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Habitat, de Rafael Primot, é um espetáculo de teatro adulto inédito, do gênero drama, baseado na comovente história do assassinato de um cachorro em uma rede de supermercados. O texto entrelaça a vida de três personagens principais (uma repórter, um gerente da loja e um segurança) e suas reações e motivações em torno do acontecido. Dirigido pelo experiente e premiado diretor argentino, residente no Brasil, Victor Garcia Peralta, contar histórias como esta torna-se urgente e necessário.
A trama é centrada na relação entre Nádia, uma jornalista influencer, Adailton, um trabalhador braçal de uma rede de supermercados e Tite, gerente da matriz da rede. Um cão é assassinado dentro das instalações da rede CompraTudo. A partir daí, Adailton é confrontado por Nadia após ser acusado pelo crime cruel, se tornando cidadão não grato por toda sociedade. Apedrejado publicamente, Adailton defende-se acusando como mandante a rede de supermercados pelos seus terríveis atos. A empresa por sua vez desmente o fato e faz de tudo para contornar a situação de crise e revertê-la a seu favor. Livremente inspirado em inúmeros acontecimentos trágicos que todos os dias invadem e inundam os noticiários do país, HABITAT discute os diversos pontos de vista a partir de um mesmo fato. O que é uma enorme tragédia para uns, para outros um acontecimento corriqueiro e necessário. Até onde os culpados são aqueles que cometem os crimes? Qual o destino que devemos dar a eles? Quem usa e quem é usado? Em HABITAT, os personagens, como animais, habitam seu próprio universo e encarcerados em sua visão limitada e apenas a partir de suas óticas agridem, condenam, massacram uns aos outros. Personagens com características que de cara já nos remetem a estereótipos da sociedade contemporânea vão aos poucos sendo humanizados e desmontam (ou desmoronam) na frente do espectador. Não se espera mais da justiça, nos dias de hoje a condenação vem por todos os lados e todos se tornaram grandes pensadores e juízes.
Objetivo geral O texto é inspirado em uma história real que chocou o país (apesar de não pretender ser um relato fiel aos fatos nem aos envolvidos), escrito e idealizado pelo autor Rafael Primot. Em decorrência da comoção que o fato gerou, o autor resolveu ir além e devassar os acontecimentos envolvidos no incidente (ficcional?) ao escrever Habitat. Como proposta dramatúrgica, explora as camadas humanas e sociais e não tem o compromisso de ser um relato fiel ao que aconteceu. Sendo assim, o objetivo artístico é a pesquisa pelo sistema a que estamos todos condicionados e às nossas próprias sombras. Montagem, realização e circulação do espetáculo em 06 cidades brasileiras, ao total de 44 apresentações a um público estimado em 11.000 pessoas. Objetivos específicos: Realizar 02 ensaios abertos a estudantes de teatro. A ação será divulgada nas mídias sociais e espera-se receber 400 estudantes ao total. Após os ensaios, haverá uma conversa a respeito do tema "O ator empreendedor- da ideia à realização", que busca elucidar possíveis caminhos e práticas para a criação de uma obra teatral a partir de uma ideia. O objetivo do encontro é promover o incentivo ao fazer teatral, em todas as suas esferas, a quem está começando, sob a ótica do autor Rafael Primot, que pretende abrir sua experiência pessoal em pról de incentivar o fazer teatral.
O espetáculo HABITAT destaca o nosso assunto principal, tão em voga nos dias atuais: à caça às bruxas que começa no mundo virtual e se estende ao mundo real. Somos inundados com informações e entre elas as fake news. É como se os seres humanos voltassem ao tempo das cavernas, são violentos, atacam desenfreadamente, apontam o dedo e apedrejam os culpados nas redes sociais - e às vezes essa parede é quebrada literalmente. A internet e seu universo nos traz incontáveis benefícios, mas também traz junto consigo grandes efeitos colaterais. É preciso estar atento. Por isso essa montagem é urgente, necessária. A justificativa artística se encontra nesse lugar: o papel questionador e revelador do teatro. Também pelo fato de ser um espetáculo originário de uma voz coletiva aflita em reação a atrocidades que nos rodeiam e que chegam até nós de maneira direta, é de se esperar essa devolutiva artística. Atualmente, é muito comum o encontro e conversa com o público e estudantes de teatro em ensaios abertos. No caso de Habitat, esse debate se faz ainda mais importante por duas razões: a primeira, por se tratar de uma história livremente inspirada num fato que gerou muita comoção social, despertará a vontade de explorar e compreender o que se passou. A segunda razão é a própria trajetória do autor, Rafael Primot: um artista multifacetado, empreendedor e realizador em várias esferas artísticas. Dar a oportunidade deste encontro com estudantes de teatro é estimulante a própria produção cultural.
não se aplica
Proposta de encenação, por Victor Garcia Peralta: Pretendo destacar o texto bem construído do premiado autor Rafael Primot e, de maneira seca, clean, deixar com que os atores transformem as palavras em ações, em imagens para o espectador, em pensamento sobre seus atos. O espetáculo está essencialmente centrado nisto, nos atores que representam ali nós mesmo, os seres humanos contemporâneos. Afinal falamos disto e nada mais. Para tanto o cenário será construído pensando na secura, mas também nos escombros de um mundo que engole a si mesmo. Quem são os verdadeiros animais? Não há inocentes, nem mesmo assim são todos culpados. HABITAT nos remete a individualismo, seres que se misturam e se reproduzem em seu próprio meio, isolados das outras espécies, e este isolamento pode ser apontado também cenograficamente, como uma caixa branca central ou um tablado, onde tudo acontece e à sua volta, como um mundo destruído, em pedaços, dilacerado pelos animais selvagens constrastando com a limpeza assepsia e organização da caixa central de encenação. Os figurinos simples vão nos ajudar a acreditar nestes personagens. Adailton veste-se como um trabalhador braçal, nada se destaca nele, ele se perde na multidão e torna-se invisível (até aquele momento). Talvez o ator passe boa parte das cenas de costas, sem se importar com a quarta parede. Tite, por sua vez, representa o mundo corporativo apedrejado virtualmente devido à morte do cão e que tenta sobreviver - e quem sabe aproveitar do acontecimento para continuar “batendo suas metas” e lucrar em meio aos escombros. Já Nádia é a representação da bondade, da caridade e que por vezes se torna quase implicante, ela é a "dona da verdade” o que nos liga um alerta vermelho para a sua enorme benevolência. Ela é um sucesso na internet com seu blog/Instagram ajudando os animais, portanto veste-se com uma roupa vistosa e a cada nova entrada uma peça de roupa sai revelando um outro ‘look' por baixo, mas nada de passarela, afinal ela quer ser vista como uma jornalista/blogueira muito séria. A trilha sonora obedecerá a mesma regra, ela ajuda a ritmar o espetáculo com som ambiente, talvez uma vibração constante, uma trilha discreta e pontual sobre as cenas ou uma mais marcada e moderna (eletrônica? batida de tambores ritualística?) nos cortes entre elas. Sempre conduzindo sem se impor ou roubar a cena. Enfim, é óbvio que durante os ensaios, aprofundando melhor as personagens, conhecendo mais sobre elas e o que o autor nos esconde nas entrelinhas, a encenação acabará tomando rumos diversos (ainda que tente manter a rédea firme na linha da minha visão como encenador). De toda forma há uma linha de pensamento, estaremos centrados no que mais importa neste momento em nosso país: falar de temas urgentes e necessários como o apontado por este projeto e de nós mesmos. É um ato político, é social, é teatro feito de maneira simples, com uma equipe competente para potencializar ao máximo os recursos e que comunica a todo tipo de público. Ao mesmo tempo suscita discussões sobre nós mesmos e sobre nossa “nova" maneira de viver e conviver em sociedade, seja ela a real ou a virtual. Que venha a luz HABITAT!
• Rampas de acesso ou elevador • Lugar marcado para deficientes • Atendimento prioritário para deficientes • Acessibilidade aos idosos • 10 sessões com tradutor de libras
Como medidas de democratização, adotaremos: - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - realizar, gratuitamente, 02 ensaios abertos do espetáculo.
