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PRONAC 193010Prestação de Contas AprovadaMecenato

Plano Anual – Museu do Amanhà2020

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO E GESTAO - IDG
Solicitado
R$ 26,53 mi
Aprovado
R$ 26,53 mi
Captado
R$ 8,12 mi
Outras fontes
R$ 11,41 mi

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (37)
CNPJ/CPFNomeDataValor
90400888000142BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.1900-01-01R$ 2,00 mi
33014556000196Lojas Americanas S.A1900-01-01R$ 2,00 mi
33372251000156IBM BRASIL-INDUSTRIA MAQUINAS E SERVICOS LIMITADA1900-01-01R$ 1,80 mi
01370013000115ENGIE BRASIL PARTICIPACOES LTDA.1900-01-01R$ 1,24 mi
27093977000157DIAMANTE GERACAO DE ENERGIA LTDA.1900-01-01R$ 379,0 mil
28942127000149COMPANHIA ENERGETICA MIRANDA1900-01-01R$ 379,0 mil
92754738000162LOJAS RENNER S.A.1900-01-01R$ 310,0 mil
***057947**GUSTAVO PADILHA ROSA1900-01-01R$ 4,6 mil
***347396**DANILO RODRIGUES AZEREDO SILVA1900-01-01R$ 500,00
***741297**MOISES DE OLIVEIRA ARIOZA1900-01-01R$ 400,00
***699317**ELIEL MARTINS COSTA JUNIOR1900-01-01R$ 300,00
***816808**RODOLFO SANTOS DA ROCHA1900-01-01R$ 300,00
***681398**RAFAEL OLIVEIRA DOS SANTOS1900-01-01R$ 300,00
***074767**PAULO BERTRAM DOS SANTOS REIS VIEIRA1900-01-01R$ 300,00
***119956**AMARILDO CRUZ1900-01-01R$ 300,00
***341097**JOSE GUSTAVO FERES1900-01-01R$ 300,00
***400708**RODRIGO PASSADORE COSTANTINO1900-01-01R$ 300,00
***449677**José Cristiano Cardoso Tavares1900-01-01R$ 300,00
***465787**FABIO CASTRO GOUVEIA1900-01-01R$ 300,00
***476748**JADERSON LOIOLA DE SENA1900-01-01R$ 300,00
***524796**GILBERTO ANTUNES RENNO JUNIOR1900-01-01R$ 300,00
***027665**ELBA CRISTINA LIMA REGO1900-01-01R$ 300,00
***854507**MARCELLO MARINHO BERENGER VIANNA1900-01-01R$ 300,00
***959367**WEBER JOSE VARELA1900-01-01R$ 300,00
***120197**NEWTON PINTO DA CUNHA1900-01-01R$ 270,00
***315497**VIRGINIA CARDOSO WANICK VIEIRA1900-01-01R$ 270,00
***917167**PEDRO ERTHAL DE SOUZA VIANNA1900-01-01R$ 120,00
***092647**CAMILA DO CARMO HEBERLE1900-01-01R$ 120,00
***992874**EIRAN SIMIS1900-01-01R$ 120,00
***550477**PEDRO HENRIQUE GONZALEZ SILVA1900-01-01R$ 120,00
***341504**VALDEMIR LINO CHAVES FILHO1900-01-01R$ 120,00
***100078**MARIA DALIA EVANGELISTA1900-01-01R$ 120,00
***894537**REGINA CELIA DE CASTRO AMORIM1900-01-01R$ 120,00
***831068**MICHELLE IGREJA CHAVES1900-01-01R$ 120,00
***846102**SAULO COUTO DE CARVALHO1900-01-01R$ 120,00
***657667**JOAO GERSON DE SOUSA LOPES1900-01-01R$ 108,00
***923947**THIAGO HENRIQUES NIEDO PINTO1900-01-01R$ 108,00

