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Realizar a décima edição do Floripa Instrumental, uma mostra de música instrumental brasileira, com três dias de apresentações de shows e workshops.
O Floripa Instrumental é uma mostra de música instrumental brasileira em 3 dias de apresentações . São 3 shows nacionais de 60 minutos de duração. 3 shows locais com 60 minutos de duração. 2 jam sessions. A classificação etária é livre.
Objetivo Geral Realizar a décima primeira edição do Floripa Instrumental, uma mostra de música instrumental brasileira, com três dias de apresentações em Florianópolis. Objetivos Específicos Realizar 3 shows com artistas nacionais. Realizar 3 shows com artistas locais Fazer 2 noites de jam session Atender um público de 3000 pessoas . Fazer um workshop para 100 pessoas gratuitamente.
O FLORIPA INSTRUMENTAL consolidou-se como um grande festival de música instrumental brasileira. Durante três dias de apresentações , Floripa torna-se o destino de centenas de pessoas que passam por ali para desfrutar de boa música, num ambiente que une natureza, belezas naturais, patrimônio histórico colorido e preservado e gastronomia. O FLORIPA INSTRUMENTAL promoveu a inserção da Ilha no circuito dos grandes festivais culturais brasileiros. É um projeto de grande potencial cultural com perspectivas maiores de ampliação. Um projeto diferenciado, fora do circuito dos teatros e eventos do centro da cidade, dentro do contexto atual da cidade de Florianópolis. Se enquadra do Artigo 1, da lei 8313l 91 : I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Se enquadra do Artigo 3, da lei 8313l 91 : II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
O Floripa Instrumental é uma mostra de música instrumental brasileira em 3 dias de apresentações . São 3 shows nacionais de 60 minutos de duração. 3 shows locais com 60 minutos de duração. 2 jam sessions. E dois workshops.
O Floripa Instrumental é realizado na rua, ao ar livre, com acessibilidade total. Na apresentação de shows haverá um tradutor de libras, e lugares reservado para portadores de necessidades especiais. Para os portdores de necessidades visuais, teremos, programas escritos em braille. Com descrição dos shows, autores das músicas. Além das mesmas descrições serem feitas na locução no começo de cada show.
Em atendimento ao Artigo 21 - In 02-2019: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Workshop de flauta com a Flautista Maiara Moraes. Para até 100 pessoas.Duração de 60 minutos. Nesse workshop, a musicista aborda o papel da flauta na música brasileira. Explica os ritmos brasileiros, autores e flautistas famosos, e ochoro brasileiro como referêcia para o instrumento. É destinada para músicos, estudantes e público em geral.A atividade da ação formativa será presencial e gratuita, destinada a alunos e professores de instituições de ensino de qualquer nível, que visem a conscientização para a importância da arte e da cultura. Também será aberto para músicos e outros artistas.
ANTONIO CARLOS FLORIANO - PROPONENTE E COORDENADOR GERAL Foi Secretário de Cultura de Itajaí onde cria o Festival de Música de Itajaí. É o criador e Coordenador do Floripa Instrumental há dez anos. Já realizou mais de cem shows com artistas como Milton Nascimento, nana Caymmi, Guinga, toninho Horta entre outros. HERMETO PASCOAL Conhecido como "o bruxo" ou "o mago", é considerado por boa parte dos músicos como um dos maiores gênios em atividade na música mundial. Poliinstrumentista, é famoso por sua capacidade de extrair música boa de qualquer coisa, desde chaleiras e brinquedos de plástico até a fala das pessoas. Hermeto nasceu em Arapiraca, no interior de Alagoas, e desde pequeno aprendeu a tocar flauta e sanfona. Aos 11 anos de idade já se apresentava em forrós e feiras na companhia do irmão. Em 1950 a família se mudou para Recife e ele continuou se apresentando com o irmão na rádio. No final da década foi para o Rio de Janeiro, onde tocou em conjuntos regionais e na Rádio Mauá. Mais tarde transferiu-se para São Paulo, onde formou o grupo Som Quatro. Depois integrou o Sambrasa Trio, ao lado de Airto Moreira (bateria) e Claiber (baixo). No final dos anos 60 começou a ganhar fama como pianista e flautista do Quarteto Novo, que lançou seu primeiro e único disco em 1967. Nesse LP figurava a primeira composição de Hermeto que foi gravada: "O Ovo", que se tornou um clássico da música instrumental, assim como "Bebê". O Quarteto Novo surgiu como proposta de inovação musical, por misturar elementos legítimos nordestinos, como as levadas de baião e xaxado, e harmonias jazzísticas e contemporâneas. No início da década de 70 foi aos Estados Unidos a convite de Airto Moreira e lá gravou com Miles Davis e num disco de Airto. De volta ao Brasil, gravou, com grande êxito, o LP "A Música Livre de Hermeto Pascoal", onde apresenta temas seus e interpretações de clássicos como "Asa Branca" (Luiz Gonzaga) e "Carinhoso" (Pixinguinha). Participou do Festival de Jazz de Montreux, na Suíça, compôs peças sinfônicas, construiu instrumentos e gravou diversos discos por gravadoras diferentes. Excursiona freqüentemente aos Estados Unidos e Europa, onde é muito popular, especialmente entre músicos. MAIARA MORAES A flautista Maiara Moraes, catarinense radicada em São Paulo, lança o álbum Nós, que nasceu de um estudo sobre Nicolino Cópia (1910-1984), o Copinha, um dos maiores nomes do instrumento no Brasil. Sendo um recorte do vasto universo da flauta popular brasileira, o repertório busca recriar uma linha imaginária existente entre Copinha – falecido em 1984 – e flautistas contemporâneos, como Lea Freire, Debora Gurgel, Eduardo Neves, Henrique Albino, Toninho Carrasqueira e a própria Maiara Moraes. Diversos gêneros estão contidos no disco, o que reitera a presença da flauta na música brasileira do norte ao sul do país. Frevo, choro, valsa e chacarera são alguns dos ritmos apresentados. Fábio Peron, um dos principais bandolinistas brasileiros da atualidade, mostrou na série Rádio Batuta Convida, no IMS Paulista, composições próprias, do CD Afinidades, e detalhou suas influências. Uma delas é Joel Nascimento, que completou 80 anos em outubro de 2017 e que deslumbrou Peron graças ao disco Noites cariocas, de 1987. “Sou bandolinista em parte por conta desse disco”, contou a Lucas Nobile, na entrevista. O convívio com o bandolinista Izaías Bueno de Almeida, que também fez 80 anos em 2017, definiu seu rumo: “É isso o que eu quero fazer para o resto da minha vida”. Peron ainda explica o estilo de Jacob do Bandolim e ressalta que, embora o nome maior do instrumento no Brasil seja visto como tradicionalista, foi moderno em sua época. BANDA DA LAPA DO RIBEIRÃO DAILHA Fundada em 15 de agosto de 1896, a Sociedade Musical e Recreativa Lapa é uma das mais respeitadas entidades de Florianópolis, declarada de utilidade pública municipal pelo Decreto nº 3.767/92, de 21 de maio de 1992. A banda conta com cerca de 30 músicos, todos voluntários, que se apresentam em festas tradicionais na Ilha e em todo estado com seus dobrados, marchas religiosas, sambas, valsas, choros, rocks, baiões, funks, entre outros gêneros musicais. A centenária banda é dividida em flautas, clarinetes e saxofones; trompetes, trombones, bombardinos e tubas; instrumentos de percussão, do triangulo à bateria; guitarra, teclado e contrabaixo elétrico. Desde o século 19, a Sociedade Musical e Recreativa Lapa mantém a tradição de ensinar gratuitamente crianças, jovens e adultos a arte da música, seja para enriquecer o cotidiano ou para oportunizar a geração de emprego e renda. A continuidade da Banda da Lapa se dá a partir das oficinas musicais, pois os alunos e futuros músicos serão mantenedores da instituição, ajudando na formação de quem, mais tarde, pode também ingressar na iniciativa. GUINHA RAMIRES Guinha Ramires é músico multi-instrumentista, violonista, compositor, arranjador e mora em Florianópolis desde 1982. É uma das personalidades culturais mais conhecidas e reconhecidas entre os apreciadores e produtores musicais do sul do Brasil. Guinha integrou a banda de Renato Borghetti durante dez anos e fez participações em trabalhos com Elisah, Yamandú Costa e Alegre Corrêa. DIOGO DE HARO Nascido em Florianópolis em 1976, o pianista e compositor catarinense Diogo de Haro concentra suas atividades em concertos, performances e registros sonoros que exploram as possibilidades da improvisação musical e composição instantânea, bem como do repertório escrito para piano ao longo da história até a atualidade. Pianista de formação clássica (mestre em práticas interpretativas – piano pelo programa de pós-graduação em música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e bacharel em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina também é um explorador de sonoridades eletrônicas. Em março de 2016, lança uma série de videoclipes do concerto “Miragem” realizada nas paisagens serranas de Urubici, trabalho em que utiliza sintetizadores analógicos e um velho piano eletromecânico fabricado pelo lendário Seo Clomildo Suette. Foi realizador do projeto Som e Chão, em colaboração com o artista visual Tiago Romagnani, instalação performática eletroacústica ganhadora do Prêmio Rumos de Audiovisual do Itaú Cultural (São Paulo/Berlin, 2013). Com o baterista e performer Peter Gossweiller, o pianista realizou a série de vídeos de improvisação em duo Piano e Bateria em Música Instantânea, projeto realizado por meio do Edital de Cultura da Fundação Franklin Cascaes (Florianópolis, 2012). Integrante do ensemble Paradoxos com o fagotista Adolfo Almeida, ganhou o prêmio Rumos de Música do Itaú Cultural em 2006. Como compositor, é autor de trilhas sonoras para documentários, filmes, animações e espetáculos de dança, entre os quais destacam-se “Fundo”, animação de Yanner Briggiler (Florianópolis, 2013); “Hidro”, animação de Yanner Briggiler (Florianópolis, 2014); “Audácia”, documentário de Chico Pereira (Florianópolis, 2008); “40 Dias de Embarque”, documentário de Chico Pereira (Florianópolis, 2011); espetáculo de dança “Como um Risco de Papel”, de Marcela Reicheldt, premiado pelo Centro de Cultura Inglesa (Florianópolis, 2008).
Projeto encaminhado para avaliação financeira