FICHA TÉCNICA Autor Rafael Primot Direção Victor Garcia Peralta Cenário Chris Aizner Iluminação Aline Santini Elenco Rafael Primot André Frateschi Uma atriz a definir Produtor Leandro Luna Priscilla Squeff CURRÍCULOS LEANDRO LUNA - Produtor Ator, dublador, cantor e produtor é formado em Rádio e Televisão pela UMESP. Estrelou em 2010 e 2016 em São Paulo e Rio de Janeiro com turnê pelo Brasil o premiado musical da Broadway “Meu Amigo, Charlie Brown” dirigido e coreografado por Alonso Barros, pelo qual, recebeu o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator 2016, pelo seu trabalho como Charlie Brown. No teatro, protagonizou o musical “O Cravo e a Rosa” de Xico Abreu, com cinco indicações ao prêmio FEMSA Coca-Cola e adaptado para televisão pela TV Cultura, “A Paixão de Cristo” de Célio Colella, Carlos Magui e Ricardo Gouveia, “Quando Despertarmos Dentre os Mortos” de Henrik Ibsen, dirigido por Berta Zemel e Volney de Assis e “Full For Love” de Sam Sherpard com direção de Olair Coan. Atuou na comédia “Curta Comédia” de Luís Fernando Veríssimo e em “O Musical dos Musicais” ambos com direção de Wolf Maya, e nos musicais “Ah... se eu fosse Bob Fosse”, “On Broadway” e o premiado “Rockshow” dirigidos por Hudson Glauber e supervisão geral de Wolf Maya. Seus últimos trabalhos no teatro foram os musicais “Priscilla, Rainha do Deserto” dirigido por Stephan Elliott, “Como Vencer na Vida sem Fazer Força” da dupla Charles Moëller e Claudio Botelho, “Vingança – O Musical” de Anna Toledo e direção de André Dias, “Chaplin – O Musical” de Christopher Curtis e direção de Mariano Detry, “Tudo é Jazz” uma homenagem aos compositores americanos John Kander e Fred Ebb e a comédia “Amigas, Pero No Mucho” de Célia Forte e direção de Zé Possi Neto. No cinema, atuou no longa-metragem “Um Dia de Ontem” de Thiago Luciano e Beto Schultz, vencedor do Prêmio de Melhor Filme no Beverly Hills Hi-Definition Film Festival, pelo qual, recebeu a indicação ao Prêmio de Ator Coadjuvante no 4° Festival de Cinema Internacional do Paraná em 2009. Protagonizou o filme “SATYRIANAS – 78 horas em 78 Minutos”, pelo qual, foi indicado a Melhor Ator no Prêmio FIESP/SESI de Cinema em 2014. Em 2018, estreou o filme de animação da Disney Pixar “VIVA – A Vida é uma Festa” na voz do charmoso malandro do Mundo dos Mortos, Hector (Gael Garcia Bernal no original). Estreia também, no elenco da nova temporada da série (DES)ENCONTROS do Canal Sony e no teatro, no musical Off-Broadway, baseado em fatos reais, “PACTO: A História de Leopold e Loeb”. RAFAEL PRIMOT- autor e ator Rafael Primot é paulista de 37 anos. Ator, diretor, produtor e escritor já fez diversos trabalhos. No cinema, dirigiu longas como Todo Clichê do Amor, Gata Velha Ainda Mia, Manual Para Atropelar Cachorro, entre outros. Além de ter atuado, escrito e dirigido longas e curtas. Na televisão, participou de algumas minisséries e novelas, como “As Cariocas”, “As Brasileiras”, “Tapas e Beijos”, “Sessão de Terapia”, de Selton Mello e “A Lei do Amor”. Seu último papel no ar foi o pintor Osiel em “Deus Salve o Rei”. Em 2019 estará nos seriados ARUANAS e HEBE, ambas da Tv Globo. Em 2007 idealizou um projeto que recebeu o nome de Festival Pop de Cinema, em sua cidade natal. Em 2015 teve a sua 8 edição. Em 2009 estreou no Teatro Imprensa a peça "O Livro dos Monstros Guardados", que lhe rendeu um Prêmio Shell de Melhor Autor. Em 2011 lançou o livro que deu origem a peça. Em 2012 a peça como autor "Um Sonho pra Dois" entrou em temporada nacional e também em Portugal. Em 2014 estreia na Oi Futuro Flamengo a peça Uma Vida Boa, de grande repercussão nacional que segue em turnê até 2017 em São Paulo no Teatro Eva