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Este projeto prevê um plano anual de aulas de dança para idosas em situação de vulnerabilidade social (usuárias dos CATI', CRAS, asilos, casas de repouso e centros comunitários) da cidade de Curitiba. As aulas serão realizadas semanalmente e executadas pela Fábrica da Dança sob a coordenação da professora, bailarina e coreógrafa Silmara Stedile. O projeto visa promover o contato com a arte e a cultura, através da dança, estimulando o envelhecimento ativo e buscando o resgate do feminino. Todo o projeto será gratuito com o objetivo de fomentar e promover a democratização do acesso e a inclusão social através da arte e da cultura.
A dança é uma arte universal que possibilita um contato mais direto do sujeito com seu próprio corpo, com a superação de limites, com o convívio grupal e com o mundo. Por ser linguagem artística, a dança é uma forma de ação sobre o mundo. Através da dança é possível criar, construir, reconfigurar e transformar o cotidiano, o que permite que quem dança seja um diálogo entre a arte e o mundo. A dança para idosas pode ser visto como sinônimo de saúde, bem-estar físico e mental. A aula é completamente adaptada para essa faixa etária, respeitando os limites de cada corpo e melhorando as condições físicas de forma segura e gradual.
OBJETIVO GERAL Reconhecer a dança como um caminho para a aproximação da pessoa idosa com a arte e com a cultura. Qualificar a vivência cultural, a formação cidadã e a equidade através de um plano anual de aulas de dança para mulheres idosas, fomentando a cultura local, através da gratuidade do acesso as aulas de dança Levar a arte, através da dança, para pessoas em vulnerabilidade social promovendo a inclusão de mulheres idosas, estimulando a criatividade, a cidadania e o protagonismo social OBJETIVOS ESPECÍFICOS Oferecer três aulas semanais de dança gratuitas para idosas em situação de vulnerabilidade social, da cidade de Curitiba (usuárias dos CATI's, asilos, casas de repouso, centros comunitários.). As aulas terão duração de 50 minutos e turmas com capacidade máxima de 35 alunas por aula. Além das aulas, serão oferecidos três "aulões" abertos a comunidade idosa. Dessa maneira, é estimado um público flutuante (que pode variar semanalmente), e que pode atingir até 2000 pessoas ao final do projeto. Promover uma mostra de fotografia das idosas participantes do projeto, marcando o processo de construção da dança num corpo maduro. A mostra será aberta a comunidade, com distribuição de 1000 folders. Disponibilização na Internet, através das páginas oficiais da Fábrica da Dança, de registros fotográficos e audiovisuais das aulas, de acordo com a medida III do art. 21 da IN 2019/2 do Ministério da Cidadania.
O projeto Primeira Sapatilha tem como uma das suas principais características fomentar a arte e cultura, através da dança, com mulheres idosas. Um plano anual de aulas será oferecido, e serão realizadas semanalmente, na Fábrica da Dança, na cidade de Curitiba PR. O projeto se enquadra no artigo 1, incisos I, V e VIII e aos objetivos do artigo 3, inciso V c, da Lei 8.313/91 - Qualificando a vivência cultural, a educação e a formação cidadã ao aliar medidas de ampliação de acesso ás ações culturais, através da gratuidade, promovendo a inclusão social por meio da arte. O projeto será amplamente divulgado ao seu público alvo (idosas em situação de vulnerabilidade social, da cidade de Curitiba) através dos cinco CATI's e dos CRAS, Asilo São Vicente de Paula e centros comunitários para idosos. O Centros de Atividades para Idosos _ CATI’s são espaços físicos específicos para pessoas idosas com idade igual ou superior a 60 anos em situação de vulnerabilidade e risco social, é um serviço que está vinculado ao CRAS de referência no território. De acordo com a organização Mundial de Saúde uma vida mais longa deve ser acompanhada de oportunidades contínuas de saúde, participação e segurança, o que nomearam de "envelhecimento ativo". O envelhecimento ativo é o processo de otimização das oportunidades e melhoria na qualidade de vidas à medida que as pessoas envelhecem. Permite que as pessoas percebam o seu potencial para o bem-estar físico, social e mental.
PLANO ANUAL O projeto Primeira Sapatilha prevê um plano anual totalmente gratuito de aulas para idosas em situação de vulnerabilidade social (usuárias dos CATI'S, asilos e centros comunitários) da cidade de Curitiba e será executado pela Fábrica da Dança. Devido a particularidades do público alvo e visando contribuir com a democratização do acesso e inclusão social, através da arte e da cultura, todas as aulas serão planejadas e executadas por equipe multidisciplinar: professora Silmara Stedile, coordenadora pedagógica e psicóloga. As aulas serão realizadas semanalmente na Fábrica da Dança, com duração de 50 minutos. O projeto tem como foco contribuir para o processo de envelhecimento ativo e saudável. De acordo com a organização Mundial de Saúde uma vida mais longa deve ser acompanhada de oportunidades contínuas de saúde, participação e segurança, o que nomearam de “envelhecimento ativo”. O envelhecimento ativo é o processo de otimização das oportunidades e melhoria na qualidade de vidas à medida que as pessoas envelhecem. Permite que as pessoas percebam o seu potencial para o bem-estar físico, social e mental, e todo o projeto será planejado e acompanhado, bem como as aulas de dança, por uma equipe multidisciplinar que envolve coordenação pedagógica, psicóloga e professora de dança. Acreditando que é possível respeitar e valorizar o infinito universo de configurações corporais, e que a dança além de arte e cultura é também instrumento de cidadania, foi que a bailarina, coreógrafa e professora de dança Silmara Stedile, inovou com a Fábrica da Dança e desenvolveu o método soul, que possibilita a mulheres de todas as idades e corpos realizem o sonho de dançar pela primeira vez ou de retornar a dança após anos afastadas. O método soul incorpora conceitos do ballet clássico, contemporâneo, jazz e isometria, proporcionando além do condicionamento físico, habilidade e desenvolvimento técnico o reconhecimento, a aceitação e sobretudo o respeito e valorização das infinidades de configurações corporais. Sua proposta é o resgate de corpos que desejam dançar, aprimorar a técnica, aventurar corpos maduros na difusão da linguagem da dança como cultura e resgate do protagonismo social.
ACESSIBILIDADE FÍSICA As aulas serão realizadas no espaço da Fábrica da Dança. A sala fica em local central, de fácil acesso ao transporte público (que é gratuito ao público do projeto) e é adaptada ao público com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Além das aulas contemplarem o público de mulheres idosas, o que já inclui algumas limitações físicas e de audição e visão, as aulas serão adaptadas ao público, o que possibilita que deficientes auditivos e visuais possam acompanhá-las, desde que tenham liberação médica para tanto. Página em braile no folheto da exposição (contrapartida social)
O projeto primeira sapatilha (produto principal), será ofertado gratuitamente para o público de idosas, em situação de vulnerabilidade social, da cidade de Curitiba, conforme as medidas do art 21 da IN 2019/2 do Ministério da Cidadania: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Além das aulas, o projeto prevê uma mostra de fotografias das aulas e das alunas e distribuição gratuita de um folder do projeto (Contrapartida Social - art 22 da IN 2019/2) aberto para o público em geral.
Proponente: A Fábrica da Dança, proponente deste projeto, representada por sua proprietária Silmara Siliane Stedile (professora, bailarina e coreógrafa) será responsável pela coordenação geral do projeto e por elaborar e ministrar (professor) as aulas.Coordenação Geral e Professora (Proponente) : Silmara Siliane Stedile (DRT 27781) é professora de dança, coreógrafa e bailarina. Desde 1985 dedica- se a dança, entre cursos, vivências, apresentações e viagens. Atualmente, trabalha como professora e coreógrafa, visando desenvolver o corpo da mulher contemporânea para o ballet, em sua forma de exercício e expressão de arte. É formada em administração pela PUC-PR (1999) e pós-graduada em logística pela FGV (2000). Realizou diversos cursos na área da dança: 1990: Grupo Raça - Cursos de Férias: Alongamento com Edson Santos e Jazz Adiantado com Roseli Rodrigues. 1991: Studio D – Oficina de Dança, Jazz Funk com Roberta Mathes; Academia Dançata – Curso de Férias – Jazz Adiantado com Roseli Rodrigues. 1993: Grupo Raça – Cursos de Jazz, Ballet Clássico, Cenografia e Alongamento com Carlos Aguero, Lais Lima, Roseli Rodrigues e Valéria Mattos. 1994: Grupo Raça- Cenografia com Carlos Aguero, Dança de Rua com Marcelo Cirino e Jazz Adiantado com Roseli Rodrigues. 1996: ENAF- Curso de Funk, Street e Cia com Marcelo Cirino e Tatiana Sanches e de Dança de Salão com Carlinhos de Jesus. 1998: Broadway Dance Center - curso de dança. 2011: Jazz Central- Jazz avançado e Workshop Coreográfico com Brian Thomas. 2012: Jazz Central - Curso de MTV Style Video com Brian Thomas; Tap Jazz- Curso de Super Workshop com Brian Thomas, Jason Janas e Cristina Cará. 2013: Tap Jazz- Curso de Jazz com Jean Alex. 2017: Curso de Ballet Pilattes com Aurea Lara. Como bailarina participou: 1989: Curitiba Dance Festival; 1991: SESC Apresentação na I Jornada Esportiva; 1996: Participação do V Prêmio SOGIPA para Dançar; 1997: V Passo de Arte; 2008: Festival de Dança de Joinville; Espetáculo Poemas de uma Vida/ Vinicius de Moraes - Cia De Dança Juliana Carletto; 2009: Espetáculo Laços – Cia de Dança Juliana Carletto; 2010: Espetáculo Follia – Cia de Dança Juliana Carletto; 2011: Festival de Dança Marista Pio VII; Jazz Central; Festival De Dança Mary Rosa; 2012: Tap Jazz; Abertura do Festival do Festival de Teatro de Curitiba com :Cia Espanhola Le Veronal; Jazz Central; Mostra de Dança Seletiva; Mostra Paranaense de Dança – Mostra Final; Festival de Dança Mary Rosa; 2013: Tap Jazz; Festival De Joinville; Espetáculo Frágil – Cia de Dança Juliana Carletto; 2017: Espetáculo A Bela Adormecida - Cenário Espaço Arte. Como coreógrafa: 2008: Participação como coreógrafa do Espetáculo "Poemas de Uma Vida" (Cia de Dança Juliana Carletto); 2010: Participação como coreógrafa do Espetáculo “Follia” (Cia de Dança Juliana Carletto); 2016 a 2018: Produção do Concurso Miss Almirante Tamandaré; 2017: Coreógrafa e produtora do vídeo "Like I'm Gonna Lose You" com alunas da Academia Cia da Forma; Coreografia "Valentes" (Espetáculo XX da Cenário Espaço Arte); 2017 e 2018: Produção de ensaios fotográficos com o tema Ballet; Coreógrafa e produtora do vídeo "Diário de uma mulher que dança" com alunas da Academia Cia da Forma; Coreógrafa e Produtora da apresentação "Feelings" (Fábrica da Dança). Atua como professora de dança desde 2008: Professora de Jazz e Ballet no Cenecista; 2011 a 2012: Professora de Jazz Cenário espaço Arte; 2012 a 2013: Preparadora Física da Cia Juliana Carletto; 2012 a 2018: Professora de Ballet Fit Cenário Espaço Arte; 2016 a 2019: Professoral de Ballet Fit da Hype Academia; 2016 a 2018: Professora de Ballet Fit e Ballet da Academia Cia da Forma; 2016: Professora de Ballet Fit da Academia Fit; 2017 a 2018: Professora de Ballet da Academia BodyTech; 2018: Fábrica Da Dança- Proprietária e Professora.Coordenadora Pedagógica: Fabiana Salgueiro é psicóloga, mestre em educação e tem ampla atuação em gestão de projetos culturais. É formada em Psicologia (1994), tem especialização em Psicologia Escolar e da Aprendizagem (1995) e Aprimoramento em Psicopedagogia e Psicologia Escolar (1996) pela PUCCAMP; Especialização em Arte-educação (1999) e Especialização em Cinesiologia (2000) pelo Instituto Sedes Sapientiae; Certificate Program in Tibetan Buddhism Psychology (2001) pela San Diego University of Integrative Studies; Mestrado em Educação (2004) pela PUCPR e está terminando a especialização A Moderna Educação: Metodologias e Tendências pela PUCRS.Além da formação acadêmica, realizou os cursos complementares: Curso de Qualidade Total em Educação pela UNICAMP (1998) Grupo de Estudos em Inteligências Múltiplas pela UNICAMP (2000); aluna especial do Mestrado em Psicologia Escolar pela PUCCAMP (2000); Elaboração de Projetos pela FGV (2011); Jornada de Projetos Culturais pelo CEMEC (2012). Atua como psicoterapeuta desde 1996 em consultório particular; com consultoria como psicóloga escolar desde 1997; em 2000 atuou na coordenação de oficinas para o Coral de Natal do HSBC; em 2003 atuou como docente nas disciplinas Psicologia da Aprendizagem e Psicologia do Desenvolvimento da Pós – Graduação em Educação da FAPI (Faculdade de Pinhais); de 2005 a 2006 atuou como Analista de Projetos Educacionais no Hospital Pequeno Príncipe e de 2011 a 2015 como Analista de Projetos Culturais sendo responsável pela elaboração e gestão de projetos, viabilizados via lei Rouanet, nas áreas de artes cênicas, plásticas, música, cinema, gastronomia, incentivo à leitura e meio-ambiente e sustentabilidade, no Hospital Pequeno Príncipe; de 2012 a 2017 foi responsável pela Coordenação Pedagógica de três projetos viabilizados pela Lei Rouanet: 2012/2013 – Projeto Fada de Botas -Curitiba PR; 2014/2016 – Coordenação Pedagógica Projeto Fada de Botas e Menino Adormecido – Curitiba PR; 2014/2017 – Coordenação Pedagógica Projeto Dicionário Ilustrado dos Sentimentos – Curitiba,PR e Campo Grande, MS. Psicóloga: Mariana Mansur Soares Santos é psicóloga (UTP – 2010), pós-graduada em psicodrama terapêutico (APP – 2014) e especializanda em dor (atualmente – Einstein). Atua desde 2010, como psicóloga clínica, em consultório particular, principalmente com pacientes com dores crônicas; de 2011 a 2018 trabalhou como Psicóloga no Hospital Pequeno Príncipe, atuando na gestão dos mais de 1000 voluntários da instituição; em 2018 trabalhou como Coordenadora do Voluntariado no Asilo Recanto do Tarumã. Participou como coordenadora da comissão de psicologia clínica do CRP-PR (2019) e como estagiária do programa de Alzheimer da Unidade Municipal de Atendimento ao Idoso Ouvidor Pardinho (2009) Produção do Texto para Catálogo/Programa da Exposição: Mariana d’Orey Gaivão Portella Bragança é formada em engenharia ambiental (2008 - UFPR), especialista em docência do ensino superior (2011 – UTP), mestre (2010 – UFPR) e doutora (2014 – UFPR) em engenharia e ciências dos materiais. É apaixonada por escrita e dança desde a adolescência, mas o caminho acadêmico acabou deixando o lado artístico um pouco de lado por um tempo. Apaixonada por viagens, iniciou o resgate a escrita criativa em seu instagram (@marianapbraganca) relatando suas viagens pelo Brasil e pelo mundo. Em 2018, resgatou sua paixão pela dança com a Fábrica da Dança. Além da formação acadêmica, realizou cursos de curta duração: 2006 – Auditor Ambiental – Proenco do Brasil; 2013 – Avanços em Ciências e Tecnologias de Cimentos e Adições At – POLI-USP; 2017 – Perícia Ambiental - Maxiambiental Treinamentos Ltda; 2018 - Avaliação de Serviços Ecossistêmicos - Aquaflora Meio Ambiente; 2019 - Escrita Criativa - Primeiros Passos – ESC. Iniciou sua atuação profissional em 2004 como estagiária nos Institutos Lactec, onde hoje atua como pesquisadora IV e professora colaboradora; desde 2015 também é professora colaboradora do PPGECC da UFPR; em 2011 atuou como docente na Faculdade de Tecnologia Camões – IESC; atou como estagiária (2005 a 2008) e posteriormente (2008 a 2009) como encarregada de produção na SDM DO BRASIL.
PROJETO ARQUIVADO.