Eficiência de captação

30.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-01-01
Término

Resumo

Plano anual de atividades do Museu do Amanhã em 2020. Compreende a produção e manutenção de exposições e acervos, ações educativas e de relacionamento comunitário, programação cultural, palestras e manutenção do equipamento cultural.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

O Museu do Amanhã é um museu de ciências original. Os museus de ciência atuam normalmente em duas linhas: uns exploram os vestígios do passado (como os de história natural); outros se voltam para evidências e experiências do presente (como os centros de ciências e tecnologia). O Museu do Amanhã propõe uma terceira via; a de explorar possibilidades. Por meio de ambientes audiovisuais e instalações interativas, o público poderá examinar o passado, mas também identificar várias tendências da atualidade e imaginar futuros possíveis para os próximos 50 anos. Objetivos Gerais · a principal ação do Museu não é mostrar ao visitante o que acontecerá no futuro, mas estimular a imaginação de possibilidades, aplicando dados e recursos da ciência para uma experiência cultural, política e ética. O exercício de imaginar futuros possíveis nos traz um compromisso com a ação. Uma dimensão de sucesso do Museu do Amanhã será a inspiração que ele pode trazer para os indivíduos que vão imaginar as soluções para os desafios que o museu aponta. a democratização do acesso ao Museu do Amanhã também se dá de forma digital, o que torna-o efetivamente um "Museu Global" ou "Glocal", para adotar um neologismo que procura nomear a diluição das fronteiras promovidas pela revolução nas Tecnologias de Informação e Comunicação. a difusão dos principais conteúdos e repertórios culturais e científicos que um Museu dessa natureza requer, articulando causas e temas abordados, às experiências estéticas e sensoriais, à comunicação museológica extramuros e às redes de conhecimento, chegando a locais onde a visitação presencial não se faria possível sem o uso da tecnologia. Objetivos específicos I. Programa de exposições 1.1 _ Atualização da Exposição de longa duração: Remodelagem da "Galeria do Tempo"; Plano de 5 anos de atualização da Exposição Principal: Remodelagem da área Nós: VIDAS REGENERATIVAS; e Atualização do vídeo Humano. 1.2 _ 1 Exposição temporária: Amazônia _ nome provisório. 1.3 _ 1 Exposição itinerante Pratodomundo; e 2 Exposições de pequeno porte sobre temáticas relacionadas ao conteúdo de exposição permanente. II. Programa educativo e Acessibilidade 2.1 - Visitas Mediadas ao Museu do Amanhã, 1.184 visitas previstas; 2.2 - Biblioteca Aberta do Museu do Amanhã, ampliação e manutenção; 2.3 - Festivais e Efemérides: Festival Dia das Crianças, Semana de Museus, Primavera dos Museus e Programação especial no período de férias escolares, atividades culturais em 15 encontros. 2.4 - Programa de Acessibilidade: adequação dos conteúdos das exposições temporárias apresentadas no Museu do Amanhã; realiza a formação da equipe e do público em LIBRAS; 300 visitas mediadas para público especial; III. Programa do Laboratório de Atividades do Amanhã 3.1 - 2 Exposições temporárias: Ancestrofuturismo na Amazônia - nome provisório e Civilização interplanetária - nome provisório; 3.2 - Programa de residência criativa (Fellows) _ 4 bolsistas; 3.3 _ Atividades do LAA _ 24 oficinas. IV. Programa de Gestão de Acervo e Biblioteca Virtual _ manutenção e aquisição de acervo. V. Programação de eventos _ Música, Cinema, Seminários e Palestras (*1) Música Contemporânea da Cidade do Rio de Janeiro: 12 apresentações musicais. (*2) Mostra de filmes ‘Amanhãs na Tela’: 12 sessões; (*3) Ciclo de palestras: 24 palestras, mesas redondas e debates (*4) Encontros e debates: 6 módulos com temáticas diversas. VI. Programa de Relações Comunitárias e Engajamento de públicos (*1) Seminário Encontros com Mauá, 6ª edição; (*2) Seminário Vivências do Tempo; (*3) Coral Uma Só Voz: ensaios regulares e apresentações; (*4) Evidências das Culturas Negras: encontros regulares para debate sobre temáticas relacionadas à Matriz Africana constitutiva da cultura brasileira; (*5) Vamos Falar sobre isso?: encontros bimestrais com temática relacionada a aspectos socioculturais, sobretudo demandas pela área de relacionamento com as comunidades próximas às instalações do Museu. CONTRAPARTIDA SOCIAL: 50 visitas monitoradas do Programa Entre Museus para alunos e professores da rede pública de ensino.

