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O projeto "Espaço Cultural na 14ª Fenavindima" ocorrerá em meados de fevereiro e março de 2020 em Flores da Cunha. Essa ação cultural prevê a realização de espetáculos de música instrumental, além de grandes espetáculos na área de artes cênicas. Os ingressos serão vendidos a preços populares, além do acesso gratuito à estudantes de escolas públicas e entidades comunitárias visando garantir o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso a diversidade de linguagens e manifestações culturais.
A realização do Espaço Cultural na 14a FENAVINDIMA vem com o intuito de proporcionar apresentações de música instrumental e de artes cênicas, como Radicci e Genoveva, do Grupo Ueba, com tempo aproximado de 60 min e classificação de 12 anos, como Mitincanto – Aventuras e Desventuras de Nanetto Pipetta, com duração de 75 min e classificação de livre, como Par ou Ímpar, de Kleiton & Kledir + Grupo Tholl, com duração de aproximadamente 75 min e classificação livre e como o espetáculo Pandora, do Grupo Circo de Palco, com duração de aproximadamente 50 min e classificação livre, ampliando o repertório cultural dos participantes, estimulando a fruição e a produção cultural, principalmente para crianças e professores das escolas públicas e particulares, além de entidades comunitárias e de assistência social.
OBJETIVO GERAL Proporcionar apresentações de música instrumental e de artes cênicas ampliando o repertório cultural dos participantes, estimulando a fruição e a produção cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · Realizar sete apresentações de música instrumental visando ampliar o repertório cultural dos participantes, estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal; · Promover quatro espetáculos de artes cênicas de forma a criar condições para práticas culturais duradouras; · Estimular a fruição e a produção cultural, contribuindo para a formação de plateia e a difusão das produções artísticas locais não inseridas na indústria cultural; · Permitir o acesso gratuito a estudantes de escolas públicas e entidades comunitárias; · Beneficiar de forma direta um público, de aproximadamente 20.000 pessoas, com ingressos a preços populares e uma programação cultural diversificada;
O projeto "Espaço Cultural na 14ª Fenavindima" ocorrerá nos meses de fevereiro e março de 2020 no Parque da Fenavindima, local que possui toda a infraestrutura necessária para um evento de grande porte, bem como adaptado para portadores de necessidades especiais. Visando garantir o acesso à arte e à cultura como base para o exercício pleno da cidadania, essa ação cultural prevê a realização de sete atrações de música instrumental como a Orquestra de Sopros Eintracht, a Orquestra Sinfônica de Novo Hamburgo, Orquestra de Sopros de Teutônia, Quarteto Instrumental Yangos, Hique Gomez com a Sbornia Kont’Atraka, a Família Lima e a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre/ OSPA. O público também terá acesso a quatro espetáculos de artes cênicas com as peças teatrais de Radicci e Genoveva com Grupo Ueba, Grupo Circo de Palco, Espetáculo Mitincanto _ Aventuras e Desventuras de Nanetto Pipetta e o Espetáculo Par e Ímpar com Kleiton & Kledir e Grupo Tholl contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento cultural da região. Visando democratizar o acesso com entrada gratuita para escolas públicas e entidades comunitárias em todos os dias da realização da festividade. Os ingressos serão vendidos a preços populares visando garantir o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso a diversidade de linguagens e manifestações culturais, contribuindo para a formação de plateia e a difusão das produções artísticas não inseridas na indústria cultural. Como ação educativa, A Orquestra de Sopros de Teutônia contribuirá de sobremaneira para ampliar o repertório cultural do público, com a realização de um ensaio aberto voltado para estudantes e professores de escolas do município e região. Ressalta-se também que com os benefícios da Lei de Incentivo à Cultura pretende-se ampliar esta ação cultural, estimulando e agregando à comunidade todo o potencial cultural dessa ação. Para este projeto procuramos obter o apoio da Lei e somente com ela conseguiremos oferecer gratuidade, ingressos mais acessíveis e espetáculos qualificados, a fim de ampliar o acesso a este bem cultural. Assim, este projeto contempla principalmente o Art. 1º da Lei 8313/91, em seu inciso I, que visa "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; e o inciso II, de forma a "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" e o inciso VIII, "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". Ao mesmo tempo, o projeto "Espaço Cultural na 14ª Fenavindima" atende o Art. 3º em seu Inciso I, alínea c, ao promover a realização de espetáculos de artes cênicas e de música instrumental. O fato de termos o apoio da Lei para este projeto, representará não somente um investimento financeiro, mas principalmente um investimento no capital cultural de cada um dos participantes.
