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PRONAC 192930Arquivado a pedido proponenteMecenato

MESTRES DA VIOLA: A Arte do Saber Fazer e Tocar Viola

INSTITUTO ARTES, CULTURA E SERVICOS
Solicitado
R$ 391,5 mil
Aprovado
R$ 391,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Intervenções em bens imóveis tombados/acautelados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2019-10-24
Término
2022-12-31
Locais de realização (7)
Arinos Minas GeraisBelo Horizonte Minas GeraisMirabela Minas GeraisSanta Fé de Minas Minas GeraisSão Francisco Minas GeraisSão Romão Minas GeraisUrucuia Minas Gerais

Resumo

A proposta do projeto de pesquisa, ações de preservação do patrimônio Imaterial e difusão das tradições ligadas ao universo da viola em Minas Gerais e divulgar a tradição da viola caipira mineira das comunidades rurais da bacia do Rio São Francisco, região musicalmente rica, com diversos mestres violeiros, porém, carente de recursos. Projeto de Pesquisas, Documentação, Informação, Salvaguarda e Sustentabilidade da Música e dos Mestres da Viola nesta região. Produtos: publicação digital e impressa do catálogo/revista Mestres da Viola, vídeo registro/documentário/livreto em formato de DVD, publicação digital e impressa do relatório/cartilha ilustrativa das ações do projeto e divulgação no site com todo o resultado do projeto.

Sinopse

não é o caso.

Objetivos

Objetivo Geral Ha um ano o Conselho Estadual do Patrimônio Cultural reconheceu a viola como patrimônio cultural imaterial, os Saberes, Linguagens e Expressões Musicais da Viola em Minas Gerais, em virtude disto a ideia de realizar conforme descrito abaixo: O projeto prevê Pesquisas, Documentação, Informação, Salvaguarda e Sustentabilidade da Música e dos Mestres da Viola nesta região, execução de pequenos encontros com apresentações musicais, um documentário, edição de catálogo/revista e divulgação dos trabalhos em um sítio na Internet. As ações se realizarão nos municípios de Santa Fé de Minas, São Romão, São Francisco, Mirabela, Urucuia, Arinos e Belo Horizonte. Objetivo Específico A necessidade de ações de preservação e difusão das tradições ligadas ao universo da viola em Minas Gerais, tem se tornado evidente diante do crescente movimento da cultura e da música de viola. Em 2015 muitos violeiros se mobilizaram e solicitaram o reconhecimento da viola como patrimônio cultural do Estado de Minas Gerais na Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Esta solicitação se transformou no Projeto de Lei nº1.921/2015 que declara como "patrimônio histórico, cultural e imaterial do estado a manifestação musical da viola". Neste cenário de valorização cultural e artística da viola, o poder Legislativo do Estado propôs por meio do Projeto nº3.930/2016 o dia 28 de agosto como o Dia Estadual da Viola Caipira _ uma homenagem ao nascimento do grande mestre violeiro Renato Andrade _, que acabou sendo instituído pelo governador como Lei nº 23083, em 10/08/2018. Pesando nestas ações de preservação do patrimônio imaterial e de transmissão de saberes tradicionais contemplam as seguintes ações e produtos: 1.Pesquisa, entrevistas e registros audiovisuais - será realizada em 4 meses, visitação, gravação e documentação dos saberes e a tradição da viola caipira mineira das comunidades rurais da bacia do Rio São Francisco; 2.Desenvolver 06 Palestras/workshops, junto as comunidades do projeto para estimular o conhecimento a percepção e valorização do patrimônio cultural; 3. Promover o interesse da sociedade pelos conhecimentos dos mestres da viola; 4.Estimular a valorização dos saberes e fazeres da viola, e acompanhar e monitorar o estudo e pesquisa deste projeto, podendo amplificar ainda mais as atitudes e demandas que foram apuradas na pesquisa e nas palestras; 5.Promover a formação e conscientização de professores e das comunidades da importância da cultura de suas tradições enquanto patrimônio cultural; 6.Promover pesquisas de percepção, visibilidade e avaliação, a fim de melhorar a comunicação da equipe do projeto com a comunidade; 7.Tornar público e acessível o registro audiovisual dos saberes e fazeres da viola; 8.Realizar em Belo Horizonte uma apresentação com o resultado da pesquisa e com a participação dos mestres da região. 9.Realizar a pesquisa documentada descrevendo e avaliando cada processo dos participantes, um questionário detalhando os conteúdos, a manifestação de cada participante como processo para as novas diretrizes, conforme os produtos abaixo com distribuição gratuita: 10.Cartilhas educativas para os pequenos encontros (versão impressa): 1.000 unidades; 11.Catálogo/revista Mestres da Viola (versão impressa): 1.000 unidades; 12.Documentário em DVD: 1.000 unidades; 13.01 website contendo informações relacionadas aos mestres da viola: entrevistas, vídeos, fotografias e materiais produzidos, disponibilizar na internet, registros das atividades de ensino e dos eventos, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 14.doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;