Justificativa

A implantação do Museu do Amanhã está inserida num cenário de grandes transformações urbanísticas e socioculturais da cidade do Rio de Janeiro. Tendo um projeto conceitual e arquitetônico arrojado, que nasce com um caráter internacional que lhe permite estabelecer um diálogo com instituições museológicas que passaram a representar um papel transformador no cenário urbano em fase de requalificação, como o Museu Guggenheim de Bilbao, por exemplo. O aspecto de sua arquitetura icônica, somados ao caráter tecnológico e científico de sua proposta conceitual e ainda a construção de um edifício preocupado com questões de sustentabilidade aproximam o Museu do Amanhã de instituições museológicas internacionais como La Cite des Sciences et de l’Industrie em Paris e o Exploratorium/California Academy of Sciences, em São Francisco, para citar alguns exemplos. Com projeto de arquitetura concebido pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, o Museu é uma das âncoras do Projeto Porto Maravilha, com paisagismo projetado pelo próprio arquiteto e desenvolvido pelo escritório carioca Burle Marx & Cia. O térreo dispõe de Sala de Exposições Temporárias (645 m²), com infra-estrutura para receber uma grande variedade de exposições temporárias; e Auditório (454,87 m²), espaço em forma de elipse que tem capacidade para 400 pessoas, destinado a uma programação múltipla, como ciclos de cinema, palestras, cursos, programa educativo, entre outras atividades. No segundo pavimento, com aproximadamente 10 metros de altura, está instalada a exposição principal de longa duração. São três longas galerias: a central de 2.238,05 m² abriga o eixo do percurso museográfico da exposição, enquanto as galeria laterais (824,75 m² cada) recebem materiais expográficos complementares caracterizados como linha da forma e linha do tempo. Ainda neste pavimento, dispõe de duas áreas de 200 m² cada, espaços destinados às ações educativas, projetados como espaço pedagógico multiuso reversível, com mobiliário flexível que permite a realização de atividades de sedimentação conceitual da exposição, oficinas temáticas, jogos, experimentos, palestras e montagem de mini-exposições. O Museu do Amanhã se distancia do conceito de exibir o "mundo do futuro", de especular como viveremos, quais serão as novas tecnologias e os novos comportamentos humanos. Pelo contrário, este é um museu de ciências onde o visitante é convidado a examinar o passado, conhecer as transformações atuais e imaginar cenários possíveis para os 50 anos seguintes por meio de ambientes audiovisuais imersivos, instalações interativas e jogos disponíveis ao público em português, inglês e espanhol. A exposição principal do museu está estruturada em cinco grandes áreas que correspondem a grandes perguntas que a humanidade sempre se fez: De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir? Uma narrativa que apresenta a era do Antropoceno, na qual as ações humanas alcançaram a dimensão de uma força planetária, capaz de alterar o próprio clima. O Museu do Amanhã tem suas atividades constituídas a partir de valores éticos que dizem respeito a modos de vida pelos quais pretende afirmar a construção do Amanhã: a sustentabilidade (como queremos viver com o mundo) e a convivência (como queremos viver uns com os outros). Sobre a Exposição Principal A Exposição Principal do Museu do Amanhã, concebida com base em uma proposta curatorial do físico e doutor em cosmologia Luiz Alberto Oliveira e a colaboração de uma equipe de consultores, ocupa uma área de cerca de 4.500 m² no segundo andar do museu, onde o público é levado a percorrer uma narrativa que trata das transformações atuais do planeta e a imaginar, por meio de ambientes audiovisuais imersivos, instalações interativas e jogos, cenários possíveis para os próximos 50 anos. A jornada do visitante está estruturada em cinco grandes áreas: COSMOS, TERRA, ANTROPOCENO, AMANHÃS e NÓS que somam 27 experiências e 35 sub-experiências, disponíveis em português, espanhol e inglês. Três pontos são fundamentais na compreensão da exposição: ANTROPOCENO: o conjunto de atividades