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Montagem e temporada de estreia do espetáculo teatral "Hamlet, os Sonhos que Virão", celebrando os 10 anos de existência da companhia paulista Empório de Teatro Sortido, fundada por Rafael Gomes e Vinicius Calderoni. Além das apresentações,serãorealizados workshop, palestra e bate-papo como ações formativas.
Escrita entre os anos de 1599 e 1601 por William Shakespeare, Hamlet é considerada a mais bem acabada tragédia do teatro ocidental. E que também contém em si sofisticadas doses de humor, suspense e romance. A peça conta a história do Príncipe Hamlet, que tem como objetivo vingar a morte de seu pai, um rei morto pelo próprio irmão. O assassino, tio de Hamlet, após usurpar o trono e o reino, casa-se com a rainha, mãe do protagonista. Obcecado por justiça, o príncipe mergulha em uma espiral que mistura loucura e sensatez, causando trágicas consequências para todos à sua volta – e para o próprio reino do qual é o herdeiro. Hamlet explora profundamente temas como traição, vingança e moralidade. É também um dos mais lúcidos e poéticos tratados sobre as forças de vida e morte já produzidos pela literatura dramática.
GERAL: Realizar a montagem e estreia da peça Hamlet _ Os Sonhos que Virão, celebrando os 10 anos de existência da companhia paulista Empório de Teatro Sortido, seguida de uma temporada de estreia em cidade brasileira. ESPECÍFICOS: - Recriar o maior clássico da dramaturgia universal, com nova tradução e adaptação; - Dar ao texto clássico um fôlego renovado, com elenco plural, misturando nomes novos e consagrados e criando uma montagem vibrante e cheia de energia, que mira um público jovem e renovado; - Realizar a estreia em um espaço público da cidade, tirando a encenação de dentro de um teatro tradicional e fazendo com que ela ocupe, preferencialmente, um patrimônio histórico. A encenação imersiva, onde o espectador habita a ação, é inovadora e extravasa os limites do palco, saindo da sala de espetáculos tradicional para ganhar a cidade e ampliar seu alcance estético e humano; - Realizar uma temporada de 16 apresentações, com acesso pago, respeitando os limites de valor permitidos e as gratuidades obrigatórias exigidas pela lei de incentivo; - Realizar 01 bate-papo entre atores e plateia falando sobre o processo de montagem; - Realizar 01 workshop gratuito sobre produção cultural; - Realizar 01 palestra gratuita sobre direção artística/adaptação de textos para o teatro; - Realizar 01 bate papo gratuito com parte do elenco sobre a obra e o processo criativo do espetáculo.
Fundada em 2010 por Rafael Gomes e Vinicius Calderoni, a companhia Empório de Teatro Sortido nasceu propondo-se duas fortes linhas de atuação: a produção de dramaturgia original brasileira e a recriação de textos clássicos. A intensa trajetória que se desenhou desde então comprova o pleno sucesso deste projeto. Foram 11 espetáculos de grande impacto e resultado junto ao público, enorme repercussão crítica e vencedores de alguns dos mais importantes prêmios do país (entre eles APCA, Shell, APTR e Aplauso Brasil, somando 14 troféus e outras 14 indicações). Circulando por festivais ou em temporadas próprias, as produções apresentaram-se em cerca de 40 cidades de diversos estados brasileiros. Cinco dos textos originais foram publicados por diferentes editoras (Cobogó e Leya) e receberam remontagens espalhadas por todo o país. Peças como Música Para Cortar os Pulsos, Um Bonde Chamado Desejo, Os Arqueólogos e a trilogia Placas Tectônicas (Não Nem Nada, Ãrrã e Chorume) consolidaram a Empório de Teatro Sortido como um selo artístico de espetáculos ao mesmo tempo sofisticados e populares, trabalhando com elencos numerosos e nomes consagrados das artes brasileiras (Maria Luisa Mendonça, Eduardo Moscovis, Juliano Cazarré, Gregório Duvivier, Natália Lage, Luciana Paes, entre outros). Na celebração de seus 10 anos de existência, a companhia apresenta a montagem de Hamlet, os Sonhos que Virão, unindo todos os vetores que a tornaram um importante coletivo de criação artística. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto também atende ao seguinte objetivo do Art. 3º da Lei 8313/91:II _ fomento à produção cultural e artística,
É raro que Hamlet seja interpretado por um ator com a idade real do personagem. Nesta montagem, pretende-se que não só Hamlet, como todos os papeis, sejam vividos por atores de até 35 anos. A juventude do elenco e o frescor de sua leitura tem por objetivo dar ao texto clássico não somente novos contornos e interpretações, mas também aproximá-lo de plateias contemporâneas, criando um espelhamento ainda mais certeiro com o público jovem. Este grupo de atores e atrizes será formado a partir de convites e testes, mirando uma formação plural e heterogênea. Assim, uma trupe perfeitamente integrada de atores talentosos, em uma pulsante dinâmica cênica, interpretará diversos personagens, inclusive alternando-se de uma apresentação para outra, proporcionando ao público um espetáculo sempre renovado e um jogo cênico continuamente eletrizante. O projeto é tirar o teatro do teatro, enquanto espaço físico, e, desta forma, fazê-lo mais teatral do que nunca. A estreia da encenação será uma experiência imersiva, realizada dentro de um espaço público desativado. Assim, convida-se o público a estar integralmente dentro da cena, desde o momento que pisa no local. E o caráter de evento teatral se impõe, dado que estar no espaço de encenação já será, por si só, uma convidativa atração. O espectador será conduzido em uma jornada de sensações intensas e profundas e, o melhor texto já escrito para o teatro torna-se, assim, uma experiência estética e emocional de tirar o fôlego. Borrando as referências de tempo e espaço, o edifício onde a encenação acontecerá passa a ser ele mesmo o próprio castelo onde a história se desenrola, dando ao público a sensação completa de pertencimento. O espectador será parte ativa da ação – não por ter que interagir com ela, mas por sentir-se o tempo inteiro conectado e pertencente. O cenário também será completamente integrado ao próprio prédio onde a peça acontece. Efeitos tecnológicos de som e projeção de imagens, bem como a trilha sonora original executada ao vivo, criarão um ambiente de desbunde visual e sonoro, estabelecendo com a plateia uma relação única. Para completar, a música também ocupa lugar de destaque na experiência estética e emocional da encenação. A trilha sonora será executada pelos próprios atores, adensando na linguagem teatral a sensação de trupe, tornando ainda mais forte e viva a existência dos personagens – bem como a performance do elenco. A música, portanto, não só pontuará climas e ritmos da narrativa da peça, como será também componente essencial do ímpeto juvenil, completo e furioso do personagem título. Composições originais serão costuradas com temas clássicos conhecidos, arranjados para uma formação contemporânea. Em um certo sentido, é como se o jovem Hamlet, em alguma sala do castelo de Elsinore, tivesse uma banda de rock com os amigos. Para dar nova vida a palavras e personagens já tão conhecidos, mas que sempre podem ser redescobertos, uma nova tradução e adaptação, portanto, farão aflorar em Hamlet o thriller psicológico e o inebriante caleidoscópio humano que a peça sempre foi. Sem perder nada de sua profundidade e da beleza de suas palavras, o texto será retrabalhado para apresentar personagens em constante perigo, enquanto fervilham de humanidade e poesia.
Espetáculo de teatro com trilha sonora original e aproximadamente 120 minutos de duração (tempo sujeito a alteração).
Para o espetáculo de artes cênicas: A produção priorizará a escolha de espaços que ofereçam condições de acesso para portadores de deficiência e/ou com mobilidade reduzida, caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. A produção fornecerá 01 apresentação acompanhada por um intérprete de Libras, de forma a atender deficientes auditivos. Parte dos programas será confeccionada em braile, de forma a atender deficientes visuais. Este custo será pago dentro de Custos vinculados-Divulgação. Para as ações formativas (contrapartida social): O bate-papo será acompanhado por um intérprete de Libras, de forma a atender deficientes auditivos. Como não haverá material impresso produzido para a ação, não faremos confecção em braile, para atendimento a deficientes visuais.
