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Com o intuito de fomentar um diálogo consciente, divertido e igualitário sobre relacionamentos interaciais e, levantar discussões sobre o padrão de beleza das mulheres, entre as que são escolhidas a serem preferidas e as que são preteridas, TUTI, escrito em 1974 por Ubirajara Fidalgo, se mostra um espetáculo atual e necessário, abordando, ao longo de 1:40h de duração em 4 atos e com 3 atores em cena, questões como racismo, machismo e hipocrisia, abrindo espaço para as diferenças, provocando uma releitura nas ditas "grandes narrativas ocidentais" e sugerindo soluções.
Tragicomédia sobre um triângulo amoroso, envolvendo a prostituta Tuti, seu cliente Demóstenes e sua noiva gaúcha Gardênia. Quando Demóstenes, um professor negro de literatura, se apaixona por Tuti, sua vida toma um inesperado rumo sem volta. Classificação indicativa: 18 anos Peça em 4 atos - 1:40h de duração 3 atores em cena
Objetivos Específicos: •Realizar 16 apresentações do espetáculo Tuti, no Teatro Carlos Gomes, cidade do Rio de Janeiro, para um público total estimado de 8.000 pessoas. •Realizar 3 Rodas de Conversa, como contrapartidas sociais, no Teatro Carlos Gomes, cidade do Rio de Janeiro, para um público estimado de até 900 pessoas. Objetivos Gerais: •Democratizar o acesso do público pagante ao espetáculo, com ingressos a preços populares. •Ampliar a discussão sobre as consequências da colonização, com foco em assuntos como solidão da mulher negra e ascensão do homem negro. •Rediscutir a importância da arte de matriz africana na produção literária e artístico-cultural no país. •Promover a integração de diversos movimentos, negros e não negros, realizando troca de experiências. •Valorizar e divulgar o trabalho de artistas e personalidades negras no cenário cultural brasileiro. •Incentivar o desenvolvimento sociocultural do futuro afrodescendente do país. •Reunir uma equipe de artistas, produtores e técnicos qualificados e de destaque para realizar o projeto. •Atrair a atenção do público e imprensa, expandindo sua visibilidade e possibilitando sua continuidade. •Divulgar a marca do patrocinador e dos apoiadores do projeto como incentivadores da igualdade racial e de gênero do país.
Tuti foi escrita em 1974 por Ubirajara Fidalgo, considerado o primeiro dramaturgo negro do Brasil. Com 3 atores em cena, que se revezam em 4 atos, ao longo de 1:40h, aborda questões polêmicas como racismo, machismo e hipocrisia onde, os diálogos abrem espaço para as diferenças, provocando uma releitura nas ditas "grandes narrativas ocidentais" e sugerindo soluções. Encenada pela primeira vez no teatro do Centro de Artes Calouste Gubenkian no Rio de Janeiro e um dos primeiros projetos cênicos a percorrer o Circuito das Lonas Culturais do Rio de Janeiro, a peça revolucionou sua época. Do reencontro do diretor da Cia Tumulto, Paulo Rhasta, com Sabrina Fidalgo, filha do autor, surgiu a iniciativa da remontagem desse espetáculo, de tema ainda atual e diálogo importantíssimo nos dias de hoje. Para essa proposta estão previstas 16 apresentações ao longo de 2 meses no Teatro Carlos Gomes, no centro da cidade. A FORÇA DA ALIENAÇÃO VEM DESSAS FRAGILIDADES DOS INDIVÍDUOS QUE APENAS CONSEGUEM IDENTIFICAR O QUE OS SEPARA E NÃO O QUE OS UNE. (MILTON SANTOS) Na peça, o questionamento em relação ao interesse de Demóstenes por Gardênia, traz à tona o padrão de beleza difundido como ideal em nossa sociedade desde o período colonial, quando a imagem da mulher branca foi vinculada a um comportamento tradicional, ideal para casar, se relacionar e ser mãe, que não apenas não contempla, como marginaliza, objetifica e ultrasexualiza a mulher negra. Dados obtidos pelo IBGE mostram que a situação de solidão acomete as mulheres pretas mais de um século após a abolição, pois são as que menos se casam. Seu último Censo indica que homens pretos tenderam a escolher mulheres pretas em menor percentual (39,9%) do que mulheres pretas em relação a homens do mesmo grupo (50,3%). O chamado "celibato definitivo" condena pelo menos 20% das mulheres pretas a ficarem sozinhas no fim de suas vidas. Desde a década de 30, estudiosos discutem o relacionamento entre cores como estratégia de status, ascensão e mobilidade social. "Não quero ser reconhecido como negro, e sim como branco. Ora (...) quem pode proporcioná-lo, senão a branca? Amando-me ela me prova que sou digno de um amor branco. Sou amado como um branco. Sou um branco. Seu amor abre-me o ilustre corredor que conduz à plenitude... Esposo a cultura branca, a beleza branca, a brancura branca. Nestes seios brancos que minhas mãos onipresentes acariciam, é da civilização branca, da dignidade branca que me aproprio." (Franz Fanon) Várias pesquisas contemporâneas comprovam essa desigualdade, como a da antropóloga Laura Moutinho, professora do Dep. de Antropologia da USP que cita "a existência de um padrão marital homogâmico na sociedade brasileira; um percentual relativamente baixo de casamentos interraciais e, nestes, a predominância do par homem preto/mulher branca" e; a tese de mestrado da pedagoga e mestre em Ciências Sociais pela PUC São Paulo, Claudete Alves transformada no livro Virou Regra?, o mais lido sobre o tema atualmente, revelando em detalhes o lado obscuro das relações de gênero e etnia na atual sociedade brasileira. Gosto é uma construção social. Existe o sujeito construído pra ser amado e o construído para não ser. Esse processo histórico necessita ser repensado. É necessário desconstruir a ideia de racismo não só no discurso, mas também nas práticas. E para fomentar um diálogo consciente, divertido, sadio e esclarecedor, essa peça necessita ser remontada. Tuti é um texto que vale à pena ser lido, uma história que vale à pena ser contada. A Cia de Teatro Tumulto surgiu da necessidade de pesquisar temas relacionados ao respeito à diversidade cultural, repensar a falta de espaços culturais, principalmente teatros, apoiar movimentos sociais em locais de vulnerabilidade social e dar oportunidade de profissionalização nas artes cênicas. Assim, atendemos de forma qualitativa crianças, jovens e adultos, contando com profissionais renomados e apoio de espaços, como a CUFA. É MAIS FÁCIL REPRIMIR E REJEITAR PARA NÃO TER QUE LIDAR COM A VERDADE DOS OUTROS. (GRADA KILOMBA) Frases de provocação serão amplamente distribuídas em formato de cards nas redes sociais. As mesmas frases serão usadas como única fala dos artistas de repercussão nacional convidados para gravação dos vídeos institucionais. São elas: "Você se casaria com uma mulher negra?" "Você teria um filho preto?" "Qual a cor da sua empregada?" "Você já fez piada de negro?" "Acredita que tem alma de negro?" "Você acha difícil ser branco?" "Você acredita que racismo existe?" "Você queria ter a minha cor?" "Você abriria mão de seus privilégios?" "Você se casaria com uma prostituta?"
