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A mostra Estúdio Hammer _ A Fantástica Fábrica de Horror é a primeira mostra a ser realizada no Brasil dos filmes clássicos de horror produzidos pelo Estúdio Hammer, abrangendo a produção dos anos 1950, passando pelo auge nos anos 1960 até o início da decadência nos anos 1970. Serão cerca de 32 longas-metragens _ em 35mm e em mídia digital _,nos CCBBs do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, durante 4 semanas e 56 sessões, mais a produção de fôlderes com o detalhamento das sessões, um catálogo exclusivo para a mostra, um debate com intértrete de libras, um curso sobre o cinema de horror dos Estúdios Hammer e uma sessão com audiodescrição e legendas descritivas.
Não se aplica.
O Objetivo Geral da mostra Estúdio Hammer - A Fantástica Fábrica de Horror consiste na retrospectiva dos filmes produzidos pelos Estúdios Hammer entre as décadas de 1950 e 1970.. O principal objetivo que se pretende alcançar é a difusão desta obra cinematográfica, e a sua finalidade é a formação de público nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Projetamos um grande público, pois será o maior evento do gênero na América do Sul, nunca antes tantos filmes cultuados foram exibidos no mesmo evento, apenas Inglaterra e EUA fizeram tamanha homenagem. Os filmes da Hammer são cultuados, copiados, parodiados e reverenciados por uma legião de cinéfilos, incluindo nomes importantes como Martin Scorsese, Quentin Tarantino, Guillermo Del Toro, Steven Spielberg, Dario Argento, David Lynch, Tim Burton entre outros. Os Objetivos Específicos da mostra Estúdio Hammer - A Fantática Fábrica de Horror são: - Publicação de um catálogo com artigos críticos sobre os filmes do Estúdio Hammer, que encaramos como verdadeiro legado da mostra: uma importante fonte de pesquisa bibliográfica no Brasil, já que reunirá ensaios e entrevistas, além de uma filmografia contendo sinopses, fichas técnicas e demais dados dos filmes programados, de distribuição gratuita; - Um debate, com dois especialistas na obra do Estúdio Hammer convidados; - Um curso sobre o cinema do Estúdio Hammer, com a duração de 3 dias; - Uma sessão especial com audiodescrição e legendas descritivas para portadores de necessidades especiais, uma sessão com intérprete de libras; Os filmes da mostra são: - A Maldição de Frankenstein (The Curse of Frankenstein, 1957, ING, 82min, cor) Dir: Terence Fisher- O Vampiro da Noite (Dracula, 1958, ING, 82min, cor) Dir: Terence Fisher- A Vingança de Frankenstein (The Revenge of Frankenstein, 1958, ING, 90min, cor) Dir: Terence Fisher- O Cão dos Baskervilles (The Hound of the Baskervilles, 1959, ING, 87min, cor) Dir: Terence Fisher- A Múmia (The Mummy, 1959, ING, 86min, cor) Dir: Terence Fisher- As Noivas do Vampiro (The Brides of Dracula, 1960, ING, 85min, cor) Dir: Terence Fisher- Grito de Pavor (Taste of Fear, 1961, ING, 81min, P&B) Dir: Seth Holt- Maldição de Lobisomem (The Curse of the Werewolf, 1961, ING, 93min, cor) Dir: Terence Fisher- O Fantasma da Ópera (The Phanton of the Opera, 1962, ING, 90min, cor) Dir: Terence Fisher- Malditos (The Damned, 1962, ING, 87min, P&B) Dir: Joseph Losey- O Monstro de Frankeinstein (The Evil of Frankenstein, 1964, ING, 84min, cor) Dir: Freddie Francis- A Górgona (The Gorgon, 1964, ING, 83min, cor) Dir: Terence Fisher- Drácula, o Príncipe das Trevas (Dracula: Prince of Darkness, 1966, ING, 90min, cor) Dir: Terence Fisher- Epidemia de Zumbis (The Plague of the Zombies, 1966, ING, 91min, cor) Dir: John Gilling- A Serpente (The Reptile, 1966, ING, 91min, cor) Dir: John Gilling - ...E Frankenstein Criou a Mulher (Frankenstein Created Woman, 1967, ING, 86min, cor) Dir: Terence Fisher- As Bodas de Satã (The Devils Rides Out, 1968, ING, 96min, cor) Dir: Terence Fisher- Drácula, o Perfil do Diabo (Dracula Has Risen from the Grave, 1968, ING, 92min, cor) Dir: Freddie Francis- Frankenstein Tem que Ser Destruído (Frankenstein Must Be Destroyed, 1969, ING, 98min, cor) Dir: Terence Fisher- O Sangue de Drácula (Taste the Blood of Dracula, 1970, ING, 91min, cor) Dir: Peter Sasdy- O Conde Drácula (Scars of Dracula, 1970, ING, 96min, cor) Dir: Roy Ward Baker- Os Vampiros Amantes (The Vampire Lovers, 1970 ,ING, 91min, cor) Dir: Roy Ward Baker- Condessa Drácula (Countess Dracula, 1971, ING, 93min, cor) Dir: Peter Sasdy- O Médico & Irmã Monstro (Dr. Jekyll & Sister Hyde, 1971, ING, 97min, cor) Dir: Roy Ward Baker- Drácula no Mundo da Minissaia (Dracula A.D. 1972, 1972, ING, 96min, cor) Dir: Alan Gibson- Os ritos Satânicos de Drácula (The Satanic Rites of Dracula, 1973, ING, 87min, cor) Dir: Alan Gibson- Capitão Kronos, O Caçador de Vampiros (Captain Kronos _ Vampire Hunter,1974, ING, 91min, cor) Dir: Brian Clemens- A Lenda dos Sete Vampiros (The Legend off the 7 Golden Vampires, 1974, ING/HKG, 83min, cor) Dir: Roy Ward Baker e Cheh Chang- Uma Filha para o Diabo (To the Devil a Daughter, 1976, ING, 95min, cor) Dir: Peter Sykes DOCUMENTÁRIOS- Fanex Files: Hammer Films (2008, ING, 95min, cor) Dir: A. Susan Svehla - Flesh and Blood: The Hammer Heritage of Horror (1994, ING, 100min, cor) Dir: Ted Newsom- Hammer: The Studio That Dripped Blood! (1987, ING, 50min, cor) Dir: David Thompson
A necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento de Estúdio Hammer - A fantástica fábrica de horror, enquadra-se nos seguintes incisos do Art 1o. da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em relação em Art 3o. da referida norma, serão alcançados os seguintes objetivos: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; É necessário dizer que o Centro Cultural Banco do Brasil somente patrocina projetos previamente aprovados na Lei Rouanet.
Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida, sócio da Voa - Comunicação e Cultura LTDA, proponente deste projeto, trabalhará na função de produção executiva. José Alves de Lima Aguiar e Marina Pessanha trabalharão nesta mostra na função de coordenação geral. Eduardo Reginato e Danilo Santos Crespo serão os curadores. O projeto não possui aquisição de material permanente. Questões referentes a bens históricos não se aplicam aa esta proposta. Dentro da produção da mostra de cinema nos CCBBs do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília existe, como de costume, a execução de um catálogo, de aproximadamente 200 pags, que será distribuído gratuitamente para o publico que comparecer a cinco sessões da mostra. A tiragem do catálogo será de 300 exemplares para o CCBB-RJ, 300 para o CCBB-DF e 300 para o CCBB-SP.
A retrospectiva será realizada nos Centros Culturais do Banco do Brasil do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, espaços que oferecem facilidades para portadores de necessidades especiais como: CCBB-RJ: - Rampa Sanitários Térreo e 2o andar; - Dois boxes para cadeiras de rodas no Cinema; - Elevadores especiais Videoteca e Restaurante; - Terminal de Auto Atendimento BB Térreo; - Telefone público Térreo e telefone para po rtadores de deficiência auditiva. CCBB-DF: - Vagas exclusivas de estacionamento; - Acesso por rampas ao Teatro e às Galerias; - Elevador entre as Salas de Exposições; - Banheiros adaptados atrás do balcão de informações. CCBB-SP: - Rampa para pessoas com deficiência física situada na entrada lateral do prédio; - Elevadores, telefones e banheiros adaptados no Térreo. Em cada uma dos CCBBs, também haverá: - Uma sessão com legendagem descritiva: transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra, de acordo com a Lei 13.146/2015. - Uma sessão conjunta com legendagem descritiva, LIBRAS e audiodescrição com narrador, visando ac atar a Lei 13.146 de 06/07/2015, que entrou em vigor no dia 02/01/2016.
A mostra oferece à população a oportunidade de ter contato com a produção cinematográfica de Federico Fellini, um dos diretores mais importantes do cinema moderno e contemporâneo, cuja obra se estende do começo dos anos 1950 até 1990. Será cobrado um ingresso de R$ 10, com meia entrada R$ 5 para estudantes, professores da rede pública e maiores de 60 anos. Maiores de 60 anos nos CCBBs do Rio de Janeiro e São Paulo e no CCBB de Brasília a entrada é gratuita. Alunos de algumas escolas/universidades de cinema do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília não pagam ingresso. Além disso, o projeto contará com a realização um debate (com interprete de LIBRAS) em cada cidade, com a presença de dois críticos e mediação do Curador Danilo Santos Crespo onde será discutido de forma breve a importância histórica e o legado da obra do Estúdio Hammer e ao final os palestrantes irão responder perguntas do público em geral. O debate será gratuito para toda a população. Entretanto, alunos e professores da rede pública de ensino serão convidados especiais. Haverá também um curso, ministrado pelo curador Eduardo Reginato, com duração de 3 dias, com as seguintes características: Carga Horária: 6 horas (2 horas por dia, das 14h às 16h) Público-alvo: Aberto ao público geral, mas voltado especialmente a estudantes do ensino médio e do ensino universitário. Conteúdo Programático: A influência do gótico no cinema e literatura ingleses. O horror inglês. O contexto histórico de uma época e o surgimento do Estúdio Hammer na Inglaterra. As primeiras produções do Estúdio Hammer. O pulo do monstro: a grande virada cinematográfica do Estúdio Hammer e sua ascensão. Os monstros da Hammer. As características marcantes do estilo Hammer de horror e sua influência no cinema fantástico moderno. Os atores da Hammer: Christopher Lee, Peter Cushing e Ingrid Pitt, os mitos do horror. Os grandes diretores da Hammer e seus filmes. A queda do monstro: a decadência do Estúdio Hammer e suas últimas produções. O monstro não morreu: o legado deixado pela extensa filmografia do Estúdio Hammer e seus fiéis seguidores no cinema.
Eduardo Reginato (Curador): Eduardo Reginato é produtor, roteirista, escritor e crítico de cinema. É formado e mestre em Literatura pela Universidade Federal Fluminense, pesquisando o horror e a fantasia na literatura . Na televisão foi diretor e roteirista do programa Cinema Mundo (2006) do extinto canal Cine Brasil TV e produtor dos programas (Re)corte Cultural e Arte com Sérgio Britto da TVE (atual TV Brasil). Foi um dos curadores da Mostra Bertrand Blier e a Comédia da Provocação (2017) na Caixa Cultural SP e produtor das mostras Aventura Antonioni (2017), Syberberg, um filme da Alemanha (2016) e O Cinema Total de David Lean (2015), entre outras. Danilo Santos Crespo (Curador): Danilo Santos Crespo é roteirista, poeta, escritor e crítico de cinema. Formado em Letras - Inglês (UFF) é pesquisador de Literatura e Cinema ingleses. Escreveu o livro Memórias de Abacate, publicado em 2011 pela editora Nonoar. Em 2017, roteirizou e co-dirigiu os curtas-metragens “A entrada é a saída é a entrada”, “O começo de mim”, “Tudo Respira”. É, também, autor das peça “Entre” (2016) e “Adeus, Transeunte” (2018). Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida (Produtor Executivo): Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida é formado em Comunicação Social na UFRJ e em Cinema pela UFF. Trabalhou como crítico de cinema na revista Contracampo e na revista Moviola. Foi curador e produtor da mostra "Oscar Micheaux: O Cinema Negro e a Segregação Racial", no CCBB-RJ, SP e BSB, em 2013, da mostra "Surrealismo e Vanguardas" no CCBB-RJ, em 2014, da mostra "Francis Ford Coppola: O Cronista da América", no CCBB-RJ, SP e BSB, em 2015, e das mostras "A Vanguarda de São Francisco" em 2015, na Caixa Cultural-RJ, "Ken Jacobs", na Caixa Cultural-RJ em 2016, "Aventura Antonioni", nos CCBBs RJ, SP e BSB em 2017, e da mostra "Diretoras Negras no Cinema Brasileiro", na Caixa Cultural BSB e RJ em 2017. Foi produtor executivo da mostra "Do Brasil para o Mundo" no CCBB-RJ, em 2016. José de Aguiar (Coordenador de Produção): José de Aguiar é diretor e produtor. Trabalhou como produtor da Mostra Londrina de Cinema, realizada pela ONG Kinoarte - Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina (2003), produtora de cinema, oficinas de realização e festivais no Sul do Brasil. Produziu e dirigiu o programa de tv "Esquinas", uma coprodução do Canal Brasil, da revista Piauí e da produtora Firula Filmes. Foi responsável pela produção executiva da mostra "Abel Ferrara, a Religião da Intensidade" , da mostra "Samuel Fuller", da mostra "Oscar Micheaux", da mostra "O Novo Cinema Pernambucano", da mostra "Francis Ford Coppola: O Cronista da América", e "Aventura Antonioni", todas no CCBB. Fez curadoria e produção das mostras "Surrealismo e Vanguardas" e "O Cinema Total de David Lean", também no CCBB. Foi coordenador de produção da mostra "Do Brasil para o Mundo" no CCBB-RJ, em 2016. Marina Fonte Pessanha (Coordenadora de Produção): Marina Pessanha é formada em Jornalismo pela PUC-Rio e cursou o Máster en Documental Creativo de la UAB (2008/09), na Espanha. Dirigiu e produziu seus primeiros filmes: o curtametragem "Gladys" e o médiametragem "A Moldura" ("El marco", Espanha), produzido e exibido pela TVE Catalunya . Dirigiu o programa de tv "Esquinas", uma co-produção do Canal Brasil. Foi coordenadora de produção das mostras " Abel Ferrara, A Religião da Intensidade", "Samuel Fuller", "Oscar Micheaux", "Francis Ford Coppola" e "O Cinema Total de David Lean" e "Aventura Antonioni", no CCBB. Fez a curadoria da mostra "O Novo Cinema Pernambucano", no CCBB, e a curadoria e a produção da mostra "Surrealismo e Vanguardas", também no CCBB. Fez a produção executiva das mostras "A Vanguarda de São Francisco" e "Ken Jacobs", na Caixa Cultural-RJ, e da mostra "Diretoras Negras no Cinema Brasileiro", na Caixa Cultural BSB e RJ. Foi curadora da mostra "Do Brasil para o Mundo" no CCBB-RJ, em 2016.
PROJETO ARQUIVADO.