Para o espetáculo de artes cênicas: - A produção disponibilizará 20 por cento (20%) dos ingressos disponíveis para venda para distribuição gratuita a beneficiários de projetos sociais e/ou escolas públicas, em atendimento ao Art. 20 da IN nº 02/2019. - 10% dos ingressos serão comercializados a valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; - Realização de 01 bate-papo entre atores e plateia falando sobre o processo de montagem, em atendimento ao seguinte inciso/medida do Art. 21 da IN nº 02/2019: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e ocinas, além da previsão do art. 22; Para as ações formativas (contrapartida social): Em atendimento ao Art. 22 da IN n° 02/2019: - Realização de 01 workshop gratuito sobre produção cultural com Andréa Alves; - Realização de 01 palestra gratuita sobre direção artística/adaptação de textos para o teatro, com o diretor Rafael Gomes; - Realização de bate papo gratuito com parte do elenco sobre a obra e o processo criativo do espetáculo. EMENTA WORKSHOP DE PRODUÇÃO: Produzir teatro: planejar e viver de arte Com Andréa Alves Duração: 3 horas Conteúdo: Planejamento e produção teatral no momento atual Necessidades técnicas: power point e projeção de vídeos Público-alvo: estudantes de produção, produtores e artistas produtores Divulgação: Redes Sociais Inscrições: seleção através do preenchimento de formulário online
Texto original de William Shakespeare Tradução, adaptação e direção: Rafael Gomes Direção de produção: Andréa Alves Com Gabriel Leone, Vinicius Calderoni, Felipe Frazão e grande elenco (total de 12 atores). Cenografia: André Cortez Iluminação: Wagner Antônio RAFAEL GOMES: É considerado um dos diretores mais surpreendentes do teatro paulistano, vencedor de Prêmio Shell de Melhor Direção e APCA de Melhor peça Jovem. É o diretor da nova montagem de “Um Bonde Chamado Desejo” e de “Gota D’Água [a seco]”. Na seara audiovisual, roteirizou e dirigiu seis curtas metragens premiados e exibidos em importantes festivais ao redor do mundo. Assinou o roteiro dos longas-metragens “De Onde Eu Te Vejo” (2016) e “45 do Segundo Tempo” (2019), ambos dirigidos por Luiz Villaça. Para a televisão, criou, roteirizou e dirigiu a série infantojuvenil “Tudo O Que É Sólido Pode Derreter”, (2009/ TV Cultura – Sony Spin – TV Rá Tim Bum), sucesso de público e crítica, finalista do Prix Jeneusse Iberoamericano. Escreveu e dirigiu cinco episódios da minissérie “Família Imperial”, (2012/ Canal Futura – Disney Channel), sob direção geral de Cao Hamburger; integrou a equipe de roteiristas da série “Louco Por Elas” (2012-2013/Rede Globo), sob direção geral de João Falcão; e foi criador e roteirista-chefe das séries “3 Teresas” (2013-2014/GNT) e “Vizinhos” (2015/GNT), ambas com direção geral de Luiz Villaça. ANDRÉA ALVES: A carioca está há 27 anos no mercado de produção cultural. Formada em jornalismo pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso e em produção cultural pela Universidade Cândido Mendes, uniu o prazer pela música ao apreço pela escrita e história da cultura brasileira, junto a um lado bastante pragmático de organização e gestão. Construiu uma trajetória sólida, alcançando reconhecimento no Brasil, com a idealização e realização dos espetáculos de maior sucesso de público e mais premiados nos últimos anos, como ‘ELZA’, ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, ‘Auê’, ‘Gota d’Água [a seco]’ e ‘Gonzagão – A Lenda’. VINICIUS CALDERONI: Tem desenvolvido sua carreira entre o teatro, a música e o audiovisual. Em 2010, fundou, junto com Rafael Gomes a companhia Empório de Teatro Sortido. Escreveu e dirigiu Não nem nada (2014), pelo qual foi indicado ao Prêmio Shell de melhor autor, e Ãrrã (2015), que lhe rendeu o Prêmio Shell de melhor autor. Escreveu e atuou também em Os arqueólogos (2016), dirigida por Rafael Gomes, vencedora do prêmio APCA de melhor autor e também indicada ao Prêmio Shell na mesma categoria. Em 2017 estreou Chorume, conclusão da trilogia Placas Tectônicas, com texto e direção de sua autoria. No mesmo ano lançou os textos da Trilogia Placas Tectônicas pela Editora Cobogó. Autor do espetáculo musical Elza que estreou em 2018 e se consagrou como destaque na cena teatral, ganhou o prêmio APCA de 2018 pela dramaturgia do espetáculo, e em 2019 o melhor roteiro original em musicais da 7ª edição do Prêmio Bibi Ferreira. Como roteirista de cinema, desenvolve, atualmente, projetos de longas metragens ao lado de importantes diretores Júlia Rezende, Luiz Villaça e Rafael Gomes. Como ator, esteve no elenco da novela Deus salve o rei (TV Globo), e participou dos longas “Mãe só há uma” (2016), “Um namorado para minha mulher” (2016), além da série Louco por elas (TV GLOBO), com direção geral