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PRONAC 193035Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Plano anual de atividade do Museu do Café 2020

INSTITUTO DE PRESERVACAO E DIFUSAO DA HISTORIA DO CAFE E DA IMIGRACAO
Solicitado
R$ 1,09 mi
Aprovado
R$ 1,08 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
Santos
Início
2019-11-01
Término

Resumo

O presente Plano se refere a programação do Museu do Café para o exercício de 2020. Essa programação engloba a realização de ações relacionadas às linhas de atuação da instituição como exposições, projetos educativos e atividades do Centro de Preparação de Café (CPC), e a manutenção do histórico prédio da Bolsa Oficial de Café de Santos através de restauro e ativação de espaços.

Sinopse

1. O Feminino no Café Partindo de um olhar para o acervo iconográfico do Museu do Café e no de outras instituições onde estão retratadas essas personagens femininas que compõe a sociedade no período forte da economia do café no Brasil, acontece a construção dessa exposição. A linha que tece a curadoria parte da apresentação das diversas formas de atuação dessas mulheres e suas relações de trabalho e sociais. O protagonismo se revela na apresentação do material iconográfico, complementado com uso de objetos do cotidiano e do trabalho de pesquisa sobre os modelos e materiais das indumentárias utilizadas por essas personagens, que marcavam de forma significativa as divisões de classe e os códigos sociais e morais. Relatando a importância de escravas, trabalhadoras rurais, cafeicultoras, operárias, mecenas, e artista ligadas ao setor cafeeiro, invisibilizadas no discurso histórico mas que desempenharam importante papel social. 2. Auditório O antigo palácio da Bolsa Oficial de Café é, hoje, parcialmente ocupado com as instalações do Museu do Café, que contemplam: espaços expositivos, Centro de Preservação, Pesquisa e Referência Luiz Marcos Suplicy Hafers (que disponibiliza para consulta pública mais de 2.500 livros do acervo bibliográfico, documentos e acervo iconográfico), Centro de Preparação de Café (que oferece curso de barista, cursos avançados, oficinas e workshops voltados à temática do café) e a Cafeteria do Museu. Como parte das ações de recuperação dos demais ambientes da Bolsa Oficial de Café, o INCI desenvolveu um projeto para adaptar e dar novos usos a algumas salas, transformando os espaços em um auditório (com foyer e house mix) e sala de reuniões. A ideia é realizar diversas atividades nesses locais, como apresentações teatrais, workshops, seminários, cursos, dentre outras. A área a ser recuperada tem cerca de 188m² e o auditório terá capacidade para 58 pessoas. Já a sala de reuniões será totalmente preparada para receber encontros de empresários, bem como atividades do Museu para públicos-alvo. 3. Meu Espresso Ação que tem como foco o público adolescente e adulto que busca um curso que complemente suas formações e abra novas possibilidades para o mercado de trabalho. Por meio de uma capacitação, propõe-se a introdução dos estudos para à profissão de barista, modo teórico e prático, onde o ponto alto está no manuseio de máquinas de café espresso. A atividade tem duração de 6 horas e ao final os estudantes ganharão certificado de participação. Dividido em dois momentos, o Meu Espresso tem início com um acolhimento e visita pelo espaço expositivo onde conhecerão as exposições do museu com o olhar mais sensível ao café enquanto produto. No Centro de Preparação de Café, os baristas do museu farão uma introdução à profissão no período da manhã, onde aprenderão as noções de plantio, cultivo, colheita e diferentes grãos de café. Já no período da tarde, terão as práticas nos moinhos e máquinas de espresso, onde acontece a extração do café, vaporização de leite e noções sobre o dia a dia de uma cafeteria. 4. Gestão de negócios em cafeteria Além de oferecer cursos voltados às técnicas de preparação da bebida, o Museu promove também a capacitação para pessoas interessadas em abrir uma cafeteria ou aprimorar negócios já existentes. Na ocasião, o instrutor aborda uma série de informações estratégicas, como modelos de negócios, legislação necessária nessa área, capital de investimento e planejamento. O profissional explica, de forma aprofundada, sobre questões promocionais, incluindo a divulgação do estabelecimento e como se destacar no mercado. 5. Visita e Degustação no Centro de Preparação de Café – CPC Aos sábados e domingos, o Museu do Café oferece visitas com degustação de café gourmet, que são realizadas no Centro de Preparação de Café, com ingresso a R$10,00. As degustações acontecem em quatro horários: 10h30, 12h, 15h e 17h e são sempre ministradas pelo barista do Museu. Os participantes têm a oportunidade de degustar três tipos de café, utilizando o tradicional método coado, muito comum nos lares dos brasileiros, e aprender um pouco mais sobre as características e peculiaridades de cada grão. O barista também apresenta as diferenças existentes entre os cafés tradicionais, superiores e gourmet, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), órgão responsável pelas avaliações dos cafés vendidos no país, e o que isso influencia no resultado da bebida. Aos sábados, a visitação ao espaço expositivo é gratuita. 6. Mercado Coffee Buscando proporcionar uma experiência única aos visitantes, o Museu do Café convida expositores de diversos segmentos para trazerem novidades e produtos selecionados para compor o “Mercado Coffee”, que conta também com música ao vivo, demonstrações mediadas por baristas e oficinas gastronômicas. A iniciativa foi criada para festejar o Dia Internacional do Café (comemorado em 1º de outubro), estabelecido pela Organização Internacional do Café (OIC). Alguns dos nomes presentes na ocasião da primeira edição incluíram a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel ABICS), Atelier Eisabeth Ruivo, Café Supreme, Cais Cerveja Artesanal, Cosmobeauty e Samana, Delícias do Café, Flavors, Fuscafeinado, Grandpa Joel´s Coffee, Il Barista, Illy, Jutta Coffee, Madalena Brigadeiros, Morro do Bambu, Octavio Café, Porto Gelato, Rei do Café, Sítio 17, Sofá Café e Suplicy Cafés Especiais. No total foram 21 expositores que participaram do evento. Dentro da lista extensa de atrações, o público pôde participar de workshop de culinária e de preparo de drinks à base da extração, degustações e do projeto “Dica do Barista”. Compondo a programação, o edifício da antiga Bolsa Oficial de Café contou também com apresentações musicais. 7. Programação de férias Nos meses de janeiro e julho a criançada tem o período de férias para descontrair, descansar e, sem dúvidas, brincar muito. Funcionando de quarta a domingo, o espaço “Café com Leite” disponibiliza para o público piscina de bolinhas, pula-pula, jogos, fantasias e o “Cafezalzinho”. Nessa última, os pequenos se divertem aprendendo os processos de cultivo e preparo do grão, realizando desde a colheita, até a secagem e torra. A intenção é ampliar o contato desses visitantes e a cultura em torno da bebida de forma lúdica. Além do espaço, é possível aproveitar uma série de atividades especiais nos fins de semana. Explorando curiosidades relacionadas ao produto, são oferecidas atividades educativas, oficina de minibarista, roteiro lúdico pelo Centro Histórico de Santos e contações de histórias. 8. Sonorização do Salão do Pregão Os pregões que aconteciam na Bolsa Oficial de Café eram a principal atividade realizada no edifício, dedicado ao comércio daquele que foi o mais importante produto de exportação da economia brasileira na primeira metade do século 20. O coração das negociações batia no compasso dos pregões. Usando do mesmo cenário onde eles ocorriam, local esse preservado pelo Museu do Café, a instalação sonora buscará trazer de volta todo o clima que marcava o ritmo da Praça de Santos e os personagens envolvidos: corretores, fazendeiros, negociantes e funcionários da bolsa. Uma viagem no tempo, na busca da preservação da memória não só dessa atividade, mas principalmente das pessoas que nela estavam envolvidas. A proposta é reproduzir, por meio de uma instalação de áudio, ruídos e diálogos típicos da década de 1920, tempos áureos da economia cafeeira paulistana, enriquecendo o processo de visitação do Museu do Café, colaborando de forma eficiente para a absorção do conteúdo educativo despertando, por meio do lúdico, maior interesse no resgate à memória.

Objetivos

Objetivos Gerais A presente proposta se refere ao plano anual de atividades do Museu do Café para o ano de 2020, que contará com a produção, realização e manutenção da programação cultural, viabilização de uma exposição temporária, implementação de projetos do Núcleo Educativo, realização de cursos e palestras no Centro de Preparação de Café (CPC), bem como a restauração do espaço do restaurante do prédio e adaptação de um novo espaço para implementação de auditório. Objetivos Específicos 1. Produzir 1 exposição temporária de médio porte. a. Exposição "O Feminino no Café" 2. Desenvolvimento do Núcleo Educativo do Museu do Café: a. Projeto "Meu Espresso" _ Atender 11 turmas durante o ano. b. Projeto Cercanias, realizado na chave da Contrapartida Social _ Atender 10 turmas durante o ano. 3. Desenvolvimento do Centro de Preparação de Café (CPC). a. Realização do curso Gestão de negócios em cafeteria _ 4 edições ao longo do ano. b. Visitas e práticas de degustação - 4 edições por semana 4. Realização da programação cultural com as seguintes atividades. a. Mercado Coffee _ Realizar 1 edição no ano b. Programação de férias _ Realizar 2 edições no ano. 5. Manutenção predial. a. Implantação de auditório 6. Desenvolvimento de material educativo referente a exposição. 7. Sonorização do Salão do Pregão

Justificativa

Inaugurado em 1998, o Museu do Café é um dos principais pontos turísticos da cidade de Santos e tem como objetivo a preservação e divulgação da história do café no Brasil e no mundo. Por meio de objetos, documentos e recursos audiovisuais, a instituição mostra ao público como a evolução da cafeicultura e o desenvolvimento político, econômico e cultural do país estão ligados, desde meados do século XVIII até os dias de hoje. Instalado no palácio da antiga Bolsa Oficial de Café, inaugurado em 1922, o Museu do Café tem como destaque do acervo o salão do pregão _ composto por uma mesa principal e setenta cadeiras _ onde eram realizadas as negociações que determinavam as cotações diárias das sacas de café. Além de disseminar a história do café por meio da exposição de longa duração "Café, patrimônio cultural do Brasil: ciência, história e arte" e mostras temporárias, o Museu do Café conta em suas instalações com o Centro de Preservação, Pesquisa e Referência Luiz Marcos Suplicy Hafers, que disponibiliza publicações e documentos sobre o tema, e o Centro de Preparação de Café, que oferece cursos e oficinas para difundir o conhecimento sobre o preparo da bebida. Mais do que o principal responsável pela preservação da história do café, o Museu do Café é também referência na comercialização do produto por meio de sua cafeteria. O café foi o grande propulsor da economia brasileira nas primeiras décadas do século XX, gerando além de riqueza, uma série de hábitos e comportamentos que marcaram uma geração, e que, de certa forma, influenciaram as próximas, tendo singular importância na história do país. A Bolsa Oficial de Café, que completou 97 anos no ano de 2019, é um dos reflexos da importância da política cafeeira. A transferência da Bolsa em 1922 de um escritório na rua XV de Novembro para o majestoso palacete refletia a intenção de que as negociações de café perdurassem por muito tempo. Depois de longos períodos de portas abertas e fechadas, as atividades da bolsa finalmente chegam ao fim em 1996, dando lugar à história. O Museu do Café, inaugurado em 1998, assume então a tarefa de eternizar e humanizar hábitos corriqueiros de um ambiente que girava em torno de dinheiro e poder. Embora o espaço tenha sido subjugado muitos anos por diversas autoridades, mantiveram-se as estruturas originais da mesa de negociação, além das obras de Benedito Calixto. A ideia de oferecer uma experiência física e sensorial ao público que visita o Museu está apoiada, principalmente, em aproveitar a riqueza histórica que a estrutura física do local oferece. O Núcleo Educativo do Museu do Café é a ponte de diálogo da instituição com seus visitantes, para além das exposições que oferece. O principal objetivo é transmitir a rica história do café de uma maneira simples e lúdica para o público, realizar um atendimento de excelência e fazer do Museu um reconhecido lugar de referência na propagação do aprendizado. O setor elabora atividades que desenvolvem a percepção e estimulam o público a se aprofundar cada vez mais na história do café no Brasil e no mundo. Diferentes opções de programas de atendimento são oferecidas, contemplando visitas orientadas, tematizadas, além de dinâmicas interativas para públicos escolares e demais visitantes do Museu. Na frente de programação cultural, o Museu do Café reafirma seu compromisso em estimular a integração dos visitantes com a temática do Museu através de atividades direcionadas ao atendimento de famílias como o Espaço Café com Leite, implementado para livre utilização do público nos meses de janeiro e julho. No espaço são instalados brinquedos como piscina de bolinhas e cama elástica, são disponibilizadas fantasias e jogos educativos além do "Cafezalzinho" atividade que mostra de forma lúdica, a rotina de uma fazenda e ensina sobre o cultivo, colheita, secagem, torra, moagem de grãos e preparo da bebida. A programação de férias inclui outras ações como oficina de minibarista, roteiro lúdico, contação de histórias, teatro de fantoches entre outras. A programação cultural prevê ainda a realização da 2ª edição do evento Mercado Coffee, uma feira que foi desenvolvida para celebração do dia internacional do café. Além dos expositores que oferecem vários produtos relacionados ao consumo da bebida, a ação traz oficinas gastronômicas, palestras, música ao vivo e demonstrações de baristas. No que tange a exposições está prevista a realização da exposição temporária "O Feminino no Café" que apresenta um recorte da atuação de personagens femininos no período forte da economia do café no Brasil. Através dessa exposição será possível fomentar junto ao público debates importantes em relação a evolução do papel da mulher na sociedade brasileira e propor uma reflexão em torno do protagonismo social, emponderamento e ativismo feminino. No Centro de Preparação de Café (CPC) estão previstas a realização de 4 edições do curso de Gestão de negócios em cafeteria e 20 edições mensais das visitas e degustações. Por meio destes cursos e experiências o CPC reitera seu compromisso em difundir o conhecimento sobre as diferentes formas de preparo da bebida com objetivo de estimular a capacitação de profissionais especializados para suprir a demanda de mercado. Por fim, está prevista a execução de um projeto de conservação e adaptação de espaço, que visa a recuperação de uma sala inativa do prédio para implementação de um auditório no Museu do Café, com o qual pretende-se incentivar uma aproximação da comunidade local com o Museu, diversificando as ações de mediação com o público, ampliando a programação cultural e educativa e, consequentemente, expandir a capacidade de atendimento a estudantes e interessados nos cursos e oficinas realizados. Para a sustentabilidade financeira institucional, o INCI deve realizar parcerias, permutas e viabilizar projetos por meio de leis de incentivo à cultura. Esse Plano Anual justifica-se, em primeiro lugar, por serem finalidades de suas atividades propostas o atendimento aos incisos I, IV, V, VI, VIII e IX do Art. 1º. da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei n. 8313/91), quais sejam: A presente proposta de plano anual se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Assim, segundo o Art. 3° da mesma lei, para cumprimento das finalidades expressas no Art. 1° acima listado, reafirmamos que atenderemos aos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a organização, manutenção e ampliação de equipamentos como museus e arquivos, bem como de suas coleções e acervos, e a restauração de bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, e à levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

PLANO DE DISTRIBUIÇÃO Público total para o plano anual - 55.000 Exposição - Público 46.610Bem Imóvel - Reforma: 600 Curso: 4280 Oficina: 110 Contrapartida Social: 1000Plano Anual: 2400

Acessibilidade

O Museu do Café atualmente possui acessibilidade a todas as pessoas, independente de eventuais necessidades de locomoção. Dispõe de três elevadores, que permitem a circulação vertical entre os pavimentos, duas escadarias com saída de emergência, uma escadaria de madeira de acesso do piso térreo ao 1º andar, quatro pontos com rampa e diversas escadas de desnível, banheiros adaptados e sinalização universal. Os desníveis existentes no edifício, partes interna e externa, foram adaptados com rampas, possibilitando acesso a todos os visitantes. Os projetos expográficos realizados pela equipe de comunicação museológica levam em consideração normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para acessibilidade, prevendo circulação de cadeirantes e demais necessidades do público de visitantes. As exposições de média e longa duração existentes nas áreas internas do Museu possuem a opção de placas de tradução, contendo os textos e legendas em dois idiomas, pelo menos. Os conteúdos terão os seguintes dispositivos de acesso: a) Deficiente Visuais: depoimentos em áudio da exposição de longa duração; b) Deficientes auditivos: mediação em libras; c) Cadernos em Braille e áudio-guias aparelhados em 5 pentops, com descrições conceituais de peças do acervo, como o cadeiral e vitral presentes no Salão do Pregão.

Democratização do acesso

O Museu do Café como instituição cultural tem como premissa o acesso ao equipamento cada vez mais democrático atingindo uma diversidade de grupos culturais, em diversas faixas etárias, nas mais diversas camadas sociais e econômicas. - Ingressos a preços populares e política de isenção: todos os ingressos serão vendidos a preços populares e será disponibilizada meia entrada (idosos 60 anos ou mais; crianças entre 06 e 16 anos; estudantes, professores da rede particular de ensino); isenção de ingressos para pessoas com deficiência, grupos de escolas públicas, estudantes e professores de rede pública, crianças até 5 anos, grupos de associações ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade , guias de turismo, servidores públicos do Estado de São Paulo, participantes inscritos em atividades educativas e programação cultural do Museu, e gratuidade a todos os visitantes presenciais aos sábados, em todas as áreas expositivas do equipamento cultural. - Todos os grupos, mesmo aqueles com isenção de ingressos, terão também acesso as atividades de acolhimento desenvolvidas pelo Núcleo Educativo e relacionadas de forma direta ao projeto. Atendendo ao Art. 21 da IN nº 02/2019, o projeto irá: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

O Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração - INCI é proponente deste plano anual, responsável pela curadoria, captação de recursos e também é a instituição gestora administrativa deste projeto como também do Museu da Imigração. O proponente não irá se remunerar com os itens deste Plano Anual, uma vez que o Contrato de Gestão do Governo do Estado de São Paulo já contempla os custos de coordenação das atividades do museu. Sobre o proponente: O Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração - INCI é uma Organização Social de Cultura, que nasceu em 1998 da reunião das principais entidades de classe, torrefadores, produtores, exportadores, comerciantes, corretores e instituições congêneres ligadas ao café, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento do Museu do Café, localizado na cidade de Santos/SP. A então Associação dos Amigos do Museu do Café qualificou-se como OS em 2008 e a partir desta data, habilitou-se a gerir instituições culturais em parceria com a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo por meio de contratos de gestão, atuando mediante diretrizes e metas comprometidas com a qualidade a transparência e a economicidade do recurso público. Em 2011, após ser selecionada em chamada pública realizada pela Secretaria da Cultura, o INCI passou a ser responsável também pela gestão do antigo Memorial do Imigrante, hoje Museu da Imigração, localizado no bairro da Mooca, em São Paulo.A instituição foi reinaugurada depois de quatro anos de restauro e requalificação museológica, no dia 31 de maio de 2014. A equipe do INCI (Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração) possui uma equipe fixa responsável pelas atividades meio e fim do Museu da Imigração. Abaixo, apresenta-se os dirigentes e técnicos que atuarão diretamente na Coordenação do Plano Anual · Gestão - Responsável por capitanear as atividades, incluindo acompanhamento da execução orçamentária; assinatura de todos os contratos para autorização de respectivos pagamentos; delegação de atribuições aos funcionários do INCI, entre outras atividades necessária. Alessandra de Almeida Santos: Advogada formada em direito pela Universidade de Barra Mansa - UBM, com pós-graduação em direito processual civil pela Escola Superior de Advocacia e especialização em administração pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou por 12 anos como gerente jurídico e controller do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil. Foi gerente da controladoria geral do Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração - INCI, Organização Social responsável pelo gerenciamento do Museu do Café e do Museu da Imigração do Estado de São Paulo, assumindo o cargo de Diretoria Executiva do INCI. Thiago da Silva Santos: Jornalista graduado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Atua desde 2006 em gestão financeira de projetos relacionados à área cultural, incluindo publicações e produção de espetáculos musicais. Em 2012 assumiu o cargo de gestor no Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração - INCI concentrando suas atividades na gestão dos equipamentos culturais Museu do Café e Museu da Imigração do Estado de São Paulo, e no ano de 2015 assumiu o cargo de Diretor Administrativo/Financeiro. · Comunicação Institucional - Responsável por todas ações de divulgação e comunicação relacionadas a proposta. Caroline Feijó Nóbrega Santos: Graduada em Relações Públicas pela Universidade Católica de Santos e pós-graduada em Marketing, pela Fundação Getúlio Vargas. Atua na área de eventos desde 2006 e assumiu a coordenação do setor de Comunicação Institucional do Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração - INCI, responsável pela gestão do Museu do Café e o Museu da Imigração do Estado de São Paulo. No Museu do Café é responsável pela coordenação da programação cultural, comunicação institucional · Técnica - Atua nas atividades finalísticas do museu, assim como na pesquisa básica, ligada às áreas de conhecimento a que se referem o acervo, e na chamada cadeia operatória museológica, de salvaguarda (documentação e conservação) e comunicação (expografia e ação educativo-cultural) patrimoniais. Marcela Rezek Calixto: Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Católica de Santos, e MRRP em Patrimônio Cultural pela Universidade de Alcalá de Henares (Espanha). Atua na preservação do patrimônio cultural desde 2000, no desenvolvimento de projetos de restauração e reabilitação de edifícios históricos, depois como Coordenadora de Arquivos e Centro Culturais da Mitra Diocesana de Santos, e Vice-presidente do Museu de Arte Sacra de Santos. Em 2012 assumiu a Coordenação Técnica do Museu do Café, participando do desenvolvimento de diversos projetos de extroversão.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2022-12-31
Locais de realização (1)
Santos São Paulo