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PRONAC 193101Prestação de Contas AprovadaMecenato

Plano Anual da Rede Museu da Energia e Núcleo de Documentação e Pesquisa (NDP) – 2020

FUNDACAO PATRIMONIO HISTORICO DA ENERGIA E SANEAMENTO
Solicitado
R$ 5,79 mi
Aprovado
R$ 5,79 mi
Captado
R$ 1,09 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
02998301000181RIO PARANAPANEMA ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 990,0 mil
61856571000117COMPANHIA DE GAS DE SAO PAULO COMGAS1900-01-01R$ 100,0 mil

Eficiência de captação

18.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-01-02
Término

Resumo

O projeto tem por objetivo garantir, em 2020, a manutenção da Fundação Energia e Saneamento e a continuidade das ações de pesquisa, preservação e divulgação do patrimônio histórico dos setores de energia e saneamento ambiental paulistas, sob guarda da entidade. No âmbito do produto principal (Plano Anual de Atividades), será disponibilizado transporte e lanches para estudantes de escolas públicas _ Programa de Visitação de Escolas Públicas à Rede Museu da Energia. Serão oferecidos os seguintes produtos secundários: um ônibus laboratório com experimentos (Museu da Energia Itinerante); quatro exposições; três livros; ação "Fazendo a diferença"; oficinas "Aprendendo a reciclar" e "Cianotipia"; Museu da Energia de Portas Abertas (conjunto de ações socioculturais e educativas no Museu da Energia de São Paulo) e como contrapartida social a ação "Intervalo com Energia".

Sinopse

Livro “Cidade Desenhada” (título provisório) No acervo da Fundação Energia e Saneamento destacam-se, entre outros documentos, desenhos de importantes edificações da cidade de São Paulo, hoje marcos arquitetônicos da paisagem urbana paulistana, tais como o Solar da Marquesa – Museu da Cidade, adquirido pela The Sao Paulo Gas Company em 1909 para a instalação de seu escritório e agência de atendimento; e o Edifício Alexander Mackenzie, atual Shopping Light, construído pela companhia Light de São Paulo na década de 1920 para abrigar seu escritório central. Além destes, sobressaem, do acervo, desenhos técnicos e croquis para a observação de projetos de infraestrutura urbana como linhas de bondes e postes elétricos. Com base nesse acervo e de outras instituições, a publicação conterá texto de profissionais da área de arquitetura, urbanismo ou engenharia com o objetivo de refletir sobre as ferramentas utilizadas no passado e no presente para o planejamento das edificações urbanas, e também discutir as transformações dessas estruturas e de suas funções no presente, em um momento de ressignificação de projetos arquitetônicos históricos para novos usos, como os de finalidade cultural e social (espaços administrativos no passado, centros culturais, comerciais e de coworking no presente), promovendo uma nova ótica sobre os patrimônios edificados. Como forma de também apresentar a importância do desenho e do fazer artístico na construção e arquitetura das estruturas urbanas das cidades brasileiras a partir dos chamados anos da belle époque e além, entre as últimas décadas do século XIX e os anos 1950, em um período caracterizado pelo signo da modernidade, a publicação “Cidade Desenhada” objetiva apresentar ao público uma reflexão sobre a arquitetura e o desenho técnico como documento histórico e de valor artístico, traçando um paralelo com os dias atuais – na era das tecnologias e do uso de ferramentas como o computador, o desenho de observação e o fazer artístico a mão mantêm-se insubstituíveis? Livro “Aves da Usina” (título provisório) Rico em biodiversidade, o Brasil possui mais de 1.800 espécies de aves, o que tem tornado popular uma prática já comum em diversos países: a observação de aves ou passarinhar, também chamada de birdwatching. No Estado de São Paulo, somente na vegetação de Mata Atlântica, são encontradas mais de 600 espécies, entre as quais 160 endêmicas, ou seja: não existem em nenhum outro habitat do mundo. Composto por um parque de 150 hectares de Mata Atlântica (onde está instalada, às margens do Rio Tietê, a centenária Usina de Salesópolis), o Museu da Energia de Salesópolis tem se consolidado como um importante ponto de encontro dos amantes de birdwatching. Mais de 300 espécies de aves já foram observadas, fotografadas e catalogadas no local, incluindo o recém-descoberto e já ameaçado de extinção bicudinho-do-brejo-paulista, pássaro endêmico do Estado de São Paulo. Em Aves da Usina, o leitor será apresentado a um belo catálogo fotográfico com o resultado dessas observações em Salesópolis, incluindo registros de diversos profissionais reconhecidos da área, revelando a diversidade da avifauna da região do Alto Tietê e convidando e estimulando os observadores profissionais e amadores a explorarem as potencialidades do ecoturismo no Museu da Energia. Livro “Energia e Inovação” (título provisório) Organizado pela Fundação Energia e Saneamento, o livro reúne artigos de diferentes pesquisadores e instituições sobre as mais relevantes iniciativas e tecnologias em alta e desenvolvimento no ramo energético no Brasil, como as novas soluções do setor do agronegócio na utilização de energia solar e bioenergia, o uso de tecnologias da informação para a otimização do consumo de energia nas cidades, as alternativas de mobilidade urbana pela fonte elétrica, entre outras.

Objetivos

OBJETIVOS:Considerando as limitações decorrentes da pandemia da Covid-19 e a captação parcial de recursos no valor de R$ 990.000,00, referente ao patrocínio obtido para o produto principal Plano Anual e para o produto secundário Fazendo a Diferença (cadastrado como festival/mostra), readequamos alguns objetivos e excluímos outros por se referirem a produtos não patrocinados. Assim, passam a valer os objetivos abaixo: 1. Realizar as ações cotidianas de manutenção da Fundação Energia e Saneamento _ PRODUTO PLANO ANUAL;2. Realizar ações de pesquisa, preservação e comunicação dentro e fora das unidades da Rede Museu da Energia em São Paulo, Itu e Salesópolis e do Núcleo de Documentação e Pesquisa _ PRODUTO PLANO ANUAL;3. Dar continuidade às ações rotineiras de organização, preservação e reprodução do acervo documental e bibliográfico, realizadas no Núcleo de Documentação e Pesquisa _ PRODUTO PLANO ANUAL;4. Contribuir para a formação de público de museus, arquivos e instituições culturais, (com adaptações) _ PRODUTO PLANO ANUAL;5. Realizar a ação Fazendo a diferença (título provisório), envolvendo mobilização social e educação ambiental para a população dos municípios de Chavantes-SP e Ribeirão Claro-PR, através do conhecimento e a prática de tecnologias ambientais de baixo custo _ ( com adaptações) _ FESTIVAL/MOSTRA.6. Realizar o Museu da Energia de Portas Abertas: conjunto de ações socioculturais e educativas no Museu da Energia de São Paulo (com adaptações e com recursos próprios da instituição/sem custos pelo projeto) _ FESTA POPULAR7. Realizar a ação Intervalo com Energia na Rede Museu da Energia _- três projetos, sendo um em cada unidade do Museu da Energia (com adaptações e com recursos próprios da instituição/sem custos pelo projeto) _ CONTRAPARTIDA SOCIAL OBS.: _ Os objetivos 4, 5, 6 e 7 foram adaptados, conforme explicações no campo Estratégia de execução._ Em anexo, enviamos documento com informações adicionais.

Justificativa

A Fundação Energia e Saneamento, criada em 1998, tem como missão preservar e divulgar o patrimônio histórico dos setores de energia e saneamento ambiental. Com mais de 3 mil objetos, 6 edifícios históricos, 260 mil documentos iconográficos, cerca de 1.600 metros lineares de documentos textuais, entre outros, o acervo abrange o período compreendido entre meados do século XIX e o século XXI, sendo considerado uma referência importante para a história paulista e brasileira, principalmente nos temas relacionados à industrialização e urbanização. Instituição privada e sem fins lucrativos, a Fundação procura assegurar o adequado tratamento e divulgação desse patrimônio por meio da Rede Museu da Energia nas cidades de São Paulo, Itu e Salesópolis, e do Núcleo de Documentação e Pesquisa (NDP) na cidade de Jundiaí (SP), onde é realizado o tratamento técnico do acervo arquivístico e bibliográfico e onde o pesquisador encontra acesso amplo e gratuito à documentação. A Rede Museu da Energia desenvolve ações de forma integrada e em consonância com sua missão, porém pautadas na especificidade e vocação do acervo de cada museu, nas comunidades por ele afetadas e no espaço arquitetônico e ambiental em que ele se insere. A comunicação museal trabalha em conjunto História, Ciência e Meio Ambiente, criando um sentido integral das várias atuações do homem no meio em que vive. Em 2018, a Rede recebeu aproximadamente 50 mil visitantes, por meio de parcerias com instituições do entorno das unidades, instituições de ensino e visitas espontâneas. O Museu da Energia de São Paulo foi inaugurado em 2005 e está sediado em um casarão no bairro Campos Elíseos construído entre 1890 e 1894. Há evidências de ter sido projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo e é tombado por órgãos de níveis estadual e municipal responsáveis pela salvaguarda do patrimônio cultural. Ao longo do século XX, o imóvel foi ocupado como residência, colégio feminino, entidade filantrópica e por diferentes grupos que lutavam por habitação de qualidade no centro de São Paulo. Em 2001, foi recebido pela Fundação Energia e Saneamento sob forma de comodato da Secretaria de Estado da Cultura. O espaço passou por restauro e readequação, visando abrigar o Museu e as atividades técnicas e administrativas da Fundação. O Museu da Energia de Itu, inaugurado em 1999 após restauro, foi a primeira unidade da Fundação Energia e Saneamento a ser criada. Está sediado em um sobrado que teve sua construção em taipa de pilão iniciada provavelmente entre o século XVIII e XIX e o segundo pavimento acrescentado por volta de 1847. Serviu de moradia, sede e agência da Companhia Ituana de Força e Luz; e, na década de 1920, de moradia de funcionários, almoxarifado e agência de atendimento da The São Paulo Tramway Light and Power CoLtd. O Museu da Energia de Salesópolis fica na Pequena Central Hidrelétrica de Salesópolis, datada de 1911. A usina funcionou até 1929, quando fortes chuvas levaram à paralisação de suas máquinas, que só voltaram a funcionar em 1935. Em 1986, ela foi desativada e, em 1998, doada pela Empresa Metropolitana de Águas e Energia à Fundação Energia e Saneamento, que restaurou a vila residencial e as demais estruturas. Desde 2008, a usina voltou a gerar energia, permitindo aos visitantes a experiência de ver uma hidrelétrica do início do século XX em pleno funcionamento. O Núcleo de Documentação e Pesquisa abriga o acervo arquivístico da Fundação Energia e Saneamento e é composto por fundos e coleções que compreendem 1.600 metros lineares de documentos textuais, 260 mil documentos iconográficos, 10 mil documentos cartográficos, 1.975 documentos audiovisuais e 291 documentos sonoros, que datam do final do século XIX até o começo do século XXI. A biblioteca conta com cerca de 50 mil títulos sobre o desenvolvimento urbano e industrial e história da energia no Estado de São Paulo, com exemplares datados a partir de 1848. Além dos pesquisadores acadêmicos, são recebidos pesquisadores de editoras e produtoras e de empresas de energia que procuram o acervo, tanto para exposições e publicações, quanto para buscarem informações técnicas úteis aos trabalhos que realizam nas áreas em que atuam. Destacamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º. Da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º. da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Estratégia de execução

ESTRATÉGIA DE EXECUÇÃOSeguem informações referentes às estratégias de execução, considerando o patrocínio parcial (ao produto principal Plano Anual e produto secundário - Fazendo a diferença) e as readequações necessárias, em decorrência das limitações impostas pela pandemia da Covid 19: Objetivos 1 a 4 – Produto Plano Anual:A Fundação continua realizando ações para o cumprimento dos objetivos do Plano Anual: 1. manutenção; 2. pesquisa, preservação e comunicação; 3. organização de seu acervo; 4. contribuição para a formação de público de museus e arquivos. Ao longo de 2020, as ações voltadas à manutenção dos prédios onde funcionam a rede de Museus da Energia e o Núcleo de Documentação e Pesquisa (NDP), como limpeza, segurança, manutenção predial etc continuaram sendo realizadas. Os demais objetivos constantes no projeto, relacionados ao produto principal - Plano Anual (patrocinado), foram realizados de forma presencial até 17 de março de 2020. A partir dessa data, os Museus e o NDP foram fechados, mas as equipes permanecem trabalhando em home office, com vistas ao cumprimento do mesmo propósito que norteava as ações presenciais: preservar e divulgar o patrimônio histórico dos setores de energia e saneamento, por meio de ações educativas e culturais. No caso dos Museus, os coordenadores, educadores e estagiários vem realizando pesquisas, produção de textos e de conteúdos para serem divulgados pelos diversos canais da Fundação – facebook, instagram @museudaenergia e no seu canal no youtube Museu da Energia – para o público que comumente visitava as unidades e a outros públicos de interesse. A equipe do Acervo (NDP) também manteve esse tipo de trabalho (pesquisas, produção de textos e de conteúdos) e continuou realizando ações ligadas à catalogação de acervo histórico (revisão e conferência de dados preenchidos em fichas catalográficas de documentos), além de criação de verbetes para a contextualização de assuntos chaves do setor energético, de maneira a gerar um instrumento de pesquisa que dará autonomia, agilidade e suporte aos pesquisadores. O NDP vem realizando atendimento de pesquisadores internos e externos por e-mail, além de fazer o acompanhamento das reservas técnicas. Em relação ao objetivo 4, devido ao fechamento dos museus, em razão da pandemia, não haverá disponibilização de transporte e lanches para estudantes de escolas públicas – (Programa de Visitação de Escolas Públicas à Rede Museu da Energia, indicado no projeto cadastrado). OBS.: O resumo das atividades realizadas e divulgadas até o momento nas redes sociais e canal do youtube da Fundação foi anexado ao SalicWeb no campo MINHAS SOLICITAÇÕES?. Não conseguimos anexar o relatório de atividades e o relatórios das redes sociais no campo da READEQUAÇÃO. Objetivo 5 – produto Fazendo a Diferença (cadastrado como Festival/Mostra): O produto Fazendo a Diferença foi patrocinado e será realizado. Nesse caso, devido à pandemia, o formato do evento final foi alterado para o formato virtual com a presença dos participantes do projeto. Não haverá alteração das ações previstas. Objetivo 6 – produto Museu da Energia de Portas Abertas (cadastrado como Festa Popular):O produto Museu da Energia de Portas Abertas será realizado com recursos próprios (sem custos neste projeto) e em formato on line, em razão dos protocolos de segurança da Covid -19. Objetivo 7: Intervalo com Energia (contrapartida social):A ação Intervalo com Energia, oferecida como contrapartida social e prevista para ser realizada presencialmente nas escolas ao longo do ano de 2020, tornou-se inviável, devido à pandemia. No entanto, a Fundação Energia e Saneamento realizou duas ações de grande alcance junto à Secretaria Municipal de Educação de Jundiaí e ao Núcleo Pedagógico - DER Itu, da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, conforme indicado abaixo. Departamento de Ensino Fundamental, da Secretaria Municipal de Educação de Jundiaí: parceria com a Fundação Energia e Saneamento, com o objetivo de produzir um vídeo sobre a evolução da energia (gravado no Museu da Energia de Itu), para complemento ao conteúdo pedagógico desenvolvido pelo Departamento, como Tele Aula. A parceria contou com a participação da atriz Liliane Navarro, voluntária no Museu e professora em Jundiaí. O roteiro do vídeo foi elaborado pela atriz, com apoio da equipe da Fundação (supervisão e revisão).O material está disponível no Youtube da Fundação/ TVE Jundiaí para alunos dos 3º aos 5º anos. Link: https://www.youtube.com/watch?v=juir5glhzGM.Núcleo Pedagógico - DER Itu - O Museu da Energia de Itu produziu, para o Núcleo Pedagógico de Itu, da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, um vídeo para exibição durante o ATPC das escolas estaduais. O vídeo contém uma apresentação institucional da Fundação Energia e Saneamento e do Museu da Energia de Itu, além de suas exposições, ações educativas e conceitos como exposições, mediação, ação educativa e ações extramuros. Foi compartilhado no período de 28 de setembro a 02 de outubro com os professores do Ensino Fundamental I e Ensino Médio das sete cidades atendidas pelo Núcleo. Com o vídeo também foi compartilhada uma avaliação/pesquisa elaborada pelo Setor Educativo do Museu da Energia de Itu, para diagnosticar como o Museu poderá atuar junto às escolas estaduais da cidade. Link vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=-ruJa-JrjoQ Link do formulário de pesquisa: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfYsuzB10g8Ns8zYlYYBS6wNduMASUuVmEBQTeF6gJyGRkE3g/viewform Link da pesquisa com a resposta de 914 professores:https://docs.google.com/spreadsheets/d/1CxaJS2fWmBni1Pl0WXJEYZ_HJkmsHXuCU6NtuElSiRY/edit#gid=102995004 A Fundação Energia e Saneamento, continua dessa forma, cumprindo o objetivo geral do projeto que é o de ?garantir, em 2020, a manutenção da Fundação Energia e Saneamento – que possui a Rede Museu da Energia (com três unidades) e o Núcleo de Documentação e Pesquisa (NDP) – e a continuidade das ações de pesquisa, preservação e divulgação do patrimônio histórico dos setores de energia e saneamento ambiental paulistas, sob guarda da entidade?.

Especificação técnica

Especificações técnicas dos Livros: Livro “Cidades Desenhadas” – título provisório Livro Capa Dura Tamanho fechado: 29,5 x 29,5 cm Capa: tamanho aberto 65,0x33,2 cm; suporte COUCHE FOSCO (IMUNE) 150 g/m²; Cores: 4x0 2 Guardas: tamanho aberto 29,5x59,0 cm; suporte COUCHE FOSCO (IMUNE) 150 g/m²; cores: 4x4 184 páginas Papel do miolo: couche fosco 150 g/m² Cores: 4x4 Quantidade: 1.000 exemplares Livro “Aves da Usina” – título provisório Livro Capa Dura Tamanho fechado: 29,5 x 29,5 cm Capa: tamanho aberto 65,0x33,2 cm; suporte COUCHE FOSCO (IMUNE) 150 g/m²; Cores: 4x0 2 Guardas: tamanho aberto 29,5x59,0 cm; suporte COUCHE FOSCO (IMUNE) 150 g/m²; cores: 4x4 184 páginas Papel do miolo: couche fosco 150 g/m² Cores: 4x4 Quantidade: 1.000 exemplares Livro “Energia e Inovação” – título provisório Formato: 16 x 23 cm (fechado) 300 páginas Cores 1 x 1 Papel miolo: polen 90gm Capa: 16 X 23 cm (fechada), papel cartão 300 gm, revestimento fosco, com orelhas Quantidade: 1000 exemplares Propostas de oficinas / workshops: 1. Oficina de observação de aves “Passarinhando – Conhecer para Preservar” - esta oficina integra o Museu da Energia de Portas Abertas Carga Horária: 32 horas – 8 encontros de 4 horas Local de realização: as oficinas integram a programação do Museu da Energia de Portas Abertas – Museu da Energia de São Paulo, com saídas para observação de pássaros na Capital, mas poderão também ser promovidas pelos Museus da Energia de Itu e Salesópolis. Público Alvo: Livre Objetivos: promover o conhecimento sobre as aves e seu habitat, a troca de experiências entre os participantes, a aproximação do homem com a natureza, o aumento da consciência ecológica para a preservação de áreas verdes. Conteúdo: Levantamento da avifauna; Equipamentos e sua utilização; Comportamento e habitat das aves; Alimentação; Postura e ética do observador; Potencial turístico. Programação: Café-da-manhã comunitário, Introdução sobre à pratica de observação de aves, saída a campo. 2. Oficina de Cianotipia Sinopse: O cianótipo, ou blueprint é uma técnica nascida do século XIX, que gera imagens fotográficas na cor azul da prússia, sua história gira em torno da pesquisa e preservação de um conhecimento: em 1843 Anna Atkins - considerada a primeira fotógrafa- lançou o primeiro livro da ilustrado com fotografia da História da arte, nesse livro continha parte significativa de sua pesquisa sobre botânica na Inglaterra. Nesse curso convidamos os participantes a experimentar essa técnica fotográfica tendo o tecido como suporte. A captura e/ou criação dos negativos que darão origem a estas estampas será mediada de forma a resgatar as memórias dos habitantes da região próxima ao Museu da Energia reforçando a apropriação de seus patrimônios e de suas relações com o território. Carga Horária: 36 horas - 12 encontros de 3h. Local de realização: Museu da Energia de São Paulo e Região. Os encontros se darão entre a área interna - para emulsionamento dos tecidos - e a área externa - para a exposição dos tecidos a luz do sol - permitindo aumento no tamanho das imagens produzidas. Além disso, buscaremos através de saídas fotográficas pelo bairro coletar materiais e capturar imagens para gerar negativos a serem estampados. Público Alvo: comunidades da região Objetivos Desenvolver a cianótipia sobre tecido como meio expressivo; Provocar diálogos que promovam aprendizagens por meio de estratégias participativas capazes de criar espaços simbólicos comunitários; Conteúdo - Breve história da cianótipia - Químicos e suas características - Emulsionamento, exposição e revelação - Criação de fotogramas. - Criação de máscaras. - Desenvolvimento de fotolitos manuais e digitais - Saídas fotográficas. OBS: Serão produzidas sacolas com as estampas e os trabalhos resultantes das oficinas serão expostos no Museu da Energia de São Paulo. 3 – Oficina Aprendendo a reciclar Sinopse A ser realizado nos Museus da Energia, em parceria com cooperativas de reciclagem, o projeto, idealizado pelo Museu da Energia de Salesópolis, consiste em uma ação educativa que integra a promoção de palestras, gincanas de arrecadamento de materiais recicláveis e premiações junto às escolas públicas com o objetivo de estimular a prática da reciclagem entre os estudantes, mas também de fomentar o protagonismo juvenil. Os jovens atuam como agentes multiplicadores, dentro da esfera familiar, das informações apreendidas, tanto no que concerne à tomada de consciência ambiental, quanto ao respeito, valorização e reconhecimento dos profissionais que compõem a cadeia de trabalho do setor de reciclagem e coleta de resíduos. As gincanas também elevam a arrecadação das coletas seletivas e, por consequência, das associações e cooperativas, auxiliando na geração de renda. As turmas com o maior número de materiais arrecadados também recebem premiações, que incluem passeios aos Museus da Energia e doação de experimentos às escolas. Também são doados, às cooperativas participantes, equipamentos para realização de suas atividades (balanças e prensas). Local de realização: Instituições de Ensino. Público alvo: Estudantes do ensino fundamental e médio.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE: No escopo do produto - Plano Anual, havíamos indicado que seria oferecido transporte gratuito, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida e aos idosos. Mas, em razão da pandemia Covid-19, não foi possível tal oferta por não haver visitas presenciais aos museus. Pela mesma razão, as monitorias na Rede Museu da Energia, realizadas por interprete de LIBRAS trimestralmente, também não serão realizadas. No entanto, como forma de dar acesso a público surdo, foram realizados vídeos com interprete de LIBRAS, que estão sendo veiculados nas redes sociais da Fundação, além de Webinars Series Cidades Inteligentes, realizado entre 15 e 18/9/2020, que também contou com interprete de LIBRAS: Museu da Energia de São Paulo: vídeo sobre a história dos lampiões e a chegada da iluminação pública na cidade de São Paulo. https://www.instagram.com/tv/CEXkL8UAJr0/Dois vídeos em que a educadora ensina alguns sinais de palavras em Libras, que são relacionadas ao tema do Museu da Energia de São Paulo.https://www.instagram.com/tv/CCMHwqoAe_O/https://www.instagram.com/tv/CBvjvyGgD9G/ Museu da Energia de Itu: vídeo sobre a subestação de energia existente no Museu. Trata-se de uma construção que teve por função abrigar os equipamentos necessários à adequação da energia recebida da Usina de Lavras (Salto), para distribuição às residências, comércio e pequenos estabelecimentos da área urbana de Itu, nas primeiras décadas do século XX. A energia produzida na usina era transmitida por linhas de alta tensão até a subestação, onde a tensão era rebaixada, em condição prática e segura para distribuição aos consumidores. Link: https://www.facebook.com/museudaenergia/posts/3561367937228838 Museu da Energia de Salesópolis: foram produzidos dois vídeos (ainda a serem divulgados): Vídeo 1 - Apresentação do Museu da Energia de Salesópolis em LIBRAS Para colocar-se a serviço de uma sociedade em constante transformação e de empreender um diálogo constante com seus diferentes públicos, a educadora surda faz uma apresentação em LIBRAS, dos espaços expositivos do Museu da Energia de Salesópolis. Vídeo 2 - com o intuito de aproximar os diferentes públicos, a educadora surda ensina alguns sinais em LIBRAS relacionados ao Museu da Energia de Salesópolis.Webinars Series - Cidades Inteligentes Capital humano e Socialhttps://www.youtube.com/watch?v=ix4-epGgRPk Iluminação Pública Inteligentehttps://www.youtube.com/watch?v=WJTf4HjDEvc Inovação e Eficiência Energética e Hídricahttps://www.youtube.com/watch?v=shA1PO4P4sE Coesão Socialhttps://www.youtube.com/watch?v=E4us4fpdMLo

Democratização do acesso

ACESSIBILIDADE: No escopo do produto - Plano Anual, havíamos indicado que seria oferecido transporte gratuito, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida e aos idosos. Mas, em razão da pandemia Covid-19, não foi possível tal oferta por não haver visitas presenciais aos museus. Pela mesma razão, as monitorias na Rede Museu da Energia, realizadas por interprete de LIBRAS trimestralmente, também não serão realizadas. No entanto, como forma de dar acesso a público surdo, foram realizados vídeos com interprete de LIBRAS, que estão sendo veiculados nas redes sociais da Fundação, além de Webinars Series Cidades Inteligentes, realizado entre 15 e 18/9/2020, que também contou com interprete de LIBRAS: Museu da Energia de São Paulo: vídeo sobre a história dos lampiões e a chegada da iluminação pública na cidade de São Paulo. https://www.instagram.com/tv/CEXkL8UAJr0/Dois vídeos em que a educadora ensina alguns sinais de palavras em Libras, que são relacionadas ao tema do Museu da Energia de São Paulo.https://www.instagram.com/tv/CCMHwqoAe_O/https://www.instagram.com/tv/CBvjvyGgD9G/ Museu da Energia de Itu: vídeo sobre a subestação de energia existente no Museu. Trata-se de uma construção que teve por função abrigar os equipamentos necessários à adequação da energia recebida da Usina de Lavras (Salto), para distribuição às residências, comércio e pequenos estabelecimentos da área urbana de Itu, nas primeiras décadas do século XX. A energia produzida na usina era transmitida por linhas de alta tensão até a subestação, onde a tensão era rebaixada, em condição prática e segura para distribuição aos consumidores. Link: https://www.facebook.com/museudaenergia/posts/3561367937228838 Museu da Energia de Salesópolis: foram produzidos dois vídeos (ainda a serem divulgados): Vídeo 1 - Apresentação do Museu da Energia de Salesópolis em LIBRAS Para colocar-se a serviço de uma sociedade em constante transformação e de empreender um diálogo constante com seus diferentes públicos, a educadora surda faz uma apresentação em LIBRAS, dos espaços expositivos do Museu da Energia de Salesópolis. Vídeo 2 - com o intuito de aproximar os diferentes públicos, a educadora surda ensina alguns sinais em LIBRAS relacionados ao Museu da Energia de Salesópolis.Webinars Series - Cidades Inteligentes Capital humano e Socialhttps://www.youtube.com/watch?v=ix4-epGgRPk Iluminação Pública Inteligentehttps://www.youtube.com/watch?v=WJTf4HjDEvc Inovação e Eficiência Energética e Hídricahttps://www.youtube.com/watch?v=shA1PO4P4sE Coesão Socialhttps://www.youtube.com/watch?v=E4us4fpdMLo

Ficha técnica

Rita de Cassia Martins Souza – Diretora Executiva da Fundação energia e Saneamento Advogada, bacharel em Direito pela FMU/SP, pós-graduação (Especialização) em Direito Processual Civil pela PUC/SP, (Extensão) em Direito da Energia Elétrica pela Faculdade de Direito da Universidade Cândido Mendes/RJ, (Extensão) em Direito do Terceiro Setor pela ESA (Escola Superior de Advocacia) - OAB/SP, desde 1999 atua na Fundação Energia e Saneamento como Assessora Jurídica. Em dezembro/2013 foi nomeada, pelo então Conselho Curador, para exercer o cargo de Superintendente Executiva e a partir de outubro/2015, pelo atual Conselho de Administração, foi nomeada Diretora Executiva, com mandato até outubro/2019. Estatutariamente é a representante legal da instituição. Ana Paula Sbrissa - Coordenadora do Museu da Energia de Itu Bacharel em Turismo (Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio – Ceunsp), Especialista em Gestão de Projetos Culturais e Organização de Eventos (Centro de Estudos Latino-americanos sobre Cultura e Comunicação – CELACC/ECA/USP). Vice-Presidente do Conselho Municipal de Turismo de Itu. Atuação no desenvolvimento de projetos turísticos e culturais, e exposições; monitoramento com estudantes em equipamentos culturais e roteiros; na elaboração de projetos de ação educativa para escolas. Edilene Maria da Silva – Coordenadora Administrativa Graduada em Administração pelo Centro Universitário Fundação Santo André e Especialista em Gestão Empresarial pela Faculdade Estácio de Santo André. Atua na Fundação Energia e Saneamento na área de Gerência de Documentação e Pesquisa, assessorando tecnicamente os projetos culturais da instituição. Fernando Ferreira de Souza Lima – Designer Gráfico Graduado em Produção Editorial pela Universidade Anhembi Morumbi, atua como designer gráfico com experiência em materiais de divulgação, produtos editoriais (livros, revistas e catálogos), exposições (designer e expografia) e publicações digitais. Isabel Regina Felix – Coordenadora de Serviços e Projetos Especiais Graduada e pós-graduação (Mestrado) em História Social pela Universidade de São Paulo, desde 1998 atua na Fundação Energia e Saneamento, onde atualmente desempenha a função de Gerente de Documentação e Pesquisa. É responsável pela coordenação de projetos editoriais e de pesquisa. Luciana Nemes - Coordenadora do Museu da Energia de São Paulo. Graduada em Educação Artística e Pós-Graduada em Museologia pela Universidade de São Paulo – USP. Participou do desenvolvimento do projeto de reestruturação do Museu Santa Casa de São Paulo, do desenvolvimento do projeto museográfico do Museu da História do Estado de São Paulo – MHSP, implantação do Museu do Holocausto - Curitiba, e de projeção internacional como “Caravaggio e seus seguidores”. Além disso, possui experiência acadêmica e em produção e atuou como docente das disciplinas de Concepção, Planejamento de Exposições e Montagem de Exposição Sistema de Ações Museológicas no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, e como produtora executiva na arte3 Assessoria, Produção e Markenting Cultural. Maria Fernanda Mendes e Freitas – Coordenadora de Documentação Bacharel em Arquivologia, formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e pós-graduanda em Inteligência de Mercado pelo SENAC, capacitou-se em Gestão de Projetos pela Fundação Vanzolini. Atuou como gestora da informação e do conhecimento em empresas de engenharia de software, cultura e administração pública. Mariana de Andrade Dias da Silva – Analista de Comunicação Formada em Comunicação Social pela Universidade Católica de Santos (UniSantos). Atua na Assessoria de Comunicação da Fundação Energia e Saneamento na elaboração de conteúdos para os canais de comunicação com o público, dentre eles newsletters e redes sociais, auxilia na coordenação da Assessoria de Imprensa como também colabora na elaboração dos projetos da instituição, como exposições e publicações. Simone Villegas Reis – Coordenadora do Museu da Energia de Salesópolis Possui graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária (UNITAU); Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho (Poli/USP), Sistema de Gestão Integrada – Saúde e Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Responsabilidade Social (UMC) e Qualidade Ambiental ISO14000 (Senac SP). Responsável por gerenciar o projeto. Nori Figueiredo - Oficineiro – Oficina de Cianotipia Formado em Filosofia pela USP e em Educação Artística pea FAAM, Mestre e Doutor em Artes Visuais pela UNICAMP. Organizou e dirigiu as oficinas de Gravura em Metal da Imagos nos anos 80, quando editou Darel Valença, Renina Katz e Burle Marx, entre tantos outros. Como gravador teve a Sala Especial - 1º Bienal de Gravura de São José dos Campo, individuais na Graphias em São Paulo e Galeria de arte da Unicamp. Participou de Bienais como a de São Paulo e Lubliana, na antiga Iuguslávia. Foi professor visitante na Universidade de Brasília e Unicamp. Mayara Polizer oficineiro – Oficina de Cianotipia Bacharel em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes e atualmente cursa licenciatura em Educomunicação na ECA - USP e uma especialização em Computação Aplicada à Educação pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP). Técnica em Cenografia pelo Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias. Inicia a atuação profissional em produções de teatro e televisão como contra regra e produtora de objetos, respectivamente em Teatro Alfa e MTV Abril Radiodifusão. No ano de 2013 ministra aulas de audiovisual para crianças e adolescentes em escolas públicas através do projeto Vídeo Criar, concomitantemente a sua atuação como arte educadora na Bienal e posteriormente na Galeria Marta Traba/Memorial da América Latina. No Memorial também participa como impressora e assistente de produção do álbum de gravuras em comemoração dos 26 anos da instituição. Do entrelaçamento dessas experiências nasce sua atuação na arte educação /educomunicação. Rafael Ferreira - Educador e Mobilizador – Ação Fazendo a Diferença Graduado em Turismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora, com um mestrado profissional em Gestão de organizações turísticas pela Universidade de Toulouse. Foi estagiário de ONG no interior da França. Coordenou projeto de educação ambiental e reciclagem em escolas públicas do município de São Paulo, membro de associação de educação ambiental vivencial onde conduziu grupos em parques urbanos e próximos à São Paulo. Coordenou projeto de educação ambiental com tema reflorestamento na região de Bebedouro – SP. Gerente executivo da APAE, Gerente operacional de hotel de selva na Amazônia Brasileira. Em todos os trabalhos utiliza ferramentas de trabalho, com grande espaço para o diálogo e com a intenção de criar relação de aprendizagem mútua. Tem conhecimento e prática em metodologias colaborativas como world café, aquário, open space, roda de diálogo, condução de facilitação de grupos. Essa arte de saber escutar, enxergar, presenciar a dinâmica das pessoas e seus lugares e contribuir para a sábia decisão de melhor a vida. Samuel Protetti - Educador e Molibizador – Ação Fazendo a Diferença Artista de processo, facilitador, gestor de projetos e praticante de permacultura e bioconstrução. Graduado em Engenharia Ambiental, pós-graduado em Educação Ambiental e com MBA Executivo em Administração de Empresas com ênfase em Recursos Humanos pela FGV. Atua há 21 anos nas áreas de Sustentabilidade, Desenvolvimento Humano, Organizacional e Local, junto a empresas, como BASF, FIBRIA, InternationalPaper e Embraer, governos e ONGs. É facilitador formado pelo Schumacher College (Inglaterra) e pela GIZ, empresa do governo alemão de cooperação internacional e integrante da rede The ArfofHosting. Atuou como diretor de organização do terceiro setor na área socioambiental e realizou trabalhos de cooperação internacional junto de entidades como UNESCO, Banco Mundial e GIZ. Foi Coordenador de Educação para Sustentabilidade da Fundação Espaço ECO/BASF e do Instituto 5 Elementos. Atualmente é sociodiretor da Transforma.aí Inovação e Sustentabilidade e professor de design na Escola Schumacher Brasil.

Providência

Prestação de Contas Aprovada, conforme Portaria n° 522 de 08 de setembro de 2022, publicada no DOU em 09/09/2022.

2020-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo