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PRONAC 193016Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Salgueiro Carnaval 2020

GREMIO RECR ESCOLA DE SAMBA ACADEMICOS DO SALGUEIRO
Solicitado
R$ 988,3 mil
Aprovado
R$ 988,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfile de escola de samba
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Desfiles festivos
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-01-15
Término
2020-03-24
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Produzir o desfile carnavalesco do Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro no Grupo Especial das Escolas de Samba do Rio de Janeiro a realizar-se no Carnaval de 2020. Todas as fantasias confeccionadas com o Incentivo Fiscal Federal serão distribuídas gratuitamente aos desfilantes da agremiação. O desfile ocorre durante os festejos do Carnaval carioca.

Sinopse

SINOPSE O REI NEGRO DO PICADEIRO Nasci livre! 01 Sou filho do “Negro Malaquias”, sujeito danado de brabo, que caçava os “fujão” da fazenda do sinhô e da sinhá, que até eram “bão”. E minha mãe, Leandra, era cativa de estimação. Um dia o circo chegou lá na Vila 02 , eu levava broa de milho para vender na entrada; tinha uns doze anos e resolvi fugir. O picadeiro representava liberdade, sonho e fantasia. Antes que me esqueça, meu nome é Benjamim Chaves, mas meu pai me chamava de “Beijo”, “Moleque Beijo”. Parti no Circo Sotero. Lá, a obrigação da meninada, era aprender desde cedo, todas as tarefas. Mesmo eu, que era um agregado, aprendi debaixo de castigo, a cuidar dos animais; todas as acrobacias e outras coisas mais… “A mãe da arte de todos os números é o salto” e eu dei um salto na vida. Tem que aprender a cair, pra saber levantar. Aprendi muito com o “Mestre Severino” e adotei seu sobrenome, agora pode me chamar de Benjamim de Oliveira. Mas entre sonho e realidade, vida de “beijo” é difícil, é difícil como o quê… E de tanto apanhar, fugi de novo. Meu destino era fugir, destino de negro… Fui atrás de uma caravana de ciganos, mas “quá” 03 , “num” é que os “ladino” 04 queriam me trocar por cavalo? Fugi e fui pego por um fazendeiro, provei que era circense e ele me deixou seguir viagem. E de circo em circo, substituí o palhaço principal, que estava doente, no Circo frutuoso, começando aí minha história… A noite começava a fervilhar nas cidades grandes, eram novos tempos, teatros, café-concerto, a elite buscava o teatro sério e o “Zé Povo”, o que fosse mais ligeiro, encontrava no circo o divertimento que queriam. “Todo artista tem de ir aonde o povo está!” Minha popularidade crescia, uma vez até o presidente, o marechal de ferro, Floriano Peixoto, por eu cantar e dançar chulas 05 foi lá me cumprimentar 06 . No Spinelli lancei a forma de teatro combinado com circo que chamariam pavilhão. Comédias, paródias e a arte de representar por gestos, sem palavras. Fizemos clássicos, como Otello 07 ; farsas, melodramas, operetas como A Viúva Alegre 08 , até uma paródia de O Guarani 09 , que acabou projetado nas telas, o cinema surgia na bela época 10. O primeiro Momo, que seria mais tarde, a representação do “Rei da Folia”, foi pela primeira vez, representado por mim, na minha opereta fantástica O Cupido do Oriente. Assim como inúmeras peças, de minha autoria. Fui ator, diretor, autor, produtor, dançarino, compositor, cantor (até gravei discos), e palhaço sim senhor! O PRIMEIRO PALHAÇO NEGRO DO BRASIL! E o palhaço o que é? E o que fui? Uai?! Acima de tudo: Um artista brasileiro!!! Abram as cortinas, acendam as luzes, que o show tem que continuar! Respeitável público, minhas senhoras e meus senhores, nessa passarela/picadeiro, o meu querido Salgueiro vai apresentar: Novos Benjamins do circo, teatro, cinema e televisão, com o aplauso “d’ocês”! Despeço-me com um “Beijo” do “Moleque” e o meu muito obrigado!!! Alex de Souza Carnavalesco

Objetivos

Objetivo geral: . Produzir e realizar o desfile carnavalesco (fantasias, carros alegóricos etc.) do Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro no Grupo Especial das Escolas de Samba do Rio de Janeiro a realizar-se no Carnaval de 2020. . Distribuir gratuitamente todas as fantasias confeccionadas com o incentivo fiscal federal aos desfilantes da agremiação. . Confeccionar os elementos necessários ao desfile, tais como: fantasias (a serem distribuídas gratuitamente à comunidade), carros alegóricos, fantasias de mestre-sala e porta bandeira, composições de carros, passistas, ala dos compositores, baianas, velha guarda e diretoria. . Geração de empregos formais e informais ligado à indústria do carnaval na Cidade e no Estado do Rio de Janeiro. . Manutenção de expressão fundamental da cultura popular da cidade e do país, reconhecendo e fortalecendo um Patrimônio Cultural do Brasil. . Repercussão e impacto local, regional, nacional e até mundial, uma vez que o desfile é transmitido via TV e internet para todo o mundo. Objetivos específicos e impactos do projeto: . Produzir 1800 fantasias para desfile carnavalesco. . Realizar um desfile carnavalesco no sambódromo do Rio de Janeiro. Dependendo da classificação, o desfile se repetirá no sábado do Desfile das Campeãs. . Curso rápido de samba no pé para 180 pessoas como contapartida social.

Justificativa

Breve Histórico da Agremiação: Reunindo um grupo de sambistas talentosos, a Depois Eu Digo se transformou em escola de samba em 1934 e abrigava em suas fileiras nomes como Pedro Ceciliano, o Peru, Paulino de Oliveira, Mané Macaco, entre outros. Nas três escolas iam surgindo talentosos compositores, verdadeiros gênios musicais, como Geraldo Babão, Guará, Iracy Serra, Noel Rosa de Oliveira, Duduca, Geraldo, Abelardo, Bala, Anescarzinho, Antenor Gargalhada e Djalma Sabiá. Homens que enriqueceram o cenário musical brasileiro e construíram uma obra original para as escolas de samba do morro. Foram as canções inspiradas desses bambas que fizeram com que o Salgueiro passasse a ser respeitado por todas as demais escolas de samba. Mesmo com a qualidade de seus compositores, o Salgueiro, com suas três escolas, não conseguia ameaçar o predomínio das maiores escolas de então - Mangueira, Portela e Império Serrano. Os sambistas de outros morros respeitavam os salgueirenses e citavam seus compositores, passistas e batuqueiros como o que havia de melhor no mundo samba. Mas, nos desfiles da Praça XI... nada acontecia. No desfile de 1953 não foi diferente e a melhor escola do morro foi a Unidos do Salgueiro, que ficou em sexto lugar. Logo após o resultado, muitos sambistas começaram a se colocar contra a divisão de forças no morro. Foi então que, no sábado, Geraldo Babão desceu o morro cantando a união das três escolas: "Vamos balançar a roseira, Dar um susto na Portela, no Império, na Mangueira. Se houver opinião, o Salgueiro apresenta uma só união, Vamos apresentar um ritmo de bateria Pro povo nos classificar em bacharel, Bacharel em harmonia. Na roda de gente bamba, Frequentadores do samba Vão conhecer o Salgueiro Como primeiro em melodia. A cidade exclamará em voz alta: - Chegou, chegou a Academia!". Componentes e baterias das três escolas se juntaram somando cores e bandeiras e arrastando o povo para a Praça Saens Pena. Foi o estopim para a fusão. Depois de algumas reuniões em que foram decididos o nome e as cores da nova escola do morro, em 5 de março de 1953, os componentes da Depois Eu Digo e da Azul e Branco se uniram fundaram o Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro, com as cores vermelho e branco, uma combinação que já era a quebra de um tabu, uma vez que, naquela época todos achavam que "crioulo com roupa vermelha parecia o demônio". A Unidos do Salgueiro desapareceu anos depois e seus integrantes se juntaram aos Acadêmicos do Salgueiro. Era o nascimento de uma escola que não seria nem a melhor, nem a pior, mas apenas uma escola diferente. Surgia, assim, uma das grandes concorrentes do Grupo Especial do Carnaval Carioca. O Carnaval tem uma função extremamente importante para o Rio de Janeiro, especialmente nas comunidades mais carentes. Muitas famílias vivem honestamente dessa indústria grande e silenciosa, que a maioria só se dá conta da existência em fevereiro. São bordadeiras, ferreiros, costureiras, pintores e inúmeros outros profissionais que movimentam essa economia. Isso sem falar no inegável legado cultural que esse segmento traz a nossa sociedade. Com a atual situação financeira global, as instituições cada vez mais, precisam recorrer aos incentivos fiscais e parcerias para que possam realizar com eficácia suas atividades. O caso deste projeto não é diferente. O incentivo fiscal federal é muito importante para que a agremiação consiga produzir seu desfile com a beleza, regularidade e segurança necessários. Art. 1º Lei 8.313|91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º Lei 8.313|91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

- Agência Bancária: Banco do Brasil Ag. 1826-0 (Muda) - Para todos os itens, informamos na planilha orçamentária a cidade do Rio de Janeiro como local de execução. No entanto, no decorrer da execução do projeto, pode se apresentar mais benéfico e|oueconômico contratar prestadores de serviços e realizar compras de materiais em outras localidades; sobretudo em cidades vizinhas ao Rio de Janeiro. O proponente se compromete a executar os itens de maneira responsável com o bom e regular emprego dos recursos públicos. - O proponente se compromete a distribuir todas as fantasias que forem confeccionadas com recursos da Lei Rouanet de forma gratuita a seus disfilantes. - Não estão previstas aquisições de material permanente. - Em caso de remuneração do proponente, comprometemo-nos a cumprir fielmente o disposto do Art. 11 da Instrução Normativa vigente. Tal situação poderá ser comprovada na fase de prestação de contas. - Serão distribuidas até 10% das fantasias ao patrocinador, a título gratuito, conforme permitido pela legislação vigente. - Em atendimento ao Art. 21, o proponente se propõe a cumprir seu inciso V: ensaios, para o desfile com a comunidade, abertos e gratuitos. AÇÕES FORMATIVAS CULTURAIS: Ação em parceria com instituições públicas de ensino da região (Ex: E.M. Baptista Pereira, E.M. Prudente de Moraes) com dia de atividades como oficina de percussão, aula de samba no pé etc. Entretanto, demais pessoas da comunidade que desejarem participar, serão bem vindas. Será uma atividade agregadora e totamente gratuita. Serão atendidos, no mínimo, 180 alunos e professores de instituições públicas de ensino, conforme exigido pela IN em vigor. Todas as atividades serão gratuitas e realizadas na quadra e|ou na Vila Olímpica da agremiação (Rua Silva Teles, 104 – Andaraí - RJ). Os custos das atividades estão previstos da planilha orçamentária pertinente.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

DESFILE DE CARNAVAL O Sambódromo do Rio de Janeiro, onde será realizado o desfile carnavalesco, conta com lugares reservados para portadores de deficiências e estrutura com rampas e corrimões. Após recente obra de modernização, conta também com elevadores e novas rampas para facilitar ainda mais o acesso. Não é feita nenhuma restrição à inscrição de portadores de deficiência e idosos. Inclusive, há inúmeros idosos e cadeirantes que desfilam todos os anos nas alas da agremiação, sobretudo na Ala da Velha Guarda e na Ala das Baianas. O Carnaval é conhecido como uma festa inclusiva, agregadora e não discriminatória. ENSAIOS DA COMUNIDADE NA QUADRA DA AGREMIAÇÃO A quadra de ensaios da Escola também é dotada de rampas e banheiro adaptado para facilitar o acesso de idosos e pessoas com necessidades especiais. Medidas para promover o acesso ao conteúdo do projeto: Sugestões do proponente: · Vídeo com tradutor de libras com a letra do samba, informação sobre os compositores e sobre os instrumentos utilizados na gravação do samba. Esse material estará disponível gratuitamente no site da agremiação e em sua página no Facebook. E será colocado à disposição de qualquer instituição de ensino (especializado ou não em portadores de necessidades especiais) e|ou cidadão; . O sambódromo dispõe de lugares e elevadores adaptados para portadores de deficiências.

Democratização do acesso

ART. 21 - AMPLIAÇÃO DO ACESSO DESFILE DE CARNALVAL Em atendmento ao Art. 21, o proponente se propõe a cumprir o inciso V através de ensaios, para o desfile com a comunidade, abertos e gratuitos. "V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;" ------------------------------------------------------------------------- As fantasias confeccionadas pela Escola através da Lei Rouanet serão distribuídas gratuitamente a comunidade do Morro do Salgueiro, comunidades em seu entorno e demais pessoas que compõem o quadro de desfilantes do G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro, que para receberem a fantasia, precisarão comparecer aos ensaios da escola realizados semanalmente, a partir de outubro se estendendo até fevereiro. Esses ensaios realizam-se na quadra da escola (Rua Silva Teles, 104 - Andaraí) e/ou na rua onde a mesma se localiza, sendo totalmente gratuitos e abertos ao público em geral. As inscrições são realizadas todos os anos na quadra da escola à medida que novas vagas vão surgindo com a desistência ou o desligamento de desfilantes dos anos anteriores.

