parcerias em Florianópolis. Com o espetáculo As Três Irmãs recebeu o prêmio especial do Júri pelo Conjunto Musical no 33º Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba/SP (2009). Possui formação com Iván Prado/ES e Esio Magalhães/SP. Atua nas bandas musicais Trio Xepa e Flora Marginal. Charles Augusto - Palhaço: Iniciou o serviço com a arte em 2002, na cidade de Itajaí/SC, como ator. Montou na palhaçaria o espetáculo “Faca de dois (Le)gumes”; e a performance “Aeróstato”. No ano de 2012, pedalou mais de 1.500km por Santa Catarina, passando por 30 cidades se apresentando como palhaço Pacacoenco em um circuito de bicicleta intitulado “Guapeca”.Coordena o evento “Ospália”, encontro de palhaços que teve quatro edições; produz e apresenta eventos multi-artísticos e ministra oficinas de palhaçaria e teatro. Atua na Cia. Trio Arroz de Festa, Coletivo Proarte, Cia. Balacochê, Casa Vermelha e Arreda Boi Gabriela Leite – Palhaça - É palhaça e atriz. Graduada em Teatro (UDESC). Pesquisa a palhaçaria e o teatro de rua. Realizou oficinas e cursos com Ricardo Puccetti, Pepe Nuñez, Esio Magalhães,Traço Cia. de Teatro, Adelvane Néia, Iván Prado, Chacovachi e Tortell Poltrona. Atua como palhaça, tendo participado de festivais e mostras com apresentação de espetáculos e números. É integrante da AtrapaTrupe de Teatro. Atua na Cia. Avoar, Atrapatrupe e Pallasos en Rebeldia. Isabella Spigolon – Palhaça: Atriz e palhaça do Circo da Goiaba Companhia Artística, no qual atua nas áreas de Teatro, Palhaçaria, Mágica e Teatro de Animação. Faz trabalhos em parceria com a Companhia de Teatro Turma do Papum e Studio Sérgio Tastaldi desde 2001, participando como atriz/manipuladora de diversos espetáculos e festivais de Animação do Brasil. É graduanda do curso de Letras/Português da UFSC. Coordenadora, atriz e cantora no Projeto Circo Mágico. Contadora de histórias da Cia Bela-Fulô Encantadores de Histórias. Tem formação cômica com Hilary Chapalin (EUA), Iván Prado (ES), Victor Ávalos (AR), Luis Carlos Vansconcelos, Richard Rigetti, João Lima, Sandro Spigolon, Ésio Magalhães e Traço Cia de Teatro. Atua no Circo da Goiaba, Bela Fulô Encantadoras de Histórias, Trupe Spigolon e Polydhonia Khoros. Lidiane Mandarina (Lidiane de Lima Cunha) – Palhaça: Palhaça, atriz e cantora. Possui formação em Licenciatura em Ciências Sociais (UFSC). Fez residência artística na Escola de Palhaços do Circo da Dona Bilica (2013-2016). Na arte da palhaçaria tem formação com os mestres Pepe Nuñez, Esio Magalhães, Biribinha, Ricardo Puccetti, Richard Riguetti, Iván Prado (ES), Palhaço Tomate (AR) e Hilary Chaplain (EUA). É integrante da AtrapaTrupe de Teatro, atuando como palhaça/musicista e iluminadora e da Banda de Brincar. Marcio Momesso – Palhaço: Iniciou seus estudos na área teatral em 2002 na Cia. Quanta de Teatro em Rio Claro/SP, coordenada pelo ator e diretor Jefferson Primo (2002 a 2004). Em 2007, passou a integrar o Bando Árvore Sagrada, coordenado por Déo Lembá, como ator e cenógrafo. Possui formação com Traço Cia de Teatro, Pepe Nunes, Esio Magalhães, Iván Prado e José Vasconcelos. Atualmente, integra a AtrapaTrupe de Teatro, atua no espetáculo Circo Mané, da trupe Circus Fever. Paula Bittencourt – Palhaça: Mestre em Teatro (UDESC). Investiga a linguagem do Palhaço, do Teatro de Rua e da Dança Contemporânea. Possui formação com Fernanda Montenegro, Patrícia Santos, Adelvane Néia, Leris Colombaioni, Renato Ferracini, Pepe Nuñez, Esio Magalhães, Marianne Consentino e Zilá Muniz. Foi integrante do Ronda Grupo dançarina (2006-2014). Foi integrante da Traço Cia. de Teatro (2004 - 2018), premiada como melhor atriz no 22º Festival Internacional de Teatro de Blumenau/SC, 2008, com "As Três Irmãs"). Atua na Cia. Malagueta Produções. Rhaisa Muniz – Palhaça: É palhaça, diretora e produtora