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PRONAC 193036Análise de resposta de diligência - ObjetoMecenato

Plano Anual Intermuseus 2020

INTERMUSEUS
Solicitado
R$ 943,6 mil
Aprovado
R$ 899,1 mil
Captado
R$ 440,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33657248000189BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO E SOCIAL1900-01-01R$ 240,0 mil
56998982000107BRISTOL-MYERS SQUIBB FARMACEUTICA LTDA.1900-01-01R$ 200,0 mil

Eficiência de captação

48.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-11-01
Término

Resumo

O Plano Anual do Intermuseus visa fomentar e disseminar o papel social dos museus por meio de experiências inovadoras; mobilizar stakeholders; integrar museus a causas sociais e gerar conhecimento.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivos Gerais Os projetos do Plano anual de atividades Intermuseus 2020 estão divididos em dois três eixos: MUSEU E TERRITÓRIO, e EXPERIÊNCIAS E DESAFIOS e CONHECIMENTO. Tomando a cultura como o motor e o catalisador de desenvolvimento social e visando fortalecer os museus como atores pró-ativos nos processos de transformação social, estes projetos buscam atingir os objetivos que norteiam o Intermuseus como organização, que se estruturam em três linhas de ação: - ADVOCACY: Intensificar a visibilidade e o reconhecimento social dos museus, promover a interação de museus com projetos e causas sociais. - PROJETOS: Criar, realizar e disseminar práticas e metodologias inovadoras na área museológica, fortalecendo museus nas suas estratégias institucionais, e o envolvimento do público, comunidade do entorno ou território no qual um museu se insere. - PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO: Realizar estudos, workshops, oficinas, palestras e capacitações, voltados a qualificar a atuação e o posicionamento dos museus e instituições culturais, e disseminar práticas inovadoras de integração com a sociedade. Objetivos Específicos EIXO MUSEU E TERRITÓRIO: Concepção, desenvolvimento e aplicação do Programa educativo do Sítio Roberto Burle Marx; EIXO EXPERIÊNCIAS E DESAFIOS: 01 Exposição itinerante Museu da Empatia "Caminhando em seus sapatos", a ser realizada na cidade de Salvador/BA com duração de 30 dias; EIXO CONHECIMENTO 01 Seminário "Cultura e Desenvolvimento", a ser realizado na cidade de São Paulo. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realização de 20 visitas guiadas relacionadas à exposição Caminhando em seus sapatos.

Justificativa

O Intermuseus é qualificado como uma OSCIP criada em 2011 por um grupo de especialistas na área cultural. Partiu desta premissa de que a cultura é uma dimensão específica que deve ser parte intrínseca e que também tem o potencial de provocar e catalisar mudanças em direção a um desenvolvimento sustentável, com base no desenvolvimento social, econômico, ambiental e humano. Tem por missão inspirar, promover e fomentar a atuação e o reconhecimento de instituições museológicas como atores fundamentais em processos de desenvolvimento sustentável do território ao qual pertencem com a visão de ser uma organização de referência em modelos inovadores de integração dos museus em processos de desenvolvimento sustentável na sociedade brasileira. Desta forma, Intermuseus como tem por papel ser um parceiro de museus para trabalhar na interface entre o campo social e o campo museológico e promover, a partir daí, uma agenda para fortalecer e promover a cultura. Este caminho entretanto, deve ser realizado como um projeto de duas mãos, de abertura dos museus para o território onde se encontram assim como pela integração de temas e formas de expressão presentes no cenário da sociedade contemporânea. A atuação do Intermuseus está organizada em uma agenda que engloba três linhas de ação interdependentes e complementares: Na linha Advocacy busca-se explorar o capital de conhecimento, acervo e metodologias dos museus, sua conexão com políticas públicas nas áreas de educação e desenvolvimento social e disseminá-los para além do campo museológico. Engloba ações de divulgação e comunicação de iniciativas e projetos de museus com e na comunidade, realização de seminários, campanhas e ações em eventos públicos e promoção de parcerias entre museus com organizações sociais. Na linha Projetos o Intermuseus trabalha no desenho e experimentação de metodologias e modelos de atuação dos museus junto a seus stakeholders, públicos específicos, comunidades e território no qual se inserem, bem como da implementação de processos de transformação em museus (tais como requalificações, planejamento estratégico, mobilizações e engajamento de públicos). Tem por objetivo fomentar e disseminar modelos inovadores de atuação, posicionamento e realização de parcerias dos museus na sociedade. Por fim, na linha de Produção de Conhecimento o Intermuseus atua no desenvolvimento de estudos e diagnósticos qualitativos, bem como na pesquisa e disseminação de "boas práticas" tanto para dar subsídio aos programas dos museus quanto para sua valorização no campo social de forma mais ampla. Visa aprofundar o conhecimento a respeito dos públicos atuais e potenciais dos museus, assim como as barreiras e possibilidades de interação e integração dos museus em outros espaços e territórios externos ao seu. No período de 2016 e 2017, realizou atividades de engajamento de público e reflexões sobre patrimônio cultural e empoderamento feminino e uma oficina com grupos LGBT sobre representações de gênero no universo do futebol, em conjunto com o Museu do Futebol (15a Semana Nacional de Museus). Ao longo de 2018, foi responsável pela implementação do Museu da Empatia no Brasil, por meio da exposição que ficou em cartaz de novembro a dezembro, no Ibirapuera, financiada pelo canal GNT, e pelo primeiro Seminário Desafios, que teve como tema "Empatia: cultura, educação e mobilização social nos enfrentamentos de conflitos sociais", realizado em 14 de novembro no auditório do MAM-SP, com parceira institucional do British Council e do Instituto Alana., atendendo um público de 10 mil pessoas. Em 2018 e 2019, coordenou a Requalificação do Sítio Roberto Burle Marx financiada pelo BNDES, que envolveu múltiplas frentes de ação, entre elas: novos planejamento estratégico e plano diretor, projetos arquitetônicos para melhor estrauturação da gestão e dos espaços de acolhimento do visitante e desenvolvimento de pesquisas e programação para o público, projetos arquitetônicos, exposição permanente, catalogação do acervo museológico e pesquisa decomunidade no entorno e engajamento no território; e conduziu o projeto de memória institucional "Memória Viva" do A.C. Camargo Câancer Center, com a coleta de história oral e catalogação do acervo histórico. As iniciativas propostas para 2020 atuam buscam, por um lado, o fortalecimento dos museus e instituições culturais públicas para receber e compreender melhor seu público, abrindo-se à participação de deste em seus projetos de planejamento; por outro lado absorvendo temas de relevância e impacto social que discutem o papel das políticas no campo da cultura para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas aos grandes desafios do desenvolvimento social e enfrentamento das desigualdades na sociedade brasileira, neste caso o medo em suas várias facetas, tal como apresentados e influenciando os contextos sociais e as relações estabelecidas na sociedade contemporânea. Em ambos os casos, a perspectiva é a de provocar situações que promovam esta interação entre museus e instituições culturais com organizações sociais e do campo da educação, públicos diversos, comunidades e territórios. A solicitação de apoio ao Plano Anual Intermuseus 2020 junto ao Ministério da Cidadania, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura à população. Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

