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O Festival Internacional Sesc de Música é um evento realizado anualmente em Pelotas, oportunizando a estudantes e músicos um momento de aperfeiçoamento e intercâmbio com profissionais renomados. Um dos pontos mais significativos, além da formação musical, é a participação da comunidade, que se beneficia com uma intensa programação cultural de excelente nível técnico e artístico.
O 10º Festival Internacional Sesc de Música tem como contrapartida social Teremos concertos pedagógicos destinadas em especial a escolas públicas atendendo 1000 estudantes , onde serão ministradas informações de como são formadas as orquestras e seus respectivos naipes. Outros 2000 de público geral de forma inclusiva( idosos e organizações sociais) também serão contemplados. Nesta décima edição, podemos destacar também a qualidade pedagógica do Festival. Os professores que o Festival traz a Pelotas, de várias partes do mundo, são conceituados e de nível elevado. Também os alunos que participam apresentam uma evolução constante e perceptível a cada ano. Isso se verifica nos recitais e concertos, onde professores e alunos tornam-se os grandes protagonistas. O Festival Internacional Sesc de Música, lota espaços públicos, estabelece o encontro do erudito com o popular e com isto desmistifica uma hierarquização social produzida ao longo da história da música. Além disso, contribui com projetos sociais tanto de Pelotas quanto de outras cidades do País, que participam das aulas de instrumentos, de apresentações e evoluem a cada ano, avistando na música uma oportunidade de inclusão social e de crescimento pessoal.
Realizar a 10ª edição do Festival Internacional Sesc de Música acontecerá entre os dias 20 e 31 de janeiro de 2020, em Pelotas/RS. A programação contará com diversos concertos e apresentações nos mais variados locais, além das classes musicais com professores brasileiros e estrangeiros.De 20 a 31 de janeiro, a cidade de Pelotas se transformará em um reduto de aprendizagem e apreciação da música de concerto. O 10º Festival Internacional Sesc de Música reunirá na cidade profissionais de renomadas academias, conservatórios de música e orquestras das Américas, Europa e Ásia. O evento tem como objetivo incentivar o desenvolvimento da produção musical e fomentar o intercâmbio e o desfrute de bens culturais. Oferecer oportunidades para músicos e público do Brasil e Mercosul, através ampla programação artística, contemplando profissionais de diversas partes do mundo, bem como, possibilitando ações descentralizadas na cidade de Pelotas, utilizando diversos espaços abertos da cidade e contribuindo para o crescimento cultural e desenvolvimento da região Atender 930 alunos de música de várias partes do mundo que terão a oportunidade de aprender com 49 professores de 13 países _ entre eles, o violoncelista alemão Clemens Weigel, vencedor do Internacional Music Competition em Ligure, Itália. Promovido há dez anos pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc, e tendo como diretor artístico o maestro Evandro Matté, o evento atua em dois eixos principais: Pedagógico e Sociocultural. - Promover intercâmbio entre professores e estudantes de música nacionais e internacionais. - Democratizar o acesso do público ao universo da música de concerto e música instrumental. -Oferecer aperfeiçoamento artístico dos profissionais, através de cursos e oficinas. - Promover a Inclusão social e formação de plateia para a linguagem música. - Contribuir para o desenvolvimento cultural e turístico da metade sul do estado, mais diretamente da cidade de Pelotas. No plano Pedagógico, o Festival oferece cursos de instrumentos, composição, canto lírico e choro, prática de música de câmara, prática de orquestra e prática de banda sinfônica para estudantes e profissionais da música. No Sociocultural são realizados recitais de professores, de alunos, de música de câmara e ampla atividade de espetáculos gratuitos, abertos a toda comunidade.
Estamos nos preparativos da décima edição do Festival Internacional Sesc de Música. O Festival surgiu com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e promover a aproximação do público com a música de concerto. Dez anos depois, podemos afirmar que ele não só cumpriu este propósito, mas também estabeleceu uma relação simbiótica com a cidade de Pelotas, transformando o cenário do município no mês de janeiro e deixando marcas que se perpetuam durante todo o ano. O Festival Internacional Sesc de Música, promovido pelo Sistema Fecomércio-RS através do Sesc e seus parceiros, lota espaços públicos, estabelece o encontro do erudito com o popular e com isto desmistifica uma hierarquização social produzida ao longo da história da música. Além disso, contribui com projetos sociais tanto de Pelotas quanto de outras cidades do País, que participam das aulas de instrumentos, de apresentações e evoluem a cada ano, avistando na música uma oportunidade de inclusão social e de crescimento pessoal. Nesta décima edição, podemos destacar também a qualidade pedagógica do Festival. Os professores que o Festival traz a Pelotas, de várias partes do mundo, são conceituados e de nível elevado. Também os alunos que participam apresentam uma evolução constante e perceptível a cada ano. Isso se verifica nos recitais e concertos, onde professores e alunos tornam-se os grandes protagonistas. O Festival Internacional Sesc de Música criou raízes em Pelotas e se uniu às tradições da cidade. No próximo ano, o Festival presta uma legítima homenagem a um valor tão rico à cidade: seu patrimônio arquitetônico. Que venha 2020 e que esta décima edição siga unindo, alegrando e emocionando as pessoas através da música! Dessa forma, o projeto contempla o artigo 1º da Lei Rouanet em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos,os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Contempla também o artigo 3º da referida lei em seus incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante concessão de prêmios a espetáculos musicais e de artes cênicas em festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de espetáculos de artes cênicas; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Em síntese, o 10ª edição do Festival Internacional Sesc de Música mantém vivo o objetivo de aproximara música instrumental da população gaúcha ao oferecer espetáculos de reconhecida qualidade pore com entrada franca, valorizando obras que toquem o público de forma sensível e bela e impactem cada indivíduo de maneira única. E faz-se cada vez mais necessário, ao expor histórias e sensações sobre as quais o público reflete e com as quais se identifica. Para viabilizarmos esta edição, a utilização dos incentivos fiscais à cultura são essenciais na busca de patrocinios privados.
A remuneração do proponente se dará nos custos administrativos.
REGULAMENTO FESTIVAL INTERNACIONAL SESC DE MÚSICA A inscrição do aluno atesta o seu conhecimento sobre as normas, direitos e deveres presentes no regulamento do Festival, valendo como contrato de adesão o pagamento da taxa de matrícula.A garantia de sua participação será mediante a aprovação no processo seletivo e pagamento da taxa de matrícula nos períodos estabelecidos. A falta de pagamento acarretará na desclassificação do aluno e liberação da vaga para alunos suplentes.HospedagemAluno bolsista integral e especial que receberá hospedagem deverá seguir as seguintes regras:a) Apresentar o cartão de acesso sempre que solicitado pelo hotel;b) Respeitar o horário de silêncio nas dependências do hotel, sob pena de expulsão do Festival;c) Manter padrões comuns e razoáveis de higiene e organização pessoal;d) Respeitar os pertences de seus colegas e evitar qualquer contato com os mesmos. Hóspedes que desrespeitarem a propriedade de seus colegas poderão ser expulsos do Festival;e) É proibido levar animais de estimação;f) Participantes visivelmente embriagados ou sob a influência de entorpecentes serão expulsos do Festival;g) Hóspedes que desrespeitarem estas regras, assim como outras regras de bom senso referentes ao bom comportamento e cooperação entre todos os hóspedes, poderão ser expulsos do Hotel e do Festival;h) O participante deverá carregar consigo seus objetos, documentos e pertences de valor, não se responsabilizando o Festival por quaisquer danos e/ou furtos que venham acontecer durante a realização do mesmo;i) É obrigação dos participantes do Festival o comportamento adequado no meio, tratando outros alunos, funcionários e terceiros com respeito e urbanidade.j) O descumprimento dessas obrigações implica na imediata exclusão do aluno do Festival, cabendo a Comissão Organizadora o direito de determinar a saída do aluno. Ademais, na hipótese do descumprimento de tais obrigações gerarem danos materiais ou imateriais ao Festival, estará o(a) aluno(a), obrigado a indenizar, nos termos do artigo 186 do Código Civil Brasileiro, as partes prejudicadas. Além disso, o Festival reserva-se no direito de não mais aceitar inscrições de tais infratores nas suas próximas edições.h) Participantes que tiverem sua matrícula cancelada devido ao não-cumprimento das regras estabelecidas aqui não terão direito a receber seu Certificado de Participação, serão imediatamente excluídos do hotel e do Festival.I) Participantes encontrados com ou sob influência de substâncias ilícitas proibidas por lei serão imediatamente expulsos do festival e entregues às autoridades. Participantes estrangeiros poderão ser expulsos do Brasil.Material e vestimentaCada aluno deverá trazer e arcar com todas as despesas de custeio e manutenção dos seus instrumentos musicais, não podendo cobrar tais despesas das empresas/órgãos organizadores do Festival. É obrigatório os alunos trazerem sua estante musical.Todos os alunos masculinos deverão portar calça e sapato preto e camisa social de manga longa preta para os espetáculos, recitais e concertos. As mulheres deverão vestir preto.Permanência no evento e atividades relacionadasOs participantes deverão permanecer na cidade de Pelotas do dia 19 de janeiro até o final das atividades do Festival no dia 01 de fevereiro de 2020.Os participantes que se ausentarem das atividades do festival sem prévia autorização da administração ou se recusarem a participar de alguma atividade solicitada pela comissão artística terão suas matrículas canceladas, e não terão direito a receber o Certificado de Participação ou reembolso da taxa de inscrição. Conforme o caso poderá ser excluído do Festival.Os participantes deverão estar presentes em todas as atividades pedagógicas e artísticas para as quais o Festival determinar sua presença. Alunos com conflitos de horários ou impossibilitados de participar de alguma classe, concertos, ou outra atividade deverão notificar o Festival o mais rápido possível explicando a natureza do conflito,oferecendo também sua sugestão de como o conflito poderá ser contornado. A Comissão Organizadora irá analisar o pedido e tomará uma decisão se o conflito merece qualquer ajuste ou exceção, ou se a falta do participante será motivo para falta ou cancelamento da matrícula.É obrigatório a participação dos alunos em ensaios, concertos e eventos pertinentes ao Festival quando solicitados pela Comissão Artística.O participante matriculado que não comparecer ao Festival, abandoná-lo durante sua realização, ou mesmo for excluído por motivos disciplinares, ficará impedido de participação nas 02 (duas) próximas edições.Classe de cantoCaso seja necessário, é obrigatória a participação dos alunos da Classe de Canto Lírico em concertos que exijam coro.CertificadoSó receberão certificados os alunos que participarem de 75% das classes, que deverá ser comprovado pelo aluno através de presença – diária – no sistema de chamada.Atividades pedagógicas e artísticasO participante deverá:Comparecer a todos os ensaios e concertos, de orquestra ou de música de câmara, assim como classes de instrumento e master classes agendados pelo Festival, podendo esses acontecer em diversos espaços escolhidos pela organização;Estudar suas partes, previamente e vir preparado para todos os ensaios, concertos e classes que contam com sua presença e participação;Conviver com seus colegas e professores em uma atmosfera de harmonia e apoio mútuo;A programação é de inteira responsabilidade da Comissão Artística do Festival e poderão ocorrer alterações, sem prévio