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Realizar apresentações da Orquestra Sinfônica de Mulheres do Rio de Janeiro, oficinas de música, ensaios e nossa contrapartida social com palestras sobre a importancia da mulher na cultura.
Apresentações da Orquestra Sinfônica de Mulheres do Rio de Janeiro Difundindo a Música e tornando-a acessível a todos, sem distinção, e potencializando o valor social do fomento à Cultura brasileira, contribuindo na valorização e inserção da mulher para a transformação da sociedade. Através da arte acreditamos que podemos tocar a alma humana e reinventar o cenário da sociedade, tendo como compromisso levar música de qualidade ao público e fazer bom uso dos recursos disponibilizados. Além disso, estaremos desenvolvendo oficinas gratuitas para meninas da comunidade da Mangueira e Adjacentes.
Objetivo Geral Apresentações da Orquestra Sinfônica de Mulheres do Rio de Janeiro, reunindo mulheres musicistas, comprovando a importancia da mulher na música e na cultura brasileira. Objetivo específico Realizar 1 apresentações da Orquestra Sinfônica de Mulheres do Rio de Janeiro. Realização de 1 palestras, sobre a importancia da mulher na cultura.
O projeto enquadra-se nos incisos. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos do Art. 3º da referida norma serão alcançados: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Em nossa contrapartida social estaremos convidando o público em geral, músicos , estudantes e instituições socioculturais para a realização de uma palestra falando da importância da mulher na cultura e a musica instrumental para a nossa sociedade . Com presença da equipe e orquestra falando da importância da mulher na música, tornando-a acessível a todos, sem distinção, e potencializando o valor social do fomento à Cultura brasileira, contribuindo na inserção de valores e na transformação da sociedade. Promovendo o conhecimento da Música como uma linguagem de interação, através de apresentações em espaços diversificados e no desenvolvimento de propostas que contribuam para a formação profissional e o acesso de jovens talentos em comunidades no Rio de Janeiro e outras cidades. Através da arte acreditamos que podemos tocar a alma humana e reinventar o cenário da sociedade, tendo como compromisso levar música de qualidade ao público e fazer bom uso dos recursos disponibilizados. Projeto Pedagógico Oficinas de Música Objetivo Geral Fazer com que as meninas crianças compreendam a Educação Musical como linguagem e forma de conhecimento, garantir a possibilidade de vivenciarem e refletirem sobre as questões musicais, num exercício sensível e expressivo que ofereçam condições para o desenvolvimento de habilidades, de formulação de hipóteses e de elaboração de conceitos. Busca-se, ainda, fazer com que estas crianças criem músicas, integrando experiências que envolvam a vivência, a percepção e a reflexão como uma linguagem musical presente no cotidiano, e, de forma intensa, no rádio, na televisão, em gravações, jingles, leituras, além de outras situações de convívio social. Objetivos Específicos Possibilitar uma melhor formação musical e instrumental das alunas Descobrir todo o potencial musical criativo desses alunas. Criar situações musicais que os auxiliem a melhorar sua qualidade de vida, além de aumentar suas possibilidades de relacionamento consigo próprios, com o outro e com o meio. Estimular a fazer músicas em conjunto e por si mesmos, formando cidadãos e artistas, respeitando diferenças e dificuldades para assegurar assim a igualdade no acesso à linguagem musical e a oportunidade de receberem uma educação musical comprometida com a realidade e individualidade de cada um. Público alvo Alunas do Ensino Fundamental ao Ensino Médio que cursam o Ensino Regular do Colégio, moradores da comunidade da mangueira e adjacentes. Metodologia Realização de aulas proporcionando um ambiente musical de modo que sejam as condições ideais para desenvolver o potencial de cada criança para garantir maior confiabilidade aos resultados obtidos apoiado nas metodologias do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Aulas abordando teoria musical e a percepção musical, ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos, fontes sonoras e produções musicais em linguagem musical pelo contato com obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas, da produção musical brasileira e de outros povos e países, além de dar aulas dos instrumentos , para uma formação de instrumentistas juntamente abordando a teoria musical. Desenvolvimento OFICINA DE MUSICALIZAÇÃO I Para os alunas do ensino fundamental, de 6, 7 e 8 anos (1ª, 2ª e 3ª séries) Reconhecer elementos musicais básicos: sete notas musicais (Do, Re, Mi, Fa, Sol, La, Si), conhecimento