Herz. Foi indicado a diversos prêmios como autor do espetáculo com destaque para o Prêmio Cesgranrio e APTR. Lançou seu primeiro longa-metragem Gata Velha Ainda Mia em maio de 2014 com Regina Duarte, Barbara Paz e Gilda Nomacce no elenco, recebendo ótimas críticas no país e fora dele. O filme esteve em Los Angeles, Miami, Nova York, Londres, Montevidéo e Buenos Aires. Em 2018 lançou seu segundo longa-metragem como diretor e roteirista, no qual também atua, chamado “Todo Clichê do Amor”, em co-produção com o Canal Brasil com Débora Falabella, Marjorie Estiano, Maria Luiza Mendonça, João Baldasserini encabeçando o elenco. Ainda em 2018 dirigiu a peça de enorme sucesso “Os Guardas do Taj”, estrelada pelos atores Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi. Em 2019 retomou uma nova temporada de “Os Guardas do Taj” no Teatro Sergio Cardoso (SP). Na TV, viverá o escritor e autor de novelas Manoel Carlos, o Maneco, na série que fala sobre a vida da apresentadora Hebe Camargo, que será exibida pela TV Globo e também viverá o personagem Ramiro, um namorado abusador de uma das protagonistas na série “Aruanas”, do Globoplay. Vai estrelar “Chuva Negra”, seriado do Canal Brasil e Now, e irá atuar, dirigir e escrever o roteiro do filme “Reencontro”, da produtora paulista PopCon e Imagem Filmes. Ele assina o roteiro de “Ó Paí Ó 2”, ao lado da diretora Monique Gardenberg, que está sendo filmado em Salvador. No teatro tem uma sólida carreira, tendo sido indicado ao Prêmio Shell, Prêmio CesgranRio, APTR, Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro. No cinema, recebeu cerca de 27 prêmios em festivais nacionais e internacionais como ator, diretor e/ou roteirista e vem desenvolvendo uma constante e sólida carreira que merece destaque como artista no país. VICTOR GARCIA PERALTA- diretor O diretor é hoje um dos mais disputados do cenário teatral, assinando espetáculos como: “O Submarino”, “Sexo, Drogas e Rock’n’roll”, “Quem tem Medo de Virgínia Woolf”. Filho de argentinos, Peralta nasceu em Palma de Maiorca, na Espanha. Por conta do trabalho do pai, que era um diplomata, trocou diversas vezes de endereço. A história com o Brasil é antiga e começa ainda na década de 60. Durante dois anos, o diretor morou em Porto Alegre e acabou aprendendo a ler e escrever em português. Quase duas décadas depois, em 1978, seus pais decidiram voltar ao país e foram morar no Rio de Janeiro. Em suas visitas, Peralta fez amizade como nomes como Miguel Falabella e Zezé Polessa – que seriam definitivos em sua decisão de também se radicar aqui. Logo depois ele voltou à Argentina para conhecer a terra de sua família. Lá, o acaso novamente deu as caras e, enquanto acompanhava uma ex-namorada em um teste de elenco, acabou ganhando um papel no espetáculo “O Despertar da Primavera”. A partir daí, ele não parou mais. Atuou em telenovelas e começou a se dedicar à direção teatral, somando mais de 40 montagens em seu currículo. Aqueles antigos amigos sempre chamavam Peralta para dirigi-los aqui no Brasil. No entanto, a quantidade de projetos na Argentina não permita conciliar as agendas. Até 1999, quando surgiu uma brecha e o diretor veio trabalhar com Beth Goulart e Guilherme Leme. Seu primeiro espetáculo foi “Decadência”, do poeta e novelista inglês Steven Berkoff. Logo depois, ele explodiu com os sucessos “Os Homens são de Marte... e é pra lá que Eu Vou” e “Não sou feliz, mas Tenho Marido”. ANDRÉ FRATESCHI- ator Ator, cantor e músico, André começou aos dezesseis anos, como vocalista da banda Heroes. Entre 2006 e 2014 a banda tocou o repertório de David Bowie semanalmente na casa de shows Studio SP, em São Paulo. Em 2010 estrelou o musical Canções