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Organização e Produção do Desfile da Escola de Samba Mocidade Independente de Aparecida no Grupo Especial do Carnaval 2020, no sambódromo de Manaus, no dia 22 de fevereiro de 2020. Promover a integração da Escola com a comunidade do Bairro de Aparecida e seu entorno, fortalecendo o incentivo à Cultura, ao lazer e à diversão, buscando apresentar na avenida, toda a emoção dessa família do bairro de Aparecida.
“RITUAIS'” CARNAVAL 2020 Os rituais sempre vão existir, se manter, se renovar, surgir, enquanto houver humanidade, enquanto houver vida. Há milhares de anos, desde os tempos primeiros, e até hoje por todo canto do mundo, o ser humano realiza seus rituais. Envolta em mistérios que nem sempre são facilmente decifrados ou que ultrapassam o entendimento, a raça humana, em grupos ou de forma individual, cultua mitos, alimenta crenças, mantém suas formas de fé, se impõe limites e os vence de uma certa forma que, dali em diante, quem passou por aquele ritual passa a não existir mais, está completamente transformado. É quando, após uma espécie de sacrifício, nasce uma nova pessoa. Rituais transformam, iniciam, testam o limite do ser humano, o curam. Alguns são demonstrações de fé, outros de amor, de esperança, de alegria, de vitalidade e força, de louvor a tudo que o homem tem como sagrado, e algumas vezes, tudo isso junto, de uma só vez. Quem tem a oportunidade de presenciá-los ou os vive é sempre tomando por uma emoção arrebatadora, e muitos entram em conexão com algo divino, mágico. O ser humano, ao longo da vida, tem criado alguns eventos monumentais, tomado pelo poder desses rituais. E quando feitos por uma só pessoa, o ser sozinho encontra um caminho, uma trilha, em meio a tanto e a tudo, que o liga e o leva até algo sagrado. Alguns rituais são parte da rotina, dos costumes de um povo. São cerimônias e atos naturais do dia-dia que nos guiam pela vida. Dos mais simples aos mais complexos. O nascer e o morrer, o adormecer e o despertar, os banhos, todos eles, as bênçãos, de todas as formas, aqueles que seguem aos eventos do calendário, que fazem girar a roda da vida, o crescer, como os estudos, o trabalho no cotidiano, a entrega a uma fé e os cultos religiosos, o envelhecer... Em muito, tudo é ritual. Do batismo à união, e à extrema unção e o culto à quem partiu. Alguns desses rituais ultrapassam o limite, nos levam ao inferno, aos infernos, e nos devolvem ao que temos como céu, como céus, como paraíso. Rituais nos ensinam sobre o amor e sobre o desprendimento, sobre o apego e o desapego, sobre a esperança, a fé, sobre a vida. E muitas vezes, numa espécie de transe, sentimos o que para nós, até então era abstrato, de repente, nos tocar o rosto, tocar os cabelos, arrepiar. Em alguns rituais, somos capazes de levitar, deixar o corpo, a matéria, e passar a passear numa espécie de astral. Em todos os continentes do planeta Terra, berço e casa da humanidade, da vida, os seres humanos praticam seus rituais, muitos deles, de acordo com a sua cultura, a sua crença, sua fé. Desde as cavernas, passando pelas civilizações mais antigas, até a atualidade. Os seres humanos buscam purificação, cura, alegria, prosperidade, transformação, elevação espiritual, prosperidade, bênçãos, um encontro com o que têm como sagrado, divino, ensinamentos, evolução, por meio dos rituais. Elementos como a água, o fogo, a terra e o ar são muitas vezes parte desses eventos mágicos. No Brasil, os três elementos étnicos que formaram o povo brasileiro fizeram surgir uma Pátria de múltiplas faces e de muitos ritos. Alguns deles se mantêm genuínos, tais como no passado de mais de 500 anos atrás. Outros se misturaram diante, justamente, da miscigenação entre índio, branco europeu e negro africano. Uma grande parte dos rituais indígenas do Brasil são os chamados ritos de passagem. Trata-se de cerimônias que marcam a mudança de um indivíduo ou de um grupo de uma situação social para outra, como o de passagem da menina índia ou do menino para a vida adulta, que cela um período de reclusão em eles aprendem atividades essenciais à vida adulta. A moça índia tem os cabelos arrancados, simbolizando o momento em que ela se desfaz do passado, o menino é exposto a um sacrifício, até o início de uma nova vida. Entre os mais belos e emblemáticos rituais do branco europeu no Brasil estão as procissões, palavra que provém do “para ir adiante”, “avançar”, “caminhar”. As procissões são formadas por um corpo organizado de milhares de pessoas que caminha de maneira formal ou cerimonial em louvor a uma divindade da Igreja Católica. Os negros africanos, quando vieram como escravos para o Brasil, alguns deles reis na África, trouxeram seus elementos, costumes, rituais, dos mais simples aos mais complexos, como pela sua religiosidade, muito mais expressa no culto a seus ancestrais, os orixás e pelos ritos de iniciação. Em cada esquina, cruzamento de vias, nos terreiros, em muitos cantos deste país, em terra firme e a cada beira de rio, ou sobre as águas, os rituais deles se mantêm, se fortalecem, e se perpetuam na passagem dessas cerimônias entre gerações. Muitas manifestações monumentais em rituais traçam a face do Brasil. De Norte ao Sul, de Leste ao Oeste, do Oiapoque ao Chuí, o país, dança, louva, reverencia, é abençoado, abençoa, se curva e se ergue, em rituais extasiantes. Em alguns deles, quando o ser humano se recolhe, noutros, quando ele se faz em multidões. O brasileiro é um povo que fascina. As escolas de samba, o desfile de uma agremiação em si ou de dezenas delas, reúne multidões a cada carnaval. Suas diversas expressões, de canto, de dança, música, formas, cores, plástica, constroem um ritual emblemático do Brasil. Do preparo de cada componente até o desfile, tudo é ritual. No dia, o toque dos instrumentos fascina, encanta. O encanto se despedaça e se completa numa catarse coletiva, que se faz diante da beleza do que se vive, de um canto em conjunto, são milhares de vozes, da plástica, das cores e formas, de uma apoteose divinal. É um ano de preparo, algum sacrifício, às vezes uma visita ao inferno, para que, em um dia, se alcance a glória, o paraíso. A transformação é o prêmio de quem paga para ver. O ser é reerguido, tem alma lavada, vive uma felicidade que faz vibrar o espírito. Texto e pesquisa: Saulo Borges Colaboração: Gilson Souza (Gilson Poeta)
O projeto APARECIDA _ CARNAVAL 2020 consiste na organização e produção da evolução da Escola de Samba de Aparecida na Avenida do Samba, no Carnaval de Manaus, em 2020. Evento dedicado a difundir a cultura do Carnaval para todas as camadas da população e presentear o público de uma forma geral, com apresentações das Escolas de Samba do Grupo Especial de Manaus. Será promovida uma encenação com várias alas de integrantes fantasiados, com carros alegóricos, com a participação da comunidade de baixa renda do bairro de Aparecida e entorno e, convidados, na cidade de Manaus. Levar cultura e cidadania à população, atraindo turistas e novos investimentos em cultura. O evento contribui com o fortalecimento da cultura regional, além de promover ações de elevada importância nas áreas de formação, reflexão, integração e intercâmbio cultural, com a geração de emprego e renda para diversas pessoas da própria comunidade, envolvidas na rotina diária da Escola de Samba. OBJETIVOS GERAIS 1 - Contribuir para a manutenção e expansão da cultura do Carnaval de Manaus 2 - Promover a realização do desfile na avenida como um produto de lazer cultural, proporcionando à comunidade espetáculo de grande qualidade técnica, de harmônica e musical; 3 - Desenvolver parcerias com entidades incentivadoras de projetos e atividades sociais, que retornem à comunidade na forma de benefícios nas áreas de lazer, cultura e turismo; 4 - Atingir um público diversificado e abrangente, aliando a manifestação cultural ao entretenimento, proporcionando retorno e visibilidade aos artistas, realizadores do projeto, aos patrocinadores, à cidade de Manaus e ao Estado do Amazonas; 5 - Contribuir para o desenvolvimento da região por meio do incentivo e benefícios nas áreas de lazer, cultura e turismo; OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1 - Realizar desfile apresentando ao público em geral, a garra, alegria e tradição de nossos componentes na avenida do samba, mostrando sua importância para o desenvolvimento social, cultural e econômico da cidade de Manaus; 2 - Fortalecer a cultura do Carnaval, valorizando o talento dos artistas locais e promovendo a divulgação do evento; 3 - Levar para a avenida uma comunidade de aproximadamente 4.000 (quatro mil pessoas), entre brincantes, organizadores e produtores, divididas em 25 alas, com 4 carros alegóricos, 8 tripés e Comissão de Frente; 4 - Levar um público total de 2.000 (duas mil) pessoas por ensaio, na quadra da Escola; 5 - Levar umLevar um público total de 20.000 (vinte mil) pessoas ao desfile da Escola na avenida do samba - Sambódromo; 6 - Promover um amplo intercâmbio cultural e econômico entre produtores, artistas, patrocinadores e meios de comunicação; 7 - Criar novas oportunidades de emprego e renda para a comunidade participante do projeto, moradores do bairro de Aparecida e entorno; 8 - Inserir os ensaios da Escola, no roteiro turístico-cultural da cidade de Manaus. Consolidar a marca da Escola de Samba Mocidade Independente de Aparecida no Calendário e roteiro oficial de eventos culturais e turísticos da cidade de Manaus.
Era 1980. Em Manaus, no bairro de Educandos, Zona Sul da cidade, havia uma Escola de Samba chamada Em Cima da Hora. Nela, encontrava-se uma ala cujo nome era "Alô! Alô! Aparecida", formada basicamente por moradores desse bairro. Era nela que desfilava Zezinho Pacheco, um jovem excepcional que se tornou responsável indireto pela criação da Escola de Samba Mocidade Independente de Aparecida, um amor verde e branco que ocupa hoje, milhares e milhares de corações amazonenses. No dia do desfile de carnaval, naquele ano de 1980, o jovem José Pacheco de Oliveira (Zezinho) foi impedido de desfilar pelos dirigentes da Em Cima da Hora. É que naquele tempo, cada brincante confeccionava sua própria fantasia, seguindo o figurino divulgado pela Escola. A fantasia de Zezinho, porém, era a mesma do ano anterior, não podendo participar do desfile. Por não levarem em conta a excepcionalidade do rapaz, apesar da argumentação de familiares, os brincantes da ala resolveram não mais desfilar na Em Cima da Hora. Logo após o carnaval, no dia 15 de março, sob o signo da raça e vitória, surgiu o Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente de Aparecida. Foi lá no bairro de Aparecida, de ruas estreitas e becos tortos, mais precisamente na Rua Carolina das Neves, que o samba foi morar. O "Boteco do Armindo" se fez berço e lá os senhores Arthurzinho, César Gato, César Bandeira, Chico Mocidade, Delgado, Eudimar Bandeira, (o Nem), Mestre Jô, João André, Jorginho Devagar e o próprio Armindo _ foram tantas as mãos _ embalaram a criança. No "batizado", estavam presentes autoridades do mundo do samba, como o Senhor Batista, presidente da Em Cima da Hora, escola madrinha da Aparecida e o Senhor Nelson de Medeiros, na época presidente da Escola de Samba Vitória Régia. César Bandeira foi o primeiro presidente da nova agremiação, referendado, em plebiscito, pelos moradores do bairro. Para madrinha da Escola foi escolhida D. Lígia Pacheco, a Mãe do jovem Zezinho. Em seus trinta e cinco anos de vida, a Mocidade Independente de Aparecida disputou trinta e dois títulos, sagrando-se vinte e uma vezes campeã. Já no primeiro desfile, com o enredo "Santos Dumont, o Pai da Aviação" tornou-se vencedora. Vale ressaltar que foi a primeira campeã do Sambódromo, em 1992, com o enredo " Recriando a Criação". É a única pentacampeã da história recente do carnaval de Manaus e teve a ousadia de desfilar em 1989, como hors-concours. Foi a única escola a obter nota 10 (dez) em todos os quesitos, de todos os jurados, em 2003, com o enredo "Porto Roadway de Manaus, 100 anos de vida, 300 anos de História". Seu último título foi no ano de 2016, conquistando o tetracampeonato, com o enredo "A Soberana Encontra a Majestade..., e Nessa Passarela eu Nunca Vi Coisa Mais Bela", em homenagem à Portela, escola de samba carioca. O atual presidente é novamente Luiz Pacheco de Oliveira, irmão de Zezinho, o responsável pela fundação da Escola. A quadra da Escola foi reformada e frequentemente conservada, estando entre as melhores do Brasil. Visando fortalecer a cultura do Bairro de Aparecida e aproximar cada vez mais a comunidade da Escola de Samba Mocidade Independente de Aparecida, estamos buscando o Incentivo Fiscal Federal da Lei ROUANET.
Não se aplica
Não se aplica
Em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa nº 02 de 2019, informamos que o o Amazonas se orgulha de ter um dos espaços culturais mais belos do país, em plena selva amazônica, com ambiente diversificado e multifuncional, para realização de eventos de grande participação popular: O Sambódromo. Devidamente preparado, conta com acesso e lugares reservados para portadores de necessidades especiais: Pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas , com rampas de acesso e corrimões, ao lado da avenida, bem próximo à passagem das Escolas de Samba, com visão privilegiada do desfile. Na quadra da Escola, nos ensaios técnicos também são disponibilizados locais adequados e de fácil acesso aos portadores de necessidades especiais.
Serão distribuídas para a comunidade da Mocidade Independente de Aparecida e seu entorno, gratuitamente, 500 fantasias de diversos modelos e alas, dando oportunidade à comunidade de menor poder aquisitivo participar do desfile na Avenida do Samba. Os ensaios na quadra e em frente à Escola são gratuitos e abertos ao público em geral, bastando comparecer e participar. Serão realizadas 10 oficinas culturais, denominada "Molecada Soberana" para 100 pessoas cada, destinadas a alunos da rede pública de ensino, da comunidade de Aparecida, para formação artística com ênfase na dança, música e percussão, voltados para o Carnaval. Os principais eventos culturais realizados pelo Governo do Estado do Amazonas e pela Prefeitura de Manaus, a maioria dos Festivais, assim como o Carnaval, são realizados no Sambódromo, espaço cultural sem a cobrança de ingresso. Em atendimento ao Art. 21 da Instrução Normativa nº 2 de 2019, o proponente se compromete: - III - Disponibilizar na internet registros audiovisuais dos ensaios na quadra da escola e do desfile na Avenida do Samba; - IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias - V - Realizar ensaios abertos ao público na quadra da escola. Em atendimento ao Art. 22 da Instrução Normativa nº 2 de 2019, o proponete se compromete a realizar Oficias na quadra da Escola, abrangendo as áreas de dança, música e percussão, voltados para desenvolvimento do Carnaval. I- Acessibilidade Física: A acessibilidade, tanto do público que assiste aos Desfiles das Escolas de Samba quanto dos componentes que desfilam, é de total responsabilidade da Secretaria de Cultura, que realiza toda a produção do evento cumprindo com fidelidade as Leis Acessibilidade em vigor na esfera Federal, no Estado do Amazonas e no Município de Manaus obrigando a total acessibilidade a todos os Espaços do Evento. II- Acessibilidade de Conteúdo:Toda a Transmissão dos Desfiles das Escolas de Samba do Grupo Especial de Manaus feita pela TV A Crítica conta com legenda descritiva para que deficientes auditivos possam acompanhar com todos os detalhes as informações referentes aos Desfiles.
O proponente não terá remuneração no projeto, já que os recursos arrecadados serão para as despesas de preparação, montagem e organização para o desfile da Escola na Avenida do Samba: o Sambódromosendo. A Direção Geral do projeto será exercida por sua Diretoria Executiva. Direção Geral Direção Artística - Carnavalesco Direção Executiva Auxiliar de Carnavalesco Cenógrafo Diretor de Barracão Diretor de Carnaval Diretor de Harmonia Mestre de Bateria 1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira 2º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira Coreógrafo Ritmistas Equipe Técnica de Produção Técnicos de Som Técnicos em Eletricidade Sonorização Iluminação Carro de Som 25 Alas com aproximadamente 3.800 componentes Diretor Artístico/Carnavalesco: SAULO BORGES Atua no carnaval desde 1996, mas chegou à Mocidade Independente de Aparecida em 1997, a convite da então diretoria da escola. Nessa ocasião, passou a compor a comissão de carnaval que ganhou o título de 1998. Permaneceu como membro dessa comissão no carnaval de 1999, oportunidade em que foi mais uma vez vitorioso. No ano seguinte, foi nomeado carnavalesco da Aparecida. Em sua primeira participação nesse posto, a escola desfilou com o enredo “Lua, Luar... Olha o Boto, Sinhá!” e sagrou-se tricampeã do carnaval de Manaus. Esteve na função até 2007, ajudando a escola a conquistar os títulos dos carnavais de 2001, 2003, 2004 e 2006. Afastado da função de carnavalesco entre 2008 e 2010, reassumiu em 2011, sagrando-se campeão em 2015 e mais uma vez campeão em 2016. Ao todo, possui onze títulos do carnaval de Manaus. DIRETORIA EXECUTIVA A Diretoria Executiva do Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente de Aparecida constitui-se dos seguintes membros: Presidente: LUIZ ALBERTO PACHECO DE OLIVEIRA É membro da Escola desde sua fundação, em 1980, de vez que é filho de D. Lígia Pacheco, madrinha da Aparecida, e irmão de Zezinho Pacheco, o estopim da criação da mais importante agremiação de samba de Manaus. Durante esse tempo, foi, sucessivamente, ritmista, Diretor de Bateria, Diretor de Patrimônio, Diretor de Harmonia, duas vezes Vice-Presidente, Presidente eleito e Presidente reeleito, com mandato até março de 2016 e agora novamente eleito com mandato até março de 2022. Vice-Presidente: EUDIMAR JOSÉ BANDEIRA DE OLIVEIRA Diretora Geral: HELENA DE SOUZA MOURA Diretor Financeiro: MARCELO DOS SANTOS CAVALCANTE Diretora de Patrimônio: DÉBORA EVANGELISTA CORDEIRO Diretor de Harmonia: MARTINHO DE OLIVEIRA ALVES Diretor de Bateria: KILSON JEAN ASSIS DA COSTA
PROJETO ARQUIVADO.