Ubirajara Fidalgo - Autor Criador do TEPRON – Teatro Profissional do Negro, UBIRAJA FIDALGO nasceu no Maranhão, e já aos 17 anos despertou para o fato de que era um “negro falso”, como ele mesmo dizia: “era necessário ter conscientização de sua origem e de sua própria raça”. Em São Luíz ingressou no curso de iniciação teatral de Jesus Chediak. Já em 69 realizou o curso de formação de atores na Universidade do Maranhão, dando continuidade do curso da Universidade do Rio de Janeiro, e em 1970 participou do Seminário Permanente com o professor Ronaldo Carijó, onde participou do ballet Descobrimento do Brasil, com música do maestro Heitor Villa Lobos. Em 71, iniciou o curso de preparação de artes cênicas com o professor N. de Paiva, promovido pelo Serviço Nacional de Teatro – SNT. Neste mesmo ano foi premiado como melhor ator pela sua expressão corporal no infantil de Pedro Porfírio, dirigido por Procópio Mariano: Faça alguma coisa pelo coelho, bicho! Em 72 passa a ser presença constante em mesas de debate sobre a problemática da raça negra, sendo também convidado para entrevistas em rádio e TV. No ano seguinte, monta o infantil Os Gazeteiros, com elenco formado por atores negros, realizava então seu grande ideal: “Queria ver negros interpretando papéis de cidadãos!” Em janeiro de 75 foi um dos principais articuladores da fundação do Instituto de Pesquisa da Cultura Negra – IPCN, no Rio de Janeiro, organização de relevância no movimento social negro e cuja manutenção devia-se à contribuição de centenas de sócios. Uma das poucas entidades do gênero a ter sede própria, passou a enfrentar problemas financeiros no fim dos anos 80 e fechou. A filosofia do T.E.P.R.O.N. era para encenação de textos relacionados às questões políticas e sociais e, principalmente, à problemática e os conflitos do negro na sociedade brasileira. Foi a primeira companhia teatral afro-brasileira do Rio de Janeiro e a segunda do Brasil, depois do Teatro Experimental do Negro – TEM, fundado por Abdias Nascimento. NÃO PODE SER MEU AMIGO QUEM EXIGE MEU SILÊNCIO. (ALICE WALKER)
Rider Básico de Luz: 10 Refletores Plano Convexo (PC), de 1Kw.(Completo). 04 Refletores Fresnel de 1Kw. (Completo). 06 Elipsoidais de 1 Kw. 06 Refletores Par 64 foco# 2. 06 Refletores Gardenlight "Ribalta" de 150 W. (Ou similar). 12 Cicloramas de 1 Kw (Ou similar). 01 Mesa de Luz c/ 24 canais ( 4 Kw p/ canal). 02 Racks de Dimer c/ 12 Canais cada. 01 Cabo de Mesa c/ 25 mts. 36 Garras gancho. 17 Adaptadores Paralelos. 03 Adaptadores em Série. 06 Bases de chão. Material de Consumo: 01 Rolo de Filtro Gelatina 079 * Just Blue (Rosco). 01 Rolo de Filtro Gelatina 022* Dark Amber (Rosco).
No intuito de atender ao art. 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, de 23 de Abril de 2019, art. 18 incisos 1 e 2 e, Art. 19, para a apresentação do espetáculo e para as 3 rodas de conversa que serão oferecidas como contrapartida do projeto, foi escolhido um espaço que possui banheiro adaptado para cadeirante onde, a entrada possui largura adequada, também, espaço para livre acesso a idosos e portadores de necessidades especiais ou mobilidade reduzida. Serão disponibilizados tradutores de libras, para os portadores de deficiência auditiva, em 8 apresentações, sendo 1 a cada semana e, o programa da peça possuirá 2 folhas inteiras traduzidas em braille, para os portadores de deficiência visual. Gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo também terão acesso preferencial e cadeiras serão disponibilizadas nos espaços em que há maior facilidade de visibilidade e acesso.
No intuito de atender aos incisos V, IX e X do art. 21 da IN nº 02/2019: •10% serão reservados para distribuição gratuita à população de baixa renda. •10% serão distribuídos em promoções nas redes sociais e ações de divulgação do projeto. •10% serão reservados para distribuição gratuita aos patrocinadores. •10% serão reservados para distribuição gratuita à imprensa e convidados. •10% serão vendidos a preço popular, no valor de R$ 10,00. •50% serão vendidos no valor de R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada). No intuito de atender aos incisos I e II do art. 21 da IN nº 02/2019, ao público, prioritariamente alunos e professores de instituições públicas de ensino, serão oferecidas como contrapartida social, 3 rodas de conversa com a diretora do espetáculo, a roteirista Sabrina Fidalgo, filha do autor do espetáculo, os 3 atores e possíveis convidados, com 1 hora de duração cada e previsão de atingir diretamente 900 pessoas.