A acessibilidade é uma premissa que acompanha todos os projetos desenvolvidos pelo Intermuseus. Em todas as atividades realizadas, a acessibilidade física e virtual é observada seguindo as normativas de acessibilidade. Para as exposições itinerantes que pressupõem um movimento e participação de um público aberto e espontâneo - a itinerância da exposição "Caminhando em seus sapatos..." e a exposição instalação interativa “Medo de quê?”. Os locais escolhidos para as atividades deverão ser com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida. Estas exposições e instalações audiovisuais serão divulgadas no site do Intermuseus, sendo acessíveis digitalmente aos deficientes visuais. A iniciativa "Seminário Desafios: Medo, plasticidade e transformação pela cultura" contará com palestras e mesas redondas que terão a presença de um interprete de libras. O local a ser selecionado para sua realização deverá ter, igualmente, acessibilidade física em seus espaços de entrada e saída, assim como espaços especiais no auditório reservados a pessoas portadoras de deficiência. As palestras, mesas redondas e oficinas com convidados internacionais terão tradução simultânea ou consecutiva. Os vídeos de palestrantes internacionais serão legendados. A iniciativa referente ao eixo Museu e Território envolve atividades na concepção, desenvolvimento e aplicação do projeto educativo para o Sítio Roberto Burle Marx. A realização das atividades destas iniciativas considerará a participação de pessoas portadoras de deficiência. Além disso, as soluções e recomendações resultantes das propostas educativas deverão necessariamente incorporar a acessibilidade como um dos itens a serem observados e realizados.