humanas está impondo um novo ritmo, artificial, sobre grande parte dos sistemas naturais, numa escala global. O termo "Antropoceno", cunhado pelo químico holandês Paul Crutzen, no início do século XXI, refere-se ao crescente poder de influência do conjunto da atividade humana nos últimos três séculos, que tornou-se semelhante ao dos grandes fatores ambientais como os oceanos e vulcões. Antes, a geologia interferia na história. Agora, a história interfere na geologia. AMANHÃ: no Museu do Amanhã, a ciência é o vetor principal de exploração dos cenários possíveis para as próximas décadas. Mas a ciência não deve estar dissociada do que a arte, a política ou a filosofia também podem dizer. CIÊNCIAS CÓSMICAS E CIÊNCIAS TERRESTRES: a construção conceitual do Museu parte da organização dos saberes científicos em ciências cósmicas e ciências terrestres. Por um lado, um pólo da unidade; de outro, um pólo da multiplicidade. As ciências cósmicas dizem respeito a tudo o que é comum na existência, em toda parte: o universo astronômico de que fazemos parte, as partículas e átomos de que são feitas as substâncias. Já as ciências terrestres abordam um particular domínio _ a Terra e sua vizinhança solar - em que certos sistemas materiais integrados passaram a exibir uma diversidade crescente e uma complexidade sem paralelo, que se manifestam na incrível variedade das espécies vivas e das culturas humanas. A primeira área, COSMOS, aborda a visão que somos feitos da mesma matéria que as estrelas, nos conectamos com o universo e as nossas origens. Aqui o visitante já começa a lidar com as perguntas que pautarão seu percurso: Quais as dimensões da nossa existência? Como chegamos até aqui? Que futuro desejamos? Em TERRA, temos três grandes cubos de 7 metros, com conteúdos que investigam as dimensões da matéria, vida e pensamento. A área seguinte, ANTROPOCENO, é o ponto central da experiência da Exposição Principal e aborda o entendimento que estamos entrando numa nova era geológica. A área dos AMANHÃS foca nas grandes tendências globais em que existirão mais pessoas no mundo, vivendo por muito mais tempo. Cidades gigantescas e hiperconectividade. A convivência com pessoas das mais diferentes culturas e modos de vida fará parte do nosso cotidiano. Como e onde vamos viver? O visitante é convidado a pensar nas questões de sustentabilidade e convivência. O percurso encerra com o exercício da imaginação em NÓS, propondo o engajamento do visitante na ideia de que o Amanhã começa com as escolhas que fazemos. Sobre o Acervo do Museu do Amanhã Uma das premissas que caracterizam e diferenciam o projeto do Museu do Amanhã é o seu posicionamento enquanto um museu de ciências original na sua proposta curatorial e também no entendimento daquilo que constitui o seu acervo. O conteúdo dos eixos narrativos do museu caracteriza um tipo específico de acervo museológico constituído por bens culturais, tanto de caráter material quanto imaterial, que essencialmente aborda as possibilidades de construção do futuro e, portanto, nos leva a entendê-lo como parte integrante de uma terceira geração de museus de ciência que dialoga com a grande mudança global dos suportes analógicos para digitais. Portanto o foco não está mais num acervo de objetos, fósseis, artefatos, relíquias ou instrumentos, mas para um acervo essencialmente de possibilidades: um acervo digital, que será continuamente atualizado por relatórios de instituições e centros de pesquisa no Brasil e no exterior para sempre contemplar as possibilidades 50 anos à frente. Todos estes acervos, de objetos ou itens digitais, não podem prescindir dos processos de catalogação, organização e guarda, como também do mapeamento das interações com seus visitantes que geram esse acervo sobre visões e comportamentos da sociedade acerca dos Amanhãs que queremos. Sobre o Observatório do Amanhã O Observatório do Amanhã funciona como um radar do Museu, que capta e repercute informações de centros produtores de conhecimento em ciência, cultura e tecnologia. Também é um legitimador dos conteúdos das exposições, mantendo-as sempre atualizadas com informações de fontes confiáveis. O Observatório tem a incessante missão de perguntar: quais são as grandes oportunidades e ameaças para a sociedade nos próximos 50 anos? Por definição, os observatórios detectam sinais e fenômenos, naturais e sociais, ampliando a visão do observador no tempo e no espaço. Este Observatório adiciona a essas funções o objetivo de aproximar os vários setores sociais para divulgar e debater dados e temas pertinentes aos dois eixos éticos do Museu: sustentabilidade e convivência. Embora o Observatório não seja um instituto de pesquisa, ele representa um órgão editorial e de articulação institucional, que se relaciona _ em regime de cooperação permanente _ com entidades de pesquisa, educação e inovação permitindo dar a contemporaneidade ao conteúdo. Os usuários podem frequentar o Observatório para realizar pesquisas, interagir com dados recentes sobre os sinais vitais do planeta, propor e participar de agendas de discussões sobre o Amanhã. Sobre o Laboratório de Atividades do Amanhã O Laboratório do Museu do Amanhã é um espaço de colisões transdisciplinares de arte, ciência e tecnologia. Seu propósito é catalisar a introdução e a adoção de novas ferramentas, processos e inovações. A ideia é que as pessoas deixem de ser simplesmente consumidoras e se tornam criadoras, capazes de prototipar soluções de impacto para suas vidas e para o mundo, e assim inventando futuros possíveis. É ainda uma plataforma para pesquisadores, criadores, startups, empresas e amadores compartilharem seus projetos, ideias e técnicas, e para colaborar de uma forma aberta. As atividades serão organizadas em 4 pilares: Educação: cursos para diversos públicos; Atividades: palestras, grupos de discussão e meetups sobre temas provocantes de tecnologia, ciência, arte e sociedade; Programa de Residência Criativa; Exposições: focadas em tecnologias exponenciais, ciência, arte e sociedade. A solicitação de apoio ao projeto "Plano Anual Museu do Amanhã 2020" junto ao Ministério da Cidadania, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Os quesitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira para idosos, pessoas com deficiência motora, auditiva e visual estão contemplados em todas as dependências do Museu, como elevadores, rampas de acesso e instalações sanitárias com utilização independente. As experiências museográficas serão providas com sinalização no piso e paredes, mobiliário e equipamentos adequados aos públicos específicos com deficiência. A acessibilidade plena na circulação horizontal e vertical é viabilizada em todos os andares do edifício e em todas as experiências museográficas. PLANO ANUAL: Os portadores de DEFICIÊNCIAS AUDITIVAS E VISUAIS podem realizar a visitação a exposição principal de forma autônoma com o auxilio de ÁUDIO GUIAS E VÍDEO GUIAS desenvolvidos especialmente para esse tipo de público. Eles também podem solicitar o apoio de monitores especialmente treinados para conduzir a visitação aos diversos espaços do museu e dispõem de material complementar para essas visitas como maquetes táteis e relevos instalados na galeria da forma. Os suportes digitais também estão a serviço da acessibilidade. Além do website do Museu ser desenvolvido de forma a oferecer o máximo de acessibilidade aos visitantes, norteado pelas diretrizes e metodologia do W3C - World Wide Web Consortium, o museu ainda vai oferecer aos seus visitantes tablets com aplicativos de acessibilidade ESPECIALMENTE PREPARADOS PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA VISUAL (AUDIOGUIAS) E DEFICIÊNCIA AUDITIVA (VIDEOGUIAS EM LIBRAS). SEMINÁRIOS: prevemos intérprete de LIBRAS para todas as palestras, e para deficientes visuais contamos com atendimento especializado. APRESENTAÇÕES MUSICAIS: Contamos com espaço reservado para cadeirantes, e para deficientes visuais contamos com atendimento especializado. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Para portadores de deficiência auditiva, prevemos intérprete de LIBRAS e para deficientes visuais contamos com atendimento especializado, e com maquetes e objetos táteis previstos para a exposição principal.