cultural. É formada em Teatro (UDESC), com intercâmbio cultural na Universidade de Évora – Portugal. É gestora cultural do Sesc desde 2015. Faz parte do grupo Tenha Dó Trio, onde é palhaça, diretora e produtora. Integra o Trio Arroz de Festa, palhaços menestréis. Possui formação com a Traço Cia. de Teatro, Esio Magalhães, Cie. Phillipe Genty, Adelvane Néia, Ivan Prado, Ricardo Puccetti, Gardi Hutter, Sue Morrison e Sergio Mercurio, entre outros. Atua na Cia.Avoar, Cia Lunáticas e Trio Arroz de Festa Rodrigo Prestes da Silveira (Khalid Prestes) – Palhaço: Iniciou profissionalmente na área das Artes Cênicas em 2002. Trabalha como ator, palhaço, circense e bonequeiro, ministrando oficinas e atuando em diferentes espaços. Investiga as linguagens do Teatro (confecção e manipulação de bonecos e trabalho de ator) e do Circo (malabarismo, perna de pau, palhaço, mágica e pirofagia). Possui formação na palhaçaria com Ricardo Puccetti, Leo Bassi, Ésio Magalhães, Pepe Nuñes, Fiorella Kollmann, Luis Carlos Vasconcelos, Iván Prado, entre outros. É sócio fundador da companhia teatral Clã de Livres Arteiros. Atua na Cia. Peregrina Teatro e Pallasos en Rebeldia. Currículo das palhaças Débora de Matos e Greice Miotello e do palhaço Egon Seidler está disponível no tópico "Ficha Técnica", junto com "Currículo Resumido e Atividades da Equipe de Concepção, Gestão e Pedagogia".

Especificação técnica

O projeto (A)Gentes do Riso 9 realizará 45 ?Plantões Palhacísticos? em formato de intervenções cênicas, no Hospital Infantil Joana de Gusmão, com 04 artistas a cada dia de intervenção (envolvendo no revezamento 14 artistas que já compõe a equipe do projeto*). As visitas acontecerão semanalmente, podendo ser realizada mais de uma intervenção por semana, conforme cronograma elaborado junto ao Hospital Infantil, com duração de aproximadamente 03 (três) horas cada e serão registradas por meio do preenchimento de um relatório de atendimento (relatório quantitativo). A estimativa é de atender mais de 50 pessoas por visita, somando ao final do projeto 2.250 atendimentos.Para as intervenções cênicas, os principais ingredientes são a palhaçaria, a teatralidade e a musicalidade, atuando para a ampliação da qualidade de vida e da potência de ação das pessoas envolvidas. A interação cômica é utilizada no atendimento pós-emergencial e tem como direcionamento o fortalecimento da autoestima e a humanização do ambiente hospitalar. A readequação do projeto refere-se apenas ao formato do produto principal deste projeto ?Plantões Palhacísticos? (intervenções cênicas) no Hospital Infantil Joana de Gusmão. As ações acontecerão ainda em formato presencial por meio de um plano de prevenção a propagação do vírus COVID19 elaborado junto à diretoria do hospital. A alteração consiste em que os artistas não circularão pelas unidades do hospital como nas edições anteriores. Como alternativa, as intervenções acontecerão, neste momento, exclusivamente na área do sol (espaço recreativo da instituição, área aberta e coberta). Montaremos um "consultório palhacístico" de forma que serão os pacientes e familiares que irão até os palhaços do projeto para a interação cênica (como uma metáfora às consultas médicas). Essa estrutura trará segurança à equipe e às crianças, possibilitando assim a retomada das atividades do projeto na unidade hospitalar em formato presencial. Além disso, outra alteração necessária será a redução do quadro de palhaços por intervenção. Neste momento levaremos 04 palhaços (e não 06 como originalmente previsto) para o HIJG, de modo que esse artistas se alternarão em duplas, a fim de cumprir as 03 horas de intervenção previstas no projeto (01h30 de intervenção por dupla). Com isso diminuímos a circulação de pessoas na unidade hospitalar. Deste modo ainda, poderemos prolongar as ações do projeto de 30 para 45 ?Plantões Palhacísticos? (intervenções cênicas), tendo em vista que teremos uma dupla a menos por dia de intervenção e com isso, conseguimos estender a quantidade de visitas ao HIJG.Para as intervenções, o procedimento padrão deve cumprir o seguinte protocolo: cumprir as regras de higienização e assepsia; atentar o agendamento de horário dos pacientes que acompanharão as intervenções (como uma metáfora a consulta médica), recolhendo quando possível informações importantes para a interação com a criança e familiares; tratar do que está bem, colocando a técnica da palhaçaria e o repertório a serviço do encontro cênico, vivido com as pessoas de cada atendimento.Além das intervenções, o projeto prevê práticas de formação. O trabalho será conduzido por Débora de Matos que há 04 anos coordena a prática pedagógica do projeto. Serão realizados 22 encontros com 04 horas de duração cada, totalizando 88 horas/aula. As práticas formativas têm por objetivo a continuidade da instrumentalização e qualificação dos profissionais envolvidos, garantindo o refinamento técnico, criativo e artístico das intervenções. Os encontros acontecerão num primeiro momento em formato online e assim permanecerão enquanto seguir os procedimentos de contenção do COVID19.O projeto é Coordenado Artisticamente pela Traço Cia de Teatro, garantido qualidade técnica, estética e ética no trabalho junto aquela comunidade hospitalar e nas demais instituições atendidas pelo projeto.Para realização da ação de contrapartida social ?O ABISMO?, os (A)Gentes irão até espaços públicos de grande circulação de pessoas como um desdobramento das ações de formação e fruição que a equipe desenvolve neste projeto. Palhaços e palhaças invadem praças e ruas, convocando quem por ali passa para uma experiência única: cumpliciar um salto no ABISMO. Estruturada sob a linha arquetípica que unifica os herdeiros da tipologia cômica (O Louco), a intervenção convida transeuntes a ver e vivenciar a metáfora da palhaçaria por meio de um exercício estético. Com isso, a performance apresenta, de um modo participativo, as linhas investigativas com qual o projeto desenvolve sua pesquisa sobre a arte da palhaçaria. O exercício promove uma catarse cômica por meio do alívio de tensões, da expurgação de emoções não desejáveis e da potencialização de vibrar com a coragem humana. O trabalho é conduzido de forma lúdica e transformadora. Mesmo quem não salta é capaz de viver o salto projetado por cada artista. A intervenção acontecerá em espaços com grande fluxo de pessoas, respeitando protocolos sanitários de combate a disseminação do corona virus. *Sobre a Equipe artística: Atualmente a equipe é formada por 14 artistas profissionais que se revezam nas práticas de visitação ao hospital. O revezamento segue um cronograma estruturado a partir da agenda de trabalho desses profissionais. Todos são artistas profissionais e por isso encontram na arte do teatro, da música, do circo e/ou da palhaçaria seus modos de subsistência. Por esta razão, a distribuição das atividades do projeto varia conforme agenda e disponibilidade de cada artista. Deste modo, o projeto conta com uma larga equipe, para sempre garantir a quantidade mínima de (A)Gentes em cada Intervenção. A variação na disponibilidade de agenda para as atividades formativas e para as Intervenções Artísticas do projeto proporciona uma flutuação periódica/anual na intensidade da presença de cada artista envolvido, sendo o revezamento das atividades atrelado a este fator. O compromisso técnico, ético e estético com o conceito e as linhas de ação do projeto foram sempre priorizadas junto a formação desta equipe desde a primeira edição em 2011, o que garante a qualidade artística do trabalho independente das flutuações periódicas ocasionais.