de João Falcão. GABRIEL LEONE: Começou a carreira em 2009 enquanto estava no colégio, entrou numa peça de teatro onde foi convocado a fazer parte da companhia de teatro Cia. Teatral Notre Dame do diretor da peça, permanecendo até 2013, onde atuou em várias peças. Em seguida atuou em álguns espetáculos musicais. Em 2013 fez sua estreia na televisão participando da série A Grande Família como Haroldo. No mesmo ano viveu o vilão Antônio em Malhação. Em 2015 ganhou destaque ao interpretar o sedutor Guilherme na novela das onze Verdades Secretas. Em 2016 viveu Miguel na novela das nove Velho Chico. Em 2017 interpretou Gustavo na supersérie Os Dias Eram Assim. Gabriel também foi responsável pela composição da canção Una vez más, que foi tema da personagem Rimena, vivida pela atriz Maria Casadevall. Em 2018 viveu Hermano na supersérie Onde Nascem os Fortes. Em 2019 ganha destaque ao interpretar Roberto Carlos no filme Minha Fama de Mau. ANDRÉ CORTEZ: André Cortez é coordenador do curso de especialização em Cenografia da EBAC. André é cenógrafo, formado em Arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Participou de projetos no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), coordenado por Antunes Filho. André também é vencedor em 3 prêmios Shell em Cenografia. Assinou a cenografia de “Música Para Cortar Os Pulsos”, “Gotas d'Água Sobre Pedras Escaldantes” (pela qual foi indicado ao Prêmio Shell), “Um Bonde Chamado Desejo” (pela qual venceu o prêmio Shell), “Jacqueline”, “Gota D'Água [a seco]”, peça por qual concorreu a diversos prêmios, e recentemente o aclamado musical “ELZA” e o monólogo “Sísifo”. WAGNER ANTÔNIO: Artista formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André e um dos fundadores do coletivo teatral 28 Patas furiosas. Assinou a luz em diversas produções recebendo indicações para prêmios nacionais como melhor Iluminador. Dentre os diretores que trabalhou destacam-se: Antônio Rogério Toscano, Luiz Fernando Marques, Roberto Alvim, Juliana Galdino, Cibele Forjaz, Adolf Shapiro, Caetano Vilela e Gerald Thomas. Sua participação na companhia Club Noir de Roberto Alvim e Juliana Galdino rendeu-lhe o reconhecimento da crítica pelo trabalho requintado da iluminação em "Pinokio" (2011) e uma indicação ao Prêmio Shell de iluminação em 2010 por "H.A.M.L.E.T". Outro grupo parceiro é a Mundana Companhia, onde fez parte da equipe de criação do espetáculo "Pais e Filhos" do diretor russo Adolf Shapiro, assinando a luz junto com Cibele Forjaz. Parceria que rendeu a indicação para o Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro na categoria projeto visual. A COMPANHIA EMPÓRIO DE TEATRO SORTIDO: Fundada em 2010 por Rafael Gomes e Vinicius Calderoni, a companhia Empório de Teatro Sortido nasceu propondo duas fortes linhas de atuação: a produção de dramaturgia original brasileira e a recriação de textos clássicos. A intensa trajetória que se desenhou desde então comprova o pleno sucesso deste projeto. Foram 11 espetáculos de grande impacto e resultado junto ao público, enorme repercussão crítica e vencedores de alguns dos mais importantes prêmios do país (entre eles APCA, Shell, APTR e Aplauso Brasil, somando 14 troféus e outras 14 indicações). SUBSTÂNCIA FILMES: Fundada no ano de 2009, possui em seu currículo a realização de obras em diversas mídias e formatos, com foco em cinema e artes cênicas. Nos últimos anos realizou o longa metragem 45 Dias Sem Você (2018), escrito e dirigido por Rafael Gomes, distribuído pela O2 Play e vendido para países como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Polônia, entre outros. Nas artes cênicas, em destaque a peça Música Para Cortar Os Pulsos (2010) vencedora do prêmio APCA de Melhor Peça Jovem e Prêmio FITA de Melhor Espetáculo, Melhor Direção e Melhor Iluminação. Em 2014 realizou os espetáculos: O Convidado Surpresa, adaptação do romance de sucesso de Grègoire Bouillier, e Gotas D’Água Sobre Pedras Escaldantes, de Rainer W. Fassbinder, ambas sob direção de Rafael Gomes. Esta última recebeu três indicações ao Prêmio Shell SP. Em 2015 uma nova montagem do clássico Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, sob direção de Rafael Gomes, com os atores Maria Luisa Mendonça e Eduardo Moscovis tornou-se um fenômeno de público e crítica, esgotando quatro temporadas em SP e uma no RJ, além de ter vencido o Prêmio Shell SP em três categorias (Diretor, Atriz e Cenário), o Prêmio APTR de Melhor Produção, e os prêmios APCA, Aplauso Brasil e Arte Qualidade Brasil de Melhor Atriz. Atividades realizadas pelo proponente: Gestão, tradução e workshop (sem remuneração prevista por incentivo fiscal). Dramaturgia e direção (com remuneração prevista por incentivo fiscal)
PROJETO ARQUIVADO.