Democratização do acesso

O museu possui espaços de uso comum cujo acesso do público em geral é livre, estando inserido em área de cerca de 30 mil metros quadrados na Praça Mauá, e possibilitando o acesso ao café, restaurante e a loja de produtos do museu. Dispomos também um aplicativo (app) para smartphones que contém, além das informações de visitação sobre o Museu, um guia com distintas formas de se percorrer a exposição permanente por meio de um sistema de navegação baseados em hiperlinks, de acordo com faixa etária e interesse temático. Nesta visita especial, outro elemento é a presença de “pistas” geolocalizadas de conteúdo (curiosidades, charadas, entre outros) distribuídas ao longo do Museu, enaltecendo o espírito da exploração do visitante. Política de gratuidade: às terças-feiras o museu é gratuito para todos; Nos demais dias, prevê gratuidade para: alunos da rede pública de ensino fundamental e médio; crianças com até 5 anos de idade; pessoas com idade a partir de 60 anos; professores da rede pública de ensino e universidades públicas; acompanhante necessário de pessoas com deficiência; grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa; moradores da região portuária que aderirem ao programa de fidelidade do museu; guias de turismo. PLANO ANUAL: Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019: Optamos pelo benefício do Inciso I, será distribuído no mínimo 20% dos ingressos gratuitamente para entidades de assistência a deficientes e população em vulnerabilidade social, mediante solicitação; e ainda, o Inciso IV para permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. SEMINÁRIO: Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019: Optamos pelo benefício do Inciso IV para permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. APRESENTAÇÕES MUSICAIS: Optamos pelo benefício do Inciso IV para permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados PRONAC 159323, 163779, 176447 e 184142. COORDENAÇÃO GERAL: IDG – INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO Henrique Oliveira – Diretor Executivo Graduado em Engenharia Civil e Matemática, Novembro 1983 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, São Carlos/SP. Especializações: Organizações Inteligentes, MIT/USA, PMBOK – Project Management Body of Knowledge – University of London, O&M na Gestão Corporativa – Universidade do Tennesse/USA. É atualmente Diretor de Operações e Finanças do IDG. Ocupou em 2014/2015 o cargo de Chief Operanting Office (COO), na empresa Jetset Inc. Miami/EUA; em 2009/2013 foi Diretor Administrativo Financeiro da AAPG – Associação Amigos do Projeto Guri, São Paulo; em 2007/2008 foi Diretor de Operações Worksheep Refinaria de Açúcar, Limeira/SP; em 2000/2006 foi Diretor de Operações Btoben do Brasil Ltda, São Paulo; em 1998/1999 foi Gerente de Planejamento Estratégico e Captação de Recursos, Associação Saúde Criança Renascer, Rio de Janeiro. Roberta Guimarães – Diretora de Planejamento Diretora de Gestão e Planejamento do IDG. Doutora em economia pela UFRJ, trabalhou por 10 anos no setor público tendo atuado como Subsecretária da Casa Civil da Prefeitura do Rio de Janeiro entre 2009 e 2016. Nesta posição liderou diversos programas da alta gestão do Município tais como o Acordo de Resultados, Plano Estratégico do período 2012-2016 e Visão Rio 500, coordenou o Cartão Família Carioca e o Rio Mais Fácil, programa premiado pelo Sebrae em 2016. Por dois anos, entre 2007 e 2009, trabalhou na Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro. Foi professora de Economia na UFF e trabalhou na fundação da ONG Rio Como Vamos. MUSEU DO AMANHÃ Curador: Luiz Alberto Oliveira Físico, doutor