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PRONAC 193140Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Tico Tico

SCULT - PRODUTORA DE AUDIOVISUAL E JORNALISMO LTDA
Solicitado
R$ 194,2 mil
Aprovado
R$ 194,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 2,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de conteúdo audiovisual de curta metragem
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2020-01-13
Término
2021-12-31
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroFlorianópolis Santa Catarina

Resumo

Produzir um filme de animação de curta metragem de 08 minutos, finalizado em formato digital 2K, utilizando técnica de animação 2D em aquarela. Promover a máxima difusão da obra de forma gratuita e democrática, em festivais de cinema, televisão e internet. Realizar exibições públicas da obra em escolas em conjunto com oficinas (contrapartida social) de pintura em aquarela para estudantes de 08 a 18 anos, contemplando 500 pessoas.

Sinopse

TICO TICO - filme de animação de curta metragem de 08 minutos, finalizado em formato digital 2K, utilizando técnica de animação 2D em aquarela. Sinopse: Tico é um jovem passarinho da espécie tico-tico que passa os seus dias brincando com outros pássaros da sua espécie em um parque próximo a um bairro de casas num subúrbio pacato. Mas ao contrário de seus colegas do grupo de tico-ticos, ele é órfão, já que quando era filhote caiu do ninho e se perdeu, sendo resgatado por uma garota que o levou para sua casa próxima ao parque e cuidou dele. Assim, TICO aprendeu naturalmente a conviver com humanos e diariamente encontra refúgio nesta casa familiar, onde o pai, a mãe e a filha o alimentam e o deixam dormir próximo ao forro do teto da sala de estar. Transitando entre estes dois mundos e se sentindo acolhido em todos os ambientes, TICO leva uma vida livre e despreocupada de pássaro/criança, ora brincando no parque arborizado com outros tico-ticos, ora comendo migalhas de pão durante as refeições com a família. Até que um dia, na casa da família, ao observar um panfleto de um empreendimento imobiliário na mesa da sala da casa, TICO descobre que o parque onde brinca e a casa onde vive estão ameaçados de desaparecer por conta dessa construção. Ele então voa até os seus colegas pássaros e tenta alerta-los, mas é duramente repreendido pelos pássaros mais velhos que, céticos, reagem com desprezo ao seu relato e o deixam constrangido. Experimentando a rejeição e sentindo-se diferente e inadequado pela primeira vez na vida, TICO se entristece e decide abandonar o parque e seguir viagem com a família da casa, que também precisa se mudar por conta da nova construção. TICO então acompanha a família na mudança para um apartamento em um centro urbano e, apesar de acolhido, sente-se triste neste novo lar. Assim, ele passa os dias recluso, temendo o ambiente hostil das ruas da cidade grande que enxerga lá embaixo pela janela do apartamento, localizada no alto de um edifício. Um dia, TICO toma coragem e se aventura em meio ao intenso trânsito de carros e pedestres. Mas a experiência revela-se traumática, já que TICO fica desnorteado com o ambiente urbano e acaba quase sendo atropelado, ao prender seu bico num chiclete que bicou achando que era comida. Passado um tempo, já mais crescido, olhando para o céu da janela acima do mar de edifícios TICO avista um grupo de gaivotas em migração. Ele fica fascinado em se aventurar nas alturas elevadas que estas aves estão voando. TICO então voa para o alto e se aproxima deste grupo de pássaros, obtendo uma interação positiva com eles, passando a brincar com a menor ave do grupo, antes de retornar para o apartamento, enquanto as outras gaivotas seguem em sua migração. Estimulado por esta interação, TICO sente saudades e decide voar até o parque onde costumava brincar com os outros colegas tico-ticos, em busca de um encontro com seus semelhantes. Mas ao chegar, ele constata que restou apenas uma única árvore no local, que se transformou em um estacionamento de shopping center e nenhum pássaro vive mais ali. TICO pousa num galho dessa árvore, que era o ponto central do antigo parque e num momento de tristeza dá uma leve bicada no tronco da árvore que costumava ser frondosa, mas que agora está com cores opacas. Esta interação entre TICO e a árvore desperta um momento onírico, que revela toda a ancestralidade do local, com a aparição em cena de elementos de fauna e flora primitivos e populações nativas que passaram por aquele local. Após esta experiência, TICO retorna para o apartamento e sua solidão aumenta ainda mais quando a filha da família, segue a transição para a vida adulta e deixa a causa dos pais para morar em outra cidade. Com suas malas em mãos, a filha se despede de TICO, com lágrimas nos olhos, lembrando do dia em que o resgatou, quando Tico piava sozinho no chão ainda filhote. Após esta partida, TICO continua morando com os pais da família, mas, abatido pela melancolia, já não demonstra alegria em participar das refeições, mantendo-se sempre em seu canto na janela do apartamento, enquanto o casal o observa com preocupação. Parado com olhar triste na janela, observamos que o tempo passou e TICO já está com a penugem de um tico-tico adulto. Até que certo dia, TICO detecta no céu o mesmo grupo de aves migratórias (gaivotas) que o havia acolhido anteriormente, desta vez voltando na direção contrária. Num impulso de coragem, TICO voa alto para alcançar o grupo. Após uma troca de olhares entre as gaivotas, elas o acolhem e TICO se integra à formação de voo das gaivotas, partindo com elas rumo ao desconhecido. Escolhas Técnicas e Estéticas da Narrativa: Animação Colorida 2D - Aquarela sobre papel 6 a 12 fps As obras audiovisuais realizadas com técnica de animação já tem como característica inerente uma maior liberdade criativa em relação às limitações de uma obra com cenários físicos e personagens humanos. No caso de uma animação em 2D, baseada em pinturas de aquarela, o caráter lúdico conferido pela fluidez das pinturas baseadas em pigmentos coloridos dissolvidos em água, oferece uma liberdade de explorar efeitos visuais de maneira ainda mais marcante - numa estética que se ajusta com perfeição à narrativa proposta no curta-metragem Tico Tico. Os traços delicados do artista de aquarela André Côrtes, desenhista de todas as cenas da obra, imprimem o tom suave de descoberta e identificação com os objetos proposto para ilustrar a história, onde as figuras humanas e demais personagens secundárias do enredo não possuem forte definição de traço nas feições de rosto, e os cenários propositalmente destacam com traços mais fortes alguns elementos de referência - como a árvore mais colorida do parque e o próprio personagem principal TICO -, enquanto outros elementos da paisagem em alguns momentos são apenas silhuetas ou mesmo borrões na tela. A concepção de fotografia contempla grandes planos abertos que situam a ação na paisagem, combinados com planos médios e closes intimistas das cenas domésticas internas e no olhar de observação mais atenta à interação de TICO com os outros pássaros. Nesse sentido, por vezes o olhar quase sempre estático da camera está próximo ao chão, numa abordagem intimista, como se o espectador fosse também um pássaro brincando no parque e observando a ação de TICO. Num roteiro sem diálogos, a narrativa é guiada, além das imagens, por um desenho de som construído na sobreposição em fades de silêncios, trilha sonora original de música instrumental (baseada em piano, percussão, violão e efeitos eletrônicos) e sons da natureza - incluindo o piado real dos tico- ticos. Em suma, o desenho de som trabalhará de forma minimalista para compor com precisão os efeitos de emoção evocada por cada cena, seja na surpresa provocada por uma revoada inesperada de pássaros, no medo despertado pelo motor dos carros, na melancolia da solidão de olhar triste pela janela, na tensão de descobrir uma ameaça, ou na dor de uma despedida. Classificação Indicativa: O curta-metragem Tico-Tico apresenta uma história alegórica com temática universal, em um enredo de fácil compreensão, cuja mensagem pode ser assimilada por crianças e adultos das mais variadas procedências sócio-culturais - numa faixa etária a partir dos 08 anos de idade.