Ficha técnica

Ficha Técnica: Carnavalesco: Alex de Souza Mestre sala e porta bandeira: Sidcley Santos e Marcela Alves Intérprete: Emerson Dias e Quinho (Melquisedeque Marins Marques) Currículos: Carnavalesco: Alex de Souza - Formou-se pela Escola Técnica Visconde de Mauá, obtendo o diploma de técnico em desenvolvimento mecânico. durante quatorze anos, ele trabalhou na Fábrica Bangu. inicialmente, exerceu a função de assistente de estilo, e, depois, atuou como supervisor de estilo e gerente de produto. A atuação no mencionado estabelecimento lhe possibilitou adquirir o conhecimento sobre materiais têxteis e aprender a trabalhar a utilização das cores. Quando ainda atuava na Fábrica, Alex ingressou no curso de moda do SENAI/CETIQT, especializando-se na área de estilismo em confecção industrial. No ano de 1990, o artista iniciou os seus primeiros passos no mundo do carnaval, quando foi trabalhar como assistente de figurino do carnavalesco Renato Lage, então atuando na Mocidade Independente de Padre Miguel. Durante o período (1990-1995) com que trabalhou com Lage, Alex aprendeu a desenvolver fantasias de destaque, composição e ala, e a roteirizar um enredo. sua primeira oportunidade de desenvolver um carnaval ocorreu, no ano de 1996, quando foi convidado pela União de Jacarepaguá. 1996 - União de Jacarepaguá - 3º lugar - grupo D - Folias Brejeiras 1997 - União de Jacarepaguá - 3º lugar - grupo D - Histórias de uma Terra Preciosa 1999 - Em Cima da Hora - 6º lugar - grupo A - Horas… Eras de Glória… e Outras Histórias 2000 - Em Cima da Hora - 3º lugar - grupo A - Oswaldo Cruz, a Saga de um Herói Brasileiro 2001 - Leão de Nova Iguaçu - 8º lugar - grupo A - Allah-la-ô, um Carnaval das Arábias 2002 - Leão de Nova Iguaçu - 5º lugar - grupo A - Do Esplendor Diamantino aos Sonhos Dourados de Juscelino 2003 -Leão de Nova Iguaçu - 8º lugar - grupo A - Beleza: a eterna Busca do Ser 2004 - Rocinha - 3º lugar - grupo A - O Mago do Novo, João do Povo 2005 - Rocinha - Campeã - grupo A - Um Mundo Sem Fronteiras 2006 - Rocinha - 14º lugar - grupo Especial - Felicidade Não Tem Preço 2007 - Mocidade - 11º lugar - grupo Especial - O Futuro no Pretérito – Uma História Feita à Mão 2008 - Vila Isabel - 9º lugar - grupo Especial - Trabalhadores do Brasil 2009 - Vila Isabel - 4º lugar - grupo Especial - Neste palco da folia, é minha Vila que anuncia: Theatro Municipal - A centenária maravilha 2010 - Vila Isabel - 4º lugar - grupo Especial - Noël: a presença do "Poeta da Vila" 2011 - União da Ilha - Hors concurs Especial - O Mistério da Vida 2012 - União da Ilha - 8º lugar - grupo Especial - De Londres ao Rio: Era uma vez… uma Ilha 2013 - União da Ilha - 9º lugar - grupo Especial - Vinicius no plural. Paixão, poesia e carnaval 2014 - União da Ilha - 4º lugar - grupo Especial - É Brinquedo, é brincadeira. A Ilha vai levantar poeira! 2015 - União da Ilha - 9º lugar - grupo Especial - Beleza Pura? 2016 - Vila Isabel - 8º lugar - grupo Especial - Memórias do 'Pai Arraia' - um sonho pernambucano, um legado brasileiro 2017 - Vila Isabel - 10° lugar - grupo Especial - O Som da Cor 2018 - Acadêmicos do Salgueiro - 2º lugar - Grupo Especial - Senhoras do Ventre do Mundo 2019 - Acadêmicos do Salgueiro - 5º lugar - Grupo Especial - Xangô Porta-bandeira: Marcela Alves - Aos 6 anos começou a aprender dança clássica e aos 9 estreou na Sapucaí, desfilando pela Lins Imperial, escola que dirigida por seu avô. Aos 14 se tornou a porta-bandeira mais jovem da história do carnaval do Rio, defendendo o pavilhão da Caprichosos de Pilares, onde desfilou por três anos. Depois disso, foi porta-bandeira do Salgueiro. Em 2010 estreou pela Mangueira. Em 2014, retorna ao G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro onde permanece até hoje. Marcela é tida como uma das melhores profissionais do carnaval carioca. Mestre-sala: Sidcley Santos - Depois de defender o G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio por 10 anos, o mestre-sala passou a integrar o time salgueirense em 2011 e desde então vem mostrando seu talento na agremiação. Ganhadora do Estandarte de Ouro no carnaval de 2016. Intérprete: Emerson Dias - Cria da Lins Imperial, começou no mundo do samba em 1991, quando defendeu um samba nas eliminatórias do Salgueiro, influenciado pelo seu tio, o também intérprete Celino Dias. Depois disso, foi integrado ao carro de som na época, ficando um bom tempo na Academia. Em 2000, foi fazer parte do carro de som da Grande Rio. No ano de 2002, estreou como intérprete principal, na Inocentes da Baixada, mas continuou como apoio do carro de som da Grande Rio. No ano de 2005, Emerson passou a também compor samba-enredo, sendo vencedor nos anos de 2008, 2009 e 2010. Emerson atuou, ainda, em escolas de samba de outros estados, tais como Acadêmicos de São Miguel, Imperatriz Dona Leopoldina. Em 2013 foi alçado ao posto de intérprete principal da Grande Rio. Para o Carnaval de 2019, Emerson retorna para o Acadêmicos do Salgueiro, escola em que iniciou sua carreira, desta vez como intérprete oficial. Intérprete: Quinho do Salgueiro (Melquisedeque Marins Marques) - Começou no bloco Boi da Freguesia, sendo chamado para compor o carro de som de Aroldo Melodia na União da Ilha. Na Ilha, teve sua estreia como cantor principal em 1988, ficando até 1990. Mas, foi no Salgueiro onde teve maior destaque, puxando o samba Peguei um Ita no Norte (Explode Coração) em 1993. Em 1994, voltou a União da Ilha. No ano seguinte, retornou ao Salgueiro, onde ficou até 1999. Em 2000, foi pra São Paulo defender a Rosas de Ouro. No ano seguinte, retorna ao Rio de Janeiro, mais precisamente para a Grande Rio, onde permaneceu por dois anos. Em 2003, ano do Cinquentenário do Salgueiro, voltou para agremiação, onde em 2009 ganhou mais um título, cantando o enredo Tambor, levantando toda a Marquês de Sapucaí. A partir de 2011, canta ao lado de Leonardo Bessa e Serginho do Porto. Em 2005, foi pra Porto Alegre, defender a escola de samba Vila do IAPI. De 2008 a 2010, foi cantor da Vila Maria, junto com Baby e Fernandinho SP. Em 2011, desfilou na escola Tamandaré, de Guaratinguetá. Em 2012, além de ser cantor do Salgueiro, Quinho retornou à Vila Maria, integrando o carro de som comandado pelo também consagrado Nêgo. Após o Carnaval de 2014, deixa o Salgueiro. No carnaval 2015, foi cotado para ser um dos intérpretes oficiais da Estácio, mas recusou estar na tradicional agremiação do Morro de São Carlos. Entretanto, Quinho desfilou e dividiu os microfones principais da Peruche e Império da Tijuca, respectivamente com Toninho Penteado e Pixulé. Para o carnaval 2018, foi anunciado como intérprete da Santa Cruz e do Império de Fátima. Em 2019 retorna ao Salgueiro, dividindo o carro de som com Emerson Dias. PROPONENTE Currículo - Breve Histórico do G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro Reunindo um grupo de sambistas talentosos, a Depois Eu Digo se transformou em escola de samba em 1934 e abrigava em suas fileiras nomes como Pedro Ceciliano, o Peru, Paulino de Oliveira, Mané Macaco, entre outros. Nas três escolas iam surgindo talentosos compositores, verdadeiros gênios musicais, como Geraldo Babão, Guará, Iracy Serra, Noel Rosa de Oliveira, Duduca, Geraldo, Abelardo, Bala, Anescarzinho, Antenor Gargalhada e Djalma Sabiá. Homens que enriqueceram o cenário musical brasileiro e construíram uma obra original para as escolas de samba do morro. Foram as canções inspiradas desses bambas que fizeram com que o Salgueiro passasse a ser respeitado por todas as demais escolas de samba. Mesmo com a qualidade de seus compositores, o Salgueiro, com suas três escolas, não conseguia ameaçar o predomínio das maiores escolas de então - Mangueira, Portela e Império Serrano. Os sambistas de outros morros respeitavam os salgueirenses e citavam seus compositores, passistas e batuqueiros como o que havia de melhor no mundo samba. Mas, nos desfiles da Praça XI... nada acontecia. No desfile de 1953 não foi diferente e a melhor escola do morro foi a Unidos do Salgueiro, que ficou em sexto lugar. Logo após o resultado, muitos sambistas começaram a se colocar contra a divisão de forças no morro. Foi então que, no sábado, Geraldo Babão desceu o morro cantando. Componentes e baterias das três escolas se juntaram somando cores e bandeiras e arrastando o povo para a Praça Sans Pena. Foi o estopim para a fusão. Depois de algumas reuniões em que foram decididos o nome e as cores da nova escola do morro, em 5 de março de 1953, os componentes da Depois Eu Digo e da Azul e Branco se uniram fundaram o Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro, com as cores vermelho e branco, uma combinação que já era a quebra de um tabu, uma vez que, naquela época todos achavam que "crioulo com roupa vermelha parecia o demônio". A Unidos do Salgueiro desapareceu anos depois e seus integrantes se juntaram aos Acadêmicos do Salgueiro. Era o nascimento de uma escola que não seria nem a melhor, nem a pior, mas apenas uma escola diferente. Surgia, assim, uma das grandes concorrentes do Grupo Especial do Carnaval Carioca. _______________________________________________ Fundado em 5 de março de 1953, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro é uma das mais tradicionais agremiações do carnaval brasileiro. Ao longo de seus 60 anos de existência, a escola incorporou a sua marca inovação e criatividade. Trata-se de uma das escolas que compõe o grupo das “quatro grandes”. Carnavalesco por natureza, o morro Salgueiro chegou a abrigar mais de dez blocos, todos com um grande número de componentes que desciam do morro para brincar na Praça Sans Pena e nos arredores da grande Tijuca. Da fragmentação do samba do morro em vários blocos surgiu a união e nasceram três escolas de samba no local: Unidos do Salgueiro, de cores azul e rosa, a Azul e Branco e a alviverde Depois Eu Digo. Em 5 de março de 1953, os componentes da Depois Eu Digo e da Azul e Branco se uniram e fundaram o Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro. Campeã em nove carnavais – 60, 63, 65, 69, 71, 74, 75, 93 e 2009 e vice por diversas vezes, inclusive em 2008, 2012, 2014 e 2015, a Escola, por intermédio de seus desfiles, shows e apresentações, contribui para a evolução sociocultural da comunidade, proporcionando a integração e a satisfação de seus componentes, torcedores e simpatizantes. Atualmente ocupa o 1º lugar no ranking da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro – LIESA. Enredos a partir de 2011: 2011- Enredo: O Rio no cinema. Carnavalescos: Renato Lage e Márcia Lage. Colocação: 5º lugar. 2012- Enredo: Cordel Branco e Encarnado. Carnavalescos: Renato Lage e Márcia Lage. Colocação: 2º lugar. 2013- Enredo: Fama. Carnavalescos: Renato Lage e Márcia Lage. Colocação: 5º lugar. 2014- Enredo: Gaia, a vida em nossas mãos. Carnavalesco: Renato Lage e Márcia Lage. Colocação: 2º lugar. 2015- Do fundo do quintal: saberes e sabores na Sapucaí. Carnavalesco: Renato Lage e Márcia Lage. Colocação: 2º lugar. 2016 – A Ópera dos Malandros. Carnavalesco: Renato Lage e Márcia Lage. Colocação: 4º lugar. 2017 – A Divina Comédia do Carnaval. Carnavalesco: Renato Lage e Márcia Lage. Colocação: 3º lugar. 2018 – Senhoras do Ventre do Mundo. Carnavalesco: Alex de Souza. Colocação: 3º lugar. 2019 – Xangô. Carnavalesco: Alex de Souza. Colocação: 5º lugar. Links de sites e matérias: http://www.salgueiro.com.br/ https://pt.wikipedia.org/wiki/Acad%C3%AAmicos_do_Salgueiro http://todosnegrosdomundo.com.br/salgueiro-tera-como-enredo-do-carnaval-de-2018-asmatriarcas-negras/ http://www.galeriadosamba.com.br/escolas/academicos-do-salgueiro/3/ https://oglobo.globo.com/rio/bairros/fundador-do-salgueiro-djalma-sabia-tem-acervo-comhistoria-da-escola-19078942 http://lavemsalgueiro.com.br/ouca-nossa-playlist-com-todos-os-sambas-da-historia-dosalgueiro/ http://lavemsalgueiro.com.br/ouca-nossa-playlist-com-todos-os-sambas-da-historia-dosalgueiro/ Art. 28 da Lei nº 8.313, de 1991 - O dirigente da instituição atuará de forma voluntária no projeto realizando a supervisão geral, abrangendo também a responsabilidade pela sua gestão administrativa / técnico-financeira.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.