para Cortar os Pulsos, com as músicas de Tom Waits, e no ano seguinte, Radiolarians, dedicado a obra da banda Radiohead. Ainda nesse ano, junto de sua parceira, Miranda Kassin, lançou o disco Hits do Underground. Em 2014 lançou seu disco autoral Maximalista, que contou com a participação de Mike Garson, pianista de David Bowie. Em 2015 André assumiu os vocais do Legião Urbana durante a turnê comemorativa dos 30 anos, realizando 94 shows durante dois anos, passando também pelo Uruguai e Estados Unidos. Em 2017 estreou a turnê Brock is Back, tributo ao rock nacional. No teatro, também construiu carreira extensa e entre seus principais trabalhos estão “O Inverno da Luz Vermelha”, com Rafael Primot. CHRIS AIZNER- Cenógrafo Atuando no Cenário Lírico e Teatral da cidade de São Paulo como Cenógrafo e Figurinista, realizou trabalhos ao lado de Diretores como JÔ Soares, Antonio Araújo, Daniel Filho, Cacá Carvalho, Antunes Filho, Leonardo Moreira,José Possi Neto, Kiko Marques, Antonio Nóbrega, Maucir Campagnoli, Maria Thaís, Alonso Barros, Roberto Lage, entre outros. Na Cena Lírica, participou do Festival Amazonas de Ópera criando os Cenários e Figurinos para a Ópera LADY MACBETH OF MITZENSK, e no ano seguinte a estreia Mundial de ÇA-IRA, junto ao fundador da Banda de Rock Pink Floyd, Roger Waters. Dentre outras Produções Líricas estão THE FALL OF HOUSE OF USHER para o Festival de Inverno de Campos de Jordão, A VOZ HUMANA, O TELEFONE e CARMEN para o Theatro São Pedro/SP, LA BOHÈME para o Teatro Pedro II em Ribeirão Preto, e A HISTÓRIA DO SOLDADO pelo qual recebeu o Prêmio APCA pelos figurinos. Em 2012 ORFEU E EURÍDICE que inaugurou a Praça das Artes de São Paulo em Produção do Theatro Municipal de São Paulo sob direção de Antônio Araújo do Teatro da Vertigem, assinando os Figurinos. Em 2014 assina os Cenários da Ópera MEFISTÓFELE, para o Festival de Ópera do Theatro da Paz em Belém do Pará. Em 2018 assina o cenario para Estação Villa Lobos no Theatro Municipal de São Paulo. Contemplado pela Crítica a Indicações e Premiações de Cenografia e Figurino, dentre eles os Prêmios APCA, SHELL E FEMSA, BIBI FERREIRA tem em sua carreira artística mais de uma centena de Espetáculos em Linguagem Teatral, Musical e Ópera, assinando Cenários e Figurinos. Os mais recentes trabalhos : Sínthia e Cais ou da Indiferença das Embarcações – Direção Kiko Marques; Wiosna – Direção Leonardo Moreira para o Teatrstudio, em Varsóvia/Polônia; Histeria, Tróilo e Créssida/Sesi Sp e A Noite de 16 de Janeiro– Direção de Jô Soares. Em 2018 assina os figurinos para Odisseia com Cia Hiato e estreia em Atenas. ALINE SANTINI - Iluminadora Graduada em Artes Visuais e Pós Graduada em Lighting Design na Faculdade Belas Artes em 2016. Estudou com o fotógrafo Carlos Moreira e foi assistente do iluminador Wagner Pinto e Gerald Thomas. Trabalha com iluminação há 19 anos e realizou trabalhos com grandes diretores, companhias, artistas de teatro, dança, performance e artes visuais em São Paulo. Atua como performer e cria instalações. Indicada quatro vezes ao prêmio Shell e vencedora do prêmio Denilto Gomes no ano 2017com o espetáculo de dança SHINE. Indicada duas vezes ao prêmio APCA de dança. Este ano é uma das artistas selecionadas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga. Ministra oficinas de iluminação cênica em Oficinas Culturais, Sesc e SP Escola de Teatro. Participou de festivais nacionais e internacionais de teatro e dança na Alemanha, Croácia, Argentina, Bolívia, Portugal e Irlanda. Rafael Primot, proponente via Enkapothado produções, além de ser o responsável pela gestão financeira do projeto, também é o autor e ator do espetáculo.
PROJETO ARQUIVADO.