Objetivos

Objetivo Geral Democratizar o acesso do público a obras audiovisuais de curta-metragem em animação. Fomentar as obras audiovisuais de curta-metragem. Objetivo específico Produzir um curta-metragem de animação com cerca de 08 minutos de duração, utilizando técnica 2D a partir de desenhos de aquarela. Inscrever a obra em festivais de cinema no Brasil e no exterior, fomentando o mercado de produção de filmes de animação nacional e divulgando a arte de animação brasileira no exterior. Realizar exibições públicas gratuitas do filme para estudantes de 08 a 18 anos de idade, incluindo oficinas gratuitas de desenho e pintura em aquarela ministradas pelo desenhista do filme para um total de 500 pessoas. Disponibilizar gratuitamente na internet, através do website oficial do filme, um filme documentário "making of" de 05 a 10 minutos de duração, mostrando os bastidores da produção do curta-metragem, oferecendo ao público a oportunidade de entender e visualizar como funcionam as diversas etapas do processo de produção de um filme de animação utilizando desenhos de aquarela.

Justificativa

O curta-metragem Tico-Tico apresenta uma história alegórica com temática universal, em um enredo de fácil compreensão, cuja mensagem pode ser assimilada por crianças e adultos das mais variadas procedências sócio-culturais - numa faixa etária a partir dos 08 anos de idade, fato este que o torna um produto cultural democrático e que se enquadra nos objetivos buscados pelo Mecanismo de Incentivo a Projeto Culturais A relevância artística e cultural do curta-metragem Tico Tico se baseia no apelo universal da história contada, aliada ao poder que os filmes de animação tem de transcender barreiras etárias e sócio-culturais para tratar de assuntos relevantes de forma lúdica e poética. Além disso, as ações sociais previstas com a obra, irão fomentar a produção artística em torno da técnica de desenho e pintura em aquarela. O enredo da obra possui a força narrativa de uma história alegórica bem contada, inspirada nas tradicionais fábulas gregas, e impregnada de simbolismos e reflexões universais sobre a condição humana. Trata-se também de uma obra atemporal cujo enredo remete ao gênero dos "romances de formação" e que toca em temáticas sociais atuais relevantes, como o abandono, a solidão, o preconceito e o meio ambiente. Ao focar no processo de transição da infância para a vida adulta e a busca por pertencimento, sob o enfoque alegórico de um herói/passarinho - com todo o simbolismo dos pássaros como sinônimo de liberdade -, a narrativa acompanha a jornada de crescimento de um personagem cativante, que irá despertar grande empatia junto ao público e promover questionamentos e sensações diretamente ligadas às mais profundas emoções e conflitos humanos. O aspecto lúdico e colorido da animação 2D em aquarela reforça o apelo infantil da obra, embora o enredo possua nuances de temáticas mais adultas, tratando com poesia a passagem da infância para a vida adulta, a partir das experiências de um jovem pássaro. Esta abrangência de público se baseia na possibilidade de entretenimento proporcionada pelas diferentes formas de abordar a obra, de acordo com cada faixa etária. Nesse contexto, o curta-metragem Tico Tico proporciona desde uma diversão pueril para uma criança de 08 anos de idade, até nuances mais existenciais, em temas latentes para o público adolescente - como a difícil transição para a vida adulta e a busca por encontrar um sentido de pertencimento e inserção social. Temas estes que também encontram identificação e simbolismo junto ao público adulto e de idade mais avançada, numa experiência de reflexão subjetiva e de resgate memorial sobre momentos da infância e juventude de cada um - revividos a partir do contexto das sensações despertadas pelas situações apresentadas no enredo da obra. Para além da contribuição artística oferecida ao público pelo conteudo do filme, a inclusão de ações de contrapartida social baseadas em exibições públicas em escolas, em conjunto com a realização de oficina gratuitas de pintura e desenho em aquarela irá promover o interesse dos jovens pela produçao artística de animação audiovisual e pela criação e experessão atística baseada na técnica de aquarela, fomentando a educação através da arte, o que justifica a busca por financiamento via Mecanismo de Incentivo a este projeto cultural. O projeto se enquadra na Lei 8.313/91 pois atende ao proposto pelo Artigo 3, Inciso II, alínea a, a saber: "a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)" e também e se enquadra no Artigo 18, por atender ao disposto no parágrafo 3, letra f, a saber: " f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual; (Incluída pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)".

Especificação técnica

Obra Audiovisual: filme de animação de curta metragem de 08 minutos, finalizado em formato digital 2k, som estéreo, utilizando técnica de animação 2D em aquarela. Exibições públicas em escolas com Oficina da Pintura (contrapartida social): 10 eventos de visitas a escolas, com 120 minutos de duração cada, incluindo a projeção do filme em telão, conversa com os estudantes de 08 a 18 anos abordando o conteudo e processo de realização da obra, seguido de uma oficina de pintura em aquarela com o professor e ilustrador André Cortes, com turmas de 25 alunos por oficina, oferecendo aos alunos os materiais necessários (pincéis, tintas e papel). Contemplando um total de 500 participantes.

Acessibilidade

No âmbito da Acessibilidade Física, os realizadores irão garantir que as exibições públicas do filme sejam realizadas em locais que proporcionem a devida estrutura de acesso e uso para pessoas com alguma dificuldade de locomoção, como rampas de acesso, banheiros e guias táteis. No âmbito da Acessibilidade Conteudo, a obra irá contar com legendagem em Libras, legendagem descritiva e Audiodescrição disponíveis para ser acionada pelo espectador mediante a sua necessidade específica.

Democratização do acesso

O filme curta-metragem Tico Tico terá sua distribuição realizada por meio "online" a partir de plataformas de "streaming" em internet divulgadas e disponibilizadas para o amplo acesso do público interessado na obra. (por conta de ser um produto cultural em formato digital de distribuição online, a quantidade aparece igual a zero no Plano de Distribuição) As ações de democratização de acesso ligadas ao curta-metragem Tico Tico incluem ainda exibições gratuitas em visitas a escolas do Rio de Janeiro e Santa Catarina para 500 alunos da rede pública e privada de ensino, abrangendo idades entre 08 e 18 anos, a partir de convite e agendamento, em eventos que incluem conversas dos realizadores com o público sobre os temas abordados e exibição de um “making of” explicando e ilustrando o processo de produção da obra. Outras ações de difusão da obra de forma gratuita para o público irão ocorrer a a partir da inscrição do filme em festivais nacionais e internacionais de cinema, no licenciamento para exibição em canais de televisão e a inscrição do filme em circuitos itinerantes de exibições públicas de produções audiovisuais. Contrapartidas Sociais (Art. 22, IN 02/2019) - Descrição: ações formativas: 10 eventos de visitas a escolas, com 120 minutos de duração cada, incluindo a projeção do filme em telão, conversa com os estudantes de 08 a 18 anos abordando o conteudo e processo de realização da obra, seguido de uma oficina de pintura em aquarela com o professor e ilustrador André Cortes, com turmas de 25 alunos por oficina, oferecendo aos alunos os materiais necessários (pincéis, tintas e papel). Contemplando um total de 500 participantes. Antes do lançamento, os realizadores também irão disponibilizar o trailer do curta metragem Tico Tico para visualização gratuita na internet, bem como o ‘making of do filme’, disseminando um conteúdo educativo sobre as formas de produção audiovisual de animação, com ampla divugação no website oficial do filme, mídias sociais. Para além dessas ações de Contrapartida Social, em conformidade com o Artigo 21 a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 serão oferecidas as seguintes ações adicionais de ampliação de acesso: (VI – oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural) Será contratado um estudante de design para participar da produção como estagiário, na realização das exibições e oficinas de aquarela previstas no projeto (V – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas) Será organizada uma exposição com cerca de 20 obras de aquarela produzidas para o curta metragem, pintadas pelo artista André Cortes (ilustrador da obra) a ser exibida com entrada gratuita ao público em algum espaço cultural de Florianópolis com infra-estrutura de acesibilidade, como a Biblioteca Estadual ou o Centro Integrado de Cultura (CIC) por um período mínimo de 20 dias de exposição.

Ficha técnica

Scult - Produtora de Audiovisual e Jornalismo - proponente, irá gerenciar e administrar a execução do projeto, desde a captação de recursos até a sua finalização A Scult é uma empresa sediada em Florianópolis desde 2011, com reconhecida atuação cultural na mídia eletrônica, impressa e audiovisual - com destaque para a produção de documentários curta-metragens e os longa-metragens “Pegadas Salgadas” - premiado no Edital de Cinema de Santa Catarina 2009, exibido em diversos festivais de cinema pelo mundo e licenciado para exibição em 2012 no Canal Off (Globosat) - e a “A Pedra e o Farol” - filme premiado nos festivais Mimpi (Rio de Janeiro) e Surf At Lisbon (Portugal) em 2016 e licenciado para exibição no Canal Off. O mais recente trabalho da Scult foi a produção e direção da primeira temporada da série documental de televisão “Fabio Gouveia: A Onda é se Divertir” com 13 episódios de 25 minutos, exibida entre abril e julho de 2019 no Canal Off. Luciano Burin Diretor e roteirista Jornalista formado pela PUC-Rio (2001), com especialização em literatura, produção audiovisual e marketing. Reside em Florianópolis desde 2002, onde atua como sócio- diretor da produtora Scult Filmes desde 2011. Como realizador audiovisual, foi editor do curta experimental “Indelevel”, premiado como Melhor Curta Catarinense, no Festival Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM) em 2004; roteirista do documentário “Maciço”, premiado no edital de cinema do Estado de Santa Catarina em 2005; roteirista, produtor e diretor do curta-metragem “Roots Time – Reciclando uma Prancha” (2010) e do documentário longa-metragem “Pegadas Salgadas” (2012), premiado no Edital de Cinema do Estado de Santa Catarina, exibido em festivais internacionais e licenciado para o canal OFF (Globosat) de tv a cabo no mesmo ano. Diretor de externas da temporada 2013 da série televisiva “Diário das Ilhas” e entrevistador da série “80 e Tal” (2016), ambas produções da produtora Grupo Sal, veiculadas do Canal OFF (Globosat). Diretor, roteirista e editor do curta-metragem "Fernando Moniz: E A História Continua", que integrou a seleção oficial do festival de cinema Surf At Lisbon em 2014. Em 2016 lançou o seu segundo documentário longa-metragem “A Pedra e o Farol”, premiado nos festivais Mimpi (Rio de Janeiro) e Surf At Lisbon (Portugal) e licenciado para TV no mesmo ano. Em 2019 lançou dirigindo os 13 episódios da série de televisão “Fabio Gouveia: A Onda é se Divertir” para o Canal Off, exibida em 2019. André Côrtes Desenhista / ilustrador Possui graduação em Desenho Industrial (1993) e mestrado em Design pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1999). Atualmente é professor da PUC-Rio e tem experiência na área de artes, design social, arte-educação, pintura, ilustração e animação. Especialista em desenho e pintura com aquarela, Ilustrou diversos livros com maior abrangência para a área infanto-juvenil, também produz ilustrações, desenhos, pinturas para publicidade, cinema e conteúdo de programação de TV.Entre os principais trabalhos audiovisuais, destacam-se: vinheta de abertura, animação em aquarelas para a série "Ó Paí, Ó (‘Rede Globo) direção de Guel Arraes (2008), cenas de animação para o documentário “Quintal de Casa”e Rafael Mellin (2005), animação em aquarelas para video clip da musica “All Over, artistas Paula Toller e Donavan Frankenreiter, com direção Bernardo Alevatto (2008) ; desenhos e pinturas realizados em cena nas novelas "Joia Rara” (Rede Globo), direção Amora Mautner (2013); novela"Alto Astral” (rede Globo), direção Jorge Fernando (2014); novela "Orgulho e Paixão” (rede Globo) direção Fred Mairink (2018) Entre os principais trabalhos como ilustrador de livros, destaque para as obras da editora Escrita Fina: "Convite Carioca" (2010), "Convite Paulistano"( 2013), "Dom Quixote de La Plancha” (2012) "Enquanto Papai Não volta” (2012), "Francisco de Assis A Canção da Alegria”(2014), "O Menino e o Foguete” (2012), "O Navio Negreiro” (2012), "Vozes D’África” (2011), "Um Indio em minha Casa”(2014); além das obras "Os sete filhos de Tau e Kerena” da editora Nova Fronteira (2014) e "Jongo da Serrinha: Cantos e Contos” da EBA Publicações (2010) Tiago Santos - Produtor Executivo e de Finalização Atua no mercado audiovisual desde 2005, com trabalhos voltados para a etapa de pós-produção, tendo finalizado mais de 50 curtas e médias-metragens e 15 longas-metragens. Nestes quase 15 anos de atuação tem seu nome em filmes como "Um craque chamado Divino"o último Longa-metragem de Tânia Lamarca, "Ensaio", além de também já ter coproduzido 03 Longas-metragens, 02 Documentários e 01 Ficção. Atualmente está finalizando uma coprodução de série com Argentina e Paraguai junto com Panda Filmes e Fernando Muniz Produções e em processo de desenvolvimento uma coprodução Chilena e duas Colombianas. É diretor e produtor executivo do festival FAM - Florianópolis Audiovisual Mercosul, juntamente com a Associação Cultural Panvision, nos últimos dois anos, evento anual que conta com 23 edições, tendo o festival sido contemplada nos anos de 2018 e 2019 no Edital SAV/MINC/FSA No 11, o que demonstra sua grande expertise nos quesitos de organização, planejamento e produção de eventos e produções de grande porte e com participantes internacionais. Marcos Garcindo Diretor de arte e storyboard Com formação em Publicidade pela UNISUL (SC) em 2003, atuou por mais de 10 anos como diretor de arte e designer gráfico em agências de publicidade e design em São Paulo, Florianópolis e Tubarão (SC), realizando dezenas de projetos gráficos em web, impresso e audiovisual, com experiência em ilustrações e produção de storyboards - trabalhando para clientes como Nike, Lacoste e SWU. Diagramou e ilustrou o livro de poesias “Sintonias" - editora Stamina (2004), além de publicações publicitárias como o livro “Laguna Encanta” (2017). Na produção audiovisual para cinema e TV, foi editor, colorista e diretor de arte dos documentários longa-metragem da Scult Filmes:“Pegadas Salgadas” (2012), projeto premiado no Edital de Cinema do Estado de Santa Catarina, exibido em festivais internacionais e licenciado para o canal OFF (Globosat), e “A Pedra e o Farol” (2016), premiado nos festivais Mimpi (Brasil) e Surf At Lisbon (Portugal) e licenciado para o Canal OFF (Globosat). Marcos Vinicius D’Elboux Diretor de fotografia Graduado no Curso Superior de Cinema e Vídeo 2002/2007 – UNISUL/SC com formação adicional como colorista, iluminação e fotografia. Atua como diretor de fotografia e cinegrafista desde 2003, tendo participado de oito longa-metragens e diversos curta-metragens de ficção, documentário e animação. Principais trabalhos: Longa- metragens: Primeira assistência de câmera do longa-metragem “Amuleto” – de Jeferson De – 2014; Assistência de câmera do longa-metragem “The Dog Wedding” – de James Lefkowitz – NY – 2013; Primeira assistência de câmera do longa-metragem “Rendas no Ar” – de por Sandra Alves – 2011; Segunda assistência de câmera do longa-metragem, em 35 MM, “Tom Jobim – O Homem Iluminado” – de Nelson Pereira dos Santos – 2008/1; Segunda assistência de câmera do longa-metragem, em 35 MM, “Doce de Coco” – de Penna Filho – 2007/1; Assistência de câmera do longa-metragem “A Antropóloga” – de Zeca Pires – 2006/2; Segunda Assistência de câmera do longa-metragem “Espanhóis Confinantes” – de por Ângelo Sganzerla – 2006/1. Curtas:Roteiro, Direção, Direção de fotografia e Montagem do curta, e com finalização em 35 MM, “Desaprumo” – 2008. Contemplado pelo edital do SAV/MINC/FORCINE – 2006/2007. Diretor de Fotografia do curta de animação "Almofada de Penas" de Joseph Specker Nys - 2018

Providência

PROJETO ARQUIVADO.