em Cosmologia, foi até 2014 pesquisador do Instituto de Cosmologia, Relatividade e Astrofísica (ICRA-BR) do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF/MCTI), onde também atuou como professor de História e Filosofia da Ciência. Professor convidado da Escola de Comunicação da UFRJ, da Escola de Artes Visuais do Rio de Janeiro e da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro, dentre outras instituições acadêmicas. Conferencista da Casa do Saber do Rio de Janeiro e do Pólo de Pensamento Contemporâneo – PoP, e Cientista-em-residência do projeto Dynamical Encounters - International Art Workshops, dentre outras instituições de cultura e ensino. Consultor do pavilhão brasileiro da Exposição Mundial do Ano 2000, Hannover, Alemanha; da exposição sobre o “Barroco” da Mostra do Redescobrimento - Brasil +500; da exposição Humanidades.2012, Conferência Rio+20, dentre outras atividades de consultoria. Editor científico do Programa “Globo Ciência” de 1997 a 2001, consultor do Canal Futura de Tele-educação e de outras instituições científicas, culturais e educacionais, tendo participadao da realização de mais de cento e cinquenta vídeos de divulgação científica. Autor de cerca de cinquenta artigos, capítulos de livros e outras publicações. Fez parte de mais de setenta bancas de teses de Mestrado e Doutorado e de concursos públicos em Universidades. Participou de mais de cinquenta simpósios e conferências científicas e acadêmicas, e ministrou mais de trezentas e vinte palestras públicas. Em 2005, recebeu o Prêmio Nise da Silveira da Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro. Desde 2010, atua como Curador do Museu do Amanhã do Rio de Janeiro. Diretor de Desenvolvimento Científico: Alfredo Tiomno Tolmasquim Possui Pós-doutorado no M. Sidney Edelstein Center for the History and Philosophy of Science, Technology and Medicine, Universidade Hebraica de Jerusalém, 1993 a 1995, Doutorado em Comunicação e Cultura, Escola de Comunicação (História dos Sistemas de Pensamento), UFRJ, 1993, Mestrado em Engenharia de Produção (área de Política e Gestão de Ciência e Tecnologia), COPPE/UFRJ, 1987 e Graduação em Engenharia Química, UFRJ, 1983. É Diretor do Observatório do Amanhã, Unidade do Museu do Amanhã, desde 2015; foi Coordenador de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da Informação, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), 2011 a 2014; Diretor do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), 2002 a 2011; Chefe do Departamento de Informação e Documentação do MAST, 1995 a 2002; Chefe do Departamento de Pesquisa do MAST, 1992 a 1993; Pesquisador do Museu de Astronomia e Ciências Afins, desde 1988. É membro do Conselho Nacional de Arquivos, 2009/2015, do Comitê Assessor de Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora, CNPq, 2013/2015. É Professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, IBICT/UFRJ, a partir de 2014. Participou como coordenador de projetos de infraestrutura: Modernização da infraestrutura do Centro de Estudos Avançados em Ciência, Informação e Inovação do IBICT, apoio FINEP; Desenvolvimento e Implantação do Laboratório de Pesquisa em Comunicação Científica do IBICT, apoio FINEP e CNPq; Implantação do sistema de refrigeração no prédio tombado do MAST, apoio FINEP; Construção do prédio para a nova biblioteca do MAST, apoio FINEP; Construção do prédio para pesquisa e preservação de acervos do MAST, apoio FINEP, MCTI, Petrobras, Eletrobrás; Implantação da rede de informática do MAST, apoio FINEP; Disseminação dos acervos de história da ciência do MAST, apoio David Rockefeller Center for Latin American Studies, Harvard University. Prêmios