Elaine Rodrigues – Sócia-proprietária da empresa Proponente - Coordenadora Geral do Projeto Sócia-proprietária da Loa Produções e Eventos, Elaine Rodrigues é formada em Produção Cultural pela Cândido Mendes do Rio de Janeiro e como atriz, pela CAL-RJ. Como Gestora de Projetos Culturais na Secretaria de Estado de Cultura do Rio, foi uma das responsáveis pela inauguração do Rio Criativo, primeira incubadora de empresas pública do Brasil, também, analista de diversos editais públicos e culturais. Dançarina de dança clássica indiana com especializações na Índia, produziu e se apresentou em espetáculos de dança dentro e fora do Estado. Em Salvador produziu a maior casa do estilo rock de Salvador, o Dubliners Irish Pub, e o grupo de ragga/dancehall, CDR Style. Em 2017 foi contemplada na aprovação do projeto Mutirão Metemão, com patrocínio da Coelba - Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia, através da Lei N.º 7.015, de Incentivo Fiscal do Estado da Bahia, o FazCultura, onde foi uma das idealizadoras e apoiadoras. Em Belo Horizonte, junto a Associação Arebeldia Cultural, trabalhou na elaboração de diversos projetos culturais e na 1ª edição do Circuito Gastronômico de Favelas. Após um ano em Caraíva, onde trabalhou como gerente da pousada de maior prestígio local, a Casa da Praia, a convite de Vinícius Victor, volta ao Rio e assume a produção do Coletivo Umundo. Sabrina Fidalgo - texto adaptado Filha do dramaturgo Ubirajara Fidalgo e da produtora Alzira Fidalgo, estreou nos palcos aos 2 anos como atriz-mirim da companhia Teatro Profissional do Negro - T.E.P.R.O.N, fundada por seus pais. Estudou Teoria do Teatro e Artes-Cênicas na Uni-Rio. Radicou-se em Munique pelo curso de Humanidades e Estudos Sociológicos no Studienkolleg bei den Universitäten des Freistaates Bayern, também no curso de documentário da Hochschule für Fernsehen und Film München e, especialização em roteiro cinematográfico pela instituição espanhola de roteiros, ABC Guionistas, na Universidad de Córdoba (España). Dona da Fidalgo Produções, escreveu, dirigiu, atuou e co-produziu diversos curta e média metragens, ganhando diversos prêmios em festivais de cinema nacionais e internacionais. Comandou o programa de web TV SuperBapho produzido pela Midia Ninja. Em 2017 subiu uma série de episódios do programa independente sobre musica eletrônica, o House of Lady Sabrina, pioneiro no Stories da rede social Instagram. Paulo Gomes – Produção Paulo Gomes é ator, produtor cultural e cineasta. Tem experiência em produção, e assistência de produção em diversos eventos, voltados para a área cultural e de entretenimento, além da experiência audiovisual. Trabalha com cinema desde 2004 e trabalhou em diversos projetos, desde longa metragem, documentários, curtas e clipes, como “O Maior amor do mundo” de Cacá Diegues, “Cidade do Pan”, primeira temporada do Programa Espelho com direção de Lazaro Ramos, no clip da musica “Adivinha o que ela quer” do grupo Vozes do Gueto, na direção do Vídeo Clipe Maracujá, do cantor e compositor Mombaça, e muitos outros. Foi premiado pelo edital Ideias Criativas–Fundação Palmares 2014, pelo edital do Instituto Rio em 2015. Ministra aulas na oficina de teatro na CUFA. J. A. Protásio - iluminação Sócio Diretor de Criação da Japo Iluminação Artística e Produções Ltda. DVDs: Vida de Maria, Leila Pinheiro ao Vivo, Cris Duran, Ludmila Ferber, Aline Barros, Fanzine; Espetáculos teatrais. SHOWS: Opereta Alabê de Jerusalém, Confusões e Confissões de Adolescentes, Senhora do Camarim, O Último dos Homens, Ela Brazil, Luiz Vieira ao Vivo, Altair Veloso Acústico, Banda Sigilo. EXPOSIÇÕES E DESFILES: História da Tv Brasileira, Fome Zero, Casseta e Planeta Urgente, Alberto Cavalcante, Grape, desfile inverno 2006 Kalimo têxtil; Stands em feiras, eventos empresariais. DIRETOR DE FOTOGRAFIA: Rede Globo de Televisão : Xou da Xuxa, Vídeo Show, Turma do Didi, Zorra Total, Mega Tom, Linha Direta, Brava Gente, Especial Quincas Berro D’água e Você Decide; CIDADES CENOGRÁFICAS: O Clone, Malhação, Sonho Meu, A Viagem, A Próxima Vítima, Vale Tudo, Quem é Você?. PROGRAMAS: RJ TV; Debates Políticos, Criança Esperança, Você Decide, Linha Direta, Especial do Roberto Carlos, Especial dos Trapalhões, etc. Lu Cuelho - figurino Formação em Design de Moda. Especialidades: Figurino / Reciclagem / Sustentabilidade. Atuando nas seguintes áreas: Teatro / TV / Cinema. Área Específica: DE ATUAÇÃO: Professora de Corte e Costura / Professora de Figurino. Shirley Andrade - cenário Formada pela PUC-RIO em Desenho Industrial com ênfase em Projeto de Produtos e Pós em educação (Licenciatura em educação artística) pela Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro. SOFTWARES: Autocad, Vectorworks, Photoshop, Illustrator, Sketchup. PROJETOS RELEVANTES: Sputnik: Alegoria de comissão de frente - Projeto desenvolvido para a Escola de Samba Império da Tijuca; Festim: Fantasias - Desenvolvimento, projeto e confecção de fantasias para atelier próprio; Combate: Comercial Rafael dos Anjos “Pronto pra Luta” - Campanha publicitária “Pronto Pra Luta” com o atleta Rafael dos Anjos, para o canal Combate em 2016; TV Globo, Rio de Janeiro: Cenógrafa - Trabalhos como cenógrafo para várias produções, como: “Por toda a minha vida” / Eventos internos TV Globo / “SOS - Emergência”/ “Cordel Encantado” / “A vida da gente” / “Esquenta!” - Show / “A grande família” - Seriado / “Avenida Brasil” - Telenovela / “Esquenta!” / “Adnight” / “Tamanho família” / “Caldeirão do Huck” - atualmente. Luciana Maurício - assessoria jurídica LUCIANA MAURICIO DOS SANTOS, nascida em 18/10/1982, brasileira, solteira, Advogada inscrita na OAB/RJ170555, inscrita no CPF sob o número: 09960213706, com endereço profissional na Rua Nunes Alves, 13, sala: 332, Centro, Duque de Caxias-RJ. - Graduada em Direito na Universidade Estácio de Sá no ano 2007; - Pós graduação em Direito Penal e Processo Penal na UNICAM no ano 2009; - Ex membro da Comissão estadual da verdade da escravidão negra no Brasil na OAB do Estado do Rio de Janeiro; - Ex membro da Comissão Estadual da verdade da escravidão negra no Brasil na subseção da OAB de Duque de Caxias; - Co-fundadora do Frente Favela Brasil (partido político em construção); - Advogada voluntária do Frente Favela Brasil (partido político em construção). Evandro Conceição - assessoria de imprensa Evandro Luiz da Conceição é jornalista formado pela Universidade Estácio de Sá e pós-graduado em Produção Cultural pela Universidade Candido Mendes. Profissional com vivência na área de comunicação, atuou entre 2011 e 2017 na assessoria de imprensa de escolas de samba do carnaval carioca e em São Paulo, produtoras, espetáculos teatrais, organizações não governamentais e órgãos público como a Secretaria de Conservação e Meio Ambiente da Prefeitura do Município do Rio de Janeiro. Atualmente é responsável pela comunicação da Organização Remanescentes da Tia Ciata (ORTC) e faz mestrado em Comunicação e Cultura na Universidade Federal do Rio de Janeiro onde pesquisa cultura popular e samba. Também integrou o “Laboratório de Narrativas Negras para o Audiovisual”, iniciativa da FLUP e da FILM2B, com apoio da Fundação Ford e da TV GLOBO.
PROJETO ARQUIVADO.