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PRONAC 193052Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A Circum-Navegação de Fernão de Magalhães e o Rio de Janeiro

MAISARTE MARKETING CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 556,0 mil
Aprovado
R$ 556,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-02-01
Término
2021-02-01
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Publicar um livro, bilíngue (port./ingl.) comemorativo dos 500 anos da expedição de Fernão de Magalhães e Juan Elcano, que realizou a primeira circum-navegação da história, partindo de Sevilha em 1519 e retornando em 1522, tendo aportado no Rio de Janeiro em dezembro de 1519. A viagem descobriu, além do caminho para as Índias, o Oceano Pacífico e tornou-se um divisor de águas na mundialização ibérica, possibilitando a formação de contatos numa escala planetária.

Sinopse

A obra bilíngue (port./ingl.), com 2.500 exemplares, no formato 21 X 25 cm, 240 páginas e cerca de 100 imagens pretende abordar os relatos de viagem de Antonio Pigafetta de Anghiera e Coevos, a interação entre povos e culturas até então desconhecidos pelos europeus e entre si, a descoberta do Oceano Pacífico, os instrumentos de navegação e a cartografia dos descobrimentos, destacando o aspecto dessa expedição como divisora de águas na história mundial sob diversos aspectos.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar um livro bilíngue (port./Ingl.), ilustrado com rica iconografia e textos de autores especialistas em suas áreas de atuação sobre a expedição de Fernão de Magalhães e Juan Elcano, que realizou a primeira circum-navegaçãoda história, descobrindo o caminho para as Índias e assim estabelecendo uma inédita rota de comunicação em escala global. Objetivo Específico Produzir um livro bilingue (port./ingl.), 21 x 25 cm, cerca de 100 imagens, com 2500 exemplares, que aborde os relatos de viagem de Antionio Pigafetta, Mártir de Anghiera e coevos, a interação entre povos e culturas até então desconhecidos pelos europeus e entre si, a descoberta do Oceano Pacífico, os instrumentos de navegação e a cartografia dos descobrimentos, destacando o aspecto dessa expedição como divisora de águas na história mundial sob diversos aspectos. Promover o conhecimento e a valorização da nossa história para estudantes do ensino médio e universitários, profissionais, professores, nas áreas de engenharia, história, fotografia, relações internacionais, geografia,antropologia e leitores interessados, buscando assim atingir aos incisos: V ‐ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, VI ‐ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII ‐ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações e VIII ‐ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória presentes no Art. 1º da Lei 8313/91, alcançando os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, II ‐ fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e IV ‐ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Justificativa

A viagem de Fernão de Magalhães-Juan Elcano descortinou o globo para que povos e culturas se conhecessem. Os saberes adquiridos constituíram-se num divisor de águas sem igual na história dahumanidade. Abriu-se o acesso às especiarias pelo Cabo da Boa Esperança, permitiu-se o contato com regiões que abrigavam plantas e animais desconhecidos dos europeus. A expedição alargou os horizontes intelectuais, inserindo novos produtos e saberes na Europa, como mercadorias de luxo, medicamentos e alimentos. Da mesma forma, por meio da interação com povos autóctones e novas culturas os europeus adquiriram conhecimentos sobre condições de navegação, lugares e seus produtos que possibilitaram o estabelecimento de uma rede mundial de intercâmbio. Por outro lado, o conhecimento geográfico foi utilizado nas disputas europeias, sobretudo entre Portugal e Espanha, o que muitas vezes explica o sigilo sobre as informaçõescolhidas. Os navios que circulavam pelos oceanos podem ser considerados uma espécie de laboratório, onde as práticas e técnicas náuticas eram experimentadas a cada dia com os instrumentos como astrolábios, agulhas de marear, quadrantes. Os dados coletados eram registrados com auxílio de compassos e réguas entre outros artefatos, sobretudo em viagens como a de Magalhães-Elcano, nas quais se passava por mares ainda desconhecidos, sobre os quais não se havia acumulado notícias sobre as correntes e ventos. Desta forma, pretende-se demonstrar que a experiência das navegações, para além de abertura de rotas mercantis, provocava questionamentos que impactavam conhecimentos tradicionais. Durante os séculos XV e XVI, houve uma aceleração na produção de cartas náuticas, planisférios e globos terrestres. Nesse contexto, a expedição de Fernão de Magalhães e Juan Sebastian-Elcano, além de descobrir e dar nome ao Oceano Pacífico, teve um lugar de destaque. Ainda que nos mapas dos descobrimentos houvesse elementos do fantástico, do maravilhoso, estes conviviam com informações cartográficas que eram acrescentadas a partir das viagens, da experiência direta das navegações. Destaca-se nesse tema o mapa da expedição que atribui ao Rio de Janeiro o nome Santa Luzia, por designar a data da chegada da frota à Baía de Guanabara, omitindo o topônimo pelo qual a cidade é hoje conhecida. Em suma, entendemos que os 500 anos da expedição de Fernão de Magalhães-Juan Elcano suscitam uma avaliação dos impactos que a viagem causou no âmbito da cultura, das ciências e das técnicas de navegação durante os séculos XVI e XVII. Nosso objetivo é destacar a importância desta viagem sob vários aspectos: as ciências, o comércio, a perspectiva de circuitos numa escala planetária, a consciência das diferentes culturas, por fim, o impacto da experiência das navegações na visão de mundo ibérica (e consequentemente do Brasil-colônia), em particular, e europeia em geral.