e reconhecimentos: Membro Titular da Associação Cultural do Arquivo Nacional, 2011; Medalha Henrique Sérgio Gregori, Associação dos Amigos do Museu Histórico Nacional, 2009; Certificado de Amigo do Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica, 2006. Gerente de Exposições: Leonardo Menezes É roteirista, doutor em Comunicação pela UFF e sócio da Guaraná Conteúdo, produtora de conteúdo especializada em roteiros e projetos para TV, museus e Internet. Escreveu roteiros para Rede Globo, Canal Futura, Globo Internacional, Globo News, TV Brasil, TV Cultura, Universal Channel e criou conteúdos para Museu do Amanhã, Fundação Roberto Marinho, MEC, IETV, stand do Governo do Estado do Rio de Janeiro na Rio+20 e no Rock in Rio, Museu de Arte do Rio, Planetário do Rio, eventos do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Museu da Língua Portuguesa, entre outros. É gerente de conteúdo e roteirista para o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, tendo sido responsável pelo conteúdo digital e audiovisual para o site e redes sociais do museu (2013 a 2015). Foi premiado com o Promax 2009 (EUA) e com o Caracol de Plata 2009 (México) pela criação da campanha Nós Podemos para a ONU, além de ter recebido dois Prix Jeunesse Iberoamericano 2005. No Futura, atuou por seis anos na criação de programas no Núcleo de Conteúdo e por dois anos coordenou o Núcleo Internacional. Lecionou para a graduação em Comunicação da UFF por três anos e palestrou em diversos eventos, entre eles o Banff Television Festival (Canadá), Doc Meeting (Argentina) e Pic-Doc Brazilian TV Producers, além de universidades no Reino Unido, Turquia e Uruguai. Sua pesquisa acadêmica é centrada em roteiro para televisão e documentário, narrativas transmidiáticas, mídia digital participativa,edutainment e patrimônio cultural. PRÊMIOS: Roteirista da campanha “Nós Podemos”, vencedora do prêmio Promax & BDA Latin America 2009 (Prata na categoria Public Service Announcement Campaign) e do prêmio Caracol de Plata 2009 (Ouro na categoria Mejor Campaña), parceria do Futura com a ONU; Criador da minissérie de ficção “Escola Digital”, patrocinada pela Microsoft e o Instituto Ayrton Senna. Prata no Prix Jeunesse Ibero-americano 2005, na categoria Ficção dos 12 aos 15 anos; Co-criador do programa “Azuela do Azulay”, apresentado por Daniel Azulay e Prata no Prix Jeunesse Ibero-americano 2005, na categoria Não Ficção até 6 anos; Consultor de conteúdo do programa “Um Pé de Quê?”, vencedor do 1º lugar na categoria Televisão no Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica 2009; Consultor de conteúdo do programa “Globo Ecologia”, vencedor do Prêmio Von Martius de Sustentabilidade 2007; Consultor de conteúdo do programa “Livros Animados”, finalista do Japan Prize 2005, Japão. Gerente Laboratório de Atividades do Amanhã: Marcela Sabino É especialista em inovação e estuda o impacto de tecnologias exponenciais como inteligência artificial, fabricação digital, robótica, biohacking, big data, e a internet das coisas na sociedade. Formada em Políticas Públicas e Administração pela Universidade de Harvard (EUA), Marcela atua principalmente criando estratégias e soluções para problemas complexos a partir de tecnologias emergentes com foco em desenvolvimento social em organizações como o Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), ONU e grandes empresas internacionais.

Providência

Prestação de Contas APROVADA por meio do RELATÓRIO EXECUTIVO DE AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Nº 179/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC (SEI/MinC 1720365).

2021-01-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro