| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 03562124000159 | WILSON SONS SERVIÇOS MARÍTIMOS | 1900-01-01 | R$ 273,5 mil |
| 64858525000145 | Monsanto do Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 61585865060642 | RAIA DROGASIL S/A | 1900-01-01 | R$ 36,0 mil |
| ***150798** | JOSE NETO BARBOSA COSTA | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***370037** | RUY MAGALHAES BRITTO | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***446501** | LETICIA LEMOS DE MORAES | 1900-01-01 | R$ 200,00 |
Este projeto propõe a realização de oficinas audiovisuais e digitais para crianças e adolescentes, das escolas públicas da periferia de Salvador, na Bahia. As oficinas serão dividias em três módulos: Roteiro, Produçaõ e Edição. Haverá no final a exibição dos vídeos em escolas públicas, centros culturais e unidades de saúde das comunidades. O projeto também prevê duas mostras, para divulgação dos vídeos produzidos, durante as oficinas.
O projeto tem como objetivo estimular a liberação do potencial artístico e cultural dos jovens das escolas públicas, através de oficinas de capacitação audiovisual e digital e da realização de mostras para divulgar os trabalhos apresentados. Por meio da realização de oficinas de capacitação, o projeto SONS E IMAGENS DA BAHIA desenvolve a capacidade artística e critica dos jovens participantes. Para 2020, o projeto selecionará aproximadamente 170 jovens, que participarão, ao longo de 24 meses (2021-2022), das atividades propostas . O projeto será dividido em três fases: Capacitação: Aulas regulares de audiovisual e produção digital e rodas de conversas, com o objetivo de capacitar os alunos na elaboração de roteiros e no conhecimento do audiovisual e das mídias digitais, de forma a extrair distintas narrativas em cultura e na divulgação científica da saúde. Produção: Produção de vídeos, com o objetivo de difundir a cultura, na perspectiva indenitária, de cada território. Exibição: Produção de 2 mostras para divulgar os vídeos produzidos.
Proporcionar estratégias de promoção e disseminação da cultura popular e da divulgação científica da saúde, além de incentivar uma produção digital e audiovisual como linguagem interdisciplinar que fomente a produção da cultura local, lugar raramente reservado para jovens dos subúrbios. O projeto destina-se a capacitar jovens, estudantes, professores, gestores, profissionais de saúde e produtores culturais na elaboração de roteiros e no conhecimento do audiovisual e das mídias digitais, de forma a extrair distintas narrativas em cultura e na divulgação científica da saúde. Objetivos específicos: I. Realizar atividades de promoção da cultura e popularização da ciência e da saúde, nas escolas, nas unidades básicas de saúde e nos equipamentos culturais, que deem suporte à promoção da saúde em territórios vulneráveis do município; II. Conscientizar sobre a necessidade da importância do audiovisual como elemento de visibilização de culturas e promoção da saúde em territórios vulnerabilizados; III. Fornecer instrumental teórico e técnico que possibilite a jovens, estudantes, professores, gestores, profissionais de saúde e produtores culturais entenderem os conceitos básicos de produção de vídeo em diferentes plataformas audiovisuais; IV. Capacitar jovens, estudantes, professores, gestores, profissionais de saúde e produtores culturais para a criação de projetos e roteiros para narrativas documentais em todas as fases da produção audiovisual, mostrando a importância das mídias digitais e sociais e a produção de conteúdo para essas, tendo em vista as características e dinâmicas da cultura digital; V. Fomentar a construção e criação de espaços digitais, interdisciplinar, para produção audiovisual nas escolas, unidades básicas de saúde e equipamentos culturais em territórios vulnerabilizados; Resultados Esperados i. Instituir a programação da oficina de audiovisual, elaborada de acordo com os territórios; ii. Execução da oficina produzida nos territórios; iii. Envolvimento dos atores dos territórios nas oficinas; iv. Apresentar os produtos audiovisuais realizados nos territórios; v. Colocar produtos digitais em sites sobre temas em C&T em saúde; vi. Criar canais de comunicação digitais pertinentes a cada território; vii. Possuir produtos da cultura digital em cada território; viii. Realizar uma Mostra de produtos audiovisuais por território com discussão aberta aos participantes; xix. Realizar uma Mostra final com o conteúdo produzido nas oficinas com debate/mesa de discussão sobre os temas abordados. Público Alvo: Comunidade de territórios vulnerabilizados em Salvador e Região
Este projeto propõe a capacitação de grupos-chave das comunidades em territórios de vulnerabilidade em processos de divulgação de cultura, cultura da ciência e saúde. Ao envolver estudantes, professores, gestores e profissionais de saúde desses territórios, entende-se que estes indivíduos são atores nas suas respectivas redes e parte integrante das estratégias de promoção à saúde. Em um contexto em que a informação é disseminada com mais velocidade e impacto pelas tecnologias digitais, percebe-se a importância que o audiovisual e as mídias digitais exercem na difusão de conhecimentos e produção de saberes e o potencial de ter diferentes focos de difusão do conhecimento relacionado à cultura, à saúde, à educação e à tecnologia. O projeto aqui proposto irá se utilizar dos diferentes saberes produzidos por grupos sociais diretamente interessados nestes temas com o objetivo de explorar a "interação e complementaridade entre saberes científicos e saberes não científicos" (SANTOS, 2016, p. 17). O interesse da população brasileira por notícias, programas e outros materiais midiáticos sobre cultura, saúde, ciência e tecnologia já foi demonstrada em pesquisa encomendada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia do Brasil (CGEE, 2015). Entretanto, o engajamento quanto à informação em C&T são muito baixas. 72% afirmam que não ouvem programas de rádio sobre o tema, 61% não leem jornais ou matérias jornalísticas impressas sobre. Muitos esforços vêm sendo empenhados por pesquisadores, comunicólogos, agências de fomentos e outras instituições da ciência no sentido de torná-la mais próxima da sociedade, de publicizar o conhecimento produzido por seus atores. A meta, no Brasil ainda a ser alcançada, seria, em outras palavras, ampliar a cultura científica, enfatizando a educação científica e de saúde e da promoção da carreira entre os jovens. A divulgação da cultura, ciência, e da saúde tanto digital, quanto presencial, ainda ensaia seus primeiros passos na Bahia, estando aquém da capacidade de produção científico-tecnológica. No Programa, inicialmente, os esforços estarão voltados para a produção audiovisual, ao promover o diálogo nos canais de compartilhamento e disseminação utilizados nos territórios em vulnerabilidade com base nas redes digitais. Fomentar, portanto, a interação entre interesses científicos e da saúde com os interesses culturais e sociais, aproximando instituições, entre eles os meios de comunicação e os movimentos organizados da sociedade civil, atores e conhecimentos de múltiplos campos, contribuindo assim para democratização da ciência e da saúde. Dos mais de 210,4 milhões de habitantes no Brasil, cerca de 139 milhões têm acesso a internet e destes 112 milhões são ativos nas mídias sociais, acessando majoritariamente por plataformas móveis. A importância que as redes sociais e as mídias sociais digitais ganharam na sociedade contemporânea está relacionada a dimensão do seu alcance. O panorama de informação de C&T na internet e redes sociais vem tendo uma das melhores evoluções, em comparação com jornais e revistas impressas, com o crescimento de audiência de 9% para 18%, de 2006 até 2015. Neste sentido, as mídias e as redes sociais, em associação com as práticas comunicativas e culturais do território, possibilitam um ambiente apropriado de interação para a promoção da saúde, para compartilhamento de informações, práticas e conhecimentos entre as instituições e entre os indivíduos, fortalecendo as redes de relacionamento. Trabalhar para que estudantes, professores, gestores e profissionais de saúde atuem na produção de conteúdo audiovisual de cultura e saúde para a divulgação de conhecimentos científicos culturais e adoção de boas práticas de saúde é um desafio a ser enfrentado pelas instituições brasileiras. O projeto, logo, pretende ser desenvolvido na combinação entres os espaços culturais e identitários de sociabilidade presenciais dos territórios e o ambiente online, desenvolvendo assim uma narrativa convergente e transmídia em vídeos e sites com a divulgação em assuntos de cultura, ciência e tecnologia em saúde. Para tanto, serão desenvolvidas oficinas de vídeos e produção de conteúdo para plataformas digitais na área supracitada.
Não se aplica.
Produção de 25 vídeos de curta metragem, de até 3 minutos. Contrapartida social: Realização de 13 rodas de conversa e exibição dos vídeos em escolas, centros culturais e unidades de saúde da comunidade, com 1 a 5 participantes na mesa, durante 2 horas, em formato virtual, para . 405 pessoas. Realização de uma Mostra dos produtos audiovisuais, por território, com discussão aberta aos participantes, durante um dia, por 2 horas, gratuito e aberto ao público, em formato virtual; Realizar uma Mostra final com o conteúdo produzido nas oficinas com debate/mesa de discussão sobre os temas abordados, durante um dia, por 2 horas, gratuito e aberto ao público, em formato hibrido. Produção de 9 oficinas, com 420h no total.
a. Os locais de realização das oficinas serão adequados, tendo estrutura física que permita acessibilidade dos integrantes da comunidade, a saber: rampas e banheiros adaptados. b. Visando acessibilidade dos conteúdos, os produtos audiovisuais serão legendados com legenda descritiva para promover a acessibilidade às pessoas com deficiência auditiva; c. Novos softwares serão utilizados para ampliar a participação de pessoas com deficiência visual e auditiva.
Os vídeos produzidos nas oficinas serão exibidos e debatidos nas comunidades, assim como estarão disponibilizados gratuitamente nos canais online de acordo com o perfil dos territórios, como Youtube, Instagram e Facebook, além de sites próprios, produzidos nas oficinas com os conteúdos trabalhados. Ao final do projeto, haverá uma mostra final com debate/mesa de discussão com os principais vídeos produzidos, que poderão ser exibidos posteriormente nas TVs universitárias, Canal Saúde e TVs Educativas. Para as escolas, unidades de saúde e equipamentos culturais, serão criados um catálogo audiovisual com toda a produção das oficinas para serem memória no território. As oficinas serão oferecidas gratuitamente aos estudantes, no contraturno escolar. Art. 20. A proposta cultural deverá conter um Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;
• Equipe Técnica: Coordenação Executiva: Antonio Marcos Pereira Brotas Doutor Multidisciplinar em Cultura e Sociedade (UFBA), mestrado em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente é tecnologista em saúde pública do Instituto Gonçalo Moniz (IGM - Fiocruz Bahia) e assessor de comunicação. Tem experiência na docência e profissional na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo e Editoração, atuando principalmente nos seguintes temas: jornalismo, jornalismo científico, educação e comunicação e saúde, cultura científica, tecnologias sociais, terrorismo e enquadramentos Coordenação Pedagógica – Márcia Rocha (UFRB) Possui graduação em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (1989), Mestrado (2007) e Doutorado (2015) em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). É professora da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e tem experiência profissional em diferentes áreas e funções da atividade jornalística, com ênfase em telejornalismo. Como pesquisadora, atua principalmente nos seguintes temas: televisão e saúde; análise do enquadramento da saúde na mídia; mídia, saúde e políticas públicas. É uma das líderes do Grupo Políticas Públicas: desafios da gestão democrática, do Centro de Artes, Humanidades e Letras da UFRB, atuando na linha de pesquisa, Enquadramentos da Saúde na Mídia. Também é integrante do Grupo Educação e Comunicação em Saúde, do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA; Coordenação Técnica – Ligia Rangel (UFBA) Professora Titular aposentada da Universidade Federal da Bahia (UFBA), com graduação em Medicina por esta Universidade (1976), Mestrado em Saúde Coletiva (UFBA, 1993), Doutorado em Saúde Coletiva (UFBA, 2001), Estágio Sênior (Pós-Doutorado) na Universidade Aberta de Lisboa (2015 a 2016), com apoio da CAPES (BEX 2476/15-0). Atuo no Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia, desenvolvo atividades de ensino, pesquisa, extensão e cooperação técnica, nas áreas de Educação e Comunicação em Saúde. Coordeno as linhas de Pesquisa Mídia e Saúde, com a qual colaboro no Observatório de Análise Política de Saúde do ISC/UFBA, e Tecnologias de Educação e Comunicação em Saúde, ambas do grupo de pesquisa Educação e Comunicação em Saúde, por mim coordenado. Tenho experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase nos seguintes temas: risco à saúde, comunicação e saúde, saúde do trabalhador, educação a distância, vigilância sanitária e tuberculose. Gestão Cultural pela SPCOC ‐ Luis Fernando Gonzaga Donadio Formado em Direçao Teatral pela UFRJ, especialização em Gestão Cultural pela Universidade Candido Mendes. Atualmente exerce a presidencia da SPCOC e atua como coordenador do escritório de captação da Fiocruz. Gestão do Patrocínio pela SPCOC ‐ Fabio Sacramento Formado em cinema para UFMG, atuou na Secretaria de Cultura de Juiz de Fora com elaboração de projetos e gerenciamento de patrocínios. Atualmente é um dos gestores de patrocínios da SPCOC. Jornalista - A definir Editor de vídeo- A definir Professor/Facilitador - A definir
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