Justificativa

A possibilidade de levar este registro atraves do Incentivo Cultural dentro das Leis que nos permitem executar é a forma que vamos conseguir trabalhar a importância de documentar e difundir esse rico patrimônio cultural, basicamente restrito a uma pequena parcela dos moradores dessas comunidades e a uma quantidade menor ainda de pessoas, seja em Minas Gerais ou no Brasil, foi o que nos levou a pensar na necessidade de ações de preservação e difusão das tradições ligadas ao universo da viola em Minas Gerais, tem se tornado evidente diante do crescente movimento da cultura e da música de viola. Em 2015 muitos violeiros se mobilizaram e solicitaram o reconhecimento da viola como patrimônio cultural do Estado de Minas Gerais na Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Esta solicitação se transformou no Projeto de Lei nº1.921/2015 que declara como "patrimônio histórico, cultural e imaterial do estado a manifestação musical da viola". Neste cenário de valorização cultural e artística da viola, o poder Legislativo do Estado propôs por meio do Projeto nº3.930/2016 o dia 28 de agosto como o Dia Estadual da Viola Caipira _ uma homenagem ao nascimento do grande mestre violeiro Renato Andrade que acabou sendo instituído pelo governador como Lei nº 23083, em 10/08/2018. As ações de preservação e divulgação previstas neste projeto estão em consonância com as recomendações do IEPHA para a salvaguarda do patrimônio imaterial da viola caipira mineira, entre as quais destacamos: - A ampliação da participação dos grupos que produzem, transmitem e atualizam manifestações culturais de natureza imaterial nos projetos de preservação e valorização desse patrimônio; - O incentivo à pesquisa, documentação e difusão das diversas maneiras de se afinar e tocar a viola; - A valorização dos ofícios, dos mestres fazedores e de seus produtos; - O fomento à transmissão dos saberes pelos mestres fazedores aos mais jovens, por meio da educação formal e não-formal e a região da Bacia do São Francisco, selecionada para o projeto, se caracteriza como importante veio histórico e artístico, ligado às tradições culturais e vivências da população ribeirinha ao longo dos séculos, merecendo destaque na formação cultural de Minas Gerais. É muito carente em recursos financeiros e em infraestrutura. Situada no semiárido brasileiro, apresenta em geral IDH bem abaixo da média do estado. Dentro desta região foram selecionados 6 municípios para o projeto, levando-se em consideração: a população relativamente grande e o potencial de manifestações culturais relacionadas ao universo da viola como a folia de reis, a folia do Divino, a dança de São Gonçalo e outros festejos populares. São eles: Santa Fé de Minas, São Romão, São Francisco, Mirabela, Urucuia, Arinos. Entende-se que esses municípios são potencialmente estratégicos para o desenvolvimento de futuros projetos em outras microrregiões ao longo de seu curso. Em cada um destes municípios, uma das referências culturais mais importantes e tradicionais, ressaltadas por João Guimarães Rosa e vários pesquisadores são os mestres construtores e tocadores de viola. Esses protagonistas de seu tempo são os responsáveis pela manutenção e sobrevivência desses saberes herdados de outras tantas gerações passadas. São gente simples de alegria espontânea, trabalhadores rurais, carpinteiros de grandes habilidades com a madeira, tocadores de violas e rabecas, cantadores e reiseiros, contadores de histórias e com imensa responsabilidade para com o modo de vida de suas comunidades. Registrar e difundir esse rico patrimônio cultural, restrito a uma pequena parcela dos moradores dessas comunidades é um fator relevante para a produção e revitalização cultural do estado. Patrimônio cultural imaterial: saberes e modos de fazer, (com especial destaque aos bens culturais registrados na forma do art. 1º do Decreto nº 3.551, de 4 de agosto de 2000) celebrações, formas de expressão, lugares e línguas que grupos sociais reconhecem como referências culturais organizadoras de sua identidade, por transmissão de tradições entre gerações, com especial destaque aos bens culturais.

Estratégia de execução

Contrapartida Social - custo na planilha financeira As ações formativas culturais - serão todos os produtos distribuidos nas comunidades em sistema gratuíto. (90% distribuido nas cidades do prejeto) O projeto contempla a contrapartidas sociais na forma de ações educativas, encontros, workshop, e levantamento com a comunidade, professores, escolas, crianças e adolescentes. Na planilha financeira, estamos inserindo o cálculo de custo/comunidade, professores, escolar municipais, estaduais. Atendimentos as comunidades carentes, visuais e auditivos, especialmente no que diz respeito aos Mestres e a pesquisa, bem como a oferta de atividade acessíveis a população da região, exclusivas ou não para este público, com pequenos encontros didáticos. Também disponibilizamos registros físicos de todo o material impresso e digital que for realizado no projeto, bem como na forma educativa de levar as comunidades o saber fazer, o tocar a viola, a riqueza destes mestres no sentido de acreditar na educação básica e na promoção da inclusão e acessibilidade. A principal contrapartida prevista no plano, corresponde a visitas construídas em parceria com a educação básica que se candidatam a participar do projeto. As visitas são adaptadas com base nos interesses e necessidades de cada comunidade dando condições aos indivíduos de desenvolverem laços de pertencimento e sentimento de auto-valorização, respeitando suas diferenças etárias, raciais, étnicas, religiosas e culturais, configurando-se, muitas vezes, como a primeira oportunidade de determinados grupos sociais de sentirem a riqueza que pertence o ensinamento dos mestres na cultura. Neste sentido, fundamenta-se na formação do indivíduo, buscando fomentar a sua apropriação de do conhecimento de cultura, o seu interesse pelos temas abordados e o hábito de fruição cultural. Além disso, cabe mencionar os projetos de ações educativas é de extrema importância as formações aos temas relacionados ao conteúdo da pesquisa do projeto e acessibilidade e inclusão e temas transversais. Diz ainda de um compromisso ético com a transformação social em direção à justiça, solidariedade e democracia. O projeto oferece pequenos encontros/workshops gratuitos, palestras, contações de histórias e apresentação de música voltados para as comunidades da viola caipira mineira nas comunidades rurais da bacia do Rio São Francisco, região musicalmente rica, com diversos mestres violeiros, voltadas para públicos de todas as idades. A democratização do acesso também se dá através da produção de conteúdo virtuais como site e redes sociais, material impresso e virtual e materiais educativos são distribuídos gratuitamente a instituições de ensino, bibliotecas e visitantes, dentro da condição de cada município atingido pelo projeto e em Belo Horizonte. O projeto prevê a realização de eventos e a distribuição de produtos de forma gratuita. As ações previstas são estas: 1) Pequenos encontros/workshops com materiais educativos dos saberes tradicionais a serem realizados nas comunidades rurais e em escolas públicas onde os Mestres atuam, para crianças e adolescentes, educadores e funcionários. Nestes eventos haverá exibição de documentário. No final do projeto, distribuição gratuita de DVD’s, da revista/cartilhas educativas. 2) distribuição do documentário, do material produzido, para a área acadêmica, pesquisadores, e orgãos interessados nesta pesquisa tão rica de conhecimento; 3) Site contendo informações relacionadas à pesquisa sobre os mestres da viola, incluindo as pequenos encontros com as crianças e adolescentes, entrevistas, vídeos, fotografias e materiais produzidos; 4) Produtos para distribuição: - Documentário em DVD: 1000 unidades; - Catálogo/revista Mestres da Viola (versão impressa): 1.000 unidades; - Cartilhas educativas das pequenos encontros (versão impressa): 1000 unidades. ·doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; · disponibilizar na internet, registros das atividades de ensino e dos eventos, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; · toda a distribuição nas cidades será gratuita; · realizar ação cultural voltada ao público infantil, juvenil, escolas e comunidades. A distribuição dos produtos será feita do seguinte modo (o restante será distribuído aos interessados): 10% para os patrocinadores; 10% para divulgação 80% para população, bibliotecas, escolas públicas, Estudantes, escolas das comunidades/mestres selecionados e interessadas e cada Mestres selecionado, selecionando os jovens, professores, crianças que participarão dos pequenos encontros.

Especificação técnica

MESTRES DA VIOLA - A arte de saber fazer e tocar viola. - Projeto pedagógico anexo (limite de caracteres) Introdução: O projeto tem como objetivos a documentação, preservação e a divulgação cultura da viola caipira mineira. A forma de tocar, de fazer e de expressar sentimentos de religiosidade e alegria através do instrumento nas comunidades rurais da bacia do Rio São Francisco, nos municípios e comunidades de Santa Fé de Minas, São Romão, São Francisco, Mirabela, Arinos e Urucuia. As ações de preservação do acervo, serão feitas por meio de pesquisas, entrevistas, registros audiovisuais e encontros de Palestrantes, pesquisadores para crianças, adolescentes, escolas e professores das comunidades e autoridades. Serão convidados a participar, representantes dos setores de cultura dos municípios e do estado de Minas Gerais. A necessidade de ações de preservação e difusão das tradições ligadas ao universo da viola em Minas Gerais, tem se tornado evidente diante do crescente movimento da cultura e da música de viola. Em 2015 muitos violeiros se mobilizaram e solicitaram o reconhecimento da viola como patrimônio cultural do Estado de Minas Gerais na Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Esta solicitação se transformou no Projeto de Lei nº1.921/2015 que declara como “patrimônio histórico, cultural e imaterial do estado a manifestação musical da viola”. Neste cenário de valorização cultural e artística da viola, o poder Legislativo do Estado propôs por meio do Projeto nº3.930/2016 o dia 28 de agosto como o Dia Estadual da Viola Caipira – uma homenagem ao nascimento do grande mestre violeiro Renato Andrade –, que acabou sendo instituído pelo governador como Lei nº 23083, em 10/08/2018. Workshop A partir da pesquisa com os Mestres” da comunidade serão ministradas Workshops pela coordenação artística em cada comunidade local Metodologia, Os workshop se desenvolverão com pessoas interessadas em conhecer a história e a confecção da viola caipira para crianças, adolescentes, professores das escolas públicas a partir de 12 anos de idade. Diagnóstico, identificação da situação atual da localidade em relação ao tema da preservação do Patrimônio cultural: A região da Bacia do São Francisco, selecionada para o projeto, se caracteriza como importante veio histórico e artístico, ligado às tradições culturais e vivências da população ribeirinha ao longo dos séculos, merecendo destaque na formação cultural de Minas Gerais. É muito carente em recursos financeiros e em infraestrutura. Situada no semiárido brasileiro, apresenta em geral IDH bem baixo da média do Estado, por este motivo foram selecionados 6 municípios, levando em consideração: Base conceitual – relativa à preservação e salvaguarda do patrimônio Imaterial As ações de preservação e divulgação previstas neste projeto estão em consonância com as recomendações do IEPHA para a salvaguarda do patrimônio imaterial da viola caipira mineira, entre as quais destacamos: - A ampliação da participação dos grupos que produzem, transmitem e atualizam manifestações culturais de natureza imaterial nos projetos de preservação e valorização desse patrimônio; - O incentivo à pesquisa documentação e difusão das diversas maneiras de se afinar e tocar a viola; - A valorização dos ofícios, dos mestres fazedores e de seus produtos. Objetivos gerais e mudanças para a região do projeto: 1. Desenvolver 06 Palestras/workshops, junto as comunidades do projeto para estimular o conhecimento a percepção e valorização do patrimônio cultural; 2. promoção do interesse da sociedade pelos conhecimentos dos mestres da viola; 3. Estimular a valorização dos saberes e fazeres da viola, e acompanhar e monitorar o estudo e pesquisa deste projeto, podendo amplificar ainda mais as atitudes e demandas que foram apuradas na pesquisa e nas palestras; 4. Promover a formação e conscientização de professores e das comunidades da importância da cultura de suas tradições enquanto patrimônio cultural; 5. Promover pesquisas de percepção, visibilidade e avaliação, a fim de melhorar a comunicação da equipe do projeto com a comunidade; 6. Tornar público e acessível o registro audiovisual dos saberes e fazeres da viola; 7. Realizar em Belo Horizonte uma apresentação com o resultado da pesquisa e com a participação dos mestres da região. 8. Realizar a pesquisa documentada descrevendo e avaliando cada processo dos participantes, um questionário detalhando os conteúdos, a manifestação de cada participante como processo para as novas diretrizes. A partir da mobilização de crianças, adolescentes, professores e pessoas “Mestres” da comunidade, se pretende desenvolver em todos os municípios do projeto, Palestras e pequenos encontros em cada comunidade, que estimulem a exploração da memória, da imaginação, das relações humanas, como a brincadeira, contação de história e tantas outras atividades que nos inserem neste mundo, e através delas possibilitar registros materiais em diversos suportes e técnicas, como desenho, fotografia, transcrição de narrativas orais, inventários criativos, mapas, etc. tudo produzido pelas próprias mãos da comunidade com orientação e mediação da equipe do projeto e do pesquisador. A proposta pedagógica pretende convergir estratégias que permitam experiências diversificadas para um despertar do processo criativo fluido, sutil, em devaneios e derivas que alimentem a percepção e a criação, confluindo possibilidades para gerar situações que desenvolvam um maior entendimento dos saberes, das tradições culturais e patrimônio cultural das comunidades e criar ambientes que permitam aproximação, convivências e aprendizados entre as gerações. O material produzido será organizado, editado em catálogo, impresso, cartilha/revista e DVD e distribuído para as escolas e comunidades participantes, fortalecendo os laços de afeto, salvaguarda e valorização do patrimônio cultural regional. Detalhamento das ações: principais atividades O projeto prevê: 1) realização de eventos e a distribuição de produtos de forma gratuita; 2) Palestra/workshops de transmissão dos saberes tradicionais e pequenos encontros, realizados nas comunidades e em escolas públicas, para crianças e adolescentes, educadores e funcionários. Nestes eventos haverá exibição do documentário, distribuição gratuita de DVD’s, da revista Mestres da Viola de cartilhas educativas; 3) Apresentação em Belo Horizonte com Belo Horizonte uma apresentação com o resultado da pesquisa e com a participação dos mestres da região exposição do material produzido, convidados da área acadêmica, pesquisadores e apresentação artística dos mestres envolvidos; 4) Site contendo informações relacionadas à pesquisa sobre os mestres da viola, incluindo as entrevistas, vídeos, fotografias e materiais produzidos; 5) Distribuição gratuito de: Documentário em DVD: 1.000 unidades; Catálogo/revista Mestres da Viola (versão impressa): 1.000 unidades e Cartilhas educativas das oficinas (versão impressa): 1.000 unidades.

Acessibilidade

A preocupação com o acesso e a inclusão dos mais diversos tipos de público é uma constante quando se pensa em projetos de comunidades participantes deste projeto, pensar no respeito pelo trabalho dos mestres e fazer valer a lei 13.146/2015. Com a preocupação de tornar este conhecimento cada vez mais aberto também aos públicos com qualquer tipo de deficiência ou necessidade especial, e aos não assistidos por uma dificuldade cultural e pela importância de para a inclusão sociocultural de pessoas que necessitam de acesso, grupos de minorias, ainda mais sem se tratando de um publico de cidades ribeirinhas, de comunidades carentes com tantas dificuldades de acesso a tudo que é possivel. Em relação à acessibilidade física, na área externa acesso especial para o público. Em termos de acessibilidade comunicacional, nosso projeto está focado em ações voltadas principalmente, mas não só, com conteúdo para atendimentos as comunidades carentes, visuais e auditivos, especialmente no que diz respeito aos Mestres e a pesquisa, bem como à oferta de atividade acessíveis a população da região, exclusivas ou não para este público, com pequenos encontros didáticos. Também disponibilizamos registros físicos de todo o material impresso e digital que for realizado no projeto.

Democratização do acesso

A democratização do acesso também se dá através da produção de conteúdo virtuais como site e redes sociais, material impresso e virtual e materiais educativos são distribuídos gratuitamente a instituições de ensino, bibliotecas e visitantes, dentro da condição de cada município atingido pelo projeto e em Belo Horizonte. O projeto prevê a realização de eventos e a distribuição de produtos de forma gratuita. As ações previstas são estas: 1)06 Palestras/workshops, junto as comunidades do projeto para estimular o conhecimento a percepção e valorização do patrimônio cultural; 2)distribuição do documentário, do material produzido, para a área acadêmica, pesquisadores, e orgãos interessados nesta pesquisa tão rica de conhecimento; 3)Realizar em Belo Horizonte uma apresentação com o resultado da pesquisa e com a participação dos mestres da região. 4)Realizar a pesquisa documentada descrevendo e avaliando cada processo dos participantes, um questionário detalhando os conteúdos, a manifestação de cada participante como processo para as novas diretrizes. 5)Site contendo informações relacionadas à pesquisa sobre os mestres da viola, incluindo as pequenos encontros com as crianças e adolescentes, entrevistas, vídeos, fotografias e materiais produzidos e disponibilizar na internet, registros das atividades de ensino e dos eventos, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22, toda a distribuição nas cidades será gratuita, escolas públicas, alunos, professores e comunidades. 6)Produtos para distribuição: Documentário em DVD: 1000 unidades; Catálogo/revista Mestres da Viola (versão impressa): 1.000 unidades; Cartilhas educativas das pequenos encontros (versão impressa): 1000 unidades. Doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; realizar ação cultural voltada ao público infantil, juvenil, escolas e comunidades. A distribuição dos produtos será feita do seguinte modo (o restante será distribuído aos interessados): 10% para os patrocinadores; 10% para divulgação 80% para população, bibliotecas, escolas públicas, Estudantes, escolas das comunidades/mestres selecionados e interessadas e cada Mestres selecionado, selecionando os jovens, professores, crianças que participarão dos pequenos encontros.

Ficha técnica

·Joaci Ornelas - pesquisador e coordenador da pesquisa; ·Maria Helena Batista – Prestação de contas, administrativo, financeiro, gestão; · Thalita Matta Machado – comunicação - Jornalista – MG 09235 JP; ·Instituto Artes e Cultura – Maria Aparecida de Souza Costa /Sumaya Costa - responsável pelo andamento do projeto, da transparência, da legalidade dos documentos e da interlocução com a prestação de contas, sem custo na planilha. . Assistente produção e outros serviços terceiros, serão contratados nas cidades e serão definidos depois. Anexo enviamos os curriculuns detalhados (informações adicionais, tamanho do arquivo ficou maior que o permitido) Currículos · Joaci Ornelas - anexo Formação Músico, violeiro, compositor e cantador. Estudou violão e teoria musical e História da Música na Escora de Artes BH e Ordem dos Músicos do Brasil em Belo Horizonte 1990/2003. Estudou violão erudito com os professores Adalberto Santos e Tássio Moreira. Autodidata Viola Caipira (10 cordas) influenciado por mestres violeiros do São Francisco e do Jequitinhonha. Agente Cultural: Análise de processos culturais e artísticos, criação, planejamento e análise de projetos culturais - Secretaria Municipal de cultura - Belo Horizonte - 2000. Pesquisas: Natural de Salinas, Vale do Jequitinhonha, Joaci Ornelas sempre desenvolveu estudos e pesquisas ligadas ás suas raízes culturais nos vales do São Francisco, Jequitinhonha, MG, com Cds e Documentários publicados. - VII Encontro de Educação e Cultura da AALC - Martinho Campos - MG - 2007. - Oficinas de Musicalização e Percussão e Formação de Colal- UMEI -Associação -Dinâmicas - BH - 2002/2010.- Oficinas de Musicalização, Flauta Doce e Percussão Centro de Acolhida Betânia- Belo Horizonte - 2005.- Professor de Música na Escola Seminário Sagrado Coração de Jesus - Belo Horizonte - 2003/2005 CDs gravados: - "No dizer do sertão" CD autoral e parceria com diverso músicos mineiro - 2015.- "VivaViola - viva a cantoria! com os violeiros Pereira da Viola, Chico Lobo, Wilson Dias, Bilora e Gustavo Guimarães- Belo Horizonte - 2013.- “VivaViola - sessenta cordas em movimento”, Belo Horizonte - 2011.-“Andejo” com musicas autorais e parceiras com artistas mineiros e músicas de dom. publico - 2005. Apresentações/ Participações: - apresentação no Seminário "Viola Caipira", O Fazer e o Tocar Viola em Minas, IEPA MG - 2017. - Seminário sobre cadeia produtiva da música e viola caipira, , em Brasília -2016.- Projeto Causo e Viola das Gerais, SESC-MG, em Iturama, MG; Gravação do programa "Arrumação", Tv Minas, Belo Horizonte - 2015. · Maria Helena Batista – Experiência cultural/prestação de contas, administrativo, financeiro, gestão. Atuando nos projetos abaixo: Produção e prestação de contas dos Projetos Plano Anual do Espaço do Conhecimento/ UFMG de 2015 / 2019 - Gestão Administrativo/Financeira e prestação de contas Grupo Cultural Meninas de Sinha de 2004 a 2019 - Coordenadora financeira do FIT – Festival Internacional de Teatro de 2000 ate 2004 e de 2006 a 2014 e do Festival Internacional de Arte Negra – FAN por 3 períodos, Do FIQ – Festival de Quadrinhos por 2 anos, do Vozes de Mestres desde 2006; Coordenadora Financeira e de Prestação de Contas: Fundação de Educação Artística e Associação de Amigos da Fundação de Educação Artística, Instituto Artivisão (período 2009 a 2012), Associação Mantenedora do MMM Minas e Metal, Inspire Gestão Cultural Ltda, Appa – Associação Pro-Cultura e Promoção das Artes, Associação Escola Guignard, Instituto Jardim Cultural entre outros. · Thalita Matta Machado - FORMAÇÃO_____________________________________________________ - Comunicação Social com habilitação em Jornalismo concluída na PUC Minas – 2000 / 2003 - Curso Liderança: Delegação de Tarefas – AMCHAM Brasil – 2017 - Workhsop “Influenciadores” com Gabriel Ishida | Atlas Media Lab/SP – 2017 - Curso Share de Marketing Digital – 2015 e 2016 - Curso Comunique-se de Comunicação no Turismo – 2014 - 1º Seminário Internacional de Gestão Cultural da UNA – 2008 ATUAÇÃO PROFISSIONAL________________________________________ Formada pela PUC-MINAS, Thalita Matta Machado é produtora executiva há 22 anos e jornalista com foco em comunicação integrada há 16 anos. Atua nas áreas de cultura/diversidade, gestão de pessoas e comunicação coorporativa, atendendo expressivos clientes com diferentes portes e perfis, nos segmentos público e privado. Desde 2009, é também fundadora da empresa de assessoria de comunicação e produção executiva Fluxo Comunicação e Cultura. No segmento cultural, como assessora de comunicação e imprensa, desenvolveu o planejamento de mídia, plano de divulgação, produção de textos, condução de coletivas e atendimento para clientes como: FAN – Festival de Arte Negra, FIT-BH Festival Internacional de Teatro Palco & Rua de Belo Horizonte, TEDxBeloHorizonte “Expandindo Horizontes”, Projeto Conexão Telemig Celular de Música, Na Ponta da Língua (Telemig Celular), Trem das Artes 6° edição 2009, Lançamento do CD “Música de Brinquedo” do Pato Fu, Savassi Jazz Festival 2010, Pop Rock Brasil 2007 e 2008, entre outros. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL_____________________________________ · MaxMilhas (2018 / atual) · Link Comunicação (2016 / 2018) · Partners Comunicação Integrada (2013 / 2016) · Banco Rural (2013) · Interface Comunicação Empresarial (2012 / 2013 – freelancer) · Prefeitura de Belo Horizonte (FIT-BH 2012) · Associação Será Que? Cultural (2010 / 2012) · OSCIP Instituto Artivisão (2009 / 2014) Maria Aparecida de Souza Costa – Nome Artístico: SUMAYA COSTA REG. MT.- 064 - DRTMG - 05/02/82 - CNPJ: Micro Empreendedor Individual: 14 136 483/0001-60 FORMAÇÃO: CURSOS: Arte Dramática / Palácio das Artes / Agosto 1977 a Dezembro 1980Educação Através da Arte / Professora - Ivana Alvarenga Botrel / BH Dez.1982Teatro na Educação / Professora - Ingrid Domien Koudela / B H - Maio 1983Introdução à Mímica e Pantomima / Prof. Raimundo Farinelli BH Fevereiro 1984Atividades administrativas Coordenadora de projetos da Fundação de Educação Artística desde 2013Coordenação dos espetáculos de Palco da 11ª Edição do FITBH/2012- Festival Internacional de Teatro de Belo HorizonteCoordenação Financeira, prestação de contas e Assistente de produção das seis edições do K-iau em Cena – Festival Nacional de Teatro de Araçuaí – 2006/2007 /2008 /2010 /2012/2014Administração Financeira 2º Seminário Internacional de Gestão Cultural – BH – 2010 – Duo Informação e Cultura6º Encontro da Canção Infantil Latino Americana e Caribenha – Belo Horizonte Coordenadora de Espetáculos. – agosto de 2003Diretora Administrativa e Financeira do FIT-BH-97 , FIT-BH-98 e FIT-BH-2000 - Festival Internacional de Teatro Palco e Rua de Belo Horizonte. TRABALHOS REALIZADOS ATRIZ Encena Bonecos – Itaúna – MG- Março de 2012Prêmio Cena Minas – 2008 – Grupo Teatro de Bonecos Patai e Patatá – Bonecos na EscolaEncena Bonecos – Pirapetinga /MG – 2007 - Ganhador do Cenas Minas 2008 apresentando em escolas públicas estaduais de Belo Horizonte, Veredinha, Turmalina, Capelinha, Itamarandiba, Araçuaí/2006Contos Por Elas- Festival K-iau em Cena – Araçuaí – Minas Novas, Capelinha, Itamarandiba, Turmalina, Veredinha - Betim Contagem – Timóteo- 2006Cadê o Tesouro Que Tava Aqui? / Autor - Criação coletiva (Grupo Teatro de Bonecos Patati & Patatá) / Direção - Coletiva do Grupo / Teatro - Na rua (BH. ,MG) / - outubro 1990 / Teatro - Na rua (Capelinha, MG.) / - Janeiro 1991Das Märchen / Autor – Goethe / Direção - Coletiva (Grupo Zero e Grupo Teatro de Bonecos Patati e Patatá) / Grupo Teatro de Bonecos Patati & Patatá Teatro - Elizabetano de Sabará - Sabará - Minas Gerais / - Dezembro 1989

Providência

PROJETO ARQUIVADO.