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PRONAC 193091Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ADONIRAN BARBOSA

DOMINIO PUBLICO COMERCIAL LTDA.
Solicitado
R$ 999,8 mil
Aprovado
R$ 999,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 24,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-11-13
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto tem por objetivo a PRODUÇÃO, montagem e temporada de espetáculo de teatro musical que conta a trajetória de Adoniram Barbosa, sua importância e relevância no cenário da cultura Brasileira e suas caminhadas pelas ruas de São Paulo e a inspiração que causaram em seus versos.

Sinopse

Escrever um musical sobre Adoniran Barbosa, além de ser uma justa homenagem a um dos nossos mais importantes compositores, é também, a oportunidade de mergulhar na história da cidade de São Paulo, sua arquitetura, seu povo e sua cultura. É falar da época da rádio, do cinema, das telenovelas e, sobretudo, a possibilidade de entender as transformações urbanísticas da maior metrópole do país, cenário mais constante das canções e personagens de Adoniran. Se Guimarães desbravou o sertão e criou o seu mineirês, coube a Adoniram, no século passado, entre concretos e asfaltos, na aridez da selva de pedra, construir o seu paulistês. E dentro desta linguagem, tudo é poesia, tudo é possível no compasso do samba-canção. Nosso artista mostrou-se, ao longo dos anos, extremamente sensível às mazelas do povo, que segundo ele próprio, permaneceu sempre alheio ao “progréssio”. A dramaturgia da peça se propõe a entrar no universo criativo do artista, e através dele, lembrar a cidade de outrora, sem perder o olhar para o presente. O tempo passou, o poeta já não está mais entre nós, mas sua crítica e suas letras e melodias estão marcadas nas esquinas de cada bairro, em cada avenida de São Paulo.

Objetivos

OBJETIVO PRINCIPAL Realização e apresentação de montagem teatral inédita teatral inédito, com temporada de três meses na cidade de São Paulo. Com este projeto pretendemos levar às famílias que assistem teatro em São Paulo e no Brasil, a história do grande ator, compositor e cantor Adoniran Barbosa. Serão realizadas de 60 apresentações, com oferecimento de 03 ensaios abertos ao público, com estimativa de distribuição de aproximadamente 15.180 ingressos. Serão doados aproximadamente 1.000 ingressos conteplando ações formativas de contrapartida social. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Alguns dos objetivos específicos:a) realizar a produção e montagem de espetáculo musical original e nacional;b) valorizar o teatro musical como importante expressão artística do teatro;c) contribuir para o continuo crescimento do Brasil como produtor de teatro musical;d) propiciar ao espectador um espetáculo teatral musical de excelência e qualidade;e) contribuir para o enriquecimento cultural dos espectadores;f) motivar a continua profissionalização do setor.g) contribuir para o desenvolvimento humano por meio da reflexão gerada pela ampliação de visão e aquisição de conhecimento;h) gerar empregos para diversas categorias de profissionais; Resultado:O produto cultural resultante da proposta é a apresentação de 60 apresentações do espetáculo "Adoniram Barbosa", que irão ocorrer de quinta a domingo, numa temporada de quatro meses, na cidade de São Paulo com oferecimento de 03 ensaios abetos ao público. Repercussão:Neste espetáculo pretendemos dar a oportunidade ao público de conhecer a fundo a obra deste homem que com sua sensibilidade criou uma obra crítica e ainda atualíssima da sociedade de sua época.Neste sentido, o texto e a encenação deverão também privilegiar aspectos estéticos e conceituais que enalteçam nossa cultura brasileira e que destaquem aquilo que temos de mais singular enquanto artistas do nosso país. Impacto:Estima-se que a produção desse musical original e brasileiro atinja um público de aproximadamente 10.000 pessoas, oferecendo um espetáculo de qualidade artística e técnica que contribuirá para a constante formação de público no teatro.Da mesma forma, a produção promoverá audições na cidade de São Paulo, para que novos talentos possam ter a oportunidade de se revelar e fazer parte do elenco do espetáculo. Novos atores / cantores e toda uma geração ligada aos musicais estará em contato com a pesquisa sobre a obra de um artista brasileiro que muito representa e orgulha nossa cultura musical.

Justificativa

A presente proposta se enquadra no Art. 1º da lei Nº 8.313/91 nos incisos: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Os objetivos que serão alcançados enquadram-se no Art. 3º da lei Nº 8.313/91, no inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante, alínea c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Este projeto é inspirado e concebido em um momento em que a rádio, os cantores e o repertório da época de ouro, tem sido revigorados e celebrados por uma platéia assídua a este gênero de espetáculo. Vimos proliferar em nosso panorama cultural, musicais biográficos, shows com este tema, rodas de samba, casa populares no centro, onde sambas antigos são entoados pelas novas gerações, a volta das matinês e o circuito das vans atendendo ao público da terceira idade. Acreditamos na relevância do biografado assim como na importância da formação de plateia que prestigie agora e no futuro, os nomes importantes de nossa cultura. Adoniran merece o resgate de sua memória e de sua obra assim como nos presenteia com sua visão de mundo tão atraente e comunicativa. Pretendemos realizar assim, uma peça para toda a família, com importante conteúdo histórico e entretenimento de alta qualidade artística, tendo representatividade no panorama da cultura da cidade, tendo investido na revelação de novos talentos. A realização deste projeto consolidará esta pesquisa e esperamos realizar uma interação divertida com o público, multiplicando talentos, capacitando, dando acesso, bem como investindo em formação de plateia e em formadores de opinião. Portanto, o apoio da Lei de incentivo à Cultura é de suma importância para que este projeto seja realizado e possa ser apresentado para a população. O projeto conta com texto inédito de Gustavo Gasparani, expoente da cena musical atual no Brasil. Gustavo acaba de escrever e encenar dois textos inéditos sobre a trajetória de dois artistas contemporâneos brasileiros de grande repercussão nacional, Michel Teló e Zeca Pagodinho, contando suas obras e trajetórias profissionais. Adoniran será seu próximo biografado e sua escrita será baseada em profunda pesquisa de material de acervo da família de Adoniran, assim como publicações de biografias relevantes com a de Celso de Campos Jr, além dos filmes, programas de televisão e rádio dos quais Adoniran participou. A direção ficará a cargo de Susana Ribeiro, que recentemente encenou o elogiado e premiado espetáculo musical Rent na cidade de São Paulo e Rio de Janeiro. Serão ao todo 16 talentos em cena entre músicos e cantores/atores apresentando a história da vida do inesquecível João Rubinato (nome de batismo de Adoniran Barbosa). Outros "O rádio tem esplêndidas lições de força de vontade, de paciência, de longa e inalterada esperança no futuro e no destino....Nenhum, entretanto, me parece mais sugestivo... que um artista de rádio, cujo sucesso, se foi repentina explosão de luz, foi construído apesar de todas as caneladas que levou na vida.Hoje, ele é "alguém", mas...as caneladas foram abundantes e variadas,...O amigo ouvinte pode ficar uma hora ouvindo uma porção de gente, e ouvindo só ele...Zé Conversa....Pernafina...Sinésio Trombone...Carlito Gardel.... Barbosinha, ídolo de uma multidão de guris, que diariamente se acotovelam talvez apenas para vê-lo nas suas trapalhadas. Blota Jr. (advogado, locutor, apresentador, jornalista, roteirista) "Adoniran Barbosa é um grande compositor e poeta popular, expressivo como poucos...é um paulista de cerne que exprime a sua terra com a força da imaginação alimentada pelas heranças necessárias de fora. Da mistura, que é o sal da nossa terra, Adoniran colheu a flor e produziu uma obra radicalmente brasileira,....que alia com naturalidade as deformações normais de português brasileiro, onde Ernesto vira Arnesto....A fidelidade à música e a fala do povo permitiram a Adoniran exprimir a sua Cidade de modo completo e perfeito....A sua poesia e a sua música são ao mesmo tempo brasileiras em geral e paulistanas em particular....Lírico e sarcástico, malicioso e logo emocionado.... ele é a voz da cidade.... Antônio Candido (escritor, ensaísta, e crítico literário)

Estratégia de execução

Currículo de Atuação Cultural da Dominio Público No ano de 2001 a Domínio Público produziu o espetáculo musical infantil "Amídalas", de Marilia Toledo e Rodrigo Castilho, com músicas de Chico César, e ganhou os prêmios APCA e Panamco. O espetáculo permaneceu em cartaz até 2003, nos teatros Imprensa e Aliança Francesa, em São Paulo. Em 2003 e 2004 a Domínio Público produziu o espetáculo "Marias do Brasil", da mesma equipe. Também lançou os CDs "Amídalas" e "Marias do Brasil", com participação de Chico César, Arnaldo Antunes, Lenine, Zeca Beleiro, Zélia Duncan, Ana Carolina entre outros.Em 2005 a empresa produziu o espetáculo "Misery", com Marisa Orth e Luís Gustavo, que ficou em temporada no Teatro Fecomercio, em São Paulo. Em 2006 a empresa co-produziu o espetáculo "Mistinguett", com direção de Dagoberto Feliz, que ficou em cartaz no Teatro Aliança Francesa, em São Paulo. Em 2006 a empresa produziu o espetáculo "O Escrivão", com direção de Antonio Abujamra, que ficou em cartaz no Teatro Vivo, em São Paulo.“Os Dez Mandamentos – O Musical” Texto em parceria com Emilio Boechat “13 Gotas”, para o projeto “Buzum”, da Pia Fraus, ainda em circulação por todo o Brasil“Palavra Cantada sem Pé nem Cabeça“Aventuras Musicais” do grupo “Palavra Cantada”, que estreou em maio de 2013 no HSBC Hall, em São Paulo. “Looney Tunes”, da Warner, com produção de Sandro Chaim.Escreveu e produziu a peça “As Feiosas”, com trilha sonora de Chico César e direção de Mauricio Moraes. A peça fez temporada em São Paulo, no “Teatro Eva Herz”, de agosto a outubro de 2011Dirigiu o espetáculo “Cocoricó – O Show”, com texto de Flávio de Souza e produção de Sandro Chaim. A peça estreou no “Credicard Hall” em abril de 2011, fez temporada no “Oi Casagrande”, no Rio de Janeiro e está em turnê nacional. Dirigiu o espetáculo “Peixonauta - O Caso da Grande Chuva” (2011), baseado na animação “Peixonauta”, da TV Pinguim. A peça tem produção de Luciano Huck e Angélica, em parceria com a “Aventurinha”. Fez temporada no Rio de Janeiro, no “Teatro Clara Nunes”, no Shopping da Gávea, de janeiro a abril de 2011 e no “Teatro das Artes”, em São Paulo de maio a agosto de 2011. Escreveu o texto do espetáculo “Corpo Vivo – O Carrossel das Espécies”, de Ivaldo Bertazzo, que fez temporada no SESC Pinheiros em Outubro e Novembro de 2010 e no SESC Belenzinho em janeiro de 2011. Por sua sócia Marilia Toledo: Marilia Toledo é dramaturga, roteirista de TV e cinema, produtora de cinema e teatro e diretora de teatro. Como dramaturga e produtora soma 15 peças de sua autoria, entre adaptações e originais, para o público adulto e infantil. Ganhou o prêmio Shell, pelo texto de “Amor de Servidão”, o prêmio APCA pelo musical “Amídalas”, o Prêmio Femsa e o Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro pela peça “A Odisseia de Arlequino”e o Prêmio Qualidade Brasil pelo espetáculo “Sonho de Uma Noite de Verão”. Em 2010 publicou sua adaptação de “O Doente Imaginário” para crianças, pela Editora 34, com ilustrações de Laerte. Em maio de 2018 o texto de “A Odisseia de Arlequino” publicado pela “Cia das Letrinhas”. Foi headwriter de “Marcas da Vida”, programa da Fremantle Media exibido pela Rede Record em 2011 e trabalhou como roteirista da primeira e da segunda temporada de “Sessão de Terapia”, série dirigida por Selton Melo, exibida na GNT. Escreveu, ao lado de Emilio Boechat, o roteiro do filme “Lascados”, dirigido por Victor Mafra, lançado em setembro de 2014 e também o filme “O Galã”, de Francisco Ramalho, de 2018. Trabalhou como jornalista na Rede Globo e na Bandeirantes e também como Diretora de Dramaturgia na Produtora Mixer. Assina a Produção Executiva do filme “Os Dez Mandamentos”, lançado em 2017 e do filme “Nada a Perder”, de 2018, ambos com direção de Alexandre Avancini e distribuídos pela Paris Filmes. Até 2018 ocupava o cargo de Diretora de Conteúdo da Record Filmes. Atualmente é diretora de Artes Cenicas e Exposições da Paris Ações Culturais.

Especificação técnica

Espetáculo de teatro musical em 2 atos, com 20 minutos de intervalo. Espetáculo para todas as idades. Classificação livre.

Acessibilidade

Declaramos para os devidos fins que o Teatro onde serão realizadas as apresentações do espetáculo, na cidade de São Paulo, atenderá a todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 5 de agosto de 2009 que exige intervenções que objetivem priorizar e/ou facilitar o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. Como medida de acessibilidade de conteúdo, serão oferecidos servicos de intérprete de LIBRAS e audiodescrição em 04 apresentações do espetáculo.

Democratização do acesso

Em atendimento ao artigo 20 da IN 2/2019, a proposta cultural prevê a distribuição dos ingressos da seguinte forma: 20% (dez por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; 10% (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para divulgação do projeto; 10% (vinte por cento) para comercialização em valores promocionais; 50% (cinquenta por cento) comercializados em valores a critério do proponente. Em atendimento ao artigo 21, como ampliação do acesso, esta proposta prevê a realização 03 ensaios abertos ao publico. Em atendimento ao artigo 22 da IN 2/2019, esta proposta realizará como ações formativas, 02 palestras com o elenco e direção do espetáculo abertas ao público inteiramente gratuitas, com a participação de no mínimo 50% do quantitativo de estudantes e professores de instituições públicas de ensino, visando a conscientização para a importância da arte e da cultura por intermédio do produto cultural do projeto. Temas como construção de personagem, direção artística e importancia da economia criativa, criação cenográfica dentre outros serão abordados. Portanto, o projeto oferecerá: Em cumprimento do inciso V do art 21 - 02 ensaios abertos gratuitos ao público em geral; Em cumprimento ao art 22 – 02 palestras com artistas do espetáculo que compreenderão 10% do quantitativo de ingressos distribuídos, contemplando no mínimo 20 e no máximo 1000 pessoas, sendo destes 50% estudantes e professoras de instituições públicas de ensino. Temas como construção de personagem, direção artística e importancia da economia criativa, criação cenográfica dentre outros serão abordados.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação administrativa, produção executiva do projeto e por todo processo decisório do projeto.. Ficha técnica e currículos: GUSTAVO GASPARANI – Texto e dramaturgia SUSANA RIBEIRO – Direção cênica DIREÇÃO MUSICAL: Mark Lambert e Vinicius Barros ANDRÉ CORTEZ – Cenógrafo KATIA BARROS – Coreógrafa WAGNER FREIRE – Projeto de Iluminação FÁBIO NAMATAME – Figurinista CELSO LEMOS – Diretor de produção PRODUÇÃO EXECUTIVA e COORDENAÇÃO ADMNISTRATIVA - Domínio Público - ProponenteNo ano de 2001 a Domínio Público produziu o espetáculo musical infantil "Amídalas", de Marilia Toledo e Rodrigo Castilho, com músicas de Chico César, e ganhou os prêmios APCA e Panamco. O espetáculo permaneceu em cartaz até 2003, nos teatros Imprensa e Aliança Francesa, em São Paulo. Em 2003 e 2004 a Domínio Público produziu o espetáculo "Marias do Brasil", da mesma equipe. Também lançou os CDs "Amídalas" e "Marias do Brasil", com participação de Chico César, Arnaldo Antunes, Lenine, Zeca Beleiro, Zélia Duncan, Ana Carolina entre outros.Em 2005 a empresa produziu o espetáculo "Misery", com Marisa Orth e Luís Gustavo, que ficou em temporada no Teatro Fecomercio, em São Paulo. Em 2006 a empresa co-produziu o espetáculo "Mistinguett", com direção de Dagoberto Feliz, que ficou em cartaz no Teatro Aliança Francesa, em São Paulo. Em 2006 a empresa produziu o espetáculo "O Escrivão", com direção de Antonio Abujamra, que ficou em cartaz no Teatro Vivo, em São Paulo.“Os Dez Mandamentos – O Musical” Texto em parceria com Emilio Boechat“13 Gotas”, para o projeto “Buzum”, da Pia Fraus, ainda em circulação por todo o Brasil“Palavra Cantada sem Pé nem Cabeça“Aventuras Musicais” do grupo “Palavra Cantada”, que estreou em maio de 2013 no HSBC Hall, em São Paulo. “Looney Tunes”, da Warner, com produção de Sandro Chaim.Escreveu e produziu a peça “As Feiosas”, com trilha sonora de Chico César e direção de Mauricio Moraes. A peça fez temporada em São Paulo, no “Teatro Eva Herz”, de agosto a outubro de 2011Dirigiu o espetáculo “Cocoricó – O Show”, com texto de Flávio de Souza e produção de Sandro Chaim. A peça estreou no “Credicard Hall” em abril de 2011, fez temporada no “Oi Casagrande”, no Rio de Janeiro e está em turnê nacional. Dirigiu o espetáculo “Peixonauta - O Caso da Grande Chuva” (2011), baseado na animação “Peixonauta”, da TV Pinguim. A peça tem produção de Luciano Huck e Angélica, em parceria com a “Aventurinha”. Fez temporada no Rio de Janeiro, no “Teatro Clara Nunes”, no Shopping da Gávea, de janeiro a abril de 2011 e no “Teatro das Artes”, em São Paulo de maio a agosto de 2011. Escreveu o texto do espetáculo “Corpo Vivo – O Carrossel das Espécies”, de Ivaldo Bertazzo, que fez temporada no SESC Pinheiros em Outubro e Novembro de 2010 e no SESC Belenzinho em janeiro de 2011.Por sua sócia Marilia Toledo:Marilia Toledo é dramaturga, roteirista de TV e cinema, produtora de cinema e teatro e diretora de teatro. Como dramaturga e produtora soma 15 peças de sua autoria, entre adaptações e originais, para o público adulto e infantil. Ganhou o prêmio Shell, pelo texto de “Amor de Servidão”, o prêmio APCA pelo musical “Amídalas”, o Prêmio Femsa e o Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro pela peça “A Odisseia de Arlequino”e o Prêmio Qualidade Brasil pelo espetáculo “Sonho de Uma Noite de Verão”. Em 2010 publicou sua adaptação de “O Doente Imaginário” para crianças, pela Editora 34, com ilustrações de Laerte. Em maio de 2018 o texto de “A Odisseia de Arlequino” publicado pela “Cia das Letrinhas”. Foi headwriter de “Marcas da Vida”, programa da Fremantle Media exibido pela Rede Record em 2011 e trabalhou como roteirista da primeira e da segunda temporada de “Sessão de Terapia”, série dirigida por Selton Melo, exibida na GNT. Escreveu, ao lado de Emilio Boechat, o roteiro do filme “Lascados”, dirigido por Victor Mafra, lançado em setembro de 2014 e também o filme “O Galã”, de Francisco Ramalho, de 2018. Trabalhou como jornalista na Rede Globo e na Bandeirantes e também como Diretora de Dramaturgia na Produtora Mixer. Assina a Produção Executiva do filme “Os Dez Mandamentos”, lançado em 2017 e do filme “Nada a Perder”, de 2018, ambos com direção de Alexandre Avancini e distribuídos pela Paris Filmes. Até 2018 ocupava o cargo de Diretora de Conteúdo da Record Filmes. Atualmente é diretora de Artes Cenicas e Exposições da Paris Ações Culturais. GUSTAVO GASPARANI – Texto e dramaturgiaAtor, autor, diretor e produtor, com formação em canto e dança. Iniciou sua carreira em 1982, no TACA – Teatro Amador do Colégio Andrews, dirigido por Miguel Falabella. Desde 2005, desenvolve um trabalho de pesquisa e busca de uma dramaturgia genuinamente brasileira para o teatro musical que originou os espetáculos a seguir: Otelo da Mangueira, Opereta Carioca, Oui, Oui…A França é Aqui!! A Revista do Ano, As Mimosas da Praça Tiradentes, Zeca Pagodinho – A Saga de Um Herói Suburbano (em fase de produção) e Samba futebol Clube. Protagonizou e produziu o espetáculo Édipo Rei, de Sófocles, com direção de Eduardo Wotzik. Com Eliane Giardini, Amir Haddad, Rogério Fróes, Cesar Augusto, Fabiana de Mello e Souza, entre outros. Desde 1990 é professor de teatro do Colégio Andrews e desfila como passista da Estação Primeira de Mangueira. Durante dois anos, participou do Júri do prêmio Estandarte de Ouro (2010 e 2011). Seus mais recentes espetáculos como autor e diretor são os musicais SAMBRA – 100 anos de samba, com Diogo Nogueira e grande elenco, produzido pela Aventura em parceria com a Musikeria; Gilberto Gil – Aquele Abraço Zeca Pagodinho – O Musical, produzido pela Chaim Produções e Bem Sertanejo – O Musical, com Michel Teló, produzido pela Aventura.Prêmio Cesgranrio 2014 – melhor diretor, por Samba Futebol Clube SUSANA RIBEIRO – Direção cênicaÉ formada em Artes Cênicas pela Faculdade Casa de Artes de Laranjeiras (CAL).Integra a Cia dos Atores e com ela atuou em A Bao a Qu, A Morta, Cidades Invisíveis, Melodrama, Tristão e Isolda, Cobaias de Satã, Meu Destino é Pecar, Notícias Cariocas e Ensaio.Hamlet. Atuou também em outros espetáculos como Ciúme, de Marília Pêra, e O Submarino, de Miguel Falabella. No cinema atuou em Veja Esta Canção, de Cacá Diegues, Estorvo, de Rui Guerra, entre outros.Na televisão atuou nas novelas O Dono do Mundo, Meu Bem Querer, Páginas da Vida e Duas Caras, com participações em A Comédia da Vida Privada e outras comédias da Rede Globo.Em Nova York, atuou em Dennis Cleveland dirigida por Mikel Rouse, e em dois longa-metragens do mesmo diretor: Test Tones e Funding, além de protagonizar Like Blood and Water de Carsten Spencer. De volta ao Brasil atuou com Marco Nanini em O Bem Amado e dirigiu as peças Esta Propriedade Está Condenada e Quartos de Tenesse, ambas de Tenesse Williams.Já recebeu e foi indicada para os Prêmios Shell e Mambembe mais de 3 vezes, como atriz e produtora. Como diretora foi premiada recentemente pelo aclamado espetáculo Conselho de Classe.TV2011 Insensato Coração, A Grande Família2012 As Brasileiras, Lado a Lado 2013 As Canalhas, A Grande Família 2014 Geração Brasil 2015 Sete Vidas 2016 Liberdade, Liberdade. Nada Será Como Antes Hilda, A Lei do Amor 2018 O Mecanismo Cinema1994 Veja Esta Canção 1998 Estorvo Maria Elisa 2010 Romance de Geração 2012 Onde Está a Felicidade? 2013 Mulheres no Poder DIREÇÃO MUSICAL: Mark Lambert e Vinicius BarrosMARK LAMBERT – Direção MusicalMúsico norte-americano, Mark Lambert, (radicado no Brasil desde 2004) é guitarrista, cantor, compositor e arranjador, especializado em jazz, blues, pop, MPB e música clássica. Durante a década de 90, Lambert foi diretor musical de um dos maiores ícones da Bossa Nova no Exterior, a cantora Astrud Gilberto. Tem uma extensa ficha de colaborações em palco e no estudio, tendo tocado ou gravado com Ivan Lins, Michael Brecker, Bebel Gilberto, Renaissance, Eliane Elias, Dave Douglas, Milton Nascimento, Chris Potter, Meatloaf, Bob Mintzer, Erasmo Carlos, Dave Kikoski, Chiara Civello, Mike Mainieri, Darlene Love, Phoebe Snow, Gunhild Carling, the NY Voices, Daniel Boaventura, Toninho Horta, Zé da Velha, Silvério Pontes e Idriss Boudrioua. Entre 1985-87 ele fez parte da banda inglesa de rock progressiva, Renaissance. Entre 2001 e 2009, ele fez parte da banda de Ute Lemper, a cantora cult alemã radicada em NY. “UNDER MY SKIN”, o último CD do Lambert, foi lançado no exterior em 2009 e no Brasil em 2012. Ele lidera o Mark Lambert & Orquestra Radio Swing, uma ‘mini big band’, que se-apresentou no Rock in Rio em setembro 2011, duas vezes no Savassi Festival em Belo Horizonte, Rio das Ostras Jazz & Blues Festival, Petropolis Jazz Festival, três vezes no Tiradentes Jazz & Blues Festival, uma temporada no Teatro da Caixa em Curitiba em marco de 2012 e no I Love Jazz Festival em Belo Horizonte em 2014. Ele se apresentou no Rock in Rio Lisboa em maio de 2014 e, tb, fez turnés para Itália, Suécia e Suiça em 2014. Em 2014, ele regeu a Orquestra da Câmera Musicoop e o Coro Madrigale num concerto que estreiou duas sinfonias do compositor mineiro, Fernando Kavera. Em 2015, ele foi voltou para fazer parte da banda Renaissance depois um jejum de 30 anos. Com o quarteto dele, fez apresentações em Valadares Jazz Festival - MG (2006) e Ibitipoca Jazz festival – MG (2011) e Santander Cultural Porto Alegre - RS (2012). O primeiro festival no Brasil que Lambert participou foi em 2005 no Chorando Sem Parar –São Carlos (SP) aonde ele tocou com o grupo dele que incluiu Zé da Velha e Silvério Pontes. Em 2015, ele se apresentou no Rock in Rio USA com o big band dele, Stone the Beetles, fez quarto temporadas em Recife, Fortaleza e Rio de Janeiro com Saguibatu, a trupe que mistura jazz, samba e choro com sapateado e fez dois arranjos encomendados pela Aarhus Jazz Festival Big Band para Joca Perpignan e Márcio Bahia. Em 2016, Saguibatu fez uma temporada em Curitiba no Caixa Cultural. Ele é o diretor musical do grupo. Tb, em 2016, se apresentou com multi-instrumentalista, sueca Gunhild Carling no I Love Jazz Festival em BH. Mark Lambert & Quinteto Radio Swing se apresentaram no Lavradio Jazz Festival (RJ), Festival Jazz e Bossa em Santa Teresa (ES) e no Fest Bossa e Jazz em Natal. Tb, em setembro de 2016, ele se apresentou com Orquestra Radio Swing no Jazz Festival Brasil no Teatro Bradesco (BH) e com Mark Lambert & Quinteto Radio Swing na Festa Fartura e na Festa Gentileza ambos em BH. Em fevereiro de 2017, ele foi um convidado especial do mês no Riviera Bar em SP, ele se apresentar com a banda inglesa, Renaissance, num turnê de 4 cidades no Brasil e em Buenos Aires, se apresentou com o trio dele no Festival de Jazz do Inverno em Petropolis no Palácio de Cristal, se apresentou com sua Orquestra Radio Swing no Blue Note Rio e foi o artista convidado do Festival Chorando Sem Parar em São Carlos (SP). Ele se apresentou com o quarteto dele num ‘Tributo Jazzístico a Garoto’.Em Abril de 2018, Orquestra Radio Swing no Blue Note Rio, se apresentou com seu Quinteto Radio Swing no Mercado Grano (BH) e Madeleine Bar (SP), se apresentou em Macapá (Amapá) na Casa Donna Antonia com músicos de Macapá, foi o artista convidado para fechar o Santos Jazz Festival com o Rio Santos Jazz Orquestra e fez um turnê nos EUA com Renaissance.Em julho de 2018 apresentou o Quinteto Radio Swing no SESC Belenzinho. VINICÍUS BARROS – Direção MusicalMestre em Percussão pelo Instituto de Artes (UNICAMP,2015) Bacharel em Percussão pelo Instituto de Artes da UNESP (SP, 2001), formado pelo Conservatório de Tatuí (SP 1994). Estudou com importantes mestres da percussão como John Boudler, Carlos Stasi, Eduardo Gianesella, Marcos Suzano, Guello, Osvaldinho da Cuíca, Eduardo Contrera entre outros.Percussionista desde 1999 e atualmente chefe de naipe da Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo, Barros já tocou com grandes juntamente da Orquestra como: Richard Bona, Deep Purple, John Pizzarelli, Dave Liebman, Regina Carter, Toninho Horta, Dori Caymmi, João Bosco e, em outros projetos podendo incluir Donny McCaslin, Ted Piltzecker, Victor Mendonza, Banda Savana, Banda Mantiqueira, Orquestra Popular de Câmara, Zizi Possi, Toquinho, Zé Renato, Osvaldinho do Acordeon entre outros.Faz parte do ‘Comboio’, e Jacatacamaraja, grupos instrumentais voltado para composições próprias e arranjos de clássicos da música brasileira. Participa do grupo ‘Vana Trio plus Brazilian Percussion’ do pianista alemão radicado em Nova York, Vana Gierig, se apresentando em importantes e grandes festivais nos Estados Unidos e Europa e Brasil. Desenvolve trabalho de pesquisa com ritmos tradicionais brasileiros, tendo ministrado clínicas em várias escolas em Portugal, México e Estados Unidos e Japão.Em 2007 participou do 40 Festival Internacional de Percussão de Monterrey (México) no trabalho de duo com Rogério Boccato. Em 2008 participou de turnê de 28 concertos nos Estados Unidos com a Philarmonia Brasileira, tendo Branford Marsalis como solista convidado. Em 2009 esteve no mais importante festival de jazz da Europa, o North Sea Jazz Festival tocando no grupo do saxofonista Paquito D’Rivera, vencedor do Grammy Awards. Em 2010, Barros ministrou workshops e tocou no FAJ – Festival Amazonas Jazz, no Savassi Jazz Festival (Belo Horizonte) e Villa Celimontana Jazz (Roma), todos com ‘Vana Trio’ e Paquito D’Rivera.Em 2015 esteve no Japão para workshops e concertos de lançamento do Cd “Making Memories” de Vana Gierig com participação especial de Paquito D’ Rivera, também foi professor convidado do l PERCUSSE realizado em Aracaju (SE).No ano de 2016 tocou no importante festival PROM’S no Royal Albert Hall junto da Big Band da Jazz Sinfônica + OSESP. Também esteve nos Estados Unidos fazendo 6 workshops onde podemos incluir a Manhattan School of Music, New York University ambas em NY. Além de University of Massachussets e Rutgers University (NJ) entre outras. Em 2017, participou do l Congresso Brasileiro de Percussão da Unicamp onde mostrou seu trabalho sobre “O uso do tamborim por Mestre Marçal”, tema de seu mestrado.Em 2019 esteve ministrando clinicas de Percussão Brasileira nos Estados Unidos.Vinicius Barros é professor do Curso Superior de Música (Licenciatura e Graduação) da Faculdade Cantareira, Faculdade Souza Lima & Berklee e Faculdade Mozarteum e da Pós Graduação em Música pela UNIFACCAMP. ANDRÉ CORTEZ - CenógrafoFormado em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG em 1996, durante a sua formação, cursou disciplinas de pintura e escultura na Escola de Belas-Artes da UFMG. Dedica-se à cenografia desde 1998; após frequentar o curso de Cenografia e Indumentária Teatral. Participou de projetos no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), coordenado por Antunes Filho. Trabalhou em parceria com Daniela Thomas por cinco anos em cenografias e figurinos de óperas, teatro e eventos. Já recebeu o prêmio APCA de melhor cenografia e dois prêmios Shell nos anos de 2000 e 2005. Participou da Exposição de Cenografia na Quadrienal de Praga em 2005 e 2007. Sua experiência em intervenção urbana, iniciada em estágios na faculdade e participação em projetos de revitalização de áreas do centro urbano de Belo Horizonte, levou-o a criar a Instalação Interativa em comemoração ao Aniversário de Belo Horizonte, na Praça Raul Soares, em 1999 e a Intervenção Dança na 24 evento realizado na sede do SESC-24 de Maio, em parceria com Daniela Thomas e Patrícia Rabat, em 2004. No Ano de 2010 foi convidado a realizar uma Instalação Interativa na Praça Central da Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, por ocasião de sua inauguração em Belo Horizonte em 2010. Exposições:“Exposição itinerante Murilo Rubião” - Anexa ao espetáculo: O Amor e Outros Estranhos Rumores – 2011“Francês no Brasil em todos os sentidos”, Museu da Língua Portuguesa - São Paulo - 2009“Gilberto Freyre - Intérprete do Brasil” Museu da Língua Portuguesa - São Paulo – 2007/2008Resumo dos Trabalhos Realizados em Teatro • O quarto ao lado - Texto: Sarah Ruhl - Direção: Yara de Novaes - Elenco: Daniel Alvim, Marisol Ribeiro, Julia Ianina, Luciano Gatti, Rafael Primot, Fafa Rennó, Maria Bia - Teatro: Jaragua - São Paulo - 2013• Contrações – Direção: Grace Passô - Texto: Mike Bartlett - Elenco: Débora Falabella e Yara de Novaes – Teatro:CCBB – São Paulo – 2013 • Azul Resplendor – Texto: Eduardo Adrianzén - Direção: Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas - Elenco: Eva Wilma, Pedro Paulo Rangel, Dalton Vigh, Luciana Borghi, Lu Brites, Paula Picarelli, Felipe Guerra - Teatro: Renascença - São Paulo - 2013 • Uma vida no teatro - Texto: David Mamet - Direção: Alexandre Reinecke - Elenco: Francisco Cuoco e Ângelo Paes Leme - Teatro: Vivo - São Paulo - 2013• Festa no covil – Texto: Juan Pablo Villalobos – Direção: Mika Lins – Adaptação: Mika Lins e Ana Saggese – Elenco: Marcos de Andrade – Teatro: SESC Consolação – São Paulo - 2013 • Fora de mim – Texto: Martha Medeiros – Direção e adaptação: Francisco Ramalho Jr. – Elenco: Lavínia Pannunzio e Maria Manuella – Teatro: Eva Herz – São Paulo - 2013• A Morte de Ivan Ilitch – Texto: Lev Tolstói – Direção e atuação: Cácia Goulart – Dramaturgia: Edimilson Cordeiro e Cacia Goulart – São Paulo - 2013• O Casamento – Texto: Nelson Rodrigues – Direção e adaptação: Johana Albuquerque - Elenco: Renato Borghi, Daniel Alvim, Diana Bouth, Elcio Nogueira Seixas, Mauricio de Barros, Regina França e Vera Bonilha - Teatro: TUCA - São Paulo - 2013• O Ensaio – Texto e Direção: Leonardo Moreira - Elenco: Maria Helena Chira, Rafael Primot, Fabricio Licursi - Teatro: GEO - São Paulo - 2013• Toca do Coelho - Texto: David Lindsay-Abaire - Direção: Dan Stulbach - Elenco: Maria Fernanda Cândido e Reynaldo Gianecchini Teatro: FAAP - São Paulo - 2013• Vestido de Noiva – Texto: Nelson Rodrigues – Direção e Adaptação: Caco Coelho - Direção de Produção: Charles Asevedo - Parceria cenográfica: Daniela Thomas Elenco: Vivianne Pasmanter, Renata de Lelis, Sara Antunes, Felipe de Paula e Atores do Circo de Estudos Dramáticos - Teatro: Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro – 2012• Adultérios – Texto: Woody Allen - Direção e adaptação: Alexandre Reinecke Elenco: Fábio Assunção, Norival Rizzo e Carol Mariottini – Teatro Frei Caneca - São Paulo - 2011 • Navalha na Carne – Texto: Plínio Marcos – Direção: Joaquim Goulart – São Paulo – 2004 • A Falecida – Texto: Nelson Rodrigues – Direção: Carlos Gradim – Belo Horizonte – 2004 • O coordenador – Texto: Benjamin Galemire – Direção: Carlos Gradim – Belo Horizonte – São • Pai – Texto: Cristina Mutarelli – Direção: Paulo Autran – São Paulo – 1999-2000 • Dois Perdidos Numa Noite Suja – Texto: Plínio Marcos – Direção: Luís Gomide – Belo Horizonte – 1998. Prêmios em São Paulo:• Atualmente concorrendo ao prêmio Coca-Cola FEMSA - 2011 de melhor cenário por A Cortina da Babá• Indicação ao prêmio Shell-2008 de melhor cenário por Bartleby • Indicação ao prêmio Shell-2008 de melhor cenário por Orlando Furioso• Indicação ao prêmio Shell-2008 de melhor cenário por O Continente Negro;• Indicação ao prêmio Shell-2006 de melhor figurino por Peça de Elevador;• Indicação ao prêmio Shell-2004 de melhor figurino por Pagú Que• Indicação ao prêmio Shell-2004 de melhor cenário por Pagú Que• Indicação ao prêmio Prêmio Panamco Coca-Cola - 2001 de melhor cenário por Nostalgia (parceria com Daniela Thomas)• Shell e APCA - 2000 de Melhor Cenário por Pai (parceria com Daniela Thomas) Prêmios no Rio de janeiro: • Shell-2005 pelo cenário de A serpente. Prêmios em Belo Horizonte: • SESC/ SATED 2000 Melhor figurino por Ricardo Terceiro• SESC/ SATED 1999 Melhor cenário por Dois Perdidos Numa Noite Suja KATIA BARROS – Coreógrafa Formada pela Escola de Teatro Célia Helena e na dança tem como mestres principais Roseli Rodrigues e Marcio Rongeti. Fez Extensão Extra Curricular em Yoga da FMU com base no método do Swami Kuvalayananda e traz para suas criaçoes esse conhecimento e respiraçao. Recentemente coreografou os Musicais A MADRINHA EMBRIAGADA e O HOMEM DE LA MANCHA, ambos dirigido por Miguel Falabella, VINGANÇA dir. André Dias ,O MENINO MALUQUINHO dir. Daniela Stirbulov. Coreografou o DVD da Artista Anitta Meu Lugar. Em coreografias anteriores criou para O Médico e o Monstro e Baby ambos dirigidos por Fred Hanson, Zorro dir. Roberto Lage , As Encalhadas dir Bibi Ferreira, É 20 - As Folias do século dir Zé Henrique de Paula, O Terror dos Mares com produção de Cinthia Abravanel e Dir. de Cesar Pezzuoli. Como atriz e bailarina esteve nos elencos de grandes musicais trazidos da Broadway para o Brasil como A Bela e a Fera dir. de Sam Scalamoni ,Chicago dir Scott Faris, Miss Saigon dir . Fred Hanson ,Vítor ou Vitória dir. Jorge Takla , Sweet Charity dir Charles Moeller , Cabaret dir. Zé Possi Neto. É curadora em parceria com o diretor João Pirahy no projeto Miscelânea Danças e Multi Artes realizado anualmente em quatro séries no Teatro Mube Nova Cultural. É Diretora e criadora com Joao Pirahy e Joao Vecker da SENDA CIA DE DANÇA nascida em 2013 com o Espetáculo ' O Poder do Agora. WAGNER FREIRE - Projeto de iluminaçãoLight designer de sensibilidade, presente em significativas montagens a partir dos anos 90. Freire deixa inconclusa uma formação como engenheiro eletrônico na Universidade Oswaldo Cruz para dedicar-se ao teatro. Inicia-se, em 1989, operando a luz de O Senhor de Porqueiral, de Molière (1622-1673), encenado pelo Grupo TAPA. Integrado à equipe, desenha a luz das realizações seguintes: Nossa Cidade, de Thornton Wilder, em 1989, As Raposas do Café, de Antônio Bivar (1939) e Celso Luiz Paulini (1929-1992), em 1990, e Querô - Uma Reportagem Maldita, de Plínio Marcos (1935-1999), em 1992, todos direção de Eduardo Tolentino de Araújo (1954).Dedicado ao ofício e possuindo agudo senso de equilíbrio na composição dos meios-tons, seus trabalhos seguintes são: Almanaque Brasil, de Noemi Marinho, para o grupo Circo Grafitti, Van Gogh, texto e encenação de Marcia Abujamra (1959), protagonizado por Elias Andreato (1955); Áulis, de Eurípides, direção de Elias Andreato e Celso Frateschi (1952), e A Guerra Santa, de Luís Alberto de Abreu (1952), direção de Gabriel Villela (1958), este último rendendo-lhe seu primeiro Prêmio Shell de iluminação. Para Francisco Medeiros (1948) desenha a luz de A Gaivota, de Anton Tchekhov (1860-1904), realizada no Centro Cultural São Paulo, em 1994. Mesmo ano em que ilumina as óperas Madame Butterfly, de Giacomo Puccini, direção de Jorge Takla (1951), e Os Pescadores de Pérolas, de Georges Bizet, direção de Naum Alves de Souza (1942-2016).Retorna em 1996 para colaborar em Cenas de Um Casamento, de Ingmar Bergman (1918-2007), encenação de Vivien Buckup, com Regina Braga (1945) e Tony Ramos (1948). No ano seguinte, ilumina Flor de Obsessão, baseado em Nelson Rodrigues (1912-1980), criação do grupo Pia Fraus Teatro; Salomé, de Oscar Wilde (1854-1900), realização de José Possi Neto (1947) para a atriz Christiane Torloni (1957), e Inseparáveis, de Maria Adelaide Amaral (1942), novamente José Possi Neto, ganhando o Prêmio Apetesp pelo conjunto da obra. Ainda em 1997, acumula mais um prêmio, agora o Shell, por Oscar Wilde, roteiro de Elias Andreato, dirigido por Vivien Buckup. Em 1998, está em O Avarento, de Molière, direção de Cacá Rosset (1954) para o Teatro do Ornitorrinco.Em 1999, ilumina o dispositivo cênico criado para Moby Dicky, de Herman Melville (1819-1891), espetáculo de Rodrigo Matheus (1962), com direção de Cristiane Paoli-Quito (1960). Em 2001, novamente ao lado de José Possi Neto, cria a luz para O Evangelho Segundo Jesus Cristo, de José Saramago. FÁBIO NAMATAME – FigurinistaFormado em Publicidade e Artes Plásticas, realiza trabalhos de direção de arte, cenário, figurino para teatro, ópera, publicidade, cinema e TV. Criou, entre outros, os figurinos para os seguintes espetáculos: Evangelho Segundo Jesus Cristo, direção de José Possi Neto; Trilogia Paraíso Perdido, Livro de Jó e Apocalipse 1.11, dirigidos por Antonio Araújo; Além da Linha D’água, direção de Ivaldo Bertazzo; Intimidade Indecente e Memórias Póstumas de Brás Cubas, dirigidos por Regina Galdino e Master Class, direção de Jorge Takla.Seus trabalhos mais recentes foram A Reserva, O Mistério de Irma Vap, Loucos Por Amor e Encontro das Águas. Recebeu diversos prêmios Shell, Apetesp e APCA. Em musicais, trabalhou nos espetáculos dirigidos por Jorge Takla: My Fair Lady, West Side Story , O Rei e Eu e Evita. CELSO LEMOS – Diretor de produção Formado em Comunicação Social com especialização em Publicidade e Propaganda, atuando em artes cênicas, como diretor de produção há 30 anos.Sócio fundador da APTR – Associação de Produtores de Teatro do Rio de Janeiro. Atualmente em circulação nacional com o espetáculo AS CRIANÇAS, com direção de Rodrigo Portella.INCETOS, de Jô Bilac, com a Cia de Atores, em Julho/19, no SESC Pinheiros, NAVALHA NA CARNE, de Plinio Marco, uma homenagem a Tônia Carrero, com direção do Gustavo Wabner, no elenco Luisa Thirê, Alex Nader e Raniere Gonzalez, em circulação nacional em 2019.Em 2017, “Ivanov”, de Anton Tchekhov, com direção de Ary Coslov e “A Guerra Não Tem Rosto de Mulher” de Svetlana Aleksiévitch, com direção de Marcello Bosschar. Em 2016 produziu o encerramento das Olimpíadas, para Rio 2016, com direção Artística de Rosa Magalhães.Em 2011, 2013 e 2015 ocupou o teatro Dulcina, no RJ, com os projetos – Dulcina no Plural, Dulcina Abre o Pano e Dulcina em Foco.Produziu a MOSTRA de TEATRO – Panorama Petrobras Distribuidora de Cultura, no Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, nos anos de 2012, 2013, 2014 e 2015.Em 2011 produziu a turnê no Rio de Janeiro do Théâtre du Soleil, maior companhia de teatro da França.2009 a 2011 – Participou do coletivo, na construção do Teatro Tom Jobim – e produziu a abertura do teatro, durante 2 anos foi consultor da programação para ocupação do espaço Tom Jobim.Trabalhou com os principais diretores de teatro como Bibi Ferreira, Eduardo Tolentino, Antonio Gilberto, Amir Haddad, Moacyr Góes, Flávio Marinho, Gilberto Gawrosky, Ary Coslov, Wolf Maia.Atores e atrizes como Julia Lemmertz, Tonia Carrero, Marília Pêra, Sérgio Britto, Suely Franco, Luciana Fróes, Claudio Correia e Castro, André Valli entre outros.Produziu para o Governo Federal, Ministério do Meio Ambiente, os 200 anos do Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Desenvolveu durante os anos de 2005 a 2008, todas as parcerias de patrocínio para o Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.