Acessibilidade

"Platões Palhacísticos" - Intervenção Cênica (Espetáculo de Artes Cênicas)(A)Gentes do Riso tem como principal característica levar a arte da palhaçaria para junto de seu público-alvo. Nesta edição (A)Gentes do Riso 9 não seria diferente. Suas atividades serão gratuitas e direcionadas principalmente a comunidade hospitalar, em especial: pacientes, familiares, funcionários, voluntários e estudantes frequentadores do Hospital Infantil Joana de Gusmão (SC). A cada dia de visitação, a equipe de (A)Gentes durante as 03 horas de atendimento.Cada visita contará com a participação de 04 artistas que são reagrupados em duplas para possibilitar os atendimentos. Por meio de agendamentos estruturados junto ao setor de psicologia do hospital, as crianças juntamente com seus familiares se direcionarão até a área de atendimento que será organizada para este fim (em área aberta do hospital) para interagirem com os palhaços e palhaças do projeto. São crianças de diferentes unidades do hospital e por isso de diferentes especialidades de tratamento. O hospital conta com toda estrutura necessária de mobilidade, facilitando, portanto, a acessibilidade do público com o principal produto artístico do projeto (acessibilidade física). Os atendimentos são personalizados e com isso o projeto garante o cuidado e a acessibilidade necessária à interação com pacientes e familiares, potencializando deste modo a intervenção cênica e permitindo acessibilidade às pessoas com deficiência visual e deficiência auditiva.A principal técnica utilizada é a improvisação codificada, além do trabalho de base de diferentes técnicas desenvolvidas sob a orientação pedagógica de Débora de Matos (técnicas como: música, contação de história, malabares, mágica, formas animadas, e principalmente muita palhaçaria clássica, que pode seguir uma linha mais verbal e dialógica ou física-corporal). Esse trabalho de base permite um atendimento altamente personalizado e de qualidade, garantido pelo rigor técnico. Assim, a preparação dos artistas, bem como o material criado para servir de suporte durante as intervenções são elaborados de modo a acessar a pluralidade relacionada ao contexto hospitalar (garantindo assim também acessibilidade de conteúdo).Por ser uma unidade hospitalar de referência no tratamento de média e alta complexidade, as intervenções cênicas alcançam diferentes pessoas no tratamento das mais diversas especialidades e de distintos grupos sociais. A classificação dos conteúdos apresentados é livre. Vale ainda ressaltar que, devido a especificidade da unidade hospitalar e a característica da capital catarinense, o projeto abraça habitantes de todo o Estado de Santa Catarina, além de diferentes alunos em formação na área da saúde uma vez que os funcionários também interagem com os artistas durante os encontros nos corredores e ponto de atendimento.Como atividade de contrapartida social, o projeto em sua 9° edição realizará 02 intervenções* urbanas "O ABISMO" em espaço público, junto a grande circulação de pessoas das mais diferentes orientações sociais, políticas, sexuais, culturais, profissionais e religiosas. As atividades nascem como um desdobramento das ações desenvolvidas pelo coletivo nos espaços de treinamento da equipe e por isso segue os mesmos moldes de inclusão, interação e gratuidade do principal produto deste projeto. As pessoas que estarão transitando por esses espaços são abordadas por meio das mesmas estratégias de interação adotadas nas unidades hospitalares. Os (A)Gentes se relacionam individualmente com cada pessoa envolvida, permitindo com isso o acesso de conteúdo em diferente situações, incluindo às pessoas com deficiência visual, deficiência auditiva e deficiência motora. * A quantidade de intervenções será adaptadaconforme valor captado e número de pessoas envolvidas no projeto.

Democratização do acesso

"Platões Palhacísticos" - Intervenção Cênica (Espetáculo de Artes Cênicas):No projeto (A)Gentes do Riso as atividades são todas gratuitas tendo como objetivo: levar a arte da palhaçaria ao Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Santa Catarina, auxiliando o tratamento médico de crianças e adolescentes internados naquela unidade hospitalar. Deste modo, o principal público-alvo deste projeto está em consonância com inciso VII do Art. 21 da IN n° 05/2017 garantindo ação de democratização de acesso.O Hospital Infantil Joana de Gusmão, por meio do sistema SUS, é uma unidade hospitalar que serve de referência ao tratamento médico de média e alta complexidade para crianças e adolescentes de todo estado de Santa Catarina, acolhendo pessoas de diferentes crenças, etnias e situações físicas e sociais. Com o projeto, a equipe artística democratiza a arte da palhaçaria de modo a acessar uma fração da comunidade catarinense que tem pouco ou nenhum alcance a arte circense e teatral.Como já mencionado no item de acessibilidade, devido à especificidade da unidade hospitalar, o projeto abraça habitantes de todo o Estado, além de diferentes profissionais em formação na área da saúde.Não há cobrança de ingressos. Como atividade de contrapartida social, o projeto em sua 9° edição realizará 02 intervenções* urbanas "O ABISMO" em espaço público, junto a grande circulação de pessoas das mais diferentes orientações sociais, políticas, sexuais, culturais, profissionais e religiosas. As atividades nascem como um desdobramento das ações desenvolvidas pelo coletivo nos espaços de treinamento da equipe e por isso segue os mesmos moldes de inclusão, interação e gratuidade do principal produto deste projeto. A ação acontecerá em espaços públicos, garantindo 100% de gratuidade na distribuição deste produto (como medida sugerida por meio do inciso X do Art. 21 da IN 02/2019). * A quantidade de intervenções será adaptada conforme valor captado e número de pessoas envolvidas no projeto.

Ficha técnica

Concepção e Coordenação Artística: Traço Cia de Teatro (Proponente) Coordenador Geral - Egon Seidler Produtora - Greice Miotello Orientadora Pedagógica - Débora de Matos (A)Gentes - Allan Ortega, Ana Paula Grigoli, Cassiano Vedana, Charles Augusto, Débora de Matos, Drica Santos, Egon Seidler, Gabriela Leite, Greice Miotello, Khalid Prestes, Lidiane Mandarina, Marcio Momesso, Paula Bittencourt e Rhaisa Muniz Currículo Resumido e Atividades da Equipe de Concepção, Gestão e Pedagogia Traço Cia de Teatro (Proponente) – Concepção Artística - Fundada em 2001, a Traço em sua trajetória artística investiga a arte da palhaçaria e do teatro de rua, desenvolvendo uma linguagem própria, pautada no encontro entre atores e espectadores, na busca de estabelecer uma relação livre, direta e potencialmente transformadora. Já concebeu 12 espetáculos dos quais 06 permanecem em repertório. Recebeu prêmios artísticos com os espetáculos: Fulaninha e Dona Coisa (melhor atriz de rua e menção honrosa para sonoplastia no X Floripa Teatro – 2002) e As Três Irmãs (melhor atriz, melhor direção e melhor espetáculo no 22° FITUB – 2008 e melhor pesquisa e prêmio especial do júri no 23° FESTE/SP – 2009, além de outras indicações a prêmios). Desenvolve e coordena o projeto (A)Gentes do Riso desde 2011, levando palhaços e palhaças semanalmente para o Hospital Infantil Joana de Gusmão/SC, utilizando o a arte e o riso para humanizar o ambiente hospitalar e ampliar a qualidade de vida de pacientes, familiares e funcionários da instituição. É parceira da Associação Cultural e de Cooperação Internacional Pallasos en Rebeldía, atuando em eventos e ações humanitárias no Brasil, na Cisjordânia, na Espanha, na Colômbia e na Costa Rica (Circo Social). Atividade (não remuneradas): Conduzir o projeto (aspectos: técnico, ético e estético). Planejar e supervisionar os serviços de coordenação, produção (que juntos organizarão produtos e serviços contratados) e orientação pedagógica, (que conduzirá o andamento do trabalho desenvolvido pela equipe artística). Garantir que as ações caminhem em conformidade com o conceito do projeto, bem como as normas de segurança e ética da unidade hospitalar. Mediar relações Institucionais. Atividade (remunerada): Captação de Recurso (caso execute o serviço de captação). Egon Seidler – Coordenador Geral e Palhaço - Graduado em Artes Cênicas (2007) - UDESC. Trabalha como ator há dezesseis anos. Investiga a Dança Contemporânea, o Teatro de Rua e o Palhaço. Foi integrante do Ronda Grupo (2006-2016), produtor e intérprete criador dos espetáculos Socorro, Lugar Nenhum, Cuida de mim e Estratégia. Junto a Traço Cia. de Teatro, é elenco dos espetáculos Estardalhaço, Noite de Palhaçaria, Palhaçada a la CARTE, O ABISMO e Provisoriamente não cantaremos o amor. Coordena e ministra oficinas na Mostra Traço de Bolso – o riso corre solto... e coordena e integra o Projeto (A)Gentes do Riso (2011 – em andamento). Como produtor, trabalhou junto a equipe de diferentes eventos: FITAFLORIPA - Festival Internacional de Teatro de Animação - Produção Executiva e Assistência de Coordenação - Florianópolis/SC (2007, 2008 e 2009); FLORIPA TEATRO – Festival Isnard Azevedo - Equipe de apoio - Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes - Florianópolis/SC (2008 e 2009); 8º Encontro Internacional de Palhaços Anjos do Picadeiro – Assistente de Produção – Florianópolis/SC (2009); Maratona Cultural de Florianópolis/SC – Equipe de produção – (2011 e 2013). Participou de diferentes eventos de Circo Social com a organização Pallasos em Rebeldía no Brasil, Cisjordânia, Colômbia e Espanha (2014-2016). Função: Organizar e acompanhar todas as atividades, prestadores de serviços, vínculos, relação com apoiadores, objetivos, caminhos e resultados do projeto. Greice Miotello – Produtora e Palhaça - Graduada em Artes Cênicas (2006) - UDESC. Trabalha como atriz há dezesseis anos, investigando as linguagens do Palhaço e do Teatro de Rua. É parceira da Traço Cia. de Teatro, elenco dos espetáculos As Três Irmãs, Estardalhaço, O Abismo, Palhaçada a La Carte, Brincadeira de Palhaças, Provisoriamente não cantaremos o amor e Noite de Palhaçaria. Integrou o elenco do projeto Palhaças sem Lona, a produção executiva do FITAFLORIPA - Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis/SC (2007, 2008 e 2009), a equipe de produção do Anjos do Picadeiro – Encontro Internacional de Palhaços – SC e RJ (2009, 2010 e 2011), a equipe de produção da Maratona Cultural de Florianópolis/SC (2013) e produz o projeto (A)Gentes do Riso desde 2011. Participou de intercâmbio com a Cia. Los Estupendos y Estupidos (Espanha/2009), com a companhia italiana T.I.L.T. (Brasil/2008), de diferentes eventos de Circo Social com a organização Pallasos em Rebeldía no Brasil, Colômbia e Espanha (2014-2016), e coordena e ministra oficinas na Mostra Traço de Bolso – o riso corre solto... Função: Viabilizar e acompanhar todas as atividades, além de manter o correto andamento do cronograma de ações e serviços. Débora de Matos – Orientadora Pedagógica e Palhaça - Mestre em Teatro (2009) com o estudo "A Formação do Palhaço" - UDESC. Trabalha como atriz, profissionalmente, há desesseis anos, investigando a Comédia, o Teatro de Rua e a Palhaçaria. Como diretora concebeu O Chamado da Nota (2003-2004) – direção conjunta com Mariana Godinho; Mais Tarde Talvez fosse Ela (2009 – em andamento); Palhaças Sem Lona (2010-2011); Estardalhaço (2011 – em andamento); e Palhaçada a la CARTE (2014 – em andamento). Os principais trabalhos como atriz são: Fulaninha e Dona Coisa (2002-2016/premiada como Melhor Atriz de Rua no X Festival Nacional de Teatro de Florianópolis Isnard Azevedo – 2002), espetáculo de Rua com direção de Marianne Consentino; Mulher de Corpo em Cheiro (2005-2008), espetáculo de Rua com direção de Greice Miotello e Paula Bittencourt; e As três Irmãs (com duas indicações ao prêmio de melhor atriz no 22° FITUB – 2008 e no 23° FESTE/SP – 2009). Atualmente, também participa do elenco dos espetáculos O ABISMO, Noite de Palhaçaria, Brincadeira de Palhaças e Provisoriamente não cantaremos amor, todos da Traço Cia. de Teatro. Ministrou a disciplina ?Laboratório Dramático I – Teatro de Máscaras? do curso de Artes Cênicas do Centro de Artes/UDESC (2008), direcionando-a ao trabalho técnico da máscara do palhaço. Participou de diferentes eventos de Circo Social junto à organização Pallasos en Rebeldía no Brasil, Cisjordânia, Colômbia, Costa Rica e Espanha. Orienta equipe pedagógica do projeto (A)Gentes do Riso desde 2011. Função: Acompanhar o grupo de artistas, suas inquietações e necessidades. Dá suporte artístico, realiza treinamento na linguagem, acionar profissionais para desenvolvimento de técnicas especificas (em caso de necessidade), conduzindo ou supervisionando todo trabalho formativo.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.