Especificação técnica

livro bilingue (português e inglês)Tiragem: 2500 exemplaresImagens: cerca de 100formato: 21 x 25 cmmiolo: 240 páginas impressas a 4 x 4 cores, em papel eurobulk 135 gr. capa: capa dura revestida emcouche 150gr, com verniz totalguardas em colorplus 180 gr BannerFormato 90 x 60 cm4 coresacabamento: com lona e tubete Audiolivro: CD mp3

Acessibilidade

O livro será distribuído para todas as livrarias do Grande Rio e Niterói, das cidades serranas como Petrópolis, Teresópolis e Friburgo e do litoral fluminense como Búzios e Paraty, além da distribuição em nível nacional efetuada pela Queen Books (distribuidora contratada), livrarias como Argumento e Travessa realizam vendas pela internet com entrega em domicílio em todo o Brasil. Idosos acima de 60 anos terão desconto de 20% (sobre o preço de capa) na compra do livro feita diretamente na editora. Será produzido um audiolivro da publicação que será doado para a "União dos cegos no Brasil", empresa sem fins lucrativos situada no Rio de Janeiro. Através dessa doação será possível a disponibilização do conteúdo do livro para grande parte dos cegos no Brasil.

Democratização do acesso

Atendendo ao art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I‐ doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Faremos a doação de 20% da tiragem total (500 exemplares) do produto cultural para escolas públicas, blibliotecas ou ONGs que se interessem pela tema abordado, que poderá ser utilizado para a realização de programas paradidáticos voltados aos jovens de ensino médio. Atendendo a Seção III, art. 22 § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) bene􀁺ciários, a critério do proponente. prevemos realisar uma palestra com um dos autores da obra, abordando a importância e valorização da história do nosso país, conscientizando os ouvintes a respeito da preservação da nossa memória e do nosso patrimônio histórico. Esta palestra será direcionada preferencialmente a uma instituição de ensino público no Estado do Rio de Janeiro em área vulneráveil, tendo como público estudantes e professores do ensino médio. Estimamos alcançar no mínimo 250 jovens com a ação. O livro será distribuído para comercialização para todas as livrarias do Grande Rio e Niterói, das cidades serranas como Petrópolis, Teresópolis e Friburgo e do litoral fluminense como Búzios e Paraty. Além da distribuição em nível nacional efetuada pela Queen Books (distribuidora contratada), livrarias como Argumento Travessa realizam vendas pela internet com entrega em domicílio em todo o Brasil.

Ficha técnica

Andrea Jakobsson Estúdio (coordenacão editorial) Andrea Jakobsson Estúdio Editorial tem em seu catálogo a publicação de mais de 100 livros, com foco em história do Brasil e do Rio de Janeiro e em meio ambiente. Já recebeu quatro prêmios Jabuti como melhor produção editorial. Em 2010, recebeu o Prêmio Livro do Ano da Academia Brasileira de Letras na área de estudos sociais. Andrea Jakobsson Estúdio exercerá as atividades de coordenação, orientando a produção tanto em relação ao conteúdo e às propriedades gráficas do projeto quanto ao cronograma físico-financeiro. MaisArte Marketing Cultural - Jacqueline Menaei (coordenação geral) Jacqueline Menaei nasceu no Rio de Janeiro em 1972. Fundadora da MaisArte, é pós graduada em marketing no IAG Master da PUC-Rio e no MBA Executivo do Coppead/UFRJ-Rio. Ministrou , durante 1998 e 1999, o curso de produção e marketing cultural no CCE da PUC-Rio, Departamento de Artes e Design. O processo decisório é de sua responsabilidade, não sendo delegada a terceiros qualquer etapa de gestão do projeto. Heloisa Gesteira (texto e organização) Atualmente é pesquisadora titular - Museu de Astronomia e Ciências Afins; Professor do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e professora adjunta da PUC Rio. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Colônia, atuando principalmente nos seguintes temas: Circulação de ideias e práticas científicas durante a Época Moderna; Holandeses no Brasil; Historia Social da Ciência, Historia dos Instrumentos Científicos, Cultura Material, História e Ciência; Viagens, relatos e representações da natureza. Desde 2008 compõe a editoria científica da Revista Brasileira de História da Ciência.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.