de extensão: do grave ao agudo, organização dos sons e silêncios (altura, duração, intensidade e timbre); iniciação a flauta doce; brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais; exploração da escuta de obras musicais para conhecer e perceber instrumentos musicais e para propiciar o contato e experiências com a matéria-prima da linguagem musical: o som e o silêncio; explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento de mundo. OFICINA DE MUSICALIZAÇÃO II Para os alunas do ensino fundamental de 9, 10, 11 anos (4ª, 5ª, e 6ª séries) Reconhecer elementos musicais básicos: sete notas musicais (Do, Re, Mi, Fa, Sol, La, Si) com iniciação a notação musical (partitura); conhecimento de extensão: do grave ao agudo; organização dos sons e silêncios (altura, duração, intensidade e timbre); conhecer e perceber instrumentos musicais; flauta doce; brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais; exploração da escuta de obras musicais para conhecer e perceber instrumentos musicais e para propiciar o contato e experiências com a matéria-prima da linguagem musical: o som e o silêncio; explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento de mundo. OFICINA DE MUSICALIZAÇÃO III E PERCEPÇÃO MUSICAL Para os alunas do ensino fundamental de 12, 13, 14 anos (7ª, 8ª, e 9ª séries) Musicalização: Reconhecer elementos musicais básicos: sete notasmusicais (Do, Re, Mi, Fa, Sol, La, Si); conhecimento de extensão: do grave ao agudo; organização dos sons e silêncios (altura, duração, intensidade e timbre); conhecer e perceber instrumentos musicais; flauta doce e estudo dos outros instrumentos (para os que tocam outros instrumentos); brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais; exploração da escuta de obras musicais para conhecer e perceber instrumentos musicais e para propiciar o contato e experiências com a matéria-prima da linguagem musical: o som e o silêncio; explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento de mundo. Percepção: Teoria Musical (leitura de partitura, escalas, ritmo, etc).
Dar preferência a locais que possuam o Certificado de Acessibilidade. As prefeituras geralmente, emitem o documento que comprova a adaptação das edificações existentes e o correspondente atendimento aos parâmetros de acessibilidade determinados pela legislação vigente. Em locais onde ainda não foram criadas legislação regulamentar sobre o assunto, orientamos aos produtores para: Optar por local com acessibilidade plena. Isso inclui rampas de acesso, banheiros adaptados para cadeirantes, sinalização adequada (em braile e fontes ampliadas e com alto contraste), piso tátil e elevador. O local deverá ser de fácil acesso com transporte público. É necessária a verificação nas condições de acessibilidade no entorno do local Não pode haver barreiras bloqueando que impeçam ou dificultem a chegada do público. Os seguranças e a equipe que trabalham no projeto deverão ser capacitados para guiar adequadamente pessoas com deficiência em especial a visual nas dependências do local. Informar nos locais que o envento é gratuito e que pessoas com mobilidade reduzida, paralisia ou qualquer outro tipo de deficiência que necessitarem adaptações no mobiliário para assistir as apresentações deverão solicitar antecipadamente, especificando o tipo de adequação necessária. Teremos interprete em libras. Informamos que daremos proiridade , para realizar as apresentações, em locais adaptados para pessoas com deficiência visual e cognitiva. Programa do espetáculo:será disponiblizado a Impressão do catálogo em braile .
Apresentações Musicais I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;além da previsão do art. 22; A entidade vai doar 50 convites para o publico em geral e adjacencias. Para promover o acesso ao produto cultural as informações vão estar no site oficial www.osmrj.com.br (art.21 da IN nº02/2019) III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do Artigo 22, no site oficial www.osmrj.com.br (art.21 da IN nº02/2019) V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, além da previsão do art. 22; Oficinas de Música I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;além da previsão do art. 22; A entidade vai doar todos os convites para o publico em geral de comunidades e adjacencias. Para promover o acesso ao produto cultural as informações vão estar no site oficial www.osmrj.com.br (art.21 da IN nº02/2019) III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do Artigo 22, no site oficial www.osmrj.com.br (art.21 da IN nº02/2019) AMPLIAÇÃO DE ACESSO: A Instituição vai realizar gratuitamente, atividades paralelas ao projeto como a realização de um ensaio, aberto ao publico na quadra e de rua (Art.21 da IN nº 02/2019).