Os recursos oriundos da venda de ingressos, serão utilizados para arcar com despesas destinadas a distribuição de uvas, vinhos e sucos ao público que prestigiar o evento. Além disso, serão utilizados para custear demais atrações musicais que se apresentarão durante o evento e não são contempladas pelo projeto, assim como eventuais custos de divulgação do evento que não sejam contemplados pelo mesmo.
Orquestra Eintracht com o espetáculo “Andante”: O espetáculo inspira-se em artistas, obras, saberes e fazeres populares. Um caminho inspirador foi a obra do uruguaio, Joaquín Torres Garcia, América Invertida, que propõe a inversão do mapa, de forma que a ponta da América do sul esteja direcionada para o norte, para que possamos pensar a partir do nosso lugar. Nas palavras do artista, O sul é nosso norte. O espetáculo se constrói olhando a cultura brasileira a partir de sua latinidade. O Brasil latino americano, o Brasil do afeto, da cor, da alegria, da fé, da intensidade. Por mais que a brasilidade seja exaltada em detrimento da latinidade brasileira, as influências da partilha do chão da América do Sul não obedecem a fronteiras. Estão por toda parte, no lamento indígena, no canto da terra, na resistência negra, na resiliência dos imigrantes de diversas etnias. Nascemos sob o sol dos trópicos e somos enterrados sob a mesma terra. É importante potencializar a força de sermos latinos, na terra, no sangue e na cultura. Somos uma terra de proporção continental. Milhões de pessoas, diferentes formas de expressar o amor por nosso lugar, pelo qual se luta e se festeja. Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo: A OSNH apresenta uma formação instrumental estruturada nos instrumentos de sopro e percussão. Essas formações, chamadas Bandas Sinfônicas, começaram a ganhar força e projeção a partir da primeira metade do século XX, o que possibilitou a execução de repertórios bastante diversificados. Desta forma, o repertório da OSNH também transita do popular ao erudito, passando pelas trilhas sonoras e música temática, o que pode contemplar a participação de solistas diversos – cantores, coros ou instrumentistas. Orquestra de Teutônia: A Orquestra Municipal de Teutônia é conhecida no sul do Brasil pelo seu repertório, sempre atualizado, pela vibração, energia e balanço impostos pelos instrumentistas que fazem o público vibrar, dançar e se emocionar. No repertório, o que há de melhor da MPB, Jazz, temas musicais do cinema mundial, canções dos Beatles, música Latino‐Americana e folclore gaúcho, alemão e italiano. Além disso fará um ensaio aberto, ampliando o repertório cultural do público na área da música instrumental, voltado para estudantes e professores de escolas públicas e demais público interessado. Yangos: Espetáculo de música instrumental, faz referência às composições da Yangos. Traz no repertório além de músicas autorais do grupo, tradicionais canções sul-americanas em ritmos como milongas, chamamés, chacareras, rasguidos, tangos e zambas. Hique Gomez com espetáculo “A Sbornia Kontr’ Atracka!”: Kraunus descobriu que a premiada pianista e atriz Simone Rasslan é na verdade “Nabiha” a grande pianista sbørniana formada pela Libertok Universitik de Musik da Sbørnia, (mesma universidade do Maestro Pletskaya). Sobem ao palco preservando toda a cultura do Teatro Hiperbølico, a antiga corrente artística que marca o estilo do trabalho. No repertório seguem alguns clássicos do Tangos e Tragédias e novas canções do principal compositor Sbørniano o professor Ubaldo Kanflutz (Cláudio Levitan), reitor das Universidades de Ciências Fictícias da Sbørnia. A imprensa tem enfatizado a performance dos artistas da Sbørnia como criativa e única. Família Lima: Apresentação musical com cantatas da obra Carmina Burana, de Carl Off, entre outros e mais músicas compostas pelo integrante Lucas Lima. Grupo Ueba: Baseado na comédia de mascaras expressivas, o grupo traz a cena dois personagens típicos da região da serra gaúcha, uma típica "mamma" italiana e ele um inveterado beberrão. Conta um dia na vida desse casal, imortalizado nas tirinhas de Carlos Iotti, e tem a direção de Dilmar Messias. Inspirada na obra do cartunista Iotti, a peça aborda a vida do casal colono mais querido das tirinhas brasileiras. Recheada de diálogos afiados, o espetáculo mostra a rotina de um casal em pé de guerra movidos por um legítimo humor politicamente incorreto, onde Genoveva faz as vezes da dona de casa no limite com seu marido vadio, beberrão e nada higiênico. O roteiro apresenta um dia na vida de Radicci e Genoveva, com a presença de todos os jogos de dominação cabíveis, em uma história com tom mais cotidiano e casual, que se passa sem perder a essência da relação construída entre os personagens originais e tão conhecida pelos leitores de todo o Brasil, especialmente da região sul. Miseri Coloni: A comédia musical Mitincanto – Aventuras e Desventuras de Nanetto Pipetta coloca em cena uma temática baseada na cultura popular veneta do século XIX, rica em mitos e ritos, como descrito no livro Mitincanto, de Gianluigi Secco, escritor e compositor italiano. O livro é resultado de exaustiva e detalhada pesquisa sobre o tema. O