aviso;Professores poderão ser excluídos ou adicionados sem prévio aviso, bem como, poderão ser autorizados a se afastar temporariamente de suas atividades pedagógicas, a critério da organização do Festival. O Festival não se responsabiliza pelas consequências advindas de quaisquer mudanças.Participantes que desrespeitarem estas regras, assim como outras regras de bom senso referentes ao bom comportamento e cooperação entre todos os membros da família do Festival, poderão ser excluídos, a critério da comissão organizadora.Acesso aos espaçosNo credenciamento será fornecido para o aluno o seu CARTÃO DE ACESSO, este deverá ser apresentado para acesso aos locais de hospedagem, salas de aulas e demais locais que seja necessário. A não apresentação, acarretará no impedimento de acesso do aluno no referido espaço.Nenhum participante poderá convidar pessoas que não estejam ligadas ao Festival para participarem em aulas, classes de música de câmara, sem a expressa autorização da organização do Festival.Uso de fotografias e gravações de imagemA participação no Festival Internacional Sesc de Música implica na cessão gratuita à organização do Festival, de todos os seus direitos de voz, som e imagem, que poderão ser captados pelo Festival ou por terceiros em nome dele, para inclusão dos mesmos em qualquer tipo de suporte material hoje ou no futuro existentes, podendo o Festivallivremente deles dispor, bem como de seus extratos, trechos ou partes, dando-lhe qualquer utilização (não remunerada), exemplificativamente, adaptá-la para fins de produção de obras audiovisuais, para exibição através de projeção em tela em casas de frequência coletiva ou em locais públicos, com ou sem ingresso pago, transmiti-la via rádio e/ou televisão de qualquer espécie (televisão aberta ou televisão por assinatura, através de todas as formas de transporte de sinal existentes, exemplificativamente UHF, VHF, cabo, MMDS e satélite), adaptá-la para qualquer formato, veicular propaganda, bem como fixá-la em qualquer tipo de suporte material, tais como películas cinematográficas de qualquer bitola, CD, CD ROM CD-I (compact disc interativo), home vídeo, DAT (digital áudio tape), DVD (digital vídeo disc) e suportes de computação gráfica em geral, armazená-la em banco de dados, disseminá-la através da Internet, via celular, inclusive para downloads, wap, sms, ceder os direitos autorais sobre a obra produzida a terceiros, para qualquer espécie de utilização (não remunerada), utilizar trechos ou extratos das mesmas.O participante, através da sua matricula, autoriza a utilização de seu nome em apresentações artísticas, imagens e voz, bem como cede a título gratuito os direitos patrimoniais de autor sobre as obras enviadas, permitindo a utilização destas, sem qualquer limitação de tempo, exemplificativamente, mas não se limitando em fotos, cartazes, filmes, spots, em qualquer meio de comunicação utilizado pela organização do Festival para suas campanhas de marketing, incluindo, mas não se limitando a mídia televisiva, jornais, revistas, outdoors e/ou meio de transmissão digital, com ou sem provedor, inclusive, ceder esses direitos a terceiros.Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela Comissão Organizadora do Festival
Quanto ao acesso físico, a coordenação do Festival prioriza a realização dos espetáculos no Teatro Guarani e na Bibliotac Pública e ambas localizadas na zona central da cidade e que tenham acessibilidade total para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida, para que se trate de fato de um projeto inclusivo e não restritivo com programação em braile, auxilio de audio descrição e profissional em libras.
Todas as apresentações serão GRATUÍTAS. Para cumprimento da media do Artigo 21 da IN nº 02/2019 realizaremos:seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados III -disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, prossionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; A programação contará com diversos concertos e apresentações nos mais variados locais, além das classes musicais com professores brasileiros e estrangeiros. O evento tem como objetivo incentivar o desenvolvimento da produção musical e fomentar o intercâmbio e o desfrute de bens culturais. O 10º Festival Internacional Sesc de Música atuará em dois principais eixos: Pedagógico: direcionado para estudantes e profissionais da música – oferece cursos de instrumentos, canto lírico, choro, prática de música de câmara, prática de orquestra e prática de banda sinfônica. Sociocultural: serão realizados concertos, recitais de alunos, recitais de professores e diversos espetáculos musicais para a comunidade Nesta décima edição, podemos destacar também a qualidade pedagógica do Festival. Os professores que o Festival traz a Pelotas, de várias partes do mundo, são conceituados e de nível elevado. Também os alunos que participam apresentam uma evolução constante e perceptível a cada ano. Isso se verifica nos recitais e concertos, onde professores e alunos tornam-se os grandes protagonistas. O Festival Internacional Sesc de Música, lota espaços públicos, estabelece o encontro do erudito com o popular e com isto desmistifica uma hierarquização social produzida ao longo da história da música. Além disso, contribui com projetos sociais tanto de Pelotas quanto de outras cidades do País, que participam das aulas de instrumentos, de apresentações e evoluem a cada ano, avistando na música uma oportunidade de inclusão social e de crescimento pessoal. Teremos apresentações destinadas em especial a escolas , organizações sociais e asilos.
Luiz Tadeu Piva - Direção Regional Sesc-RS – Proponente Luiz Tadeu Piva é natural de Carazinho, 50 anos, viúvo e pai de Pietra Piva. É Bacharel em Ciências Contábeis, com especialização na mesma área pela Universidade de Passo Fundo. Possui MBA em Gestão Estratégica pela Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro e PMD pela IESE Business School de Barcelona. Profissionalmente já exerceu atividades como contador, perito judicial, professor de cursos técnicos e preparatórios para concursos e professor universitário na Universidade de Passo Fundo. Desde 1996, atua no SESC do Rio Grande do Sul, onde ingressou como gerente da Unidade de Carazinho. Foi gerente regional das Unidades do SESC Carazinho, Passo Fundo e Erechim, e posteriormente foi transferido para o Departamento Regional. Já exerceu as funções de gerente corporativo das áreas de Educação, Saúde, Cultura, Esporte e Lazer, Hotelaria e Turismo, Controladoria de Programas Sociais, Planejamento e Desenvolvimento e de Tecnologia da Informação.Desde 2015 responde pela Direção Regional do SESC no Estado e é Gerente de Avaliação do Comitê Setorial de Comércio e Serviços do PGQP. Luis Fernando Parada – Gerente da Unidade Operacional de Pelotas SESC-RS Gestor do SESC-RS, na Unidade Operacional de Pelotas. Desenvolve atividades de planejamento, acompanhamento e orientações para a operacionalização das atividades desenvolvidas pelo Sesc de Pelotas. Jane Schoninger – Coordenação Tecnica SESC-RS É gestora cultural, com graduação em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, pós-graduação em Projetos Sociais e Culturais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Gestão Organizacional pela Universidade Luterana do Brasil. Desde 1999 atua na área cultural através da gestão e produção de projetos culturais nas linguagens de: literatura, artes cênicas, cinema, música e artes visuais. Coordenou e implantou projetos de educação complementar e projetos através de políticas públicas. Desenvolve projetos nacionais de circulação de artes. Curadora nacional de projetos de artes cênicas e produtora executiva de festivais e mostras de artes cênicas. Atualmente, coordena a área técnica de cultura de instituição de nível nacional Anderson Mueller – assistência de produção SESC-RS - Relações Públicas – Centro Universitário Feevale, possui experiência em rotinas administrativas : atendimento ao público e telefone, serviços externos, malotes, fax, organização de arquivos e cadastro; agendamento,atendimento de clientes, fornecedores e visitas comerciais; conhecimento em formulação de contratos, elaboração de planilhas de orçamentos, controle e cronogramas; conhecimento em processos de qualidade, elaboração de planos de ação, controle de indicadores e metas; conhecimento e Experiência em Captação de Recursos pelas Leis de Incentivo Rouanet e LIC; experiência de produção e operacionalização de projetos culturais; experiência nos processos de Qualidade Total em ISO e PGQP Evandro Matté (BRA/RS) - Diretor ArtísticoDiretor Artístico da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) e da Orquestra Unisinos Anchieta, é coordenador cultural da Unisinos – Universidade do Vale do Rio dos Sinos e do projeto social Vida com Arte. Possui especialização pelo Conservatoire de Bordeaux (FRA) e University of Georgia (EUA) e MBA (Master of Business) em Gestão Empresarial com ênfase em cultura. Roberto Schelp | Coordenador da Orquestra Acadêmica Whilton Mattos | Coordenador da Banda Sinfônica do Festival Geraldo Moori | Coordenador Recitais de Alunos Max Uriarte | Coordenação de Música de Câmara MÚSICOS OFICINEIROS E PALESTRANTES Daniele Agiman (ITA) Daniele Agiman está entre os maestros internacionais italianos mais ativos, sendo convidado regular no campo operístico na Coréia do Sul e Japão. Em dezembro de 1992 estreou no Konzerthaus em Viena e no Brucknerhaus em Linz, a convite do Wiener Kammerorchester. Tendo vencido o Concurso Nacional do Ministério da Educação, desde 1999, ocupou a cadeira de regência de orquestra no Conservatório Giuseppe Verdi, em Milão. Desde março de 2007 é professor honorário de regência na Kurashiki Sakuyo University no Japão. Martin Jorge (URU) Diretor artístico da companhia de ópera do Teatro Solís, principal centro cultural da capital uruguaia, é também diretor titular da Banda Sinfônica de Montevidéu. Premiado como Jovem Artista pela Paz pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), é um destacado maestro da nova geração latino-americana e mantém uma importante agenda internacional. Yang Liu (CHI) Foi um dos vencedores da Competição Nacional de Violino da China e da 12.ª Competição Internacional Tchaikovsky, em Moscou. Estreou nos EUA com a Sinfônica de Atlanta. Realiza recitais, master classes e concertos nas mais importantes salas e festivais nos EUA, Europa e China. É professor de violino no Columbia College – Chicago. Davide Alogna (ITA) Nascido em Palermo se formou com distinção em violino e piano no “G. Verdi” de Como. Em 2017, estreou como solista no Teatro alla Scala, em Milão, acompanhado por Cameristi della Scala e, em 2016, na Sala Stern do Carnegie Hall, em Nova York. Frequenta regularmente concertos a solo em algumas das salas de concerto mais importantes do mundo, em Nova Iorque, Itália, Paris, entre outros. É professor de violino na Itália no Conservatório “F.Cilea” de Reggio Calabria e no IMEP (Instituto Superior de Música e Pedagogia) na Bélgica.Alejandro Carreño. Emmanuele Baldini (ITA) Spalla da OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e membro do Quarteto OSESP, é reconhecido concertista com intensa atividade no Brasil e no exterior. Foi Spalla da Orchestra del Teatro Comunale di Bologna, Orchestra del Teatro “G. Verdi” de Triste e da Orquestra Sinfônica da Galícia. Marcello Guerchfeld (BRA/RS) É atual membro da Diretoria Executiva da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro. Foi professor de violino da UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Realizou inúmeros recitais e concertos de violino e viola pelo Brasil. É consultor do CNPQ, da CAPES e integrante da comissão de seleção do programa de bolsas de estudos da VITAE. Emerson Kretschmer (BRA/RS) Spalla da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) e da Orquestra da ULBRA, gradou-se na UFGRS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e realizou especialização na Internationale Sommerakademie Mozarteum, em Salzburg. Foi o único violinista indicado ao prêmio Claves do Sul em 2008. Hella Frank (BRA/RS) É professora de violino, viola e música de câmara no Departamento de Música da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Obteve orientação de professores como Eric Schumsky e Csaba Erdélyi. Foi Spalla de violinos e violas de diversas orquestras no Brasil e nos EUA e foi diretora artística da Orquestra de Câmara da ULBRA. É membro do Trio “Elas por Elas”. Horácio Schaefer (BRA/SP) Spalla do naipe de violas da OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e Mestre em viola pela Escola Superior de Música de Colônia, foi membro da Orquestra de Câmara Deutch Bach Solisten, spalla das violas da Orquestra Filarmônica de Essen e violista do Quarteto Ravel. Timothy Deighton (NZL) Apresenta-se regularmente com Orpheus Chamber Orchestra e já trabalhou com a orquestra de câmara de Boston, A Far Cry. É atualmente professor na Penn State University, onde ensina viola, música de câmara e dirige o Penn State Viola Ensemble. É membro do corpo docente da Penn State Viola Society. Clemens Weigel (ALE) Nasceu em Wülburg (Alemanha). Estudou no Colégio de Música de Viena. Desde 1993 é membro da “Staatstheater am Gartnerplatz” Orquestra de Munich (ALE). Foi vencedor do Internacional Music Competition em Ligure, Itália. Além da carreira de solista, é membro do Quarteto Rodin. Stanimir Todorov (ARG) Iniciou seus estudos em Sofia (Bulgária). Participou da Menuhin Academia e estudou com personalidades de destaque: Radu Aldulescu, Yehudi Menuhin, Alberto Lysy e Lory Wallfisch. Foi destaque no Concurso Rostropovich como melhor intérprete de música contemporânea. Trabalhou na Orchestre Suisse Romande. Alberto Bocini (ITA) Natural de Prato (Itália), estudou com Franco Petracchi . Foi o principal contrabaixo da Orquestra Nazionale di Santa Cecilia dell’Accademia (Roma) e da Orchestra del Maggio Musicale Fiorentino (Zubin Mehta). Também foi membro da Orquestra do Teatro alla Scala (Milão), Orquestra Sinfônica de Londres e I Solisti Veneti. É membro da The Bass Gang e é professor da Haute Ecole de Musique de Geneve / HEM, Suiça, desde 2009. Eder Kinappe (BRA/RS) Graduado em contrabaixo pela UFGRS (Universidade Federal do rio Grande do Sul), foi contrabaixista da Orquestra Sinfônica da UCS. Foi vencedor do Concurso Jovens Solistas da OSPA em 2001 e realizou aperfeiçoamento na University of Georgia (EUA). É contrabaixista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e professor do Conservatório Pablo Komlòs (POA). Eduardo Isaac (ARG) É professor na Universidad Nacional del Litoral (Argentina), Universidad Autónoma de Entre Ríos e no Espacio de Música Latinoamericana do Conservatorio “Luis Gianneo” de Mar del Plata. Premiado em Concursos Internacionais de relevância mundial como “Infanta Cristina” em Madrid, “Andrés Segovia” em Palma de Mallorca, “Rainha Fabiola”, Bélgica. Apresentou-se nas Américas, Europa e Ásia; foi solista convidado em inúmeras orquestras sob direção de famosos regentes. Dá aulas regularmente em masterclasses de repertório e técnica instrumental no Brasil, Estados Unidos, México, Portugal, Espanha, Itália, Bélgica e França.Harpa Liuba Klevtsova (RUS) Nascida na Russia, é harpista da OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo). Graduada pelo Conservatório Tchaikovsky atua como solista em diversas orquestras no Brasil e no exterior. Foi vencedora de concursos internacionais, onde atuou ao lado de Zubin Mehta. Leonardo Winter (BRA/RS) Professor de Flauta no Departamento de Música e no Programa de Pós-Graduação em Música da UFRGS (Mestrado e Doutorado) tem procurado conciliar intensa atuação como solista, camerista, músico de orquestra e suas atividades como professor. É Piccolo solista e terceira flauta da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) desde 1990. Wally Hase (ALE) Professora de flauta na Hochschule für Musik Franz Liszt Weimar e professora visitante na Universidade de Música de Cracóvia, ministra master classes na Europa, Austrália, América do Sul, Coréia e China. Participou dos grupos Karlsruhe 13 e do Bach Collegium Stuttgart, sob a direcção de Helmuth Rilling. Foi solista da Staatskapelle Weimar, da Staatskapelle Dresden, Rádio Orquestra Sinfônica, SWR Freiburg Baden Baden, MDR Leipzig, WDR de Colónia e da Orquestra Real de Antuérpia. Se apresenta regularmente com a Camerata Salzburg. É professora de flauta na Universidade de Música e Artes Cênicas de Viena-Áustria desde outubro de 2018.Oboé Christoph Hartmann (ALE) Oboísta da Orquestra Filarmonica de Berlin (ALE), é reconhecido pelo seu virtuosismo técnico e refinamento musical no instrumento. Tem participado de inúmeros grupos de música de câmara e fundou o Festival Landsberger Sommermusiken. Possui inúmeros CD´s gravados, entre eles: Fantasia Italiana, Bella Napoli e Clair de Lune. Viktória Tatour (BIE) Oboísta solo da Orquestra sinfônica de Porto Alegre, nascida em Minsk, Bielorússia, a oboísta Viktoria Tatour é Mestre pelo Conservatório Nacional daquele país. Em 1996, especializou-se em oboé com Pierre Pierlot, professor do Conservatório Nacional Superior de Música de Paris. Diego Grendene (BRA/RS) Clarinetista da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) e Diretor da Escola de Música da OSPA. Graduado pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), é especialista pelo Conservatório Real Superior de Antuérpia, na Bélgica, e Mestre pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Toca regularmente como solista e camerista em diversas cidades brasileiras, tendo realizado 44 concertos na França, com o quarteto de clarinetes Aliénor. Nos últimos anos tem sido professor de clarinete em diversos Festivais de Música no Brasil. Michel Lethiec (FRA) Professor do Conservatório de Paris e do Conservatório de Nice (FRA) é um dos mais conceituados clarinetista da atualidade. Já gravou para os selos Naxos, arion, RCA, Bis e tem sido jurado de importantes concursos internacionais e festivais pelo mundo. Recebeu as seguintes honrarias na França: Cavaleiro da Ordem do Mérito Nacional e da Ordem das Artes e Letras. Selim Aykal (TUR) É fagotista solo da Ópera de Berlin. Realizou concertos com a Filarmônica de Berlim, Orquestra do Estado da Baviera, a Filarmônica de Munique, a Camerata Salzburg, a Orquestra Sinfônica Alemã, a Hamburg State Theater. Como solista, ele trabalhou com o Mecklenburg Staatskapelle Schwerin, a Orquestra de Câmara de Praga, a Orquestra de Câmara de Viena, a Orquestra Sinfônica de Berlim, a Orquestra de Câmara Folkwang, a Orquestra de Câmara Detmold e no noroeste alemão Philharmonic. Desde 2007, leciona no Conservatório Estadual de Istambul e, desde 2009, na Universidade de Música Franz Liszt, em Weimar. Fábio Cury (BRA/SP) Destaca-se como um dos mais atuantes fagotistas no Brasil. Venceu em 1993 o Concurso para Fagotistas da Escola Superior de Teatro e Música de Hannover. Tem colaborado como convidado ou de forma regular, como fagotista solista das principais orquestras brasileiras, tais como a OSESP, a OSB, a Filarmônica de Minas Gerais e a Orquestra Municipal de São Paulo. É membro fundador da Camerata Aberta, com o qual recebeu o Prêmio APCA de melhor ensemble de música contemporânea, em 2010, e o Prêmio Bravo de melhor CD de música erudita, em 2011. Fernando Chiappero (ARG) É professor no Instituto Superior de Arte do Teatro Colón, fundador da Argenbrass (Academia de Bronzes de Buenos Aires), membro e fundador da Bayres Horns e recentemente nomeado Coordenador Regional para a América Latina pela Sociedade Chifre Internacional (IHS). Uma das principais referências de seu instrumento na América Latina, sendo o principal solista da Orquestra Filarmônica de Buenos Aires desde 2001. Apresentou com a Orquestra Filarmônica de Bogotá (Colômbia), Camerata Bariloche, SODRE Symphony Orchestra (Uruguai), National Symphony Orchestra, Orquestra Filarmônica de Buenos Aires e Valdivia (Chile), entre outros. Luca Benucci (ITA) É o primeiro trompista do Maggio Musicale Fiorentino desde 1995 e professor da Escola de Música Fiesole do Conservatório de Bolzano. Também é gerente e diretor artístico do italiano Brass Week Festival. Recebeu a medalha de bronze por méritos organizacionais do Presidente da República Italiana. Colaborou como primeiro trompista com orquestras internacionais como Filarmônica de Berlim, Orquestra Sinfônica de Chicago, Concert Gebouw Amsterdam, Filarmônica de Israel, Super Orquestra Mundial, Berlin Deutches Oper, Teatro no La Scala em Milão com maestros Zubin Mehta, Riccardo Muti, CM Giulini, M.W. Chung, Gustavo Dudamel. Realiza masterclasses internacionais na Ásia, EUA, América do Sul e Europa em algumas das mais prestigiadas instituições internacionais, incluindo o Curtis Institute of Philadelphia, a Juilliard School of Music em Nova York, Roosevelt de Chicago, Indiana University, Boston Conservatory e Universidade, os conservatórios de Barcelona e Madrid, Maastrich Hochschule, Conservatório de Budapeste F.Liszt, Tel Aviv e Jaffa University, em Israel, os conservatórios nacionais de Pequim, Xangai, Singapura e Tóquio, Porto Rico, Costa Rica, México, Brasil, Portugal, Alemanha, Ucrânia, Polónia. Pierre Dutot (FRA) Vencedor do primeiro prêmio em trompete do Conservatoire National Superieur de Paris e graduado em Educação Física e Psicologia, Pierre Dutot ainda consegue desenvolver brilhante carreira como solista e professor no CNSM (Conservatoire National Supérieur de Musique) em Lyon e no CNR (Conservatório