A produção do projeto será da PROMENART PRODUÇÕES (proponente) é a produtora carioca que tem prioridade na realização de projetos culturais, atuando no seguimento da Música, criando e produzindo projetos para todos os perfis de público, estando presente na criação, elaboração e nas etapas de produção, com forte presença na criação e inovação. Seremos remunerados pelos itens Direção , Coordenação Geral e Adminstração do projeto. Luciene Portella, Diretora e Coordenação Geral Como trompetista, atuou nas principais Orquestras do Rio de Janeiro: Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, Orquestra Petrobras Sinfônica e Orquestra Sinfônica Nacional/UFF, com os maestros Isaac Karabtchevsky, Roberto Duarte, Osvaldo Colarusso, Gustavo Petri, Henrique Morelembaum, Luis Fernando Malheiro, M.Rostropovich, Ira Levin, Gustavo Plis-Steremberg, Roberto Minczuk, Marcos Arakaki, Wagner Tiso e muitos outros. Como produtora, idealizou e realizou a Série Pauta Nobre Instrumental, no Espaço Cultural Correios de Niterói, com grupos como Cristina Braga Trio, Quarteto Bosisio, Quinteto Villa-Lobos e Duo Lundberg e Szpilman e Quinteto Brasileiro de Metais. Luciene Iniciou seus estudos de música aos dez anos de idade, em Miguel Pereira (RJ), dedicando-se e ao trompete e ao piano. Na Orquestra Sinfônica Brasileira, com os metais e percussão, apresentou-se no “Quartas Clássicas do BNDES” com o maestro Daniel Havens, do Concurso Nelson Freire para jovens solistas no Theatro Municipal/RJ e com a mezzo-soprano Jennifer Larmore, na Sala São Paulo. Com a Companhia Bachiana Brasileira, apresentou-se no Requiem de Brahms e em obras como Magnificat e Suíte Nº 3 de J. S. Bach, sob a direção e regência do Maestro Ricardo Rocha, ambos na Sala Cecília Meireles. No âmbito da Música Popular Brasileira, participou da gravação do CD instrumental Dwitza do cantor Ed Motta, dentre outros artistas, e de shows com os cantores Martinho da Vila e João Bosco. Em 2007, participou juntamente com a Orquestra Petrobrás Sinfônica do Projeto Música em Cena, com trilhas sonoras de grandes filmes internacionais compostas por EnnioMorriconne, regido pelo próprio maestro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Integrante do Quinteto Brasileiro de Metais, pioneiro na Música de Câmara no Brasil, tem se apresentado em importantes salas de concerto do Rio de Janeiro e do Brasil. O grupo se prepara para a gravação de seu terceiro CD. Como professora, Luciene atuou na Escola de Música Villa-Lobos e no Conservatório Brasileiro de Música, além do Projeto Banda Larga (2009), promovido pela Secretaria de Cultura/RJ, programa de atualização para bandas de música do Estado do Rio de Janeiro. Em 2011 licenciou-se em Educação Musical pelo conservatório Brasileiro de Música e em 2012 concluiu o curso de Pós-Graduação em Música de Câmara, sob orientação do violoncelista David Chew. Priscila Bomfim, Maestrina e Direção Musical Priscila Bomfim é maestrina assistente da Orquestra Sinfônica e pianista do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi a primeira mulher a reger óperas da temporada oficial do Theatro Municipal, regendo a ópera Serse, de Handel, em 2016, La Tragédie de Carmen, de Bizet/Constant em 2017 e UnBallo in Maschera, de Verdi, em 2018. Destacou-se na condução das Orquestras Sinfônica Nacional do Chile (Chile), Sinfônica Jovem de São Petersburgo (Rússia), e das Orquestras Filarmônica de Minas Gerais (MG), Sinfônica de Santo André (SP) e Sinfônica Cesgranrio (RJ), durante cursos com renomados maestros. Em 2018, além de concertos com a Orquestra Sinfônica da Bahia e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do RJ, foi uma das seis maestrinas escolhidas internacionalmente para tomar parte da 4ª residência do Linda andMitch Hart Institute para Mulheres Regentes, do The Dallas Opera (Texas/EUA). Violinos Marluce Ferreira* (Spalla), Andréia Carizzi (Assistente), Andrea Moniz (Concertino), Angelica Alves, Aysllany Ramos, Camila Bastos, Desirée Mayr,Inah Kurrels, Kelly Davis, Keeyth Viana, Luiza Chaim, Mariana Machado ,Monique Cabral, Sara Cesário, Sonia Katz, Talita Vilar, Thais Soares Violas: Ana Luiza Lopes, Lígia Rangel, Rubia Siqueira, Thais Mendes, Vivian Schimidt Violoncelos: Diana Lacerda, Gabriela Brito, Glenda Carvalho, Janaína Salles, Lylian Moniz Contrabaixos:, Amanda Karen, Clarisse Roberta, Voila Marques Flautas:Clarissa Bomfim, Paula Martins, Sofia Ceccato Oboés: JulianaBravim, KarolLamblet, Patrícia Furtado Clarinetas: Bia Stutz, Geyzilane de Andrade, Lena Verani Fagote: Ariana Mendonça, Carolaine Andrade, Debora Nascimento, Trompas: Christine Cardoso, Julia Ingrid, Lívia Rangel, Waleska Beltrami Trompetes: Bianca Silva, Evelin Borges, Luciene Portella Trombones: Beatriz Fonseca ,Maysa Bononi, Nicole Rodrigues Harpa: Suzana Sanchez Percussão: Ana Letícia Barros, Clarice Maciel, Paula Buscacio, Rafaela Calvet Piano: Elisa Wierman.
PROJETO ARQUIVADO.