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PRONAC 193126ArquivadoMecenato

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DO INSTITUTO DE ARTE CONTEMPORANEA DE OURO PRETO – ia 2020

INSTITUTO DE ARTE CONTEMPORANEA DE OURO PRETO - IA
Solicitado
R$ 8,10 mi
Aprovado
R$ 5,71 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos anuais de preservação do patrimônio/acervos
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MG
Município
Ouro Preto
Início
2020-01-01
Término
2020-12-31
Locais de realização (1)
Ouro Preto Minas Gerais

Resumo

O projeto tem por objetivo garantir, em 2020, a manutenção do ia - Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto que irá preservar e difundir o patrimônio cultural brasileiro através de iniciativas e atividades culturais para viabilizar o acesso da população à arte contemporânea.

Sinopse

SEMANA DE ARTE CONTEMPORANEA DE OUTRO PRETO A 1ª Semana de Arte Contemporânea de Ouro Preto é um projeto do ia - Instituto de Arte Contemporânea com o objetivo de ressignificar os espaços da cidade a partir de diálogos horizontais, quebrando a hierarquia geopolítica cultural a partir de estéticas díspares brasileiras contemporâneas. O evento terá duração de 10 dias, sendo composto por atividades formativas (palestras, oficinas e debates) e uma programação artístico-cultural (instalações artísticas, exposições e shows). 1. Promover 02 debates (cada debate com 03 “profissionais” da área + 02 mediadores) a. Transições tangíveis: marcos cognitivos entre moderno e contemporâneo b. Produção independente e mercado 2. Realizar 03 palestras a. Arte para a cidade sensível - com Brigda Campbell b. A morte para a cidade espetáculo - Natasha Rena (MG) c. A produção do sentido - Renato Cymbalista (SP) 3. Realizar 03 instalações artísticas (projetos comissionados/inédito) a. Largo do Pilar - Henrique Oliveira (SP) b. “Sinos” - Vivian Caccuri c. Praça Tiradentes - Advânio 4. Apresentações Musicais 06 shows a. Igreja do Pilar: Artho Lindsay b. Igreja Santa Efigênia: Marcos Felinto dos Santos c. Igreja do Rosário: Wagner Tiso d. Casa da Ópera: Xênia França e. Igreja São José: Juçara Marçal 5. Produzir 04 exposições a. Anexo do Museu da Inconfidência: Emiliana Marquetti (MG) + Leda Catunda (SP) b. Galeria FAOP: Artesãos da Serra dos Palmitos (MG) + Beatriz Chachamovits c. Casa dos Contos: Edgar de Souza (SP) + Sr. Adão Cassiano (MG) d. GLTA: Daniel Murgel (RJ) + Anderson [bracinho] (MG) 6. Organizar 04 conversas entre os artistas que estarão expondo. Descrição das atividades culturais da Semana de Arte contemporânea de Ouro Preto 1. Oficinas nas escolas públicas Serão escolhidas 3 escolas públicas da região de Ouro Preto (Tomás Antônio Gonzaga, Dom Veloso e Marília de Dirceu) para receber um ciclo de oficinas composto por 4 módulos, sendo eles: Introdução a Arte Contemporânea, Introdução a técnicas híbridas e produção artística, Semana - Trabalho de Campo, Intervenção Cultural na Escola. Cada turma deverá ter aproximadamente alunos e no final da oficina será realizada uma intervenção artística na escola, reunindo todo o conteúdo absorvido durante os módulos. 2. Palestras As palestras são voltadas para com os seguintes temas: Arte para a cidade sensível - com Brigda Campbell, A morte para a cidade espetáculo - Natasha Rena (MG), A produção do sentido - Renato Cymbalista (SP). 3. Conversas As conversas serão promovidas com o intuito de dar oportunidade do artista falar da sua vida, trajetória e obra. Expor suas trocas de experiências para o público. Serão feitas entre os artistas expositores. As exposições são fruto de links curatoriais do instituto entre artistas locais e artistas de outras origens brasileiras, da cena do mercado de arte brasileiro. Usaremos os anfiteatros do Museu da Inconfidência, como também do GLTA - Grêmio Literário Tristão de Ataíde para esses encontros. 4. Instalações artísticas As instalações artísticas serão feitas tanto em espaços urbanos da cidade de Ouro Preto, com as devidas aprovações legais da Secretaria de Cultura e Patrimônio de Ouro Preto quanto do Iphan. As exposições serão montadas nos espaços expositivos da cidade. 5. Shows O ia tem como ideologia a conservação do centro histórico, por este motivo, os shows não serão em palcos de estrutura metálica montados na praça Tiradentes (ou outro qualquer lugar do centro histórico), pois tanto o peso das estruturas quanto a altura do som abalam a paisagem, a arquitetura dos casarões e os acervos dos museus, principalmente o do Museu da Inconfidência. Portanto, todos os shows da Semana serão nos espaços que a cidade disponibiliza, como: Igreja do Nossa Senhora do Rosário, Igreja de Nossa Senhora do Pilar, Igreja de São José, Igreja de Santa Efigênia e Teatro Casa da Ópera. O instituto reconhece a cidade como organismo vivo, patrimônio cultural da humanidade, e deseja mantê-lo vivo.

Objetivos

Objetivos Gerais Unir, através da tecnologia de plataforma digital à produção artística e o debate crítico, a produção cultural material e imaterial da população de Ouro Preto, Mariana e região e os cidadãos brasileiros interessados em arte e cultura, inclusive populações geograficamente excluídas do eixo tradicional de eventos culturais. A partir da união desses três eixos, construir, de forma colaborativa, conteúdo que fomente um pensar crítico sobre arte contemporânea, criando, assim, ambiente que ofereça um canal de aprendizado e apropriação, bem como uma plataforma de divulgação da cultura mineira para o mundo. Fomentar discussões, eventos e atividades culturais. Estimular a visitação e despertar o interesse da população pela arte contemporânea. Fomentar o desenvolvimento dos profissionais da região para alavancar sua produção e inserção no mercado. Embasar parcerias para residências artísticas entre artistas locais e artistas consagrados. Consolidar as práticas, saberes e produção cultural material e imaterial dos habitantes da região de Ouro Preto e Mariana, em um processo investigativo do patrimônio humano histórico, aliado à inserção dos artistas e artesãos no circuito artístico, sendo essa a primeira etapa que levará a mapear outras regiões adjacentes à Estrada Real e, posteriormente, ampliar a pesquisa para áreas habitadas de todo o Brasil, inserindo a cultura dita periférica no cenário cultural. Objetivos Especificos 01 _ PESQUISA Realização de pesquisa para Mapeamento etnográfico inicial Levantamento de Dados (pesquisa de campo) para mapear a produção cultural, material e imaterial, oriunda da região de Ouro Preto e Mariana. As informações levantadas serão organizadas de modo a gerar um arquivo (acervo) fluido e interativo dando voz à expressão artística local. Como parte do projeto mais amplo o mapeamento irá fornecer conteúdos para a plataforma digital, seminário internacional sobre a Implantação Arquitetônica do ia, exposição de mapeamento e edital de arquitetura para o Concurso Nacional de Ideias Arquitetônicas do ia - Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto, como também para o acervo do ia. 02 - SITE Plataformas digitais: Criação de Site, Aplicativo e Marketing digital que tornará amplamente acessível material conceitual e visual de relevância para a discussão sobre a arte e a cultura contemporâneas, produzido por intelectuais e profissionais relevantes da cultura e irá divulgar o mapeamento etnográfico da região de Ouro Preto, especialmente no que concerne a produção de artistas e artesãos da região assim como a divulgação das etapas de desenvolvimento do instituto e atividades realizadas. O site será um canal de discussão colaborativa com a comunidade. Devido a grande interação com o público, a estratégia de marketing para gerenciar as redes sociais inclui monitoramento, por meio de ferramentas, de tudo o que está sendo feito pelo ia. Este monitoramento quando processado gera relatórios e documentos que servirão como base para organizar as estratégias do instituto, auxiliando na descoberta de novos mercados, produtos e serviços, ou até mesmo reverter possíveis ideias, ou mesmo reclamações dos consumidores em soluções. A presença nas redes sociais é uma obrigação para a divulgação de projetos culturais. O site dará acesso a todo o acervo digital do instituto em 03 línguas (inglês, espanhol e francês). 03 - SEMANA DE ARTE CONTEMPORANEA DE OURO PRETO _ ARTE COMO FUNÇÃO Realização da 1ª Semana de Arte Contemporânea de Ouro Preto que irá ressignificar os espaços da cidade a partir de diálogos horizontais, quebrando a hierarquia geopolítica cultural a partir de estéticas díspares brasileiras contemporâneas. O evento terá duração de 10 dias, sendo composto por atividades formativas (palestras, oficinas e debates) e uma programação artístico-cultural (instalações artísticas, exposições e shows). O evento executará as seguintes atividades culturais: · Promover 02 debates. · Realizar 03 palestras. · Realizar 03 instalações artísticas. · Apresentações Musicais 06 apresentações musicais. · Produzir 04 exposições com conversa entre os artistas. 04 - SEMINÁRIO Seminário internacional sobre a implantação arquitetônica do ia Realização de um seminário em Ouro Preto, no auditório do Museu da Inconfidência, sobre arquitetura contemporânea, com duração de três dias, investigando as questões encontradas na reflexão sobre a arquitetura moderna e contemporânea e alinhavar suas especificidades para uma história das práticas críticas brasileiras do século XXI. Participação de profissionais nacionais e internacionais das áreas de arquitetura, história, biologia, sustentabilidade, economia criativa, antropologia, design, filosofia e artes via plataforma digital do ia, online. O seminário também será transmitido via plataforma bilíngue para todo o publico interessado fomentando e democratizando o acesso. 05 - APRESENTAÇÃO MUSICAL Realizar 02 apresentações Musicais que irão se apresentar durante a abertura do seminário. 06 - EXPOSIÇÕES Realização da Exposição de Design Mobiliário Contemporâneo: Paralelamente ao seminário, será realizada uma exposição de design mobiliário contemporâneo, com curadoria de Carol Gay, distribuída em espaços museológicos de Ouro Preto. Essa exposição pretende estender o debate do seminário sobre o contemporâneo, mas pelo viés da experiência estética. A exposição terá duração de dois meses e contará com um projeto de ação educativa, para receber o público espontâneo além do agendamento de visitas de grupos e escolas. Realização da Exposição do mapeamento etnográfico da região de Ouro Preto e Mariana: Durante o seminário de arquitetura ocorrerá, no anexo do Museu da Inconfidência, uma exposição dos dados - ofícios - levantados pelo mapeamento, curada por profissional a ser selecionado que contará com serviço educativo e registro. Realização da Exposição dos projetos Arquitetônicos Exposição dos projetos arquitetônicos resultantes do Concurso Nacional de Ideias Arquitetônicas do ia. 06- CATALOGO O projeto prevê a criação de 03 catalogos. -Catalogo Exposição de Design Mobiliario Contemporaneo - Mapeamento etnografico da região de Ourto Preto e Mariana - Projetos Arquitetonicos 07 - CONCURSO Concurso Nacional de Ideias Arquitetônicas do ia - Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto. Concurso nacional que será realizado após o seminário, para seleção de projeto para a construção do prédio do instituto. As informações levantadas pelo mapeamento serão essenciais para o edital do concurso e, posteriormente, para o projeto arquitetônico, pois deve garantir o respeito e a inclusão dos grupos humanos que habitam os arredores do instituto, de forma a construir um espaço participativo e integrado à região. Informações sobre a capacitação profissional dos habitantes das regiões periféricas de Ouro Preto e Mariana serão disponibilizadas, de forma a garantir que os projetos incluam a mão de obra local, bem como suas técnicas e saberes típicos, no projeto arquitetônico. Com isso pretendemos incluir de forma literal a população no construir do instituto, gerando empregos e integrando a comunidade. Depois do concurso concluído será exposto os 10 melhores projetos via mostra em local a ser definido. 08 - MANUTENÇÃO DO IA O projeto preve através do plano anual a manutenção do Instituto nas areas de manutenção predial, equipe de trabalho durante o ano de 2020. DAS CONTRAPARTIDAS SOCIAIS PALESTRAS Art. 22. O projeto irá desenvolver em atendimento as ações formativas uma palestras que aboradará o tema principal do projeto que é o Mapeamento das artes na região, abordando os diferentes tipos de artes de artesanato, musical, dança, museologica e como essas artes são importantes no desenvolvimento da sociedade e mercado de trabalho. A palestra será executada em escola publica ou espaço publico aberto para atendimento de 1000 pessoas divididas em grupos de 500. Pelo menos 500 pessoas do publico beneficiário da palestra será constituído de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.

Justificativa

O Incentivo através da Lei Federal de Incentivo a Cultura, neste momento é a única forma de viabilização de execução e cumprimento das metas culturais do projeto. O ia - Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto é uma associação civil sem fins lucrativos, focada no compromisso social por meio da arte. Foi concebido como uma instituição que edifica o diálogo universal entre a comunidade e a arte contemporânea. O desenvolvimento das plataformas digitais é um dos pilares iniciais para estruturação (e divulgação) de suas atividades, juntamente com o mapeamento etnográfico da região na qual, através também dele, será construído, no futuro, o prédio físico do instituto. Encontra-se em desenvolvimento projetos paralelos até que sua sede física esteja disponível para o público. As plataformas digitais chegam nesse momento no ia para disseminar as suas ações e será o principal canal para a geração de discussões no campo da arte, educação e cultura. Após o desenvolvimento das plataformas digitais, passa às diversas atividades para o ano de 2019, que irão gerar conteúdo para o ambiente digital. Sua atuação, em consonância com sua missão e valores, vem de forma democrática buscar a sua implantação através de um seminário internacional, no qual serão discutidas as melhores formas e práticas para a implantação arquitetônica do instituto e, logo depois, o concurso nacional arquitetônico. Esses debates irão propiciar um espaço na contemporaneidade de aprendizado, trocas e provocações sobre arte, patrimônio cultural, antropologia do espaço, sustentabilidade, apropriação local dentre outras discussões, mas que também atenda às demandas da comunidade. Após 2019, continuará trilhando sua estratégia operacional para que as metas iniciais sejam alcançadas. Posterior à primeira fase, a cidade pode começar a desfrutar de um novo polo cultural contemporâneo. Vale ressaltar que o ia já está investigando se o terreno escolhido é propício para a construção de suas futuras instalações, que será um importante polo cultural e contribuirá para a economia local através da geração de emprego. O Instituto tem como Missão trazer à tona o fomento etnográfico, viabilizador do desenvolvimento de uma comunidade e, da arte moderna à contemporânea, inicialmente nas cidades de Ouro Preto, Mariana e região - diáspora negra e, originalmente, de enraizamento histórico do Brasil - através das residências culturais, num princípio de descolonização para traduzir a etnografia através do tempo como geradora do autoconhecimento da cultura de um país por intermédio da arte contemporânea e suas vertentes. Tem como meta consolidar o senso crítico do cidadão em relação ao plano cultural de seu contexto sócio-político-econômico; garantir às pessoas uma nova forma de experimentar e viver a arte resultante do contexto cultural em que estão inseridas, estimulando uma nova visão sobre o velho e o habitual; A realidade socio-cultural de Ouro Preto exige um diálogo fluido entre o passado e o futuro. O Manuscrito Barroco Urbano, que irradia a cultura dos antepassados para a visão contemporânea de museu apresenta questões referentes à sustentabilidade imaterial do passado. Sustentabilidade essa que se projetará, por meio dos planos para o futuro, em ações e decisões a serem tomadas para que o restauro geocultural local das cidades-monumentos redesenhe o mapa cultural latino-americano, o qual irá reverberar no tempo e no espaço. Nesse sentido, o ia nasce com a função de interligar diversos setores em Ouro Preto e seu entorno. Estima-se que, em dois anos, depois da obra do instituto em andamento, já será possível testemunhar o desenvolvimento cultural da população e do turismo local. Depois disso, já se notará um reflexo na economia local, destacadamente no mercado hoteleiro e de serviços. O ia tem por vocação criar afinidades entre os artistas, suas obras, o público e o território do entorno, de modo a proporcionar que os visitantes explorem seu território. Vem para oferecer, por meio de uma plataforma colaborativa, todas as formas de arte como um lugar de vida cultural e artística destinado a todos. Trata-se de acreditar no potencial criativo de cada um, no conjunto de artistas e indivíduos, nas associações e comunidades e, também, nas instituições parceiras que fazem parte do corpo do museu. As influências locais estarão sempre presentes na cultura do museu, fruto do fenômeno chamado "glocalização", que se refere à presença da dimensão local na produção de uma cultura global. Assim, o instituto apresentará, majoritariamente, ideias e estilos internacionais por meio de movimentos artísticos multiculturais (dança, música e artes visuais, estendendo-se a instalações, site especific, performances, land art, ocupações e mixed media) que evidenciam uma ruptura com os conceitos tradicionais de arte, ao mesmo tempo em que fomentam a discussão com o visitante-cidadão sobre o que é arte. O ia terá uma programação continuada de workshops, cursos, palestras, fóruns, formação de professores e alunos de escolas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural atenderá através dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

PESQUISA O trabalho de mapeamento etnográfico surge da necessidade de compreender as relações socioculturais, os comportamentos, os ritos, as técnicas, os saberes e as práticas da comunidade local e regional, dando continuidade ao projeto inconcluso de Mário de Andrade na contemporaneidade. Esse projeto faz parte da fase inicial de implementação que pretende trazer o contemporâneo para a região de Ouro Preto, Mariana e distritos, levando em conta a relevância da produção local e procurando atuar de forma a construir pontes entre essa comunidade e a comunidade artística nacional e internacional através das residências culturais. O levantamento dos dados (pesquisa de campo) será de responsabilidade dos núcleos culturais do projeto, sob a tutela do conselho curatorial, em parceria com líderes comunitários. Assim, será possível mapear a produção cultural, material e imaterial, oriunda da região. As informações levantadas serão organizadas de modo a gerar um arquivo (acervo) fluido e interativo dando voz à expressão artística local. Especialistas das áreas de antropologia, sociologia, história, arte e filosofia serão convidados a realizar a análise dos dados coletados e desenvolver textos críticos, fomentando o debate quanto à memória local em relação à história do Brasil. Como parte do projeto mais amplo de implementação os dados levantados no projeto, bem como os desdobramentos teóricos, mapeamento dos artesãos e imagens da produção ligam-se a outras etapas do projeto, da seguinte maneira: 1) Plataformas digitais: o mapeamento vai fornecer conteúdo às plataformas digitais do ia (site, aplicativo para celular e perfis em redes sociais), tornando o material amplamente acessível e permitindo a participação do público na construção e elaboração do saber. Esse material irá integrar um acervo digital, fomentando a criação de um museu virtual do patrimônio cultural brasileiro, que irá expor artefatos e práticas. Daí a necessidade de fotógrafos, curador digital, e cinegrafistas especializados no registro de materiais culturais, aptos a captar a essência da população local e comunicá-la artisticamente para o público. Realizar o mapeamento etnográfico da população que habita os seguintes bairros: Ouro Preto: 1. Alto da Cruz 2. Santa Cruz 3. Vl. Cruzeiro 4. Piedade 5. Caminho da Fábrica 6. Morro da Queimada 7. Morro Santana 8. Pocinho 9. Padre Faria 10. São Sebastião 11. Taquaral 12. Rua 13 de maio 13. Bauxita 14. Morro São João 15. Alto das Dores Mariana: 1. Passagem de Mariana 2. Barro Preto 3. Cabanas 4. Santana 5. Colina 6. Cartuxa 7. Chácara 8. São Pedro 9. Estrela do Sul 10. Alto do Rosário 11. Liberdade 12. São Vicente de Paulo 13. Santa Rita de Cássia 14. Prainha de Santo Antonio 15. São Gonçalo O processo de mapeamento seguirá as seguintes diretrizes: 1) Treinamento do pessoal de campo, realizado através de workshops com profissionais selecionados pelo conselho cultural do ia, para determinar estratégias e diretrizes conceituais, garantindo que o trabalho de entrevista, coleta de dados e registro das histórias e produções locais seja devidamente realizado, com respeito aos habitantes e minucia de pesquisa. 2) As equipes de mapeamento serão composta por um líder comunitário, oriundo das associações de bairro e de núcleos representativos dos grupos humanos locais, levando em conta a importância da representação de temas de inclusão social, tal como da comunidade LGBT, a população negra e de mulheres. Serão 06 equipes, cada uma formada por um coordenador, três estagiários (estudantes de áreas afins), um fotógrafo e um cineasta para registro. Todos contarão com o auxilio técnico-conceitual constante do ia. 3) O foco da pesquisa são as práticas culturais de Ouro Preto, Mariana e região: gastronomia, horta orgânica, queijaria artesanal, bordado, crochê, tricô e afins, cantaria, pintura, gravura, escultura, entalhe, confecção de velas, encadernação, marcenaria, restauro, ourivesaria, design de jóias, artesanato, cestaria, lapidação de pedras, revestimentos naturais, literatura, teatro, dança, música, artes visuais, paisagismo e outras. O trabalho de mapeamento propriamente dito será realizado no período de três meses. Os dados levantados compreenderão as seguintes informações sobre os artistas e artesãos locais: nome, endereço, história pessoal, inserção na dinâmica socio-econômica local, técnicas de produção, produto desenvolvido/criado, imagens e testemunhos. As diretrizes de pesquisa serão determinadas por profissionais das áreas de antropologia e filosofia da arte, parceiros do ia; os registros de imagens serão em si artísticos, daí a necessidade de profissionais capacitados. 4) Em posse dos dados levantados, o ia acionará uma equipe de profissionais das áreas de antropologia, sociologia, filosofia e artes para análise do material. Serão produzidos textos crítico-conceituais à partir da elaboração do levantamento, procurando aprofundar o conhecimento sobre o patrimônio histórico da região. Esse material será disponibilizado no site, aplicativo e redes sociais do ia para apreciação de todos. O site contará com ferramentas de acessibilidade, o que deve ampliar ainda mais o alcance a esse material. Além disso, haverá um espaço de discussão, no qual o público, inclusive os habitantes da área mapeada, poderão tomar voz na construção do debate sobre patrimônio histórico e contemporaneidade. 5) Outro resultado do estudo etnográfico será o desenho de um mapa, no qual constará o endereço dos artistas e artesãos da região, bem como informações sobre sua produção. Esse mapa permitirá que o visitante de Ouro Preto e de Mariana vá além do centro histórico, propiciando a descoberta do entorno e sua riqueza cultural. O mapa será impresso e distribuído gratuitamente em pontos chave da cidade de Ouro Preto, além de disponibilizado no site do instituto. Pretende-se também a integração ao Google Maps, através da ferramenta My Business. 6) Para garantir que o fluxo de visitantes em direção ao entorno de Ouro Preto e Mariana será frutífero para as comunidades da região, tanto do ponto de vista econômico quanto do ponto de vista da construção de um diálogo cultural, o ia pretende realizar encontros periódicos com a população local interessada, capacitando-os para recepção de turistas, organização de produção e valorização do patrimônio que eles mesmos produzem. Assim, as pessoas estarão prontas para receber os turistas que desejarem conhecer uma fábrica de velas, bordados, comidas típicas, artesanato, pedra sabão... E, claro que, com o tempo, essas qualificações ficarão cada vez mais evidentes. 7) Será realizado um workshop de empreendedorismo e produção para os artistas e artesãos que tiverem interesse, oferecendo, assim, ferramentas para seu aprimoramento e inserção no mercado. 8) Os resultados do mapeamento, bem como o exercício de convivência com a população do entorno do terreno onde será construído o ia será essencial no fomento dos projetos futuros do instituto, que vê na interlocução verdadeira com a população local um de seus pontos conceituais chave, na construção de um pensamento artístico inclusivo e legitimo. O ia realizará residências artísticas com artistas renomados do Brasil e do mundo, promovendo o encontro desses artistas "consagrados" com os artistas e artesãos locais. Dessa troca e aprendizagem mútuas, acreditamos que podemos conferir dignidade à cultura imaterial da região e estimular seu desenvolvimento e preservação. 9) O mapeamento de artesãos e competências será integrado ao edital de arquitetura do ia, garantindo que a mão de obra local seja integrada na construção do prédio, de forma a fomentar a relação com a comunidade, a percepção de pertencimento e verdadeira integração, além de reverter ganho financeiro para as famílias. CRIAÇÃO DE SITE E APLICATIVO É muito importante para o projeto a criação de site, aplicativo e perfis em redes sociais do IA, um modelo de museu contemporâneo que permite a proteção e divulgação do patrimônio de forma digital, como canal de fomento de discussão ativa sobre preservação, história e arte contemporânea, como vitrine do trabalho artístico e de pesquisa desenvolvido pelo instituto de arte contemporânea de Ouro Preto. Funcionará como plataforma de divulgação do trabalho de artistas populares da região de Ouro Preto e Mariana, dando-lhes visibilidade e inserção na discussão sobre patrimônio cultural e arte. Divulgará também as atividades realizadas pelo instituto, servindo como portal de comunicação com a comunidade local e interessados. Inclui o desenvolvimento técnico, a produção de conteúdo e o gerenciamento/manutenção das plataformas. Curadoria digital: com o objetivo de criar um espaço digital inovador e verdadeiramente contemporâneo, entendemos como essencial a contratação de um curador digital. Esse profissional cuidará da gestão dos conteúdos críticos e artísticos, de forma que as plataformas digitais do ia sejam de fato uma proposta de instituto de arte contemporânea virtual. Além disso, esse profissional deverá observar as leis de ‘compliance’ e adequar-se aos pré-requisitos de patrocinadores, garantindo a coerência do projeto para além do diretamente artístico. Criação de conteúdo: haverá investimento considerável na criação de conteúdo, pois o estofo intelectual do projeto é essencial para que ele seja realmente relevante no horizonte artístico-cultural. Dado que o desenvolvimento das plataformas digitais pretende também constituir, fortalecer e divulgar o ia, promovendo sua inserção e adesão da população ao projeto como um todo, é importante que os profissionais contratados para produção de conteúdo sejam altamente especializados e aptos a desenvolver as discussões pertinentes. O site tem por objetivo tornar amplamente acessível material conceitual e visual de relevância para a discussão sobre a arte e a cultura contemporâneas, produzido por intelectuais e profissionais relevantes da cultura especialmente para o ia; divulgar o mapeamento etnográfico da região de Ouro Preto e Mariana, especialmente no que concerne a produção de artistas e artesãos da região; divulgar as etapas de desenvolvimento do ia, atividades realizadas e chamadas para eventos; abrir um canal de discussão colaborativa com a comunidade. - conceito: apresentação do Instituto, com informações sobre sua formação e objetivos, além de material relevante para pesquisa e debate sobre o contemporâneo na arte. - análise etnográfica de Ouro Preto e Mariana: surge da necessidade de compreender as relações socioculturais, os comportamentos, os ritos, as técnicas, os saberes e as práticas da comunidade local e regional, dando continuidade ao projeto inconcluso de Oswald de Andrade na contemporaneidade. Com esse foco, o ia vai mapear a população e a produção cultural das cidades de Ouro Preto, Mariana e arredores. Assim, olhando para além da tradicional arquitetura e do barroco, trazer à tona sua realidade artística sob o ponto de vista etnográfico, atribuindo dignidade à produção popular local. Serão criados núcleos culturais no ia, sob a tutela do conselho curatorial, para mapeamento da cultura imaterial oriunda da cidade de Ouro Preto e arredores. Tais setores deverão documentar e divulgar as pesquisas etnográficas e artísticas do instituto, num primeiro momento, no prisma digital. Com essa iniciativa, o ia pretende ser, institucionalmente, um suporte contemporâneo que dará voz à expressão artística local, mapeando, organizando e formando um acervo fluido e interativo do patrimônio. Assim, iremos propiciar intercâmbios culturais entre as várias expressões das linguagens artísticas regionais e internacionais, que serão contatadas e convidadas a integrarem a iniciativa. - construção de acervo material e imaterial: compreendendo que a linguagem digital é parte integrante da contemporaneidade, operando como ferramenta de acessibilidade e preservação de patrimônio, o acervo digital do ia abrange: 1) as obras de arte de museus parceiros, disponibilizadas para visualização no site, bem como textos críticos acerca de sua relevância histórica e artística; 2) obras de arte criadas para o ia, durante a realização de seus projetos de residência artística, além do registro de seus processos criativos e material paralelo selecionado pelo conselho curatorial; 3) mapeamento e divulgação da produção cultural de Ouro Preto, Mariana e arredores, fruto do projeto de pesquisa etnográfica, que dará acesso à essa nova cartografia imaterial, criando uma plataforma de divulgação para os artistas/artesãos/produtores da região. 4) galeria de mídias, com fotos e vídeos das atividades desenvolvidas no projeto. - conteúdo crítico: contando com a participação de intelectuais e pesquisadores de áreas diversas - tais como filosofia, antropologia, história da arte, artes plásticas, sociologia, curadoria, etc - gerar e difundir conteúdo sobre as discussões atuais sobre arte, patrimônio e sociedade, tornando amplamente acessível as discussões que costumam ficar restritas à academia e aos círculos especializados. - seminário sobre a implantação arquitetônica do ia: registro digital das discussões e do material produzidos a partir desse evento, o qual será promovido pelo ia, permitindo a divulgação e participação do público via web, tornando o processo verdadeiramente inclusivo. Esta área do site será destinada também à transmissão, em tempo real, do evento (palestras, discussões, material produzido, registro de exposições, etc). O objetivo deste seminário é expor os problemas encontrados na reflexão sobre a arquitetura moderna e contemporânea e alinhavar suas especificidades para uma história das práticas críticas brasileiras do século XXI. - concurso nacional de ideias arquitetônicas do ia: com a conclusão do seminário, o ia realizará um concurso de âmbito nacional de ideias arquitetônicas com premiação - 1o, 2o. e 3o. lugares - para a implementação do prédio físico do instituto na cidade de Ouro Preto. Os projetos recebidos, bem como os pareceres dos juízes e os entremeios do processo, serão divulgados nessa área do site, garantindo transparência e criando um espaço para discussão. - Portal de transparência: de acordo com a lei de acesso à informação, tornará disponível para o público as despesas do projeto, alimentado mensalmente. Ainda, o site contará com seções tradicionais, tais como: amigos do museu; conselhos; programação paralela; casos de sucesso; conselhos; home; serviços; resultados de busca e loja digital de souvenir do ia. APLICATIVO O aplicativo, software para aparelhos móveis, como smartphones e tablets, pretende 1) oferecer conteúdo similar ao site, porém acessível de forma mais condensada; 2) Divulgar o trabalho de artistas locais, pautado no mapeamento etnográfico realizado pelo ia. Além de divulgar essa produção cultural, a disponibilização desse mapa da cultura local deve desenvolver a economia local; 3) Oferecer conteúdo dinâmico sobre o que acontece no ia e as discussões em pauta; 4) permitir uma participação ativa do público, através da interatividade dos dispositivos móveis; 5) divulgar dicas práticas sobre eventos e infra-estrutura da região aos turistas e visitantes; 6) ser um canal de avaliação e feedback, para o público. Seções previstas: mapa da cultura; projetos do ia; sobre o ia; residências culturais; obras; entorno; imperdível; favoritos; mapas; tours; hotéis; contato. Importante: o aplicativo será disponibilizado para download gratuitamente, bem como suas eventuais atualizações. Redes Sociais Essa plataforma será um canal que facilitará a comunicação do instituto com o público, de maneira prática e dinâmica. Terá as seguintes funcionalidades: 1) Gestão e criação de conteúdo especializado para os canais, com periodicidade e frequência de publicação; 2) Publicação de conteúdo próprio ou de terceiros, a partir das discussões do conselho curatorial junto às comunidades e de profissionais (professores, curadores, artistas, etc); 3) Divulgação em redes sociais: Facebook 3 posts/semana, Twitter 1 post/dia, Instagram 3 posts/semana; 4) Oferecimento de canais de comunicação, através dos serviços de mensagem das redes sociais (messenger, direct, etc), garantindo atendimento e informações de fácil acesso para ambas as partes; 5) Análise de presença, planejamento e gestão da marca nas redes sociais. EXPOSIÇÕES Ainda não temos o projeto museografico das exposições . Os mesmos serão custeados pelo projeto. As obras a serem expostas serão definidas pela Curadoria a ser contratada. Anexamos no projeto as plantas do Centro de Convenções (iinseridos em Materiais diversos que comprovem a atuação do candidato) e Museu da Inconfidencia (inserido em projetos museograficos) .

Especificação técnica

Catalogos: Catálogo 21x30 cm fechado - Capa Laminação Brilho em Papel Couchê 150gr. - Miolo Papel Couchê 120 gr. qtd páginas ( a ser definido) - Dobra (a ser definido) Plataformas digitais (Site e Aplicativo): Responsivo com 10 seções: Home, Empresa, Serviços, Galeria de Mídias, Formulário de Contato, Formulário de Orçamento, Notícias, Clientes, Casos de Sucesso, Resultados de busca. Especificação funcional, arquitetura de informação (UX), sitemap, wireframe, layout e desenvolvimento front-end e back-end para um novo website. Painel de Administração para atualização de conteúdo. HTML desenvolvido utilizando os padrões W3C (HTML, XHTML, CSS, XML, etc), separação em camadas e código (X) HTML semânticos. Configurações básicas para indexação em buscadores. Testes nas últimas versões dos principais navegadores. Planejamento, set-up e gestão de SEO O conteúdo do site e do aplicativo será em três idiomas (inglês, francês e espanhol). Portal Desenvolvimento de CMS utilizando o framework WordPress em sua versão mais recente utilizando PHP 7.1, MySQL ou MariaDB. Desenvolvimento de área pública utilizando HTML5, CSS3 e Javascript 100% adaptável a dispositivos móveis Aplicação de técnicas de otimização de performance e SEO Aplicação de politicas padrões segurança da informação regidas pelo OWASP Desenvolvimento de API privada para comunicação entre o portal e o aplicativo móvel utilizando PHP 7+ Aplicativo Móvel Desenvolvimento de aplicativo móvel multiplataforma utilizando React Native Integração do aplicativo móvel desenvolvido a API do portal de conteúdo Disponibilização dos aplicativos nas lojas para aplicativos móveis Google Play Store e Apple Store.

Acessibilidade

Acessibilidade: Site e Aplicativo (Plataforma digital) Pesquisa: Acessibilidade de conteúdo: Todo o material levantado no mapeamento, bem como os textos críticos de análise desenvolvidos serão disponibilizados na internet através de ferramentas de acessibilidade para pessoas com deficiência serão utilizadas no site a utilização de leitores de tela, opção de contraste de cores; alternância de tamanho da fonte, navegação por meio do teclado, alternativas de conteúdo como, por exemplo, vídeos com tradução em libras; criação de textos ajustados à linguagem das mídias digitais. Acessibilidade: Seminários Os espaços utilizados para o seminário e para as exposições serão preparados para dar acesso a cadeirantes dentro das possibilidades das edificações utilizadas. Em se tratando de prédios tombados da cidade de Ouro Preto, não é possível garantir a implementação de rampas de acesso e banheiros adequados. No entanto o ia se compromete a tomar todas as medidas necessárias para que o potencial de acesso físico seja aproveitado ao máximo, dentro dessas restrições. - As falas contarão com tradução simultânea. - Acessibilidade de conteúdo: As mesas serão transmitidas ao vivo no site do ia. Os vídeos ficarão disponíveis no acervo do site, bem como os textos críticos de análise desenvolvidos em seguida, e serão disponibilizados em três línguas (francês, inglês e espanhol), viabilizando o acesso ao público estrangeiro. Serão também legendados, garantindo acesso a deficientes auditivos. Além disso, ferramentas de acessibilidade para pessoas com deficiência serão utilizadas no site para inclusão desse público através das plataformas digitais prevista neste projeto. Acessibilidade: Apresentações Musicais As apresentações contarão com interprete de libras e audioguias descritiva para atendimento de deficientes auditivos e visuais Acessibilidade: Exposições As exposições contaram com descritivos em brille e libras para as obras de vídeo e som para atendimento de deficientes visuais e auditivos. Acessibilidade Manutenção da Instituição - a adoção de medida de acesso ao conteúdo para deficientes visuais e/ou auditivos não é aplicável. Acessibilidde Catálogo - Será disponibilizado no site uma versão do catálogo audiodescritiva. Acessibilidade Festival - As apresentações musicais, exposições e palestras inseridas no festival contarao com interprete de libras e audiodescrição quando necessário. Acessibilidade Pesquisa - a adoção de medida de acesso ao conteúdo para deficientes visuais e/ou auditivos não é aplicável já que a pesquisa será feita pelos grupos de pesquisadores e os resultados serão disponibizados no site (o site já prevê ação de acessibilidade conforme exposto) Acessibilidade Concurso- todas as informações do concurso será disponibilizada no site que prevê acessibilidade em todo o conteudo disponibilizado. Acessibilidade palestras contrapartidas - as palestras contarão com interprete de libras e tradução simultânea.

Democratização do acesso

Todas as ações e conteúdos do projeto serão disponibilizados ao público de forma totalmente gratuita. O acesso ao site e ao aplicativo será disponível a todos os interessados, de forma sempre gratuita, inclusive eventuais atualizações. Através do uso social da tecnologia, oferecer acesso livre e gratuito a todo conteúdo cultural desenvolvido, incluindo a disponibilização virtual de obras de arte, acervos, pesquisas e documentos. Permitir aos brasileiros, moradores de todas as regiões do país, o acompanhamento e participação, em tempo real, de atividades/ações artísticas e debates. O seminário terá conteúdos amplamente acessíveis permitindo a participação do público na construção e elaboração do saber, através das plataformas digitais. Exposições do mapeamento etnográfico e de mobiliário contemporâneo: será mais uma forma de dividir com o público a riqueza cultural material e imaterial da região de Ouro Preto e produção artística contemporânea internacional. O ingresso será gratuito e haverá equipe educativa para receber e orientar os visitantes. Em atendimento ao artigo 21 da IN 02/2019 o projeto irá atender a seguinte medida de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das apresentações musicais em redes sociais gratuitas.

Ficha técnica

Direção e Coordenação Geral - O proponente será responsável pela gestão administrativa do projeto e será remunerado pelos serviços de direção e coordenação geral Maria Isabel do Amaral Gurgel INSTITUTO DE ARTE CONTEMPORANEA DE OURO PRETO - ia Direção e Coordenação geral do projeto. Nos anos 1990, estudou design moveleiro com Angélica Santi e iniciou suas atividades como designer. Em 1995, abriu a Antagônica Design e Arte em sua cidade natal, Jundiaí, uma loja de design de móveis e galeria de arte, quando representou diversos artistas e designers nacionais e internacionais como: Gustavo Rosa, Antonio Peticov, Ivald Granato, Roberto Aguilar, Gregorio Gruber, Vera Café, Beccheroni, Irmãos Campana, Moshe Gorban, Duílio Ferronato, Ingo Maurer, Rosenberg Ring, entre outros. Logo em seguida, viajou para Minas Gerais e, impressionada com a riqueza do artesanato mineiro, inaugurou um novo ponto, a Viela Rica, uma feira de rua que misturava do design italiano ao artesanato mineiro. Em 2002 iniciou um projeto social no distrito de Antônio Pereira, criando a marca Preguiçosa, uma linha de colchas, almofadas, tapetes e pufes feitos por mulheres de baixa renda no distrito em Ouro Preto, a partir da releitura de técnicas tradicionais mineiras. Ministrou cursos de produção cultural pelo FAT e oficinas ligadas à cultura e gestão cultural como “O caminho do artesanato no mercado brasileiro” e “Mapas urbanos: qual é o caminho da cidade histórica?” nos Festivais de Inverno em Minas Gerais. Produziu, via a empresa Comunicação Nacional, em Ouro Preto, o 1º Concerto de Sinos, conduzido pelo maestro catalão Llorenç Barber, discípulo de John Cage. À convite do professor doutor Oliver Tabares, realizou, na Universidade de Medellín (Colômbia), a palestra “Projeto FAOP | Fundação de Arte de Ouro Preto: arte e patrimônio”. De 2007 a 2011 foi assessora de comunicação da Fundação de Arte de Ouro Preto, entidade pública vinculada à Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais. Desenvolveu projetos no estado de Minas Gerais junto à G11 | Associação para o Desenvolvimento da Arte e da Cultura, criando e dando suporte a exposições e projetos especiais. Atualmente é presidente do Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto (ia) e idealizadora e responsável pelo projeto “B*Art – a new path”, em Barbados, Caribe. Por vocação, dedicou-se à política cultural para entender e buscar um sentido de universalização, acesso e desenvolvimento econômico sustentavel como forma do entendimento do eu coletivo e da valorização de cada indivíduo no processo artístico. Curadoria - Exposição de Design Mobiliário Contemporâneo Carol Gay Carol Gay nasceu em 1976 em São Paulo. Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Mackenzie em 2000. Em 1999 participou do workshop “A Construção do Objeto”, no MuBE, com os designers Fernando e Humberto Campana finalizado em 2000; onde iniciou sua trajetória no Design de produtos. Em 2002 começou a trabalhar como designer na Tok&Stok. Em 2003 ministrou o workshop “Olhar Marciano” no MuBE – Museu Brasileiro de Escultura em São Paulo. Em 2003 participou da exposição Use and Reuse in Brazilian Young Design na embaixada do Brasil em Roma e ministrou o workshop “Paper Design - To make resistant and light with Paper and Carboard” na Universidade La Sapienza. Em 2004 participou do workshop “Il vetro temperado per la casa e la ristorazione” na fábrica Bormiolli e Rocco, na Itália. Em 2006 participou da exposição ‘Wallpaper Global Edit’, organizada pela revista Wallpaper, no teatro Armani durante o I Salone del Mobile em Milan, Itália e no mesmo ano ministrou o workshop “Re+design em papel” no I.E.D. - Istituto Europeo di Design, em São Paulo. Em 2008 foi convidada para ser júri do 22˚prêmio de design do Museu da Casa Brasileira. Em 2014 foi selecionada entre 28 designers do mundo todo para participar da feira Ambiente na área Talents - uma plataforma para designers em ascensão - em Frankfurt, Alemanha. Em 2016 entrou para o time de designers da Galeria Nicoli com sede em São Paulo. Em 2018 começou como colaborara do Instituto Campana em São Paulo. Desde o ano 2000 participa de exposições no Brasil, EUA, Europa e Ásia. Possui publicações em diversos livros, dentre eles: Bloom Brasil – Saboroso e Bloom Brasil – Fé publicado pela trend setter Li Edelkoort ; Móvel Moderno no Brasil publicado por Maria Cecília Loschiavo e Campanas publicado por Hélio Rosas e Roberto Cipolla. Em 2012 fundou sua empresa CG Design Estúdio onde trabalha como designer em São Paulo. Produção Acessibilidade Acesso para todos https://www.acessoparatodos.com.br/ União de duas empresas e de profissionais qualificados na oferta de criação de sites acessíveis de forma elaborada e competente. Oferece o desenvolvimento de sites visualmente atraentes, funcionais e acessíveis para todos os públicos, com recursos modernos, conteúdo de qualidade, navegação fácil e intuitiva. Oferece também consultoria de apoio, orientação e validação de acessibilidade para empresas. Felipe Brait Diretor executivo Curador independente, produtor cultural, arte-educador e artista plástico. Desde 2001 trabalha com intervenções urbanas e projetos de investigação sobre o espaço público. Ligado a produção em trabalhos coletivos, desenvolve pesquisas e projetos relacionados a mídia, políticas de subjetividade e processos colaborativos. Foi fundador dos coletivos Radioatividade e EIA - Experiência Imersiva Ambiental e é membro da Frente 3 de Fevereiro. Como curador destacam-se os projetos CANVAS - Encontros Audiovisuais, Mostra URBE de Arte Pública e ECOSSISTEMA TROPICAL 2.0 – Cartografia sobre Coletivos de Intervenção Urbana no Brasil. Casa Rex Design gráfi­co e identidade visual Já recebeu mais de 470 prêmios internacionais de design gráfico. Sua vasta área de atuação é reflexo do modo como enxerga design: como um diálogo. Portanto, quanto mais se dialoga, mais rica torna-se a experiência profissional. Como frutos dessa postura, assistimos não apenas seu livre trânsito por todas as áreas do design gráfico — de projetos globais para marcas de consumo à projetos locais para empresas independentes — mas também a remoção das habituais fronteiras da profissão, expandindo sua atuação por ilustrações (que você pode conhecer aqui), objetos (aqui), tipografia (aqui) e culminando nos 20 livros de sua autoria já publicados (aqui), todos marcados pela livre mistura entre design, história, arte e literatura e que resultam em narrativas contemporâneas que testam os limites da linguagem e tornam obsoletas as próprias definições e subcategoria daquilo que nos acostumamos a chamar de livro. www.casarex.com Escritório Cesnik, Quintino e Salinas advogados Assessoria Jurídica Pioneiro em consultoria jurídica na área de entretenimento e utilização de incentivos fiscais para viabilização de projetos culturais, esportivos e no terceiro setor. Desde o início de suas atividades, em 1996, o CQS Advogados contribuiu para a profissionalização e o crescimento do mercado assessoria jurídica de entretenimento no Brasil. Antecipando tendências com soluções inovadoras para a consolidação deste segmento no país, tornou-se elo fundamental na estruturação de diversos negócios de mídia e entretenimento. A atuação destacada no terceiro setor demonstra o comprometimento do escritório no desenvolvimento de iniciativas desinteressadas de lucro de alta relevância à sociedade. O CQS Advogados tem sido pioneiro, também, na estruturação de negócios sociais e tem participado das iniciativas de estímulo a empreendimentos que almejam resultados econômicos e sociais. www.cqs.adv.br Projetos Especiais Flaviano Souza e Silva é gestor cultural. Mestre em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFOP, com Curso em Administração Pública da Cultura pela Universidade Feral do RioGrande do Sul - UFRGS. Como experiência profissional destacam-se as seguintes atividades: Curador da programação artística do Fórum das Letras de Ouro Preto em diversas edições; Assessor de Promoção Cultural da Prefeitura Municipal de Ouro Preto; Membro do Conselho Municipal de Política Cultural da Prefeitura de Ouro Preto; Curador, Coordenador de Programação e Coordenador Executivo do Festival de Inverno de Ouro Preto em diversas edições; Professor de Gestão Empreendedora em Arte e Cultura para a Prefeitura de Itabirito. Atualmente ocupa as funções de Curador e Gestor da Galeria de Arte Ivan Marquetti (OuroPreto) e de Gerente de Projetos da Orquestra Ouro Preto. traust it Tecnologia A Traust é formada por dois jovens, Tácito Viero e Gerhard Diefenthaeler. Sua expertise é transformar ideias audaciosas em negócios digitais trazendo soluções carregadas pelo estado da arte em tecnologia da informação, junto a uma criação artística original. Desde 2017 realiza vários projetos, dentre eles: identidades digitais, produtos mínimos viáveis, buscadores, lojas virtuais, marketplaces, plataformas de negócios inovadoras e disruptivas. A Traust se compromete com a visão do cliente e realiza planejamento alinhado com as suas necessidades. Sistemas web são pensados desde o design inicial com foco nos mais diferentes tamanhos de telas dos dispositivos e saem prontos para serem indexados, com o melhor formato, pelos provedores de busca da internet. www.traust.it Sirlene Ciampi Assessoria Administrativa e Financeira Administração de Empresas pela Universidade Anhembi Morumbi atua desde 1994 prestando consultoria na utilização dos mecanismos de incentivo fiscal à cultura. Executa desde o estudo do mecanismo mais adequado até a habilitação do projeto junto ao órgão incentivador. Especializada em prestação de contas e execução financeira de projetos incentivados por leis federais e estaduais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.