de Bourdeux). Foi o trompete principal da Orquestra Sinfônica de Lyon e fundador do sexteto de metais Hexagone, de destaque no cenário internacional, além de outros grupos como o Polygone e o Jericho. Tiago Linck (BRA/RS) Trompete solista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e professor do Conservatório Pablo Komlós, Tiago Linck tem se consolidado como um dos mais destacados trompetistas de sua geração. Nos últimos anos atuou como professor em importantes festivais no Brasil, Uruguai e Argentina, além de apresentar-se em países como Alemanha, Bélgica e França. Tiago Linck é artista exclusivo Buffet Crampon e toca com instrumentos B&S, Besson e Scherzer. José Milton Vieira (BRA/RS) Trombone solista da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre), é ganhador de vários prêmios nacionais e internacionais. Conquistou o primeiro prêmio e o prêmio do público no 26° Concorso Internazionale “Città di Porcia” (Italia-2015); primeiro prêmio da “Lewis Van Haney Philharmonic Prize Competition” em Paris (ITF 2012), entre outros. No ano de 2019 lançou o seu primeiro cd, entitulado” Plural”. É artista exclusivo Thein- Brass. Martin Schippers (HOL) Como membro da Royal Concertgebouw Orchestra, do RCO, do International Trombone Ensemble, do New Trombone Collective (até 2010) e de numerosos grupos de música de câmara, Martin Schippers já se apresentou na maioria das grandes salas de concerto do mundo. Schippers atuou como professor e performer em festivais como o Festival Internacional de Trombone, Festival do Brasil de Campos do Jordão, Festival Internacional de Música do Sesc Pelotas Brasil, festival IPV, Festival Lätzsch Trombone, Festival Peru Low Brass e Curso Trombon de Valga na Espanha. Ele também tocou como trombone principal com a Orquestra Filarmônica de Rádio da Holanda. Albert Savino Khatar (BRA/SP) Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Clinician Yamaha e professor colaborador do Instituto Carlos Gomes de Belém. É convidado em diversos cursos de música e apresenta-se em recitais e concertos como solista pela América do Sul, Europa e EUA. É Mestre em performance pela Unicamp com uma pesquisa inédita sobre a história da tuba no Brasil. Seu CD “Tuba Brasilis” é o primeiro álbum brasileiro de tuba. Foi tuba solo da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, da BSESP, entre outras. Emiliano Barri (ARG) Estudou no Conservatório Nacional de Buenos Aires e com Arno Bornkamp na Holanda. Membro do Quarteto 4mil, é saxofonista solo da Banda Sinfónica de la Ciudad Autónoma de Bs.As. É professor da IUNA (Instituto Universitario Nacional de Arte) e no Conservatorio Superior de Música de la Ciudad de Buenos Aires “Astor Piazzolla”.Eufônio Fernando Deddos (BRA/PR) O Paranacatarinense Fernando Deddos é professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Graduado em Composição e Regência pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Mestre pela Duquesne University e Doutor em música pela Universidade da Geórgia. Gravou o primeiro disco dedicado ao eufônio no Brasil, premiado pela Associação Internacional de Tubas e Eufônios (ITEA). Possui obras publicadas, performadas e gravadas na Asia, Américas e Europa. Deddos é presidente da ETB – Associação de Eufônios e Tubas do Brasil e artista Adams Instruments (Holanda). Clarissa Severo de Borba (BRA/RS) Doutora em Percussão (DMA) na University of Miami (EUA), tem desenvolvido uma carreira sólida tendo ministrado cursos em festivais de música na França, Espanha, Brasil e Estados Unidos e concertos em várias cidades da França, Espanha, Bélgica, Estados Unidos, China e Brasil. É professora de percussão nos conservatórios de Alençon e de Le Mans (França). Douglas Gutjahr (BRA/RS) Músico e educador é graduado em Percussão pela UFSM. Atua como timpanista da OSUCS e como convidado em algumas das principais orquestras do sul do país. Entre 2007 e 2008 foi membro da Orquestra Jovem Mundial. Desenvolve um intenso trabalho de ensino da percussão junto aos projetos Vida com Arte e Orquestra Villa-Lobos. Em 2016 lançou seu primeiro CD, Brasil (Re)Percussivo, recebendo quatro indicações e o prêmio de Melhor Instrumentista Erudito no Prêmio Açorianos de Música. Eiko Senda (JAP) Nascida no Japão, formou-se no Japão e Alemanha como cantora solista e Pedagoga, ganhou diversos prêmios em concursos internacionais. Já atuou em mais de 90 óperas. Recebeu excelentes críticas do jornal “The New York Times” e as revistas “Opernwelt” e “Opera”, e o premio cultural japoneses pelos os embaixadores. Tendo orientado mais de 450 cantores, professores e atores, atualmente possui estúdio de preparação de voz em Montevideo (URU). Flávio Leite (BRA/RS) É pós-graduado pelo Conservatório Superior del Liceu, em Barcelona e Mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem se firmado como um dos mais atuantes e versáteis cantores líricos brasileiros, desenvolve ampla atividade como camerista e solista em oratórios e obras sinfônicas. Nos últimos anos fez as estreias mundiais das óperas Dulcinéia e Trancoso e a Ópera do Mambembe Encantado de Eli-Eri Moura, O Menino e a Liberdade de Ronaldo Miranda, O Perigo da Arte de Tim Rescala, gravou a ópera A Estranha, de Vagner Cunha e participou da premiada versão moderna da última ópera de Villa-Lobos, A Menina das Nuvens.Piano Olivia Tsai (CHI) Foi solista com a Orquestra QingDao Concert Hall, Orquestra Sinfônica do Sul de Illinois e Highland Park Strings. Pianista do staff do mundialmente famoso Festival de Música de Aspen e do Musicorda Music Festival nos EUA, bem como do corpo docente / intérprete da Oficina Music Festival. Além de performances, atua na cadeira de teoria e piano na VanderCook College of Music. Seu livro “Schubert’s Piano Trios” foi publicado em 2014 pela Scholar’s Press na Alemanha. Desde 2017 é professora convidada na Universidade Lanzhou Northwestern. É Doutora em Artes Musicais em piano na Universidade de Cincinnati, Conservatório Universitário de Música (UC, CCM), onde também atuou como docente. Durante seus anos de estudante foi a vencedora do Concurso de Piano Buckeye, do Graves Piano Competition nos Estados Unidos e da Young Artist Series em Taiwan.Composição André Mehmari (BRA/RJ) Pianista, arranjador, compositor e multiinstrumentista, tornou-se conhecido pelo grande público ao vencer em 1998 o primeiro Prêmio Visa de MPB. Suas composições e arranjos foram tocados por alguns dos mais expressivos grupos orquestrais, de jazz e de câmara, entre eles OSESP, Sinfônica Brasileira, Banda Mantiqueira, Orquestra Experimental de Repertório, Sujeito a Guincho, Quinteto Villa-Lobos. Em 2007 recebeu o prêmio Carlos Gomes na categoria revelação. Escreve frequentemente para orquestras sinfônicas, conjuntos de câmara, filmes e balés. Em 2014 apresentou-se na Argentina, Suiça, Itália, Holanda e em Nova Iorque, cidade onde também ministrou workshop sobre sua própria obra na Columbia University. Em 2015 foi compositor residente da Miami Symphony com a estreia mundial de seu Concerto para Dois Pianos e Orquestra. Música de Câmara (Coordenador) Max Uriarte (BRA/RS) - Música de Câmara (Coordenador Graduado em piano pelo Instituto de Artes da UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, aperfeiçoou-se na “Hochschule für Musik” de Viena e no “Konservatorium und Musikhochschule” de Zurique, onde concluiu sua Pós-Graduação (Konzertreifediplom). Tem intensa atividade em música de câmara e atuado como solista em importantes orquestras do cenário nacional.Pianistas Correpetidores André Carrara (BRA/RS) Pianista da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre), é Doutor em música pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Gravou os 12 Estudos op. 10 de Chopin e tem atuado como concertista nas principais orquestra do país. Paulo Bergmann (BRA/RS) Bacharel em piano pela UFRGS desenvolve intensa atividade como pianista correpetidor, repertorista e acompanhador de cantores em festivais de música, masterclasses e recitais no Brasil e exterior. Liliana Michelsen (BRA/RS) É mestre em piano pela UFRGS e mestre em correpetição pela Hochschule für Musik Nürnberg (Alemanha). Residiu na Alemanha a partir de 2007 e ao longo deste período lecionou nas instituições Augsburg Universität e Hochschule für Musik Nürnberg nas áreas vocal e instrumental. Especializou-se no repertório de câmara vocal alemão e, residindo novamente no Brasil desde 2017, dedica-se à música de câmara instrumental, à preparação vocal de cantores atuantes estadual e nacionalmente e à música de câmara vocal. Mathias Behrends Pinto | Violão (BRA/RS) Porto Alegrense é o atual coordenador da Oficina de Choro Santander Cultural, Licenciado em música pelo Instituto Porto Alegre, compositor, violonista e arranjador atuante em diversos projetos ligados a linguagem do Choro. Lucian Krolow | Sopros (BRA/RS) Natural da cidade de Pelotas/RS onde formou-se Bacharel em Flauta Transversal pela Ufpel. Atualmente é professor da Oficina de Choro do Santander Cultural de Porto Alegre desenvolvendo a linguagem do Choro com instrumentistas de Sopro em geral.Matheus Kleber | Acordeon e Piano (BRA/RS) Graduado em Composição Musical pela UFRGS e mestre em Estudos Instrumentais e Performance Musical na UNICAMP, professor na FUNDARTE e no projeto Ouvir a Vida. Com 19 anos de carreira, participou de mais de 80 discos. Como solista e arranjador, atuou com as orquestras: SESI/FUNDARTE, Orquestra de Sopros Eintracht, Orquestra Unisinos Anchieta, Orquestra de Câmara da Ulbra, Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro e Orquestra Sinfônica de Porto Alegre – OSPA. Elias Barboza | Bandolim (BRA/RS) Porto Alegrense, bandolinista, compositor, educador musical e arranjador. Formado em Licenciatura em Música pelo IPA em 2010, atua também como professor na Oficina de Choro do Santander Cultural e já foi solista de inúmeras orquestras como Orquestra Unisinos, Orquestra da Ulbra, Orquestra da Pucrs. Guilherme Sanches | Percussão (BRA/RS) Natural de Porto Alegre (RS) iniciou as atividades musicais em 1997 atuando nos festivais de música do estado do Rio Grande do Sul. Acompanhou em discos e shows grandes artistas da musical brasileira dentre eles estão: Déo Rian, Ademilde Fonseca, Jorginho do Pandeiro, Avendano Júnior, Plauto Cruz, Darcy Alves, Luciana Rabello, Nilze Carvalho, Ronaldo do Bandolim, Moacir Luz, João de Almeida Neto. Alexandre Susin | Cavaquinho (BRA/RS) Cantor, cavaquinista e compositor, atua em diversos projetos ligados ao choro e ao samba em Porto Alegre. Desde o início do ano, é professor nas turmas de voz-coro na Oficina de Choro Santander Cultural.
PROJETO ARQUIVADO.