autor, além de descrever os mitos, também compôs músicas que falam de cada um deles. Essas músicas também estão presentes no espetáculo, construindo e alinhavando as cenas. O personagem criado pelo Frei Aquiles Bernardi, Nanetto Pipetta, bastante conhecido na região da colonização italiana, é o condutor da ação. Essas duas fontes de inspiração trazem uma configuração inédita ao tema. A cultura dos imigrantes será mostrada através de seus mitos, de forma lúdica, leve, colorida e ágil. Diferentes linguagens serão utilizadas para criar a atmosfera mítica e representar as tradições populares: música e canto se mesclam ao teatro, às máscaras e aos elementos carnavalescos. Kleiton & Kledir / Grupo Tholl: Depois de vários anos fazendo sucesso entre os adultos, os músicos gaúchos Kleiton & Kledir resolveram compor para a gurizada. Uniram-se ao Grupo Tholl e montaram um show para crianças de todas as idades. Pela primeira vez, a dupla investiu em um projeto totalmente voltado para o público infantil, com composições próprias e inéditas, explorando o universo dos pequenos amantes da música. K & K investem em temas divertidos e conhecidos da garotada, que levam títulos como "O Mágico Estrambólico", "Formiga Atômica" e "Pirulito Esquisito". Nas canções de "Par ou Ímpar", os bichos falam, os objetos ganham vida e as crianças fazem rimas até pra brigar. Além das canções originalmente compostas, o álbum traz uma música inspirada no livro Pé de Pilão, do também gaúcho Mario Quintana, além de versões para o português de duas músicas da genial compositora argentina Maria Elena Walsh, que encantou gerações de crianças latino-americanas. O cd do show musical Par ou Ímpar recebeu o Prêmio da Música Brasileira como Melhor Álbum Infantil, durante cerimônia no Theatro Municipal do Rio, em 12 de junho de 2013, e o Prêmio Açorianos de Melhor CD Infantil, em Porto Alegre, dia 25 de junho de 2013.
Para o pleno exercício dos direitos culturais das pessoas, o espaço físico onde se realizará o Espaço Cultural na 14a Fenavindima é adequado a pessoas com dificuldade de locomoção ou idosas com pontos rebaixados para possibilitar o acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldade de mobilidade, permitindo o amplo acesso a todas as áreas do evento. Algumas medidas de inclusão como cadeiras reservadas nas primeiras filas e monitores para ajuda na locomoção serão tomadas visando promover a participação de pessoas com necessidades especiais como estudantes da APAE, grupos de Terceira Idade e entidades de assistência social. Estaremos disponibilizando intérprete de libras às pessoas com deficiência auditiva, que acompanhará o evento e fará a tradução do conteúdo dos espetáculos na língua brasileira de sinais. Além disso, será descrito o ambiente da realização das apresentações e os respectivos roteiros aos deficientes visuais, através de locução gravada.
APRESENTAÇÕES DE MÚSICA INSTRUMENTAL Distribuição gratuita: 4.800 pessoas. Cobrança de ingressos: 7.200 pessoas ao valor de R$10,00. Critério de distribuição adotado: distribuição gratuita para o público escolar, além de entidades comunitárias e de assistência social, comprovada através de registros fotográficos da exposição dos cartazes e folders de divulgação e da veiculação na rádio e jornal, informando a entrada franca a esse público em todos os meios. Ação de democratização adotada: disponibilização de registros audiovisuais dos produtos culturais na internet, através de redes sociais e permitida a captação de imagens das atividades e dos espetáculos, de acordo com as medidas III e IV, do artigo 21 da IN n° 02/2019. ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS Distribuição gratuita: 3.200 pessoas. Cobrança de ingressos: 4.800 pessoas ao valor de R$10,00. Critério de distribuição adotado: distribuição gratuita para o público escolar, além de entidades comunitárias e de assistência social, comprovada através de registros fotográficos da exposição dos cartazes e folders de divulgação e da veiculação na rádio e jornal, informando a entrada franca a esse público em todos os meios. Ação de democratização adotada: disponibilização de registros audiovisuais dos produtos culturais na internet, através de redes sociais e permitida a captação de imagens das atividades e dos espetáculos, de acordo com as medidas III e IV, do artigo 21 da IN n° 02/2019. CONTRAPARTIDA SOCIAL Ação: promover a realização de um ensaio aberto com a Orquestra de Sopros de Teutônia que contribuirá de sobremaneira para ampliar o repertório cultural do público na área da música instrumental, voltado para estudantes e professores de escolas públicas e demais público interessado. Distribuição gratuita: 2000 pessoas. Público alvo: estudantes e professores de escolas públicas e particulares e público em geral. Instituições: escolas públicas municipais e estaduais e escolas particulares do município de Flores da Cunha. Ação de democratização adotada: disponibilização de registros audiovisuais dos produtos culturais na internet, através de redes sociais e permitida a captação de imagens das atividades e dos espetáculos, de acordo com as medidas III e IV, do artigo 21 da IN n° 02/2019.
Proponente Associação de Amigos do Museu e Arquivo Histórico Pedro Rossi: Criada no final de 2005, a associação tem o objetivo de auxiliar nas promoções das diversas atividades organizadas pelo Museu. Organiza anualmente o ciclo de palestras com temas diversificados referente a aspectos históricos, além do projeto de Oficinas de Talian com estudantes do município, a Notte Dele Ciácolle que tem o foco de preservar a cultura italiana herdada dos primeiros imigrantes, a realização do XX e XXII Sinos de Natal de Flores da Cunha e a realização da 40a e 41a Feira do Livro de Flores da Cunha. No presente projeto disponibilizará recursos humanos para auxiliar com a produção executiva sem custos. Orquestra Eintracht: Regência: Ademir Schmidt Direção: Fernando Ochôa Assistente de Direção: Hebe Cardoso Solistas: Cláudio Veiga e Fernanda Voltz Roteiro: Hebe Cardoso, Carina Rippel e Fernando Ochôa Arranjador: Davi Coelho Engenheiro de Som: Thomas Dreher Designer de Luz: Fernando Ochôa Fotografia: Elson Sempé Arte Gráfica: Bruna Ribeiro de Quadros Montagem e apoio de palco: Miguel Bastos Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo: A Orquestra de Sopros De Novo Hamburgo é um dos grupos orquestrais mais antigos do Estado do Rio Grande do Sul. Em 2017, completou 65 anos de atividades ininterruptas, legado que se iniciou em 1952, com a criação da Banda Municipal, sob a regência de Arlindo Ruggeri. Tombada como patrimônio histórico, artístico e cultural do Município desde março de 2008, a OSNH reforça seu papel na preservação da memória musical de nossa cidade e região. A OSNH apresenta uma formação instrumental estruturada nos instrumentos de sopro e percussão, com repertório que também transita do popular ao erudito, passando pelas trilhas sonoras e música temática, o que pode contemplar a participação de solistas diversos – cantores, coros ou instrumentistas. Orquestra de Teutônia: criada em 1983, logo após a emancipação político‐administrativa de Teutônia, contando inicialmente com 13 músicos que se encontravam semanalmente. De concerto em concerto o grupo crescia tecnicamente e adquiria mais confiança. O repertório era atraente aos ouvidos da plateia que prestigiava as “Noites Culturais” promovidas pela orquestra. Desde 1996, a Orquestra vem crescendo gradualmente e dando espetáculos nos principais eventos culturais, congressos e feiras do Rio Grande do Sul. A Orquestra possui 25 músicos, distribuídos em naipes (saxofones, trompetes, trombones, teclados, guitarra, baixo elétrico, bateria e percussão e vocais), com arranjos e direção musical de Astor Jair Dalferth. Yangos: Grupo referência na música instrumental do sul do Brasil, YANGOS toca ritmos latinos da América do Sul. Hoje é reconhecida como criadora de um novo estilo a partir da música de raiz, e alcança grande destaque também por sua performance em shows carregados de energia que já agradaram público e crítica em todas as regiões do país e mais de 10 países em 4 continentes. Contemplado com o selo NATURA MUSICAL em 2017, Yangos lançou o álbum Brasil Sim Senhor (2018), em uma afirmação de que ritmos do sul fazem parte da cultura brasileira. Segue em movimento, envolvido pelo hibridismo de dançantes ritmos sul-americanos, adicionados a um brasileirismo sulino como jamais se ousou. Hique Gomez: Um dos criadores da comédia “Tangos e Tragédias”, segue com seu personagem Kraunus Sang na saga Sborniana. Está de volta aos palcos, acompanhado pela pianista e atriz Simone Rasslan, depois da perda de seu companheiro Nico Nicolaiewsky. Orquestra Sinfônica de Porto Alegre – OSPA: A Ospa foi fundada em 1950, tendo à sua frente o maestro Pablo Komlós, regente húngaro que a dirigiu até 1978 e foi responsável pela permanência, solidificação e prestígio adquirido pela orquestra gaúcha em todo o país. Até o ano de 1964, a Ospa era mantida com a colaboração de sócios da comunidade local. Após estudos, no dia 22 de janeiro de 1965, a então Sociedade Orquestra Sinfônica de Porto Alegre teve autorizada a sua encampação pelo Governo Estadual e, através do decreto de lei nº 17.173, foi transformada em fundação, sob forma autárquica. Os músicos foram reconhecidos nos seus direitos como funcionários públicos. Possui uma extensa agenda de concertos em todo o estado, atingindo um público abrangente e diversificado. Orquestra mais antiga do país em atividades ininterruptas, sua programação é constituída pelas séries Theatro São Pedro, UFRGS, Igrejas, Araújo Vianna, Interior, Música no Museu, Didáticos, Ospa Jovem e concertos especiais. Família Lima: É um grupo musical brasileiro, natural do Rio Grande do Sul. Seu gênero musical é o clássico. Seu mais recente álbum foi lançado no ano de 2007, que reuniu cantatas da obra Carmina Burana, de Carl Off, e mais músicas compostas pelo integrante Lucas Lima. Eles já foram atração nos Estados Unidos, Europa e inclusive se apresentaram ao Papa João Paulo II. No Brasil, o trabalho da banda tem alcançado bastante êxito. O grupo composto por José Carlos Lima, os filhos Amon-Rá, Moisés e Lucas, e o sobrinho Allen, que, juntos, formam a Família Lima. Esse quinteto do Rio Grande do Sul tem uma importância muito grande pra mundo da música. Grupo Ueba: Com 12 anos de estrada – literalmente – o Grupo Ueba já perdeu a conta da quilometragem feita entre festivais, encontros de artes cênicas e sua incansável busca pela melhor história, melhor técnica e plateias inesquecíveis. A preocupação e o zelo do Grupo Ueba na exploração de todas as potencialidades de uma narrativa fizeram com que seus atores, muito mais do que intérpretes de personagens, sejam igualmente idealizadores de todas as etapas do processo de criação; a partir da necessidade de um cliente ou uma audiência, a história é desenvolvida minuciosamente com um cuidado especial em cada detalhe. A concepção da peça é integralmente parte desse trabalho, sendo que cada elemento visto em cena é planejado e executado sob os cuidados do Grupo. Não há acasos. Não é com a sorte que se ganha o mundo. Grupo Circo de Palco: O Grupo Circo de Palco existe a 5 anos e trabalha com animações e espetáculos em eventos corporativos e de prefeituras. Já viajou por todo o estado e também para alguns lugares do Brasil, como Santa Catarina e Brasília. O espetáculo Pandora faz parte do repertório do grupo, além de um espetáculo de Natal. Além disso, também oferece outras oficinas como malabares, expressão corporal e contorcionismo durante o ano. Miseri Coloni: Associação Cultural Miseri Coloni teve a sua origem em 1980. Os objetivos da associação recém criada, embora tenham sido escritos bem mais tarde, sempre foram os de: - resgatar, preservar e cultivar as tradições dos imigrantes italianos; - desenvolver atividades artísticas contemplando a cultura italiana e as demais culturas que integram nossa região; - promover cultura e arte de qualidade. O teatro foi a modalidade artística eleita por primeiro e também aquela na qual o Miseri Coloni se destacou. Além do gosto pelo teatro, ele foi visto como um instrumento eficaz para auxiliar na preservação das tradições e da linguagem dos antepassados. Kleiton & Kledir / Grupo Tholl: Kleiton & Kledir trouxeram definitivamente para a cultura brasileira a nova música gaúcha. Eternizaram um sotaque diferente, uma maneira própria de falar e cantar, com termos até então desconhecidos como "deu pra ti" e "tri legal". Acabaram se transformando em símbolos do gaúcho contemporâneo, do homem moderno do sul do Brasil, o que fez com que o governo do estado lhes conferisse o título de "Embaixadores Culturais do Rio Grande do Sul". O Grupo Tholl foi escolhido como nome fantasia em 2006, quando a montagem de circo-teatro "Tholl, Imagem e Sonho" conquistou a crítica e arrebatou plateias pelo Brasil. O objetivo principal do Grupo Tholl é a excelência para novas montagens e o exercício da cidadania de cada um de seus integrantes em projetos de inclusão social e cunho cultural.
PROJETO ARQUIVADO.