Democratização do acesso

Todas as atividades serão gratuitas. Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, prevemos a adoção do Inciso IV: permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela COORDENAÇÃO GERAL do projeto, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos apresentados e executados com recursos incentivados – PRONAC 1510064, 177138, 184560. COORDENAÇÃO GERAL: Intermuseus A Associação Intermuseus é uma OSCIP criada em 11 de novembro de 2010 por um Conselho de pessoas de grande relevância no cenário cultural brasileiro, tais como João Cândido Portinari, José Eduardo de Lima Pereira, Justo Werlang, Aracy Amaral. Compõem o quadro de membros de sua Assembléia e Diretoria especialistas atuantes nas áreas museológicas, culturais, socioculturais e ambientais. DIRETORA EXECUTIVA: ANDRÉA BUENO BUORO Mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, com bolsa de especialização sobre Cidadania Ativa no Centro de Estudos da Sociedade Civil da Johns Hopkins University – USA. É diretora executiva da Associação Intermuseus - OSCIP atuante na área cultural. É responsável pela estruturação e interface com a governança, pela gestão de parcerias e equipe, desenho de programas e parcerias e negociações com financiadores e coordenação de projetos. Foi Deputy do Diretor Executivo do Instituto Arapyaú - Organização de Investimento social privado focada no fomento de iniciativas de desenvolvimento sustentável, tendo sido uma das responsáveis pela criação da organização; definição de estratégias da organização, desenho de programas, estabelecimento de parcerias. Responsável pela realização de planejamento estratégico, plano de ação, cronograma de atividades e metas. Participou da criação da Fundação Telefônica da qual foi gerente de projetos entre 1999 a 2008. Desenvolveu e coordenou as áreas de educação e cultura, tendo sido responsável pela manutenção, gestão e divulgação do acervo do antigo Museu do Telefone. Dentre outras, foi responsável pela coordenação de publicações sobre este acervo: Jogo Bellatrix e o Palácio do Tempo - desenvolvido pela Fundação Telefônica e vencedor da categoria e-entertainment da etapa brasileira do World Summit Award, prêmio internacional realizado no âmbito da Cúpula Mundial da Sociedade da Informação; e concepção e criação de produtos educativos. Foi pesquisadora do CENPEC – Centro de Estudos em Educação e Cultura – entre 1996 a 1998 e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência - USP de 1990 a 1995. Programa educativo do Sítio Roberto Burle Marx Coordenação técnica - Bianca Soares Ramos Arquiteta e Urbanista formada pela UFRJ com especialização em análise de Políticas Públicas pelo Instituto de Economia da UFRJ. Atua há 10 anos na gestão pública, nas áreas de cultura e educação, e no terceiro setor. Participou do Programa Intersetorial de educação integral Bairro-Escola, entre 2006 e 2009, e na assessoria à presidência da Agência Nacional do Cinema, entre 2009 e 2011. Atuou como Gestora da Associação Cidade Escola Aprendiz durante a implementação do Projeto Bairro Educador na Cidade do Rio de Janeiro, entre 2011 e 2013. Colaborou com organizações como a o Observatório de Favelas do Rio de Janeiro e a fundação do MAIS – Movimento de Ação e Inovação Social. Em 2019, desenvolveu a Pesquisa de Engajamento Territorial do Sítio Roberto Burle Marx. Coordenação pedagógica - Maria Antonia Goulart Membro do GT Nacional de Criatividade e Inovação (MEC) e bacharel em Direito pela UNB. Tem experiência na área pública como secretária municipal de Nova Iguaçu/RJ, responsável pela concepção e implementação do Programa Intersetorial de Educação Integral “Bairro-Escola” de 2005 a 2010. Coautora do livro “Caminhos da Educação Integral no Brasil” (Editora Penso, 2012). Cofundadora e Coordenadora Geral do Movimento Down e do MAIS – Movimento de Ação e Inovação Social. Coordenadora da iniciativa do Unicef do livro digital acessível no Brasil e membro do Comitê Gestor do Centro de Referências em Educação Integral. Exposição itinerante “Caminhando em seus sapatos…”. Coordenação técnica – Joana Tuttoilmondo Doutora em história da arte (FAU-USP), mestre em antropologia social (FFLCH-USP) e formada em ciências sociais (FFLCH-USP), é também especialista em estudos de museus formada em museologia (MAE-USP). Desenvolve investigações e ministra cursos universitários e livres nos campos da arte, dos museus e de gestão cultural. Atua como pesquisadora, consultora e coordenadora de conteúdo para diversos projetos culturais, museológicos, editoriais e de exposições. Seminário “Cultura e seus impactos no Desenvolvimento Social” – Marta Porto Marta Porto tem participado das principais arenas internacionais de debates sobre artes, cultura e políticas culturais nos últimos 25 anos. Com um trabalho notável na área de cultura e desenvolvimento, imaginário social e democracia, vem liderando ou colaborando com programas das Nações Unidas, de governos e de fundações sociais em projetos de democratização das artes e da cultura, comunicação cultural e engajamento social. Foi coordenadora de um dos escritórios da Unesco no Brasil (Rio de Janeiro 1999/2003), membro do comitê que elaborou a Agenda 21 de Cultura das Cidades (Barcelona, 2004) e em 2001 exerceu o cargo de Secretária da Cidadania e Diversidade do Ministério da Cultura. Fundou em 2004 a primeira empresa de comunicação por causas do país, a X Brasil. Foi agraciada com o Prix Mobius de Multimídia Cultural (Unesco, Ministério da Cultura, Ciência e Tecnologia da França, 1997), o Prêmio Beija-Flor (Rio, 2002) e a menção honrosa de direitos humanos do Estado do Rio de Janeiro (2001). Desde 2010 é fellow da Ashoka.

Providência

DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.

2021-01-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo